Tag Archives: Horror

Um livro gratuito sobre mundos conectados por portais

A editora Phoenix Pick lançou esta semana seu site de livros digitais com descontos de 50% até 100%. A obra gratuita que dá início ao projeto é Midnight at the Well of Souls, de Jack L. Chalker, sobre um gigantesco artefato alienígena que conecta 1.560 mundos diferentes e as forças misteriosas que estão tentando controlá-lo. O protagonista, Nathan Brazil, é um capitão de nave espacial que atravessa um portal acidentalmente e agora precisa lidar com essa ameaça, bem como com pessoas que foram transformadas em seres folclóricos.

Capa mais fraquinha, mas a gratuidade é o principal gancho
© Pheonix Pick

Na página estão em oferta as coletâneas The Promise of Space, de James Patrick Kelly, com 16 histórias no gênero “space opera”; e Dancing Through Fire, da premiada autora de horror Tanith Lee. Confira: https://www.publisherspick.com/

Os livros devem ser trocados semanalmente, e interessados podem se inscrever na newsletter da editora para receber notificações quando eles estiverem disponíveis.

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Midnight at the Well of Souls parecia familiar, mas, na verdade, foi ofertado pela PP somente em 2016. Reconheci a capa imediatamente e fiz a mesma conexão que me veio à cabeça dois anos atrás: o sistema de mapas de hexágonos do RPG de mesa GURPS.

Fiquei interessado no livro do James Patrick Kelly, sujeito que me introduziu aos audiolivros (gratuitos) que narrava em seu próprio site. A qualidade era questionável, mas o preço era imbatível. A capa ficou caprichada, ainda que vinda de um banco de imagens, porém essa premissa vaga me deixa inseguro.

É isso, de volta ao playtest de Starfinder!

Fonte: Newsletter da Phoenix Pick

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Jogos são a melhor opção na Black Friday

Em comemoração ao feriado norte-americano de Ação de Graças e à data de comércio com descontos Black Friday, serviços de vendas de jogos online já estão com suas promoções disponíveis. Steam, a mais popular loja de todas, está com uma “promoção de primavera” até o dia 27 de novembro, com 14.299 títulos em oferta e o anúncio dos Prêmios Steam. Na página inicial do portal se destaca a franquia Fallout, com descontos de 50% a 75%.

Printscreen do GOG, que foi o único a caprichar na imagem
© CD Projekt RED

Já a página voltada para clássicos, Gog.com, destaca 500 jogos em oferta até o dia 27, entre eles Vampire: The Masquerade – Bloodlines, Crysis, Dragon Age: Origins e Dead Space, todos com 75% de desconto.

Na Battle.net, portal da Blizzard e recentemente de alguns títulos de outras empresas, o destaque é Overwatch: Legendary Edition, de R$ 249,99 por R$ 69,99. Quem ficou interessado em Diablo, após o anúncio do jogo para plataformas móveis Diablo Immortal, pode adquirir Diablo III e sua expansão pela bagatela de R$ 39. Quem já tem D3 e ainda joga pode completar sua coleção com a classe Necromante por R$ 22.

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Desta vez lembrei das promoções de Black Friday! Provavelmente não vou comprar nada, já que minha relação com jogos eletrônicos tem se resumido a acompanhar notícias sobre os mesmos, e em raros casos, ler resenhas.

Interessante a apatia do Steam quanto à data, em relação aos competidores. Parece que colocam o catálogo inteiro com algum desconto significativo ou não, e simplesmente deixam o treco para lá. Tive que fuçar para encontrar algo de destaque na baderna da sua capa.

O GOG tem um serviço mais fácil elencando os bestsellers de sempre, mas quem frequenta a página provavelmente já comprou tudo em outras ocasiões, pelo mesmo desconto ou maiores ainda.

Na verdade fiquei tentado pelo Necromancer na Battle.net por alguns instantes, mas daí pensei melhor. Acho que Diablo novamente, só quando sair o 4. Ou a versão Diablo Immortal para PC, o que seria hilário após toda a controvérsia.

Fonte: Steam, GOG, e Battle.net

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O horror, o horror, o horror em Starfinder

A editora Paizo começou a publicar este mês a campanha Signal of Screams, para o seu RPG de mesa Pathfinder. São as primeiras aventuras abertamente no gênero horror, com a ameaça principal sendo tecnologia capaz de levar suas vítimas à loucura e deformar seus corpos. O primeiro volume, The Diaspora Strain, está disponível por US$ 15,99 na versão digital ou US$ 22,99 impressa, e é voltada para personagens de nível 7.


© Paizo

Nesta primeira etapa da campanha, os personagens jogadores estão de férias em um resort construído em um asteroide, quanto o local sofre um apagão e seus funcionários começam a ficar loucos. Cabe aos aventureiros ajudar os demais hóspedes e enfrentar pessoas que parecem ser vítima de uma insanidade contagiosa.

