Category Archives: RPG

Starfinder apresenta três classes inéditas

Três novas classes do RPG de mesa Starfinder estão em período de testes abertos até o dia 16 de janeiro. O biohacker é um cientista capaz de aplicar injeções variadas em seus aliados ou inimigos; o vanguard é um guerreiro especializado em combate corpo a corpo; e a witchwarper é uma usuária de magias que puxa seus poderes de outras dimensões. O conteúdo está disponível gratuitamente na página https://paizo.com/starfinderplaytest

Fazia tempo que não via essa arte – mas não tem nada a ver com as classes
© Paizo

O material será incluído no livro Starfinder Character Operations Manual, com previsão de lançamento no segundo semestre de 2019. Ele também deve incluir opções inéditas para as outras sete classes já disponíveis, bem como alternativas para as principais raças do jogo.

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Na véspera do lançamento havia previsto um artista marcial de mãos limpas e um mago usuário de Carisma como atributo principal, acertando em cheio duas das novidades. Mas pesquisando meus comentários especulando sobre novas classes, constato que havia descartado totalmente a ideia de um cientista, considerando a quantidade de temas e arquétipos já voltados para a área. Me enganei feio nesse ponto (mas ainda não é a classe controladora de monstros que muitos queriam – aposto que vão criar uma opção para mecânicos virarem biomecânicos e centralizarem todos os pets em uma classe só).

Porém, até agora estou me debruçando somente sobre o Biohacker, que parece fazer melhor o que meu Envoy foi especificamente construído para: curar e buffar o resto do grupo.

Acho que vou construir um personagem de cada e obrigar meus filhos a jogar um cenário reciclado da Starfinder Society comigo, para ver o que esse trio é capaz de fazer. Não serei cruel demais porém, e vou escolher raças otimizadas para as classes.

Até que enfim alguma novidade animadora para Starfinder! O treco andava parado demais.

Fonte: Paizo Blog

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O horror, o horror, o horror em Starfinder

A editora Paizo começou a publicar este mês a campanha Signal of Screams, para o seu RPG de mesa Pathfinder. São as primeiras aventuras abertamente no gênero horror, com a ameaça principal sendo tecnologia capaz de levar suas vítimas à loucura e deformar seus corpos. O primeiro volume, The Diaspora Strain, está disponível por US$ 15,99 na versão digital ou US$ 22,99 impressa, e é voltada para personagens de nível 7.


© Paizo

Nesta primeira etapa da campanha, os personagens jogadores estão de férias em um resort construído em um asteroide, quanto o local sofre um apagão e seus funcionários começam a ficar loucos. Cabe aos aventureiros ajudar os demais hóspedes e enfrentar pessoas que parecem ser vítima de uma insanidade contagiosa.

O segundo volume, The Penumbra Protocol se passa no planeta Verces, uma das maiores concentrações de ciborgues do cenário, e o terceiro, Heart of Night, conclui a saga na dimensão das sombras. Cada livro inclui monstros inéditos, equipamentos ou opções para classes, e artigos sobre o local em que a aventura se passa, entre outros tópicos de interesse.

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Parece ótimo, mas loucura no estilo Hellraiser não é bem o estilo mais adequado para jogar com sua família, justamente a minha condição atual quanto a RPGs. Vou dar uma procurada se algum grupo vai começar a jogar isso e divulgar como um podcast – mestrar e ouvir dois grupos jogando Dead Suns está enjoando.

Se baixassem esses preços para US$ 9,99 até consideraria fazer um pequeno arquivo de Adventure Paths, mas por esse valor atual compro estritamente o que tenho certeza que usarei. É até meio temeroso quando o grupo enfrenta uma ameaça real, e o risco de todo mundo morrer está presente – que diabos faço com os próximos dois livros da campanha? Pelo menos a Paizo já publicou uma campanha fechada para níveis 1-6 em três livros, mas isso seria um investimento de US$ 47,97 apenas para levar o grupo de volta ao ponto em que estavam antes.

