Category Archives: MangAnime

Blame! vai devastar quilômetros em maio

A nova versão animada de Blame!, mangá de Tsutomu Nihei, ganhou mais um trailer e uma data oficial de lançamento: 20 de maio. O filme chega aos cinemas japoneses e ao serviço de streaming Netflix ao mesmo tempo.


© Polygon Pictures

A história se passa em um futuro distante dominado por formas de vida artificiais de todo tipo, aonde o protagonista Killy procura um ser humano com um tipo específico de gene que pode salvar o mundo.

O mangá está sendo publicado no Brasil pela editora JBC, estando atualmente em seu segundo volume.

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Achei que era uma série animada, mas agora parece que será apenas um longa. E pelo jeito a única coisa que não foi feita em CGI são os rostos, mas posso estar enganado quanto a isso. Apesar de tudo, ainda parece bem razoável – gostaria que a arma dele fosse mais barulhenta, mas podem ter suavizado isso no trailer.

Comprei o primeiro volume de Blame! junto com o volume único de Ghost in the Shell, ambos lançados recentemente pela JBC. Como não consegui ler nenhum ainda, não peguei o segundo volume, apesar de, olhando por cima, a qualidade do impresso estar muito boa. Tentarei destruí-los ambos neste feriado, ou pelo menos o Blame!. Se minha impressão atual do mangá for tão boa quanto da primeira vez que o encontrei na década passada, continuarei a comprá-lo.

Acho que ainda é cyberpunk, mas cruza um pouco demais a fronteira entre distopia e cyberpunk. Toda obra cyberpunk pertence a um mundo distópico, mas que ainda pode ser reconhecido como o nosso – no caso de Blame!, foi modificado demais para se identificar qualquer semelhança, fora a presença de humanos e algumas estruturas sociais. Mas os robôs e as armas são sensacionais.

Fonte: Anime News Network

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Mais Macross já em 2018

Macross comemorou seu 35º aniversário neste domingo, com o anúncio de uma nova série animada em 2018. O evento contou com uma apresentação do grupo de cantoras Walküre, que também dublou personagens no anime Macross Delta, além de ser responsável pelas músicas da série, exibida no ano passado. Outras iniciativas devem ser lançadas ao longo de 2017 para celebrar a franquia.

Eu gostei. Não enche.
© Satelight

Macross teve início nos anos 80 com o anime Super Dimension Fortress Macross, combinando lutas com naves espaciais que viram robôs gigantes e música capaz de afetar inimigos alienígenas. No Brasil a série original foi remixada com outros dois animes não relacionados e lançada com o título Robotech.

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Descobri que sou uma minoria por ter gostado de Macross Delta. Tudo bem que os robôs gigantes quase não aparecem, que o poder dos vilões não faz sentido algum, e que a batalha final foi muito fraca. Mas que os números musicais em quase todos episódios eram ótimos, isso eram.

É uma experiência praticamente lisérgica quando as cinco ídolos começam suas apresentações cheias de hologramas e drones enquanto os jatos estão tentando se matar – mas se você engolir o ridículo da situação, acaba se divertindo pra caramba.

Mas como o programa parece não ter repetido o sucesso de Frontier, provavelmente vão tomar outros rumos com o novo anime, deixando todas as lacunas de Delta não respondidas. Quando a série acabou sem mostrar a Lady M, depois de tantas insinuações e referências, fiquei indignado.

Fonte: Anime News Network

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Japão faz sua parte quanto a Vigilante do Amanhã

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell está sendo promovido no Japão com a publicação de mangás. A editora Kodansha está lançando em fevereiro duas histórias celebrando o filme americano, na sua revista Monthly Young Magazine, tendo já publicado uma em dezembro. Dois dos mangakas envolvidos já produziram histórias em quadrinhos baseadas nas séries animadas da franquia.


© Paramount Pictures

Scarlett Johansson protagoniza a versão ocidental de Ghost in the Shell, também conhecida aqui como O Fantasma do Futuro, com Michael Pitt, Juliette Binoche, Takeshi Kitano e Rila Fukushima. Rupert Sanders, de Branca de Neve e o Caçador dirige o longa, que será lançado em 30 de março.

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Muitas descobertas nessa publicação. Não fazia ideia que existiam outros mangas baseados nos animes, achei que somente o original do Masamune Shirow existia. Mas dado o tamanho da franquia, nada inesperado. E também não sabia que já haviam publicado um one-shot no ano passado promovendo GitS – passou batido nos locais onde costumo acompanhar mangás não lançados oficialmente por aqui.

Por falar em mangás e oficialmente, depois de alguns finais de semana visitando a toa a livraria de um enorme shopping center local, desisti e encomendei a encadernação de Ghost in the Shell da JBC pela internet mesmo. Aproveitei para incluir o volume inicial de Blame!, e acabou saindo muito mais barato do que comprar diretamente, mesmo incluindo o frete. Sem falar que o que gastei em estacionamento já daria para pagar a próxima edição de Blame!.

