Tag Archives: Fantasy

Cartas de Witcher oficialmente no seu computador

A CD Projekt Red lança na semana que vem, dia 23 de outubro, a versão oficial de Gwent, seu jogo de cartas baseado na franquia The Witcher. O título está em testes abertos desde o ano passado e continuará sendo gratuito, com venda de objetos que rendem novas cartas. Disponível inicialmente para Windows (PC) e a partir de dezembro para PlayStation 4 e Xbox One.


© CD Projekt Red

Em Gwent duas pessoas se enfrentam, em turnos, utilizando baralhos inspirados em diferentes facções dos jogos e livros de The Witcher. Cada partida tem três rodadas, e ganha quem tiver mais pontos no final de ao menos duas rodadas, que se encerram quando os dois oponentes ficam sem cartas ou passam para a próxima rodada.

Na mesma data será lançado Thronebreaker: The Witcher Tales, uma versão para um único jogador utilizando o mesmo sistema de cartas. Este, no entanto, será pago.

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Como deixei passar isso quando divulguei o Thronebreaker? Lançamento oficial após 1 ano e meio de testes e torneios. Estava procurando um detalhamento de que novidades foram reservadas para a versão nova, mas a divulgação de ambos os jogos está tão misturada que desanimei.

Bom, se você gostou do trailer acima ou já jogou alguns dos ótimos títulos da franquia Witcher, o que você tem a perder? Gwent é gratuito e irá mantê-lo entretido por algumas horas ou meses. Sem falar em toda a belíssima arte ilustrando os cartões e a interação limitada com pessoas mais ou menos no mesmo nível de competência que você. Se tivesse um pouquinho mais de tempo livre, até instalaria de novo; mas já experimentei o bastante e sei que não é a minha praia.

Fonte: IGDb

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Arquivo de Alienígenas chega com equipamentos, tabelas e magias

Está disponível a partir de hoje (17) Alien Archive 2, novo manual para o RPG de mesa Starfinder, introduzindo mais de uma centena de novos alienígenas, robôs e animais no jogo. Cada criatura ocupa duas páginas com estatísticas para combate, informações sobre sua natureza e habitat, e, muitas vezes, novos equipamentos. A publicação tem 164 páginas e preço sugerido de US$ 39,99 pela edição impressa e US$ 9,99 pela versão digital.

Não dá vontade de jogar como um desses??
© Paizo

Alien Archive 2 também traz 16 novas raças que podem ser utilizadas por jogadores ao fazer personagens, a magia Polymorph e variantes, com regras para modificar o corpo de uma criatura por meios mágicos, e duas façanhas novas – uma para usuários de Polymorph e outra que permite adotar uma espécie de animal companheiro.

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E a primeira raça nova é o Uplifted Bear, simplesmente um urso que teve sua consciência desenvolvida e partes de sua anatomia adaptadas para lidar com ferramentas e equipamentos. Pela descrição existem animais de todo tipo nessa categoria, mas os ursos são os mais comuns. Por que? Pergunte ao Gap, evento cósmico que apagou a memória de todo o universo uns 300 anos antes do início do jogo.

Também finalmente incluíram uma tabela de peso, altura e idade para todas as raças alienígenas publicadas nos manuais, algo extremamente útil quando bolando uma história para seu personagem, e para questões mecânicas, como armadilhas sensíveis a peso. Os skittermanders infelizmente parecem durar até 100 anos, o que contradiz uma espécie de flashforward que utilizei há duas sessões: a personagem de minha filha teve uma visão de si mesma extremamente idosa, em um talk show para centenas de milhares de espectadores; ao ser apresentada, o anfitrião a chama de “skittermander mais idosa viva, com 23 anos de idade” ou algo assim. Foi um momento hilário e um pouco desesperador, quando ela tomou consciência de quão pouco a personagem viveria, por mais que tenham sucesso em salvar o universo. Infelizmente, a única raça que morre jovem no jogo são os formians, homens-formigas que duram no máximo 25 anos.

