Tag Archives: Fantasy

Rei Arthur vira um épico de fantasia

Guy Ritchie dirige uma nova versão do mito de Camelot em Rei Arthur: A Lenda da Espada, com estreia prevista para maio. Charlie Hunnam (Filhos da Anarquia) é o protagonista que retira a espada Excalibur da pedra e se torna herdeiro do trono inglês. Ao contrário de versões anteriores, essa aumenta os elementos de fantasia, incluindo superpoderes e monstros gigantes.


© Warner Bros

Também estão no elenco Jude Law, Eric Bana, Katie McGrath, Hermione Corfield e Djimon Hounsou. O roteiro lista quatro autores diferentes, incluindo o próprio Ritchie.

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Acho que a carreira do Guy Ritchie merecia ser estudada. De filmes policiais independentes a blockbusters de ação com lucros medianos, além de um curto casamento com aquela cantora famosa. Mas continuam colocando ele encarregado dessas produções caras, como uma espécie de Zack Snyder mais competente, mas menos lucrativo.

Vamos ao trailer, com seus monstros, superpoderes (sei que devem ser apenas magias ou itens mágicos, mas o visual não é à toa), exércitos gigantescos, destruição em massa. Me pegou de surpresa toda essa ação rocambolesca e um elenco quase desconhecido, principalmente o feminino – só listei um par de atrizes ali em cima porque suas fichas incluem várias produções populares.

Parece ser mais um daqueles casos: vamos tentar criar uma franquia lucrativa, mas aproveitando alguma coisa popular & em domínio público para economizar nos direitos e ter mais liberdade.

Na planilha faz sentido, mas na prática é questionável: economizar justamente no roteiro, inventando um monte de maluquices em cima de um produto clássico ao invés de comprar uma franquia moderna; e, ao dar seu próprio tom ao material, invariavelmente irritar os fãs e conhecedores do material.

Mas tentar justificar previamente o fiasco de um filme é quase impossível, não existe fórmula perfeita para o fracasso ou sucesso dessas monstruosidades. São complexos demais quando sendo feitos para correções serem possíveis antes do material acabar na mesa de edição.

Deve ser muito divertido trabalhar no meio, mas apenas se você não levar a sério.

Título rejeitado para o post: Senhor dos Anéis IV: Rei Arthur

Fonte: Deadline

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Path of Exile vai ganhar mais conteúdo em quatro meses

O MMORPG gratuito Path of Exile vai ganhar uma nova atualização no segundo semestre deste ano. The Fall of Oriath irá trazer cinco novos atos, incluindo mapas inéditos e antigos remodelados, mais monstros e revelações sobre a trama do jogo. O conteúdo entra em teste no final de abril, com lançamento oficial previsto para junho ou julho.


© Grinding Gear Games

Path of Exile pertence à categoria “clone de Diablo”, com visão isométrica e destruição sem fim de monstros em troca de equipamentos e tesouro. Centenas, se não milhares de poderes estão disponíveis para todas as classes de personagem, permitindo um nível quase único de customização.

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Como fã de Diablo, mais do que de seus clones, tentei jogar Path of Exile quando foi lançado há vários anos. Na época o treco era bem instável, e quando você caia, voltava no início do mapa, resetado e novamente cheio de monstros. Alguns anos depois, tentei mais uma vez, com meu filho acompanhando. Infelizmente seu laptop comprado em promoção não proporcionou uma experiência agradável, e acabamos desistindo.

Atualmente ele tem um computador mais razoável, e vive me enchendo a paciência para jogarmos alguma coisa, inclusive sugerindo títulos horrendos. Acho que vou instalar PoE em seu computador e propor uma nova tentativa durante esse feriado – tenho interesse nesse título, mas se for para jogar sozinho, prefiro continuar em meus RPGs single-player mesmo. Minha exaustão quanto a MMORPGs, principalmente os de fantasia, continua longe de acabar.

E, curiosamente, continuo ouvido apenas elogios sobre Path of Exile – entre os MMOs gratuitos parece ser o grande protagonista ocidental.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: https://www.pathofexile.com/oriath

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Filme conecta problemas emocionais e kaiju

Anne Hathaway está sofrendo uma crise pessoal e controlando um monstro gigante em Colossal, comédia absurda de Nacho Vigalondo. O cineasta espanhol também dirige Dan Stevens, Jason Sudeikis e Tim Blake Nelson, que contracenam com a protagonista enquanto a criatura destrói a Cidade Especial de Seul, capital sul coreana.


