Tag Archives: Sci-fi

Adaptação de Gunnm inclui corridas de ciborgues

Alita: Anjo de Combate ganhou um novo trailer, expandindo a trama, o cenário e a função de vários personagens apresentados anteriormente. A desconhecida Rosa Salazar interpreta a protagonista, uma ciborgue de corpo inteiro que é descartada de uma cidade flutuante e reconstruída no meio da sucata, sem memórias. Robert Rodriguez dirige, além de ter escrito o roteiro com James Cameron e Laeta Kalogridis (Altered Carbon).


© Twentieth Century Fox

Também estão no elenco Michelle Rodriguez, Jennifer Connelly, Mahershala Ali, Christoph Waltz, Casper Van Dien, Jackie Earle Haley, Ed Skrein e Jeff Fahey.

Enquanto o vídeo anterior apresentava sua origem e seus primeiros conflitos, o novo mostra que irão aproveitar a trama do mangá em que Alita se transforma em uma competidora esportiva, indo além do primeiro volume. Battle Angel Alita – Gunnm Hyper Future Vision está disponível no Brasil pela editora JBC, em formato impresso ou digital.

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Alguém não gostou da reação anterior ao vídeo e mandou o pessoal dos efeitos especiais se dedicarem aos olhos da Gally (ou Alita, como adaptaram nos EUA por algum motivo). Tenho a impressão que conseguiram produzir algo menos perturbador, ou talvez a edição do trailer tenha apenas evitado os close-ups que deixavam os problemas óbvios.

Por falar em problemas, não estão abrangendo um pouco demais nesse filme? Além de todos os acontecimentos do primeiro volume, quando a Gally encontra seu rumo no mundo, enfiaram a trama das corridas/lutas de ciborgue – o treco ficou bem deslocado no trailer. Como tenho apenas uma versão meio pirata do mangá, embalada em plástico filme e incompleta, não vou poder verificar em qual volume isso se passa.

Agora fiquei com vontade de comprar o mangá da JBC, mas é melhor aguardar um pouco, ver como será o ano que vem.

Fonte: Canal da 20th Century Fox no Youtube

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Fallout volta no tempo mas exige internet

A Bethesda lança nesta quarta-feira (14) o jogo Fallout 76, para PC, PlayStation 4 e Xbox One. O título se passa no ano 2102, em um mundo pós-apocalíptico em que os únicos sobreviventes são pessoas que se isolaram em abrigos nucleares. O título se refere ao abrigo 76, que estaria situado no estado americano da Virgínia Ocidental, parte da região sul do país, e a história começa no dia em que seus habitantes voltam para a superfície.


© Bethesda

De acordo com a ficha técnica, Fallout 76 é um RPG de ação com elementos de “shooter” e perspectiva de primeira pessoa. Uma das novidades desta edição é a obrigatoriedade de jogar somente online, mesmo sem participar de um grupo – o jogo será lançado apenas com servidores abertos, e os participantes serão automaticamente destinados para um deles. De acordo com a empresa, pretendem criar servidores fechados após o lançamento, onde jogadores poderão convidar conhecidos para trabalhar em equipe.

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E outra maluquice será a ausência de NPCs humanos. Ou seja, toda pessoa que você encontrar em Fallout 76 será um jogador, ou, talvez, um robô disfarçado. E a trama se passa antes de todos os outros jogos da franquia – não sei bem o motivo.

Me parece uma jogada arriscada, essa ideia de um “Fallout Online” sem o formato típico de um MMORPG. Forçam o usuário a se manter constantemente online, apesar do formato do jogo não necessariamente exigir isso. A empresa ganha ao ter um controle maior sobre sua base de clientes, monitorando hábitos, fazendo adequações, vendendo bugigangas. Para o jogador, porém, se os servidores não estiverem à altura, você pode jogar com lag mesmo estando sozinho. Vide o horror que foi o lançamento de Diablo 3, outro experimento na área “exclusivo online”.

E, fora isso, qual a vantagem?

