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Mais elenco inédito em Guardiões da Galáxia 2

Kurt Russel finalmente faz sua aparição oficial no novo trailer de Guardiões da Galáxia 2, próxima aventura dos heróis espaciais da Marvel. O filme chega aos cinemas locais no início de maio deste ano, e mostra o grupo ganhando novos integrantes e enfrentando outra ameaça interplanetária. Os planos da vilã inédita ainda não foram revelados pelo estúdio.


© Disney Pictures

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Melhor (e talvez o único realmente bom) trailer divulgado até agora, restaurando boa parte de minha expectativa para esse filme. Até agora estavam se ancorando basicamente em versões exageradas de piadas do primeiro, mas parece que possuem muito mais material disponível.

E pelo que notei, estreia uma semana após Ghost in the Shell. Duas ficções científicas de alto custo nos cinemas ao mesmo tempo? O ano parece estar melhorando cada vez mais.

Só espero que as duas não sejam terríveis.

Fonte: Slash Film

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Quarto defensor chega ao Netflix em março

A Netflix lança no mês que vem a série Punho de Ferro, sua quinta colaboração com a Marvel. O protagonista é Danny Rand, jovem herdeiro que sobrevive uma queda de avião na Ásia e passa anos sendo treinado por um grupo de monges. Eventualmente retorna para Nova Iorque, onde combate o crime como um super-herói e se readapta ao mundo moderno. Todos os 13 episódios estarão disponíveis para os assinantes de uma vez só.


© Netflix

Os outros protagonistas da parceria, Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage irão se unir ao Punho de Ferro na série Os Defensores, com lançamento previsto para este ano ainda.

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Apesar de estar um pouco por fora do universo Marvel nos cinemas, estou bem atualizado quanto ao televisivo. Graças ao Netflix, assisti três temporadas de Agentes da SHIELD (só a primeira foi fraquinha) e aos programas exclusivos do serviço.

O Demolidor teve uma primeira temporada esquisita, com um excelente vilão, mas prejudicada pelo herói com um conflito interno meio sem sentido – o uniforme no último episódio quase acaba com tudo. Na segunda temporada dá uma melhorada brutal graças ao Justiceiro, mas perde um pouco do rumo com a Elektra. Jessica Jones foi sensacional, se há algo a reclamar é quanto ao desfecho do vilão. Luke Jones simplesmente não tinha uma trama coerente, com seu protagonista perambulando sem propósito na maioria dos episódios, em lutas entediantes.

Punho de Ferro parece estar utilizando o protagonista em conflito (quanto à tendência à violência) com duas tramas, talvez equilibradas: o peixe fora d’água e as forças ocultas nas trevas. O conflito interno parece quase obrigatório, com nenhum dos personagens querendo assumir a função de herói, e eventualmente cedendo lá pelo décimo episódio; mas o formato do antagonismo é bem mais variado, variando entre um único vilão a temporada inteira com subchefes eventuais, a vilões que mudam de lado, vilões que perdem na metade da série e até vilões que simplesmente morrem repentinamente e deixam um vazio mal preenchido.

Acho que o vilão único traz os melhores resultados, mas também exige os melhores atores. Em segundo lugar o vilão que muda de lado, com o vilão de meia temporada sendo o pior de todos.

Análises birutas a parte, vou assistir ao programa inteiro também, e ficar aguardando por crossovers surpresas que nem um idiota, como a maioria do público.

Título recusado: Demolidor é o único herói sem poderes na Netflix

Fonte: Bleeding Cool

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Deadpool 2 contrata diretor mais econômico

O boato que circulava há algumas semanas se tornou realidade com a contratação de David Leitch para a direção de Deadpool 2. O filme deve ser lançado em março de 2018, trazendo de volta Ryan Reynolds como protagonista e boa parte do elenco original, além de introduzir os personagens Cable e Domino na franquia de mutantes da Fox.

Último filme divertido que vi nos cinemas
© Fox

O dublê profissional David Leitch começou sua carreira como diretor em De Volta ao Jogo, dividindo a função com outro colega da área, Chad Stahelski. Enquanto este último está ocupado com a continuação desta nova franquia de Keanu Reeves, Leitch está trabalhando no drama de espionagem The Coldest City.

