Tag Archives: Sci-fi

Destiny 2 enfrenta uma invasão

Novidades sobre Destiny 2, jogo de tiro multiplayer da Bungie, foram reveladas recentemente em um evento próprio para o título. A principal delas é que ele será distribuído para PC exclusivamente por meio da Battle.net, programa que antes agregava apenas jogos da Blizzard. Devido ao ambiente comum, Destiny 2 estará integrado às opções sociais da empresa, podendo interagir com pessoas jogando Diablo ou Overwatch, por exemplo.


© Bungie

A versão para PC não possui data oficial de lançamento ainda, mas deve estar disponível em setembro para PlayStation 4 e Xbox One.

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Nunca joguei Destiny, mas assisti um monte de trailers e amostras na época em que o Tyrion Lanninster dublava o drone pessoal do jogador. Parecia se passar em um futuro pós-apocalíptico avançado, com enormes estruturas abandonadas, um monte de robôs/alienígenas robóticos e muito espaço vazio. Dizem que melhorou muito depois de algumas atualizações.

Destiny 2, entretanto, parece Guerra nas Estrelas. Cidades coloridas e cheias de gente, naves espaciais e alienígenas mal-humorados com antenas ou chifres. E tanques, já de cara – com insinuações de naves espaciais, mais pra frente – além dos temas já vistos no primeiro jogo: magias para todo lado, variedade de armas e um assistente pessoal (coisa que a Bungie adora).

Gostei da variação, para falar a verdade. Acho bom dar uma chacoalhada nas expectativas do público, sem abandonar totalmente os temas da franquia. Mas pela rápida pesquisa que fiz, o pessoal não gostou da falta de novidades nas mecânicas.

Fonte: MMORPG.com

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Paródia de Star Trek deve agradar fãs

O canal Fox lança este ano a série The Orville, uma comédia parodiando a franquia Jornada nas Estrelas. Seth MacFarlane (Uma Família da Pesada) é o protagonista, roteirista e criador, o capitão da nave espacial Orville. O outro nome mais conhecida no elenco é Adrianne Palicki (Agentes da S.H.I.E.L.D.), interpretando sua ex-esposa e também tripulante do veículo.


© Fox

O programa inclui alguns veteranos de Jornada nas Estrelas como diretores de episódios, incluindo Jonathan Frakes, Brannon Braga e Robert Duncan McNeill. Jon Favreau (Homem de Ferro) é um dos produtores e também dirige um dos 11 episódios.

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O humor do MacFarlane não muda praticamente nada de um produto seu para outro: toneladas de comentários cáusticos, piadas curtas e rápidas, humor físico e de baixo calão. É meio difícil não encontrar alguma coisa engraçada na enxurrada, mas o aspecto apelativo muitas vezes espanta o público mais tranquilo e conservador. Eu ri de alguns momentos, mas nem da metade – posso dizer o mesmo de “Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola”, outra paródia protagonizada por ele.

Não fucei muito, mas achei também alguns veteranos das equipes técnica das séries de TV de Jornada nas Estrelas trabalhando em Orville. Boa homenagem.

E agora, será que coloco o trailer de Star Trek: Discovery aqui amanhã? Space opera demais para uma semana só?

Fonte: io9

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Blame! 04 aumenta ainda mais o tamanho do mundo

A editora JBC anunciou o quarto volume de Blame!, de Tsutomu Nihei, sem uma data oficial de lançamento ainda. Nesta edição Killy e sua companheira Cibo estão investigando uma colônia de humanos, quando são atacados e ela acaba sendo enviada para um “mundo cibernético”.

Pensando bem, por que esse título? E a exclamação?
© JBC

Blame! é um mangá de ficção científica, ambientado em um futuro onde máquinas construtoras perderam o controle e continuam a aumentar o tamanho de uma superestrutura sem parar. As poucas pessoas que sobraram tentam viver no meio de monstruosidades artificiais, enquanto o protagonista Killy vaga a esmo, procurando por um ser humano com o gene capaz de interromper o processo.

Uma versão animada vai ser lançada no Netflix esta semana.

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E nada de um trailer novo, depois de tantos meses. Agora tanto faz, já está em cima da data mesmo.

