Category Archives: MangAnime

Mechas e comida em nova comédia espacial

Confira o primeiro trailer de Space Battleship Tiramisu, novo anime de comédia e ficção científica dos estúdios GONZO. A série será lançada em abril no Japão, e é uma adaptação do mangá de mesmo nome sobre um piloto de robô gigante que prefere viver dentro do seu mecha do que aguentar os colegas mais velhos de profissão.


© GONZO

A direção é de Hiroshi Ikehata, responsável pelo recente Akiba’s Trip: The Animation e um dos encarregados por FLCL 2. A voz do protagonista é de Kaito Ishikawa, responsável pela dublagem do cyborg Genos em One-Punch Man e o meio-deus da morte Rinne Rokudō em RIN-NE.

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Comédia de ficção científica? O exemplo mais recente é Space Dandy, e essa parece ser do mesmo estilo. Meio cedo para fazer comparações com essa pequena amostra, mas a piada visual funcionou bem.

Tendo a priorizar comédias quando selecionando quais animes assistir, e a mais engraçada desta temporada, surpreendentemente, é Slow Start. A premissa é horrível: o cotidiano de quatro alunas do ensino médio. Mas o humor é muito mais ácido do que seu visual “fofinho” dá a entender, e melhora muito depois do primeiro episódio. Quase não fui adiante, já que não aguento justamente comédias sem graça e ensino médio como cenário, mas valeu a pena resistir até o segundo episódio.

Fonte: Anime News Network

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Manga cyberpunk lançado em versão digital

A editora JBC adicionou Battle Angel Alita #01 e #02 ao seu acervo de mangás digitais. Cada volume possui mais de 200 páginas e pode ser adquirido pelo valor sugerido de R$ 16,50 em livrarias online e lojas de aplicativos.

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© JBC h

O mangá pós-apocalíptico sobre uma ciborgue sem memória será lançado em quatro edições impressas ou 9 digitais. Uma adaptação cinematográfica deve sair este ano, com direção de Robert Rodriguez e roteiro de James Cameron.

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Inicialmente ia escrever sobre o lançamento de um serviço de mangás digitais pela editora, mas descobri que o treco está funcionando há meses. Sempre estou de olho no catálogo deles, mas deixei passar isso completamente.

Também ia celebrar o preço reduzido, de R$ 39,90 impressos para R$ 16,50 digitais, a economia de papel, de distribuição, frete, etc, provavelmente justificando o desconto. Mas se contar o total de volumes de cada versão, a diferença no final da coleção é de R$ 11,10. Por tão pouco, melhor comprar em papel mesmo. No final das contas as vantagens do digital são apenas a rapidez de entrega (automática) e portabilidade (qualquer plataforma móvel – não sei se esses serviços permitem a leitura em desktop, porém).

Estou deixando Alita em segundo plano por enquanto, reservando minhas despesas de lazer para os últimos volumes de Blame! (o sétimo está atrasado), o Ghost in the Shell 2.0 e o Blu-Ray de Blade Runner 2049. Janeiro está repleto de investimentos em cyberpunk, felizmente.

Fonte: JBC

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Novo Macross Delta é um resumo da série

Macross Delta the Movie: Passionate Walküre vai ser uma recompilação da série animada e também incluir cenas inéditas, principalmente de combate entre jatos. As informações estão sendo divulgadas pela produtora Big West, acompanhadas de um novo trailer.


© Big West

A versão mais recente da franquia Macross traz um grupo de idols utilizando música para combater uma ameaça alienígena que se manifesta como uma doença enlouquecedora. A série de 26 episódios foi exibida em 2016, e o filme deve ser lançado em fevereiro, no Japão.

Uma outra série deve sair ainda este ano, mas mais detalhes não estão disponíveis.

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Que pena! Achei que aproveitariam para responder algumas das perguntas deixadas em aberto pelo anime, mas, comercialmente falando, isso não faria sentido. Vai ser mais um dos típicos filmes-resumão que tanto fazem sucesso no mercado nipônico, não apenas saciando o apetite dos fãs veteranos que aproveitam uma nova versão do que já viram, como também introduzindo o produto de forma resumida a novos consumidores em potencial. Um filme-continuação tem um público muito mais restrito, e, logo, margens menores. A menos que o original tenha sido um sucesso estrondoso, o que não parece ter sido o caso.

Continuo reservando minhas expectativas para a próxima série, mas aposto que, como é tradicional, vai se passar vários anos distante no futuro, e em uma galáxia longe o bastante para não ser influenciada diretamente por qualquer um dos produtos anteriores. Se é lucrativa, para que alterar a fórmula?

