Category Archives: RPG

Poderes psiônicos no espaço sideral

A editora Dreamscarred Press, criadora do suplemento Ultimate Psionics para o RPG de mesa Pathfinder, anunciou seus planos para Starfinder. Com o título provisório The Psionics Guide, o primeiro manual irá incluir raças, classes, feats e archetypes com temas psiônicos para o novo jogo. De acordo com o press release, vão avaliar cada aspecto deste sistema de poderes para decidir o que pode ser aproveitado e o que irão modificar.

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© Dreamscarred Press

O livro seguinte trará novas criaturas psiônicas com o tema espacial de Starfinder, e, depois disso, possivelmente mais opções para jogadores, aventuras e até veículos. Preferem não estabelecer uma data de lançamento, mas avisam que irão fazer testes abertos com o material antes da publicação oficial.

Starfinder é o novo RPG de mesa da Paizo, que leva o cenário de seu famoso jogo Pathfinder para o espaço e o futuro, combinando ficção científica e fantasia e atualizando vários conceitos e regras clássicas.

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A Dreamscarred Press é a minha editora predileta dentre todas as criadoras de material compatível com Pathfinder, tendo comprado produtos de suas principais linhas: Psionics, Akashic, Path of War.

Mas esse anúncio me deixou desapontado. O silêncio da editora quanto a Starfinder chamou a atenção dos consumidores de “3rd party material”, e um pouco de especulações quanto ao que estariam fazendo. Eu acreditava que iriam lançar um manual de psionics ainda em agosto, ou na pior das hipóteses, o open playtest que normalmente fazem.

Mas pela nota que publicaram, ainda vão começar a trabalhar no suplemento. Nem o nome definiram ainda!

Pelo que vi até agora, Starfinder é um bom sistema – melhoraram o combate, habilidades, o crafting, deram uma recauchutada em tudo. Apenas as classes não são particularmente interessantes. O jedi do sistema, chamado solarian, me interessou pelo tema e poderes esquisitos, mas os relatos de seu desempenho em combate não são muito animadores. Então obviamente fiquei entusiasmado para ver os jedi psiônicos do Pathfinder, chamados soul knife, em sua versão Starfinder. Mas mal começaram a pensar nisso ainda.

Ou estão muito ocupados com algum outro projeto (estavam trabalhando em um novo sistema de jogo, se me lembro bem), ou não acreditaram muito no sucesso de Starfinder e esperaram para ver. Se ele estiver vendendo tão bem quanto a Paizo dá a entender, desperdiçaram uma grande oportunidade. Poderes psiônicos combinam muito mais com ficção científica do que com fantasia. A aceitação possivelmente seria maior e mais fácil.

Bom, é a vida.

Fonte: Dreamscarred Press

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Pathfinder foi para o espaço

Está disponível a partir de hoje (17) o Starfinder Core Rulebook, livro principal de regras do novo RPG de mesa Starfinder. Lançado pela Paizo, mesma responsável por Pathfinder, o sistema combina fantasia e ficção científica, além de modificar velhas regras de seu RPG mais popular e introduzir elementos completamente novos.

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© Paizo

Também foi lançado Incident at Absalom Station, primeira parte da campanha Dead Suns, que inaugura a linha de aventuras do sistema, e alguns cenários da Starfinder Society, pequenos módulos que podem ser concluídos em uma única sessão de jogo.

Os manuais da Paizo sempre custam US$ 9,99, enquanto os livros de aventura custam US$ 15,99, tudo na versão digital.

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Comprei o SCRB hoje de manhã, mas para minha tristeza os 150 megas do treco não terminaram de baixar antes de sair para trabalhar. Malditas milhares de outras pessoas fazendo o download ao mesmo tempo! Queria dar uma olhada no treco durante o almoço, mas agora ficou para a hora da janta mesmo.

Quase comprei o Incident também, mas a mordida de 16 dólares é meio assustadora. Vou dar uma lida no manual, esperar a fatura do cartão fechar e fazer a compra para o próximo mês. Por enquanto vou pular de cabeça nesse jogo, que as regras novas parecem ser fascinantes.

E a melhor parte é que o povo do Interface Zero pode finalmente divulgar a adaptação para Starfinder que estão implementando em seu próprio livro. O dono da editora também gostou tanto do que viu que resolveu substituir várias sistemas pelo material da Paizo. O que me facilita muito a vida, não precisar aprender dois jeitos diferentes de implantar órgãos cibernéticos ou construir equipamento futurista.