Estou comprando os volumes de Blame! assim que recebem um leve descontozinho nas livrarias digitais. Leio-os devagar, com cuidado, que quase não possuem diálogo mas são ricos em ilustrações, com perspectivas e dimensões que você raramente encontra em qualquer tipo de obra visual. Usufruindo-os, na verdade.

Pela sinopse do volume 04, este já ultrapassa o ponto em que parei de ler há mais de uma década, quando a única versão disponível eram cópias “scanlated” de baixa definição na internet. Mas Blame! merece ser lido em papel, para melhor apreciar o material. É como um filme de ação repleto de efeitos especiais – funciona melhor nos cinemas do que na tela do celular.

Fonte: JBC

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Starfinder começa com habilidade

A editora Paizo está publicando sinopses das classes de seu novo RPG de mesa, Starfinder. Serão sete no total: Envoy, Mechanic, Mystic, Operative, Solarian, Soldier, e Technomancer. A primeira abordada foi o Envoy (enviado, representante), o diplomata do grupo, repleto de pontos de habilidades e capaz de adicionar 1d6 a testes com algumas destas. Seus poderes principais são chamados de improvisações, e podem ser utilizados em combate para atrapalhar inimigos ou ajudar aliados. O exemplo no artigo é de uma finta a distância que deixa o oponente desprevenido até contra ataques de outros personagens.

Homens-lagarto espaciais, obviamente.
© Paizo

Em seguida resumiram o Operative (esse não achei uma tradução para o substantivo; o adjetivo seria operativo mesmo, mas se refere a algo que esteja funcionando. O substantivo em inglês é uma gíria para agente secreto). Esse é o ladrão desse cenário, focado em furtividade, enganação, agir em segredo, ao contrário do Envoy, que trabalha abertamente. Ele ganha um “trick attack” ao invés de um “sneak attack”, que pode ser usado a qualquer momento no combate, mas exige um teste de habilidade, como blefe ou intimidar, para fazer efeito. Para provar que o operative engloba todos os tipos de atividades ilegais, ele se subdivide em sete especializações: daredevil, detective, explorer, ghost, hacker, spy, e thief.

Starfinder leva o cenário de campanha de Pathfinder para o espaço e o futuro, mesclando magia e monstros com alta tecnologia e robôs. O manual principal será lançado em agosto, durante a convenção Gen Con.

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Estão começando o jogo novo com um número bem conservador de classes, em comparação às mais de 40 atualmente à disposição em Pathfinder. E parece que incluem um leque amplo de possibilidades para cada uma, reduzindo as oportunidades de criar novas em publicações futuras, ao menos em grandes quantidades. Provavelmente vão se concentrar em expandir as sete classes básicas ao invés de criar um personagem completamente novo para cada nicho. Não é bem o que prefiro, mas dá para compreender.

Escolha peculiar começar a série de artigos com os personagens menos absurdos/mais realistas. Que contraste com o clássico.

Enquanto isso estou esmiuçando a atualização mais recente do kickstarter de Interface Zero 2.0, que utiliza as regras de Pathfinder (e eventualmente Starfinder) em um cenário Cyberpunk. Além das raças, publicaram nove das dez classes que estarão disponíveis imediatamente, com outras duas possivelmente aparecendo em outros livros. Até o momento IZ 2.0 está na frente no meu ranking de interesse pessoal, por utilizarem o sistema de “talentos” para quase todo personagem, permitindo uma maior customização, e pelo simples fato de terem mais classes mesmo não utilizando magia no cenário.

E pelo que vejo escrevi todo meu comentário com parágrafos iniciando em “E”, por acidente.

Eita.

Fonte: Paizo Blog

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Mulheres Gigantes de Neon em Blade Runner

Blade Runner 2049 divulgou seu novo trailer, apresentando vários personagens inéditos. A história se passa 30 anos após o original, com uma conspiração sobre androides que pode causar problemas em escala mundial. Denis Villeneuve é o diretor, com Ridley Scott apenas produzindo. Hampton Fancher é novamente o roteirista da franquia, desta vez com apoio de Michael Green. Lançamento em outubro deste ano.


© Warner Bros Pictures

Além do atual protagonista K (Ryan Gosling) e o antigo, Deckard (Harrison Ford), já vistos antes, descobrimos que Robin Wright é uma chefe de polícia, Jared Leto é o criador de replicantes, e que estes estão presentes em uma maioria feminina.

