Category Archives: TV

Novo Fargo é sobre rivalidade entre irmãos

O canal americano FX lança no mês que vem a terceira temporada de Fargo, seriado dramático, cômico e policial inspirado pelo filme de mesmo nome. Desta vez os protagonistas são irmãos gêmeos interpretados por Ewan McGregor, que escalam sua rivalidade de pequenos crimes para assassinatos e envolvimento com mafiosos. Após duas temporadas ambientadas no século passado, a atual avança para o ano de 2010.


© MGM

Joel e Ethan Coen, criadores do filme, participam como produtores. O roteiro e direção ficaram novamente nas mãos de Noah Hawley, atualmente também ocupado com o seriado Legion, derivado da franquia X-Men.

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Pois é, assim como as duas temporadas anteriores, parece ótimo. Infelizmente não faço ideia, já que nunca assisti um episódio sequer – a distribuição é tão restrita que parece ter sido feito pela HBO, que também não libera nada para outros serviços de vídeo.

Não compro um DVD desde meu aniversário (edição especial de Blade Runner, com todas as versões comerciais lançadas mais um documentário enorme), mas se encontrar essa série em promoção, acho que não resistiria ao investimento.

É claro que ela seria lançada no Netflix na semana seguinte, mas talvez eu esteja sendo apenas pessimista. De novo.

Fonte: Deadline

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Seriado de ficção científica ganha mais 13 episódios

O seriado The Expanse vai ganhar uma terceira temporada no canal americano Syfy. O programa é uma adaptação da série de livros de ficção científica de mesmo nome, já em seu sexto volume, e aparentemente inéditos no Brasil. A história se passa alguns séculos no futuro, e trata de uma conspiração ameaçando a Terra, a colônia em Marte e os habitantes de um cinturão de asteroides.


© Syfy

O protagonista é interpretado por Steven Strait, líder de um pequeno grupo de sobreviventes de um cargueiro espacial destruído em um ataque misterioso. São utilizados como propaganda pelos conspiradores que desejam iniciar uma guerra entre as três forças humanas, enquanto tentam desvendar a origem de uma perigosa arma biológica. Thomas Jane, nome mais conhecido do elenco, é responsável por outra linha narrativa da trama, que eventualmente cruza com a principal.

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Gostei muito da primeira temporada, disponível no Netflix. Assisti a coisa toda (10 episódios) em apenas dois finais de semana, algo que geralmente reservo às parcerias Marvel/Netflix. Enquanto The Expanse não tem o mesmo ritmo ágil e com poucas repetições que nem essas outras, conta com uma boa trama e alguns atores se divertindo muito em seus papéis, principalmente o detetive perdedor do Thomas Jane e o mecânico sociopata do Wes Chatham.

O protagonista não é tão forte quanto esses dois personagens, e, francamente, no material de divulgação parece que está quase dormindo ao falar sobre a série, mas não chega a atrapalhar. Os demais personagens não causam muita impressão, apesar do grande tempo que recebem em tela – a personagem da Shohreh Aghdashloo tem somente uma excelente sequência, quando manipula um casal de personagens, mas fora isso está deslocada demais do resto da trama – talvez cresçam mais na segunda temporada, atualmente sendo exibida.

Apesar de falar tão mal, ainda vou recomendar o programa. Não é como se tivéssemos muitas opções de ficção científica na TV, de qualquer jeito.

Fonte: Blastr

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Possível vilão se junta ao novo Star Trek na TV

Star Trek: Discovery, a nova série da franquia Jornada nas Estrelas, adicionou Jason Isaacs ao elenco, como um capitão de nave espacial. O ator, conhecido por interpretar vilões, se junta a Michelle Yeoh (O Tigre e o Dragão) e Doug Jones (Hellboy), bem como um grupo variado e pouco conhecido de atores.

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© Sony Pictures

O programa deve sair ainda este ano, após vários adiamentos e substituições nos bastidores. De acordo com sinopses ainda não-oficiais, a trama se passa uma década antes da época do Capitão Kirk.

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Lembro quando anunciaram esse programa, com o Bryan Fuller encabeçando tudo e totalmente entusiasmado. Desde então adiaram o lançamento do início do ano para “este ano” e o Fuller se desligou completamente ou quase, e ainda não soltaram um único vídeo do elenco fazendo qualquer coisa ou sequer usando o uniforme – como é um prelúdio da série original, nem precisam fazer muita maluquice, apenas algo parecido, talvez um pouco mais incômodo.

