Mais tempo para outros personagens em GdG 2

Guardiões da Galáxia Vol. 2 ocupou um dos espaços no milionário intervalo do Superbowl, final de um campeonato de futebol americano realizado neste domingo. Desta vez o trailer apresenta a nova vilã e esclarece que o grupo de aventureiros espaciais ganha mais integrantes – a trama deve ficar para o próximo vídeo.


© Marvel Films

Estão no elenco Chris Pratt, Vin Diesel, Zoe Saldana, Karen Gillan, Bradley Cooper, Dave Bautista e Michael Rooker. Entram para a franquia Sylvester Stallone e Kurt Russell. O diretor e roteirista é novamente James Gunn. Lançamento em maio.

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E felizmente estão variando as músicas, deixando a excelente trilha sonora do primeiro filme para trás. Depois do trailer inicial fiquei com a impressão que iam repetir excessivamente a bem-sucedida fórmula, estragando toda a experiência.

Até agora este foi o único vídeo que gostei, principalmente por terem variado um pouco a comédia, centralizada no Baby Groot e na imbecilidade do Drax e Mantis (ainda presentes, uma pena). Estou torcendo para expandirem a presença do Yondu, um dos maiores ladrões de cena dessa franquia.

Único filme da Marvel que estou com vontade de assistir este ano. E tomara que mantenham-no isolado do resto do universo.

Fonte: Deadline

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Lucifer Jones volta à vaga de livro do mês

A editora Phoenix Pick está distribuindo este mês o e-book grátis Adventures: The Chronicles of Lucifer Jones Vol I, de Mike Resnick. A publicação é uma coletânea das aventuras de um falso padre na África, tentando enriquecer através de golpes e fundar sua própria igreja. Ao longo do caminho encontra outros golpistas ainda piores, personagens bizarros e até situações sobrenaturais.

Colagem horrível, mas bem exata
© Phoenix Pick

Para baixar uma cópia gratuita basta ir até a página http://www.phoenixpick.com/botm/Resnick.htm, clicar na imagem “Add to cart”, baixar o preço para zero dólares, preencher um pequeno formulário e escolher um formato de arquivo. A oferta fica disponível até o final do mês.

Na mesma página é possível comprar os quatro livros de Lúcifer Jones em um pacote pelo preço reduzido de US$ 3,99, e/ou outro pacote com quatro outros livros de Mike Resnick por também US$ 3,99.

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Se há um livro gratuito que posso recomendar com confiança absoluta é Adventures: The Chronicles of Lúcifer Jones Vol I. O treco é ridiculamente engraçado e inteligente, cheio de personalidades estranhas e situações marcantes. Diversão garantida.

A coisa fica um pouco repetitiva lá pelo Volume III, mas dá uma revitalizada no Volume IV, para encerrar.

E parece que a Phoenix Pick vai conseguir tirar mais um pouco de dinheiro de mim, com o pacote secundário de livros. São quatro publicações do Mike Resnick que não tenho, por um preço ótimo. E esse autor é muito bom, já li vários livros dele e não tenho nenhuma reclamação séria a fazer. Estou inclusive na metade de Oracle, outro que comprei em pacote da PP, segundo de uma trilogia – tão diferente do primeiro que me tirou um pouco do rumo.

Fonte: Phoenix Pick Newsletter

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Mais um trailer de Ghost in the Shell (EUA)

O comercial de TV para Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell já está disponível na internet, dias antes de ser exibido na final de um campeonato de futebol americano. Em sua curta duração é possível ver alguns poucos segundos de material inédito, incluindo interação entre a protagonista Major, interpretada por Scarlett Johansson e o vilão Kuze, de Michael Pitt.


© Paramount Pictures

O filme é uma adaptação ocidental da franquia Ghost in the Shell, iniciada em mangá e expandida para televisão, jogos, longas metragens e mais mangás. O lançamento está previsto para 30 de março.

