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Novo Incríveis destaca o papel da mãe

Os Incríveis 2 ganhou um novo trailer, revelando mais uma parte da trama sobre a família de super-heróis. A animação chega aos cinemas em junho deste ano, repetindo boa parte do elenco original, que inclui Samuel L. Jackson, Holly Hunter, Craig T. Nelson, e o próprio diretor e roteirista do longa, Brad Bird.


© Disney

Juntam-se à franquia Bob Odenkirk e Jonathan Banks, colegas em Better Call Saul, Sophia Bush e Isabella Rossellini.

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Após 14 anos, Brad Bird finalmente conseguiu escrever o roteiro da continuação que nunca teve certeza que seria capaz. E o treco repete a trama do primeiro, além de expandir o óbvio gancho do final do filme original.

As piadas parecem boas, apesar de óbvias, mas depois de tanta expectativa achei que iam atrás de outros clichês do gênero de super-herói. Grupos não familiares, por exemplo, e o quão absurdo seria o convívio diário deles.

Ainda falta revelarem quem é o supervilão da vez, e talvez nisso estejam guardando as grandes surpresas. Acredito que seja a Sophia Bush, pelo nome da personagem: Voyd.

É, inverteram o gênero do protagonista e do vilão. Criativo.

Fonte: IMDb

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Super-heróis soviéticos chegam ao DVD

Está em pré-venda o filme russo Os Guardiões, sobre um grupo de super-heróis criados por uma organização secreta durante a Guerra Fria, em múltiplos países da União Soviética. O longa é distribuído no Brasil pela Paris Filmes, e está previsto para o início de março.

Acho que o werebear é o ponto fraco
© Paris Filmes

O filme tem duração de pouco menos de uma hora e meia, e preço sugerido de R$ 29,90. De acordo com o Internet Movie Database, ele tem orçamento estimado em 380 milhões de rublos, aproximadamente R$ 20 milhões.

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Finalmente uma oportunidade para quem deseja adquirir uma cópia dessa maluquice, tão extensamente divulgada ao longo de 2016, principalmente em mídias sociais. Os efeitos especiais estão quase abaixo da média, mas o tema e período histórico quase justificam a tosqueira. É uma espécie de “resposta russa” ao blockbuster americano de super-herói, filmada do jeito mais econômico possível e cheio de cacoetes de época.

Exceto pelo urso, os demais efeitos são aceitáveis – se tivessem se livrado dele podiam ter economizado mais ou trabalhado nos demais personagens. Mas parece que todo filme de grupo de super-herói precisa de um hulk feito no computador.

Fonte: Pré-vendas da Saraiva

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Batman ganha anime de viagem no tempo

A Warner Bros vai lançar em janeiro do ano que vem Batman Ninja, anime que transporta o cavaleiro das trevas para o Japão feudal, acompanhado de aliados e inimigos. O roteiro é de Kazuki Nakashima, responsável pela série animada Kill La Kill.


© Warner Bros

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Agora entendi porque o Coringa está dando trabalho para o Batman em um combate corpo a corpo: ele ganhou superpoderes. É uma ideia macabra, considerando o estrago que o vilão já é capaz sendo um humano comum.

Ao ver o nome do roteirista de Kill La Kill (ótimo anime, disponível até no Netflix) como responsável pelo filme, fiquei na dúvida se o produto manteria o tom mais realista das histórias do Batman, quando longe de seus colegas super-heróis. Dai a mão do robô gigante apareceu e fiquei tranquilo, sabendo exatamente como o treco vai ser. Parece que só não incluiu o tom humorístico típico de seus trabalhos anteriores.

A comoção quanto a esse trailer está um pouco exagerada – será a reação de quem tipicamente nunca assiste anime? Porque não mostram nada de inédito em relação à qualquer série de luta lançada a cada quatro meses durante o ano inteiro. A Marvel tem várias dessas adaptações inclusive, compondo a maioria do catálogo de anime do serviço de streaming acima mencionado por anos.

E a logo do Batman Ninja é o Olho de Thundera.

Fonte: Slash Film

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Vingadores 3 reúne toda a Marvel (novamente)

A Disney publicou esta semana o primeiro trailer de Avengers: Infinity War, terceira produção da franquia que reúne super-heróis de vários filmes da Marvel. Além dos personagens que já fizeram pontas nos longas um dos outros, o elenco de Guardiões da Galáxia, antes isolado no espaço, também aparece. O vilão será o conquistador espacial Thanos, dublado por Josh Brolin.


