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30 mil dólares para psiônicos no espaço

Poderes psiônicos devem ser introduzidos no RPG de mesa Starfinder ainda este ano, com previsão inicial de lançamento do Psionics Guide em novembro. A informação foi confirmada pela editora Dreamscarred Press, que está criando o manual compatível, e graças ao financiamento de mais de 30 mil dólares por meio do Kickstarter, também um livro de monstros e outro de naves espaciais.

Minha raça predileta, os fungos espaciais atstreidi
© Dreamscarred Press

O Psionics Guide apresentará classes, raças, equipamentos e regras para utilização de poderes mentais clássicos, como telepatia e telecinesia, utilizando um sistema de pontos. A campanha de financiamento garantiu principalmente a aquisição de arte original, além de conteúdo extra para o livro principal e os outros dois manuais.

O material já está sendo escrito, com parte dele disponível para teste aberto em arquivos no Google Docs: Signal Confirmed e Encryption Decoded.

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A campanha foi recordista de participantes, com 738 gastando dinheiro no projeto, mas conseguiu pouco mais da metade do Ultimate Psionics, adaptação dos poderes para Pathfinder. Em 2012 arrecadaram 56 mil dólares de 479 pessoas. Mas analisando os tipos de opções extras oferecidas, provavelmente ficaram no prejuízo – é muita coisa impressa, livros e outros produtos avulsos, como cartões de poderes, tela para GM… os gastos com frete devem ter sido monumentais, sem falar na mão de obra, a menos que torrem mais dinheiro ainda contratando gente para cuidar da logística. Demoraram um ano e dois meses para publicar a versão em .pdf, e acho que estão até hoje terminando de fazer todas as tranqueiras prometidas.

Desta vez aprenderam a lição, se comprometendo apenas com conteúdo para o Psionics Guide e um pouco para o Psionic Bestiary (nem falam quantos monstros a mais). E acho que cometeram um erro com o livro de naves aos 30 mil, podiam ter colocado uma quinta classe para celebrar essa marca, em vez de se arriscar com um terceiro manual. Aposto que teria mais impacto e daria menos trabalho.

Espero que consigam manter o prazo de apenas 7 meses, mas prefiro não criar expectativas. Estou apostando mais em um “primeiro semestre de 2019”, prevendo obstáculos no trajeto.

Fonte: Kickstarter

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Promoção de jogos eletrônicos invejados

O site Gog.com está vendendo com até 85% de desconto os 150 jogos mais desejados por seus usuários. A maioria dos títulos são antigos, como é característico do catálogo da empresa, e possuem os maiores descontos, enquanto títulos mais recentes receberam cortes de preço razoáveis a apenas nominais. A promoção é válida até segunda-feira (23).


© CD Projekt Red

De acordo com a divulgação oficial, encabeça a lista The Witcher 3: Wild Hunt, disponível com 60% de desconto, e suas duas expansões com 50%. São seguidos por Planescape: Torment e Baldur’s Gate II, ambos em versão atualizada, com 67% e 75% de desconto respectivamente.

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Quase fiz um pequeno estrago no meu modesto orçamento de entretenimento, mas me contive. Planescape por R$ 12 e Baldur’s Gate 2 por R$ 9 são muito tentadores, mas voltando ao que mencionei esta semana ainda, tenho muitos jogos sequer abertos. Deixarei para ocasiões futuras, ou talvez nunca.

Sem falar que acabo de levar uma mordida de 15 dólares no Kickstarter da Dreamscarred Press, por uma tonelada de conteúdo que vão produzir adaptando poderes psiônicos para Starfinder. Acho que vou escrever sobre isso amanhã, depois que a empresa divulgar detalhes sobre prazos.

Fonte: Gog.com

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O Corvo em quadrinhos ganha compilação caprichada

A editora Darkside Books anunciou uma versão nacional de O Corvo – Edição Definitiva, prevista para junho deste ano. A história em quadrinhos foi escrita e desenhada por James O’Barr nos anos 1980, sobre um espírito de vingança que volta dos mortos. O preço sugerido é de R$ 59,90.

Deviam fazer um bundle com a trilha e o primeiro filme
© Darkside Books

A publicação tem 272 páginas e formato de 26,6 cm por 17,6 cm. Estão inclusas 30 páginas de artes inéditas, criadas pelo autor para esta compilação.

A HQ foi adaptada para os cinemas em 1994, utilizando o mesmo nome. A produção ficou conhecida principalmente pela morte acidental do protagonista, Brandon Lee, durante as filmagens.

