Novo desastre ambiental com toque futurista

Gerard Butler e Abbie Cornish protagonizam o novo suspense de desastre climático Geostorm, com lançamento previsto para outubro deste ano. O longa se distancia do gênero ao incluir um elemento de ficção científica: um satélite que controla o clima terrestre é o culpado pela tragédia, ao parar de funcionar corretamente e criar catástrofes impossíveis.


© Warner Bros

Também estão no elenco Ed Harris e Andy Garcia, este interpretando um presidente, possivelmente dos Estados Unidos. A direção é de Dean Devlin e Danny Cannon, com roteiro do próprio Devlin e Paul Guyot. Os três têm no currículo principalmente trabalhos em televisão, mas o primeiro listado também produziu alguns filmes de Roland Emmerich.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Parece uma continuação de O Dia Depois de Amanhã, com elementos adicionais ao mero congelamento instantâneo do hemisfério norte. Vão precisar fazer muito mais que isso na divulgação para provar que há alguma coisa inédita nesse filme, que vale a pena ir até um cinema assistir. Pelo vídeo parece apenas mais barulhento e bagunçado que os últimos três ou quatro títulos do gênero – só faltou um monstro gigante.

O satélite hackeado/sabotado é um toque interessante, mas provavelmente vai ser apenas utilizado como propaganda contra o aquecimento global criado por humanos. Algo no estilo “não adianta buscar soluções tecnológicas, precisamos abandonar totalmente o petróleo e parar de reproduzir para salvar a mãe-terra”. Consigo sentir o discurso ideológico escondido nas entrelinhas, pronto para ser esfregado na cara do público incauto querendo apenas ver um monte de explosões.

Até o Andy Garcia como presidente parece ser um ataque ao Donald Trump.

Título rejeitado: O Dia Depois de Amanhã 2 – No Espaço

Fonte: Blastr

Tagged

Possível vilão se junta ao novo Star Trek na TV

Star Trek: Discovery, a nova série da franquia Jornada nas Estrelas, adicionou Jason Isaacs ao elenco, como um capitão de nave espacial. O ator, conhecido por interpretar vilões, se junta a Michelle Yeoh (O Tigre e o Dragão) e Doug Jones (Hellboy), bem como um grupo variado e pouco conhecido de atores.

32947115880_0949373922_z
© Sony Pictures

O programa deve sair ainda este ano, após vários adiamentos e substituições nos bastidores. De acordo com sinopses ainda não-oficiais, a trama se passa uma década antes da época do Capitão Kirk.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Lembro quando anunciaram esse programa, com o Bryan Fuller encabeçando tudo e totalmente entusiasmado. Desde então adiaram o lançamento do início do ano para “este ano” e o Fuller se desligou completamente ou quase, e ainda não soltaram um único vídeo do elenco fazendo qualquer coisa ou sequer usando o uniforme – como é um prelúdio da série original, nem precisam fazer muita maluquice, apenas algo parecido, talvez um pouco mais incômodo.

Temos alguns vídeos conceituais pelo menos, mantendo o velho padrão Star Trek, de um futuro limpinho e organizado, com suas naves de formato peculiar. Mas enquanto não lançarem o primeiro trailer genuíno não temos ideia de como vai ser o tom do programa, gastos com produção, cuidados com figurino e cenário, quantidade de alienígenas feitos de maquiagem vs de computação gráfica. Tudo em aberto ainda.

Títulos descartados: Socialismo continua funcionando bem no espaço; Socialismo espacial recruta mais um camarada.

Fonte: Bleeding Cool

Tagged

Goblins protagonizam em novo jogo furtivo

Confira o novo trailer de Styx: Shards of Darkness, jogo da Cyanide sobre um goblin assassino. Desta vez o pequeno e mortífero Styx precisa infiltrar uma cidade de elfos negros e descobrir porque estão se aliando aos anões. Como pode ser visto no vídeo abaixo, o título vai incluir um modo multiplayer cooperativo.


© Cyanide

Styx é o terceiro jogo da franquia Of Orcs and Men, que se passa em um mundo onde orcs e goblins são escravizados e perseguidos por humanos. Lançamento em 14 de março, para PlayStation 4, Xbox One e PC.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Interessante reinterpretação da dicotomia goblinoide x humanoide, possivelmente mais realista do que a clássica visão tolkieniana. Tente imaginar uma Europa medieval com orcs, será que os seres humanos realmente permitiram sua existência sem controle, vivendo em territórios próprios e eventualmente invadindo suas cidades para pilhar e matar?

