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True Detective revela o crime de sua nova temporada

O canal de TV a cabo HBO divulgou outro trailer da terceira temporada de True Detective, sua série policial exclusiva. O ganhador do Oscar de Melhor Ator, Mahershala Ali, é o protagonista, interpretando um detetive em início de carreira, veterano e aposentado, lidando com o mesmo mistério: o desaparecimento de duas crianças. Lançamento em janeiro, para assinantes do canal ou do seu serviço de streaming.


© HBO

Entram no elenco desta temporada Stephen Dorff (Blade: O Caçador de Vampiros) e Ray Fisher (Liga da Justiça).

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Curiosamente não contrataram nenhum grande nome feminino, apesar do clima igualitário em Hollywood atualmente. Os nomes no topo são Deborah Ayorinde, que interpretou uma garçonete que acaba assassinada em Luke Cage (contracenando com o Mahershala, por sinal) e Carmen Ejogo, uma das tripulantes em Alien Covenant. Talvez True Detective acabe sendo a plataforma para uma das duas crescer?

O trailer pareceu tão familiar que precisei verificar no arquivo se não havia divulgado-o antes. Mas é realmente uma expansão de um teaser que publiquei em agosto, com quase todas as mesmas cenas, melhores estruturadas, e a grande revelação quanto ao crime que vai perseguir o protagonista durante toda sua vida.

Se quer assistir a uma boa produção policial com racismo como pano de fundo, recomendo No Calor da Noite, de 1967, protagonizado por Sidney Poitier.

Fonte: Canal da HBO no Youtube

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Surge novo vilão do Demolidor

O serviço de streaming de vídeos Netflix divulgou um novo trailer de Demolidor, revelando quem é o vilão secundário da terceira temporada: o Mercenário. Trata-se de um tradicional vilão das histórias em quadrinhos do herói, cujas habilidades se resumem a uma mira quase perfeita. Os 13 episódios ficam disponíveis para assinantes no dia 19 de outubro.


© Netflix

Vincent D’Onofrio retorna como o vilão principal Rei do Crime, após dominar a primeira temporada e fazer uma breve aparição na segunda. O herói continua sendo interpretado por Charlie Cox, retormando seu primeiro e improvisado uniforme, e novamente acompanhado por Deborah Ann Woll e Elden Henson. Rosario Dawson, intérprete da enfermeira Claire Temple e principal ligação entre todas as séries Marvel/Netflix, não está listada para esta temporada.

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Acho que já tinham anunciado ou insinuado que o Mercenário (Bullseye no original) seria a grande novidade da temporada, mas gostei de sua aparição. Estão renegando tanto o uniforme de super-herói que até entregaram o dito cujo para o vilão. Isso que é reviravolta!

Parece que estão com dois oponentes de impacto desta vez. Na primeira O Rei do Crime dividiu a tela com o Tentáculo, na segunda foi a vez do Justiceiro ficar de lado com a Elektra/Tentáculo, mas agora parece que descartaram os ninjas com poder de ressurreição. Após a baboseira de Os Defensores, tomara que sim.

A qualidade da parceria tem mais aumentado do que não, com Jessica Jones 2 sendo o único deslize nas continuações (o Justiceiro ficou desconectado demais do resto desse universo, mas não foi dos piores). Estou estranhando não terem expandido o catálogo com mais personagens protagonistas de suas próprias séries – a Marvel tem um bocado de gente com poderes “baratos” para adaptar.

Fonte: Canal do Netflix no Youtube

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Novo Demolidor promete mais violência e menos uniforme

A terceira temporada do Demolidor chega ao Netflix no dia 19 de outubro, informa o serviço de streaming de vídeo. Um trailer foi divulgado com o protagonista, interpretado por Charlie Cox, monologando sobre seu trabalho como vigilante e insinuando que o vilão será novamente o Rei do Crime, papel de Vincent D’Onofrio.


© Netflix

Demolidor é a primeira série da parceria Marvel e Netflix, expandida com Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro e Os Defensores, sendo esta última uma reunião de todos os personagens.

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Parece que se arrependeram do uniforme de super-herói. E realmente o visual original em seus primeiros episódios é a versão mais interessante que conseguiram produzir.

Terminei de assistir à segunda temporada de Punho de Ferro (segunda vez que digito Pinho de Ferro, meu subconsciente está querendo me dizer algo) neste final de semana. Deram um destaque gigantesco ao elenco feminino, ao mesmo tempo encolhendo a importância e competência dos personagens masculinos, o que deve ter garantido elogios à produção, anteriormente marcada por críticas devido ao seu protagonista masculino, caucasiano e apropriador cultural de artes marciais asiáticas. Pois é.