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E também pela magnífica trilha sonora dos anos 90, eu diria. Ouvi o treco até quase desgastar o CD, e se bobear ainda tenho ele jogado em algum canto por aqui. Assisti ao filme uma tonelada de vezes, na época em que você alugava uma fita e fazia uma cópia usando dois videocassetes. Puro combustível para adolescência.

Sabia da existência dessa HQ, acho que até vi uma edição mensal publicada em algum ponto nas décadas seguintes ao filme, mas sempre em um número no meio do caminho. E pelo jeito a distribuição era limitada, pois nunca encontrei edições usadas na época em que comprava quadrinhos em sebos.

Hoje em dia provavelmente acharia o treco deprimente. Pelas amostras nas buscas por imagens a arte é o que você esperaria de uma produção da época: um pouco grosseira, anatomia anormal nos momentos de ação, e ótimos close-ups.

Fonte: Pré-vendas da Saraiva

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Novo metroidvania inspirado em animes antigos

A Square Enix vai distribuir um novo jogo independente a partir de 15 de maio, Forgotton Anne. O título de ação em formato de plataforma e cheio de animações foi criado pela dinamarquesa Throughline Games, e estará disponível para PC, Playstation 4 e Xbox One.


© Square Enix Collective

A protagonista Anne procura escapar de uma dimensão repleta de objetos do cotidiano que desaparecem e são esquecidos, mas que lá criam vida e se tornam habitantes locais.

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É mais uma iniciativa do Square Enix Collective, serviço da empresa para apoiar independentes na distribuição e divulgação, em troca de uma porcentagem. Possuem um catálogo considerável de lançamentos na página oficial, mas nada que tenha ouvido falar. Até pensei em procurar algo interessante para adquirir, mas não abro um jogo eletrônico desde março, e ainda tenho vários inéditos instalados no computador.

Acho que Forgotton (erro de digitação?) Anne tem a quantidade exata de publicidade disponível, qualquer sucesso adicional apenas se cair nas graças da comunidade e se beneficiar do boca a boca. Mais divulgação às custas de dólares e começariam a atrair a atenção de grupos militantes interessados em espremer pedidos de desculpas e doações de grandes empresas.

Ou vai me dizer que um jogo de anime criado por europeus não acende todos os alertas de Apropriação Cultural, tão em moda nesta década? Para sorte dos criadores, estão protegidos pelo manto da pobreza conhecido pela alcunha “indie”.

Fonte: Videogamer

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Tubarão gigante tenta superar Tubarão clássico

The Meg é a nova produção estrelada por Jason Statham, desta vez enfrentando um tubarão do período Cretáceo Superior (66 milhões a 100 milhões e 500 mil anos atrás), mas em tempos modernos. Ele está acompanhado em sua empreitada por Rainn Wilson, Ruby Rose e Bingbing Li. Lançamento em agosto deste ano, nos EUA.


© Warner Bros

A direção é de Jon Turteltaub, da franquia A Lenda do Tesouro Perdido. O roteiro conta com uma equipe de cinco pessoas diferentes, e é uma adaptação do livro The Meg: A Novel of Deep Terror, de Steve Alten, lançado em 1997. A franquia literária tem seis continuações, e são todos inéditos no Brasil.

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Mas que porcaria foi essa? Isso é um filme de terror, de ação, uma comédia, o que? Estão querendo agradar quem com essa colagem aleatória de efeitos visuais e trilha sonora grotescamente deslocada?

Eis um sinal da gigantesca influência chinesa em Hollywood, adquirindo ou investindo em produtoras de grande porte. Finalmente projetos arriscados como esse Tubarão à décima potência vão saindo do papel, sem que seu fracasso signifique o fechamento das empresas envolvidas.

Daí colocam uma fraquinha atriz mirim asiática em destaque, apesar de não conseguir atuar nada, uma atriz chinesa coprotagonista (no que não vejo problemas, os papéis secundários em filmes de ação tem pouco a oferecer, então o mínimo que podem fazer é recheá-los com variedade), e uma tonelada de extras chineses. É preciso agradar os novos patrões!

Depois de tantas décadas tentando fazer o filme, podiam ter caprichado um pouco mais no primeiro trailer.

Fonte: IMDB

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Psiônicos para Starfinder continuam se desenvolvendo

O manual Psionics Guide para o RPG de mesa Starfinder está entrando em sua última semana de financiamento coletivo. A campanha no site Kickstarter acumula mais de 17 mil dólares, sendo apenas 5 mil necessários para a criação do livro. Entre o material sendo desenvolvido pela editora Dreamscarred Press constam quatro classes, 11 raças, novos arquétipos, temas, equipamentos e poderes psiônicos de nível 1 ao 6.