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Não tive vontade de reproduzir as fofocas sobre a demissão do diretor original, Tim Miller – acusaram o cara de querer melhorar a qualidade da continuação, o que aumentaria os custos em até 200%. Não sei de onde tiraram esses cálculos, provavelmente do chapéu de algum executivo que gostaria de repetir os lucros do primeiro filme mantendo o orçamento baixo.

Por outro lado, muitas continuações de sucessos inesperados tendem a se autodestruir quando injetadas com dinheiro extra, como a trilogia Matrix, Homens de Preto e Riddick. Talvez haja um pouco de sabedoria no meio dessa ganância?

Que coincidência, os exemplos de péssimas continuações com orçamento inchado que me vieram à cabeça são justamente de ficção científica. Huh.

Fonte: Bleeding Cool

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Wolverine 3, o mutante mais deprimido do mundo

Logan, terceiro filme protagonizado por Wolverine, ganhou um primeiro trailer dramático, com participação de Patrick Stewart como um idoso e adoentado Professor Xavier. Ambos estão protegendo a jovem X-23, um clone do mutante com garras. A direção é novamente de James Mangold, responsável por Wolverine: Imortal. Lançamento em março.


© 20th Century Fox

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Quando finalmente assisti ao segundo Wolverine, após meio mundo ter dito o quanto ele era decepcionante, não gostei principalmente de um aspecto: o quanto o protagonista está deprimido, derrubado, e tendo flashback atrás do outro sobre Jean Grey (após seus quase 10 minutos juntos em cena divididos em três outros filmes). Não é a toa que o elenco feminino se destacou tanto em comparação: só a energia das duas personagens é dezena de vezes maior que qualquer coisa exibida pelo Wolverine.

E o que fizeram nesta nova continuação? Trazem o mesmo diretor e soltam um trailer em que ele parece mais deprimido ainda. Drama e seriedade funcionaram bem na trilogia do Batman, mas nem o Bruce Wayne ficava tão negativo quanto esse Wolverine, e tinha vilões muito mais interessantes.

Aposto que a mini-wolverine vai roubar o filme inteiro.

Fonte: Bleeding Cool

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Tiros e música em programa de super-herói

O seriado Luke Cage chega ao Netflix no dia 30 de setembro, com os 13 episódios disponíveis de uma vez só para os assinantes. A campanha de divulgação continua intensa, apesar de pouco material inédito ser mostrado. Abaixo você confere um resumo sobre o personagem, suas motivações e a trama inicial.


© Netflix

Mike Colter volta ao papel, após participar em vários episódios de Jessica Jones. Seu personagem tem pele indestrutível e superforça, resultados de um experimento. Tenta viver normalmente, sem chamar atenção ou utilizar seus dons, mas os crimes de Cottonmouth (Mahershala Ali) acabam despertando seu lado heroico.

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E essa divulgação toda continua muito preocupante. Fora o lado musical, que provavelmente vai ter um foco grande (o povo do Netflix parece adorar música), tudo que mostram é o Luke Cage enfrentando bandidos genéricos em “god mode”, sem correr qualquer risco. Quantas vezes vão fazer isso antes que fique entediante demais? O Demolidor pode ser morto em qualquer briga, a Jessica Jones quase não bate em ninguém e prefere ficar bancando a detetive, evitando combates desiguais. Mas e o Luke Cage, que mais ele tem para fazer fora bater em todo mundo?

Ou vão dar algum superpoder para o vilão gângster, ou vão descobrir algumas fraquezas do protagonista sempre que for conveniente. Aposto que vai ser primariamente chantagens. Ou um lança-chamas.

Fonte: Coming Soon

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Motoqueiro Fantasma ganha um carro na TV

A quarta temporada de Agentes da S.H.I.E.L.D. começa hoje (20), introduzindo o Motoqueiro Fantasma em sua versão motorista de carro. A série é protagonizada pelo agente Phil Coulson (Clark Gregg), personagem que conectava os vários filmes da Marvel durante sua primeira leva, até ser morto no filme dos Vingadores.