Espero que faça sucesso! E não acabe sendo outro Alternity.

Fonte: Paizo

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Classe prepara o lançamento de novo RPG

O Technomancer é a última classe do RPG de mesa Starfinder a ganhar uma prévia no site da Paizo. Depois de uma focada em magia (mystic) e outra em tecnologia (mechanic), é a vez de um personagem que combina os dois. Seus poderes incluem modificar ou criar equipamentos eletrônicos, invocar energia (principalmente fogo e eletricidade) e manipular a própria magia.

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© Paizo

Apenas um exemplo da capacidade do personagem é apresentado, Fabricate Arms. Com uma ação total você pode descartar uma magia para criar uma arma ou armadura tecnológica, cujas capacidades dependem do nível do feitiço jogado fora. E também é possível combinar magias com esse equipamento temporário, dependendo do nível do personagem.

Starfinder será lançado em menos de duas semanas, no dia 17 de agosto.

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Eu vou pular de cabeça nesse jogo. Pelo menos quanto a comprar o manual e livros mais baratos. As modificações que fizeram em algumas das regras mais malas de Pathfinder são muita atrativas, como a restrição à quantidade de ataques em uma rodada. Mal posso esperar para ver como ficou o crafting.

Enquanto isso aguardo o Interface Zero se recuperar de um lançamento complicado. Alguns subsistemas estão passando por revisões completas após reclamações de usuários, e tenho a impressão que não usaram um editor externo para a revisão final. Muitas rebarbas soltas em todo lugar – termos e pedaços de frases que não deveriam ter sobrevivido – e regras abertas demais à interpretação. Vou revisando e fazendo sugestões à medida que tenho tempo livre, mas vai longe.

Deviam ter colocado o texto do livro em um google doc e compartilhado com o pessoal do Kickstarter um mês antes do lançamento comercial. Teria feito milagres. Mas continuo fã, acreditando no potencial do produto derradeiro.

Fonte: Paizo Blog

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Guerreiros de luz & escuridão em Pathfinder

A classe mais recente de Starfinder a ser apresentada é o Solarian. Trata-se de um guerreiro místico e contemplativo, que utiliza uma arma corpo a corpo feita de luz ou de escuridão, que também pode ser substituída por uma armadura com os mesmos temas.

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© Paizo

Ele se divide entre poderes photon (luz, calor e vida) e graviton (escuridão, gravidade e coisas grudadas), podendo se harmonizar com um lado para melhorar seus efeitos. Se dedicar-se apenas a um dos lados durante três rodadas, tem acesso a um buraco negro que atrai inimigos ou uma supernova que dispara fogo – após isso precisa começar a se harmonizar novamente.

Starfinder, versão do RPG de mesa Pathfinder no espaço, será lançado em agosto, durante a Gen Con.

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Não escancaram, mas é óbvio que os Solarians são os Cavaleiros Jedi de Starfinder. Arma de luz (ou armadura), luz e escuridão, metidos a monges, poderes místicos, origem misteriosa entre alienígenas. Tudo ali.

Deram dois exemplos de poderes também:

Blazing Orbit (ação de movimento) dá ocultamento enquanto você anda e deixa um rastro de fogo atrás do personagem, que dura 1 rodada e causa 2d6 pontos de fogo em quem pisar nele. Acho que pode ser útil se você estiver sendo perseguido por uma criatura grande em um corredor de três metros (dois quadrados) de largura, que não tenha qualquer arma de longa distância. Em um cenário de naves espaciais e lasers.

Crush (ação normal) deixa uma criatura cambaleante/vacilante (como traduziram staggered?) a até seis quadrados de distância, com teste de fortitude para negar. Pode ser mantido como uma ação de movimento a cada rodada, com um novo teste de resistência em cada ocasião. Se o alvo passar, fica imune por 24 horas.

Se estiver harmonizado com o lado adequado, o primeiro poder causa mais dano e o segundo pode também atordoar por uma rodada.

Nada muito útil, para ser franco. O primeiro funcionaria apenas contra inimigos irracionais e sem espaço para desviar do fogo ou incapazes de ataques a distância (até um leão alienígena em uma selva de outro planeta saberia desviar de um rastro de fogo durante uma perseguição – a menos que ele fosse imune a fogo ou não conhecesse essa reação química). O segundo você desperdiça um ataque em potencial para tentar atrapalhar um oponente por uma rodada, prolongável infinitamente, verdade, mas a imunização de um dia é uma coleira e tanto.