Acompanho as novidades do filme (vou assistir no final de semana de estreia) pelo Facebook, curiosamente na versão nacional da página oficial. Não importa o que publiquem, a maioria dos comentários são críticas ao título traduzido, com algumas pessoas perdendo as estribeiras, exigindo “Fantasma na Máquina”. Mas eu compreendo o dilema da distribuidora – se colocarem fantasma no título, povo vai achar que é um filme de terror.

Fonte: Anime News Network

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Anime é carregado por fãs até televisão

Little Witch Academia, animação japonesa que havia sido produzida com financiamento de fãs, conseguiu uma série própria. O anime vai ser lançado em janeiro, na televisão japonesa, e também estará disponível pelo serviço de streaming Netflix, que atualmente exibe os dois episódios já em existência.


© Toho

A trama acompanha uma nova aluna de uma academia de bruxas, almejando alcançar o nível de habilidade de uma bruxa que assistiu se apresentando quando era criança.

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Acho que divulguei ou mencionei esses OVAs quando apareceram no Netflix. Fiz meus filhos assistirem, apesar de ter esquecido de fazê-lo eu mesmo. O visual parece ótimo, mas a trama definitivamente é para a geração que cresceu junto com o Harry Potter ou pelo menos pegou-o no meio do caminho.

A minha dupla provavelmente vai gostar da novidade, ou como fazem os pré-adolescentes dos dias de hoje, quando erguem os olhos do celular: “É. Legal”.

Fonte: Anime News Network

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Prequel de Astro Boy chega em 2017

O manga Atom the Beginning vai ser adaptado em uma animação com lançamento previsto para 2017. A história é um prelúdio de Astro Boy, mais famosa criação do mangaká Osamu Tezuka, sobre um robô com aparência de menino e capaz de sentir emoções.


© Production I.G.

A história em quadrinhos foi criada por Tetsuro Kasahara, cujo mangá mais popular se chama Ride Back, sobre motocicletas robotizadas. A série teve 10 volumes publicados e uma adaptação para anime em 2009.

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Estava tentando organizar minhas memórias quanto a Astro Boy. Lembro de ter visto a adaptação americana, acho que dublada pelo Frodo, e talvez alguns episódios de uma série para TV na década passada, mas disso não tenho certeza alguma. O manga acho que nunca foi lançado aqui – as editoras preferem o material mais “maduro” do Tezuka, como sua série sobre o budismo.

Com certeza vou conferir esse anime no próximo ano – a combinação de um visual mais realista para o robô principal com a aparência típica dos personagens do Tezuka ficou chamativa. Mas fiquei curioso mesmo para ver esse Ride Back, sobre os mechas que viram motos ou algo assim. É uma pequena variação sobre o tema, mas pelas imagens promocionais parece ótimo.

Fonte: Anime News Network

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Ghost in the Shell também ganha versão impressa

A Editora JBC colocou em seu catálogo o mangá The Ghost in the Shell, obra original de Masamune Shirow sobre um grupo de soldados que enfrenta inimigos utilizando alta tecnologia. São 352 páginas pelo preço sugerido de R$ 64,90, sem data de lançamento oficial.

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© JBC

A publicação é censura 18 anos, devido às cenas de sexo e violência.

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Conforme prometido ontem, um post cyberpunk para encerrar a semana. Estava lendo uma versão de baixa qualidade dessa obra, mas ao saber do lançamento iminente parei tudo. Prefiro aguardar pela versão impressa mesma, que segundo boatos deve ir para as distribuidoras após um evento em dezembro.

Vi muitas reclamações quanto ao preço, mas como raramente compro qualquer coisa em papel hoje em dia, não me incomodou tanto. Pelo menos é de um tamanho razoável, e a quantidade de páginas impressiona. Parece que vão coletar todo o mangá nesse volume único. Espero!

Fonte: JBC

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Clássico mangá cyberpunk ganha tradução

A editora JBC lança em dezembro no Brasil o mangá Blame!, de Tsutomu Nihei. Na trama futurista, o protagonista Killy vaga por uma gigantesca estrutura metálica em busca de uma amostra de DNA humano, sendo caçado por ciborgues, formas de vida artificiais e um sistema de segurança programado para destruir qualquer ser vivo não inteiramente humano. A história em quadrinhos foi publicada entre 1998 e 2003, em um total de 10 edições.

Você nunca esquece o primeiro disparo de um “gravitational beam emitter”
© Kodansha

O primeiro volume tem 248 páginas e estará disponível pelo preço sugerido de R$ 23,90. A obra vai ser adaptada no ano que vem em um filme animado, com lançamento pelo Netflix. Nesse mesmo serviço de streaming também está disponível o anime de Knights of Sidonia, do mesmo autor.

