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Ducktales é repleto de personagens extrovertidos

Mais um trecho do episódio piloto de Ducktales foi divulgado pela Disney, durante seu evento de mídia este mês. O programa terá uma hora de duração e será repetido durante todo o dia 12 de agosto, no canal Disney XD. A temporada normal começa no final de setembro.


© Disney

Ducktales é um reboot completo da franquia, começando com o primeiro encontro entre o Tio Patinhas e os três sobrinhos do Pato Donald, antes de saírem pelo mundo caçando tesouros. A personalidade da maioria dos personagens foi preservada, com exceção das patas e de um dos sobrinhos. David Tennant, de Doctor Who, é o novo dublador do pato mais rico do mundo.

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Que tal terminar a semana com um clipe de Ducktales? Pode parecer bizarro ver isso aqui, mas estou achando essas prévias divertidas e muitas vezes engraçadas. É quase uma pena não ter crianças na faixa etária adequada para assistir essa série – poderia acompanhar com eles e fazer comentários inúteis sobre as diferenças entre a nova e a original.

Não tinha visto ainda o quão agressivas ficaram a empregada doméstica e sua sobrinha. É uma mudança e tanto do perfil frágil que possuíam antes, e pelo jeito, criada exclusivamente para agradar a opinião pública que exige personagens femininas tão alfas quanto as masculinas. Ao invés de quatro personagens brigando pela liderança da cena, temos seis. E ninguém calmo, ponderado ou introvertido para servir de contraste aos estouradinhos patos da família McDuck.

Vão precisar inventar personagens novos com perfis mais pacatos, ou suavizar outros co-protagonistas. Talvez seja essa a função dos dois sobrinhos que ainda não se destacaram. Olhando bem para a sociedade moderna, pior que faz sentido.

Fonte: Coming Soon

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Guerreiros de luz & escuridão em Pathfinder

A classe mais recente de Starfinder a ser apresentada é o Solarian. Trata-se de um guerreiro místico e contemplativo, que utiliza uma arma corpo a corpo feita de luz ou de escuridão, que também pode ser substituída por uma armadura com os mesmos temas.

Use the Stars and the Gravity, Muke
© Paizo

Ele se divide entre poderes photon (luz, calor e vida) e graviton (escuridão, gravidade e coisas grudadas), podendo se harmonizar com um lado para melhorar seus efeitos. Se dedicar-se apenas a um dos lados durante três rodadas, tem acesso a um buraco negro que atrai inimigos ou uma supernova que dispara fogo – após isso precisa começar a se harmonizar novamente.

Starfinder, versão do RPG de mesa Pathfinder no espaço, será lançado em agosto, durante a Gen Con.

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Não escancaram, mas é óbvio que os Solarians são os Cavaleiros Jedi de Starfinder. Arma de luz (ou armadura), luz e escuridão, metidos a monges, poderes místicos, origem misteriosa entre alienígenas. Tudo ali.

Deram dois exemplos de poderes também:

Blazing Orbit (ação de movimento) dá ocultamento enquanto você anda e deixa um rastro de fogo atrás do personagem, que dura 1 rodada e causa 2d6 pontos de fogo em quem pisar nele. Acho que pode ser útil se você estiver sendo perseguido por uma criatura grande em um corredor de três metros (dois quadrados) de largura, que não tenha qualquer arma de longa distância. Em um cenário de naves espaciais e lasers.

Crush (ação normal) deixa uma criatura cambaleante/vacilante (como traduziram staggered?) a até seis quadrados de distância, com teste de fortitude para negar. Pode ser mantido como uma ação de movimento a cada rodada, com um novo teste de resistência em cada ocasião. Se o alvo passar, fica imune por 24 horas.

Se estiver harmonizado com o lado adequado, o primeiro poder causa mais dano e o segundo pode também atordoar por uma rodada.

