Category Archives: Quadrinhos

Conan e o gigante de fogo

Está à venda Conan the Slayer #6, edição de janeiro da revista mensal do bárbaro cimério. Neste número, o protagonista conclui a primeira saga da publicação, sobre uma guerra entre dois irmãos pelo controle de uma tribo de mercenários nômades do deserto. O roteiro é de Cullen Bunn, com arte de Sergio Davila e cores de Michael Atiyeh. São 32 páginas por US$ 3,99, em formato impresso e digital.

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© Dark Horse Comics

Clique na imagem acima para conferir uma prévia da revista.

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Que sanguinolência, tripas e tinta vermelha para todo lado. Há tempos não via um Conan tão violento e gosmento assim! Acho que é isso que acontece quando colocam um roteirista de horror para escrever ação e aventura – só imagino o que o Bunn devia fazer com os X-Men.

E parece que ele entende razoavelmente bem do personagem. Enquanto enfrentando assassinos ou exércitos, a reação do Conan é de puro profissionalismo, ou vai matar todo mundo, ou vai escapar se as chances não forem boas. Mas ao se deparar com o sobrenatural, seu espanto é paralisante. Até que se recupera e mata o monstro a espadadas.

Fonte: Dark Horse Comics

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Fãs de Penny Dreadful podem se torturar um pouco

O seriado de televisão Penny Dreadful, cancelado no ano passado, vai ganhar uma sobrevida nos quadrinhos da Titan Comics, a partir de abril deste ano. O programa reunia várias criaturas mitológica na Inglaterra do século XIX, incluindo vampiros, lobisomens, bruxas e as criações do Dr. Frankenstein.

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© Titan Comics

Penny Dreadful #1 foi roteirizado por Chris King, listado como um dos produtores da série, e tem 40 páginas por US$ 4.99. A arte é de Jesús Hervás e cores de Jason Wordie. A série contava com Eva Green, Timothy Dalton, Billie Piper e Josh Hartnett no elenco. O diretor Sam Mendes era um dos produtores executivos.

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Gostei muito da primeira temporada de Penny Dreadful. Era incrivelmente previsível, conseguia enxergar tudo que ia acontecer um ou dois episódios antes, mas quando chegavam lá, os visuais geralmente valiam a espera. Gostei principalmente do monstro do Frankenstein matando o Dr. Van Helsing.

Comecei a assistir a segunda temporada, mas alguma coisa no primeiro episódio, não lembro bem o que, me desanimou e acabei esquecendo. Acho que as novas vilãs. Quando anunciaram o cancelamento, desisti de vez.

Um tempo atrás ouvi uma resenha de alguém que assistiu tudo na sequência e disse que valia a pena, que a história fechava bem, que haviam terminado na terceira temporada de propósito. Mas agora fazem uma continuação em quadrinhos?

Fonte: Bleeding Cool

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Crossover alienígena é prelúdio de filme

A Dark Horse continua expandindo o universo do filme Prometheus com a história em quadrinhos Alien vs. Predator: Life and Death #1. Fuzileiros coloniais humanos estão no planeta LV-223, o cenário do longa, enfrentando a espécie alienígena apelidada de Xenomorfos, quando os caçadores de troféus espaciais Predadores chegam no local. São 32 páginas por US$ 3,99, disponíveis desde a semana passada.

Mas já existiam Colonial Marines nessa época? Ou é mais no futuro ainda?
© Dark Horse Comics

O roteiro é de Dan Abnett (Juiz Dredd, Justiceiro, Legião de Super-heróis), com arte de Brian Thies e cores de Rain Beredo.

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A editora relançou a franquia Alien e Predador nas HQs com o anúncio do filme acima mencionado, tentando atrelar tudo a uma história integrada, coerente, descartando as iniciativas anteriores que publicaram em décadas passadas.

Infelizmente o material base, Prometheus, é um monte de lixo. E sua continuação, Alien Covenant, até o momento conseguiu ter um trailer tão ruim que parece indicar estar no mesmo caminho. Ou o Ridley Scott perdeu a mão, ou está fazendo essas continuações totalmente contrariado, apenas pela grana. Ainda bem que está só perifericamente envolvido com Blade Runner 2049, ou reduziria minhas expectativas para esse outro derivado de um clássico seu também. Esses pastiches de ficção científica nos cinemas estão ficando cansativos!

Quanto aos quadrinhos, não gostei da amostra grátis. Diálogo batido e arte “apressada”. Provavelmente é o estilo do desenhista, mas me pareceu bem conveniente para produzir gibis rapidamente, com esses traços tão soltos, quase abstratos. Felizmente não embarquei nesse reboot.