Temos alguns vídeos conceituais pelo menos, mantendo o velho padrão Star Trek, de um futuro limpinho e organizado, com suas naves de formato peculiar. Mas enquanto não lançarem o primeiro trailer genuíno não temos ideia de como vai ser o tom do programa, gastos com produção, cuidados com figurino e cenário, quantidade de alienígenas feitos de maquiagem vs de computação gráfica. Tudo em aberto ainda.

Títulos descartados: Socialismo continua funcionando bem no espaço; Socialismo espacial recruta mais um camarada.

Fonte: Bleeding Cool

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Novo DuckTales renova personagens mirins

O canal Disney X D divulgou o primeiro trailer do remake de DuckTales, desenho animado de sucesso do início dos anos 90. A história é focada no Tio Patinhas, seus empregados e família, se aventurando pelo mundo em busca de tesouros e oportunidades para ganhar mais dinheiro. A série deve ser lançada este ano ainda.


© Disney X D

Entre os dubladores destaca-se David Tenant, mais conhecido como uma das encarnações do Doctor Who, e por ter sido o vilão na série Jessica Jones.

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Cheguei nesse trailer acidentalmente. Estava cantarolando a música-tema dublada, como acontece de vez em quando, incomodando meu filho descrevendo minha cena predileta da série: o Tio Patinhas e um vilão estão correndo enquanto o chão despenca embaixo deles. O treco ficou gravado no meu cérebro, mesmo após vinte anos.

Fucei em um guia de episódios, imaginando que nunca encontraria esse trecho. Para minha surpresa, ele acontece cedo, já no quinto episódio da primeira temporada. Saciada minha nostalgia (e um pouco desapontado também, que o treco não é tão impressionante quanto me lembrava), olhei mais alguns vídeos de DuckTales e acabei encontrando esse lançamento, tão recente.

Não parecem ter alterado os personagens adultos em nada, mas as crianças passaram por mudanças radicais. A menina, tão infantilizada no original, virou uma criança hiperativa e barulhenta. Dos trigêmeos, as vozes ficaram bem distintas, e pelo menos um deles ganhou uma personalidade completamente diferente dos outros e da versão anterior, e provavelmente vai ficar encarregado da maior parte do humor ácido.

Gostei da animação, do estilo, da ação, e do humor envolvendo os personagens adultos. Mas as crianças ficaram um pouco irritantes demais, e não soam nada como crianças de verdade. Quando um desenho tem um protagonista infantil e os adultos não tem destaque algum, não há problema em dublá-lo com alguém obviamente bem mais velho. Quando dividem a mesma importância em cena, ficou esquisito.

Espero que suavizem a chatice dos pirralhos. Mas provavelmente não vou assistir além do episódio piloto (não sou o público-alvo, e acho que meus filhos não assistem mais desenho animado), então não me incomoda tanto assim.

Fonte: Canal da Disney Television no Youtube

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Quarto defensor chega ao Netflix em março

A Netflix lança no mês que vem a série Punho de Ferro, sua quinta colaboração com a Marvel. O protagonista é Danny Rand, jovem herdeiro que sobrevive uma queda de avião na Ásia e passa anos sendo treinado por um grupo de monges. Eventualmente retorna para Nova Iorque, onde combate o crime como um super-herói e se readapta ao mundo moderno. Todos os 13 episódios estarão disponíveis para os assinantes de uma vez só.


© Netflix

Os outros protagonistas da parceria, Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage irão se unir ao Punho de Ferro na série Os Defensores, com lançamento previsto para este ano ainda.

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Apesar de estar um pouco por fora do universo Marvel nos cinemas, estou bem atualizado quanto ao televisivo. Graças ao Netflix, assisti três temporadas de Agentes da SHIELD (só a primeira foi fraquinha) e aos programas exclusivos do serviço.

O Demolidor teve uma primeira temporada esquisita, com um excelente vilão, mas prejudicada pelo herói com um conflito interno meio sem sentido – o uniforme no último episódio quase acaba com tudo. Na segunda temporada dá uma melhorada brutal graças ao Justiceiro, mas perde um pouco do rumo com a Elektra. Jessica Jones foi sensacional, se há algo a reclamar é quanto ao desfecho do vilão. Luke Jones simplesmente não tinha uma trama coerente, com seu protagonista perambulando sem propósito na maioria dos episódios, em lutas entediantes.