Nada muito útil, para ser franco. O primeiro funcionaria apenas contra inimigos irracionais e sem espaço para desviar do fogo ou incapazes de ataques a distância (até um leão alienígena em uma selva de outro planeta saberia desviar de um rastro de fogo durante uma perseguição – a menos que ele fosse imune a fogo ou não conhecesse essa reação química). O segundo você desperdiça um ataque em potencial para tentar atrapalhar um oponente por uma rodada, prolongável infinitamente, verdade, mas a imunização de um dia é uma coleira e tanto.

O grande problema? São poderes de nível 6. Para um personagem iniciante já não seriam grande coisa, chegar até esse ponto e ganhar isso? Se essas são boas amostras do que aguarda o Solarian, ele vai sofrer um bocado.

Se você gosta do tema luz vs. sombras, sugiro o Ultimate Antipodism da Interjection Games. São três classes de personagem que exploram essa dualidade, mas com efeitos mais eficazes que essas amostras acima.

Fonte: Paizo Blog

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Doctor Who faz substituição no elenco

O canal inglês BBC anunciou neste domingo que a atriz Jodie Whitaker será a próxima protagonista de Doctor Who. O seriado de ficção científica traz como personagem principal um alienígena chamado Doctor, cuja espécie é capaz de se transformar em outra pessoa após sofrer um ferimento mortal.


© BBC

Whitaker deve ser introduzida no episódio especial de Natal, quando irá substituir o ator atual, Peter Capaldi, e se tornar a 13ª encarnação do personagem, com mais de cinco décadas de história.

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Apesar de a série ter uma repercussão razoável nas Américas, os protagonistas sempre são desconhecidos para nós, mesmo que tenham uma carreira sólida na Europa. Olhando a ficha da Whitaker, o que melhor representa ela por aqui é Ataque ao Prédio, filme sobre uma invasão alienígena do ponto de vista de delinquentes juvenis, protagonizado pelo agora mundialmente famoso John Boyega.

Ela interpreta o personagem trabalhador de classe média, vítima tanto dos maloqueiros quanto dos alienígenas, e está no filme para que o público mediano tenha alguém com quem se identificar. Não é o melhor papel possível, mas tem um tempo de câmera generoso.

Quanto ao trailer acima, gostei da interpretação silenciosa da atriz, passou presença, entusiasmo, mas também tranquilidade, ou mesmo confiança. A Tardis ficou tão mal encaixada atrás do muro que parecem ter editado o vídeo no mesmo dia em que foi divulgado. Tosqueira.

E que tal, fiz o post inteiro sem comentar o fato de uma mulher ser o novo Doctor. O personagem é tão esquisito e cheio de cacoetes (além de pacifista), que provavelmente não fará muita diferença. E deve dar aquele pico de audiência, pelo menos na primeira temporada. Bem que podiam liberar no Netflix de novo.

Fonte: io9

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GURPS se concentra nas dungeons para novatos

A editora Steve Jackson Games anunciou para outubro o lançamento de Dungeon Fantasy Roleplaying Game, seu novo RPG de mesa. O sistema utiliza regras do Generic Universal RolePlaying System (GURPS), produto mais tradicional da empresa, mas simplifica-o para criar um jogo rápido de exploração de calabouços cheios de monstros. A caixa vem com cinco livros, dois mapas, miniaturas de cartolina e dados de seis faces, pelo preço de US$ 59,95.

Eu vejo as dungeons, mas cadê os dragons?
© SJG

Dungeon Fantasy é inspirado na linha de produtos para GURPS de mesmo nome, e foi desenvolvido com financiamento pelo Kickstarter em um total de US$ 176 mil dólares, no ano passado. O jogo inclui 11 profissões, nove raças, 400 magias e 80 monstros.

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Estranho como nem reparei nesse Kickstarter – não teria participado, devido ao desinteresse em comprar jogos impressos (já bastam as tranqueiras que ainda tenho de AD&D, World of Darkness, DND 4e e coisas aleatórias dos anos 90), mas teria divulgado.

É mais uma iniciativa da editora para facilitar o acesso de potenciais novos jogadores ao acervo de GURPS, dessa vez bem simples e focada em fantasia clássica, raiz dos RPGs de mesa.