O segundo volume, The Penumbra Protocol se passa no planeta Verces, uma das maiores concentrações de ciborgues do cenário, e o terceiro, Heart of Night, conclui a saga na dimensão das sombras. Cada livro inclui monstros inéditos, equipamentos ou opções para classes, e artigos sobre o local em que a aventura se passa, entre outros tópicos de interesse.

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Parece ótimo, mas loucura no estilo Hellraiser não é bem o estilo mais adequado para jogar com sua família, justamente a minha condição atual quanto a RPGs. Vou dar uma procurada se algum grupo vai começar a jogar isso e divulgar como um podcast – mestrar e ouvir dois grupos jogando Dead Suns está enjoando.

Se baixassem esses preços para US$ 9,99 até consideraria fazer um pequeno arquivo de Adventure Paths, mas por esse valor atual compro estritamente o que tenho certeza que usarei. É até meio temeroso quando o grupo enfrenta uma ameaça real, e o risco de todo mundo morrer está presente – que diabos faço com os próximos dois livros da campanha? Pelo menos a Paizo já publicou uma campanha fechada para níveis 1-6 em três livros, mas isso seria um investimento de US$ 47,97 apenas para levar o grupo de volta ao ponto em que estavam antes.

Analisar entretenimento usando dinheiro como critério sempre acaba com você sozinho jogando paciência com um baralho de vinte anos em casa!

Se a pindaíba se concretizar no ano que vem, vou ter que escrever minhas próprias aventuras. Será que existe mercado para isso no Brasil?

Fonte: Paizo

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Um bêbado, uma médium e uma fantasma

Nicolas Cage interpreta outro motorista com uma conexão sobrenatural em Between Worlds. Desta vez ele é um caminhoneiro ajudando uma médium (Franka Potente) a reconectar o corpo e a alma da filha dela em coma. Infelizmente para os envolvidos, a falecida esposa de Cage aproveita a oportunidade para voltar ao mundo dos vivos. Sem previsão de lançamento oficial.


© Saban Films

Maria Pulera é a diretora, roteirista e produtora. Esta é a sua segunda empreitada, já tendo dirigido um suspense com Rosanna Arquette em 2016. De acordo com o Internet Movie Database, Between Worlds foi filmado na Espanha.

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Para quem está pensando na referência no início do post, além de ter sido o Motoqueiro Fantasma duas vezes (isso conta como “motorista”?), Cage também protagonizou Fúria Sobre Rodas em 2011, com Amber Heard e William Fichtner, como um motorista que volta dos mortos em busca de vingança.

O trailer até que é bem editado, mas demoram um bocado para estabelecer que é um filme de fantasma. E a semelhança entre as personagens não ajuda muito na hora de criar tensão, acho que podiam ter deixado a esposa dele morena, para ajudar a diferenciar.

A interpretação do Cage lembrou Despedida em Las Vegas, de meros 23 anos atrás. Faltou uma garrafa de bebida constantemente caindo de sua mão e cambalear um pouco mais.

Fonte: IMDb

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Netflix investe em filme sobre monstros não-visíveis

Sandra Bullock continua a investir em ficção científica ao protagonizar Caixa de Pássaros, drama pós-apocalíptico sobre monstros que causam suicídios ao serem vistos. Ela é acompanhada por Sarah Paulson (História de Horror Americana), Rosa Salazar (Alita: Anjo de Combate) e John Malkovich. O longa chega aos cinemas americanos em dezembro, e também será distribuído pelo serviço de streaming Netflix, para assinantes.


© Netflix

A direção é de Susanne Bier (O Gerente da Noite) e o roteiro de Eric Heisserer (A Chegada). O filme é uma adaptação do livro Caixa de Pássaros, escrito por Josh Malerman e disponível no Brasil pela editora Intrínseca.

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Lembro quando um filme não ser lançado nos cinemas era um sinal de vergonha, que o treco era tão ruim que não valia a pena gastar dinheiro nesse tipo de distribuição; o jeito era vender em VHS e para qualquer emissora de televisão que tivesse um trocado sobrando.

Daí inventaram o video on-demand, quando você paga para assistir a um filme na sua televisão (serviços de assinatura a cabo usam isso o tempo todo), e até recentemente, ao menos nos EUA, você podia pagar uma pequena fábula para assisti-lo antes do lançamento nos cinemas.

Agora, o Netflix está comprando e distribuindo produções grandes, com elencos milionários. Chegaram ao ponto de desenvolverem conteúdo próprio até, contratando nomes que frequentam a lista de arrasa quarteirões, como Will Smith e Adam Sandler.

