Category Archives: RPG

Poderes Psiônicos em Starfinder

A editora Dreamscarred Press lançou a primeira parte de seu Psionics Guide, manual que adapta poderes psiônicos para o RPG de mesa Starfinder. O material está aberto para leitura, comentários e críticas, que serão avaliados pelos autores antes da elaboração do livro final. Clique no logotipo abaixo para abrir o arquivo no Google Docs.

Belo logotipo, mais inovador que o livro até agora
© Dreamscarred Press

O playtest inclui todas as raças psiônicas já vistas no manual Ultimate Psionics, para Pathfinder, e também a colônia de fungos inteligentes que habitam uma armadura, os Atstreidi; a classe Aegis, capaz de criar armaduras feitas de ectoplasma e modificá-la com poderes diferentes; o arquétipo Soulknife, que permite a outras classes utilizarem uma arma feita de energia psiônica em troca de perder alguns poderes; e façanhas psiônicas.

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Com a escassez de produtos compatíveis (e mesmo oficiais) para Starfinder, esse playtest é muito bem-vindo. Fiquei um tanto desapontado, pois imaginava que iriam seguir a mesma linha do manual oficial: novas raças principais, e novas classes mesclando funções de várias clássicas. Mas na verdade estão apenas convertendo o material antigo, e colocando todo mundo no espaço. Mas é melhor que nada! E ainda não vimos os sistemas mais relevantes, justamente os poderes psiônicos.

Estou fazendo comentários sobre as raças, já que o resto das análises está focando no Aegis e Soulknife. Não encontrei muitos problemas, só algumas frases que poderiam ser mais específicas, e alguns ecos de Pathfinder que foram modificados ou descartados em Starfinder mas sobreviveram na primeira versão do texto.

Espero que incluam alguma coisa quanto ao combate entre naves espaciais. Tivemos um no final de semana, e achei tudo muito lento. Enquanto no conflito normal a maioria dos personagens estão fazendo dano ou tentando prejudicar oponentes/apoiar aliados, em uma nave espacial de dois a três personagens ficam imobilizados em funções importantes (piloto, engenheiro, oficial de ciências) mas incapazes de danificar inimigos diretamente. Você até pode colocar múltiplos personagens na artilharia, mas as restrições de posicionamento da nave geralmente permitem que apenas dois ataquem. E os pontos de escudo e de casco são intermináveis!

Adoraria ver uma nova função exclusivamente para personagens psiônicos, atacando a tripulação com telepatia, ou diretamente a nave com telecinésia – mas acho que estou sonhando alto demais. No máximo devem incluir alguns equipamentos psiônicos para instalar nas embarcações espaciais.

Imagino que a própria Paizo vai acabar revisando as regras oficiais, dando mais opções hostis aos demais personagens, ou pelo menos dano dobrado em ataques críticos.

Fonte: Dreamscarred Press

Playtest: Psionics Guide

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Manual da selva em Pathfinder inclui classe e raça inéditas

A editora Paizo vai lançar seu próximo manual do RPG de mesa Pathfinder na semana que vem, dia 15 de novembro. Ultimate Wilderness é dedicado à natureza, trazendo uma classe nova, o Shifter, e opções para três raças específicas: os Ghorans e os Vine Leshys (estes inéditos), que são plantas humanoides, e os Gathlain, fadas voadoras. A versão digital custa US$ 9,99 e a impressa US$ 44,99.

Já viu caso pior de “pés de galinha” que esse? Ba-dum-tss
© Paizo

O livro tem mais de 60 páginas dedicadas a archetypes, versões modificadas de classes, além de equipamentos, façanhas, magias, novas regras para utilizar animais companheiros e explorar a natureza, e detalhes sobre o First World, dimensão das fadas.

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Em artigos sobre o livro publicado no site da editora, comparam o Shifter principalmente ao Druid e ao Hunter. Nas resenhas mencionam também o Monk, como inspiração para o uso de garras da personagem. Até agora a classe nova não está coletando muitos elogios, com o pessoal reclamando que é mais fraca que as duas que doaram pedaços para sua criação. A ausência de magias me surpreendeu – com tantos poderes de metamorfose, faria sentido ela ter, pelo menos, uma progressão até nível 4.

Estava pensando em comprar o livro, já que não adquiro nada oficial de Pathfinder há um bom tempo. Mas não me imagino retornando ao sistema tão cedo, agora que comecei a jogar Starfinder, com seus inúmeros aspectos superiores. Só olhar para uma lista de feats de Pathfinder já começa a me dar calafrios.