Analisar entretenimento usando dinheiro como critério sempre acaba com você sozinho jogando paciência com um baralho de vinte anos em casa!

Se a pindaíba se concretizar no ano que vem, vou ter que escrever minhas próprias aventuras. Será que existe mercado para isso no Brasil?

Fonte: Paizo

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Psiônicos para Starfinder dá um pequeno passo adiante

Psionics Guide, manual compatível com o RPG de mesa Starfinder, teve seu conteúdo de teste aberto atualizado esta semana. O Aegis, uma das quatro classes em desenvolvimento, passou por várias mudanças, deixando-a mais adequada às regras do jogo e substituindo várias vantagens passivas por poderes que precisam ser ativados, além de esclarecer alguns pontos inconsistentes.

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© Dreamscarred Press

De acordo com o designer responsável, Doug Haworth, praticamente todos os aspectos da classe passaram por revisões, com vários poderes ficando mais balanceados e a adição de mais “coisas legais”. O Aegis está disponível dentro do primeiro documento de testes do livro, Signal Confirmed. Ele pode ser conferido a partir da página 33 no seguinte link: https://docs.google.com/document/d/1DmcJzCs8dzoFJC1CTOjnXJsLyyw2E0yMSJE6118zVbM/edit

Uma campanha de arrecadação de fundos no site Kickstarter garantiu a produção do Psionics Guide. Ele estava inicialmente previsto para novembro deste ano, mas devido ao valor de mais de US$ 30 mil arrecadados (de US$ 5 mil originalmente solicitados), o conteúdo foi expandido e não há mais uma data de lançamento.

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Sou um dos participantes do Kickstarter, tendo contribuído com uma mordida de 15 dólares, o que me garante o Psionics Guide, um bestiário, um livro de naves espaciais e acredito que um livro coletando toda a arte que vão encomendar.

O playtest está bem devagar, com o quarto documento de testes, o que introduziria o Psion, atrasado há mais de um mês. Imagino que alguma tragédia pessoal tenha acometido os funcionários da Dreamscarred Press, já que volta e meia alguém lá pega uma doença séria ou tem a casa destruída pelo clima do hemisfério norte. Pessoal azarado.

Aproveitando um arroubo de voluntariado, ou talvez algum feriado prolongado, dei uma revisada monstruosa no Aegis e publiquei meus comentários no fórum do site Giant in the Playground. Agradeceram as contribuições, como de praxe, mas não é que várias coisinhas que reclamei foram remediadas? Claro que uma espécie de revisor profissional também deu uma analisada ainda mais brutal no Aegis e em todo o conteúdo do teste algumas semanas após meu trabalho, encontrando três ou quatro vezes mais picuinhas. Mas, pelo menos, meu nome ainda apareceu nos agradecimentos!

Vou aproveitar o feriado da semana que vem e destrinchar novamente esse Aegis. Fiz um NPC usando a versão anterior, e o principal problema encontrado era a falta de personalidade da classe. Não consegui enfatizar qualquer poder dele que fosse algo único ou chamativo, e creio que meus jogadores sequer perceberam que estavam enfrentando um personagem psiônico não-oficial. Espero que o designer tenha encontrado uma voz para esse controlador de um ectoplasma que se transforma em uma armadura.

Fonte: Fóruns do GitP

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Editora cria um novo gunslinger para Pathfinder

A Interjection Games lançou esta semana The Triggerman, classe compatível com a primeira edição do RPG de mesa Pathfinder. O personagem aproveita as armas de fogo medievais já disponíveis no jogo, mas combina-as com o sistema Momentum da editora. São 33 páginas em formato digital, pelo preço sugerido de US$ 5,99.

Sargento Mins nunca poderia imaginar que ilustraria um livro de RPG
© Interjection Games

Neste sistema, cada poder da classe possui um valor de “pontos de foco”. Alguns deles geram pontos, outros custam pontos e alguns até não mexem no total, mas necessitam que eles estejam em uma determinada quantia. Ou seja, o personagem pode alternar entre poderes que ganham e gastam pontos, ou tentar acumular (até um máximo de 4) e gastá-los todos em um ataque mais poderoso. E no caso desta classe, sempre que ela gasta 2 pontos de foco ou mais, ela também ganha pontos de Moxie, um sistema secundário que modifica seus poderes principais.

