Tag Archives: Sci-fi

Monstros gigantes destroem cidades inocentes

Rampage: A Fúria dos Monstros, a próxima adaptação de um videogame para os cinemas, ganhou seu primeiro trailer protagonizado por Dwayne Johnson. O astro interpreta um cientista cujo gorila de estimação é vítima de um experimento e começa a destruir a civilização. Lançamento em abril do ano que vem.


© New Line Cinema

Também estão no elenco Jeffrey Dean Morgan, Malin Akerman, Joe Manganiello e Naomie Harris. A direção é de Brad Peyton, com roteiro de Carlton Cuse, Ryan Engle, Ryan Condal e Adam Sztykel, todos os cinco tendo já trabalhado com Johnson recentemente, ou escalados em um dos seus próximos filmes.

Rampage foi lançado em 1986 para fliperama, permitindo aos jogadores controlar três monstros diferentes com o objetivo causar o máximo de devastação possível, enquanto enfrentam forças militares.

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Estava esperando algo muito pior, mas é apenas um Transformers com monstros gigantes e menos diálogos horríveis. As criaturas não serem capazes de falar ajuda, mas imagino que o gorila albino eventualmente vai usar linguagem de sinais para se comunicar com The Rock e salvar o dia. Curiosamente não antropomorfizaram o lobo, que no original era um lobisomem, e aparentemente também não o fizeram com o Godzilla genérico no final do vídeo.

Lembro de ter jogado pelo menos uma vez Rampage para Nintendo ou Master System (talvez até em algum 16 bits, não consigo precisar). Não sobrou muito arquivado – ou achei o treco repetitivo ou minha boa índole já se manifestava desde a tenra idade, e não me identifiquei com a matança e destruição inconsequente.

Mas o filme parece divertido para perder algumas horas quando sair no Netflix. Ou Amazon Prime, se continuarem sua campanha agressiva de expansão.

E esse sotaque do Morgan?

Fonte: IMDb

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Poderes Psiônicos em Starfinder

A editora Dreamscarred Press lançou a primeira parte de seu Psionics Guide, manual que adapta poderes psiônicos para o RPG de mesa Starfinder. O material está aberto para leitura, comentários e críticas, que serão avaliados pelos autores antes da elaboração do livro final. Clique no logotipo abaixo para abrir o arquivo no Google Docs.

Belo logotipo, mais inovador que o livro até agora
© Dreamscarred Press

O playtest inclui todas as raças psiônicas já vistas no manual Ultimate Psionics, para Pathfinder, e também a colônia de fungos inteligentes que habitam uma armadura, os Atstreidi; a classe Aegis, capaz de criar armaduras feitas de ectoplasma e modificá-la com poderes diferentes; o arquétipo Soulknife, que permite a outras classes utilizarem uma arma feita de energia psiônica em troca de perder alguns poderes; e façanhas psiônicas.

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Com a escassez de produtos compatíveis (e mesmo oficiais) para Starfinder, esse playtest é muito bem-vindo. Fiquei um tanto desapontado, pois imaginava que iriam seguir a mesma linha do manual oficial: novas raças principais, e novas classes mesclando funções de várias clássicas. Mas na verdade estão apenas convertendo o material antigo, e colocando todo mundo no espaço. Mas é melhor que nada! E ainda não vimos os sistemas mais relevantes, justamente os poderes psiônicos.

Estou fazendo comentários sobre as raças, já que o resto das análises está focando no Aegis e Soulknife. Não encontrei muitos problemas, só algumas frases que poderiam ser mais específicas, e alguns ecos de Pathfinder que foram modificados ou descartados em Starfinder mas sobreviveram na primeira versão do texto.

Espero que incluam alguma coisa quanto ao combate entre naves espaciais. Tivemos um no final de semana, e achei tudo muito lento. Enquanto no conflito normal a maioria dos personagens estão fazendo dano ou tentando prejudicar oponentes/apoiar aliados, em uma nave espacial de dois a três personagens ficam imobilizados em funções importantes (piloto, engenheiro, oficial de ciências) mas incapazes de danificar inimigos diretamente. Você até pode colocar múltiplos personagens na artilharia, mas as restrições de posicionamento da nave geralmente permitem que apenas dois ataquem. E os pontos de escudo e de casco são intermináveis!

Adoraria ver uma nova função exclusivamente para personagens psiônicos, atacando a tripulação com telepatia, ou diretamente a nave com telecinésia – mas acho que estou sonhando alto demais. No máximo devem incluir alguns equipamentos psiônicos para instalar nas embarcações espaciais.

