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Novo jogo de tiro traz aranhas, fantasmas e bolhas telepáticas alienígenas

A Bethesda vai lançar seu novo jogo de ficção científica em maio, para PC, PlayStation 4 e Xbox One. Prey traz um protagonista em primeira pessoa armado para enfrentar alienígenas com poderes variados, como pode ser visto no vídeo promocional mais recente, logo abaixo.


© Bethesda

Apesar de ser um jogo de tiro, o título também parece contar com uma trama complexa, com conspirações e experimentos em seres humanos. Confira um trecho de Prey:


© Bethesda

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Mais um para a lista “parece interessante, mas só fico sabendo uma semana antes do lançamento”, apesar do prazo ser um pouco maior dessa vez. Os trailers velhos trazem alguns bons elementos conspiratórios, não muito óbvios acima, insinuando sem muita sutileza que o protagonista passou por um experimento ligado aos alienígenas.

Por falar nas criaturas, achei-as meio decepcionantes. Três variedades de sombras pretas se contorcendo e movendo-se rapidamente? Não vai ficar meio cansativo depois da primeira hora? Se eles ganham um pouco mais de variedade tanto em visual quanto em estratégia mais tarde, deviam deixar isso claro – ficou a impressão que será um longo desfile de gosmas pretas fantasmagóricas. Ectoplasma preto.

Mas o resto da qualidade gráfica está realmente impressionante, tanto nos cenários quanto nos objetos – a transformação das aranhas ficou ótima, apesar de meio imbecil.

Título rejeitado: Já não existe um jogo com esse nome?

Fonte: Videogamer.com

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Astros encabeçam pequeno horror espacial

Chega aos cinemas no mês que vem o filme Vida, produção de horror e ficção científica protagonizada por Jake Gyllenhaal e Ryan Reynolds. Os dois integram uma equipe de cientistas na Estação Espacial Internacional investigando amostras de uma forma de vida marciana, que logo se mostra hostil.


© Sony Pictures

O roteiro é de Rhett Reese e Paul Wernick, dupla responsável pelo sucesso de bilheteria Deadpool, e a direção de Daniel Espinosa, de Protegendo o Inimigo e Crimes Ocultos.

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A divulgação do longa está incrivelmente ativa, para um produto que parece não ter potencial para continuações ou sequer grandes bilheterias. Apesar do elevado poder aquisitivo de seus protagonistas, filmes de horror não tendem a coletar dinheiro com a mesma facilidade que um longa de ação, comédia ou romance.

Mas como o treco parece ser muito barato (o salário da dupla deve ter sido o maior investimento), os estúdios e distribuidoras envolvidos provavelmente querem capitalizar o máximo possível – e talvez provar a viabilidade do formato. Rostos famosos + horror em ambiente restrito – orçamento = lucro.

Para mim parece que um estúdio resolveu fazer um favor ou agrado ao Ryan “Deadpool” Reynolds e bancou um projeto de médio/baixo orçamento de seus amigos roteiristas, para deixar todo mundo feliz e garantir que continuem trabalhando na franquia já comprovadamente lucrativa.

Título alternativo: Donnie Darko & Deadpool vs. Prometheus

Fonte: Blastr

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Sucesso inesperado para jogo de Conan

Conan Exiles é uma prioridade para a Funcom, de acordo com texto divulgado no blog oficial do jogo. Com a venda de 320.000 cópias na primeira semana de “acesso antecipado”, todos os custos de desenvolvimento já foram recuperados, e a equipe deve continuar corrigindo problemas e desenvolvendo conteúdo, com anúncios programados para convenções ainda este ano.


© Funcom

Também está disponível para usuários um “kit para desenvolvedores”, ferramenta que permite fazer modificações no jogo e colocá-las à disposição de outros jogadores, tudo por meio da plataforma Steam. Conan Exiles está à venda por R$ 59.

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Como profissional da assessoria de comunicação, fiquei fascinado por um parágrafo do blog mencionado acima. Colocaram uma fala do diretor da empresa celebrando o sucesso de Conan Exiles, mas também admitindo que a empresa passou por dificuldades em anos recentes. Você praticamente consegue ouvir o suspiro de alívio nas entrelinhas da declaração.