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Uma coisa já está garantida, mesmo que apenas por estes vislumbres: o visual está magnífico. Os efeitos do spinner estão fraquinhos, mas as ruas e os hologramas estão um desbunde em neon. Parece que conseguiram avançar e ao mesmo tempo envelhecer o futuro apresentado em Blade Runner, mantendo boa parte do espírito da produção.

Fora os policiais da trama, todo mundo aparenta estar interpretando um esquisitão/esquisitona, o que pode ser cansativo. As inúmeras cenas do Gosling, não revelam muito sobre a personalidade do K, mas indicam alguns temas típicos de filme de detetive clássico: mocinha trágica, herói torturado, vilão com olhos esbugalhados.

Já temos um Tyrell; quem será o Roy Batty?

Fonte: Warner Bros

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Nova edição de Akira é quase uma realidade

A editora JBC colocou Akira em seu catálogo, em preparação ao re-lançamento do mangá no Brasil. A capa nacional do primeiro volume foi aprovada pela editora japonesa Kodansha, e uma data de publicação deve ser anunciada em breve. Akira terá seis volumes, como no original, em um total de mais de 2.000 páginas

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© JBC

A obra de Katsuhiro Otomo traz uma gangue de motoqueiros juvenis em um futuro próximo, sobrevivendo após a III Guerra mundial. O conflito teve início com o surgimento de poderes psíquicos entre a população, que também se manifestam em um dos integrantes do grupo de protagonistas.

Uma adaptação da versão americana colorizada pela Marvel Comics foi publicada no Brasil durante os anos 90, pela Editora Globo.

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Estava pensando justamente em Akira outro dia, após comprar o volume único de Ghost in the Shell – como a editora poderia dar tratamento semelhante à obra do Otomo, e de preferência em poucos volumes também. A versão da Globo teve 38 edições, e haja paciência para manter isso tudo organizado.

Com GitS e Blame!, estou começando uma bela coleção de quadrinhos cyberpunk. Gostaria de alguma coisa ocidental também, mas teria que ser lançada agora. Não vou sair caçando edições velhas de Transmetropolitan em sebos. Passei da idade.

Fonte: JBC

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Overwatch pode ser considerado um sucesso

A Blizzard comemorou recentemente a marca de 30 milhões de jogadores em Overwatch, seu jogo de tiro em primeira pessoa completamente online. O resultado foi obtido em apenas um ano desde o lançamento comercial, alçando o título ao mesmo patamar de sucesso das outras franquias já estabelecidas da empresa: Diablo, Warcraft e Starcraft.


© Blizzard

Em Overwatch duas equipes de seis jogadores se enfrentam em mapas temáticos, podendo escolher entre uma gama de 24 personagens diferentes. Cada um tem seus pontos distintos, bem como personalidades chamativas.

Entre os títulos da Blizzard, ele atualmente perde em número de usuários para Hearthstone, que reúne 70 milhões de jogadores – mas, ao contrário de Overwatch, este é gratuito.

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Acompanho a Blizzard desde o primeiro Diablo, tendo experimentado um pouco de Warcraft e Starcraft, além de alguns meses em World of Warcraft. Não pulei na onda de Hearthstone já que parecia melhor em plataformas móveis e meu celular não foi contemplado na criação de um aplicativo; e Overwatch evitei porque jogos de tiro não são minha praia. Em suma, fiquei de fora dos maiores sucessos da empresa nos últimos três anos.

Pesquisando sobre Overwatch fiquei até espantado em descobrir que é um FPS. Acreditava que era em terceira pessoa, dado o fascínio dos jogadores por seus personagens, achei que ficavam admirando-os o tempo todo.

Bom para a Blizzard, obviamente. Mas espero que não desistam de expandir Diablo, dado o retorno muito mais modesto que providencia.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: https://playoverwatch.com/

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Novo Star Wars chega com uma bomba

Em meio a promessas de continuar produzindo filmes sobre Star Wars pelas próximas décadas, a Disney lançou o primeiro trailer de Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi. A segunda parte da nova trilogia chega aos cinemas em 15 de dezembro deste ano, desta vez com direção de Rian Johnson (Looper).