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Eu diria que é uma adaptação global da franquia, considerando a diversificada nacionalidade do elenco principal e secundário.

E acho que estamos vendo pela primeira vez toda a equipe de apoio à Major reunida, no um segundo em que estão parados do lado de um helicóptero. Já o rosto da Johansson sendo removido parece uma daquelas alucinações induzidas por hack, típicas de algumas lutas em realidade virtual nas séries.

Torço muito para que esse filme não seja uma porcaria. Não precisa ser magnífico, só ficar um pouco acima do medíocre, e talvez dar origem a uma ou duas continuações. Mais cyberpunk nos cinemas não seria nada mal.

Fonte: Bleeding Cool

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Se você reconhecer essas referências, está velho

Chuck Hank and the San Diego Twins é uma comédia de ação sobre dois irmãos e seu melhor amigo em uma luta por vingança contra um grupo de criminosos organizados. O filme é repleto de referências a videogames dos anos 80 e o único nome conhecido em toda a produção é David Arquette (Malditas Aranhas, franquia Pânico).


© Coatwolf Productions

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Tive que pesquisar para ter certeza que esse trailer pertence a um filme de verdade e não um projeto independente, que serviria como cartão de visitas de cineasta procurando financiamento. Ainda não encontrei essa certeza, mas a maioria dos envolvidos já trabalhou em um filme antes, no mesmo estilo comédia de ação, então é provável que estejam repetindo a dose.

Parece uma (nova) versão live-action de Double Dragon. Principalmente com esse desfecho.

Fonte: Slash Film

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Mais Macross já em 2018

Macross comemorou seu 35º aniversário neste domingo, com o anúncio de uma nova série animada em 2018. O evento contou com uma apresentação do grupo de cantoras Walküre, que também dublou personagens no anime Macross Delta, além de ser responsável pelas músicas da série, exibida no ano passado. Outras iniciativas devem ser lançadas ao longo de 2017 para celebrar a franquia.

Eu gostei. Não enche.
© Satelight

Macross teve início nos anos 80 com o anime Super Dimension Fortress Macross, combinando lutas com naves espaciais que viram robôs gigantes e música capaz de afetar inimigos alienígenas. No Brasil a série original foi remixada com outros dois animes não relacionados e lançada com o título Robotech.

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Descobri que sou uma minoria por ter gostado de Macross Delta. Tudo bem que os robôs gigantes quase não aparecem, que o poder dos vilões não faz sentido algum, e que a batalha final foi muito fraca. Mas que os números musicais em quase todos episódios eram ótimos, isso eram.

É uma experiência praticamente lisérgica quando as cinco ídolos começam suas apresentações cheias de hologramas e drones enquanto os jatos estão tentando se matar – mas se você engolir o ridículo da situação, acaba se divertindo pra caramba.

Mas como o programa parece não ter repetido o sucesso de Frontier, provavelmente vão tomar outros rumos com o novo anime, deixando todas as lacunas de Delta não respondidas. Quando a série acabou sem mostrar a Lady M, depois de tantas insinuações e referências, fiquei indignado.

Fonte: Anime News Network

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Conan e o gigante de fogo

Está à venda Conan the Slayer #6, edição de janeiro da revista mensal do bárbaro cimério. Neste número, o protagonista conclui a primeira saga da publicação, sobre uma guerra entre dois irmãos pelo controle de uma tribo de mercenários nômades do deserto. O roteiro é de Cullen Bunn, com arte de Sergio Davila e cores de Michael Atiyeh. São 32 páginas por US$ 3,99, em formato impresso e digital.

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© Dark Horse Comics

Clique na imagem acima para conferir uma prévia da revista.

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Que sanguinolência, tripas e tinta vermelha para todo lado. Há tempos não via um Conan tão violento e gosmento assim! Acho que é isso que acontece quando colocam um roteirista de horror para escrever ação e aventura – só imagino o que o Bunn devia fazer com os X-Men.