E isso é bem raro em comunicação institucional – não exatamente admitir erros, algo que você pode fazer culpando o outro lado ou enfatizando no quanto estão melhorando daí em diante, mas sim projetar tanta fraqueza em público.

Talvez por estar acompanhando a Funcom há quase uma década e ter jogado a maioria dos seus títulos, inclusive fiascos como Lego Minifigures, senti uma certa simpatia pelo sofrimento e redenção da empresa. Mas não acho que críticos, entre eles boa parte de sua base de usuários frequentes ou inconstantes, vai sentir a mesma misericórdia que eu.

Na verdade, essa admissão de fraqueza não dá a impressão que não tinham certeza do que estavam fazendo, e que eles próprios estão surpresos com o sucesso? Que já estavam antecipando o fracasso? Perigoso isso!

Fonte: Blog Conan Exiles

Site oficial Conan Exiles https://conanexiles.com/#thegame

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Netflix prepara desenho animado de Castlevania

Castlevania, franquia japonesa de videogames sobre vampiros vai ganhar uma adaptação animada no Netflix ainda este ano, segundo a própria empresa.

Excelentes memórias!
© Konami

Lançado originalmente em 1986 para o Nintendo de 8 bits, Castlevanias geralmente são protagonizado por um membro da família Belmont, responsável por caçar Drácula sempre que este ressurge das cinzas. Ao longo das décadas outros protagonistas foram incluídos, além de monstros de diversas mitologias e até elementos de ficção científica.

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Minha memória quanto ao início dos anos 90 não é grande coisa, mas lembro vagamente de gostar muito de Castlevania – principalmente de Castlevania II: Simon’s Quest, com seus elementos de RPG. Talvez jogasse mais outros títulos populares, como Mario e Final Fantasy, mas a família Belmont provavelmente deixou a maior marca em meu jovem cérebro.

Em anos mais recentes joguei o Super Castlevania IV, um para Nintendo 64 e outro para Game Boy Advance (tudo em emuladores, obviamente), quase uma década após seus lançamentos. Em suma, meu saudosismo me deixa moderadamente entusiasmado para esse projeto.

Por outro lado os boatos que os produtores estão se inspirando em Game of Thrones esfriam um tanto esse interesse – quer dizer que o desenho vai ser recheado com violência sexual e centenas de personagens, além de se esticar por mais de vinte anos?

Outro ponto antes de encerrar, acho que é a primeira animação exclusiva do Netflix para público adulto sem temática cômica. No gênero comédia acredito que já são dois ou três desenhos, mas de ação nenhum – isso descontando os animes, que são uma categoria a parte.

Fonte: io9

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Fãs de Penny Dreadful podem se torturar um pouco

O seriado de televisão Penny Dreadful, cancelado no ano passado, vai ganhar uma sobrevida nos quadrinhos da Titan Comics, a partir de abril deste ano. O programa reunia várias criaturas mitológica na Inglaterra do século XIX, incluindo vampiros, lobisomens, bruxas e as criações do Dr. Frankenstein.

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© Titan Comics

Penny Dreadful #1 foi roteirizado por Chris King, listado como um dos produtores da série, e tem 40 páginas por US$ 4.99. A arte é de Jesús Hervás e cores de Jason Wordie. A série contava com Eva Green, Timothy Dalton, Billie Piper e Josh Hartnett no elenco. O diretor Sam Mendes era um dos produtores executivos.

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Gostei muito da primeira temporada de Penny Dreadful. Era incrivelmente previsível, conseguia enxergar tudo que ia acontecer um ou dois episódios antes, mas quando chegavam lá, os visuais geralmente valiam a espera. Gostei principalmente do monstro do Frankenstein matando o Dr. Van Helsing.

Comecei a assistir a segunda temporada, mas alguma coisa no primeiro episódio, não lembro bem o que, me desanimou e acabei esquecendo. Acho que as novas vilãs. Quando anunciaram o cancelamento, desisti de vez.

Um tempo atrás ouvi uma resenha de alguém que assistiu tudo na sequência e disse que valia a pena, que a história fechava bem, que haviam terminado na terceira temporada de propósito. Mas agora fazem uma continuação em quadrinhos?

