Tag Archives: Sci-fi

Regras de Starfinder e Pathfinder ganham novo lar

A editora Paizo anunciou esta semana que está terceirizando seus bancos de dados de regras e conteúdo dos RPGs de mesa Pathfinder e Starfinder. A empresa assinou um contrato de licenciamento com o site Archives of Nethys, que já fazia serviço semelhante por conta própria, mas agora é o repositório oficial de ambos os jogos.

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© Paizo

O material de Pathfinder está disponível em http://aonprd.com/ e o de Starfinder em http://aonsrd.com/. Eles incluem raças, classes, equipamento, façanhas, habilidades, magias, e regras, bem como algumas opções de funcionalidade, como verificar toda a informação apresentada em cada livro.

Conteúdo novo deve ser publicado duas semanas após o lançamento oficial de cada livro, mas, ao mesmo tempo, a página está atualizando material de manuais mais antigos que ainda não constavam no seu banco de dados.

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O sfrd oficial estava fazendo falta, e fico feliz em ver a empresa finalmente tomando uma decisão, ainda que tenha sido uma peculiar. Existem vários sites reproduzindo o material da Paizo que fica disponível ao público via a licença maluca que utilizam, e enquanto o AoN é um dos antigos, não é o primeiro que me veem à mente quando penso em procurar informação.

O formato de fundo preto com letras brancas é terrível para os olhos, e as tabelas precisam de mais opções de filtro além de A a Z ou ordem numérica (além de demorarem para carregar). Acabo de dar uma verificada na página dos alienígenas Gray e já reparei que não está atualizada com o Frequently Asked Questions (FAQ) da Paizo, que incluiu nas criaturas uma telepatia limitada.

Espero que passem por uma melhoria brutal em breve, mas pelo menos, com o crivo da empresa e dos jogadores, acredito que será um dos mais completos e precisos. Vou começar a usá-lo hoje mesmo em preparação para a jogatina do final de semana.

Fonte: Paizo Blog

Ps.: Fui verificar e o AoN tem uma opção, no canto superior direito de suas páginas, para inverter as cores de fonte e de fundo. Já melhorou em 70% minha experiência de usuário!

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Adventure saudosista em cidade steampunk

Chega aos sites de vendas de jogos digitais nesta quinta-feira (13), Lamplight City, novo adventure da Grundislav Games. O protagonista é um detetive em uma cidade fictícia inspirada pela Inglaterra do século XIX, com elementos steampunk e sobrenaturais.


© Grundislav Games

O sistema de jogo é o clássico “clique em objetos pela tela e selecione linhas de diálogo ao interagir com personagens”. As novidades incluem a ausência de um inventário, e a trama mais aberta, com vários desfechos possíveis influenciados pelas ações do jogador.

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E isso é uma diferença e tanto dos demais títulos saudosistas da categoria 8-bit adventure, dos quais tenho um catálogo expressivo adquirido no Gog.com. A maioria tem uma trama extremamente específica, com a norma sendo você ficar empacado até clicar no pixel correto, ou descobrir a combinação exata de itens em seu inventário para avançar a história.

Tenho inclusive A Golden Wake, o único outro título comercial da Grudinslav, e vendo o site da empresa, verifico que o dono criou um outro jogo na Wadjet Eye Games, um treco pós-apocalíptico chamado Shardlight… e que também tenho! Huh.

Lamplight City parece intrigante, e a qualidade da arte é um avanço e tanto no gênero, quase uma fuga do padrão propositalmente ultrapassado.

Não são exatamente RPGs, mas acho que podem ser bem aproveitados por jogadores desse outro gênero, fora isso, acho que somente idosos que mexiam em PCs nos anos 90 têm interesse em adventures. Já apresentei aos meus fetos, e não deram a mínima.

Fonte: IGDb

Site oficial: http://www.grundislavgames.com/lamplightcity/

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Um ebook grátis sobre um cientista bruxo

A editora Phoenix Pick está distribuindo gratuitamente este mês The Warlock in Spite of Himself, de Christopher Stasheff, primeiro volume da série Warlock of Gramarye. Na trama, o protagonista Rod Gallowglass é um cientista que precisa se tornar um bruxo, contrariando sua natureza cética, para salvar seu próprio mundo.

Se você acha essa capa horrenda, devia ver as continuações
© Phoenix Pick

O livro pode ser baixado gratuitamente na página http://phoenixpick.com/botm/Stasheff.htm, clicando no ícone “Add to Cart” ao lado da capa do livro e reduzindo o preço para zero dólares. A oferta está disponível até o final do mês.

No mesmo link estão à venda, pelo preço promocional de US$ 1,50 dólar, outros três livros, incluindo duas continuações do The Warlock in Spite of Himself.

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Reconheci imediatamente a bizarra capa e o título do livro. Pesquisando, descobri que a editora já ofertou-o pelo menos uma vez antes, em 2014!