© ABC

Após lidar com vários inumanos nas temporadas anteriores, desta vez a S.H.I.E.L.D. precisa lidar com uma ameaça sobrenatural. O Motoqueiro Fantasma já havia sido interpretado nos cinemas em duas ocasiões por Nicolas Cage, mas como os direitos do personagem estavam licenciados para outra produtora, não são considerados parte do universo cinematográfico oficial da Marvel (assim como os X-Men e o Quarteto Fantástico).

As primeiras temporadas estão disponíveis no Brasil pelo serviço de streaming de vídeos Netflix.

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Assisti em maratona a terceira temporada, nos dois últimos finais de semana. É um bom programa para acompanhar enquanto se está fazendo outra coisa, como dobrar roupa ou preparando aventuras de RPG. Os diálogos não exigem que você olhe para a tela (não está perdendo nenhuma grande interpretação) e quando as lutas vão começar é bem óbvio pelos berros, grunhidos e efeitos sonoros.

Também recomendo para o pessoal que vai aos cinemas assistir todos os filmes da Marvel e quer se integrar completamente neste universo. Durante a primeira temporada as referências aos longas eram bem explícitas, e a influência deles nos episódios muito maior. Desde que ficou claro que os dois produtos provavelmente nunca irão se cruzar, o programa ficou mais independente, mais focado no aspecto “agente secreto” e em suas próprias tramas originais.

Como produto artístico em formato de seriado de super-herói, os exclusivos da Netflix são melhores. Mas, em compensação, tem orçamento bem menor e não precisam fazer tanto sucesso quanto Agentes da S.H.I.E.L.D., que além de ser mais caro também precisa lidar com as restrições de ser um programa de TV aberta: duração, violência, sexualidade, tudo bem controlado.

Spoilers!

Gostaria que a luta entre o Lash e o Hive tivesse sido maior e melhor.

Fonte: Bleeding Cool

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Trailer traz Luke Cage bancando o herói em público

A parceria Marvel/Netflix divulgou o primeiro trailer oficial de Luke Cage, nova série de super-herói que será lançada em 30 de setembro, para assinantes. Mike Colter volta ao personagem já utilizado em Jessica Jones, um homem com força acima do normal e pele indestrutível, enfrentando o crime organizado em Nova Iorque.


© Netflix

O programa vai mostrar não apenas as origens dos poderes de Cage, como também deve retratar sua transformação no herói mercenário dos quadrinhos. Em sua participação na outra série, ele esconde suas habilidades na maior parte do tempo, vivendo como um desanimado dono de bar.

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Nada mal – a música combina bem com a homenagem ao blaxploitation, e a atitude do protagonista parece mudar já no primeiro episódio, com o mentor idoso motivando-o a usufruir de seus poderes (já basta a Jessica Jones bancar a heroína relutante por 13 episódios). Agora só faltam duas coisas incrivelmente importantes: ótimos personagens de apoio; e uma trama não-horrenda.

Não se engane! São essas duas coisas que tem carregado as séries da Netflix até o momento, principalmente os vilões Fisk e Kilgrave, e o anti-herói coadjuvante Justiceiro.

Espero que o Cottonmouth, vilão de Luke Cage, esteja à altura. Pelos trailers até agora não mostraram ainda como ele vai conseguir ameaçar alguém tão poderoso.

Fonte: io9

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Nova série de televisão sobre super-heróis

Wild Cards, outra franquia literária de George R. R. Martin (Guerra dos Tronos) vai ser adaptada para televisão. O canal NBC comprou os direitos dos livros, atualmente em seu 22º volume e deve começar a desenvolver um episódio piloto imediatamente. O autor não irá participar da produção devido ao seu compromisso com o canal HBO e a sua outra franquia de fantasia, mais popular.

Será o Golden Boy? Estou muito por fora.
© Leya

Lançada no Brasil pela Editora Leya, Wild Cards está em seu quinto volume por aqui. Os livros são escritos por dezenas de autores, editados por Martin e ambientados no mesmo cenário: na década de 40 a Terra é atingida por um vírus alienígena com taxa de mortalidade de 90%. Dos que sobrevivem, 90% são transformados em mutantes disformes e os demais 10% ganham super-poderes.

