Tag Archives: Fantasy

Conan volta para a Marvel no ano que vem

A Marvel Comics voltará a publicar histórias em quadrinhos de Conan, o Bárbaro, a partir de 2019. O anúncio foi feito pela editora, que adquiriu os direitos de licenciamento da Conan Properties International após o personagem passar mais de uma década na Dark Horse Comics. Detalhes sobre os artistas e roteiristas devem ser divulgados futuramente, segundo o press release.

Alguém metralhou o bárbaro?
© Marvel

A editora publicou quadrinhos de Conan entre as décadas de 60 a 00, e é considerada responsável em grande parte por manter o interesse do público no personagem, criado em 1932 por Robert E. Howard. A primeira aparição do cimério foi no conto “A fênix na espada”, publicado na revista Weird Tales.

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Pararam de publicar Conan em agosto e nem reparei? Pior, encerraram a carreira dele em um crossover com a Mulher Maravilha, algo que faz pouquíssimo sentido – ela consegue brigar com o Super-homem, nada no universo de Conan representa qualquer ameaça a ela.

Comprei uma coletânea da Mythos Editora com essas histórias iniciais do bárbaro na Marvel Comics, e o treco é osso duro. Acho que a única coisa que aproveitam dos contos são os nomes dos personagens e dos locais, o resto é uma viagem na maionese inacreditável. Melhoraram bastante com as décadas, mas é incrível terem persistido depois desse material bizarro.

Além da interessante capa acima, com um Conan bem mais esguio que o normal, também soltaram uma composição do Mike Deodato que inclui Wolverine e Thor. Urgh. E quanto à agenda politicamente correta da empresa, tente imaginar no que isso vai dar!

Mas mantendo-me positivo quanto à novidade, imagino que a Panini vai começar a publicar o Conan da Marvel por aqui, o que facilita bastante o acesso. Seria bacana se o acordo também incluísse direitos cinematográficos, mas eles obviamente estão nas mãos de outras pessoas, vide os horrendos rumores sobre um Conan 3 novamente com o Arnold. Me contentaria com aquelas animações da Marvel que publicavam direto em DVD ou algo assim – principalmente se começassem pela Torre do Elefante.

Fonte: Syfy

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Controle um monstro perambulando por uma floresta de cores

A Eletronic Arts vai lançar no mês que vem o jogo Fe, sobre uma raposa se aventurando em uma floresta mitológica. O título foi criado pela empresa Zoink e integra a iniciativa EA Originals, que ajuda a distribuir e divulgar criações de desenvolvedores independentes. Disponível para Playstation 4, PC, Xbox One e Nintendo Switch.


© EA

O primeiro vídeo acima foi lançado em 2016, quando o jogo foi anunciado, e o trailer seguinte mais de um ano depois.

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É bizarro divulgar uma data de lançamento e não aproveitar para incluir um novo trailer. Mas serviu para fazer o experimento acima, comparar trailers com um ano e pouco de diferença entre eles. Visualmente a mudança óbvia está nas texturas de tudo, e o logotipo mais caprichado. Mas o áudio obviamente consumiu toda a atenção e possivelmente orçamento – texto e narração de conto de fadas, música pop chamativa e efeitos sonoros nas criaturinhas.

Ficou muito bonito, mas os mapas monocromáticos parecem cansativos. Provavelmente vai se sair bem no Switch, com o pessoal jogando na versão portátil e não se expondo tanto às cores exageradas.

Pelo menos está combinando bem com a cor do ano de 2018, de acordo com a Pantone: ultra violeta.

Fonte: Videogamer

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Livro de Os Últimos Jedi ganha tradução brasileira

A editora Universo dos Livros vai publicar em março Os Últimos Jedi, versão em livro do filme mais recente da franquia Star Wars. A adaptação foi escrita por Jason Fry, responsável por vários publicações no mesmo universo, principalmente para o público infantil. A obra tem 352 páginas e preço sugerido de R$ 44,90 pela versão impressa e R$ 19,90 pela digital.