Já o Squox, o primeiro pet com mecânicas de animal companheiro me parece um sério investimento para pouco benefício. É o tipo de coisa para ser adquirido se você não se preocupa em planejar demais suas façanhas, e se tem um espaço vazio na sua armadura para incluir um bolso para o bicho. E não vi nada sobre ele evoluir com o dono, o que reduz ainda mais sua eficácia. Pelo menos é barato, 100 créditos pelo filhote, e 400 pelo adulto.

Fonte: Paizo

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Concorrente do Steam comemora 10 anos de vendas

O site de venda de jogos Gog está celebrando 10 anos de atividades este mês, com descontos de até 85% em vários títulos próprios e de outras empresas. Também colocaram à venda pacotes temáticos de jogos e incluíram algumas novidades antigas no catálogo, como Indiana Jones and the Infernal Machine.


© GOG

E estão dando uma cópia digital gratuita de Shadow Warrior 2 para qualquer pessoa com uma conta no site. Esta promoção vale por mais dois dias, devendo acabar no sábado (06).

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Shadow Warrior 2 ganhou uma votação de usuários para definir qual jogo seria gratuito, batendo os independentes e esquisitinhos Firewatch e Superhot. Infelizmente acho que já recebi o mesmo em uma promoção anterior (ou terá sido o primeiro?), então preferia ter ganho o “simulador de caminhada” Firewatch.

Estou vendo algumas velharias bem tentadoras, porém, como sempre, tenho um catálogo considerável de coisas instaladas e sequer abertas no meu cpu. Mas para quem tem um orçamento restrito e está com saudade de velharias ou gostaria de verificar como eram os jogos de antigamente, sempre mencionados por seus pais ou avós, esta é uma oportunidade.

Pelo menos achei algo para a minha lista de desejos: um certo CrossCode, vislumbrado na página de novidades do site, apesar de não participar da promoção de 10 anos. Pelos trailers e fotos, parece um clone de Chrono Trigger ou mesmo dos antigos Zelda. Acabo de sofrer um ataque de nostalgia – felizmente olhar o preço do jogo me curou.

Fonte: Newsletter da Gog.com

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Ninja ganha mais visibilidade em jogo revisado

A Klei Entertainment (Don’t Starve) vai lançar na terça-feira que vem, dia 09, uma versão remasterizada de Mark of the Ninja. O título é um “side-scroller” focado em furtividade, com um protagonista ninja capaz de utilizar várias técnicas para evitar inimigos ou assassiná-los sem chamar atenção. O preço sugerido para PC é de R$ 37,99, no Steam. Uma versão para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch sai no mesmo dia, em suas respectivas plataformas digitais.


© Klei

De acordo com a empresa, o visual do jogo passa de uma definição de 720p para até 4k, boa parte das animações foram refeitas para ganhar mais detalhes, e o áudio agora está em definição 5.1. E além disso, adicionaram mais um pouco de conteúdo, incluindo uma fase nova e mais equipamentos.

O jogo original é de 2012.

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Lembro vagamente deste título, mas pelas resenhas quase inteiramente positivas, deve ter sido um dos destaques do ano. Gosto de jogos de plataforma, são bem saudosistas – este parece ter algumas mecânicas exclusivas quanto aos movimentos do ninja, que, pelos trailers, poderia cortar a garganta até da Samus ou de qualquer integrante da família Belmont.

Enquanto copiava as definições técnicas do jogo me espanta o quão pouco elas significam, apesar de repetidas em todo texto sobre o produto. 720p? Achava que era uma referência a pixels, mas na verdade são “720 linhas horizontais de resolução vertical” e uma “varredura progressiva”. E o áudio 5.1, que tipo de escala estão usando? Esta é a última vez que menciono esses detalhes sem saber do que se tratam.

Não vou comprar por esse preço (ou por R$ 32,99 em pré-lançamento), mas deixarei na lista de desejos, para adquirir quanto estiver abaixo de R$ 10, ou de preferência, abaixo de R$ 5. Não está muito distante destas metas, mas dependendo da empresa, o valor não cai nunca. Como é o caso da Square Enix, por exemplo. Mas acho que meu filho já comprou o Don’t Starve e expansões em uma promoção no Steam, então as expectativas são boas.