Fonte: Anime News Network

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Batman ganha anime de viagem no tempo

A Warner Bros vai lançar em janeiro do ano que vem Batman Ninja, anime que transporta o cavaleiro das trevas para o Japão feudal, acompanhado de aliados e inimigos. O roteiro é de Kazuki Nakashima, responsável pela série animada Kill La Kill.


© Warner Bros

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Agora entendi porque o Coringa está dando trabalho para o Batman em um combate corpo a corpo: ele ganhou superpoderes. É uma ideia macabra, considerando o estrago que o vilão já é capaz sendo um humano comum.

Ao ver o nome do roteirista de Kill La Kill (ótimo anime, disponível até no Netflix) como responsável pelo filme, fiquei na dúvida se o produto manteria o tom mais realista das histórias do Batman, quando longe de seus colegas super-heróis. Dai a mão do robô gigante apareceu e fiquei tranquilo, sabendo exatamente como o treco vai ser. Parece que só não incluiu o tom humorístico típico de seus trabalhos anteriores.

A comoção quanto a esse trailer está um pouco exagerada – será a reação de quem tipicamente nunca assiste anime? Porque não mostram nada de inédito em relação à qualquer série de luta lançada a cada quatro meses durante o ano inteiro. A Marvel tem várias dessas adaptações inclusive, compondo a maioria do catálogo de anime do serviço de streaming acima mencionado por anos.

E a logo do Batman Ninja é o Olho de Thundera.

Fonte: Slash Film

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Aclamado anime ganha continuação

O anime de horror e fantasia Made in Abyss ganhará uma segunda temporada. O anúncio foi realizado durante evento no Japão promovendo a série lançada este ano, sobre crianças explorando um abismo repleto de monstros. O programa é baseado no manga de mesmo nome, escrito e desenhado por Akihito Tsukushi, inédito no Brasil.

Não recomendado para quem é propenso à depressão
© Kinema Citrus

Não foram divulgadas datas de lançamento, mas os estúdios e elenco devem ser mantidos.

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Cenários belíssimos, personagens desenhados de modo caricato e adorável, e temas simples como eutanásia, amputação, abuso, suicídio, etc. Vou te dizer, o anime é magnífico, mas não recomendo assistir em dose única… a coisa fica pesada, rápido, e não suaviza o suficiente para recuperar o espírito do telespectador.

Espero que o gancho que deixaram para a próxima temporada, o cientista maluco e torturador Bondrewd, não seja o único tema. Deprimente demais!

Quando a temporada acabou comentei com meus filhos que não iria ler o manga, para evitar estragar as surpresas de uma possível continuação. E desta vez acertei em cheio, quem diria.

Fonte: Anime News Network

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Mais um Ghost in the Shell chega em dezembro

A editora JBC colocou em seu catálogo o mangá The Ghost in the Shell 2.0 – Manmachine Interface. O volume único é uma continuação da obra de Masamune Shirow, e traz uma versão “atualizada” da protagonista major Motoko Kusanagi. A trama se passa em realidade virtual que serve como internet, e o foco é a caçada por uma nova inteligência artificial.

Parece que emagreceu ainda mais
© JBC

São 304 páginas, “muitas delas coloridas”, segundo a JBC, pelo preço sugerido de R$ 64,90. O lançamento está previsto para 15 de dezembro.

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Meu interesse doentio por cyberpunk deu uma esfriada com o fiasco da conversão de Interface Zero 2.0 para o RPG de mesa Pathfinder (lançaram uma versão problemática, daí desistiram e resolveram converter tudo para Starfinder. Deve sair no ano que vem, em algum momento). Mas é impossível não ficar entusiasmado com uma publicação dessas.

Nunca li a obra em si ou sequer muito a respeito – sei que a Kusanagi fez algum tipo de fusão e vira uma personagem nova, com esse cabelo ruivo/castanho, e acho que até adota outro nome. Pela premissa parece ser ainda mais lisérgico que o The Ghost in the Shell original. A noção de internet via realidade virtual dominava os anos 80-90, mas mesmo com o pequeno ressurgimento atual no mercado de jogos eletrônicos, acho que ninguém está trabalhando em uma interface que adapta a www para esse sistema. Seria divertido ver o que conseguiriam fazer, mas não imagino como deixar isso lucrativo.

Estava pensando em comprar o Battle Angel Alita #1, mas vou deixá-lo na lista de desejos até uma promoção aparecer. Agora é separar a verba para esse tGitS 2.0, já que está meio salgado – mas pela qualidade das publicações, vale a pena o investimento.

Será que vão lançar as adaptações dos animes? Ou os livros?