Apesar disso o roteiro enxuto ficou melhor que o da primeira temporada, com menos tangentes inúteis (mas ainda têm várias), motivações mais claras (exceto a do vilão), e razoavelmente mais divertido. Vou evitar entregar a reviravolta final, que não chega a anular a reviravolta anterior, mas me pareceu uma saída meio fácil para evitar controvérsias com os fãs dos quadrinhos originais, que, convenhamos, não devem ser tantos assim – não é um personagem muito popular.

A principal fraqueza desta temporada é a mesma da segunda temporada de Jessica Jones: não conseguiram produzir um bom vilão. Ao menos Luke Cage teve um inimigo razoável em sua segunda tentativa, após terem desperdiçado potencial na metade da primeira e encaixado um oponente ridículo na reta final – parecido com a segunda temporada de Demolidor, que inicia ótima com o Justiceiro, e fica tosca ao focar em Elektra (ela própria sendo o ponto fraco de Os Defensores).

Acabei fazendo uma análise da franquia toda, que pode ser resumida em: arranjem um bom vilão.

E diminuam a quantidade de episódios, Punho de Ferro teve apenas 10, mas podia ter caído para 8 sem problema algum.

Fonte: Canal do Netflix no Youtube

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Programa de detetive investe em ganhador de Oscar

O canal HBO divulgou um trailer da terceira temporada de True Detective, deste vez protagonizada por Mahershala Ali. O programa vai se passar em três períodos diferentes, interligados pelo mesmo mistério. Disponível em janeiro de 2019.


© HBO

O criador da série, Nic Pizzolatto, continua responsável pelo roteiro de todos os oito episódios. Entram no elenco Stephen Dorff e Ray Fisher.

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Olhem só, resolveram levar adiante uma nova baciada de True Detective. É um caso peculiar de temporada altamente elogiada seguida por uma temporada severamente criticada. Nunca assisti nenhuma das duas, mas acompanhava as resenhas apaixonadas dos fãs.

O programa mudou todo seu elenco, formato e trama de uma temporada para outra – não é uma característica exclusiva de True Detective, e faz sentido de um ponto de vista financeiro, bem como artístico. Não é muito vantajoso quando tentando criar um público a longo prazo, mas facilita a adesão de novos espectadores a qualquer ponto da franquia. Mas os fãs parecem ter reclamado principalmente da queda de qualidade do roteiro de uma temporada para outra, e não das mudanças extremas.

Com este intervalo de 4 anos entre a segunda e a terceira, talvez o Pizzolatto tenha conseguido resolver a “síndrome do segundo episódio” – fenômeno em que a qualidade de um produto despenca enormemente devido ao curto período de tempo dedicado à sua continuação, em comparação ao tempo que foi investido na criação do primeiro. Ou seja, 10 anos tentando tirar um episódio piloto do chão, e duas semanas para fazer o segundo episódio.

Infelizmente a HBO tem seu próprio serviço de streaming, então não verei o programa tão cedo. Por enquanto não tenho plano algum de assinar mais um serviço de vídeos online, e não pretendo apoiar esse tipo de estratificação, a menos que os preços se tornem competitivos de verdade.

Fonte: IMDb

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Nova temporada de Punho(s) de Ferro em setembro

O serviço de streaming de vídeo Netflix divulgou o primeiro trailer da nova temporada de Marvel’s Iron Fist, com estreia prevista para o feriado de 7 de setembro. Finn Jones e Jessica Henwick retornam como o casal protagonista Danny Rand e Colleen Wing, artistas marciais que enfrentam um grupo de ninjas tentando dominar o mundo.


© Netflix

Também participa desta temporada Simone Missick, interpretando a detetive com braço biônico Misty Knight, vinda de Luke Cage, outra franquia da parceria Marvel/Netflix.

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O punho de ferro do mal era previsível desde a temporada anterior, mas pintar ele de vermelho foi um pouco forçado – provavelmente pegaram isso dos quadrinhos, onde faz mais sentido.

Gosto dessas séries, apesar de sofrerem com o tamanho excessivo de 13 episódios, quando 8 seriam mais que o suficiente (o Justiceiro teve uma temporada reduzida, e ainda assim utilizou um tanto de encheção de linguiça), e com a falta de um bom vilão. Essencialmente, assim como nas HQs, a história é tão boa quanto o seu vilão. Jessica Jones 2, Luke Cage 1 e a metade final de Daredevil 2 tiveram esse problema.