O grande problema? São poderes de nível 6. Para um personagem iniciante já não seriam grande coisa, chegar até esse ponto e ganhar isso? Se essas são boas amostras do que aguarda o Solarian, ele vai sofrer um bocado.

Se você gosta do tema luz vs. sombras, sugiro o Ultimate Antipodism da Interjection Games. São três classes de personagem que exploram essa dualidade, mas com efeitos mais eficazes que essas amostras acima.

Fonte: Paizo Blog

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Hacking, drones, implantes e consertos em Starfinder

A Paizo publicou um resumo de outra classe inédita de Starfinder, seu novo RPG de mesa: o Mechanic. A ideia do personagem é se especializar na tecnologia futurista do jogo e não depender de magia. Ele ganha 4 pontos de habilidade por nível, precisa de inteligência para usar seus poderes, é treinado em armaduras leves, granadas e armas de fogo de pequeno porte.

Antenas ou um enfeite?
© Paizo

Os mechanics se dividem em dois tipos bem cedo, de acordo com o uso que fazem de inteligência artificial: ou criam um drone, um robô companheiro semi-autônomo que se especializa em combate, vôo ou furtividade; ou instalam um exocórtex em seu cérebro, um processador que melhora seu controle de implantes eletrônicos, além de habilitá-lo no uso de armaduras pesadas e de “longarms” (outra categoria de armas de fogo).

A classe também é a escolha para quem pretende consertar veículos futuristas e hackear aparelhos eletrônicos. Starfinder será lançado no mês que vem.

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Mantendo a tendência de concentrar especializações em um único personagem, temos o maluco por computadores e o fabricante de geringonças na mesma classe. E também o piloto de drones e o viciado em modificação corporal dividindo espaço em um único poder de nível 1.

Starfinder está modificando vários pontos fracos ou polêmicos de Pathfinder, e a quantidade gloriosa de classes parece ser um dos principais. Pelo que entendi, o manual básico já vai incluir archetypes, até mesmo alguns que podem ser utilizados por qualquer personagem (antes uma opção exclusiva das classes de prestígio), o que elimina a necessidade de várias classes em potencial, nos próximos livros.

Tendo que seguir essas diretrizes dá para entender o Mechanic. Mas alguém que constrói robôs complexos e ainda consegue hackear os computadores de uma nave espacial ao mesmo tempo? Ficou meio forçado esse alcance de habilidades do sujeito.

Provavelmente vão se concentrar mais no cenário do que em regras, nesse Starfinder.

Fonte: Paizo Blog

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GURPS se concentra nas dungeons para novatos

A editora Steve Jackson Games anunciou para outubro o lançamento de Dungeon Fantasy Roleplaying Game, seu novo RPG de mesa. O sistema utiliza regras do Generic Universal RolePlaying System (GURPS), produto mais tradicional da empresa, mas simplifica-o para criar um jogo rápido de exploração de calabouços cheios de monstros. A caixa vem com cinco livros, dois mapas, miniaturas de cartolina e dados de seis faces, pelo preço de US$ 59,95.

Eu vejo as dungeons, mas cadê os dragons?
© SJG

Dungeon Fantasy é inspirado na linha de produtos para GURPS de mesmo nome, e foi desenvolvido com financiamento pelo Kickstarter em um total de US$ 176 mil dólares, no ano passado. O jogo inclui 11 profissões, nove raças, 400 magias e 80 monstros.

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Estranho como nem reparei nesse Kickstarter – não teria participado, devido ao desinteresse em comprar jogos impressos (já bastam as tranqueiras que ainda tenho de AD&D, World of Darkness, DND 4e e coisas aleatórias dos anos 90), mas teria divulgado.

É mais uma iniciativa da editora para facilitar o acesso de potenciais novos jogadores ao acervo de GURPS, dessa vez bem simples e focada em fantasia clássica, raiz dos RPGs de mesa.

Interessante vê-los fazendo alguma coisa além do jogo de cartas Munchkin, que praticamente domina seu cronograma pelo ano inteiro. Nada contra focar no produto mais lucrativo, mas pelo menos continuam diversificando – bom para manter a criatividade funcionando.

Fonte: Daily Iluminator

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Leve seu baralho para uma sessão de Pathfinder

A Interjection Games lançou Ultimate Cartomancy, a segunda parte de seu manual Strange Magic 2, para o RPG de mesa Pathfinder. O livro expande o sistema “cartomancia”, criada pela editora utilizando um baralho próprio, ou um baralho tradicional ou mesmo um de tarô para invocar poderes mágicos de modo quase aleatório. Além do Cartomancer, semelhante a outras classes que usam somente magia, é introduzido o Wildcard, um guerreiro que aplica as cartas ao seu equipamento.