O Triggerman é a terceira classe a utilizar o Momentum, precedido pelo Master of Forms, um lutador marcial com poderes elementais, e o Assassin, cujo nome já é bem explicativo.

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As classes Momentum da Interjection Games estão entre suas melhores criações no quesito flexibilidade de jogo. Você definitivamente precisa dar uma planejada nos seus combos, mas a quantidade inacreditável de combinações entre eles praticamente deixa impossível encontrar dois personagens parecidos.

Criações complexas são uma marca registrada da editora (além de seu humor e preocupação com equilíbrio de poder entre classes), mas para o jogador de Pathfinder isso não é nada inesperado. E para quem gosta de personagens menos engessados, o catálogo dela é vasto e cheio de opções.

Infelizmente larguei do Pathfinder 1 desde que Starfinder foi lançado, e não pretendo retornar tão cedo, se algum dia. Comprei esse personagem por meio do Patreon da Interjection Games, com um pequeno desconto, mas será a última aquisição que faço para esse sistema. Ela não vai produzir material para Starfinder, mas deve começar a adaptar seu catálogo para Pathfinder 2, quando o lançamento oficial estiver próximo. Daí devo voltar a ser seu cliente, mas, por enquanto, esse é o fim.

Fonte: Lista de e-mails da Interjection Games

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Arquivo de Alienígenas chega com equipamentos, tabelas e magias

Está disponível a partir de hoje (17) Alien Archive 2, novo manual para o RPG de mesa Starfinder, introduzindo mais de uma centena de novos alienígenas, robôs e animais no jogo. Cada criatura ocupa duas páginas com estatísticas para combate, informações sobre sua natureza e habitat, e, muitas vezes, novos equipamentos. A publicação tem 164 páginas e preço sugerido de US$ 39,99 pela edição impressa e US$ 9,99 pela versão digital.

Não dá vontade de jogar como um desses??
© Paizo

Alien Archive 2 também traz 16 novas raças que podem ser utilizadas por jogadores ao fazer personagens, a magia Polymorph e variantes, com regras para modificar o corpo de uma criatura por meios mágicos, e duas façanhas novas – uma para usuários de Polymorph e outra que permite adotar uma espécie de animal companheiro.

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E a primeira raça nova é o Uplifted Bear, simplesmente um urso que teve sua consciência desenvolvida e partes de sua anatomia adaptadas para lidar com ferramentas e equipamentos. Pela descrição existem animais de todo tipo nessa categoria, mas os ursos são os mais comuns. Por que? Pergunte ao Gap, evento cósmico que apagou a memória de todo o universo uns 300 anos antes do início do jogo.

Também finalmente incluíram uma tabela de peso, altura e idade para todas as raças alienígenas publicadas nos manuais, algo extremamente útil quando bolando uma história para seu personagem, e para questões mecânicas, como armadilhas sensíveis a peso. Os skittermanders infelizmente parecem durar até 100 anos, o que contradiz uma espécie de flashforward que utilizei há duas sessões: a personagem de minha filha teve uma visão de si mesma extremamente idosa, em um talk show para centenas de milhares de espectadores; ao ser apresentada, o anfitrião a chama de “skittermander mais idosa viva, com 23 anos de idade” ou algo assim. Foi um momento hilário e um pouco desesperador, quando ela tomou consciência de quão pouco a personagem viveria, por mais que tenham sucesso em salvar o universo. Infelizmente, a única raça que morre jovem no jogo são os formians, homens-formigas que duram no máximo 25 anos.