Interessante vê-los fazendo alguma coisa além do jogo de cartas Munchkin, que praticamente domina seu cronograma pelo ano inteiro. Nada contra focar no produto mais lucrativo, mas pelo menos continuam diversificando – bom para manter a criatividade funcionando.

Fonte: Daily Iluminator

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Um e-book grátis sobre parcerias incomuns

A editora Phoenix Pick está distribuindo este mês o e-book Soulmates, de Mike Resnick e Lezli Robyn. Trata-se de uma coletânea sobre o tema “companheirismo” (ou “almas gêmeas”, traduzindo diretamente o título da obra), entre personagens bem distantes um do outro, como robôs, alienígenas, criaturas sobrenaturais ou humanos.

Eu vi coisas que vocês pombos não iriam acreditar...
© Phoenix Pick

Para baixar uma cópia gratuita, basta ir até a página http://www.phoenixpick.com/botm/Soul.htm, clicar no botão Add to Cart, reduzir o preço para zero dólar e concluir a compra. O livro fica disponível em formato mobi e epub até o final do mês.

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Um autor conhecido (com uma novata a reboque), um livro mais ou menos recente, boas resenhas de outros escritores e de pelo menos um jornal, e, o mais impressionante de tudo, uma capa que não parece ter sido feita no Paint. Mal posso acreditar!

Dá para esperar uma coisa do Resnick, baseado nos poucos livros dele que li: um bom trabalho no ponto de vista do Outro, o não-humano, não-corriqueiro, não-regular. O sujeito consegue escrever alienígenas e monstros convincentes, com motivações, raciocínio e comportamento que fazem sentido, e ao mesmo tempo são totalmente diferentes do que uma pessoa comum faria.

Fiquei interessado nessa coletânea, já que parecem focar justamente no relacionamento entre coisas esquisitas, algo que o autor já se mostrou capaz. Não sei qual é a contribuição da Robyn, já que nunca li nada de seus contos, mas imagino que estão em parceria por terem estilos ou ideias semelhantes.

Dá para afirmar que a editora mandou muito bem esse mês.

Fonte: Newsletter da Phoenix Pick

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Leve seu baralho para uma sessão de Pathfinder

A Interjection Games lançou Ultimate Cartomancy, a segunda parte de seu manual Strange Magic 2, para o RPG de mesa Pathfinder. O livro expande o sistema “cartomancia”, criada pela editora utilizando um baralho próprio, ou um baralho tradicional ou mesmo um de tarô para invocar poderes mágicos de modo quase aleatório. Além do Cartomancer, semelhante a outras classes que usam somente magia, é introduzido o Wildcard, um guerreiro que aplica as cartas ao seu equipamento.

Capas que não tem nada a ver com o conteúdo principal, parte 2
© Interjection Games

O livro também traz o baralho “deathdealer”, que, ao contrário do clássico, cheio de efeitos variados, é baseado em causar dano e prejudicar oponentes. Aumentando as opções para as duas classes, estão incluídos três archetypes para o Wildcard e dois para o Cartomancer, além de façanhas que dão acesso a mini-baralhos que podem modificar as seleções de cartas do jogador.

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O sistema funciona assim: ao criar o personagem você escolhe o baralho clássico ou o deathdealer, e imediatamente tem acesso a todas as 78 cartas. O que muda ao passar de nível é a quantidade de cartas que você pode selecionar por dia. O cartomancer, por exemplo, no primeiro nível escolhe apenas cinco delas para o seu “baralho ativo”, e, destas, fica com duas na mão, podendo ativá-las com uma ação normal, rápida ou de movimento, dependendo do efeito. O resto do baralho ativo fica embaralhado e virado para baixo, com o jogador precisando pegar uma carta nova de cada vez, aleatoriamente. É mais fácil de jogar do que de explicar.

Mas para não deixar as classes somente no caos, o que seria bem frustrante, eles têm outros subsistemas: descartar uma carta para ativar um poder fixo, ao invés do efeito da própria carta (para os casos em que você fica pegando só as porcarias mas não quer apenas descartá-las a toa); e um buff/debuff decidido aleatoriamente no d20.