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Acho que já escrevi sobre Wild Cards antes, mas não lembro qual era o tópico, e não quero fazer uma busca para verificar. Se estiver errado terei que apagar esse texto e procurar outra abordagem, desperdiçando todo esse parágrafo e seu conteúdo “metalinguístico”.

Meu primeiro e único contato com essa franquia até hoje foi por meio de GURPS Supers, suplemento de RPG com regras para humanos super-poderosos. O livro trazia como brinde uma coletânea de histórias em quadrinhos situada nesse universo, sobre um detetive com poderes de teleporte (Poppin’ Jay ou algo assim), investigando uma série de assassinatos e interagindo com vários personagens-chave desse universo. Roteiro divertido, mas péssimo trabalho de detetive.

Mencionei meu cansaço quanto a super-heróis na semana passada, e ele se estende a séries de televisão também. Mas continuo entusiasmado para assistir aos programas da parceria Marvel/Netflix. Se esse Wild Cards TV manter o realismo dos quadrinho (e imagino que dos livros), há uma boa chance de gostar do produto. Duvido muito, mas é uma chance ainda assim.

E acabei de lembrar que tenho pelo menos um livro, comprado naquelas promoções diárias da Amazon. Acho que vou colocá-lo na minha lista de leituras futuras.

Fonte: Coming Soon

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Artistas marciais superpoderosos animados em julho

A TV Tokyo vai lançar na segunda-feira (4) o anime Taboo-Tattoo, baseado no manga de mesmo nome. O desenho combina artes marciais com superpoderes, utilizados através de misteriosas tatuagens. O protagonista ganha uma destas na palma de sua mão, após salvar um mendigo sendo agredido na rua.


© TV Tokyo

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Mais uma combinação de torneio de artes marciais & harém, pela quantidade desproporcional de personagens femininas no trailer e material de divulgação. Mas os combates parecem bem feitos, e a menos que exagerem no drama, pode ser uma série divertida e descartável. Pessoalmente, estou na expectativa por Sweetness and Lightning (Amaama to Inazuma).

Fonte: Anime News Network

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Anos 80 se enfrentam nos quadrinhos

A editora IDW está promovendo um crossover entre suas revistas em quadrinhos, incluindo os Transformers, G.I. Joe, M.A.S.K., Micronauts, ROM e Action Man. Os personagens irão se encontrar em uma sériede cinco edições intitulada Revolution, além de influenciar seus próprios títulos mensais.

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© IDW

As revistas chegam ao mercado norte-americano em setembro deste ano.

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Demorou, mas parece que outras editoras começaram a notar as vendas da Marvel e DC quando fazem seus próprios crossovers.

Assim como as demais, provavelmente incluirá um vilão inédito com poderes absurdos, que só pode ser derrotado pelo esforço conjunto de vários personagens. Estes, por sua vez, começam em conflitos encabeçados pelos mais desmiolados de cada equipe, enquanto os estrategistas logo notam a manipulação e começam a trabalhar para desvendar os planos vilanescos. Acho que resumi todo crossover que já li até hoje. Não que a estrutura óbvia seja um impeditivo tão grande assim – geralmente há algumas boas brigas, e um ou dois personagens secundários ou terciários morrem/são transformados.

Desse grupo acima acho que o ROM é o mais deslocado, com seu tema espacial e místico. E dos seis gibis nunca tinha ouvido falar de três deles: Micronauts, Action Man e M.A.S.K. O primeiro e o segundo são auto-explicativos, mas confesso que gastei mais de um minuto procurando o Máscara nessa imagem acima, até resolver pesquisar e descobrir que se trata de um grupo de pilotos de veículos de combate, e não de um maluco com máscara verde e poderes de desenho animado.

Que bizarro que essas franquias dos anos 80 continuem ativas e vendendo revistas. Será o público consumidor exclusivamente composto de quarentões nostálgicos? Ou esses senhores convencem seus filhos a lerem também? Os meus não consigo fazer com que se interessem por quase nada de minha infância/adolescência, enquanto acho que os produtos que eles próprios escolhem são praticamente todos porcarias. Opinião compartilhada provavelmente por todo pai ou mãe.

Fonte: Bleeding Cool

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