© Disney

Lançamento em 26 de abril do ano que vem. Direção dos irmãos Russo, responsáveis por Capitão América 2 e 3, e roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely, responsáveis pelo texto de todos os filmes do “primeiro vingador”.

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E também pelos roteiros dos filmes de Nárnia e o horrendo Thor 2.

Fiquei até zonzo com a quantidade de aparições rápidas e o intenso vai e vem entre cenários. O destaque no Homem-Aranha deixa clara a intenção da Marvel de aproveitar o personagem como cabeça da próxima geração de filmes, já que seu elenco atual está se aproximando de uma média de 50 anos de idade.

Me pareceu cansativo até para assistir. E o tema das Joias do Infinito, há quanto tempo não abordavam isso? Além de distante, também exige que o público esteja acompanhando todas as franquias há um bom tempo. Será que as centenas de milhões de espectadores da Marvel realmente vão em todas suas produções? Eu parei no Capitão América 3, e agora só vejo quando aparecem no Netflix.

O serviço, por sinal, lançou este mês a série do Justiceiro, pouquíssimo divulgada devido à onda de crimes violentos (como se eles parassem em algum momento) nos EUA. É uma das melhores da parceria com a Marvel, e, assim como nos quadrinhos, basicamente ignora por completo os super-heróis no mesmo universo. Faltaram mais urros do Bernthal.

Fonte: IMDb

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Incríveis retornam após 14 anos

Os estúdios Disney divulgaram o primeiro teaser de Os Incríveis 2, sequência da animação lançada pela Pixar em 2004. O novo filme deve ser lançado em junho do ano que vem, com a maioria do elenco original e Brad Bird novamente dirigindo e encarregado do roteiro.


© Disney

A continuação retoma a trama imediatamente após o primeiro, com a família Pêra enfrentando o vilão Escavador, recém emergido do subsolo. Estão no filme Samuel L. Jackson, Holly Hunter, Craig T. Nelson, Sarah Vowell e John Ratzenberger, com o novato Huck Milner substituindo o dublador do personagem Flecha Pêra, atualmente velho demais para o papel.

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Esse conflito também foi retratado em The Incredibles: Rise of the Underminer, um dos primeiros jogos de computador que joguei com meu filho, talvez o único cooperativo na mesma máquina até hoje. Na época ele era tão minúsculo que dava para dividir o mesmo teclado.

É ótimo ver uma continuação de Os Incríveis, provavelmente o melhor filme da Pixar e um dos melhores sobre super-heróis – acho sensacional como continuam fazendo versões do Quarteto Fantástico uma pior que a outra, enquanto essa animação acerta na mosca uma família de heróis.

Mas ela estar colada na primeira é um tanto esquisito. Não vão ter que reapresentar todos os personagens para as gerações que nasceram desde então? Deixar esse filme tão atrelado ao primeiro não arrisca alienar justamente essa juventude, cujos pais imploram que saia de casa de vez em quando e leve esses R$ 50 com você e não volte até as 18h? Ou acreditam que os recentemente adultos irão por conta assistir a esse filme, movidos pela nostalgia? Não me imagino indo ver um filme da Pixar sem crianças junto como justificativa, e atualmente não há nenhuma por perto.

Após 14 anos, provavelmente possuem uma estratégia de mercado para lidar com isso.

Fonte: Coming Soon

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Novo Brandon Sanderson disponível no Brasil

A editora Aleph está publicando esta semana Tormenta de Fogo, segundo livro da série Executores, de Brandon Sanderson. São 376 páginas pelo preço sugerido de R$ 49,90 (impresso) ou R$ 34,90 (digital). A trama é contemporânea, mas repleta de pessoas com superpoderes similares aos de histórias em quadrinhos.

Será essa nova ameaça pior que o Coração de Aço? Não parece.
© Aleph

A diferença entre essa franquia e outras publicações do gênero, é que só existem supervilões no mundo. O próprio poder torna a pessoa maligna, e quanto maior sua habilidade, mais vilanesca ela é. Os Executores são um grupo de humanos comuns que se organizam para tentar matar o máximo possível desses super-humanos, que dominam completamente o planeta – todos eles têm um ponto fraco, e cabe a essa resistência tentar descobri-los.