Fonte: Dark Horse Comics

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Dark Horse e Funcom se unem para promover Conan

Conan Exiles, novo jogo de sobrevivência online da Funcom, também vai render uma revista em quadrinhos. O projeto é uma parceria com a Dark Horse Comics, editora que atualmente publica uma série mensal e edições especiais do personagem. Lançamento anunciado para janeiro.

Líder ou inspiração?
© Dark Horse Comics

A publicação vai retratar alguns dos eventos do game, que coloca os jogadores como exilados em um deserto, deixados para morrer, mas resgatados pelo bárbaro. Após esse evento, precisam tomar conta de todos aspectos básicos para garantir sua própria sobrevivência, incluindo fabricar ferramentas e se abrigar contra o clima.

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E continuo torcendo para que esse jogo seja bem parecido com a área inicial de Age of Conan e nada parecido com todo o resto do MMORPG. Por enquanto planejo comprá-lo, apesar da Funcom enfiar a faca nos preços, com essa mania de achar que todo mundo recebe o salário em euros, que nem eles.

Finalmente alguma coisa para escrever essa semana. Com o final de ano se aproximando o material está muito escasso – cheguei ao ponto de fuçar notícias nas agências do Congresso Nacional e do governo federal, uma antiga ideia minha para produzir conteúdo original, mas sem sucesso. Até fucei na lista de projetos aprovados para usufruir da Lei Rouanet no ano que vem, mas quase nada me chamou a atenção, e os que pareciam ter boas possibilidades não estão detalhados em lugar algum.

Enfim acabou essa semana de vazio, veremos o que os próximos dias me trazem.

Fonte: Funcom

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Hordas de mortos vivos e um bárbaro com espada

A penúltima edição do ano de Conan the Slayer está disponível em lojas especializadas e na internet a partir desta semana. A revista continua a saga do bárbaro e sua tribo de mercenários nômades do deserto, os kozakis, enfrentando uma briga entre irmãos por controle do grupo, e também uma horda de mortos vivos.

Faz tempo que ele não enfrenta um vampiro. Será que aceitam sugestões?
© Dark Horse Comics

São 32 páginas por US$ 3,99, com roteiro de Cullen Bunn, arte de Sérgio Dávila e cores de Michale Atiyeh.

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Estava me planejando para comprar outra edição encadernada do Conan pela Mythos Editora no final de ano, mas o lançamento de Blame! e Ghost in the Shell pela JBC adiaram indefinidamente esse planos. Estou em uma onda cyberpunk tão dominante ultimamente que não tenho me interessado nem por jogos, livros ou mesmo RPGs de fantasia – até paralisei a campanha de Pathfinder que obrigava meus filhos a participarem.

Em compensação estou lendo um livro atrás do outro remotamente com esse tema (ficção científica militar é cyberpunk do ponto de vista das forças armadas – pode acreditar), e acumulando jogos de computador em promoção na mesma vertente (prestes a terminar Shadowrun Hong Kong, e daí pular para Technobabylon). Sem falar em Interface Zero 2.0, adaptação cyberpunk de Pathfinder – como vão lançar o manual principal em janeiro com apenas uma aventura, planejei uma campanha por conta própria e escrevi o esqueleto de três aventuras, só precisando definir as estatísticas das pessoas/robôs envolvidos, e alguns diálogos chave.

Não escrevia uma aventura desde os ano 90. Após retomar o passatempo com Pathfinder, no máximo modifiquei módulos prontos e escrevi um ou dois encontros/combates. Esse material próprio está ficando tão bacana que penso em traduzi-lo e soltar na internet – a escassez de material para o cenário talvez atraia usuários. O problema, para variar, seriam os mapas. Aprender a fazer alguns razoáveis ocuparia mais tempo do que escrever a campanha toda.

Fonte: Dark Horse Comics

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Conan e mortos-vivos complexos

Esta à venda a quarta edição de Conan the Slayer, revista mensal do bárbaro cimério publicada nos EUA pela Dark Horse Comics. Na trama atual, o protagonista está trabalhando para uma tribo de nômades do deserto, no meio de uma guerra entre irmãos pelo controle do grupo. Enquanto um é apoiado por Conan, o outro conta com suporte do sobrenatural. Roteiro de Cullen Bunn, arte de Sergio Davila e cores de Michael Atiyeh. São 32 páginas por US$ 3,99.

Carniçais, também pouco conhecidos como zumbis inteligentes
© Dark Horse

Conan foi criado por Robert E. Howard no início do século passado, como herói de contos publicados em revistas de ficção barata e divertida. Sua obra foi coletada várias décadas depois, passando a ganhar mais popularidade como histórias em quadrinhos e eventualmente nos cinemas, com Arnold Schwarzenegger interpretando o bárbaro.