A única parte interessante do filme...
© Universo dos Livros

Os Últimos Jedi será lançado nos EUA no mesmo mês que a versão nacional, mas vinte dias mais cedo.

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Para quem está curioso sobre os aspectos que menos fizeram sentido no filme, o livro é uma ótima opção: não apenas você pode ler os pensamentos dos personagens, como as descrições também destacam coisas que talvez não tenham chamado a atenção devida durante a sessão de cinema.

Foi mais divertido que o episódio anterior, mas a trama dos personagens não-jedi foi frustrante de tão inútil. Podiam ter ficado trancados na nave o longa todo e não teriam influenciado em nada o andamento da história principal. E a personagem nova que vira o centro das atenções sem mérito algum (terrível quando introduzem alguém desse jeito) ao menos não é a mais irritante – reservaram isso para o Poe, cheio de pirraça. Mas sua saga de funcionária da manutenção para espiã e piloto chega a ser mais absurda que a transformação da Rey em mestre jedi.

Não podiam ter feito dela uma mecânica, e deixado para ela a função de invadir a nave inimiga, sabotar alguns caças ou equipamentos, consertar algum droid – em suma, alguém com conhecimento técnico e realmente útil?

Pelo menos tivemos a cena da frota inimiga sendo destruída por uma nave acelerada à velocidade da luz e o Luke Skywalker sendo bombardeado pelos tanques quadrúpedes. Não via uma homenagem tão escancarada a animes desde o primeiro Matrix.

Fonte: Pré-vendas da Saraiva

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MMORPG de Conan ganha servidor de temporada

Age of Conan vai ganhar um novo servidor com duração limitada a partir de 2018, anuncia a Funcom Games. De acordo com a empresa, personagens criados nesse “saga server” receberão recompensas únicas ao completar objetivos, e ao final do período estabelecido serão transferidos para o servidor Crom com seus prêmios (um personagem por conta). O MMORPG é gratuito, com venda de itens dentro do jogo.

Ah, os desertos de Turan... acho.
© Funcom

O sistema é semelhante ao de Diablo 3, da Blizzard, que realiza “temporadas” de alguns meses de duração, com várias tarefas específicas e recompensas exclusivas para os participantes. Assim como em AoC, ao final da temporada os personagens são adicionados aos demais criados previamente pelo jogador.

A Funcom promete mais detalhes em breve, e sugere aos usuários que se preparem para a próxima atualização, Saga of Zath, também em 2018.

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Havia me esquecido de Age of Conan. Joguei provavelmente em 2016, e apesar de ter aproveitado tremendamente a área de iniciantes, assim que passei para os mapas abertos encontrei os mesmos problemas de sempre: tudo vazio, quests repetitivas, demais jogadores empacados em níveis altos fazendo raids. E pior que a área inicial é realmente boa, o que deixa o choque ao abandoná-la maior ainda.

Mas um servidor novo, se houver adesão significativa, resolveria a maioria desses problemas! É claro que isso vai depender das tais recompensas e o equilíbrio na dificuldade das missões para obtê-las.

Comecei a reinstalar o treco, mas os quase 20 gigas me desanimaram. E a página do jogo praticamente abandonada também não ajuda muito. Vou pensar melhor a respeito durante o recesso de final de ano.

Fonte: Newsletter de Age of Conan

Site oficial: www.ageofconan.com

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Vendas não-natalinas de jogos para PC

O site de venda de jogos online GOG acaba de lançar sua promoção de inverno, com descontos em vários títulos e prêmios atrelados à quantidade de dinheiro gasto. Para começar estão distribuindo Grim Fandango Remastered, adventure da Double Fine Productions sobre o mundo dos mortos mexicano, para qualquer pessoa inscrita no site. As ofertas vão até o dia 26 de dezembro.