Capas que não tem nada a ver com o conteúdo principal, parte 2
© Interjection Games

O livro também traz o baralho “deathdealer”, que, ao contrário do clássico, cheio de efeitos variados, é baseado em causar dano e prejudicar oponentes. Aumentando as opções para as duas classes, estão incluídos três archetypes para o Wildcard e dois para o Cartomancer, além de façanhas que dão acesso a mini-baralhos que podem modificar as seleções de cartas do jogador.

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O sistema funciona assim: ao criar o personagem você escolhe o baralho clássico ou o deathdealer, e imediatamente tem acesso a todas as 78 cartas. O que muda ao passar de nível é a quantidade de cartas que você pode selecionar por dia. O cartomancer, por exemplo, no primeiro nível escolhe apenas cinco delas para o seu “baralho ativo”, e, destas, fica com duas na mão, podendo ativá-las com uma ação normal, rápida ou de movimento, dependendo do efeito. O resto do baralho ativo fica embaralhado e virado para baixo, com o jogador precisando pegar uma carta nova de cada vez, aleatoriamente. É mais fácil de jogar do que de explicar.

Mas para não deixar as classes somente no caos, o que seria bem frustrante, eles têm outros subsistemas: descartar uma carta para ativar um poder fixo, ao invés do efeito da própria carta (para os casos em que você fica pegando só as porcarias mas não quer apenas descartá-las a toa); e um buff/debuff decidido aleatoriamente no d20.

Não tive oportunidade de ver um cartomancer (ou o novato wildcard) em ação, apesar de já ter construído uma para testes. O sistema em si lembra muito jogos de cartas online, como o recém lançado Gwent, da CD Projekt Red. Tenho a impressão, ainda não confirmada, que Ultimate Cartomancy seria uma boa opção para converter competidores dessa modalidade em jogadores de RPG.

Infelizmente o autor não aceitou minha sugestão de criar uma classe que transformava toda carta em um monstro – acho que os fãs de Yugioh e Pokémon iriam gostar. Fica como sugestão para expansões futuras.

E que venha a parte final do livro, Ultimate Onmyodo. Nham.

Fonte: Strange Magic 2 no Kickstarter

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Interface Zero para Pathfinder

A editora Gun Metal Games está publicando hoje (23) a versão para o RPG de mesa Pathfinder de seu cenário de campanha Interface Zero 2.0. O jogo se passa no ano 2090 de nosso mundo, recheado de elementos cyberpunk com alguns toques próprios, como híbridos humanos e animais, e implantes de realidade aumentada em todas as pessoas.

Arte original sem o diminuto título do livro. Muito bom!
© Ian Llanas

O manual traz sete raças e nove classes, regras sociais para interagir com personagens não-jogadores, novas e modificadas habilidades, façanhas, características e defeitos. Há um capítulo próprio para “regras cyberpunk”, que inclui combate, órgãos cibernéticos, drones e programas de computador. Há também material para os mestres do jogo, sobre a criação de histórias no cenário e até geradores de aventuras e NPCs.

Completam a publicação uma extensa lista de equipamentos e de oponentes, e uma cidade futurista detalhada: Chicago.

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Por enquanto apenas quem comprou o jogo pelo Kickstarter tem acesso ao arquivo, mas imagino que isso vá mudar nos próximos dias. Estou aguardando por esse manual desde janeiro! E vejo que a espera valeu a pena – a quantidade de material é impressionante em sua abrangência. Agora só preciso ler as quase 400 páginas, criar personagens com meus filhos e testar alguns cenários mais simples que tenho em mente, antes de partir para uma campanha.

Também quero tentar participar de jogos online com os demais participantes do financiamento, que o treco parece promissor. Só preciso descobrir onde e se esse pessoal se agrupa fora da página do livro.

Estava torcendo para que desse certo, e funcionou: fechei a semana com um combo cyberpunk.

Fonte: Gun Metal Games

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Magias e metralhadoras em Starfinder

Duas novas classes de Starfinder, próximo RPG de mesa da Paizo, foram apresentadas em artigos no site oficial da editora. No meio de toda a tecnologia avançada de um futuro distante, o Mystic se concentra em usar magias ligadas a natureza, poderes mentais e curas. A classe combina aspectos divinos e psíquicos do Pathfinder tradicional, com algumas características exclusivas.
Bicharada esquisita
© Paizo

Abrindo mão do misticismo e abraçando a tecnologia, está o Soldier, principal combatente do jogo. A classe tem acesso à maioria das armas e armaduras e o dobro de pontos de habilidade que um Guerreiro normal ganha a cada nível, reflexo de seu treinamento militar. Estão disponíveis a ele sete estilos de combate, com diferentes poderes e vantagens ligadas a certos equipamentos.