Acho que depende da origem desses monstros. Se comparar os orcs a vikings (e não devo estar muito distante da inspiração original), os europeus até combateriam a ameaça e acabariam permitindo que criassem seus próprios enclaves no território, desde que suavizassem seu comportamento combativo. Mas se fossem como os exércitos de Genghis Khan, sem interesse em se adaptar ao local mas sim conquistar e subjugar tudo, acho que acabariam sendo expulsos, mas não exterminados.

Cenários de campanha em RPGs geralmente resolvem esse dilema com grandes extensões de terra e populações reduzidas, significando que há espaço para todo mundo e dificilmente guerras abertas são necessárias. Caso esses mundos avançassem no tempo realisticamente, provavelmente veríamos algo parecido com essa série Styx.

Fonte: Videogamer.com

Tagged

Novo DuckTales renova personagens mirins

O canal Disney X D divulgou o primeiro trailer do remake de DuckTales, desenho animado de sucesso do início dos anos 90. A história é focada no Tio Patinhas, seus empregados e família, se aventurando pelo mundo em busca de tesouros e oportunidades para ganhar mais dinheiro. A série deve ser lançada este ano ainda.


© Disney X D

Entre os dubladores destaca-se David Tenant, mais conhecido como uma das encarnações do Doctor Who, e por ter sido o vilão na série Jessica Jones.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Cheguei nesse trailer acidentalmente. Estava cantarolando a música-tema dublada, como acontece de vez em quando, incomodando meu filho descrevendo minha cena predileta da série: o Tio Patinhas e um vilão estão correndo enquanto o chão despenca embaixo deles. O treco ficou gravado no meu cérebro, mesmo após vinte anos.

Fucei em um guia de episódios, imaginando que nunca encontraria esse trecho. Para minha surpresa, ele acontece cedo, já no quinto episódio da primeira temporada. Saciada minha nostalgia (e um pouco desapontado também, que o treco não é tão impressionante quanto me lembrava), olhei mais alguns vídeos de DuckTales e acabei encontrando esse lançamento, tão recente.

Não parecem ter alterado os personagens adultos em nada, mas as crianças passaram por mudanças radicais. A menina, tão infantilizada no original, virou uma criança hiperativa e barulhenta. Dos trigêmeos, as vozes ficaram bem distintas, e pelo menos um deles ganhou uma personalidade completamente diferente dos outros e da versão anterior, e provavelmente vai ficar encarregado da maior parte do humor ácido.

Gostei da animação, do estilo, da ação, e do humor envolvendo os personagens adultos. Mas as crianças ficaram um pouco irritantes demais, e não soam nada como crianças de verdade. Quando um desenho tem um protagonista infantil e os adultos não tem destaque algum, não há problema em dublá-lo com alguém obviamente bem mais velho. Quando dividem a mesma importância em cena, ficou esquisito.

Espero que suavizem a chatice dos pirralhos. Mas provavelmente não vou assistir além do episódio piloto (não sou o público-alvo, e acho que meus filhos não assistem mais desenho animado), então não me incomoda tanto assim.

Fonte: Canal da Disney Television no Youtube

Tagged

Um e-book grátis sobre “duendes” do subsolo

A editora Phoenix Pick está distribuindo este mês o e-book Duende Meadow, de Paul Cook. Na trama, um grupo de sobreviventes se isolou no subterrâneo após uma guerra – 600 anos mais tarde, os descendentes dessas pessoas, transformados em “duendes”, resolvem visitar a superfície e encontrar a luz do sol pela primeira vez.

Esses duendes parecem normais demais
© Phoenix Pick

Para baixar uma cópia gratuita, basta ir até a página http://www.phoenixpick.com/botm/Cook.htm, clicar na opção Add to Cart, reduzir o preço para zero dólares, clicar no Checkout, preencher um formulário de nome e email, e selecionar um formato para a leitura. A promoção é válida até o final do mês.

Na mesma página também é possível comprar outros oito livros do autor pelo preço reduzido de US$ 7 dólares, e ainda adicionar duas obras Terence M. Green, sobre um policial em um futuro próximo, elevando o preço total para US$ 8,50 por 10 títulos.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Cook é provavelmente o autor mais distribuído pela Phoenix Pick em todos esses anos que mantém a promoção. Para se ter uma ideia, tenho a maioria desses oito livros dele, justamente dados em meses anteriores. E também reconheço os livros do Green, tenho pelo menos um deles – pelas frases elogiosas parece que se tratam de obras cyberpunk, não fazia ideia.

Vou tentar comprar apenas os que não tenho ainda, ver se é possível manipular esses bundles da Phoenix Pick. Não li nada do Cook ainda, mas as colunas de resenhas curtas dele na Galaxy’s Edge eram sensacionais.

