GURPS se concentra nas dungeons para novatos

A editora Steve Jackson Games anunciou para outubro o lançamento de Dungeon Fantasy Roleplaying Game, seu novo RPG de mesa. O sistema utiliza regras do Generic Universal RolePlaying System (GURPS), produto mais tradicional da empresa, mas simplifica-o para criar um jogo rápido de exploração de calabouços cheios de monstros. A caixa vem com cinco livros, dois mapas, miniaturas de cartolina e dados de seis faces, pelo preço de US$ 59,95.

Eu vejo as dungeons, mas cadê os dragons?
© SJG

Dungeon Fantasy é inspirado na linha de produtos para GURPS de mesmo nome, e foi desenvolvido com financiamento pelo Kickstarter em um total de US$ 176 mil dólares, no ano passado. O jogo inclui 11 profissões, nove raças, 400 magias e 80 monstros.

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Estranho como nem reparei nesse Kickstarter – não teria participado, devido ao desinteresse em comprar jogos impressos (já bastam as tranqueiras que ainda tenho de AD&D, World of Darkness, DND 4e e coisas aleatórias dos anos 90), mas teria divulgado.

É mais uma iniciativa da editora para facilitar o acesso de potenciais novos jogadores ao acervo de GURPS, dessa vez bem simples e focada em fantasia clássica, raiz dos RPGs de mesa.

Interessante vê-los fazendo alguma coisa além do jogo de cartas Munchkin, que praticamente domina seu cronograma pelo ano inteiro. Nada contra focar no produto mais lucrativo, mas pelo menos continuam diversificando – bom para manter a criatividade funcionando.

Fonte: Daily Iluminator

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Novo Death Note reaproveita deus da morte e caderno

A Netflix divulgou o primeiro trailer de Death Note, sua adaptação do mangá de mesmo nome. Nesta versão a trama se passa nos EUA, com um estudante local encontrando o caderno com o poder de matar qualquer pessoa cujo nome seja escrito em suas páginas. Após a chacina se tornar óbvia demais, um exótico detetive é chamado para caçar o assassino que nunca se aproxima das vítimas.


© Netflix

O roteiro foi escrito por Charley e Vlas Parlapanides (com o filme de ação mitológica Imortais no currículo) e Jeremy Slater (um dos responsáveis pelo Quarteto Fantástico de 2015). A direção é de Adam Wingard, da continuação Bruxa de Blair lançada no ano passado. O nome mais conhecido no elenco é Willem Dafoe, como o shinigami Ryuk, aparentemente único personagem mantido idêntico à versão original.

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Parece uma porcaria, mas não tenho essa impressão por tirarem a história do Japão – não me incomodo com adaptações estrangeiras que transportam a história para seu próprio país, faz muito mais sentido tanto econômica quanto culturalmente. Parece ruim porque descartaram as personalidades dos personagens principais por estereótipos batidos. O incrivelmente inteligente e megalomaníaco Light virou um adolescente oprimido e deprimido. Sua namorada celebridade inocente com um lado sombrio virou uma adolescente deprimida. E o esquisito e fascinado L virou um rapaz esquentadinho, dando berros.

Mudam completamente a natureza dos personagens, mas mantém nomes e cacoetes. Se vão transformar o elenco tanto em aparência quanto em caráter, por que não criar uma história nova, aproveitando o mesmo universo? Esqueçam a briga de gato e rato de Light e L, joguem um Death Note nos EUA e partam desse princípio.

Provavelmente seriam criticados igualmente por ignorar o material original, mas evitariam as comparações e teriam um começo mais neutro. Até o momento as opiniões parecem ser favoráveis somente quanto ao Ryuk, o resto está sendo achincalhado. Pelo menos as acusações de “white washing” estão mais contidas agora do que com Ghost in the Shell. Pertencer ao Netflix, queridinho dos cineastas independentes/sem dinheiro, pode ser um atenuante.

Fonte: io9

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Um e-book grátis sobre parcerias incomuns

A editora Phoenix Pick está distribuindo este mês o e-book Soulmates, de Mike Resnick e Lezli Robyn. Trata-se de uma coletânea sobre o tema “companheirismo” (ou “almas gêmeas”, traduzindo diretamente o título da obra), entre personagens bem distantes um do outro, como robôs, alienígenas, criaturas sobrenaturais ou humanos.

Eu vi coisas que vocês pombos não iriam acreditar...
© Phoenix Pick

Para baixar uma cópia gratuita, basta ir até a página http://www.phoenixpick.com/botm/Soul.htm, clicar no botão Add to Cart, reduzir o preço para zero dólar e concluir a compra. O livro fica disponível em formato mobi e epub até o final do mês.