© Walt Disney Pictures

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E talvez menos engessado pelas expectativas de fãs rancorosos, podendo finalmente dar sua própria contribuição à franquia. Já que o episódio anterior foi apenas um festival de nostalgia, um ritual de passagem da coroa com duas horas de duração.

Desta vez o treinamento da Rey vai ser o foco central, assim como foi o do Luke anteriormente, o que não é um bom sinal. Mas pelo menos deram uma chacoalhada na trama com a bombástica declaração final do veterano Jedi – aposto que fazem ele mudar de ideia até o final do episódio 9.

Meio estranho não terem nenhum inimigo novo para mostrar, ou mesmo alguma ameaça anterior recauchutada. Um relance do Snoke sem a projeção holográfica, ou a capitã Phasma finalmente fazendo algo útil, ou mesmo outro stormtrooper metido a subchefe.

Mas temos ainda longos oito meses de marketing pela frente, logo eles aparecem.

Fonte: io9

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Ghost in the Shell animado ganha sobrevida

Aproveitando a publicidade mundial de A Vigilante do Amanhã, os estúdios Production I. G. anunciaram uma nova série de anime da franquia Ghost in the Shell. Kenji Kamiyama, diretor das duas temporadas de GitS: Stand Alone Complex vai dirigir, acompanhado por Shinji Aramaki, de Appleseed, anime com temas semelhantes. Ainda não foram divulgados detalhes sobre roteiro, mas a expectativa é por uma terceira temporada da série original.

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© Production I. G.

Ghost in the Shell foi criado pelo mangaká Masamune Shirow, trazendo uma equipe de ciborgues lutando contra criminosos e terroristas. A obra foi publicada no Brasil pela editora JBC há poucos meses, e uma coletânea de arte sobre a franquia deve sair em breve.

Das animações, apenas o primeiro filme foi lançado comercialmente em DVD e blu-ray pela FlashFocus, mas aparenta estar fora de catálogo.

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Apesar das expectativas de ir assistir a um espetáculo visual com roteiro boboca nos cinemas, a verdade é que acabei nem indo. As sessões mais cedo eram dubladas ou em 3D, coisas que me recuso a suportar quando não estou carregando os filhos junto. E ir no cinema à noite exige uma boa vontade para com o resto do público que provavelmente não possuo mais. Aguardo ansiosamente pelo lançamento em blu-ray, entretanto. Ou pelo DVD, se for muito mais barato.

Dado o envolvimento dos nomes mencionados no primeiro parágrafo, provavelmente teremos uma continuação de GitS: SAC e não mais os prelúdios esquisitinhos de GitS Arise. Não tenho certeza se fizeram sucesso, mas do ponto de vista de qualidade foram uma regressão tanto em visual quanto em roteiro. Cara, prelúdios me enchem a paciência.

Bem que a JBC podia lançar os mangás adaptados dos animes. Acho que vou mandar um e-mail para o atendimento ao cliente perguntando se isso está nos planos – caso o volume único do Shirow tenha se saído bem, é uma possibilidade.

Fonte: Anime News Network

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Clássico robô de videogame ganha desenho

A Cartoon Network vai lançar uma nova série animada de Mega Man no ano que vem. O desenho é uma co-produção da Capcom, criadora do personagem para videogame, e a Man of Action Entertainment, responsável pela franquia Ben 10.

Provavelmente vai parecer um pouco melhor
© Capcom

De acordo com a sinopse, o desenho trará as aventuras de Mega Man tanto como um robô que enfrenta inimigos malignos, quanto como um menino robótico chamado Aki Light que frequenta a escola normalmente. O cachorro robô Rush também está confirmado.

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E por falar em nostalgia, que tal um novo desenho de Mega Man? Lembro de ter assistido à primeira série nos anos 90, um episódio por semana, com a bizarra irmã-faxineira do protagonista tendo que enfrentar vilões usando um aspirador de pó no braço. Curiosamente, é a única coisa que consigo recordar com clareza.

Estranho anunciarem esse desenho de modo tão avulso, sem um joguinho sequer atrelado. De acordo com a Wikipédia, não lançam um título de verdade do Mega Man desde 2010, com alguma coisa experimental para celulares tendo meio que fracassado há uns dois anos. Espero que não resolvam fazer algo correndo caso o desenho seja um sucesso, e acabem criando uma porcaria qualquer.

Fonte: Bleeding Cool

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