Imagino que a própria Paizo vai acabar revisando as regras oficiais, dando mais opções hostis aos demais personagens, ou pelo menos dano dobrado em ataques críticos.

Fonte: Dreamscarred Press

Playtest: Psionics Guide

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Star Wars vai abandonar a família Skywalker

Os estúdios Disney anunciaram que Rian Johnson (Looper: Assassinos do Futuro), diretor e roteirista do episódio VIII de Star Wars foi contratado para criar uma nova trilogia nesta franquia. Os filmes irão se passar longe dos acontecimentos e locais já apresentados, em “um canto da galáxia” nunca explorado antes. Mais detalhes ainda não foram divulgados.

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© Disney

Os Últimos Jedi chega aos cinemas no dia 14 do mês que vem, continuando a saga de Rey, Finn, Poe, Kylo e Phasma, ao lado dos veteranos Luke, Leia e Chewbacca.

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Primeira boa notícia sobre Star Wars que leio em anos. O Rian Johnson tem ótimos filmes e episódios de Breaking Bad no seu enxuto currículo, então tinha alguma expectativa para seu Star Wars. A constante presença do comitê Disney no pescoço dos cineastas anteriores, rendendo algumas produções caóticas e pouco estimulantes, porém, praticamente anulava isso.

Mas para chegarem ao ponto de fechar um contrato gigantesco desses, ou o cara fez um trabalho tão bom que o comitê não teve aonde intervir, ou ele é uma marionete completa deles. Considerando sua experiência, prefiro acreditar na primeira opção.

Fico um pouco mais animado para ver o Episódio VIII.

Fonte: The Wrap

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Um e-book grátis sobre dirigíveis espaciais

A editora Phonix Pick está distribuindo este mês The Aethers of Mars, parceria literária entre Eric Flint e Charles E. Gannon. Trata-se de uma ficção científica steampunk, mas também com viagens espaciais e espionagem. Flint é o autor do texto principal, enquanto Gannon escreveu um conto dando sequência à trama, formato padrão da Stellar Guild Series. A proposta da editora é publicar em conjunto um de seus autores bestsellers e um novato promissor, dando visibilidade ao segundo.

As capas da SGS estão entre as menos horrendas da Phoenix Pick
© Phoenix Pick

O livro está disponível para download em http://www.phoenixpick.com/botm/Eric.htm. Na mesma página estão em promoção, por US$ 1,99 cada, todos os outros livros da série Stellar Guild, que incluem veteranos como Kevin J. Anderson, Mercedes Lackey, Larry Niven e Mike Resnick.

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Curiosamente nunca li o Eric Flint, apesar de seu catálogo gigantesco. Mas o Charles E. Gannon já tive o prazer, com Fire with Fire, primeiro volume da franquia Caine Riordan. O protagonista é um jornalista treinado como agente secreto e eventualmente embaixador em uma ONU de alienígenas, geralmente resolvendo tudo como um cavalheiro. Boa trama e um bom ritmo, com a história se transformando a mais ou menos cada 100 páginas. O segundo volume está na minha lista, aguardando uma oferta.

Já li algumas outras coisas com a estética Steampunk, mas nada muito marcante. Apesar do visual atrativo, as quinquilharias que enfeitam livros e gibis parecem inconvenientes demais para criarem um universo convincente. Mas os adeptos aparentam estar sempre se divertindo, pelo menos.

Fonte: Newsletter da editora

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Contra entra na fila de adaptações

A empresa de “entretenimento digital” Konami teria anunciado uma adaptação de sua franquia Contra para os cinemas e televisão, publicando um teaser do projeto. Nenhum outro detalhe está disponível ainda, quanto ao elenco, estúdios envolvido, trama ou distribuição.


© Konami

Contra foi lançado nos anos 80, aproveitando o auge de filmes de ação repletos de armas de fogo. Dois personagens dividem a tela, lutando contra uma invasão alienígena com todo tipo de armamento disponível caindo dos céus.

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Minhas memórias mais ufanistas de Contra são da versão para SNES, com fases magníficas de side-scroller, pelo menos uma com motos voadoras, e algumas bem esquisitas em que o ponto de vista ficava em um ângulo reto, com o topo da cabeça dos personagens plenamente a vista. Os chefes também rendem bons instantes de nostalgia, pelo menos quanto ao design – o combate em si era o repetitivo “espere pelo momento certo para atirar” por uns 10 minutos.

Mas que os visuais são memoráveis, isso são. Acho que vou dar uma fuçada nesse jogo e estragar minhas lembranças.