Vou é juntar mais alguns dólares ao montante e comprar o segundo volume da campanha de Starfinder que estão publicando. Começamos a jogar as quests gratuitas, e até agora está indo bem – o entusiasmo da minha filha pelo cenário futurista acabou prolongando a sessão por quase meia-hora. Mas na próxima vamos mexer com as naves espaciais, daí veremos se a coisa vai para frente mesmo. É completamente diferente de qualquer coisa que já vi em Pathfinder.

Fonte: Paizo Blog

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Dezenas de novos alienígenas em RPG futurista

Está disponível a partir de hoje Starfinder Alien Archive, primeiro suplemento do RPG de mesa Starfinder. Além de um catálogo de monstros para o jogo de ficção científica e fantasia, o livro traz regras para criar novas ameaças, e também raças, itens mágicos e equipamentos inéditos para jogadores. A versão digital custa US$ 9,99, enquanto a impressa sai por US$ 39,99.

O entusiasmo continua alto!
© Paizo

Alien Archive possui apenas 160 páginas, sendo um dos menores suplementos já criados pela editora Paizo para sua linha principal de manuais. Em compensação, novos livros no mesmo formato devem ser lançados com mais frequência que os bestiários do RPG de mesa Pathfinder, com rumores sugerindo até publicações anuais.

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Vou comprar hoje a noite e começar a degluti-lo, alternadamente com o manual. Acho que já dominei a maior parte das novidades no combate (mas uma tabela comparativa seria muito útil), e agora estou lendo e revisando as regras de combate entre naves espaciais.

O novo sistema usa mapas diferentes, hexagonais, divide as rodadas de combate em três fases, e tem espaço para tudo quanto é personagem fazer alguma coisa – a menos que você espalhe totalmente seus pontos de habilidade e tenha atributos péssimos. São bem complexas para o mestre, que precisa dominar todos os pontos, mas o jogador pode se focar somente em sua função. Que bom para eles.

Pelo que estou acompanhando, fora das naves o jogo é Star Wars, dentro delas, vira Star Trek. Então obviamente a parte externa é mais desmiolada, enquanto a interna é complexa e estratégica – igual aos filmes (os clássicos, os modernos misturaram demais os elementos).

Não deu para jogar no feriado, mas fiz um belo avanço nos preparativos. Neste final de semana, entretanto, tenho confiança que poderemos jogar pelo menos a primeira quest do pacote gratuito da Starfinder Society. Provavelmente.

Fonte: Paizo

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Starfinder terá monstros modulares

O RPG de mesa Starfinder vai ganhar seu primeiro suplemento este mês, intitulado Alien Archive. Além de servir como um tradicional livro de monstros, com mais de 80 ameaças novas e bizarras raças que podem ser usadas por jogadores, o manual também traz regras inéditas.

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© Paizo

Ao contrário de Pathfinder, antecessor deste jogo, personagens não-jogadores (NPCs) não serão mais construídos utilizando as mesmas regras que personagens jogadores (PCs). Primeiro, cada monstro ou oponente/aliado é encaixado em um de três tipos: combatente, especialista ou usuário de magia. Depois disso eles recebem “enxertos”, baseados no tipo de criatura ou sua classe, que modificam seus atributos e adicionam-lhe poderes. O objetivo é simplificar a criação de NPCs, e ao mesmo tempo abrir as possibilidades para os mestres inventarem novos alienígenas.

O processo é detalhado em artigo no blog da editora, que deve ser o primeiro de uma série em preparação para o lançamento do livro. Ele estará disponível em formato eletrônico a partir do dia 18.

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Starfinder foi lançado em agosto, superando todas as expectativas de vendas da editora Paizo. Uma das principais reclamações atualmente é a falta de novas cópias físicas, seguida de perto da falta de mais material sobre o jogo em si. Até agora temos apenas o Core Rulebook, a primeira parte de uma campanha e algumas aventuras avulsas da Starfinder Society.

Ou estão com uma estratégia de escassez para evitar o cansaço e inchaço de produtos, ou subestimaram grotescamente o sucesso do RPG. Acredito que seja um pouco de cada.

Comprei o CRB e o Dead Suns parte 1 e vou colocar meus filhos para jogarmos nesse feriado. É curiosamente difícil separar as pequenas diferenças entre Starfinder e Pathfinder na minha cabeça. Pode ser reflexo da minha idade, ou porque as inúmeras pequenas diferenças estão espalhadas em vários aspectos, ao invés de concentradas somente no combate, ou no crafting, por exemplo.