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© CD Projekt

Além de adicionar jogos diariamente na lista de promoções, este ano também estão vendendo “estrelas”: pelo valor de US$ 1,57, os usuários podem comprar uma delas e ganhar um jogo aleatório, com valor entre 3,29 e 20,09 dólares.

Ao gastar um total de 15 dólares, o site premia o cliente com uma cópia de Hard West, e se chegar aos 40 dólares, o prêmio é Master of Orion. O montante inclui compras no GOG e no jogo de cartas Gwent, ambos da mesma empresa.

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Como tenho pelo menos 20 jogos do GOG na minha pilha, não vou abrir a carteira este ano. Provavelmente. Mas mesmo quem não vai comprar nada já pode aproveitar o Grim Fandango, que se não me engano, geralmente custa 10 dólares.

Dei uma olha no Steam antes de divulgar esse saldão, mas parece que a venda deles começa um pouco mais tarde. Como utilizo o GOG muito mais, acabo esquecendo de divulgar a concorrência, e parece favoritismo. Mas na verdade é velhice mesmo.

Fonte: https://www.gog.com/

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Psionics Guide apresenta alguns elementos centrais

A editora Dreamscarred Press publicou a segunda parte de seu Psionics Guide, versão em testes de um manual compatível com o RPG de mesa Starfinder. Desta vez o livro traz poderes psiônicos e as regras para utilizá-los neste novo sistema, a habilidade Auto-hipnose, algumas façanhas inéditas, e a classe Specialist.

Já devem ter encomendado arte, mas nada ainda
© Dreamscarred Press

O personagem combina elementos de três outras classes psiônicas publicadas originalmente para o RPG de mesa Pathfinder: cryptic (ladrão que utilizava tatuagens com poderes e manipulava a realidade), dread (medo transformado em arma) e o marksmen (especializado em ataques a distância).

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À primeira vista parece uma classe que utiliza poderes psiônicos para fortalecer suas inclinações naturais. São três, por sinal, sendo obrigatório escolher uma no primeiro nível: Cryptographer, Infiltrator, ou Morphean. O primeiro parece ser um estudioso de padrões, o segundo aproveita e manipula esses padrões e o terceiro se especializa em padrões ligados diretamente a seres vivos. O texto explicativo provavelmente precisa de um pouco mais de clareza quanto à diferença entre os três, que estão sutis demais.

E apesar das referências às três classes, só enxergo o Cryptic em todo lugar, nada quanto a medo ou distância. Obviamente dei apenas uma olhada por cima, então posso não ter encontrado as referências certas ainda, ou talvez estejam escondida na lista de 40 poderes psiônicos.

Deviam ter começado o teste com essa parte! Tem mais cara de uma publicação com o espírito de Starfinder: um amálgama de elementos clássicos mas com abrangência muito maior. A primeira parte é basicamente uma conversão do material já existente. Quanto a ela, aproveitaram vários dos meus comentários sobre aspectos mecânicos das raças, mas ignoraram minhas análises e sugestões quanto ao “fluff”, o texto de enfeite que tem pouco efeito prático no jogo, mas providencia algum contexto sobre os personagens. Fui meio brutal, é verdade, sugerindo modificarem todas elas com algum tipo de reviravolta inesperada ou pura maluquice, mas, em minha defesa, achei o material normal demais. Até as raças malignas ficaram neutras, e ainda enfiaram um retcon horrendo na história dos meio-gigantes.

Acho que vou começar pela autohipnose, já que as classes geralmente são destrinchadas por muitas pessoas, e depois uma olhada na utilização de poderes psiônicos. Espero que tenham incluído vários que se conectem à tecnologia futurista do sistema.