Adaptações de videogame continuam fracassando nos cinemas, e não me parece que essa tenha melhores chances. Estão adotando um tom pastelão, e talvez isso dê certo – a Marvel já provou que humor é a única saída para filmes de ação rocambolescos com roteiro desmiolado.

Mas esse ano tivemos uma surpreendente adaptação animada de Castlevania no Netflix, de ótima qualidade (acredito que não fez mais sucesso por ser bem curta, apenas quatro episódios). Por que não repetir a dose com este outro videogame japonês?

Fonte: Coming Soon

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Saldão de jogos eletrônicos no Halloween

O site de venda de jogos online Gog lançou sua promoção de Dia das Bruxas, com descontos em jogos e em pacotes de jogos. A oferta é válida até o dia 2 de novembro, e inclui uma cópia gratuita de Tales from the Borderlands para quem gastar mais de R$ 30 neste intervalo.


© Telltale Games

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Para não dizerem que sou parcial, a Steam também está fazendo um saldão de Halloween. Para quem gosta daquela joça, é outra opção.

Andei fazendo um estrago no orçamento internacional com os livros de Starfinder, então dificilmente conseguirei a cópia grátis de TftB. Provavelmente não comprarei nada! Basta olhar a longa lista de títulos que sequer abri no meu catálogo, que me desanimo a pegar o cartão. E olha que sou muquirana, só compro jogos com preço de um dígito (exceto pelos centavos), de preferência abaixo de cinco dólares.

Mas para quem não é materialista, estou vendo opções bacanas já de cara: Dead Space, Day of the Tentacle, Grim Fandango, e o Pacote Dungeons & Dragons. Esse último apenas se você estava vivo e não usava fraldas quando eles foram lançados inicialmente: são tão idosos que qualquer mente juvenil não será capaz de apreciá-los, sem o verniz do saudosismo embaçando a vista.

Fonte: Marketing da Gog

Site: https://www.gog.com/

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Autor de Escaflowne criar franquia inédita de mecha

Jushinki Pandora é o nome do novo anime de Shoji Kawamori, criador de The Vision of Escaflowne e vários derivados de Macross. Assim como em suas obras mais populares, o tema será luta entre robôs gigantes. Lançamento previsto para o ano que vem.


© Satelight

De acordo com a sinopse, um gerador de energia experimental explode, transformando o planeta e permitindo o surgimento de monstros chamados BRAI, que quase levam a humanidade à extinção. Para enfrentá-los, são utilizados robôs que se transformam, conhecidos como MOEV.

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São siglas sim, mas em um inglês truncado que não quer dizer muita coisa.

Fico na expectativa por mais um anime de mechas vindo de uma pessoa com esse currículo, apesar do misticismo permeando a trama. Não me cai bem misturar robôs gigantes com magia, e com religião então, fica intragável. Acho que Evangelion me estragou para o tema.

O cenário é bacana, o robô não é muito chamativo (mas talvez tenha personalidade para compensar), o cientista com cabelo colorido é um protagonista incomum e sua parceira é um pouco irritante demais. Veremos se os monstros serão mais interessantes que a estrela do mar gigante vislumbrada no teaser.

Fonte: Anime News Network

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Dezenas de novos alienígenas em RPG futurista

Está disponível a partir de hoje Starfinder Alien Archive, primeiro suplemento do RPG de mesa Starfinder. Além de um catálogo de monstros para o jogo de ficção científica e fantasia, o livro traz regras para criar novas ameaças, e também raças, itens mágicos e equipamentos inéditos para jogadores. A versão digital custa US$ 9,99, enquanto a impressa sai por US$ 39,99.

O entusiasmo continua alto!
© Paizo

Alien Archive possui apenas 160 páginas, sendo um dos menores suplementos já criados pela editora Paizo para sua linha principal de manuais. Em compensação, novos livros no mesmo formato devem ser lançados com mais frequência que os bestiários do RPG de mesa Pathfinder, com rumores sugerindo até publicações anuais.

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Vou comprar hoje a noite e começar a degluti-lo, alternadamente com o manual. Acho que já dominei a maior parte das novidades no combate (mas uma tabela comparativa seria muito útil), e agora estou lendo e revisando as regras de combate entre naves espaciais.

O novo sistema usa mapas diferentes, hexagonais, divide as rodadas de combate em três fases, e tem espaço para tudo quanto é personagem fazer alguma coisa – a menos que você espalhe totalmente seus pontos de habilidade e tenha atributos péssimos. São bem complexas para o mestre, que precisa dominar todos os pontos, mas o jogador pode se focar somente em sua função. Que bom para eles.