E parece que ele entende razoavelmente bem do personagem. Enquanto enfrentando assassinos ou exércitos, a reação do Conan é de puro profissionalismo, ou vai matar todo mundo, ou vai escapar se as chances não forem boas. Mas ao se deparar com o sobrenatural, seu espanto é paralisante. Até que se recupera e mata o monstro a espadadas.

Fonte: Dark Horse Comics

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Compre um ticket para o futuro por 60 dólares

A editora Paizo colocou seu novo RPG de mesa, Starfinder, em pré-venda. Interessados em uma cópia impressa do jogo podem adquiri-la por 60 dólares agora, e aguardar seu lançamento oficial em agosto, durante a convenção Gen Con. São 560 páginas levando o RPG de fantasia medieval Pathfinder para um futuro distante no espaço, com alienígenas, naves espaciais, tecnologia misteriosa, mas também elementos clássicos do gênero, como magia, heroísmo e monstros. Uma versão digital por 10 dólares deve ficar disponível na sequência.

Use a magia, Luke.
© Paizo

No mesmo mês será lançado o primeiro volume da campanha Starfinder Adventure Path: Dead Suns (Incident at Absalom Station). A história começa com a descoberta de uma nave mineradora abandonada transportando um asteroide que pode levar a uma superarma alienígena.

No Free RPG Day em junho, para quem tiver acesso a lojas de hobbies nos EUA, será distribuído o suplemento gratuito Starfinder: First Contact, contendo uma amostra grátis de 12 novos monstros do jogo. A versão digital deve ficar disponível no mês seguinte.

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Não sou particularmente fã da mistura de ficção científica e magia, apesar de gostar bastante de Star Wars, por exemplo. O máximo que tolero no meu sci-fi são poderes psíquicos, que segundo uma tendência dos anos 70 e 80, seriam uma consequência natural da evolução humana (isso aparece até no segundo filme do Planeta dos Macacos – dos clássicos, digo).

Mas quando anunciaram os planos para Starfinder há mais de um ano, fiquei interessado principalmente na possibilidade de fugir um pouco do ambiente medieval. Felizmente, no meio do caminho a editora Gun Metal Games lançou seu kickstarter adaptando Interface Zero 2.0 para Pathfinder, e esse produto virou meu principal objetivo quanto a uma alternativa para fantasia. Cyberpunk ganha disparado de Space Opera nas minhas preferências. O treco atrasou, mas deve sair antes de Starfinder, espero – caso contrário vão acabar sendo eclipsados e perder uma boa quantia de vendas.

Vou comprar o manual principal, pelo menos, mas não sei quanto a jogar. Magias e espadas em uma nave espacial não é uma coisa que se encaixe com facilidade em minha cabeça. Por mais que as espadas sejam feitas de luz, e a magia atrelada a uma religião.

Fonte: Paizo Blog

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Trabalhando no final do mundo

Confira o trailer de The Surge, jogo de tiro em primeira pessoa de temática futurista. O protagonista é Warren, novo funcionário da multinacional CREO que precisa sobreviver a uma rebelião no seu primeiro dia de trabalho. Durante a implantação de um exosqueleto alguma coisa dá errado, e a partir daí ele precisa enfrentar robôs e colegas enlouquecidos na fábrica da empresa.


© Focus Home Interactive

Lançamento em maio para PlayStation 4, Xbox One e PC.

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Meu primeiro contato com o jogo foi esse trailer acima. Dá a impressão de ser um título de ação em um futuro distópico contado do ponto de vista de um funcionário de chão de fábrica, trabalhando justamente para uma megacorp “benigna”.

Mas pelo trailer de gameplay, é só mais um FPS com dois detalhezinhos peculiares: o cenário, uma linha de montagem gigantesca, ainda no começo dos efeitos colaterais de uma revolta comandada por inteligência artificial; e o uso de ferramentas como armas improvisadas.