© Neon

Lançamento em abril, nos EUA.

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Gosto da Hathaway, acompanhei boa parte de sua carreira como atriz dramática casualmente, enquanto ela coletava elogios sem se destacar demais. Há alguns anos ela declarou que gostaria de fazer um filme de ficção científica, de “atirar um laser em uma gosma alienígena” ou algo nesse sentido.

Desde então ela participou de um filme do Batman, de Interestelar e agora desse Colossal, sem deixar de lado filmes mais normais. Ainda não conseguiu atingir seu objetivo exatamente, mas está chegando perto.

Parece-me que sua carreira não foi exatamente beneficiada por essa decisão, mas talvez tenha obtido satisfação pessoal, ao menos.

Título descartado para esse post: Problemas com homem viram um godzilla

Fonte: io9

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Sucesso inesperado para jogo de Conan

Conan Exiles é uma prioridade para a Funcom, de acordo com texto divulgado no blog oficial do jogo. Com a venda de 320.000 cópias na primeira semana de “acesso antecipado”, todos os custos de desenvolvimento já foram recuperados, e a equipe deve continuar corrigindo problemas e desenvolvendo conteúdo, com anúncios programados para convenções ainda este ano.


© Funcom

Também está disponível para usuários um “kit para desenvolvedores”, ferramenta que permite fazer modificações no jogo e colocá-las à disposição de outros jogadores, tudo por meio da plataforma Steam. Conan Exiles está à venda por R$ 59.

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Como profissional da assessoria de comunicação, fiquei fascinado por um parágrafo do blog mencionado acima. Colocaram uma fala do diretor da empresa celebrando o sucesso de Conan Exiles, mas também admitindo que a empresa passou por dificuldades em anos recentes. Você praticamente consegue ouvir o suspiro de alívio nas entrelinhas da declaração.

E isso é bem raro em comunicação institucional – não exatamente admitir erros, algo que você pode fazer culpando o outro lado ou enfatizando no quanto estão melhorando daí em diante, mas sim projetar tanta fraqueza em público.

Talvez por estar acompanhando a Funcom há quase uma década e ter jogado a maioria dos seus títulos, inclusive fiascos como Lego Minifigures, senti uma certa simpatia pelo sofrimento e redenção da empresa. Mas não acho que críticos, entre eles boa parte de sua base de usuários frequentes ou inconstantes, vai sentir a mesma misericórdia que eu.

Na verdade, essa admissão de fraqueza não dá a impressão que não tinham certeza do que estavam fazendo, e que eles próprios estão surpresos com o sucesso? Que já estavam antecipando o fracasso? Perigoso isso!

Fonte: Blog Conan Exiles

Site oficial Conan Exiles https://conanexiles.com/#thegame

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Netflix prepara desenho animado de Castlevania

Castlevania, franquia japonesa de videogames sobre vampiros vai ganhar uma adaptação animada no Netflix ainda este ano, segundo a própria empresa.

Excelentes memórias!
© Konami

Lançado originalmente em 1986 para o Nintendo de 8 bits, Castlevanias geralmente são protagonizado por um membro da família Belmont, responsável por caçar Drácula sempre que este ressurge das cinzas. Ao longo das décadas outros protagonistas foram incluídos, além de monstros de diversas mitologias e até elementos de ficção científica.

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Minha memória quanto ao início dos anos 90 não é grande coisa, mas lembro vagamente de gostar muito de Castlevania – principalmente de Castlevania II: Simon’s Quest, com seus elementos de RPG. Talvez jogasse mais outros títulos populares, como Mario e Final Fantasy, mas a família Belmont provavelmente deixou a maior marca em meu jovem cérebro.

Em anos mais recentes joguei o Super Castlevania IV, um para Nintendo 64 e outro para Game Boy Advance (tudo em emuladores, obviamente), quase uma década após seus lançamentos. Em suma, meu saudosismo me deixa moderadamente entusiasmado para esse projeto.

Por outro lado os boatos que os produtores estão se inspirando em Game of Thrones esfriam um tanto esse interesse – quer dizer que o desenho vai ser recheado com violência sexual e centenas de personagens, além de se esticar por mais de vinte anos?