Fonte: IGDb

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Arquivo de Alienígenas ganha segundo volume

A editora Paizo lança este mês, no dia 17, Starfinder Alien Archive 2, novo manual com alienígenas, equipamentos e regras para o RPG de mesa Starfinder. Serão mais de 100 novas criaturas, com mais de uma dúzia delas podendo ser utilizadas por jogadores na criação de seus personagens. O livro tem preço sugerido de US$ 9,99 pela versão digital e US$ 39,99 pela versão impressa.

Gremlin elétrico?
© Paizo

A divulgação oficial apresentou três criaturas em um blog post no site da editora: o Squonx, mistura de raposa e esquilo que deve ser o primeiro “pet” com regras semelhantes à de um animal companheiro em Pathfinder; a Glass Serpent, monstro gargantuesco com invisibilidade natural; e o Vermelith, pertencente à categoria de criaturas que só podem ser enfrentadas com o uso de naves espaciais.

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E está saindo um dia antes do Alien Archive original, em 18 de outubro do ano passado (a menos que eu tenha me atrasado e comprado um dia após o lançamento). Comparando as capas, o AA1 tinha um monstro grande, um médio e um pequeno – o grande (Dragonkin) e o pequeno (Skittermander) acabaram sendo raças jogáveis. Vão manter o padrão, ou será que o aracnídeo antropomórfico com asas será a única raça adaptada para jogadores, virando tudo do avesso?

Não sei por que não estão enfatizando mais o Squonx na divulgação – acredito que a presença de um pet não-robótico será muito popular, principalmente se tiver alguma utilidade em combate. Infelizmente o fato de não estar atrelado a um poder de classe, e possivelmente sequer a uma façanha ou qualquer outro pré-requisito, pelas regras do jogo, deve forçar o bicho a ser quase inútil, semelhante aos drones comerciais disponíveis no Starfinder Armory. Você não pode competir com poderes exclusivos de personagens usando apenas dinheiro, a menos que seja muito dinheiro, e por imitações bem restritas.

Como estou mestrando uma campanha pronta, e praticamente tudo é novidade, não consigo extrair muita utilidade desses Aliens Archives, exceto pelas raças jogáveis. Por enquanto não senti a necessidade de trocar um monstro já definido por outro, e quando incluo material próprio relativo ao passado dos personagens, geralmente é um NPC e não uma criatura irracional.

Na sessão deste final de semana fracassei em deixar minha filha interessada, o que levou o personagem de meu filho a se meter em todas as enrascadas possíveis, praticamente sozinho, e o deixou bem próximo a um desfecho trágico. Na verdade, a possibilidade de ele esticar as canelas na primeira rodada da próxima sessão são enormes.

Gosto de combate e exploração, mas a terceira aventura de Starfinder erra bastante a mão ao focar nestes dois e não incluir praticamente qualquer interação com outros personagens nas duas primeiras partes. O treco melhora na terceira parte, mas é um caminho bem longo até lá.

Fonte: Paizo Blog

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Novo Witcher parece feito de sobras de outros jogos

A CD Projekt Red vai lançar em outubro Thronebreaker: The Witcher Tales, uma espécie de expansão de seu jogo de cartas online Gwent. O título combina exploração em um ponto de vista isométrico com uma mecânica de combate usando baralhos, mas tudo para single player. A trama é protagonizada por Meve, rainha de Lyria e Rivia, se preparando para uma invasão do império Nilfgaard.


© CD Projekt Red

O preço sugerido é de R$ 99,99, e inclui a história em quadrinhos Fox Children, publicada pela Dark Horse Comics, download da trilha sonora e conteúdo que pode ser utilizado em Gwent, além de novas cartas.

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Gwent era bem divertido, mas como eu só perdia de qualquer pessoa, acabei enjoando. Não dediquei muito esforço em melhorar, seja pensando em estratégias ou procurando guias online, então fiquei empacado – mas não me arrependo das poucas horas gastas no jogo.