Pelo menos é colorido e razoavelmente iluminado. Mas se tivessem feito uma sátira ao mundo de emprego de colarinho azul, com um funcionário de uma empresa que tenta lutar contra o apocalipse, batendo cartão e cumprindo horário de almoço, seria muito mais interessante.

Bom, serviu pela distração momentânea.

Fonte: Videogamer

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Fãs de Penny Dreadful podem se torturar um pouco

O seriado de televisão Penny Dreadful, cancelado no ano passado, vai ganhar uma sobrevida nos quadrinhos da Titan Comics, a partir de abril deste ano. O programa reunia várias criaturas mitológica na Inglaterra do século XIX, incluindo vampiros, lobisomens, bruxas e as criações do Dr. Frankenstein.

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© Titan Comics

Penny Dreadful #1 foi roteirizado por Chris King, listado como um dos produtores da série, e tem 40 páginas por US$ 4.99. A arte é de Jesús Hervás e cores de Jason Wordie. A série contava com Eva Green, Timothy Dalton, Billie Piper e Josh Hartnett no elenco. O diretor Sam Mendes era um dos produtores executivos.

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Gostei muito da primeira temporada de Penny Dreadful. Era incrivelmente previsível, conseguia enxergar tudo que ia acontecer um ou dois episódios antes, mas quando chegavam lá, os visuais geralmente valiam a espera. Gostei principalmente do monstro do Frankenstein matando o Dr. Van Helsing.

Comecei a assistir a segunda temporada, mas alguma coisa no primeiro episódio, não lembro bem o que, me desanimou e acabei esquecendo. Acho que as novas vilãs. Quando anunciaram o cancelamento, desisti de vez.

Um tempo atrás ouvi uma resenha de alguém que assistiu tudo na sequência e disse que valia a pena, que a história fechava bem, que haviam terminado na terceira temporada de propósito. Mas agora fazem uma continuação em quadrinhos?

Fonte: Bleeding Cool

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Japão faz sua parte quanto a Vigilante do Amanhã

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell está sendo promovido no Japão com a publicação de mangás. A editora Kodansha está lançando em fevereiro duas histórias celebrando o filme americano, na sua revista Monthly Young Magazine, tendo já publicado uma em dezembro. Dois dos mangakas envolvidos já produziram histórias em quadrinhos baseadas nas séries animadas da franquia.


© Paramount Pictures

Scarlett Johansson protagoniza a versão ocidental de Ghost in the Shell, também conhecida aqui como O Fantasma do Futuro, com Michael Pitt, Juliette Binoche, Takeshi Kitano e Rila Fukushima. Rupert Sanders, de Branca de Neve e o Caçador dirige o longa, que será lançado em 30 de março.

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Muitas descobertas nessa publicação. Não fazia ideia que existiam outros mangas baseados nos animes, achei que somente o original do Masamune Shirow existia. Mas dado o tamanho da franquia, nada inesperado. E também não sabia que já haviam publicado um one-shot no ano passado promovendo GitS – passou batido nos locais onde costumo acompanhar mangás não lançados oficialmente por aqui.

Por falar em mangás e oficialmente, depois de alguns finais de semana visitando a toa a livraria de um enorme shopping center local, desisti e encomendei a encadernação de Ghost in the Shell da JBC pela internet mesmo. Aproveitei para incluir o volume inicial de Blame!, e acabou saindo muito mais barato do que comprar diretamente, mesmo incluindo o frete. Sem falar que o que gastei em estacionamento já daria para pagar a próxima edição de Blame!.

Acompanho as novidades do filme (vou assistir no final de semana de estreia) pelo Facebook, curiosamente na versão nacional da página oficial. Não importa o que publiquem, a maioria dos comentários são críticas ao título traduzido, com algumas pessoas perdendo as estribeiras, exigindo “Fantasma na Máquina”. Mas eu compreendo o dilema da distribuidora – se colocarem fantasma no título, povo vai achar que é um filme de terror.

Fonte: Anime News Network

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