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© Dreamscarred Press

A contribuição mínima de 10 dólares garante uma cópia digital do livro, e a de 15 dólares inclui um catálogo de monstros psiônicos. O financiamento extra já garantiu fichas de personagem, três pacotes de opções extras para jogadores e GMs, ilustrações e a criação do próprio bestiário. O material está previsto para ficar pronto ainda este ano.

O Psionics Guide é um livro compatível com o sistema de regras criado pela Paizo, e portanto seu uso não é oficial.

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Estou participando com meus modestos 15 dólares, uma pechincha em comparação ao preço que o treco provavelmente vai atingir depois de pronto – no mínimo 30, provavelmente 40 dólares.

Pela minha experiência com campanhas de Kickstarter, os últimos dias costumam trazer uma quantia expressiva de dólares para os criadores, geralmente valor igual ao recebido nos primeiros dias. Imagino que esse livro chegue até os 25 mil dólares, principalmente se criarem uma recompensa atrativa para essa faixa de financiamento. Uma quinta classe, por exemplo.

Espero que o treco continue em desenvolvimento sem problemas e saia mesmo este ano. Os últimos dois que financiei, de outras editoras, estão empacados há anos, e sem previsão de ficarem prontos.

Por enquanto continuo com nossa campanha semanal de Starfinder, e a gurizada está se esbaldando. Em quase toda sessão seus personagens chegam à beira da morte, o que deixa o jogo emocionante e tenso. Não lembro de Pathfinder ser tão mortífero – depois do primeiro nível era raríssimo alguém morrer, exceto de propósito.

Fonte: Dreamscarred Press no Kickstarter

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Mais Violet Evergarden a caminho

O anime Violet Evergarden chegou ao fim esta semana, mas a produção da série confirmou via mídias sociais que um projeto “completamente novo” foi autorizado. Não há detalhes se é uma segunda temporada, filme ou adaptação live-action. A temporada completa está disponível no Brasil pelo serviço de streaming Netflix.

Garota propaganda dos Correios?
© Netflix

Violet Evergarden se passa em um mundo com tecnologia equivalente ao começo do século XX, exceto no quesito próteses, muito mais avançadas que as atuais. A protagonista, que dá nome à série, é uma ex-soldada que perdeu os dois braços na guerra e precisa aprender a conviver em um país sem conflitos armados.

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Se você começar a assistir Violet Evergarden esperando que uma trama vá guiar a série, vai se perder e ter uma experiência medíocre. Os episódios na verdade são pouco conectados um ao outro, optando por apresentar a cada semana um diferente tipo de “amor”, o que se encaixa na cruzada maior da heroína, descobrir o que é este sentimento.

São histórias boas, algumas razoáveis, e uma tonelada de desenvolvimento de personagem por parte da protagonista (os coadjuvantes parecem congelados no tempo, em comparação). Quase não há cenas de ação fora de flashbacks, exceto nos dois últimos episódios, bem esquisitos em comparação ao resto do anime. Me lembrou muito o Princess Principal do ano passado, tanto em cenário quanto em estrutura, inclusive ao se perder no final da temporada com uma mudança de tom brusca.

Bom, hora de assistir o episódio 13.

Fonte: Anime News Network

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Starfinder expande seus mundos

Já está a venda o manual Pact Worlds para o RPG de mesa Starfinder. O livro detalha os 14 mundos que assinaram um pacto para trabalharem em conjunto contra ameaças externas, e é parte central do cenário deste jogo. São US$ 9,99 pela versão digital, e US$ 44,99 pela edição impressa, disponíveis na página da própria editora Paizo.

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© Paizo

Além de descrições detalhadas sobre as áreas mais relevantes de cada mundo, que podem ser utilizadas por quem está jogando uma aventura pronta, ou como gancho para escrever seu próprio material, o livro traz várias opções para os jogadores. São novas raças, temas inspirados em cada mundo, magias, façanhas, equipamentos e arquétipos (espécie de subclasse que modifica as classes principais). Também estão disponíveis naves espaciais inéditas de várias categorias.

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Gostei principalmente das raças, apesar de algumas terem características que precisarão passar por uma errata (como os mortos-vivos que, tecnicamente, transformam qualquer personagem em tamanho médio, por mais que fossem pequenos ou grandes em vida). Os equipamentos preenchem algumas lacunas, mas não trazem nada poderoso o bastante para ser “obrigatório”, estão mantendo o material equilibrado.

Os arquétipos continuam sendo questionados, já que no papel parecem oferecer mais desvantagens do que a versão normal da classe – na prática ainda falta mais análise e depoimentos. Se não me falha a memória, apenas um deles não modifica a classe imediatamente a partir do segundo nível, exigindo que você tome uma decisão cedo quanto a utilizar essa opção.