Mas as mudanças são muito boas, e, novamente, a Paizo criou um cenário ótimo, ainda que semelhante ao que você encontra em outras mídias no mesmo gênero. O Pact Worlds System esbanja charme e personalidade.

Fonte: Paizo Blog

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Poderes psiônicos no espaço sideral

A editora Dreamscarred Press, criadora do suplemento Ultimate Psionics para o RPG de mesa Pathfinder, anunciou seus planos para Starfinder. Com o título provisório The Psionics Guide, o primeiro manual irá incluir raças, classes, feats e archetypes com temas psiônicos para o novo jogo. De acordo com o press release, vão avaliar cada aspecto deste sistema de poderes para decidir o que pode ser aproveitado e o que irão modificar.

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© Dreamscarred Press

O livro seguinte trará novas criaturas psiônicas com o tema espacial de Starfinder, e, depois disso, possivelmente mais opções para jogadores, aventuras e até veículos. Preferem não estabelecer uma data de lançamento, mas avisam que irão fazer testes abertos com o material antes da publicação oficial.

Starfinder é o novo RPG de mesa da Paizo, que leva o cenário de seu famoso jogo Pathfinder para o espaço e o futuro, combinando ficção científica e fantasia e atualizando vários conceitos e regras clássicas.

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A Dreamscarred Press é a minha editora predileta dentre todas as criadoras de material compatível com Pathfinder, tendo comprado produtos de suas principais linhas: Psionics, Akashic, Path of War.

Mas esse anúncio me deixou desapontado. O silêncio da editora quanto a Starfinder chamou a atenção dos consumidores de “3rd party material”, e um pouco de especulações quanto ao que estariam fazendo. Eu acreditava que iriam lançar um manual de psionics ainda em agosto, ou na pior das hipóteses, o open playtest que normalmente fazem.

Mas pela nota que publicaram, ainda vão começar a trabalhar no suplemento. Nem o nome definiram ainda!

Pelo que vi até agora, Starfinder é um bom sistema – melhoraram o combate, habilidades, o crafting, deram uma recauchutada em tudo. Apenas as classes não são particularmente interessantes. O jedi do sistema, chamado solarian, me interessou pelo tema e poderes esquisitos, mas os relatos de seu desempenho em combate não são muito animadores. Então obviamente fiquei entusiasmado para ver os jedi psiônicos do Pathfinder, chamados soul knife, em sua versão Starfinder. Mas mal começaram a pensar nisso ainda.

Ou estão muito ocupados com algum outro projeto (estavam trabalhando em um novo sistema de jogo, se me lembro bem), ou não acreditaram muito no sucesso de Starfinder e esperaram para ver. Se ele estiver vendendo tão bem quanto a Paizo dá a entender, desperdiçaram uma grande oportunidade. Poderes psiônicos combinam muito mais com ficção científica do que com fantasia. A aceitação possivelmente seria maior e mais fácil.

Bom, é a vida.

Fonte: Dreamscarred Press

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Pathfinder foi para o espaço

Está disponível a partir de hoje (17) o Starfinder Core Rulebook, livro principal de regras do novo RPG de mesa Starfinder. Lançado pela Paizo, mesma responsável por Pathfinder, o sistema combina fantasia e ficção científica, além de modificar velhas regras de seu RPG mais popular e introduzir elementos completamente novos.

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© Paizo

Também foi lançado Incident at Absalom Station, primeira parte da campanha Dead Suns, que inaugura a linha de aventuras do sistema, e alguns cenários da Starfinder Society, pequenos módulos que podem ser concluídos em uma única sessão de jogo.

Os manuais da Paizo sempre custam US$ 9,99, enquanto os livros de aventura custam US$ 15,99, tudo na versão digital.

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Comprei o SCRB hoje de manhã, mas para minha tristeza os 150 megas do treco não terminaram de baixar antes de sair para trabalhar. Malditas milhares de outras pessoas fazendo o download ao mesmo tempo! Queria dar uma olhada no treco durante o almoço, mas agora ficou para a hora da janta mesmo.

Quase comprei o Incident também, mas a mordida de 16 dólares é meio assustadora. Vou dar uma lida no manual, esperar a fatura do cartão fechar e fazer a compra para o próximo mês. Por enquanto vou pular de cabeça nesse jogo, que as regras novas parecem ser fascinantes.