Como sou das antigas, fiquei um pouco decepcionado ao verificar que o Netflix ia distribuir o Caixa de Pássaros (a presença nos cinemas é apenas para concorrer a prêmios), imediatamente associando-o ao lançamento direto em vídeo. Mas parece que estão quebrando esse paradigma, lentamente.

Não saiu há pouco tempo um filme pós-apocalíptico sobre monstros em que os personagens não podiam fazer qualquer barulho? Nesse não devem enxergá-los… a evolução natural é o longa em que ninguém pode respirar ou acaba morto. Mas quando chegarem ao paladar, estou fora.

Fonte: IMDb

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Horror lovecraftiano a tempo para o dia das bruxas

Call of Cthulhu, a mais recente adaptação de H. P. Lovecraft para o mercado de videogames chega no dia 30 de outubro, para PlayStation, Xbox One e PC. Os jogadores controlam Edward Pierce, um detetive particular na década de 1920, que se envolve com horrores de além do tempo enquanto investiga a morte de uma família na Ilha Darkwater, costa leste dos EUA.


© Focus Home Interactive

Criado para um único jogador, o jogo tem ponto de vista em primeira pessoa, favorecendo a furtividade e exploração. Foi desenvolvido no Unreal Engine 4, pela empresa Cyanide Studio (Of Orcs and Men) e será distribuído pela Focus Home Interactive (The Technomancer).

O preço sugerido no Steam é de R$ 98,91.

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Lembro do primeiro teaser, há alguns anos. Capricharam no visual, principalmente dos ambientes, com texturas viscosas e grosseiras nas paredes e objetos, iluminação sinistra, ótimo uso de cores, e bastante névoa estratégica. Os personagens não são particularmente realistas, mas parece que não era esse o foco.

Apesar do título sugestivo, o jogo pouco parece ter a ver com o conto original, O Chamado de Cthulhu, sendo mais uma adaptação do RPG de mesa criado pela Chaosium, que utiliza o nome apesar de aproveitar quase todas as outras criações de Lovecraft. O gigantesco homem-polvo com asas de morcego é simplesmente o melhor garoto-propaganda da franquia, apesar de ser uma das ameaças menores (mesmo com esse tamanho todo), em comparação aos demais Grandes Antigos.

Acho que tenho alguns adventures arcaicos baseados na obra do Lovecraft, talvez dê uma nova olhada na possibilidade de instalá-los.

Fonte: IGDb

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Horror pode desagradar donos de gatos domésticos

Cemitério Maldito, baseado em um livro de Stephen King, vai ganhar uma nova adaptação cinematográfica. Desta vez Jason Clarke é o pai de família que leva todo mundo para morar em uma horripilante casa no interior dos Estados Unidos. Lá, descobrem que são vizinhos de um cemitério de animais de estimação aparentemente capaz de ressuscitar o que for enterrado em suas imediações. John Lithgow é o outro nome no elenco, como o morador sábio que tenta alertar o protagonista. Lançamento em abril de 2019, nos EUA.


© Paramount Pictures

A direção ficou com a dupla Kevin Kölsch e Dennis Widmyer, que já trabalharam juntos em filmes pouco conhecidos e mais recentemente em Pânico: A Série de TV. No roteiro estão David Kajganich, do seriado de televisão The Terror, e Jeff Buhler, do também televisivo Nightflyers.

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Lembro quando o pessoal se preocupava em criar nomes artísticos para trabalhar no show business.

Parece que recrutaram diretores e roteiristas em sets de filmagens para televisão, considerando que seus trabalhos mais relevantes (listados acima) foram todos realizados para a pequena tela. Aparentemente conseguem produzir um resultado satisfatório, considerando o ranking da maioria dos produtos, exceto pelo Nightflyers, que não foi lançado ainda.

Acho que assisti somente o Cemitério Maldito 2, com o Anthony Edwards, Clancy Brown, e olhem só, Edward Furlong. Que baderna inacreditável, com seus sustos atrelados a sons agudos e demais truques baratos.

Mas acho que os clássicos tem, pelo menos, uma vantagem sobre o remake: o gato parece bem mais assustador nos trailers e fotos antigas, do que esse vira-latas enlameado que arranjaram.

Fonte: Canal da Paramount no Youtube

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Franquia Boogiepop comemora 20 anos com novo anime

Boogiepop Phantom, clássico anime de horror dos anos 00 vai ganhar uma nova versão. Boogiepop wa Warawanai é uma adaptação do livro original, lançado em 1998, sobre um anjo da morte chamado Boogiepop e o desaparecimento de várias estudantes de um colégio. A série chega à televisão japonesa em janeiro do ano que vem, com uma nova equipe responsável e elenco.