Já o Squox, o primeiro pet com mecânicas de animal companheiro me parece um sério investimento para pouco benefício. É o tipo de coisa para ser adquirido se você não se preocupa em planejar demais suas façanhas, e se tem um espaço vazio na sua armadura para incluir um bolso para o bicho. E não vi nada sobre ele evoluir com o dono, o que reduz ainda mais sua eficácia. Pelo menos é barato, 100 créditos pelo filhote, e 400 pelo adulto.

Fonte: Paizo

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Arquivo de Alienígenas ganha segundo volume

A editora Paizo lança este mês, no dia 17, Starfinder Alien Archive 2, novo manual com alienígenas, equipamentos e regras para o RPG de mesa Starfinder. Serão mais de 100 novas criaturas, com mais de uma dúzia delas podendo ser utilizadas por jogadores na criação de seus personagens. O livro tem preço sugerido de US$ 9,99 pela versão digital e US$ 39,99 pela versão impressa.

Gremlin elétrico?
© Paizo

A divulgação oficial apresentou três criaturas em um blog post no site da editora: o Squonx, mistura de raposa e esquilo que deve ser o primeiro “pet” com regras semelhantes à de um animal companheiro em Pathfinder; a Glass Serpent, monstro gargantuesco com invisibilidade natural; e o Vermelith, pertencente à categoria de criaturas que só podem ser enfrentadas com o uso de naves espaciais.

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E está saindo um dia antes do Alien Archive original, em 18 de outubro do ano passado (a menos que eu tenha me atrasado e comprado um dia após o lançamento). Comparando as capas, o AA1 tinha um monstro grande, um médio e um pequeno – o grande (Dragonkin) e o pequeno (Skittermander) acabaram sendo raças jogáveis. Vão manter o padrão, ou será que o aracnídeo antropomórfico com asas será a única raça adaptada para jogadores, virando tudo do avesso?

Não sei por que não estão enfatizando mais o Squonx na divulgação – acredito que a presença de um pet não-robótico será muito popular, principalmente se tiver alguma utilidade em combate. Infelizmente o fato de não estar atrelado a um poder de classe, e possivelmente sequer a uma façanha ou qualquer outro pré-requisito, pelas regras do jogo, deve forçar o bicho a ser quase inútil, semelhante aos drones comerciais disponíveis no Starfinder Armory. Você não pode competir com poderes exclusivos de personagens usando apenas dinheiro, a menos que seja muito dinheiro, e por imitações bem restritas.

Como estou mestrando uma campanha pronta, e praticamente tudo é novidade, não consigo extrair muita utilidade desses Aliens Archives, exceto pelas raças jogáveis. Por enquanto não senti a necessidade de trocar um monstro já definido por outro, e quando incluo material próprio relativo ao passado dos personagens, geralmente é um NPC e não uma criatura irracional.

Na sessão deste final de semana fracassei em deixar minha filha interessada, o que levou o personagem de meu filho a se meter em todas as enrascadas possíveis, praticamente sozinho, e o deixou bem próximo a um desfecho trágico. Na verdade, a possibilidade de ele esticar as canelas na primeira rodada da próxima sessão são enormes.

Gosto de combate e exploração, mas a terceira aventura de Starfinder erra bastante a mão ao focar nestes dois e não incluir praticamente qualquer interação com outros personagens nas duas primeiras partes. O treco melhora na terceira parte, mas é um caminho bem longo até lá.

Fonte: Paizo Blog

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Regras de Starfinder e Pathfinder ganham novo lar

A editora Paizo anunciou esta semana que está terceirizando seus bancos de dados de regras e conteúdo dos RPGs de mesa Pathfinder e Starfinder. A empresa assinou um contrato de licenciamento com o site Archives of Nethys, que já fazia serviço semelhante por conta própria, mas agora é o repositório oficial de ambos os jogos.

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© Paizo

O material de Pathfinder está disponível em http://aonprd.com/ e o de Starfinder em http://aonsrd.com/. Eles incluem raças, classes, equipamento, façanhas, habilidades, magias, e regras, bem como algumas opções de funcionalidade, como verificar toda a informação apresentada em cada livro.