E a melhor parte é que o povo do Interface Zero pode finalmente divulgar a adaptação para Starfinder que estão implementando em seu próprio livro. O dono da editora também gostou tanto do que viu que resolveu substituir várias sistemas pelo material da Paizo. O que me facilita muito a vida, não precisar aprender dois jeitos diferentes de implantar órgãos cibernéticos ou construir equipamento futurista.

Espero que faça sucesso! E não acabe sendo outro Alternity.

Fonte: Paizo

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Classe prepara o lançamento de novo RPG

O Technomancer é a última classe do RPG de mesa Starfinder a ganhar uma prévia no site da Paizo. Depois de uma focada em magia (mystic) e outra em tecnologia (mechanic), é a vez de um personagem que combina os dois. Seus poderes incluem modificar ou criar equipamentos eletrônicos, invocar energia (principalmente fogo e eletricidade) e manipular a própria magia.

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© Paizo

Apenas um exemplo da capacidade do personagem é apresentado, Fabricate Arms. Com uma ação total você pode descartar uma magia para criar uma arma ou armadura tecnológica, cujas capacidades dependem do nível do feitiço jogado fora. E também é possível combinar magias com esse equipamento temporário, dependendo do nível do personagem.

Starfinder será lançado em menos de duas semanas, no dia 17 de agosto.

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Eu vou pular de cabeça nesse jogo. Pelo menos quanto a comprar o manual e livros mais baratos. As modificações que fizeram em algumas das regras mais malas de Pathfinder são muita atrativas, como a restrição à quantidade de ataques em uma rodada. Mal posso esperar para ver como ficou o crafting.

Enquanto isso aguardo o Interface Zero se recuperar de um lançamento complicado. Alguns subsistemas estão passando por revisões completas após reclamações de usuários, e tenho a impressão que não usaram um editor externo para a revisão final. Muitas rebarbas soltas em todo lugar – termos e pedaços de frases que não deveriam ter sobrevivido – e regras abertas demais à interpretação. Vou revisando e fazendo sugestões à medida que tenho tempo livre, mas vai longe.

Deviam ter colocado o texto do livro em um google doc e compartilhado com o pessoal do Kickstarter um mês antes do lançamento comercial. Teria feito milagres. Mas continuo fã, acreditando no potencial do produto derradeiro.

Fonte: Paizo Blog

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Guerreiros de luz & escuridão em Pathfinder

A classe mais recente de Starfinder a ser apresentada é o Solarian. Trata-se de um guerreiro místico e contemplativo, que utiliza uma arma corpo a corpo feita de luz ou de escuridão, que também pode ser substituída por uma armadura com os mesmos temas.

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© Paizo

Ele se divide entre poderes photon (luz, calor e vida) e graviton (escuridão, gravidade e coisas grudadas), podendo se harmonizar com um lado para melhorar seus efeitos. Se dedicar-se apenas a um dos lados durante três rodadas, tem acesso a um buraco negro que atrai inimigos ou uma supernova que dispara fogo – após isso precisa começar a se harmonizar novamente.

Starfinder, versão do RPG de mesa Pathfinder no espaço, será lançado em agosto, durante a Gen Con.

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Não escancaram, mas é óbvio que os Solarians são os Cavaleiros Jedi de Starfinder. Arma de luz (ou armadura), luz e escuridão, metidos a monges, poderes místicos, origem misteriosa entre alienígenas. Tudo ali.

Deram dois exemplos de poderes também:

Blazing Orbit (ação de movimento) dá ocultamento enquanto você anda e deixa um rastro de fogo atrás do personagem, que dura 1 rodada e causa 2d6 pontos de fogo em quem pisar nele. Acho que pode ser útil se você estiver sendo perseguido por uma criatura grande em um corredor de três metros (dois quadrados) de largura, que não tenha qualquer arma de longa distância. Em um cenário de naves espaciais e lasers.

Crush (ação normal) deixa uma criatura cambaleante/vacilante (como traduziram staggered?) a até seis quadrados de distância, com teste de fortitude para negar. Pode ser mantido como uma ação de movimento a cada rodada, com um novo teste de resistência em cada ocasião. Se o alvo passar, fica imune por 24 horas.

Se estiver harmonizado com o lado adequado, o primeiro poder causa mais dano e o segundo pode também atordoar por uma rodada.