Fonte: IGDb

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Novo Psycho-Pass em plena divulgação

Psycho-Pass: Sinners of the System, nova trilogia de filmes da franquia Psycho-Pass está divulgando várias novidades nos últimos dias. Além de uma lista completa do elenco de cada produção, foram publicados cartazes com os personagens principais e agora um trailer com uma nova versão de sua música tema. O primeiro filme será lançado em 25 de janeiro, o segundo em 15 de fevereiro e o terceiro em 8 de março, no Japão.

© Production I. G.

Psycho-Pass é um anime, manga, livros e videogames no gênero cyberpunk, sobre uma força policial que prende ou assassina pessoas de acordo com seu “coeficiente criminoso”. Utilizam armas e equipamentos que medem o nível de agressividade ou potencial para cometer crimes de um indivíduo e o encarceram, caso seja possível tratá-lo, ou o matam, se não tiver mais chance de recuperação.

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A primeira temporada é divertida, tem vários momentos chocantes, reflexivos, e um vilão odioso, com atitudes óbvias porém construção complexa. A segunda temporada tem um vilão “vítima do sistema” e de comportamento aleatório, sem um foco claro, o que fez a série sofrer bastante em termos de qualidade.

A premissa de um grupo policial que precisa aguardar suas armas darem autorização antes de atirar é basicamente uma afronta ao propósito de uma força armada, me custando tempo até aceitar o conceito. Compensam a idiotice com muita violência chocante, e, como mencionei acima, um vilão fácil de odiar. Depois fizeram uma continuação tão tosca que acabei esquecendo de assistir ao filme. Acho que vou tentar, antes de lançarem essa trilogia – os primeiros parecem se passar no meio das duas temporadas, mas acho que o terceiro é uma continuação do resto da franquia.

Se você já assistiu a tudo que existe de Ghost in the Shell e quer mais cyberpunk da Production I. G., Psycho-Pass é uma alternativa razoável.

Fonte: Anime News Network

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Motoqueiros podem salvar o mundo

Vai ser lançado na semana que vem, dia 7 de novembro, o jogo de ação Steel Rats. Um grupo de motoqueiros se une para enfrentar uma invasão de robôs feitos de sucata, utilizando armamento pesado e motos modificadas para realizar manobras absurdas. Para Windows, Playstation 4 e Xbox One.


© Tate Multimedia

O jogo está classificado como “racing” mas na verdade é um “side-scroller” em duas rodas que utiliza câmera lenta nos momentos mais complexos dos combates. Foi criado pela Tate Multimedia, que já havia publicado jogos sobre motos, mas nunca desenvolvido um título próprio.

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Uma coisa que parece diferenciá-lo de Sonic e outros side-scrollers de alta velocidade são as restrições físicas da moto, pelo menos quanto a mudar de direção – o personagem obviamente desacelera até quase parar antes de girar o veículo, para logo em seguida fazer a roda pegar fogo e subir pela parede.

Ia classificar o cenário como futuro próximo, mas pelo marketing com visual antiquado está mais para retrofuturista, ou seja, passado com presença de tecnologia absurda. Na ficha técnica, entretanto, aparece “steampunk”, o que está totalmente errado, pelo menos avaliando as amostras em vídeo e imagem do jogo.

Parece divertido pra burro. Uma das últimas coisas que fiz no MMORPG The Secret World antes de enjoar pela quinta ou sexta vez, foi justamente arranjar uma moto e sair pelos mapas a esmo. O realismo do veículo para manobrar era puro entretenimento.

Fonte: IGDb

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Psiônicos para Starfinder dá um pequeno passo adiante

Psionics Guide, manual compatível com o RPG de mesa Starfinder, teve seu conteúdo de teste aberto atualizado esta semana. O Aegis, uma das quatro classes em desenvolvimento, passou por várias mudanças, deixando-a mais adequada às regras do jogo e substituindo várias vantagens passivas por poderes que precisam ser ativados, além de esclarecer alguns pontos inconsistentes.

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© Dreamscarred Press

De acordo com o designer responsável, Doug Haworth, praticamente todos os aspectos da classe passaram por revisões, com vários poderes ficando mais balanceados e a adição de mais “coisas legais”. O Aegis está disponível dentro do primeiro documento de testes do livro, Signal Confirmed. Ele pode ser conferido a partir da página 33 no seguinte link: https://docs.google.com/document/d/1DmcJzCs8dzoFJC1CTOjnXJsLyyw2E0yMSJE6118zVbM/edit

Uma campanha de arrecadação de fundos no site Kickstarter garantiu a produção do Psionics Guide. Ele estava inicialmente previsto para novembro deste ano, mas devido ao valor de mais de US$ 30 mil arrecadados (de US$ 5 mil originalmente solicitados), o conteúdo foi expandido e não há mais uma data de lançamento.