Iron Fist conseguiu utilizar bem os ninjas do Tentáculo, antes de virarem uma piada em The Defenders. Vamos ver como redimirão os vilões nesta temporada. Imagino que vão focar em subchefes.

Esta também é a única série da parceria que utiliza superpoderes com uma representação visual, com o punho brilhante do Danny Rand. Será um efeito de computação gráfica, ou colocam o ator para segurar uma luz amarela forte na mão fechada? Provavelmente uma combinação de ambos.

Fonte: Canal do Netflix no Youtube

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Caça a Drácula ganha novos vilões animados

O serviço de streaming de vídeo Netflix divulgou o primeiro trailer da nova temporada de Castlevania, animação baseada em uma franquia de videogame. Na trama, um caçador de monstros se une a uma feiticeira e a um meio-vampiro para enfrentarem o conde Drácula, que está decidido a destruir a Valáquia (parte da Romênia) após sua esposa ser queimada viva na fogueira. Os oito novos episódios serão lançados em 26 de outubro, para assinantes.


© Netflix

Richard Armitage (O Hobbit) interpreta o protagonista Trevor Belmont, Graham McTavish (O Hobbit) o vilão vampiro, James Callis (Battlestar Galactica) é o seu filho Alucard, e Alejandra Reynoso (Clube das Winx) a feiticeira Sypha Belnades.

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Descobri algo surpreendente: o mapa da Romênia é quase idêntico ao mapa do Paraná (onde resido). Depois vou fazer algumas comparações com escalas irreais, mas me parece que a capital Curitiba, geograficamente, é equivalente à cidade romena Capidava. E qual era o símbolo curitibano na gestão municipal anterior? Capivaras!

Voltando ao tema, parece que Castlevania vai se aproximar mais de suas raízes eletrônicas, com a aparição de subchefes no caminho do trio de protagonistas. Fiquei um pouco decepcionado com a ausência do Grant Danasty nessa prévia. Talvez quatro protagonistas seja um pouco demais, e a diferença entre os poderes dos já estabelecidos em relação a ele, que basicamente só é bom em pular e correr, deixe-o excessivamente inútil em comparação. Veremos o que o Warren Ellis vai bolar.

Agora deu vontade de jogar essas velharias de novo. Será que a Nintendo não fez uma versão para mobile ainda? Usando os mesmos gráficos, efeitos sonoros e música? Ficaria ótimo.

Fonte: Canal do Netflix no Youtube

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Mistério paralelo a assassinato de atriz vira série

Chris Pine é protagonista da minissérie de suspense I Am the Night, com previsão de lançamento em janeiro, no canal TNT. Ele interpreta um repórter investigando um médico ligado ao caso Dália Negra, sobre uma atriz brutalmente assassinada nos anos 40. Sua parceira é a filha do suspeito.


© TNT

Estão listados 6 episódios, com Patty Jenkins (Mulher Maravilha) dirigindo metade deles. O programa é baseado em fatos reais, e a personagem feminina principal, Fauna Hodel, recebe créditos de roteirista.

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Trailer caprichado, alguns sustos fajutos aqui e ali, mas com momentos ótimos de personagens extremamente bizarros e incômodos. O médico está mesmo jantando em frente a um espelho? Gostei da ideia!

A revelação da Dália Negra no meio do vídeo não tem tanto impacto por aqui, mas lá pra cima é um fenômeno cultural e tanto. Precisei dar uma pesquisada para relembrar os detalhes, pois acho que vi apenas um filme sobre o assunto.

Quando divulgo seriados sempre me vem à cabeça: será que o distribuidor tem parceria com o Netflix, ou é outro daqueles que jamais vou assistir? Esses grupos de mídia, após tantos anos observando o mercado, parece que finalmente decidiram oferecer seus produtos em serviços próprios, em vez de usar atravessadores.

Até o próprio site mencionado acima percebeu essa movimentação e passou a investir pesado em programas próprios e aquisições exclusivas, para tentar se manter competitivo. Mas será que conseguem novos assinantes, ou apenas mantém os atuais? Não temos informações oficiais, apenas estimativas de números de “assistidas” e comentários soltos da empresa sobre alguns programas e filmes que fazem muito sucesso.

O próximo passo obviamente será a saturação de ofertas – imagino que 15 a 20 clones do Netflix, todos cobrando preços semelhantes. Daí tentarão se agrupar em pacotes, com descontos. E por último todo mundo falindo e fechando estúdios de grande e médio porte, resultando em uma queda generalizada de qualidade e quantidade de programas.