Por esse motivo Gwent saiu do meu campo de percepção, basicamente ignorando atualizações, lançamentos e, se não me engano, até mesmo campeonatos com prêmio em dinheiro, os tais e-sports. Não faço ideia como o treco está hoje em dia.

Quando vi as primeiras imagens de TB:WT, achei que tinham feito um “diabloclone” usando Witcher, o que seria enlouquecedor. Mas analisando direito a coisa, me parece ser a versão single player de Gwent, prometida quando foi lançado esse duelo de baralhos da CD Projekt (o que talvez já exista agora no jogo original – como eu disse, desconheço). Muito peculiar.

Não estou totalmente desinteressado, mas me parece meio tarde, deslocado e caro demais.

Fonte: Newsletter da Gog

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Jogue Pathfinder pelo computador… sozinho

Será lançado na semana que vem, dia 25, Pathfinder: Kingmaker, primeiro jogo de computador single player baseado no RPG de mesa. A trama é adaptada da campanha Kingmaker, em que um grupo de personagens deve conquistar um território e fundar seu próprio reino, combatendo monstros e criminosos. Disponível para PC, pelo preço sugerido de R$ 75,49.


© Owlcat Games

O título foi desenvolvido pela recém-criada Owlcat Games, com fundos adquiridos por meio de campanha no Kickstarter, encerrando com um pouco mais de US$ 900 mil. O jogo contém um mínimo de 40 horas de história principal, podendo chegar a 80 horas com missões secundárias; 11 classes e 8 raças; mais de uma centena de monstros; e centenas de opções para customizar o personagem, incluindo façanhas, poderes e feitiços.

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Finalmente a Paizo tem o seu Baldur’s Gate! Após o fiasco gigantesco do Pathfinder Online, resolveram plantar os pés no chão e se voltar para os clássicos, com esse jogo que parece ter sido feito nos anos 90 e remasterizado para um lançamento moderno.

Está na minha lista de desejos no Gog.com, aguardando o dia em que o preço cair abaixo de 5 dólares. Tenho uma tonelada de jogos semelhantes (sem falar nos adventures com gráficos de 8 bits) empilhados, sem tempo algum para os mesmos, então não tenho pressa para adquiri-lo. Se ainda estivesse jogando Pathfinder, talvez me sentisse mais motivado pela nostalgia. Mas no momento, sinto apenas um interesse ameno.

Acho que escrevi sobre a campanha no Kickstarter para bancar esse treco no ano passado. Após o término continuaram somando verba de outras fontes na mesma pilha de dinheiro, tendo ultrapassado o milhão de dólares. Parece que a marca realmente tem força – será que conseguem esse tipo de valor com seus RPGs de mesa?

Fonte: IGDb

Site oficial: https://owlcatgames.com/

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Regras de Starfinder e Pathfinder ganham novo lar

A editora Paizo anunciou esta semana que está terceirizando seus bancos de dados de regras e conteúdo dos RPGs de mesa Pathfinder e Starfinder. A empresa assinou um contrato de licenciamento com o site Archives of Nethys, que já fazia serviço semelhante por conta própria, mas agora é o repositório oficial de ambos os jogos.

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© Paizo

O material de Pathfinder está disponível em http://aonprd.com/ e o de Starfinder em http://aonsrd.com/. Eles incluem raças, classes, equipamento, façanhas, habilidades, magias, e regras, bem como algumas opções de funcionalidade, como verificar toda a informação apresentada em cada livro.

Conteúdo novo deve ser publicado duas semanas após o lançamento oficial de cada livro, mas, ao mesmo tempo, a página está atualizando material de manuais mais antigos que ainda não constavam no seu banco de dados.

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O sfrd oficial estava fazendo falta, e fico feliz em ver a empresa finalmente tomando uma decisão, ainda que tenha sido uma peculiar. Existem vários sites reproduzindo o material da Paizo que fica disponível ao público via a licença maluca que utilizam, e enquanto o AoN é um dos antigos, não é o primeiro que me veem à mente quando penso em procurar informação.