Pelo que estou acompanhando, fora das naves o jogo é Star Wars, dentro delas, vira Star Trek. Então obviamente a parte externa é mais desmiolada, enquanto a interna é complexa e estratégica – igual aos filmes (os clássicos, os modernos misturaram demais os elementos).

Não deu para jogar no feriado, mas fiz um belo avanço nos preparativos. Neste final de semana, entretanto, tenho confiança que poderemos jogar pelo menos a primeira quest do pacote gratuito da Starfinder Society. Provavelmente.

Fonte: Paizo

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Replicas é um drama sobre androides/bioroids

Keanu Reeves e Alice Eve protagonizam a modesta ficção científica Replicas, sobre um cientista tentando criar cópias de sua falecida família. O trailer mostra que o projeto inclui clonagem, inteligência artificial e robótica, com as complicações incluindo ética e possíveis sequelas inesperadas na biologia das réplicas.


© Entertainment Studios Motion Pictures

A direção é de Jeffrey Nachmanoff, que passou a última década dirigindo episódios de séries de TV, e o roteiro dos desconhecidos Stephen Hamel e Chad St. John. Sem data de lançamento prevista.

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Olha só, um prelúdio a Blade Runner.

As semelhanças com 2049 na cena do “nascimento” da replicante são um pouco incômodas, já que ambas usam um monte de gosma e uma abundância de cor laranja. Acho que gosma laranja passa a impressão de “orgânico”, ou “biológico”. Mas os filmes foram rodados praticamente ao mesmo tempo, meio impossível um estar copiando do outro.

Parece meio vagabundo para um produto com o Keanu Reeves e a Alice Eve. Ele ainda é uma celebridade A, enquanto ela está na categoria B ou no topo das C. Estão deslocados no meio desse elenco anônimo, e o editor do trailer obviamente explorou suas presenças até não poder mais.

Espero que a revelação da Alice Eve ser uma replicante não seja uma reviravolta importante para o filme, já que foi toda escancarada no vídeo.

Bom, está com cara de “produção exclusiva para serviço de streaming de vídeo”, mas provavelmente nem exclusiva vai ser.

Fonte: Youtube

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Novas adaptações de Philip K. Dick

A Amazon vai lançar no ano que vem uma série de ficção científica exclusiva para os assinantes de seu serviço de streaming de vídeo. Philip K. Dick’s Electric Dreams é uma antologia de adaptações de contos do autor, responsável por obras que inspiraram Blade Runner: O Caçador de Androides e O Vingador do Futuro. Confira um apanhado dos episódios no primeiro trailer da produção:


© Amazon

O enorme elenco inclui Bryan Cranston (também produtor), Steve Buscemi, Geraldine Chaplin, Benedict Wong, Anna Paquin, Terrence Howard, Vera Farmiga, Greg Kinnear e Lara Pulver.

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Além de procurar o próximo grande hit, como a Netflix tem feito, a Amazon Prime Video também quer abocanhar alguns prêmios, para aumentar o prestígio da marca. É exatamente esse o propósito dessa antologia, com tantos nomes graúdos envolvidos em apenas um episódio cada – no meio de tanta bagunça, alguém há de se destacar.

Críticas iniciais a comparam ao programa Black Mirror, da BBC, já que o formato é igual. Mas enquanto o produto britânico é um conto de fadas anti-tecnologia, esse show tem potencial muito maior, considerando o material de referência. Além de escrever sobre os limites da realidade, ou nossa percepção dela, Dick também tem histórias simplesmente divertidas sobre situações-limite com alienígenas ou robôs – só no final de sua carreira parte para religião e metafísica, e fica mais complicado de adaptar, ou sequer entender do que está falando.

A vantagem de fazer uma antologia (ou um programa em que o elenco principal nunca se encontra) é que você pode terceirizar uma boa parte das filmagens e fazer tudo ao mesmo tempo. Especialmente fácil se a identidade visual não precisa se manter constante de um episódio para outro – mas também é algo que você pode disfarçar na edição, colocando a mesma pessoa para trabalhar em tudo.

Encerrando meus pensamentos quanto a isso: duvido que faça muito sucesso, talvez convença alguns fãs do autor e de esquisitices a fazerem uma conta gratuita de 30 dias no Prime Video.

O estranho é que na Amazon está listado como 2018, bem como no trailer, mas vários episódios estão disponíveis em tudo quanto é canto. Esse marketing moderno me ilude.

Fonte: IMDb

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