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Essa franquia só tem um aspecto negativo dos grandes, para meu gosto pessoal: o protagonista adolescente. Normalmente livros voltados ao público Young Adult (jovem adulto) são eliminados automaticamente da minha lista, mas sempre abro uma exceção para o genial Brandon Sanderson. Não que ele fuja dos clichês típicos: adolescente sabe tudo que precisa crescer aprendendo com os próprios erros, interesse romântico eclipsando a ameaça principal, personagens mais velhos monologando lições de vida. Está tudo lá, mas o sujeito sabe escrever um livro divertido, e com as melhores cenas de luta de qualquer publicação de fantasia ou ficção científica.

O Larry Correia constrói ótimas batalhas em sua franquia de caçadores de monstros ou de realidade alternativa com magia, mas não consegue descrever ação tão bem quanto Sanderson.

Dessa franquia só li o primeiro, Coração de Aço, onde o vilão é basicamente o Super-homem, além de ter o poder de transformar qualquer coisa em metal (acho que seres vivos eram a única exceção). Que livro tenso! O contraste entre os executores e os super-humanos! Que vida miserável que levam…

E pior que não deixa de ser mais realista que um gibi da Marvel/DC – se pessoas aleatórias começassem a ganhar poderes, será que teríamos esse equilíbrio entre heróis e criminosos, ou a maioria iria simplesmente fazer o que desse vontade, sem precisar temer as consequências? Hancock, com Will Smith, explora um pouco isso, antes de virar uma bobagem. Por enquanto é o mais perto que os cinemas chegarão desse conceito, com a popularidade dos filmes de super-herói que seguem a fórmula tradicional à risca.

Fonte: Pré-vendas da Saraiva

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Violência e novos oponentes em O Justiceiro

The Punisher chega ao Netflix no dia 17 de novembro, em sua própria série, após dividir espaço com o Demolidor no ano passado. Jon Bernthal interpreta novamente o personagem, ao lado de Deborah Ann Woll, como Karen Page. O resto do elenco é inédito.


© Netflix

Steve Lightfoot, um dos roteiristas da série Hannibal, é o criador e roteirista dos 13 episódios de Punisher, disponíveis exclusivamente para assinantes do serviço de streaming de vídeo.

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Já falei de super-heróis e de crime, agora um super-herói criminoso. E ainda nem é sexta-feira!

Acho que esse é o melhor trailer da semana, com uma bela mistura de cenas de ação, flashbacks, personagens inéditos, perseguições de carro, tiroteios e um número bizarro de close-ups no elenco (a maioria de lado – será que esse tipo de tomada tem um nome específico?).

Frank Castle está estranhamente emotivo nos primeiros minutos, algo obviamente incluído para preencher linguiça nos 13 episódios da produção, e que, com sorte, logo será corrigido. Assim que o amigo hacker (cadê o Microchip?) lhe der um alvo, tudo deve se encaixar.

Do universo de super-heróis da Marvel o Justiceiro provavelmente é o meu personagem predileto, apesar de estar tão distante dos colegas fantasiados que praticamente habita um universo paralelo. Mas aposto que muita gente ficou decepcionada em não vê-lo nos Defensores.

Fonte: Netflix no Youtube

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Pantera Negra traz duelo entre felinos muito semelhantes

Pantera Negra ganhou um novo trailer, mais focado na trama: após o herói se aliar e enfrentar os vingadores, retorna para seu país e precisa lidar com um golpe de estado. Chadwick Boseman reprisa o papel, ganhando a companhia de Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Angela Bassett e Forest Whitaker. Também retornam ao universo Marvel, após pontas em filmes anteriores, Martin Freeman e Andy Serkis.


© Disney

Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar) é o diretor e um dos roteiristas, empregando seu parceiro de outros filmes, Jordan, como o vilão. Lançamento previsto para fevereiro.

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Wakanda ficou ótima. A ideia de uma civilização ultra-avançada escondida na África remete a velhos romances de aventura (não exatamente da minha época por algumas décadas, mas costumo ler os clássicos de vez em quando), deixando a experiência nostálgica, saudosista.

Por outro lado está parecendo o primeiro filme do Thor, tanto em visual quanto em trama, com algumas pequenas diferenças óbvias.