O formato de fundo preto com letras brancas é terrível para os olhos, e as tabelas precisam de mais opções de filtro além de A a Z ou ordem numérica (além de demorarem para carregar). Acabo de dar uma verificada na página dos alienígenas Gray e já reparei que não está atualizada com o Frequently Asked Questions (FAQ) da Paizo, que incluiu nas criaturas uma telepatia limitada.

Espero que passem por uma melhoria brutal em breve, mas pelo menos, com o crivo da empresa e dos jogadores, acredito que será um dos mais completos e precisos. Vou começar a usá-lo hoje mesmo em preparação para a jogatina do final de semana.

Fonte: Paizo Blog

Ps.: Fui verificar e o AoN tem uma opção, no canto superior direito de suas páginas, para inverter as cores de fonte e de fundo. Já melhorou em 70% minha experiência de usuário!

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Pilotas de aviões vão para guerra em 2019

Kotobuki – The Wasteland Squadron é o novo anime de Tsutomu Mizushima e Michiko Yokote, o diretor e a roteirista de Shirobako, respectivamente. As protagonistas são um grupo de mulheres pilotando antigos aviões de guerra e participando de combates aéreos, mas ainda sem um oponente anunciado. A série vai ser lançada em janeiro, no Japão.


© Bandai Namco

Mizushima também dirigiu Witch Craft Works, Bokusatsu Tenshi Dokuro-chan e vários filmes de Crayon Shin-chan. Yokote é roteirista de Cowboy Bebop, Patlabor, Ranma ½, e Rurouni Kenshin.

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Provavelmente foram influenciados pela segunda metade de Shirobako, sua série sobre um estúdio de animação, já que a equipe está produzindo exatamente um anime com mulheres pilotando aviões de guerra. Devem ter se divertido no pouco que fizeram.

Do diretor sofri para encontrar projetos memoráveis, mas da roteirista tive que deixar várias coisas impressionantes de fora. Ela trabalhou duro, e já criou um belo legado em animação.

Por enquanto deixo com a tag Fantasia, apesar de nada indicar que seja desse gênero. Mas provavelmente se passa em outro mundo, um daqueles cenários em que o nível tecnológico empacou em um ponto específico e a civilização passa a somente decair, lentamente.

Tentei fazer o texto sem mencionar Shirobako, para fugir um pouco da notícia original, mas a própria divulgação do anime está se focando nesse aspecto. Parece ser o projeto principal do diretor, e talvez o mais recente entre os destaques da roteirista. E é uma série boa.

Fonte: Anime News Network

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Lobos e humanos disputam a posição de vilão em filme

Será lançado no final deste mês o suspense Hold the Dark, para assinantes do serviço de streaming de vídeos Netflix. Jeffrey Wright (Westworld) é um especialista em lobos contratado para “vingar” a morte de uma criança no Alasca, supostamente vítima de uma alcateia. Ao começar a investigação se depara com problemas muito mais complexos na família e comunidade local.


© Netflix

Alexander Skarsgård é o pai da criança, um veterano de guerra que reage mal à novidade, quando volta de seu serviço ativo. A direção é de Jeremy Saulnier (Sala Verde), com roteiro de Macon Blair (Já Não Me Sinto em Casa Neste Mundo), adaptado do livro de mesmo nome escrito por William Giraldi, inédito no Brasil.

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Que trailer bacana. Visual, música, edição, tudo tão bem combinado que chega a surpreender.

Usaram pouco o Jeffrey Wright, com seu inacreditável nome de protagonista: Russell Core; mas têm o Skarsgård à disposição, acho que faz sentido. Pela sinopse do livro, os dois possuem importância quase igual na trama, o que não fica tão claro no trailer – parece até que a esposa dele participa mais. Verificarei quando lançarem esse trambolho de quase duas horas.

Espero que não haja uma reviravolta com os lobos salvando o dia, e revelando que os humanos são os verdadeiros monstros.

Fonte: IMDb

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