Nada muito útil, para ser franco. O primeiro funcionaria apenas contra inimigos irracionais e sem espaço para desviar do fogo ou incapazes de ataques a distância (até um leão alienígena em uma selva de outro planeta saberia desviar de um rastro de fogo durante uma perseguição – a menos que ele fosse imune a fogo ou não conhecesse essa reação química). O segundo você desperdiça um ataque em potencial para tentar atrapalhar um oponente por uma rodada, prolongável infinitamente, verdade, mas a imunização de um dia é uma coleira e tanto.

O grande problema? São poderes de nível 6. Para um personagem iniciante já não seriam grande coisa, chegar até esse ponto e ganhar isso? Se essas são boas amostras do que aguarda o Solarian, ele vai sofrer um bocado.

Se você gosta do tema luz vs. sombras, sugiro o Ultimate Antipodism da Interjection Games. São três classes de personagem que exploram essa dualidade, mas com efeitos mais eficazes que essas amostras acima.

Fonte: Paizo Blog

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Hacking, drones, implantes e consertos em Starfinder

A Paizo publicou um resumo de outra classe inédita de Starfinder, seu novo RPG de mesa: o Mechanic. A ideia do personagem é se especializar na tecnologia futurista do jogo e não depender de magia. Ele ganha 4 pontos de habilidade por nível, precisa de inteligência para usar seus poderes, é treinado em armaduras leves, granadas e armas de fogo de pequeno porte.

Antenas ou um enfeite?
© Paizo

Os mechanics se dividem em dois tipos bem cedo, de acordo com o uso que fazem de inteligência artificial: ou criam um drone, um robô companheiro semi-autônomo que se especializa em combate, vôo ou furtividade; ou instalam um exocórtex em seu cérebro, um processador que melhora seu controle de implantes eletrônicos, além de habilitá-lo no uso de armaduras pesadas e de “longarms” (outra categoria de armas de fogo).

A classe também é a escolha para quem pretende consertar veículos futuristas e hackear aparelhos eletrônicos. Starfinder será lançado no mês que vem.

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Mantendo a tendência de concentrar especializações em um único personagem, temos o maluco por computadores e o fabricante de geringonças na mesma classe. E também o piloto de drones e o viciado em modificação corporal dividindo espaço em um único poder de nível 1.

Starfinder está modificando vários pontos fracos ou polêmicos de Pathfinder, e a quantidade gloriosa de classes parece ser um dos principais. Pelo que entendi, o manual básico já vai incluir archetypes, até mesmo alguns que podem ser utilizados por qualquer personagem (antes uma opção exclusiva das classes de prestígio), o que elimina a necessidade de várias classes em potencial, nos próximos livros.

Tendo que seguir essas diretrizes dá para entender o Mechanic. Mas alguém que constrói robôs complexos e ainda consegue hackear os computadores de uma nave espacial ao mesmo tempo? Ficou meio forçado esse alcance de habilidades do sujeito.

Provavelmente vão se concentrar mais no cenário do que em regras, nesse Starfinder.

Fonte: Paizo Blog

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GURPS se concentra nas dungeons para novatos

A editora Steve Jackson Games anunciou para outubro o lançamento de Dungeon Fantasy Roleplaying Game, seu novo RPG de mesa. O sistema utiliza regras do Generic Universal RolePlaying System (GURPS), produto mais tradicional da empresa, mas simplifica-o para criar um jogo rápido de exploração de calabouços cheios de monstros. A caixa vem com cinco livros, dois mapas, miniaturas de cartolina e dados de seis faces, pelo preço de US$ 59,95.

Eu vejo as dungeons, mas cadê os dragons?
© SJG

Dungeon Fantasy é inspirado na linha de produtos para GURPS de mesmo nome, e foi desenvolvido com financiamento pelo Kickstarter em um total de US$ 176 mil dólares, no ano passado. O jogo inclui 11 profissões, nove raças, 400 magias e 80 monstros.

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Estranho como nem reparei nesse Kickstarter – não teria participado, devido ao desinteresse em comprar jogos impressos (já bastam as tranqueiras que ainda tenho de AD&D, World of Darkness, DND 4e e coisas aleatórias dos anos 90), mas teria divulgado.

É mais uma iniciativa da editora para facilitar o acesso de potenciais novos jogadores ao acervo de GURPS, dessa vez bem simples e focada em fantasia clássica, raiz dos RPGs de mesa.

Interessante vê-los fazendo alguma coisa além do jogo de cartas Munchkin, que praticamente domina seu cronograma pelo ano inteiro. Nada contra focar no produto mais lucrativo, mas pelo menos continuam diversificando – bom para manter a criatividade funcionando.

Fonte: Daily Iluminator

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