E o vilão usar um uniforme quase idêntico ao do Pantera Negra ficou decepcionante. Não é como se eles tivessem algum poder bizarro que deixaria a luta interessante, como em Homem Formiga. Na verdade, um ponto fraco do personagem está justamente em suas habilidades entediantes, em comparação aos absurdos já apresentados em outros filmes, como Doutor Estranho, ou o novo Thor.

Vão precisar de uma trama muito boa, cheia de reviravoltas, como em Capitão América 2, ou de muito humor, fórmula de Guardiões da Galáxia.

Ou inventar algo completamente novo. Será?

Fonte: IMDb

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Ator e atriz de Corpo Fechado são contratados para sequência

Glass, o terceiro filme da trilogia que inclui Corpo Fechado e Fragmentado, aumentou o elenco com mais veteranos da primeira produção. Spencer Treat Clark interpreta novamente o filho de David Dunn (Bruce Willis) e Charlayne Woodard retorna como mãe de Elijah Price (Samuel L. Jackson). Lançamento em janeiro de 2019.

A ideia faz sentido, mas esse resultado...
© Universal Pictures

Corpo Fechado foi lançado em 2000, e trazia Willis descobrindo possuir superpoderes após passar quase a vida toda como um pacato segurança de estádio. Fragmentado é de 2016, e colocava Anya Taylor-Joy como uma vítima de sequestro de James McAvoy, cujos poderes são consequências de possuir 10 personalidades diferentes.

O novo filme vai colocar o super-herói e o supervilão se enfrentando, mas o título é uma referência ao personagem de Jackson, o Mr. Glass de Corpo Fechado. Trata-se de um vilão intelectual que cometia atrocidades em busca de uma pessoa capaz de sobreviver a elas.

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Lembrava da mãe de Elijah (esse é o nome da personagem, pode conferir os créditos de Corpo Fechado) como a senhora idosa na última cena do filme. Mas Woodard na verdade interpreta a mesma personagem tanto no flashback sobre o nascimento e infância do Mr. Glass, quanto no desfecho, estando apenas maquiada para aparentar uma idade muito mais avançada.

Acho um ótimo sinal essa dedicação em trazer o elenco secundário de volta após quase duas décadas. Seria ainda melhor se colocassem a Robin Wright, esposa de Willis no primeiro filme, no mesmo papel, mas sua ausência providência conveniente carga dramática à família Dunn.

E por incrível que pareça, ainda não assisti Fragmentado, somente uma tonelada de trechos. Será que preciso assinar mais um serviço de streaming para expandir meu catálogo?

Fonte: Slash Film

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O novo herói descamisado Hellboy

A primeira peça de divulgação do próximo filme de Hellboy foi publicada pelo criador do personagem, Mike Mignola. David Harbour, o novo protagonista, aparece caracterizado com a pele vermelha típica, chifres raspados e armamentos. O longa deve ser lançado no ano que vem, e traz o diabólico herói enfrentando Nimue, a Rainha de Sangue, interpretada por Milla Jojovich.

“Hmpf.” – Hellboy
© Lionsgate

Também está no elenco Ian McShane, novo intérprete do Professor Broom, mentor de Hellboy. Demais companheiros clássicos do herói não foram anunciados ainda, ou não estarão presentes.

Este terceiro filme da franquia é um reboot, dirigido por Neil Marshall (vários episódios de séries de TV, e o longa Centurião, com o Michael Fassbender). Estão listados como roteiristas Andrew Cosby (criador da série Eureka) e o próprio Mignola.

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Li/tenho algumas poucas e boas revistas do Hellboy, e apesar de ele ter seus momentos de arrogância, não é bem a primeira impressão que costuma causar. Então colocarem o Harbour fazendo essa cara meio babaca foi uma decisão muito peculiar.

Deve ser parte da estratégia de separação dos filmes anteriores. Já que não podem variar muito do visual, mudam a personalidade e se livram dos coadjuvantes. E entupiram de gente de televisão, tanto no elenco, quanto na direção e roteiro. Estranho.

Fiquei com vontade de assistir ao primeiro filme de novo. O segundo vi apenas uma vez e não me causou uma boa impressão. Talvez valha uma nova tentativa.

Fonte: Syfy Wire

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