Não tive oportunidade de ver um cartomancer (ou o novato wildcard) em ação, apesar de já ter construído uma para testes. O sistema em si lembra muito jogos de cartas online, como o recém lançado Gwent, da CD Projekt Red. Tenho a impressão, ainda não confirmada, que Ultimate Cartomancy seria uma boa opção para converter competidores dessa modalidade em jogadores de RPG.

Infelizmente o autor não aceitou minha sugestão de criar uma classe que transformava toda carta em um monstro – acho que os fãs de Yugioh e Pokémon iriam gostar. Fica como sugestão para expansões futuras.

E que venha a parte final do livro, Ultimate Onmyodo. Nham.

Fonte: Strange Magic 2 no Kickstarter

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Conan enfrenta um gigante vermelho

Está disponível Conan the Slayer # 10, revista mensal de Conan, o Bárbaro, popular personagem de Robert E. Howard. A história em quadrinhos está adaptando o conto The Devil in Iron, com o cimério enfrentando uma ameaça que aparenta ser indestrutível. Roteiro de Cullen Bunn, com arte de Sergio Davila e cores de Michael Atiyeh. São 32 páginas por US$ 3,99

Adorei os comentários da dama em perigo
© Dark Horse Comics

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E não esqueça de clicar na capa para conferir a prévia gratuita do mês, e ver como é o tal Devil in Iron, o Khosatral Khel – ficou bem bacana, em minha humilde opinião.

A vantagem de adaptar os contos do Howard, ao invés de ficar inventando como a Marvel fazia, é que a essência de Conan acaba sendo preservada. Então temos histórias elevando a pura força moral e física do personagem, como um contraponto à civilização e ao horror sobrenatural/medo irracional. É o exemplar de ser humano que cresceu em contato somente com a natureza, contra os homens influenciados pela cidade e/ou pelo sagrado. Mas que também adora mulheres e bebida.

No ano passado finalmente resolvi explorar um pouco mais da obra do Howard, além de Conan, Solomon Kane e Kull, seus guerreiros com princípios. Baixei duas coletâneas de Breckinridge Elkins em áudio no Librivox (gratuitas), sobre um cowboy inocente e brutamontes, que se envolve em todo tipo de problemas com a lei, vizinhos e parentes, simplesmente por ter que fazer a coisa certa, seja ela defender sua honra ou conseguir uma noiva. Não imaginava que o autor pudesse ser tão engraçado e criativo, principalmente com um cenário restrito desses. Excelente material.

Agora estou de olho nas suas histórias de pirata – e preciso dar uma olhada no conto que inspirou a criação da Red Sonja também.

Fonte: Dark Horse Comics

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Disney coloca Han Solo na linha

Ron Howard, novo diretor do filme sobre Han Solo, elogiou o material produzido até o momento pela dupla Phil Lord e Christopher Miller, demitidos recentemente. O cineasta está analisando as alterações que serão necessárias para concluir o filme de acordo com as preferências da Lucasfilm/Disney, e por enquanto a data de lançamento de maio de 2018 permanece inalterada.

Ainda estão se divertindo?
© Lucasfilm

Após ser premiado com o Oscar de Melhor Diretor por Uma Mente Brilhante, Howard se manteve relevante na indústria principalmente com a franquia O Código Da Vinci, protagonizada por Tom Hanks.

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A Disney está usando um método bem peculiar para conduzir sua aquisição bilionária mais recente. Encontram um diretor (ou dois) com potencial, algum sucesso mas não o suficiente para ser estabelecido, o colocam para dirigir um longa de Star Wars e o esmigalham até produzir um filme idêntico ao resto da franquia.

Soltam produções meio questionáveis que faturam centenas de milhões quase automaticamente, e aproveitam para submeter jovens talentos a um curso de treinamento intensivo sobre como fazer um blockbuster da Disney. Estão juntando o útil ao lucrativo.

Enquanto isso Star Wars envelhece cada vez mais, perdendo chance atrás de chance de se atualizar, vivendo de nostalgia. Com o faturamento que conseguem, não dá para dizer que estão errados, mas podiam ficar ricos e também fazerem algo criativo e mais interessante.