Fonte: Bleeding Cool

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Crossover alienígena é prelúdio de filme

A Dark Horse continua expandindo o universo do filme Prometheus com a história em quadrinhos Alien vs. Predator: Life and Death #1. Fuzileiros coloniais humanos estão no planeta LV-223, o cenário do longa, enfrentando a espécie alienígena apelidada de Xenomorfos, quando os caçadores de troféus espaciais Predadores chegam no local. São 32 páginas por US$ 3,99, disponíveis desde a semana passada.

Mas já existiam Colonial Marines nessa época? Ou é mais no futuro ainda?
© Dark Horse Comics

O roteiro é de Dan Abnett (Juiz Dredd, Justiceiro, Legião de Super-heróis), com arte de Brian Thies e cores de Rain Beredo.

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A editora relançou a franquia Alien e Predador nas HQs com o anúncio do filme acima mencionado, tentando atrelar tudo a uma história integrada, coerente, descartando as iniciativas anteriores que publicaram em décadas passadas.

Infelizmente o material base, Prometheus, é um monte de lixo. E sua continuação, Alien Covenant, até o momento conseguiu ter um trailer tão ruim que parece indicar estar no mesmo caminho. Ou o Ridley Scott perdeu a mão, ou está fazendo essas continuações totalmente contrariado, apenas pela grana. Ainda bem que está só perifericamente envolvido com Blade Runner 2049, ou reduziria minhas expectativas para esse outro derivado de um clássico seu também. Esses pastiches de ficção científica nos cinemas estão ficando cansativos!

Quanto aos quadrinhos, não gostei da amostra grátis. Diálogo batido e arte “apressada”. Provavelmente é o estilo do desenhista, mas me pareceu bem conveniente para produzir gibis rapidamente, com esses traços tão soltos, quase abstratos. Felizmente não embarquei nesse reboot.

Fonte: Dark Horse Comics

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Um e-book grátis sobre monstros clássicos no espaço

A editora Phoenix Pick está distribuindo este mês o e-book grátis Reboots, da escritora Mercedes Lackey. A história se passa no futuro, mas com criaturas sobrenaturais integradas na sociedade, e no caso específico da trama, tripulando uma nave espacial. A sinopse menciona zumbis, vampiros e lobisomens como personagens do livro.

Não podiam ter encontrado um zumbi pior
© Phoenix Pick

Para obter uma cópia digital, basta ir até a página http://www.phoenixpick.com/botm/Lackey.htm, clicar no botão Add to cart, reduzir o preço para zero dólares, clicar no botão Checkout, preencher um formulário de nome e e-mail, e selecionar um formato de arquivo.

No mesmo link acima também é possível comprar em pacote fechado o livro original e sua continuação, pelo preço reduzido de US$ 3,99.

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Acho que é a segunda ou terceira vez que dão esse livro nos últimos anos, desde que comecei a divulgar a iniciativa. Não gosto muito de repetir conteúdo, mas com esse meu público totalmente aleatório, é provável que vá beneficiar alguém – editora ou leitor.

Eu diria que esse é um nicho pouco explorado, ficção científica com paranormalidade urbana, principalmente enlatando os dois em uma nave espacial. O único outro exemplo que me vem à cabeça é o magnífico Blindsight, de Peter Watts, sobre o encontro de uma nave tripulada por humanos com uma espécie verdadeiramente alienígena no espaço, acompanhados por um vampiro criado geneticamente. Enquanto esse é um representante de hard sci-fi, o livro da Lackey parece mais bem-humorado. Acho que vou colocá-lo na lista de futuras leituras simplesmente por ter me relembrado de Blindsight.

Fonte: Newsletter da Phoenix Pick

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O pior programa de demissão voluntária

The Belko Experiment é um filme de horror e ficção científica sobre uma empresa cujos funcionários precisam lutar pela própria vida uns contra os outros. Fazem isso seguindo regras específicas ditadas pelo sistema de comunicação interna do prédio, e caso desobedeçam, são executados pelos patrões. Lançamento em março do ano que vem, nos EUA.


© Orion Pictures

Os nomes mais conhecidos no elenco são Michael Rooker (The Walking Dead), Tony Goldwyn (Ghost – O Outro Lado da Vida) e John C. McGinley (Scrubs). A direção é de Greg McLean, com alguns filmes de horror australiano em seu currículo, e o roteiro de James Gunn, de Guardiões da Galáxia.