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Um autor conhecido (com uma novata a reboque), um livro mais ou menos recente, boas resenhas de outros escritores e de pelo menos um jornal, e, o mais impressionante de tudo, uma capa que não parece ter sido feita no Paint. Mal posso acreditar!

Dá para esperar uma coisa do Resnick, baseado nos poucos livros dele que li: um bom trabalho no ponto de vista do Outro, o não-humano, não-corriqueiro, não-regular. O sujeito consegue escrever alienígenas e monstros convincentes, com motivações, raciocínio e comportamento que fazem sentido, e ao mesmo tempo são totalmente diferentes do que uma pessoa comum faria.

Fiquei interessado nessa coletânea, já que parecem focar justamente no relacionamento entre coisas esquisitas, algo que o autor já se mostrou capaz. Não sei qual é a contribuição da Robyn, já que nunca li nada de seus contos, mas imagino que estão em parceria por terem estilos ou ideias semelhantes.

Dá para afirmar que a editora mandou muito bem esse mês.

Fonte: Newsletter da Phoenix Pick

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Leve seu baralho para uma sessão de Pathfinder

A Interjection Games lançou Ultimate Cartomancy, a segunda parte de seu manual Strange Magic 2, para o RPG de mesa Pathfinder. O livro expande o sistema “cartomancia”, criada pela editora utilizando um baralho próprio, ou um baralho tradicional ou mesmo um de tarô para invocar poderes mágicos de modo quase aleatório. Além do Cartomancer, semelhante a outras classes que usam somente magia, é introduzido o Wildcard, um guerreiro que aplica as cartas ao seu equipamento.

Capas que não tem nada a ver com o conteúdo principal, parte 2
© Interjection Games

O livro também traz o baralho “deathdealer”, que, ao contrário do clássico, cheio de efeitos variados, é baseado em causar dano e prejudicar oponentes. Aumentando as opções para as duas classes, estão incluídos três archetypes para o Wildcard e dois para o Cartomancer, além de façanhas que dão acesso a mini-baralhos que podem modificar as seleções de cartas do jogador.

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O sistema funciona assim: ao criar o personagem você escolhe o baralho clássico ou o deathdealer, e imediatamente tem acesso a todas as 78 cartas. O que muda ao passar de nível é a quantidade de cartas que você pode selecionar por dia. O cartomancer, por exemplo, no primeiro nível escolhe apenas cinco delas para o seu “baralho ativo”, e, destas, fica com duas na mão, podendo ativá-las com uma ação normal, rápida ou de movimento, dependendo do efeito. O resto do baralho ativo fica embaralhado e virado para baixo, com o jogador precisando pegar uma carta nova de cada vez, aleatoriamente. É mais fácil de jogar do que de explicar.

Mas para não deixar as classes somente no caos, o que seria bem frustrante, eles têm outros subsistemas: descartar uma carta para ativar um poder fixo, ao invés do efeito da própria carta (para os casos em que você fica pegando só as porcarias mas não quer apenas descartá-las a toa); e um buff/debuff decidido aleatoriamente no d20.

Não tive oportunidade de ver um cartomancer (ou o novato wildcard) em ação, apesar de já ter construído uma para testes. O sistema em si lembra muito jogos de cartas online, como o recém lançado Gwent, da CD Projekt Red. Tenho a impressão, ainda não confirmada, que Ultimate Cartomancy seria uma boa opção para converter competidores dessa modalidade em jogadores de RPG.

Infelizmente o autor não aceitou minha sugestão de criar uma classe que transformava toda carta em um monstro – acho que os fãs de Yugioh e Pokémon iriam gostar. Fica como sugestão para expansões futuras.

E que venha a parte final do livro, Ultimate Onmyodo. Nham.

Fonte: Strange Magic 2 no Kickstarter

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Conan enfrenta um gigante vermelho

Está disponível Conan the Slayer # 10, revista mensal de Conan, o Bárbaro, popular personagem de Robert E. Howard. A história em quadrinhos está adaptando o conto The Devil in Iron, com o cimério enfrentando uma ameaça que aparenta ser indestrutível. Roteiro de Cullen Bunn, com arte de Sergio Davila e cores de Michael Atiyeh. São 32 páginas por US$ 3,99

Adorei os comentários da dama em perigo
© Dark Horse Comics

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E não esqueça de clicar na capa para conferir a prévia gratuita do mês, e ver como é o tal Devil in Iron, o Khosatral Khel – ficou bem bacana, em minha humilde opinião.

A vantagem de adaptar os contos do Howard, ao invés de ficar inventando como a Marvel fazia, é que a essência de Conan acaba sendo preservada. Então temos histórias elevando a pura força moral e física do personagem, como um contraponto à civilização e ao horror sobrenatural/medo irracional. É o exemplar de ser humano que cresceu em contato somente com a natureza, contra os homens influenciados pela cidade e/ou pelo sagrado. Mas que também adora mulheres e bebida.