Fora isso não lembrava mais nada, então fiz uma pequena pesquisa, descobrindo que o autor faleceu este ano, em junho; que a franquia tem 12 livros publicados, fora séries derivadas com o filho do protagonista; e que o tema principal é a combinação de ficção científica com fantasia. Ao contrário de Star Wars, entretanto, em que o cenário é futurista com elementos mágicos, Gramarye é um mundo medieval e mágico com influência de alta tecnologia.

Parecem ser todos bem curtinhos, com menos de 300 páginas, e geralmente elogiados, com fãs louvando o tom de aventura clássica utilizado pelo autor.

Fonte: Newsletter da editora

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Esguichos de sangue garantidos em Predador 4

O Predador, quarto filme da franquia sobre alienígenas caçadores de troféus chega aos cinemas brasileiros na semana que vem. Um último trailer foi divulgado pela Fox, desta vez destacando o confronto entre humanos, o predador clássico e o novo tipo.


© Twentieth Century Fox

Shane Black, ator no primeiro longa da franquia, agora é o diretor e um dos roteiristas. Encabeçam a trama Boyd Holbrook, Sterling K. Brown, Olivia Munn, Keegan-Michael Key, Thomas Jane, Jake Busey e Yvonne Strahovski.

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Parece um pouco melhor agora, mas antes de ir aos cinemas é bom revisitar os primeiros vídeos, com o guri controlando a nave dos predadores, as péssimas piadas do protagonista, os diálogos entre personagens que parecem ter assistido aos filmes anteriores, e o tempo gasto nos veteranos “malucões” no ônibus.

Dito isso, gostei dos três últimos roteiros do Shane Black, que equilibravam ação e comédia muito antes dos filmes da Marvel (e agora os Star Wars) fazerem isso o tempo todo, e de modo muito melhor. Vou ver se minha mulher tem interesse em assistir, com a censura 18 anos podemos deixar a pirralhada em casa e economizar uma grana.

Quando penso o quanto a Fox maltratou a franquia Predador, com as aberrações Aliens versus Predador e o descartável Predadores, dá um desânimo brabo. Até hoje não dá para entender porque não situaram AvP na mesma linha de tempo que Aliens – O Resgate, com os fuzileiros espaciais enfrentando ambos monstros. É a trama dos videogames, e funciona muito bem.

Espero que finalmente saiam do fundo do poço com esse novo filme, já que Alien parece continuar cavando um buraco ainda mais fundo. Achava que o Ridley Scott odiava Alien – O Oitavo Passageiro, e por isso estava dirigindo prelúdios horrendos para desconstruir sua carreira (culpo os problemas de Blade Runner 2049 nele). Mas com as “revelações” do Alien mais recente, parece que ele odeia ainda mais o segundo e mais popular Aliens, de James Cameron, e está trabalhando para destruir completamente qualquer lógica e cronologia ainda existentes na franquia. E acabo de verificar no IMDb que ele vai dirigir mais um, previsto para o ano que vem. Maldito seja.

Fonte: canal da Fox no Youtube

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Cyberpunk 2077 apresenta seu mundo

A CD Projekt Red publicou uma longa demonstração de seu novo título, Cyberpunk 2077. São 48 minutos do jogo, acompanhados por uma narração explicativa em pontos-chave do vídeo. A desenvolvedora apresenta a criação da protagonista, combate, uso de estimulantes e interação com outros personagens, mas deixando claro que ainda se trata de uma produção não finalizada para lançamento comercial.


© CD Projekt Red

Cyberpunk 2077 será um RPG em primeira pessoa, com o personagem principal estando visível somente em momentos não interativos. O jogo é baseado no RPG de mesa Cyberpunk, criado por Mike Pondsmith e publicado originalmente em 1988. O autor participa como consultor no jogo eletrônico.

Disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4, mas ainda sem uma data oficial de lançamento.

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Agora ficou muito mais parecido com Deus Ex do que com Grand Theft Auto, felizmente. Está bem bonito, com um mundo povoado e aparentemente vivo, sem medo de abordar violência, sexo, nudez, e, quem sabe, outros temas adultos, como desemprego, vício e consequências de ações impensadas. Aposto que haverá espaço para boa parte disso, apesar do foco na diversão.

Espero que uma das expansões permitam a criação de um protagonista empregado de uma das megacorporações. A temática cyberpunk clássica é sempre focada no rato de sarjeta se voltando contra os donos do mundo, ou o assalariado que se rebela contra a máquina após ser massacrado por ela; mas nunca contam o ponto de vista de alguém que integra um dos grandes grupos, é competente no que faz e deseja obter sucesso em sua carreira.