Fonte Phoenix Pick Newsletter

Tagged

Mais elenco inédito em Guardiões da Galáxia 2

Kurt Russel finalmente faz sua aparição oficial no novo trailer de Guardiões da Galáxia 2, próxima aventura dos heróis espaciais da Marvel. O filme chega aos cinemas locais no início de maio deste ano, e mostra o grupo ganhando novos integrantes e enfrentando outra ameaça interplanetária. Os planos da vilã inédita ainda não foram revelados pelo estúdio.


© Disney Pictures

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Melhor (e talvez o único realmente bom) trailer divulgado até agora, restaurando boa parte de minha expectativa para esse filme. Até agora estavam se ancorando basicamente em versões exageradas de piadas do primeiro, mas parece que possuem muito mais material disponível.

E pelo que notei, estreia uma semana após Ghost in the Shell. Duas ficções científicas de alto custo nos cinemas ao mesmo tempo? O ano parece estar melhorando cada vez mais.

Só espero que as duas não sejam terríveis.

Fonte: Slash Film

Tagged

Kong é uma metáfora para a Guerra do Vietnã

Semana que vem estreia Kong: A Ilha da Caveira, reboot mais recente da franquia sobre o macaco gigante governando uma ilha de monstros. Desta vez Tom Hiddleston comanda a expedição de ricos exploradores em busca de aventura, financiado por John Goodman e acompanhado por Samuel L. Jackson, Brie Larson e John C. Reilly.


© Warner Bros

A história se passa nos anos 70, e deve ser atrelada ao reboot de Godzilla lançado em 2014. O diretor é Jordan Vogt-Roberts, com várias comédias no currículo, e o roteiro escrito por quatro pessoas inclui os responsáveis por O Abutre, o Godzilla mencionado acima, Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, e Gigantes de Aço.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Provavelmente é apenas efeito do trailer muito bem editado, mas esse clima de Guerra do Vietnã finalmente me convenceu a divulgar essa comédia de ação. As brigas entre Kong e os monstros conseguem ser menos impressionantes que a versão de Peter Jackson, ignorada nessa continuidade, e as cenas engraçadas são proeminentes demais para um filme sobre monstros gigantes assassinos.

Nada contra comédias de ação – em Guardiões da Galáxia (amanhã escrevo sobre o trailer novo) o gênero funciona à perfeição, mas quando a premissa do longa envolve monstros aterrorizantess, talvez não seja a melhor ideia. O próprio Loki, tão versátil, parece estar fazendo uma caricatura de seu personagem mais famoso, faltando apenas os sorrisos de orelha a orelha.

Os planos, anunciados há um bom tempo, de um confronto entre Godzilla e Kong, continuam peculiares – não apenas pela diferença de proporção entre os monstros, mas também pelo tom dos filmes. E estão investindo pesado nessa ideia, com esse reboot chegando perto dos US$ 200 milhões. Basta um deles dar errado, para toda a ideia ser derrubada.

Fonte: Blastr

Tagged

Blame! vai devastar quilômetros em maio

A nova versão animada de Blame!, mangá de Tsutomu Nihei, ganhou mais um trailer e uma data oficial de lançamento: 20 de maio. O filme chega aos cinemas japoneses e ao serviço de streaming Netflix ao mesmo tempo.


© Polygon Pictures

A história se passa em um futuro distante dominado por formas de vida artificiais de todo tipo, aonde o protagonista Killy procura um ser humano com um tipo específico de gene que pode salvar o mundo.

O mangá está sendo publicado no Brasil pela editora JBC, estando atualmente em seu segundo volume.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Achei que era uma série animada, mas agora parece que será apenas um longa. E pelo jeito a única coisa que não foi feita em CGI são os rostos, mas posso estar enganado quanto a isso. Apesar de tudo, ainda parece bem razoável – gostaria que a arma dele fosse mais barulhenta, mas podem ter suavizado isso no trailer.

Comprei o primeiro volume de Blame! junto com o volume único de Ghost in the Shell, ambos lançados recentemente pela JBC. Como não consegui ler nenhum ainda, não peguei o segundo volume, apesar de, olhando por cima, a qualidade do impresso estar muito boa. Tentarei destruí-los ambos neste feriado, ou pelo menos o Blame!. Se minha impressão atual do mangá for tão boa quanto da primeira vez que o encontrei na década passada, continuarei a comprá-lo.

Acho que ainda é cyberpunk, mas cruza um pouco demais a fronteira entre distopia e cyberpunk. Toda obra cyberpunk pertence a um mundo distópico, mas que ainda pode ser reconhecido como o nosso – no caso de Blame!, foi modificado demais para se identificar qualquer semelhança, fora a presença de humanos e algumas estruturas sociais. Mas os robôs e as armas são sensacionais.