Fonte: Dreamscarred Press

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Pathfinder fica um pouco mais venenoso

O RPG de mesa Pathfinder vai abordar um de seus sistemas mais controversos no livro Player Companion: Potions & Poisons. A publicação traz novas façanhas e arquétipos exclusivos para raças incomuns ligadas à substância venenosas, e opções para classes que lidam o tema, como alquimistas, bruxas e ladinos. No aspecto poções, novas façanhas e feitiços para produzir variações mágicas e comuns desse popular item.

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© Paizo

A utilização de venenos em combate, e a construção de um personagem baseado em seu uso, é controversa por ser considerada um desperdício de potencial de dano, devido à demora de seu efeito, alta chance de ser resistido, possibilidade de errar o alvo e alto custo para fabricação ou aquisição.

Lançamento em 13 de dezembro, pelo preço de US$ 10,49.

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Tenho pelo menos um Player Companion que me veem à cabeça imediatamente, o que expande animais companheiros. É um livro curto, acho que pouco mais de 30 páginas, mas entupido de informações, quase caindo das bordas das páginas. Infelizmente não integram a linha principal de manuais, então apresentam esse preço exagerado de mais de 10 dólares. É uma aquisição para colecionadores, entusiastas do tema específico, ou talvez jogadores da Pathfinder Society, que acredito requerer a aquisição de um manual para liberar o uso de seu conteúdo.

Os comentários na página do produto estão apontando que deve ser voltado novamente mais para alquimistas que outros personagens, e a capa não alivia essa impressão. Se ele realmente provocar uma reviravolta na utilização de venenos, provavelmente vai ser mais por acidente, algo que escapou nos testes fechados, do que de propósito.

A defunta editora independente Interjection Games criou uma classe compatível com Pathfinder que trabalhava muito bem o uso de venenos, com o nome, apropriado, The Assassin.

Fonte: Paizo Blog

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Aclamado anime ganha continuação

O anime de horror e fantasia Made in Abyss ganhará uma segunda temporada. O anúncio foi realizado durante evento no Japão promovendo a série lançada este ano, sobre crianças explorando um abismo repleto de monstros. O programa é baseado no manga de mesmo nome, escrito e desenhado por Akihito Tsukushi, inédito no Brasil.

Não recomendado para quem é propenso à depressão
© Kinema Citrus

Não foram divulgadas datas de lançamento, mas os estúdios e elenco devem ser mantidos.

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Cenários belíssimos, personagens desenhados de modo caricato e adorável, e temas simples como eutanásia, amputação, abuso, suicídio, etc. Vou te dizer, o anime é magnífico, mas não recomendo assistir em dose única… a coisa fica pesada, rápido, e não suaviza o suficiente para recuperar o espírito do telespectador.

Espero que o gancho que deixaram para a próxima temporada, o cientista maluco e torturador Bondrewd, não seja o único tema. Deprimente demais!

Quando a temporada acabou comentei com meus filhos que não iria ler o manga, para evitar estragar as surpresas de uma possível continuação. E desta vez acertei em cheio, quem diria.

Fonte: Anime News Network

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Path of Exile dedica dezembro aos veteranos

O MMORPG Path of Exile vai ganhar outra expansão em dezembro. War for the Atlas é voltada para o público veterano, e permitirá aos jogadores decidirem os rumos de uma guerra entre duas entidades. O conteúdo principal se passa no sistema Atlas of Worlds, um conjunto de mapas para personagens de nível mais alto.


© Grinding Gear Games

O jogo é gratuito, com venda de equipamentos para bancar seus custos de manutenção e desenvolvimento. PoE tem 7 classes iniciais, com outras 19 secundárias. Todos personagens têm acesso aos mesmos poderes passivos, enquanto os ativos precisam ser encontrados e equipados em itens.

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Diabloclone mais bem sucedido atualmente (talvez mais que o próprio Diablo 3, hoje em dia), Path of Exile é um mistério para mim. Tendo jogado somente em níveis baixos com dois ou três personagens, abordar esse material de alto nível é como descrever um jogo totalmente diferente.