O que essa mulher fazia mesmo?
© Madhouse

Phantom é listado como uma continuação do livro, e inclui um pilar de luz, assassinatos misteriosos e poderes sobrenaturais. O anime teve 12 episódios de 22 minutos e possui uma narrativa não-linear, com a trama mudando de ponto de vista constantemente, não seguindo exatamente uma ordem cronológica.

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Que me lembre, pelo menos. Assisti a uma versão em baixíssima qualidade, e o treco já era escuro e esquisito para começo de conversa. Combine isso com Serial Experiments Lain e você imagina como eram as convenções de anime duas décadas atrás.

Pelas prévias parece bem mais palatável e menos sinistro, mas pode ser pelo estilo artístico semelhante a algumas séries recentes, ou pela mera presença de cores e luz. Vou deixar para julgar melhor quando sair o primeiro trailer, que deve ser em breve.

Fonte: Anime News Network

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Concorrente do Steam comemora 10 anos de vendas

O site de venda de jogos Gog está celebrando 10 anos de atividades este mês, com descontos de até 85% em vários títulos próprios e de outras empresas. Também colocaram à venda pacotes temáticos de jogos e incluíram algumas novidades antigas no catálogo, como Indiana Jones and the Infernal Machine.


© GOG

E estão dando uma cópia digital gratuita de Shadow Warrior 2 para qualquer pessoa com uma conta no site. Esta promoção vale por mais dois dias, devendo acabar no sábado (06).

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Shadow Warrior 2 ganhou uma votação de usuários para definir qual jogo seria gratuito, batendo os independentes e esquisitinhos Firewatch e Superhot. Infelizmente acho que já recebi o mesmo em uma promoção anterior (ou terá sido o primeiro?), então preferia ter ganho o “simulador de caminhada” Firewatch.

Estou vendo algumas velharias bem tentadoras, porém, como sempre, tenho um catálogo considerável de coisas instaladas e sequer abertas no meu cpu. Mas para quem tem um orçamento restrito e está com saudade de velharias ou gostaria de verificar como eram os jogos de antigamente, sempre mencionados por seus pais ou avós, esta é uma oportunidade.

Pelo menos achei algo para a minha lista de desejos: um certo CrossCode, vislumbrado na página de novidades do site, apesar de não participar da promoção de 10 anos. Pelos trailers e fotos, parece um clone de Chrono Trigger ou mesmo dos antigos Zelda. Acabo de sofrer um ataque de nostalgia – felizmente olhar o preço do jogo me curou.

Fonte: Newsletter da Gog.com

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Novo Halloween chacina seus antecessores

Os estúdios Universal Pictures vão lançar em outubro deste ano, nos EUA, Halloween, uma continuação direta do clássico Halloween: A Noite do Terror, de 1978. Jamie Lee Curtis retorna protagonizando 40 anos após enfrentar o assassino mascarado Michael Myers, interpretado novamente pelo ator original, Nick Castle.


© Universal Pictures

David Gordon Green é o diretor e um dos roteiristas, ao lado do comediante Danny McBride. Os dois trabalharam juntos nas comédias Segurando as Pontas e Sua Alteza. John Carpenter, diretor e roteirista do original, é um dos produtores executivos.

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De todos os clássicos “slasher” do final dos anos 70 e toda a década de 80, acho que o único original que assisti foi o primeiro Sexta-Feira 13, justamente o filme sem um “monstro” definido. Halloween, pelo que me lembre de uma retrospectiva que ouvi há alguns anos, deu início ao gênero, criando quase todos os clichês repetidos dezenas de vezes desde então – o principal diferenciador entre as demais produções é o vilão e os seus poderes.

Este Halloween finalmente escancara um conceito que vai acabar se tornando o padrão, caso os estúdios insistam em manter vivas franquias por décadas e décadas: é impossível manter coerência por tanto tempo assim. Em vez de tentar encaixar todos os longas anteriores na trama do mais recente, inventando alguma viagem no tempo ou insultando os fãs com um “reboot”, você simplesmente anuncia quais filmes você vai aproveitar e quais serão descartados.

Neste caso, deixaram de lado todas as continuações e os bizarros recomeços do Rob Zombie, homenageando somente a criação original. Finalmente um pouco de bom senso e coragem nesse mercado de ordenha de franquias desgastadas.

Há vários anos os estúdios Fox ensaiaram algo parecido, com um filme Alien se passando após o segundo e descartando as continuações, aproveitando os fuzileiros navais sobreviventes e a protagonista. Parece que até a Sigourney Weaver estava interessada. Mas daí preferiram entregar as chaves da franquia para o Ridley Scott dirigi-la contra todas as árvores e postes que encontra pelo caminho, terminando de escangalhar tudo. Não que tivesse muita esperança para outro filme do Neill Blomkamp – depois de Distrito 9, foi só ladeira abaixo.

Enfim, se faturarem alto, talvez vire uma (boa) tendência.

Fonte: Canal da Universal no Youtube

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