No Brasil, algumas das revistas são publicadas em edições encadernadas pela Mythos Editora.

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Pelas amostras grátis, disponíveis clicando na capa acima e depois em cada imagem individualmente (por que mudaram isso?) fica bem óbvio a predileção pelo horror. Este, na verdade, sempre esteve presente em todo conto do Conan que já li (acho que conferi uns 60% deles), mas nos quadrinhos tende a se dissipar, talvez pelas restrições do meio visual, talvez pelo óbvio apelo mais comercial do heroísmo.

Nas HQs tendem a resolver os monstrengos do Conan com algum ponto fraco, ou ajuda conveniente de uma fonte mística benigna, às vezes não óbvia. Nos contos do Howard, entretanto, o foco muitas vezes é na pura força bruta e selvagem do personagem, sua principal arma contra o horror que destrói a mente de guerreiros mais civilizados. Nos contos de Salomão Kane, guerreiro inglês distante de Conan por vários séculos e também criação literária de Howard, o que prevalece sobre o vilão comum ou sobrenatural é a convicção no triunfo do bem sobre o mal, ideia que guia o religioso personagem, às vezes permitindo-o socar um fantasma, ou continuar brigando enquanto qualquer outra pessoa teria desmaiado de exaustão.

Parece estranho simplificar (ainda mais!) nos quadrinhos esses personagens, que basicamente representam um tipo de convicção escorada por um pouco de passado e personalidade, mas cada tipo de mídia tem suas forças e restrições, e Conan parece funcionar bem em qualquer uma delas. Bem, nos cinemas talvez nem tanto… principalmente no segundo longa de Conan. E melhor nem falar do filme do Salomão.

Fonte: Dark Horse Comics

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Revista mensal de Conan abraça o horror

A editora Dark Horse Comics lançou esta semana Conan the Slayer #3, novo número da revista mensal do bárbaro cimério. Desta vez Conan enfrenta uma bruxa do mar e suas crias, responsáveis pela quase destruição de seu grupo de mercenários. São 32 páginas, disponíveis em formato impresso ou digital por US$ 3,99. O roteiro é de Cullen Bunn, com arte de Sergio Davila e cores de Michael Atiyeh.

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© Dark Horse Comics

Conan foi criado pelo escritor Robert E. Howard, no início do século passado, como o herói de vários contos publicados em revistas de ficção científica e fantasia. Avesso a magia e ao sobrenatural, o bárbaro pertence a uma época violenta e antiga, repleta de intriga e sensualidade.

Seus textos estão em domínio público no Brasil, em sua versão original.

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Que tal o parágrafo publicitário que bolei acima? Acho que ficaria bom no verso de uma edição encadernada, ou como texto de divulgação em livraria online.

Bem impressionante o que um escritor de horror consegue fazer com o personagem! Confira uma prévia de seis páginas clicando na capa acima. Parece que as publicações anteriores da Dark Horse estavam se concentrando no aspecto heroico do bárbaro, mas se você conferir os contos, boa parte deles tem um pé firme no horror. O autor costumava trocar cartas com o próprio H. P. Lovecraft, afinal de contas.

Agora fiquei realmente tentado a comprar essa revista. Apesar de promovê-las todo mês, costumo adquirir apenas as coletâneas impressas da Mythos Editora, em português mesmo. Gastar tanto dinheiro em uma única história em quadrinhos digital é uma barreira que ainda não atravessei.

Fonte: Dark Horse Comics

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Sonja volta às origens enquanto vai para o futuro

A editora Dynamite vai lançar uma nova série em quadrinhos da personagem Red Sonja em dezembro, com roteiro de Amy Chu e arte de Carlos Gomez. A revista, além de retomar o visual clássico da personagem (biquíni de cota de malha), vai colocá-la em um “ambiente completamente novo, onde ela é forçada a se adaptar”, segundo a roteirista. Pela arte da capa é possível antecipar que Sonja será transportada para o presente, ou uma época próxima.

Tenho um bundle com HQs da Sonja, nunca lembro de ler
© Dynamite Comics

Sonja é baseada na personagem Red Sonya, criada por Robert E. Howard, autor responsável por Conan, o Bárbaro. Apesar de ambos dividirem o mesmo mundo nos quadrinhos, no conto original em que aparece, The Shadow of the Vulture, ela era uma usuária de armas de fogo do século XVI, em guerra com o Império Otomano (atual Turquia, principalmente, e boa parte do Oriente Médio).