Meio negativo para encerrar a semana, mas provavelmente não estou muito longe da realidade.

Fonte: IMDb

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Mais Castlevania possivelmente este ano

O roteirista da animação Castlevania divulgou que a segunda temporada vai ser lançada ainda este ano, e que desta vez serão oito episódios. Warren Elis, responsável por histórias em quadrinhos como Transmetropolitan, está adaptando a história do jogo eletrônico Castlevania III: Dracula’s Curse, sobre a luta entre a família Belmont e o vampiro Drácula. A primeira temporada de 4 episódios está disponível no Netflix.


© Netflix

Cronologicamente, a trama de Castlevania III se passa antes dos primeiros jogos e é protagonizada por Trevor Belmont, antepassado do mais popular Simon Belmont, ambos caçadores de monstros sobrenaturais. Em seu confronto contra o popular vampiro, ele conta com a ajuda da maga Sypha Belnades e de Alucard, filho do próprio Drácula. Ainda falta aparecer o ladrão vestido como pirata Grant Danasty.

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E pelo que pesquisei, ele não apareceu porque está preso no Castelo do Drácula, ambiente que ainda será explorado pela série. Assisti os quatro episódios quando saíram, muito divertidos. Meu Castlevania predileto é o segundo, e acho que nunca joguei o terceiro, mas gostei de ver o universo sendo bem representado.

Os diálogos e personalidades criadas pelo Ellis são anacronísticos para um mundo em pleno século XV, mas proporcionam entretenimento de boa qualidade. Algo mais importante que fidelidade histórica em uma trama sobre Drácula tentando destruir um país com uma horda de monstros.

Se todas as adaptações de videogame fossem tão agradáveis…

Fonte: Bleeding Cool

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Tenha medo de realidade virtual em nova série

O Netflix vai lançar no final deste mês a minissérie Kiss Me First, produção britânica de ficção científica sobre jogadores de MMORPGs de realidade virtual. Alternando filmagens reais com animações em computador, os seis episódios vão mostrar as consequências sombrias de combinar os dois mundos.


© Netflix

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Geralmente coloco informações sobre elenco e bastidores no segundo parágrafo, mas nesse caso é um festival de anônimos – pelo menos para mim. Talvez um público mais jovem reconheça alguns desses fetos, mas não faço ideia quem sejam. E diretores e roteiristas são todos também restritos ao mercado do Reino Unido, do qual conheço basicamente Luther, Sherlock e algumas temporadas de Doctor Who.

Estão obviamente surfando na onda de Black Mirror (criado por lá) e aproveitando a exposição de Jogador Número Um, ambos produtos que utilizam cenário semelhante. O primeiro pessimista, o segundo exageradamente otimista – acho que esse Kiss Me First vai mais pelo lado do primeiro, e caprichando no drama, já que são adolescentes.

Curioso ver essa estrutura de “realidade virtual substituindo fantasia” crescendo no ocidente. Em mangás e animes o negócio começou nos anos 00 e não parou até hoje.

Para o roteirista é ótimo – não precisa se preocupar em recriar a mentalidade, hábito ou diálogos de alguém medieval, basta escrever normalmente e deixar claro que estão em uma simulação.

Fonte: Netflix no Youtube

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Luke Cage acha um propósito para sua vida

O serviço de streaming de vídeos Netflix divulgou um trailer da segunda temporada de Luke Cage, desta vez apresentando os vilões e as tramas. Mike Colter interpreta o personagem principal, agora abraçando a imagem de super-herói e combatendo o crime em seu bairro. Todos os episódios serão lançados em 22 de junho, para assinantes.


© Netflix

Simone Missick interpreta a policial Misty Knight pela terceira, desta vez com um braço biônico. Também retorna Rosario Dawson, como a enfermeira Claire e elo entre todas as séries da parceria Marvel/Netflix.

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Podem falar mal à vontade do Punho de Ferro (com bastante mérito, é verdade), mas ao menos ele tinha um rumo certo do começo ao fim. A falta de um roteiro coeso enfraqueceu bastante a primeira temporada de Luke Cage, que mudou de vilão no meio do caminho, para pior, nunca estabeleceu um propósito para o herói e terminou sem gancho algum para a temporada seguinte.

Tanto que agora temos um vilão inédito sem conexão óbvia com a trama prévia, caído de paraquedas mesmo, e a continuação de uma história criada em Os Defensores, quanto ao braço da coprotagonista de Cage.

Pelo menos ainda tem como consolação a melhor trilha sonora de toda a parceria.

Fonte: Netflix no Youtube

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