Outro ponto antes de encerrar, acho que é a primeira animação exclusiva do Netflix para público adulto sem temática cômica. No gênero comédia acredito que já são dois ou três desenhos, mas de ação nenhum – isso descontando os animes, que são uma categoria a parte.

Fonte: io9

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Jack não envelheceu um dia

A anunciada continuação do desenho animado Samurai Jack ganhou um trailer, atualizando a história do protagonista. A temporada de 10 episódios se passa 50 anos após a série original, com o viajante do tempo Jack ainda lutando contra o vilão Apu, mas sem ter envelhecido como consequência de suas aventuras.


© Cartoon Network

O desenho será lançado no dia 11 de março nos EUA, no canal Cartoon Network. O programa foi exibido originalmente entre 2001 e 2004, e costuma estar disponível no serviço de streaming Netflix.

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Apesar do dramalhão presente, quase uma tendência obrigatória quanto a heróis envelhecidos, parece que a ação continuará em destaque no programa. Samurai Jack foi uma espécie de marco na animação quanto a criação de cenas dinâmicas com pouquíssimos recursos – e não parece ser (apenas) uma questão de dinheiro, mas principalmente de fidelidade ao estilo artístico desenvolvido para o programa.

Talvez esse visual seja o motivo para seu limitado sucesso junto ao público jovem atual – tentei fazer meu filho assistir em algumas ocasiões diferentes, mas não consigo fazê-lo completar um episódio. Simplesmente não caiu em seu gosto.

Se bem que hoje em dia a molecada parece que só quer saber de assistir pessoas jogando videogame no Youtube – tantos desenhos, filmes, séries à disposição com uma facilidade inacreditável, e gastam a maior parte do seu tempo de lazer sequer jogando, mas passivamente vendo outros jogarem.

Cada geração com sua maluquice, é o que eu digo. O mais importante é que o indivíduo perceba logo as bobagens que faz, para daí continuá-las ou interrompê-las conscientemente, não apenas porque está indo na onda dos amigos ou por medo de bronca dos pais. É um passo importante no amadurecimento do adolescente.

Fonte: Blastr

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Lucifer Jones volta à vaga de livro do mês

A editora Phoenix Pick está distribuindo este mês o e-book grátis Adventures: The Chronicles of Lucifer Jones Vol I, de Mike Resnick. A publicação é uma coletânea das aventuras de um falso padre na África, tentando enriquecer através de golpes e fundar sua própria igreja. Ao longo do caminho encontra outros golpistas ainda piores, personagens bizarros e até situações sobrenaturais.

Colagem horrível, mas bem exata
© Phoenix Pick

Para baixar uma cópia gratuita basta ir até a página http://www.phoenixpick.com/botm/Resnick.htm, clicar na imagem “Add to cart”, baixar o preço para zero dólares, preencher um pequeno formulário e escolher um formato de arquivo. A oferta fica disponível até o final do mês.

Na mesma página é possível comprar os quatro livros de Lúcifer Jones em um pacote pelo preço reduzido de US$ 3,99, e/ou outro pacote com quatro outros livros de Mike Resnick por também US$ 3,99.

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Se há um livro gratuito que posso recomendar com confiança absoluta é Adventures: The Chronicles of Lúcifer Jones Vol I. O treco é ridiculamente engraçado e inteligente, cheio de personalidades estranhas e situações marcantes. Diversão garantida.

A coisa fica um pouco repetitiva lá pelo Volume III, mas dá uma revitalizada no Volume IV, para encerrar.

E parece que a Phoenix Pick vai conseguir tirar mais um pouco de dinheiro de mim, com o pacote secundário de livros. São quatro publicações do Mike Resnick que não tenho, por um preço ótimo. E esse autor é muito bom, já li vários livros dele e não tenho nenhuma reclamação séria a fazer. Estou inclusive na metade de Oracle, outro que comprei em pacote da PP, segundo de uma trilogia – tão diferente do primeiro que me tirou um pouco do rumo.

Fonte: Phoenix Pick Newsletter

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Se você reconhecer essas referências, está velho

Chuck Hank and the San Diego Twins é uma comédia de ação sobre dois irmãos e seu melhor amigo em uma luta por vingança contra um grupo de criminosos organizados. O filme é repleto de referências a videogames dos anos 80 e o único nome conhecido em toda a produção é David Arquette (Malditas Aranhas, franquia Pânico).