Punho de Ferro parece estar utilizando o protagonista em conflito (quanto à tendência à violência) com duas tramas, talvez equilibradas: o peixe fora d’água e as forças ocultas nas trevas. O conflito interno parece quase obrigatório, com nenhum dos personagens querendo assumir a função de herói, e eventualmente cedendo lá pelo décimo episódio; mas o formato do antagonismo é bem mais variado, variando entre um único vilão a temporada inteira com subchefes eventuais, a vilões que mudam de lado, vilões que perdem na metade da série e até vilões que simplesmente morrem repentinamente e deixam um vazio mal preenchido.

Acho que o vilão único traz os melhores resultados, mas também exige os melhores atores. Em segundo lugar o vilão que muda de lado, com o vilão de meia temporada sendo o pior de todos.

Análises birutas a parte, vou assistir ao programa inteiro também, e ficar aguardando por crossovers surpresas que nem um idiota, como a maioria do público.

Título recusado: Demolidor é o único herói sem poderes na Netflix

Fonte: Bleeding Cool

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Amazon investe em mais Philip K. Dick

A série Eletric Dreams foi adquirida pela Amazon, com encomenda de 10 episódios, após ter circulado por outros canais convencionais de TV. O programa será uma antologia baseada em contos de Philip K. Dick, autor de ficção científica responsável pelo livro Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, adaptado no clássico Blade Runner. O conteúdo ficará disponível no serviço de vídeos da livraria digital, exclusivamente para assinantes.

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© Aleph

Ron Moore, criador do remake de Battlestar Galactica será o “showrunner” espécie de supervisor geral de um programa. Bryan Cranston (Breaking Bad) é um dos produtores e deve atuar na série também.

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Foram tantos anos desde que divulguei isso que acreditei se tratar de um programa novo, e que havia perdido o lançamento do anterior. Mas verifiquei que ele sequer havia entrado em produção, provavelmente devido aos elevados gastos e duvidoso retorno de programas nesse formato.

Exceto por Black Mirror, que outra antologia recente deu certo? Antigamente Além da Imaginação e Contos da Cripta dominavam a televisão americana, mas hoje em dia acho que, se existirem programas nesse gênero, passam longe do Top 100.

Mas chega de negatividade, estou curioso para assistir a esse show, sendo um grande fã do Dick (ha-ha-ha), pelo menos de seu material mais acessível – as coisas alucinógenas ainda me desafiam.

Essa notícia também me lembrou que assinei o serviço de vídeo da Amazon para assistir Man in the High Castle mas não consegui terminar o primeiro episódio sequer. Incrivelmente arrastado… preciso continuar esse projeto, arranjar outro programa, ou cancelar a assinatura!

Fonte: Bleeding Cool

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Netflix prepara desenho animado de Castlevania

Castlevania, franquia japonesa de videogames sobre vampiros vai ganhar uma adaptação animada no Netflix ainda este ano, segundo a própria empresa.

Excelentes memórias!
© Konami

Lançado originalmente em 1986 para o Nintendo de 8 bits, Castlevanias geralmente são protagonizado por um membro da família Belmont, responsável por caçar Drácula sempre que este ressurge das cinzas. Ao longo das décadas outros protagonistas foram incluídos, além de monstros de diversas mitologias e até elementos de ficção científica.

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Minha memória quanto ao início dos anos 90 não é grande coisa, mas lembro vagamente de gostar muito de Castlevania – principalmente de Castlevania II: Simon’s Quest, com seus elementos de RPG. Talvez jogasse mais outros títulos populares, como Mario e Final Fantasy, mas a família Belmont provavelmente deixou a maior marca em meu jovem cérebro.

Em anos mais recentes joguei o Super Castlevania IV, um para Nintendo 64 e outro para Game Boy Advance (tudo em emuladores, obviamente), quase uma década após seus lançamentos. Em suma, meu saudosismo me deixa moderadamente entusiasmado para esse projeto.

Por outro lado os boatos que os produtores estão se inspirando em Game of Thrones esfriam um tanto esse interesse – quer dizer que o desenho vai ser recheado com violência sexual e centenas de personagens, além de se esticar por mais de vinte anos?

Outro ponto antes de encerrar, acho que é a primeira animação exclusiva do Netflix para público adulto sem temática cômica. No gênero comédia acredito que já são dois ou três desenhos, mas de ação nenhum – isso descontando os animes, que são uma categoria a parte.

Fonte: io9

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Jack não envelheceu um dia

A anunciada continuação do desenho animado Samurai Jack ganhou um trailer, atualizando a história do protagonista. A temporada de 10 episódios se passa 50 anos após a série original, com o viajante do tempo Jack ainda lutando contra o vilão Apu, mas sem ter envelhecido como consequência de suas aventuras.