No ano passado finalmente resolvi explorar um pouco mais da obra do Howard, além de Conan, Solomon Kane e Kull, seus guerreiros com princípios. Baixei duas coletâneas de Breckinridge Elkins em áudio no Librivox (gratuitas), sobre um cowboy inocente e brutamontes, que se envolve em todo tipo de problemas com a lei, vizinhos e parentes, simplesmente por ter que fazer a coisa certa, seja ela defender sua honra ou conseguir uma noiva. Não imaginava que o autor pudesse ser tão engraçado e criativo, principalmente com um cenário restrito desses. Excelente material.

Agora estou de olho nas suas histórias de pirata – e preciso dar uma olhada no conto que inspirou a criação da Red Sonja também.

Fonte: Dark Horse Comics

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Dramatizações nos planos de Law & Order

Law & Order: True Crime é o novo desmembramento desta franquia de seriados policiais com 27 anos de atividade. Desta vez estão se inspirando diretamente em um crime real, o assassinato cometido pelos irmãos Menendez no final dos anos 80. Edie Falco (Os Sopranos) é uma das protagonistas, a advogada de defesa da dupla. Serão oito episódios, com lançamento este ano.

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© NBC

Utilizando o formato de mostrar crimes do ponto de vista policial e jurídico igualmente, Law & Order atualmente ainda está em exibição com a série Unidade de Vítimas Especiais.

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Antigamente, quando TV a cabo era a única opção fácil para consumir conteúdo americano, assistia Law & Order religiosamente, tanto Special Victims Unit quanto Criminal Intent. O primeiro eu acabei parando de ver quando enjoei dos cacoetes repetidos à exaustão (os diálogos, meu Deus, os diálogos) e o segundo quando o Vincent D’Onofrio pediu as contas. Hoje em dia acho que o único seriado policial que assisto é a nova temporada de Twin Peaks.

Puxei esse tema porque anunciaram a contratação da Heather Graham (por pelo menos 1 episódio) mas esqueci de mencioná-la no texto inicial. Bom, fica o registro! Gosto dela, apesar de andar meio apagada. Acho que ela e a Mira Sorvino podiam ser mais bem aproveitadas pelo cinema e TV da atualidade.

Achei que esses Menendez eram familiares, e não é devido aos inacabáveis especiais sobre crimes que minha esposa assiste toda noite. Ele são a inspiração para a trama paralela em The Cable Guy (O Pentelho), a comédia menos lucrativa da carreira de Jim Carrey, interpretados por Ben Stiller e aparecendo somente nos televisores de personagens secundários. Acho que esse é o filme do Carrey que mais assisti em minha vida – não sei porquê, mas esse treco não saía do videocassete na casa dos meus pais. Eu diria que é uma obra-prima mal compreendida, mas posso estar sendo meramente ufanista.

Fonte: Deadline

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Disney coloca Han Solo na linha

Ron Howard, novo diretor do filme sobre Han Solo, elogiou o material produzido até o momento pela dupla Phil Lord e Christopher Miller, demitidos recentemente. O cineasta está analisando as alterações que serão necessárias para concluir o filme de acordo com as preferências da Lucasfilm/Disney, e por enquanto a data de lançamento de maio de 2018 permanece inalterada.

Ainda estão se divertindo?
© Lucasfilm

Após ser premiado com o Oscar de Melhor Diretor por Uma Mente Brilhante, Howard se manteve relevante na indústria principalmente com a franquia O Código Da Vinci, protagonizada por Tom Hanks.

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A Disney está usando um método bem peculiar para conduzir sua aquisição bilionária mais recente. Encontram um diretor (ou dois) com potencial, algum sucesso mas não o suficiente para ser estabelecido, o colocam para dirigir um longa de Star Wars e o esmigalham até produzir um filme idêntico ao resto da franquia.

Soltam produções meio questionáveis que faturam centenas de milhões quase automaticamente, e aproveitam para submeter jovens talentos a um curso de treinamento intensivo sobre como fazer um blockbuster da Disney. Estão juntando o útil ao lucrativo.

Enquanto isso Star Wars envelhece cada vez mais, perdendo chance atrás de chance de se atualizar, vivendo de nostalgia. Com o faturamento que conseguem, não dá para dizer que estão errados, mas podiam ficar ricos e também fazerem algo criativo e mais interessante.

Fonte: Coming Soon

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Drácula vai ser adaptado por dupla de Sherlock

O canal inglês BBC está desenvolvendo um seriado inspirado na obra Drácula, do escritor Bram Stoker. Estão encarregados da empreitada Steven Moffat e Mark Gatiss, parceria bem sucedida na adaptação de outro clássico literário, Sherlock Holmes. A dupla deve ficar responsável apenas pelo roteiro, e detalhes ainda não foram revelados.