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A editora resolve fazer uma história de peixe fora d’água com a Red Sonja no presente e tudo que a mídia de quadrinhos consegue se focar é em sua ridícula armadura. Ela está usando essa porcaria desde os anos 70! É a sua marca registrada, não vão conseguir mudar isso nunca – não sem perder leitores e enfraquecer a imagem. Podem ridicularizar a peça, fazê-la usar outras roupas mais úteis; tudo isso já foi realizado, dezenas e dezenas de vezes. Mas, eventualmente, ela vai colocar o biquíni de cota de malha, ilustrar algumas capas e fazer o público relembrar sua existência. Nada mais.

Já li algumas HQs de realidade alternativa com o Conan no presente, ou enfrentando heróis da Marvel, e não guardo boas lembranças de qualquer uma delas. Talvez façam algo melhor nessa série, mas é mais provável que seja mais do mesmo, com ela dando uma espadada em um televisor (ou laptop, celular, tablet, etc, para ficar mais contemporâneo) e andando no topo de um carro. Agora só esperando as próximas prévias e primeiras resenhas.

Fonte: Bleeding Cool

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Conan: deserto e dramas familiares

Está à venda Conan the Slayer #2, a nova revista mensal do bárbaro cimério. Desta vez o personagem está trabalhando para uma tribo de kozakis no deserto, tendo ganho a confiança de seu líder e admiração do filho deste, próximo na linha de sucessão. Mas o resto da família não concorda com essas mudanças e traça planos sorrateiros e sobrenaturais para tomar o poder.

Não funcionou tão bem na capa quanto no miolo.
© Dark Horse

São 32 páginas por US$ 3,99, com roteiro de Cullen Bunn, arte de Sergio Dávila e cores de Michael Atiyeh. Clique na imagem acima para ler uma prévia de seis páginas.

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E continuam as aventuras de Conan pelo deserto. Não tenho certeza se elas se estendiam tanto assim nos contos originais – não li todos ainda – mas é uma variação razoável para a típica aventura do bárbaro, que geralmente começa em uma taverna e acaba em uma ruína cercada de mato. Não que esteja criticando, gosto de todas. E nessa, pela prévia, dá para ver a influência do trabalho do roteirista com horror se manifestando. Nada mal.

Adquiri recentemente uma coletânea da Mythos Editora com várias HQs clássicas do personagem. Mas um detalhe me desapontou um pouco quanto ao produto: as histórias estão todas colorizadas. Quando vou ler clássicos do Conan em quadrinhos, prefiro eles em preto e branco. Talvez tenham sido lançadas assim mesmo, não tenho certeza… mas minha nostalgia é melhor alimentada pelo material que saiu na Espada Selvagem de Conan do que nas coloridas revistas em formato pequeno.

Outra tangente, mas ainda sobre o mesmo personagem: a Amazon tem vários livros do Robert E. Howard, com seus contos (todos em domínio público) organizados por personagem ou tema, à venda por US$ 0,99. Não faz muito sentido, já que posso pegar tudo gratuitamente na internet, mas ainda assim comprei um “Conan: the Barbarian Complete Collection”. Acabou sendo a primeira vez que gastei dinheiro com um livro do próprio Howard, apesar de tanto ter aproveitado sua obra. Dá para chamar isso de homenagem? Meio vergonhoso, pensando bem…

Fonte: Dark Horse Comics

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Nova revista de Conan chega às bancas e internet

As aventuras mensais do bárbaro cimério são retomadas esta semana com o lançamento de Conan The Slayer #1, pela Dark Horse Comics. Desta vez o roteiro é de Cullen Bunn, responsável por alguns títulos de horror da editora, com arte de Sergio Dávila e cores de Michael Atiyeh e Dave Stewart. São 32 páginas por US$ 3,99, disponíveis online e impressas.

Costelas saltadas, precisa comer mais proteína
© Dark Horse Comics

Nesta edição Conan prossegue sua jornada em ordem cronológica pelos desertos hiborianos, perseguido por inimigos e encontrando novos aliados.

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Boa arte, e o roteiro parece razoável – Conan está todo machucado vagando pelo deserto, não podendo parar e se remendar devido aos perseguidores em seu encalço. O olhar de remorso não combinou muito com o personagem, que é uma encarnação viva do pragmatismo, mas parece estar alinhado ao perfil da editora, que deu uma humanizada no bárbaro. Contanto que não exagerem, não tenho problemas.

Faz tempo que não compro uma das edições encadernadas ou coletadas do personagem, muito bem publicadas no Brasil pela Editora Mythos. A qualidade é boa, mas o preço exige um certo comprometimento. Escrevendo isso me ocorre que nunca procurei essas publicações mais caprichadas em sebos. Na verdade não dou uma olhada em gibis usados há mais de uma década. Que doido.

Fonte: Dark Horse Comics

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