© Cartoon Network

O desenho será lançado no dia 11 de março nos EUA, no canal Cartoon Network. O programa foi exibido originalmente entre 2001 e 2004, e costuma estar disponível no serviço de streaming Netflix.

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Apesar do dramalhão presente, quase uma tendência obrigatória quanto a heróis envelhecidos, parece que a ação continuará em destaque no programa. Samurai Jack foi uma espécie de marco na animação quanto a criação de cenas dinâmicas com pouquíssimos recursos – e não parece ser (apenas) uma questão de dinheiro, mas principalmente de fidelidade ao estilo artístico desenvolvido para o programa.

Talvez esse visual seja o motivo para seu limitado sucesso junto ao público jovem atual – tentei fazer meu filho assistir em algumas ocasiões diferentes, mas não consigo fazê-lo completar um episódio. Simplesmente não caiu em seu gosto.

Se bem que hoje em dia a molecada parece que só quer saber de assistir pessoas jogando videogame no Youtube – tantos desenhos, filmes, séries à disposição com uma facilidade inacreditável, e gastam a maior parte do seu tempo de lazer sequer jogando, mas passivamente vendo outros jogarem.

Cada geração com sua maluquice, é o que eu digo. O mais importante é que o indivíduo perceba logo as bobagens que faz, para daí continuá-las ou interrompê-las conscientemente, não apenas porque está indo na onda dos amigos ou por medo de bronca dos pais. É um passo importante no amadurecimento do adolescente.

Fonte: Blastr

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Adaptação de Dick garante terceira temporada

A loja online Amazon anunciou que sua série The Man in the High Castle terá uma terceira temporada, com um novo “showrunner”. Eric Ellis Overmyer, criador do policial Bosch para a mesma empresa, assume a função no lugar de Frank Spotnitz (Arquivos X), que abandonou o programa na metade da segunda temporada.


© Amazon Studios

The Man in the High Castle é exibido exclusivamente no service de streaming de vídeo da Amazon. Trata-se de uma adaptação do livro O Homem do Castelo Alto, de Philip K. Dick, sobre uma realidade alternativa em que os aliados perderam a II Guerra Mundial, e como resultado os EUA foram divididos pela Alemanha e Japão, com um pequeno território livre no meio do país. 20 episódios estão disponíveis.

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Assinei o tal serviço de streaming da Amazon (achei que o Hulu chegaria antes) algumas semanas depois que liberaram o acesso para o Brasil. Inicialmente queria ver Mr. Robot, que também está no catálogo, mas pelas tentativas que fiz até agora, somente o material exclusivo da empresa está disponível por aqui. Comecei a assistir TMitHC, estou na metade do primeiro episódio ou algo assim, e até agora não me cativou tanto quanto esperava.

Acho que vou concluir essa tarefa, tentar um episódio de Bosch, e se não continuar com qualquer um deles, vou acabar cancelando. Por enquanto está bem barato, em promoção, mas com essa oferta ridícula de conteúdo nem isso vale a pena gastar.

Fonte: io9

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Apocalipse canadense começa a tomar forma

O serviço de streaming Hulu vai lançar em abril do ano que vem o seriado The Handmaid’s Tale, baseado no livro A História da Aia, de Margaret Atwood. A trama é uma distopia militar, onde as poucas mulheres férteis são colocadas à disposição da elite governante para procriar. Confira algumas imagens do elenco, que inclui Joseph Fiennes e Yvonne Strahovski:

O visual parece ótimo.
Em um papel dramático? Será?
© Hulu

O programa terá 10 episódios e será exclusivo para assinantes do portal de vídeos, ainda indisponível no Brasil.

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Só agora reparei que a Atwood está listada como produtora executiva (algo normal nessas adaptações, para agradar ao fãs de quem escreveu a obra original e ao mesmo tempo dar-lhe uma grana extra) e roteirista dos 10 episódios. Pela sua breve ficha no Internet Movie Database, parece ser a sua primeira experiência direta na área. E pelo jeito gostou, já que está trabalhando em outra adaptação de um livro seu, Alias Grace, um romance histórico.

Com Netflix e Amazon Video (ou seja lá qual o nome do serviço) disponíveis no Brasil, em breve o Hulu deve chegar também. Talvez a tempo de acompanhar essa série enquanto ainda é lançada. Se for boa, talvez me ajude a fazer as pazes com a autora, uma de minhas prediletas antes de começar a esnobar ficção científica, apesar de escrever várias obras do gênero. Uma bobagem. De ambas as partes.

Fonte: io9

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