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Comecei a ler Blame! muitos anos atrás, quando a internet era lenta e as imagens de baixa resolução, enquanto ele ainda estava sendo publicado no Japão. Acabei perdendo-o de vista durante uma daquelas fases em que estava exausto de mangá, mas sempre fiquei curioso para descobrir como terminava.

Em uma tentativa recente, descobri que as mesmas imagens de baixa qualidade ainda são a versão mais acessível, o que me desanimou consideravelmente. Planejava começar a leitura depois de terminar outras 20 ou 30 séries que estão na fila. Mas com a oportunidade de comprá-la em papel, a coisa mudou completamente. Desde a época em que a Conrad Editora publicava One Piece não adquiria um mangá, mas com essa obra faço questão. O treco é simplesmente bom o suficiente para justificar um arquivamento impresso.

Nada como terminar a semana com um post sobre algo cyberpunk. Felicidade pura.

Fonte: JBC

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Aplicativo de celular vira animação japonesa

O jogo para celular Schoolgirl Strikers vai ganhar uma adaptação animada, informam a Square Enix, distribuidora do aplicativo, e a Warner Bros Anime, produtora da série. Nesse RPG, estudantes são recrutadas para combater monstros no contraturno escolar.


© Warner Bros Anime

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Animes geralmente são adaptados de mangás ou livros, mas a inspiração vinda de jogos parece ter aumentado em anos recentes. Pelo trailer parece bem genérico, mas confesso que gostei da inclusão das “luvas de boxe” de metal no rol de armamentos utilizado pelas garotas mágicas da vez. Como de hábito, assistirei ao primeiro episódio antes de tomar uma decisão.

Faltou informar no post se o jogo está disponível no Brasil ou sequer no ocidente, mas como meu celular é um obscuro Windows Phone, não tenho como conferir (com facilidade). Bom, tanto faz, não é mesmo?

Fonte: Anime News Network

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Mais e mais Sword Art Online

A série animada Sword Art Online vai ganhar um filme, com lançamento mundial em fevereiro, segundo divulgação oficial. O anime Sword Art Online: Ordinal Scale deve estrear em mais de 1.000 salas de cinema, mas uma lista de países ainda não está disponível.


© Aniplex of America

A franquia se passa principalmente dentro de um Massive Multiplayer Online Role-Playing Game (MMORPG) que utiliza realidade virtual, onde os usuários estão presos devido à tecnologia dos capacetes que equipam para jogar. Duas temporadas estão disponíveis no Brasil pelo serviço de streaming Netflix.

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Eu sei quando meus filhos estão assistindo a essa coisa pela vigésima vez pela gritaria dos personagens, especialmente das meninas, se esgoelando e chorando. Deve ser o anime mais estridente que já assisti de tabela, em curtos trechos. Tirando o drama sobrecarregado, os jogos em si parecem banais, iguais a qualquer MMO de fantasia.

E pior que esse conceito de ficar aprisionado em jogos de realidade virtual são antigos nesse meio, e parece que não vão perder força tão cedo. Lembro de ter assistido .hack//Sign há mais de 10 anos, quando esse gênero de jogo mal era popular ainda… e pensando bem, o drama excessivo já estava presente nessa época também. Mas a gritaria era bem mais contida.

Fonte: Anime News Network

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Pinturas japonesas viram longa animado nos cinemas

Vai ser lançado nos cinemas americanos a animação japonesa Miss Hokusai, sobre pintores famosos do início do século XIX naquele país. A trama principal traz o artista Tetsuzo e sua filha O-Ei, ambos usuários da técnica ukiyo-e (pintura com blocos de madeira) e seus conflitos cotidianos.


© GKids

O anime foi lançado no Japão em maio do ano passado, pela Production I.G., Sunrise e TV Tokyo, entre outras produtoras.

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Pelas sinopses, Miss Hokusai é “slice of life”, completamente pé-no-chão e retrata somente o cotidiano de um pai e uma filha em pé de guerra devido à sua arte e hábitos sociais. Daí você assiste ao trailer e percebe que a inspiração para suas obras aparece para eles como alucinações, criando praticamente um filme de fantasia.

Ainda assim fico um pouco em conflito: se a parte fantasiosa da história se passa apenas na cabeça de um personagem, ainda se encaixa no critério de ficção fantástica? Se a resposta for não, já divulguei vários produtos, entre filmes e livros, que provavelmente deveriam ter ficado de fora desse blog. Por outro lado, sou meu próprio editor e posso fazer as exceções que quiser, inclusive para incluir alucinações visuais (se interessantes o bastante) como um tipo de Fantasia. Se elas são reais para o personagem, ou pelo menos afetarem sua vida de algum modo, eu diria que é o bastante.

Fonte: Deadline

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