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Sou um dos participantes do Kickstarter, tendo contribuído com uma mordida de 15 dólares, o que me garante o Psionics Guide, um bestiário, um livro de naves espaciais e acredito que um livro coletando toda a arte que vão encomendar.

O playtest está bem devagar, com o quarto documento de testes, o que introduziria o Psion, atrasado há mais de um mês. Imagino que alguma tragédia pessoal tenha acometido os funcionários da Dreamscarred Press, já que volta e meia alguém lá pega uma doença séria ou tem a casa destruída pelo clima do hemisfério norte. Pessoal azarado.

Aproveitando um arroubo de voluntariado, ou talvez algum feriado prolongado, dei uma revisada monstruosa no Aegis e publiquei meus comentários no fórum do site Giant in the Playground. Agradeceram as contribuições, como de praxe, mas não é que várias coisinhas que reclamei foram remediadas? Claro que uma espécie de revisor profissional também deu uma analisada ainda mais brutal no Aegis e em todo o conteúdo do teste algumas semanas após meu trabalho, encontrando três ou quatro vezes mais picuinhas. Mas, pelo menos, meu nome ainda apareceu nos agradecimentos!

Vou aproveitar o feriado da semana que vem e destrinchar novamente esse Aegis. Fiz um NPC usando a versão anterior, e o principal problema encontrado era a falta de personalidade da classe. Não consegui enfatizar qualquer poder dele que fosse algo único ou chamativo, e creio que meus jogadores sequer perceberam que estavam enfrentando um personagem psiônico não-oficial. Espero que o designer tenha encontrado uma voz para esse controlador de um ectoplasma que se transforma em uma armadura.

Fonte: Fóruns do GitP

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Netflix investe em filme sobre monstros não-visíveis

Sandra Bullock continua a investir em ficção científica ao protagonizar Caixa de Pássaros, drama pós-apocalíptico sobre monstros que causam suicídios ao serem vistos. Ela é acompanhada por Sarah Paulson (História de Horror Americana), Rosa Salazar (Alita: Anjo de Combate) e John Malkovich. O longa chega aos cinemas americanos em dezembro, e também será distribuído pelo serviço de streaming Netflix, para assinantes.


© Netflix

A direção é de Susanne Bier (O Gerente da Noite) e o roteiro de Eric Heisserer (A Chegada). O filme é uma adaptação do livro Caixa de Pássaros, escrito por Josh Malerman e disponível no Brasil pela editora Intrínseca.

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Lembro quando um filme não ser lançado nos cinemas era um sinal de vergonha, que o treco era tão ruim que não valia a pena gastar dinheiro nesse tipo de distribuição; o jeito era vender em VHS e para qualquer emissora de televisão que tivesse um trocado sobrando.

Daí inventaram o video on-demand, quando você paga para assistir a um filme na sua televisão (serviços de assinatura a cabo usam isso o tempo todo), e até recentemente, ao menos nos EUA, você podia pagar uma pequena fábula para assisti-lo antes do lançamento nos cinemas.

Agora, o Netflix está comprando e distribuindo produções grandes, com elencos milionários. Chegaram ao ponto de desenvolverem conteúdo próprio até, contratando nomes que frequentam a lista de arrasa quarteirões, como Will Smith e Adam Sandler.

Como sou das antigas, fiquei um pouco decepcionado ao verificar que o Netflix ia distribuir o Caixa de Pássaros (a presença nos cinemas é apenas para concorrer a prêmios), imediatamente associando-o ao lançamento direto em vídeo. Mas parece que estão quebrando esse paradigma, lentamente.

Não saiu há pouco tempo um filme pós-apocalíptico sobre monstros em que os personagens não podiam fazer qualquer barulho? Nesse não devem enxergá-los… a evolução natural é o longa em que ninguém pode respirar ou acaba morto. Mas quando chegarem ao paladar, estou fora.