© Coatwolf Productions

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Tive que pesquisar para ter certeza que esse trailer pertence a um filme de verdade e não um projeto independente, que serviria como cartão de visitas de cineasta procurando financiamento. Ainda não encontrei essa certeza, mas a maioria dos envolvidos já trabalhou em um filme antes, no mesmo estilo comédia de ação, então é provável que estejam repetindo a dose.

Parece uma (nova) versão live-action de Double Dragon. Principalmente com esse desfecho.

Fonte: Slash Film

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Conan e o gigante de fogo

Está à venda Conan the Slayer #6, edição de janeiro da revista mensal do bárbaro cimério. Neste número, o protagonista conclui a primeira saga da publicação, sobre uma guerra entre dois irmãos pelo controle de uma tribo de mercenários nômades do deserto. O roteiro é de Cullen Bunn, com arte de Sergio Davila e cores de Michael Atiyeh. São 32 páginas por US$ 3,99, em formato impresso e digital.

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© Dark Horse Comics

Clique na imagem acima para conferir uma prévia da revista.

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Que sanguinolência, tripas e tinta vermelha para todo lado. Há tempos não via um Conan tão violento e gosmento assim! Acho que é isso que acontece quando colocam um roteirista de horror para escrever ação e aventura – só imagino o que o Bunn devia fazer com os X-Men.

E parece que ele entende razoavelmente bem do personagem. Enquanto enfrentando assassinos ou exércitos, a reação do Conan é de puro profissionalismo, ou vai matar todo mundo, ou vai escapar se as chances não forem boas. Mas ao se deparar com o sobrenatural, seu espanto é paralisante. Até que se recupera e mata o monstro a espadadas.

Fonte: Dark Horse Comics

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Compre um ticket para o futuro por 60 dólares

A editora Paizo colocou seu novo RPG de mesa, Starfinder, em pré-venda. Interessados em uma cópia impressa do jogo podem adquiri-la por 60 dólares agora, e aguardar seu lançamento oficial em agosto, durante a convenção Gen Con. São 560 páginas levando o RPG de fantasia medieval Pathfinder para um futuro distante no espaço, com alienígenas, naves espaciais, tecnologia misteriosa, mas também elementos clássicos do gênero, como magia, heroísmo e monstros. Uma versão digital por 10 dólares deve ficar disponível na sequência.

Use a magia, Luke.
© Paizo

No mesmo mês será lançado o primeiro volume da campanha Starfinder Adventure Path: Dead Suns (Incident at Absalom Station). A história começa com a descoberta de uma nave mineradora abandonada transportando um asteroide que pode levar a uma superarma alienígena.

No Free RPG Day em junho, para quem tiver acesso a lojas de hobbies nos EUA, será distribuído o suplemento gratuito Starfinder: First Contact, contendo uma amostra grátis de 12 novos monstros do jogo. A versão digital deve ficar disponível no mês seguinte.

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Não sou particularmente fã da mistura de ficção científica e magia, apesar de gostar bastante de Star Wars, por exemplo. O máximo que tolero no meu sci-fi são poderes psíquicos, que segundo uma tendência dos anos 70 e 80, seriam uma consequência natural da evolução humana (isso aparece até no segundo filme do Planeta dos Macacos – dos clássicos, digo).

Mas quando anunciaram os planos para Starfinder há mais de um ano, fiquei interessado principalmente na possibilidade de fugir um pouco do ambiente medieval. Felizmente, no meio do caminho a editora Gun Metal Games lançou seu kickstarter adaptando Interface Zero 2.0 para Pathfinder, e esse produto virou meu principal objetivo quanto a uma alternativa para fantasia. Cyberpunk ganha disparado de Space Opera nas minhas preferências. O treco atrasou, mas deve sair antes de Starfinder, espero – caso contrário vão acabar sendo eclipsados e perder uma boa quantia de vendas.

Vou comprar o manual principal, pelo menos, mas não sei quanto a jogar. Magias e espadas em uma nave espacial não é uma coisa que se encaixe com facilidade em minha cabeça. Por mais que as espadas sejam feitas de luz, e a magia atrelada a uma religião.

Fonte: Paizo Blog

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