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© L&PM Pocket

As aventuras modernas do detetive particular britânico estão disponível no Brasil para assinantes do Netflix, com o próprio Gatiss no elenco como Mycroft Holmes.

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Ainda é pura especulação, mas há uma possibilidade que atualizem esse Drácula do mesmo jeito que fizeram com Sherlock – ou seja, um vampiro usando celular o tempo todo. Mas você não precisa nem imaginar como o conde Vlad se viraria nos tempos modernos, basta assistir ao documentário fajuto O Que Fazemos nas Sombras. O filme acompanha um grupo de vampiros com séculos de existência dividindo uma casa e tentando se adaptar às conveniências modernas.

Mas outra história de peixe fora d’água usando um vampiro? Acho que deviam fazer exatamente o oposto: continuar a história do livro e mostrar o Drácula praticamente dominando o mundo moderno com seus séculos de experiência e tempo para planejar. Sei que isso também já foi feito, mas não tanto à exaustão quanto as outras possibilidades.

E chega de ficar imaginando, que o programa está tão verde que nem consta no IMDb ainda. Talvez sequer aconteça! E se acontecer, lá por 2019, no mínimo. Bastante tempo para encontrarem um ator romeno para protagonizar, o que seria realmente inovador.

Fonte: Bleeding Cool

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Interface Zero para Pathfinder

A editora Gun Metal Games está publicando hoje (23) a versão para o RPG de mesa Pathfinder de seu cenário de campanha Interface Zero 2.0. O jogo se passa no ano 2090 de nosso mundo, recheado de elementos cyberpunk com alguns toques próprios, como híbridos humanos e animais, e implantes de realidade aumentada em todas as pessoas.

Arte original sem o diminuto título do livro. Muito bom!
© Ian Llanas

O manual traz sete raças e nove classes, regras sociais para interagir com personagens não-jogadores, novas e modificadas habilidades, façanhas, características e defeitos. Há um capítulo próprio para “regras cyberpunk”, que inclui combate, órgãos cibernéticos, drones e programas de computador. Há também material para os mestres do jogo, sobre a criação de histórias no cenário e até geradores de aventuras e NPCs.

Completam a publicação uma extensa lista de equipamentos e de oponentes, e uma cidade futurista detalhada: Chicago.

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Por enquanto apenas quem comprou o jogo pelo Kickstarter tem acesso ao arquivo, mas imagino que isso vá mudar nos próximos dias. Estou aguardando por esse manual desde janeiro! E vejo que a espera valeu a pena – a quantidade de material é impressionante em sua abrangência. Agora só preciso ler as quase 400 páginas, criar personagens com meus filhos e testar alguns cenários mais simples que tenho em mente, antes de partir para uma campanha.

Também quero tentar participar de jogos online com os demais participantes do financiamento, que o treco parece promissor. Só preciso descobrir onde e se esse pessoal se agrupa fora da página do livro.

Estava torcendo para que desse certo, e funcionou: fechei a semana com um combo cyberpunk.

Fonte: Gun Metal Games

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Novo Blade Runner já se garante no visual, ao menos

Blade Runner 2049 ganhou um novo vídeo promocional, recheado de cenas dos bastidores e trechos de entrevistas com elenco e equipe técnica. Ryan Gosling protagoniza esta continuação de Blade Runner – O Caçador de Androides, que chega aos cinemas em outubro deste ano, com direção de Denis Villeneuve.


© Sony

Harrison Ford retorna ao papel de Rick Deckard e Edward James Olmos ao de Gaff, agora na companhia de Robin Wright, Jared Leto, Ana de Armas e Dave Bautista. Hampton Fancher é novamente o roteirista, desta vez acompanhado de Michael Green (Alien: Covenant).

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Há alguns anos, quando divulguei que uma produtora havia comprado os direitos de Blade Runner e planejava fazer algo com eles, nunca achei que iam chegar tão longe. Não só conseguiram reunir um ótimo elenco e um enorme talento na direção, como também criaram algo que parece visualmente espetacular. Agora é torcer para o Ridley Scott e o Harrison Ford não ferrarem com tudo.

Posso apontar a franquia Alien como uma situação semelhante, e genuinamente na latrina com as últimas inserções cinematográficas do Scott. E parece que ele não tem planos de parar tão cedo. Já o trabalho do Ford revivendo seus antigos sucessos não tem sido exatamente inspirado, incluindo Jones e Solo – pelo que está mostrando nesses trailers, Deckard parece estar indo para o mesmo ralo.

Pelo menos a presença da dupla me impede de criar entusiasmo excessivo pelo filme, o que certamente irá melhorar a experiência no cinema: ou surpresa pela qualidade, ou pouca decepção por já esperar um produto inferior. Que venha outubro!

Fonte: Slash Film

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