Conteúdo novo deve ser publicado duas semanas após o lançamento oficial de cada livro, mas, ao mesmo tempo, a página está atualizando material de manuais mais antigos que ainda não constavam no seu banco de dados.

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O sfrd oficial estava fazendo falta, e fico feliz em ver a empresa finalmente tomando uma decisão, ainda que tenha sido uma peculiar. Existem vários sites reproduzindo o material da Paizo que fica disponível ao público via a licença maluca que utilizam, e enquanto o AoN é um dos antigos, não é o primeiro que me veem à mente quando penso em procurar informação.

O formato de fundo preto com letras brancas é terrível para os olhos, e as tabelas precisam de mais opções de filtro além de A a Z ou ordem numérica (além de demorarem para carregar). Acabo de dar uma verificada na página dos alienígenas Gray e já reparei que não está atualizada com o Frequently Asked Questions (FAQ) da Paizo, que incluiu nas criaturas uma telepatia limitada.

Espero que passem por uma melhoria brutal em breve, mas pelo menos, com o crivo da empresa e dos jogadores, acredito que será um dos mais completos e precisos. Vou começar a usá-lo hoje mesmo em preparação para a jogatina do final de semana.

Fonte: Paizo Blog

Ps.: Fui verificar e o AoN tem uma opção, no canto superior direito de suas páginas, para inverter as cores de fonte e de fundo. Já melhorou em 70% minha experiência de usuário!

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Nova campanha de Starfinder começa em colônia espacial

A editora Paizo lança na semana que vem, dia 29, o livro Starfinder Adventure Path #7: The Reach of Empire. É a primeira aventura da campanha Against the Aeon Throne, desta vez colocando os personagens do RPG de mesa para enfrentar o Império Estelar Azlanti, uma das principais ameaças do cenário de Starfinder. São cerca de 70 páginas por US$ 15,99 na versão digital ou US$ 22,99 pela versão impressa.

Um stormtrooper azlanti para ilustrar
© Paizo

O volume inclui, além da própria aventura, artigos sobre as colônias do mundo de Nakondis, o tema de personagem “Colono”, naves espaciais azlanti e monstros inéditos. A maioria das aventuras publicadas para Starfinder traz ao menos uma nova raça alienígena disponível para personagens jogadores.

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E com o dólar a magníficos R$ 3,99, cada aventura em formato digital custa mais de R$ 60. Cometi o erro de comprar a quinta aventura de Dead Suns (a primeira campanha de Starfinder) antes de comprar a quarta – somente por curiosidade em conferir o material extra (cinco raças novas!). Agora estamos prestes a começar a terceira aventura e vou ter que morrer pra comprar o livro seguinte, com a moeda americana subindo sem parar.

Agora mestrando com consistência, praticamente todo final de semana, e com nível um pouco maior do que estou acostumado, fica óbvia a importância do engajamento dos jogadores quanto a dominar o potencial de seus personagens. Quanto mais a pessoa lembra, entende e planeja, mais divertida fica a sessão. Pois é, não é apenas uma questão de eficiência ou rapidez, mas de diversão mesmo.

Sofrer mais dano e ao mesmo tempo causar menos dano; esquecer de seus poderes mais antigos e ficar perdido quando gasta todos os mais novos. É o tipo de coisa que só deixa o jogador frustrado, e se piorar ainda mais, entediado. Tento fazer minha parte, sugerindo que deem uma lida no arquivo com todos os seus poderes que deixo no Google Drive; fazendo uma análise após a situação, com sugestões construtivas, quando o resultado deixa a desejar; e o mais tradicional “motivar pelo trabalho bem-feito” quando tudo dá certo, por meio de raros elogios.

Se pensar bem, esse negócio de mestrar RPG é uma espécie de treinamento para ser um coach ou mentor. Acho que vou incluir isso no meu CV.