Starfinder será lançado em agosto, nos EUA, em versão impressa e pdf, durante a Gen Con.

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Também falaram um monte de coisas sobre Starfinder durante a PaizoCon na semana passada, mas são informações que escapariam do tema desse post – e mais interessantes para quem estava lá, acredito.

Deixando de lado a space opera, o muito aguardado Interface Zero 2.0 para Pathfinder liberou esta semana seu capítulo sobre equipamento, incluindo armas, armaduras, explosivos, drones, veículos, etc. São 70 páginas de material, e ainda estou lendo as primeiras, com informação sobre as empresas que fabricam e controlam o uso desses itens, uma quantidade grotesca de detalhes.

Por um momento fiquei preocupado com a complexidade que estão dedicando aos armamentos, com diferentes modos de atirar, gerenciamento de munição, equipamento conectado à internet do futuro e tal. Mas isso na verdade vai deixar o combate mais variado e criativo. Enquanto uma espada em Pathfinder somente ataca, um fuzil do futuro te dá mais opções.

Agora só preciso de tempo livre para ler isso tudo e começar a escrever algumas aventuras. Quando?

Fonte: Paizo Blog

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Starfinder começa com habilidade

A editora Paizo está publicando sinopses das classes de seu novo RPG de mesa, Starfinder. Serão sete no total: Envoy, Mechanic, Mystic, Operative, Solarian, Soldier, e Technomancer. A primeira abordada foi o Envoy (enviado, representante), o diplomata do grupo, repleto de pontos de habilidades e capaz de adicionar 1d6 a testes com algumas destas. Seus poderes principais são chamados de improvisações, e podem ser utilizados em combate para atrapalhar inimigos ou ajudar aliados. O exemplo no artigo é de uma finta a distância que deixa o oponente desprevenido até contra ataques de outros personagens.

Homens-lagarto espaciais, obviamente.
© Paizo

Em seguida resumiram o Operative (esse não achei uma tradução para o substantivo; o adjetivo seria operativo mesmo, mas se refere a algo que esteja funcionando. O substantivo em inglês é uma gíria para agente secreto). Esse é o ladrão desse cenário, focado em furtividade, enganação, agir em segredo, ao contrário do Envoy, que trabalha abertamente. Ele ganha um “trick attack” ao invés de um “sneak attack”, que pode ser usado a qualquer momento no combate, mas exige um teste de habilidade, como blefe ou intimidar, para fazer efeito. Para provar que o operative engloba todos os tipos de atividades ilegais, ele se subdivide em sete especializações: daredevil, detective, explorer, ghost, hacker, spy, e thief.

Starfinder leva o cenário de campanha de Pathfinder para o espaço e o futuro, mesclando magia e monstros com alta tecnologia e robôs. O manual principal será lançado em agosto, durante a convenção Gen Con.

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Estão começando o jogo novo com um número bem conservador de classes, em comparação às mais de 40 atualmente à disposição em Pathfinder. E parece que incluem um leque amplo de possibilidades para cada uma, reduzindo as oportunidades de criar novas em publicações futuras, ao menos em grandes quantidades. Provavelmente vão se concentrar em expandir as sete classes básicas ao invés de criar um personagem completamente novo para cada nicho. Não é bem o que prefiro, mas dá para compreender.

Escolha peculiar começar a série de artigos com os personagens menos absurdos/mais realistas. Que contraste com o clássico.

Enquanto isso estou esmiuçando a atualização mais recente do kickstarter de Interface Zero 2.0, que utiliza as regras de Pathfinder (e eventualmente Starfinder) em um cenário Cyberpunk. Além das raças, publicaram nove das dez classes que estarão disponíveis imediatamente, com outras duas possivelmente aparecendo em outros livros. Até o momento IZ 2.0 está na frente no meu ranking de interesse pessoal, por utilizarem o sistema de “talentos” para quase todo personagem, permitindo uma maior customização, e pelo simples fato de terem mais classes mesmo não utilizando magia no cenário.

E pelo que vejo escrevi todo meu comentário com parágrafos iniciando em “E”, por acidente.

Eita.

Fonte: Paizo Blog

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