Em Anarchy Online experimentei um pouco disso ao criar personagens que integravam a facção que governava o futuro, a Omni-Tek. Mas fora a interação com alguns NPCs, as missões eram idênticas para todo mundo, pouco importando quem você defendia.

Adoraria interpretar uma engrenagem na máquina em um cenário cyberpunk.

Fonte: Newsletter do jogo

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Novo Philip K. Dick traz tema predileto do autor

A editora Suma de Letras vai lançar em setembro o livro Espere Agora Pelo Ano Passado, de Philip K. Dick. Publicado originalmente em 1966, a história se passa em um futuro próximo com a Terra no meio de uma guerra entre duas civilizações alienígenas. O protagonista é o Dr. Eric Sweetscent, especialista em transplante de órgãos que se encontra envolvido no conflito, bem como com drogas alucinógenas e viagens no tempo.

Melhor que a última capa, apesar do estilo semelhante
© Suma de Letras

O volume tem 296 páginas, em formato 14,4 cm x 21 cm, e preço sugerido de R$ 59,90 pela versão impressa.

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Consegue imaginar algum outro autor misturando drogas alucinógenas com viagens no tempo e conseguindo criar uma trama compreensível? O próprio Dick fica no limite de uma história coerente, pelo menos nesta fase de sua carreira. Quando passa a focar sua atenção em questionar a realidade, deixando o entretenimento completamente de lado, seus livros se tornam mais um experimento que um produto. Ou seja, somente para quem é fã extremamente dedicado, ou está procurando por algo não convencional, geralmente para limpar o palato entre livros mais tradicionais.

Eu pessoalmente prefiro suas obras convencionais, como Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, ou Homem do Castelo Alto. Acho que “Espere Agora Pelo Ano Passado” se encaixa ainda nessa linha mais comercial e menos lisérgica do insano autor.

Fonte: Pré-vendas da Saraiva

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Cyberpunk 2077 começou bem mais sombrio

A CD Projekt Red divulgou novas imagens conceituais de Cyberpunk 2077, um de seus próximos jogos eletrônicos, durante a convenção alemã Gamescom. O título está em desenvolvimento e não possui uma data de lançamento oficial, mas será disponibilizado para PC, Xbox One e PlayStation 4.

Clique para agigantar!
© CD Projekt Red

As artes serviram como base para alguns momentos icônicos do trailer divulgado durante a convenção E3 em junho.

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Interessante fazer a comparação entre os desenhos e a versão para videogame. Se tivessem mantido a mesma paleta escura, provavelmente não teriam ouvido tantas reclamações dos fãs do gênero, que não admitem luz do sol ou cores claras em produtos cyberpunk.

O treco parece magnífico, mas essa história de jogo em primeira pessoa é desanimadora demais. E não imagino a desenvolvedora recuando dessa decisão, ou lançando um update ou conteúdo extra para incluir um avatar. A ética de trabalho da CD Projekt Red parece priorizar valores artísticos um pouco mais que outras empresas grandes do ramo.

Duvido que vá jogar 2077, mas costumava pensar isso quanto a Deus Ex também – agora sou proprietário de vários títulos da franquia, e já joguei um pouco de um deles até. Mas o FPS continua me dando nos nervos.

Fonte: PCGamer

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Nova campanha de Starfinder começa em colônia espacial

A editora Paizo lança na semana que vem, dia 29, o livro Starfinder Adventure Path #7: The Reach of Empire. É a primeira aventura da campanha Against the Aeon Throne, desta vez colocando os personagens do RPG de mesa para enfrentar o Império Estelar Azlanti, uma das principais ameaças do cenário de Starfinder. São cerca de 70 páginas por US$ 15,99 na versão digital ou US$ 22,99 pela versão impressa.

Um stormtrooper azlanti para ilustrar
© Paizo

O volume inclui, além da própria aventura, artigos sobre as colônias do mundo de Nakondis, o tema de personagem “Colono”, naves espaciais azlanti e monstros inéditos. A maioria das aventuras publicadas para Starfinder traz ao menos uma nova raça alienígena disponível para personagens jogadores.

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E com o dólar a magníficos R$ 3,99, cada aventura em formato digital custa mais de R$ 60. Cometi o erro de comprar a quinta aventura de Dead Suns (a primeira campanha de Starfinder) antes de comprar a quarta – somente por curiosidade em conferir o material extra (cinco raças novas!). Agora estamos prestes a começar a terceira aventura e vou ter que morrer pra comprar o livro seguinte, com a moeda americana subindo sem parar.

Agora mestrando com consistência, praticamente todo final de semana, e com nível um pouco maior do que estou acostumado, fica óbvia a importância do engajamento dos jogadores quanto a dominar o potencial de seus personagens. Quanto mais a pessoa lembra, entende e planeja, mais divertida fica a sessão. Pois é, não é apenas uma questão de eficiência ou rapidez, mas de diversão mesmo.