Fonte: IMDb

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Arquivo de Alienígenas chega com equipamentos, tabelas e magias

Está disponível a partir de hoje (17) Alien Archive 2, novo manual para o RPG de mesa Starfinder, introduzindo mais de uma centena de novos alienígenas, robôs e animais no jogo. Cada criatura ocupa duas páginas com estatísticas para combate, informações sobre sua natureza e habitat, e, muitas vezes, novos equipamentos. A publicação tem 164 páginas e preço sugerido de US$ 39,99 pela edição impressa e US$ 9,99 pela versão digital.

Não dá vontade de jogar como um desses??
© Paizo

Alien Archive 2 também traz 16 novas raças que podem ser utilizadas por jogadores ao fazer personagens, a magia Polymorph e variantes, com regras para modificar o corpo de uma criatura por meios mágicos, e duas façanhas novas – uma para usuários de Polymorph e outra que permite adotar uma espécie de animal companheiro.

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E a primeira raça nova é o Uplifted Bear, simplesmente um urso que teve sua consciência desenvolvida e partes de sua anatomia adaptadas para lidar com ferramentas e equipamentos. Pela descrição existem animais de todo tipo nessa categoria, mas os ursos são os mais comuns. Por que? Pergunte ao Gap, evento cósmico que apagou a memória de todo o universo uns 300 anos antes do início do jogo.

Também finalmente incluíram uma tabela de peso, altura e idade para todas as raças alienígenas publicadas nos manuais, algo extremamente útil quando bolando uma história para seu personagem, e para questões mecânicas, como armadilhas sensíveis a peso. Os skittermanders infelizmente parecem durar até 100 anos, o que contradiz uma espécie de flashforward que utilizei há duas sessões: a personagem de minha filha teve uma visão de si mesma extremamente idosa, em um talk show para centenas de milhares de espectadores; ao ser apresentada, o anfitrião a chama de “skittermander mais idosa viva, com 23 anos de idade” ou algo assim. Foi um momento hilário e um pouco desesperador, quando ela tomou consciência de quão pouco a personagem viveria, por mais que tenham sucesso em salvar o universo. Infelizmente, a única raça que morre jovem no jogo são os formians, homens-formigas que duram no máximo 25 anos.

Já o Squox, o primeiro pet com mecânicas de animal companheiro me parece um sério investimento para pouco benefício. É o tipo de coisa para ser adquirido se você não se preocupa em planejar demais suas façanhas, e se tem um espaço vazio na sua armadura para incluir um bolso para o bicho. E não vi nada sobre ele evoluir com o dono, o que reduz ainda mais sua eficácia. Pelo menos é barato, 100 créditos pelo filhote, e 400 pelo adulto.

Fonte: Paizo

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Mulheres lideram a guerra em Máquinas Mortais

Máquinas Mortais, próximo arrasa quarteirão da equipe responsável por O Senhor dos Anéis, ganhou um segundo trailer, desta vez destacando a protagonista feminina e revelando um novo vilão. Peter Jackson escreve o roteiro com Fran Walsh e Philippa Boyens, deixando a direção para Christian Rivers, que já trabalhou com eles criando storyboards para as trilogias Tolkien, bem como sendo diretor secundário. Lançamento em janeiro no Brasil, e em dezembro em quase todo o resto do mundo.


© Universal Pictures

Hera Hilmar é a desconhecida atriz islandesa que divide a tela com o menos desconhecido Robert Sheehan, praticamente escondido neste vídeo. Hugo Weaving é o vilão controlando uma Londres móvel que engole outras cidades menores, e Stephen Lang é o monstro criado com efeitos especiais do longa.

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Daí você repara nesses atores asiáticos em papéis de destaque nas megaproduções americanas e fica imaginando se é tudo graças a um movimento a favor de mais diversidade racial, seja por consciência social ou apenas para agradar um público pagante maior – mas acaba lembrando que deve ser mero reflexo dos investimentos chineses em estúdios americanos. Se quer igualdade, prepare a carteira.