Ele começa tão pé no chão, com o personagem pé-rapado sobrevivendo de escambo, juntando tudo quanto é lixo e sempre com falta de espaço no inventário. Mas depois o treco parece ficar bem metafísico, com sistemas de mapas desafiando a realidade, divindades se metendo na trama. É estranho ver um jogo passando de low para high fantasy desse jeito – como nunca cheguei perto dos níveis médios, não sei como é a transição. E pior que, se for voltar a jogar agora, provavelmente iria começar com um personagem novo. Não estava muito entusiasmado com meu templário.

Por falar em MMORPGs, Secret World Legends sofreu uma reviravolta brutal em seu sistema de equipamentos na semana passada. Basicamente trocaram tudo por algo bem mais simples e customizável. Ficou muito mais fácil jogar sozinho, o que não deixa de ser o principal problema do título: você não encontra ninguém nos mapas, apenas em dungeons. E lá é apenas quebra-quebra, nada de papo-furado. É divertido, mas repetitivo.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: https://www.pathofexile.com/game

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Poderes Psiônicos em Starfinder

A editora Dreamscarred Press lançou a primeira parte de seu Psionics Guide, manual que adapta poderes psiônicos para o RPG de mesa Starfinder. O material está aberto para leitura, comentários e críticas, que serão avaliados pelos autores antes da elaboração do livro final. Clique no logotipo abaixo para abrir o arquivo no Google Docs.

Belo logotipo, mais inovador que o livro até agora
© Dreamscarred Press

O playtest inclui todas as raças psiônicas já vistas no manual Ultimate Psionics, para Pathfinder, e também a colônia de fungos inteligentes que habitam uma armadura, os Atstreidi; a classe Aegis, capaz de criar armaduras feitas de ectoplasma e modificá-la com poderes diferentes; o arquétipo Soulknife, que permite a outras classes utilizarem uma arma feita de energia psiônica em troca de perder alguns poderes; e façanhas psiônicas.

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Com a escassez de produtos compatíveis (e mesmo oficiais) para Starfinder, esse playtest é muito bem-vindo. Fiquei um tanto desapontado, pois imaginava que iriam seguir a mesma linha do manual oficial: novas raças principais, e novas classes mesclando funções de várias clássicas. Mas na verdade estão apenas convertendo o material antigo, e colocando todo mundo no espaço. Mas é melhor que nada! E ainda não vimos os sistemas mais relevantes, justamente os poderes psiônicos.

Estou fazendo comentários sobre as raças, já que o resto das análises está focando no Aegis e Soulknife. Não encontrei muitos problemas, só algumas frases que poderiam ser mais específicas, e alguns ecos de Pathfinder que foram modificados ou descartados em Starfinder mas sobreviveram na primeira versão do texto.

Espero que incluam alguma coisa quanto ao combate entre naves espaciais. Tivemos um no final de semana, e achei tudo muito lento. Enquanto no conflito normal a maioria dos personagens estão fazendo dano ou tentando prejudicar oponentes/apoiar aliados, em uma nave espacial de dois a três personagens ficam imobilizados em funções importantes (piloto, engenheiro, oficial de ciências) mas incapazes de danificar inimigos diretamente. Você até pode colocar múltiplos personagens na artilharia, mas as restrições de posicionamento da nave geralmente permitem que apenas dois ataquem. E os pontos de escudo e de casco são intermináveis!

Adoraria ver uma nova função exclusivamente para personagens psiônicos, atacando a tripulação com telepatia, ou diretamente a nave com telecinésia – mas acho que estou sonhando alto demais. No máximo devem incluir alguns equipamentos psiônicos para instalar nas embarcações espaciais.

Imagino que a própria Paizo vai acabar revisando as regras oficiais, dando mais opções hostis aos demais personagens, ou pelo menos dano dobrado em ataques críticos.

Fonte: Dreamscarred Press

Playtest: Psionics Guide

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