Fonte: Paizo Blog

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Jogadores impactam novo Pathfinder

O teste da segunda edição do RPG de mesa Pathfinder chegou à sua segunda semana, e a editora Paizo já está introduzindo modificações nas regras. A partir dos relatórios preenchidos pelos jogadores, e comentários nos fóruns oficiais da empresa, criaram um documento contendo “atualizações críticas” e “outras atualizações”. Todo o material do teste está disponível gratuitamente em http://paizo.com/pathfinderplaytest

Não conseguem se distanciar de dragões, por mais que mudem a cor
© Paizo

As modificações afetam habilidades, poderes de classe e raça, e mesmo as regras de funcionamento de magias. O alquimista parece ser o personagem com maior número de novidades.

De acordo com publicação no blog da Paizo, planejam divulgar um comentário semanal dos editores sobre o desenvolvimento do teste.

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Achei que ia me interessar mais pelo Pathfinder 2, mas infelizmente o treco não me capturou. Ainda é cedo, com, pelo menos, seis meses de testes pela frente, então aguardarei por uma versão mais polida do manual – pela balbúrdia nos fóruns, boa parte dos sistemas novos está sendo mal recebida. Se isso é reflexo de regras frouxas, ou apenas resmungos de fãs se sentindo traídos, descobriremos quando o treco estiver pronto.

Continuo firme no Starfinder enquanto isso, apreciando cada vez mais as novidades introduzidas no sistema, em comparação ao velho Pathfinder. Recentemente criei um player character (PC) de nível 7 usando regras do playtest do Psionics Guide da editora Dreamscarred Press, processo que me custou as horas livres de vários dias. Na sequência fiz um non-player character (NPC) de dificuldade 7 usando as regras oficiais do Alien Archive da Paizo, em apenas meia hora. E isso que tive que escolher poderes e magias. É muita comodidade.

Só fico um pouco ressentido com o PF2 por roubar excessivamente a atenção de Starfinder – se tivessem aguardado mais um ano poderiam ter consolidado a base de jogadores do sistema novo, dado a ele a publicidade devida. Ficou meio atropelada essa estratégia de desenvolvimento da empresa. Parece que lançaram o SF para conseguir um destaque e arremataram com o PF2 para se manter na mídia. Acredito que o sucesso de Starfinder pegou a Paizo meio de surpresa, obrigando-os a contratar mais gente e apertar o ritmo de produção para atender a demanda. Agora é torcer para que isso não afete demais a qualidade dos produtos.

Fonte: Paizo Blog

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Teste gratuitamente a nova edição de Pathfinder

Está disponível para download gratuito todo o material do Pathfinder Playtest, iniciativa da editora Paizo para produzir uma nova edição do RPG de mesa Pathfinder. O material inclui livro de regras, bestiário, aventuras, mapas, fichas de personagem e um código para usar áudios do aplicativo Syrinscape. Confira (é necessário ter ou criar uma conta na página): http://paizo.com/pathfinderplaytest

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© Paizo

A ideia é que o maior número possível de jogadores e mestres utilizem o playtest e encaminhem à editora relatórios com suas experiências, incluindo problemas e sugestões. Contribuições também poderão ser feitas nos fóruns oficiais da Paizo.

Na semana que vem serão lançados cenários gratuitos para a Pathfinder Society, modalidade de jogo organizada, com regras mais restritas e consequências permanentes.

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O playtest começou ontem (2), mesma data do lançamento do Starfinder Armory, obviamente eclipsando totalmente o livro de equipamentos. Starfinder inteiro está um pouco escanteado com o PF2 em andamento, um ano apenas após o lançamento do RPG espacial, mas pelas listas de vendas e downloads da Paizo, continua firme.

Baixei o treco mas não comecei a fuçar, estando muito mais enamorado com Starfinder por enquanto. A ideia de voltar para um cenário de apenas fantasia ainda está complicada de engolir. Acho que vou esperar e acompanhar um pouco as reações do público.

Pelo menos as regras parecem ser bem diferentes em relação ao Pathfinder 1, e talvez não se misturem no meu cérebro com as regras de Starfinder.

Fonte: Paizo

E chega de posts sobre a Paizo por uma semana no mínimo!

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