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As resenhas dos frequentadores de festivais de cinema mencionam que o filme é uma comédia de horror, algo não muito óbvio pelo trailer. Exceto pela premissa em si, que é Jogos Mortais em uma firma, e pela escolha do elenco, cujos atores um pouco mais reconhecíveis não são típicos do gênero de horror.

Parece divertido e entupido de reviravoltas, e apreciei os poucos elementos de ficção científica, como a bomba implantada no crânio dos personagens (parece que acreditavam que se tratava de um meio de identificação – há um pedaço de diálogo com algumas palavras nesse sentido) e o sistema de isolamento do prédio, um pouquinho mal feito no computador.

Aposto que o desfecho vai envolver chapéus de papel alumínio.

Fonte: Bleeding Cool

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Hordas de mortos vivos e um bárbaro com espada

A penúltima edição do ano de Conan the Slayer está disponível em lojas especializadas e na internet a partir desta semana. A revista continua a saga do bárbaro e sua tribo de mercenários nômades do deserto, os kozakis, enfrentando uma briga entre irmãos por controle do grupo, e também uma horda de mortos vivos.

Faz tempo que ele não enfrenta um vampiro. Será que aceitam sugestões?
© Dark Horse Comics

São 32 páginas por US$ 3,99, com roteiro de Cullen Bunn, arte de Sérgio Dávila e cores de Michale Atiyeh.

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Estava me planejando para comprar outra edição encadernada do Conan pela Mythos Editora no final de ano, mas o lançamento de Blame! e Ghost in the Shell pela JBC adiaram indefinidamente esse planos. Estou em uma onda cyberpunk tão dominante ultimamente que não tenho me interessado nem por jogos, livros ou mesmo RPGs de fantasia – até paralisei a campanha de Pathfinder que obrigava meus filhos a participarem.

Em compensação estou lendo um livro atrás do outro remotamente com esse tema (ficção científica militar é cyberpunk do ponto de vista das forças armadas – pode acreditar), e acumulando jogos de computador em promoção na mesma vertente (prestes a terminar Shadowrun Hong Kong, e daí pular para Technobabylon). Sem falar em Interface Zero 2.0, adaptação cyberpunk de Pathfinder – como vão lançar o manual principal em janeiro com apenas uma aventura, planejei uma campanha por conta própria e escrevi o esqueleto de três aventuras, só precisando definir as estatísticas das pessoas/robôs envolvidos, e alguns diálogos chave.

Não escrevia uma aventura desde os ano 90. Após retomar o passatempo com Pathfinder, no máximo modifiquei módulos prontos e escrevi um ou dois encontros/combates. Esse material próprio está ficando tão bacana que penso em traduzi-lo e soltar na internet – a escassez de material para o cenário talvez atraia usuários. O problema, para variar, seriam os mapas. Aprender a fazer alguns razoáveis ocuparia mais tempo do que escrever a campanha toda.

Fonte: Dark Horse Comics

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Conan Exiles vai abrir mais cedo para entusiastas

Conan Exiles, novo jogo da Funcom na franquia Conan O Bárbaro, vai ser lançado em “early access” no final de janeiro do ano que vem. A modalidade permite a jogadores acessarem o produto ainda em estágio inicial ou intermediário de desenvolvimento, com vários aspectos ainda inacabados ou não testados profundamente.


© Funcom

Neste título os usuários precisam construir todo tipo de objeto, começando por suas próprias ferramentas e armas, e tentar sobreviver ao brutal mundo de Conan. Poderá ser jogado sozinho ou em multiplayer.

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Muitos sentimentos ambíguos quando a esse Conan Minecraft. Enquanto o mapa para novatos do MMORPG Age of Conan me proporcionou alguns dos momentos mais divertidos em um jogo desse estilo, os mapas normais são incrivelmente chatos, banais e repetitivos. Parece que colocaram o pessoal topo de linha na produção dos primeiros 20 níveis, e depois deixaram o resto do jogo nas mãos da equipe em treinamento.

A perspectiva de poder jogar isso em single player me deixa feliz, já que o aspecto online parece ser cada vez mais o ponto fraco da empresa. Mas os aspectos técnicos necessários para construir um jogo de mundo aberto e focado em crafting provavelmente estão consumindo todos os recursos a disposição – será que vão conseguir elaborar uma campanha também?

Fonte: Videogamer

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