Fonte: Anime News Network

Tagged

Quarto defensor chega ao Netflix em março

A Netflix lança no mês que vem a série Punho de Ferro, sua quinta colaboração com a Marvel. O protagonista é Danny Rand, jovem herdeiro que sobrevive uma queda de avião na Ásia e passa anos sendo treinado por um grupo de monges. Eventualmente retorna para Nova Iorque, onde combate o crime como um super-herói e se readapta ao mundo moderno. Todos os 13 episódios estarão disponíveis para os assinantes de uma vez só.


© Netflix

Os outros protagonistas da parceria, Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage irão se unir ao Punho de Ferro na série Os Defensores, com lançamento previsto para este ano ainda.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Apesar de estar um pouco por fora do universo Marvel nos cinemas, estou bem atualizado quanto ao televisivo. Graças ao Netflix, assisti três temporadas de Agentes da SHIELD (só a primeira foi fraquinha) e aos programas exclusivos do serviço.

O Demolidor teve uma primeira temporada esquisita, com um excelente vilão, mas prejudicada pelo herói com um conflito interno meio sem sentido – o uniforme no último episódio quase acaba com tudo. Na segunda temporada dá uma melhorada brutal graças ao Justiceiro, mas perde um pouco do rumo com a Elektra. Jessica Jones foi sensacional, se há algo a reclamar é quanto ao desfecho do vilão. Luke Jones simplesmente não tinha uma trama coerente, com seu protagonista perambulando sem propósito na maioria dos episódios, em lutas entediantes.

Punho de Ferro parece estar utilizando o protagonista em conflito (quanto à tendência à violência) com duas tramas, talvez equilibradas: o peixe fora d’água e as forças ocultas nas trevas. O conflito interno parece quase obrigatório, com nenhum dos personagens querendo assumir a função de herói, e eventualmente cedendo lá pelo décimo episódio; mas o formato do antagonismo é bem mais variado, variando entre um único vilão a temporada inteira com subchefes eventuais, a vilões que mudam de lado, vilões que perdem na metade da série e até vilões que simplesmente morrem repentinamente e deixam um vazio mal preenchido.

Acho que o vilão único traz os melhores resultados, mas também exige os melhores atores. Em segundo lugar o vilão que muda de lado, com o vilão de meia temporada sendo o pior de todos.

Análises birutas a parte, vou assistir ao programa inteiro também, e ficar aguardando por crossovers surpresas que nem um idiota, como a maioria do público.

Título recusado: Demolidor é o único herói sem poderes na Netflix

Fonte: Bleeding Cool

Tagged

Rei Arthur vira um épico de fantasia

Guy Ritchie dirige uma nova versão do mito de Camelot em Rei Arthur: A Lenda da Espada, com estreia prevista para maio. Charlie Hunnam (Filhos da Anarquia) é o protagonista que retira a espada Excalibur da pedra e se torna herdeiro do trono inglês. Ao contrário de versões anteriores, essa aumenta os elementos de fantasia, incluindo superpoderes e monstros gigantes.


© Warner Bros

Também estão no elenco Jude Law, Eric Bana, Katie McGrath, Hermione Corfield e Djimon Hounsou. O roteiro lista quatro autores diferentes, incluindo o próprio Ritchie.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Acho que a carreira do Guy Ritchie merecia ser estudada. De filmes policiais independentes a blockbusters de ação com lucros medianos, além de um curto casamento com aquela cantora famosa. Mas continuam colocando ele encarregado dessas produções caras, como uma espécie de Zack Snyder mais competente, mas menos lucrativo.

Vamos ao trailer, com seus monstros, superpoderes (sei que devem ser apenas magias ou itens mágicos, mas o visual não é à toa), exércitos gigantescos, destruição em massa. Me pegou de surpresa toda essa ação rocambolesca e um elenco quase desconhecido, principalmente o feminino – só listei um par de atrizes ali em cima porque suas fichas incluem várias produções populares.

Parece ser mais um daqueles casos: vamos tentar criar uma franquia lucrativa, mas aproveitando alguma coisa popular & em domínio público para economizar nos direitos e ter mais liberdade.

Na planilha faz sentido, mas na prática é questionável: economizar justamente no roteiro, inventando um monte de maluquices em cima de um produto clássico ao invés de comprar uma franquia moderna; e, ao dar seu próprio tom ao material, invariavelmente irritar os fãs e conhecedores do material.

Mas tentar justificar previamente o fiasco de um filme é quase impossível, não existe fórmula perfeita para o fracasso ou sucesso dessas monstruosidades. São complexos demais quando sendo feitos para correções serem possíveis antes do material acabar na mesa de edição.

Deve ser muito divertido trabalhar no meio, mas apenas se você não levar a sério.

Título rejeitado para o post: Senhor dos Anéis IV: Rei Arthur

Fonte: Deadline

Tagged