Continuo com o joguinho semanal com meus filhos. Para compensar o número reduzido de personagens em relação a um grupo normal, dobrei o dinheiro disponível a eles, e também estão passando de nível mais rápido que o esperado, já que dividem o XP entre menos pessoas. Na sessão deste final de semana parece que esqueceram o significado da palavra “estratégia”, tamanho o número de péssimas decisões tomadas. Os vários acertos críticos de meus monstros também não facilitaram a vida para a dupla. Ou seja, foi muito divertido o treco.

Fonte: Paizo.

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Anime de fantasia sombria ganha dois filmes

O anime Made in Abyss vai ganhar dois filmes resumindo a sua primeira temporada, lançada em 2017. Os lançamentos estão previstos para o final deste ano e começo do próximo, nos cinemas japoneses. Os títulos são Made in Abyss: Journey’s Dawn e Made in Abyss: Wandering Twilight.

Deem meia volta! Desistam!
© Kinema Citrus

A animação adapta o mangá de mesmo nome, sobre uma dupla de crianças explorando um gigantesco abismo no meio da cidade em que residem. O produto combina fantasia e horror, com os protagonistas precisando enfrentar obstáculos naturais, monstros e adultos bizarros.

Uma segunda temporada já foi confirmada.

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Dois filmes para resumir 13 episódios? Pelo jeito os envolvidos não querem abrir mão de muita coisa nessas compilações – sem falar que o treco mal vai ter completado um ano fora do ar quando lançarem o primeiro filme.

Já sabia que havia sido um sucesso de crítica, com a quantidade de resenhas positivas e comentários gerais sobre audiências com o coração retorcido (especialmente após o episódio duplo final). Mas que foi sucesso financeiro a esse ponto, é espantoso. É um produto muito bom, mas não é exatamente uma coisa que dê vontade de assistir repetidas vezes. Experimentos com crianças, mutilação, eutanásia e outros temas simpáticos, com personagens desenhados de maneira infantil e caricata. A combinação é poderosa. E o excelente trabalho dos dubladores, a música e os efeitos sonoros ajudam muito a atingir esse patamar.

Mas realmente é um treco bem tenebroso.

Fonte: Anime News Network

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Psiônicos futuristas precisam de dinheiro

A editora independente Dreamscarred Press lançou uma campanha no site de financiamento Kickstater para bancar os custos de produção do livro Psionics Guide. O manual será compatível com o sistema de RPG de mesa Starfinder, trazendo classes, raças, arquétipos e equipamentos ligados a poderes mentais.

A capa é fajuta, mas funciona bem demais. A arte parece até planejada por um algoritmo...
© Dreamcarred Press

O custo inicial é de 5 mil dólares, já atingidos em apenas dois dias. Agora a empresa vai adicionar mais conteúdo conforme a quantia de financiamento, sendo o primeiro objetivo um pacote temático chamado “Children of the Void”, com novas opções para personagens e ferramentas para Game Masters.

O valor mínimo para participar e adquirir uma cópia do livro é de 10 dólares. O prazo final é 19 de abril.

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Já comprei a minha cópia. Após o lançamento imagino a coisa custando 15 ou 20 dólares, dependendo da quantidade de material extra liberado. Espero que a data de entrega de dezembro de 2018 seja apenas uma margem gigante para evitar “se atrasarem”, e que terminem antes.

Serão apenas quatro classes, com o Psion e o Aegis adaptados do Ultimate Psionics, para Pathfinder, e o Specialist e Integrator amontoando outras classes antigas. Mas as funções básicas estão cobertas: usuário de magia (ou poderes psiônicos, neste caso), combatente marcial, o habilidoso e o responsável pela cura. Classes icônicas como o Wilder e o Soulknife foram transformados em arquétipos, uma opção que troca alguns poderes de cada classe por outros novos. Espero que mantenham as façanhas tão enxutas quanto no Starfinder.

Participei um pouco do playtest que estão fazendo, inclusive divulgando o treco por aqui. Me parece que estão se segurando demais, apenas adaptando a maioria do conteúdo clássico em vez de fazer maluquices inéditas, no mesmo espírito que o novo sistema. Mas sou fã do tema psiônico (desde Advanced Dungeons & Dragons), sendo a versão da Dreamscarred Press para Pathfinder um dos primeiros livros compatíveis que adquiri para o sistema – e provavelmente tenho mais material deles do que da própria Paizo.

Parece que miraram baixo com essa meta de 5 mil dólares. Apesar do aparente sucesso financeiro de Starfinder, o mercado de compatíveis anda muito arisco com suas próprias produções.

Fonte: Kickstarter do Psionics Guide

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