Não parece ser um filme ruim, mas nada nele me conquistou. Não ligo para os personagens, para as cidades, para as meio ridículas armas gigantes. Não sei qual o objetivo de qualquer pessoa, não sei como qualquer uma dessas insanidades ambulantes é possível. E é tudo tão metálico e monótono. Nem sequer a música é chamativa, e escutei o trailer com fones de ouvido.

Quando o público chegar nos cinemas vai mesmo encontrar essas mulheres raivosas comandando a ação, ou o protagonista é realmente o molengão do Sheehan, como diziam as premissas iniciais? Parece que filmaram um Homem-Aranha mas querem vender uma Mulher Maravilha.

Acho que a adaptação vai acabar no primeiro livro, a menos que se satisfaçam com uma margem de lucro muito pequena.

Fonte: Canal da Universal Pictures no Youtube

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Concorrente do Steam comemora 10 anos de vendas

O site de venda de jogos Gog está celebrando 10 anos de atividades este mês, com descontos de até 85% em vários títulos próprios e de outras empresas. Também colocaram à venda pacotes temáticos de jogos e incluíram algumas novidades antigas no catálogo, como Indiana Jones and the Infernal Machine.


© GOG

E estão dando uma cópia digital gratuita de Shadow Warrior 2 para qualquer pessoa com uma conta no site. Esta promoção vale por mais dois dias, devendo acabar no sábado (06).

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Shadow Warrior 2 ganhou uma votação de usuários para definir qual jogo seria gratuito, batendo os independentes e esquisitinhos Firewatch e Superhot. Infelizmente acho que já recebi o mesmo em uma promoção anterior (ou terá sido o primeiro?), então preferia ter ganho o “simulador de caminhada” Firewatch.

Estou vendo algumas velharias bem tentadoras, porém, como sempre, tenho um catálogo considerável de coisas instaladas e sequer abertas no meu cpu. Mas para quem tem um orçamento restrito e está com saudade de velharias ou gostaria de verificar como eram os jogos de antigamente, sempre mencionados por seus pais ou avós, esta é uma oportunidade.

Pelo menos achei algo para a minha lista de desejos: um certo CrossCode, vislumbrado na página de novidades do site, apesar de não participar da promoção de 10 anos. Pelos trailers e fotos, parece um clone de Chrono Trigger ou mesmo dos antigos Zelda. Acabo de sofrer um ataque de nostalgia – felizmente olhar o preço do jogo me curou.

Fonte: Newsletter da Gog.com

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Um e-book grátis sobre alienígenas, ciência e religião

A editora Phoenix Pick está distribuindo gratuitamente este mês o livro New Under the Sun, de Nancy Kress. A obra se passa em um futuro distópico, em que o desenvolvimento científico é guiado por fundamentalismo religioso. A protagonista é uma cidadã comum, exceto pela contaminação por um parasita alienígena adormecido.

O tipo de capa que justifica a existência de e-book readers
© Phoenix Pick

O livro integra a linha The Stellar Guild Series, que agrupa um autor publicado e estabelecido, com um novato, que produz uma obra relacionada ao texto principal. Neste caso a novata é Therese Pieczynski, que criou um prelúdio situado na Nicarágua dos anos 80.

Para baixar uma cópia, basta ir até a página http://phoenixpick.com/botm/Kress.htm, e adicionar o livro ao seu carrinho, mas reduzindo o preço para zero dólares. Na mesma página é possível adquirir um pacote de oito livros da Kress pelo valor reduzido de US$ 7,50 (o valor original seria de US$ 45,91).

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A premissa é magnífica. Primeiro aborda, talvez não intencionalmente, a tendência atual de tratar a ciência como uma crença quase religiosa, inquestionável e absoluta. Em seguida introduz um elemento absurdo, com potencial para realizar todo tipo de mudança na trama. Me deixou interessado! E ainda tem o texto secundário, que parece ser uma tangente maluca. Nada mal.

Os dois bebês na capa, entretanto, me parecem entregar algum ponto crucial do livro – a protagonista tem uma irmã gêmea? Ou o parasita se desenvolve imitando ela? Se for um spoiler, é um dos brabos. Mas talvez seja uma referência à presença de duas histórias diferentes, e cada criança é a protagonista de uma delas.

O jeito é conferir.

Fonte: Newsletter da Phoenix Pick

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