Sofrer mais dano e ao mesmo tempo causar menos dano; esquecer de seus poderes mais antigos e ficar perdido quando gasta todos os mais novos. É o tipo de coisa que só deixa o jogador frustrado, e se piorar ainda mais, entediado. Tento fazer minha parte, sugerindo que deem uma lida no arquivo com todos os seus poderes que deixo no Google Drive; fazendo uma análise após a situação, com sugestões construtivas, quando o resultado deixa a desejar; e o mais tradicional “motivar pelo trabalho bem-feito” quando tudo dá certo, por meio de raros elogios.

Se pensar bem, esse negócio de mestrar RPG é uma espécie de treinamento para ser um coach ou mentor. Acho que vou incluir isso no meu CV.

Fonte: Paizo Blog

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Novo Doom é um banho de sangue a céu aberto

Doom Eternal, quinto título da franquia, ganhou um trailer com 7 minutos do jogo em si, demonstrando armamentos, inimigos e golpes animados. A produção continua nas mãos da id Software e será distribuída pela Bethesda Softworks, repetindo a parceria do jogo anterior, o reboot Doom, de 2016. Disponível para Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One, mas sem data de lançamento oficial.


© Bethesda Softworks

Na trama, cientistas em Marte encontram problemas ao tentar captar energia de uma dimensão infernal, quando os habitantes desta começam a invadir nossa realidade. Nesta continuação, as criaturas extraplanares chegaram à Terra.

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Quando penso em Doom, além dos gráficos originais dos anos 90 e um monte de disquetes, me veem à memória monstros rápidos pulando de trás de esquinas. Esse trailer, no entanto, parece que só contém criaturas dopadas, desmotivadas ou confusas. O protagonista não tem problemas ao lidar com todo mundo, incluindo as criaturas maiores – sobra tempo até para interromper o fuzilamento para uma pequena animação em close-up.

Ou suavizaram a dificuldade para esta demonstração, ou esse é o modo mais fácil disponível. Não gosto muito de FPS justamente por estes “pulos” quando algum monstro ataca de um ângulo não coberto pelo seu monitor, mas no caso desse vídeo, não vi nada tão incômodo.

Quase me interessa, mas é o tipo de jogo que só consideraria comprar em uma promoção muito boa, 95% de desconto ou algo assim – é distante demais dos meus interesses para justificar o gasto.

Fonte: Videogamer

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Jogadores impactam novo Pathfinder

O teste da segunda edição do RPG de mesa Pathfinder chegou à sua segunda semana, e a editora Paizo já está introduzindo modificações nas regras. A partir dos relatórios preenchidos pelos jogadores, e comentários nos fóruns oficiais da empresa, criaram um documento contendo “atualizações críticas” e “outras atualizações”. Todo o material do teste está disponível gratuitamente em http://paizo.com/pathfinderplaytest

Não conseguem se distanciar de dragões, por mais que mudem a cor
© Paizo

As modificações afetam habilidades, poderes de classe e raça, e mesmo as regras de funcionamento de magias. O alquimista parece ser o personagem com maior número de novidades.

De acordo com publicação no blog da Paizo, planejam divulgar um comentário semanal dos editores sobre o desenvolvimento do teste.

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Achei que ia me interessar mais pelo Pathfinder 2, mas infelizmente o treco não me capturou. Ainda é cedo, com, pelo menos, seis meses de testes pela frente, então aguardarei por uma versão mais polida do manual – pela balbúrdia nos fóruns, boa parte dos sistemas novos está sendo mal recebida. Se isso é reflexo de regras frouxas, ou apenas resmungos de fãs se sentindo traídos, descobriremos quando o treco estiver pronto.

Continuo firme no Starfinder enquanto isso, apreciando cada vez mais as novidades introduzidas no sistema, em comparação ao velho Pathfinder. Recentemente criei um player character (PC) de nível 7 usando regras do playtest do Psionics Guide da editora Dreamscarred Press, processo que me custou as horas livres de vários dias. Na sequência fiz um non-player character (NPC) de dificuldade 7 usando as regras oficiais do Alien Archive da Paizo, em apenas meia hora. E isso que tive que escolher poderes e magias. É muita comodidade.

Só fico um pouco ressentido com o PF2 por roubar excessivamente a atenção de Starfinder – se tivessem aguardado mais um ano poderiam ter consolidado a base de jogadores do sistema novo, dado a ele a publicidade devida. Ficou meio atropelada essa estratégia de desenvolvimento da empresa. Parece que lançaram o SF para conseguir um destaque e arremataram com o PF2 para se manter na mídia. Acredito que o sucesso de Starfinder pegou a Paizo meio de surpresa, obrigando-os a contratar mais gente e apertar o ritmo de produção para atender a demanda. Agora é torcer para que isso não afete demais a qualidade dos produtos.

Fonte: Paizo Blog

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