Fonte: Coming Soon

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O necromante chega com vários presentes

Diablo III vai ganhar sua nova classe Necromancer na terça-feira (27), anuncia a Blizzard, desenvolvedora do jogo. A novidade irá custar US$ 14,99 e integra o pacote Rise of the Necromancer, que também inclui um animal de estimação, asas, novos detalhes para a bandeira pessoal e uma moldura de retrato, dois espaços para personagens novos e para o baú da conta. No PC, PlayStation 4 e Xbox One.


© Blizzard

Na mesma ocasião o jogo recebe a atualização 2.6.0, inaugurando uma modalidade de competição em que os jogadores podem comparar o tempo que demoram para completar um mapa, e alguns cenários novos.

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15 dólares? Tinha certeza que seriam apenas 10, que por sinal é o valor que vou esperar chegarem antes de pensar em comprar. Depois de algumas centenas de níveis com o Witch Doctor não estou exatamente motivado a investir em outro invocador de monstros. Provavelmente irei de monge na próxima temporada.

Acho que essa corrida para limpar rifts vai ter uma má aceitação pela comunidade, que até hoje não foi contemplada com um PvP de verdade. Vai apenas cutucar a ferida. Provavelmente estão guardando a modalidade para algo grandioso, talvez o patch 3.0. Acho que justificam o atraso com questões de balanceamento de poder entre classes, que obviamente é muito desigual, mas contornável. Bastava criarem um PvP sem regras e outros restritos a personagens da mesma classe, ou de natureza semelhante (bárbaros vs. monges, etc).

Fonte: D3 Blog

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Feira de jogos antigos e outros não tão velhos

O site de jogos clássicos e (alguns) novos Gog.com lançou sua promoção de verão deste ano, com duas semanas de descontos. Serão 1500 títulos com preços reduzidos individualmente ou em pacotes, variando diariamente e por gênero. Ao adquirir seu primeiro jogo na oferta, o usuário ganha automaticamente uma cópia de Rebel Galaxy, simulador de combate entre naves espaciais, lançado em 2015.

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© Gog.com

Ao contrário de ofertas anteriores, em que cumprir “tarefas” na página rendiam pontos e liberavam mais jogos gratuitos, a promoção deste ano vem acompanhada de uma narrativa. Notícias são publicadas na página contando a história de um jogador em uma ilha misteriosa, com suas ações podendo ser decididas por votação e influenciando quais jogos entrarão em promoção na sequência.

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Comprei o RPG Shardlight e o jogo de saltitar em plataformas Trine Enchanted Edition por uns três dólares no total – já instalei os dois, mas o Rebel Galaxy provavelmente ficará para mais tarde. Tenho umas boas experiências com o arcaico Freelancer, acho que nos anos 90, mas desde então nunca mais experimentei com esse gênero. Quando cansar de ficar clicando em todos objetos na tela ou segurando setas de esquerda e direita, quem sabe.

Essa ideia de contar uma fábula junto com a promoção me lembrou de uma análise de mercado que ouvi há alguns meses. Aparentemente “millennials”, a geração com mais de 20 e pouco menos de 30 anos, aprecia produtos que possuam uma história – por exemplo, um chocolate cuja embalagem relate onde foi colhido o cacau orgânico, de que modo artesanal e não poluente ele foi preparado, em qual veículo elétrico ele foi transportado até a pequena loja onde está a venda. Se o Gog está com uma ideia parecida, isso pode indicar que pretendem expandir sua clientela – que eu saiba, apenas velhos compram tranqueiras nostálgicas por lá, e a chance de ganhar mais jogos fazendo bobeiras era muito mais atrativa que qualquer narrativa, especialmente para quem está preocupado em não desperdiçar dinheiro, ou seja, pessoal dos 30 aos 40. Será que essa gurizada terá interesse em nossas velharias?

Enquanto isso fico me segurando para não comprar o primeiro jogo da série de remakes de Ys. Está barato, mas tenho tantos outros RPGs comprados e nem sequer experimentados. Que praga.

Fonte: Gog.com

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