Fonte: JBC

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Autor de Escaflowne criar franquia inédita de mecha

Jushinki Pandora é o nome do novo anime de Shoji Kawamori, criador de The Vision of Escaflowne e vários derivados de Macross. Assim como em suas obras mais populares, o tema será luta entre robôs gigantes. Lançamento previsto para o ano que vem.


© Satelight

De acordo com a sinopse, um gerador de energia experimental explode, transformando o planeta e permitindo o surgimento de monstros chamados BRAI, que quase levam a humanidade à extinção. Para enfrentá-los, são utilizados robôs que se transformam, conhecidos como MOEV.

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São siglas sim, mas em um inglês truncado que não quer dizer muita coisa.

Fico na expectativa por mais um anime de mechas vindo de uma pessoa com esse currículo, apesar do misticismo permeando a trama. Não me cai bem misturar robôs gigantes com magia, e com religião então, fica intragável. Acho que Evangelion me estragou para o tema.

O cenário é bacana, o robô não é muito chamativo (mas talvez tenha personalidade para compensar), o cientista com cabelo colorido é um protagonista incomum e sua parceira é um pouco irritante demais. Veremos se os monstros serão mais interessantes que a estrela do mar gigante vislumbrada no teaser.

Fonte: Anime News Network

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Gunnm ganha nova chance no Brasil

A editora JBC anunciou sua versão de Battle Angel Alita – Gunnm Hyper Future Vision, mangá clássico de ficção científica escrito e desenhado por Yukito Kishiro. O primeiro volume tem 448 páginas, preço sugerido de R$ 39,90 e classificação etária de 18 anos. Lançamento em novembro.

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© JBC

A história é protagonizada por Gally/Alita, uma ciborgue sem memória, encontrada em um depósito de lixo. Um cientista recupera seus restos e implanta seu cérebro em um corpo robótico de combate. A partir daí vai enfrentando ameaças eletrônicas grotescas, enquanto explora esse mundo futurista e descobre mais sobre seu passado.

James Cameron planeja adaptar o mangá para os cinemas, assim que concluir sua franquia Avatar.

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Tenho a série quase completa publicada por uma outra editora brasileira. Se não me falham as memórias, trata-se de uma edição não oficial, ou que possui algum problema legal semelhante. É um manga magnífico, e vou aproveitar para inseri-lo em minha coleção de cyberpunk. O preço é salgado, mas serão apenas quatro volumes, provavelmente com alguns meses de intervalo.

Estava fixado em cyberpunk até recentemente, me preparando para mestrar Interface Zero 2.0 em versão para Pathfinder. Infelizmente o livro saiu com vários problemas, e a editora resolver atualizá-lo para Starfinder, praticamente começando do zero. Mantém os consumidores atualizados, mas sendo realista, duvido que ele fique pronto antes do segundo semestre de 2018. Foi um baque no meu entusiasmo, mas vou manter meu interesse alimentado com outros meios de entretenimento, pelo menos.

Por falar nisso, fui assistir Blade Runner 2049 no sábado a noite. É longo pra caramba, mas não dá a impressão de ter cenas desnecessárias. A atuação do Gosling está ótima, bem como de seu par romântico. O filme em si é bom: inventaram uma trama que se conecta ao primeiro sem destruir a história original, os cenários são bacanas mas não chegam perto do fascínio que o primeiro causa (acho que passam pouco tempo em cenários urbanos justamente para evitar comparações), os objetos e veículos futuristas, igualmente, não provocam grande efeito mas também não são ridículos.

A coisa só vai por água abaixo mesmo após o aparecimento do Harrison Ford. E pior que não é culpa dele, que parece estar se divertindo mais aqui do que em Star Wars. Mas o roteiro simplesmente para de fazer qualquer sentido, com vários elementos novos sendo incluídos sem motivo algum, coincidências idiotas e comportamentos irracionais. Parece outro filme.

Fonte: Editora JBC

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Comédia psíquica e mafiosa ganha anime

O manga de comédia Hinamatsuri vai ganhar uma adaptação animada no ano que vem, informa a empresa de mídia Kadokawa. Os protagonistas são a dupla Nitta e Hina, o primeiro um promissor membro da máfia japonesa e a segunda uma alienígena ou viajante do tempo com poderes paranormais.

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© Kadokawa

Nitta é obrigado a hospedar Hina em seu apartamento, passando a sofrer todo tipo de bullying. Em troca, utiliza o fenômeno psíquico para progredir em sua carreira na Yakuza.

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Inicialmente fico feliz com a novidade – Hinamatsuri é um dos mangás mais hilários que li em anos recentes, repleto de humor absurdo e constrangedor, e com um elenco de apoio que rivaliza com os personagens principais (alguns diriam que a Hitomi supera-os!).

Mas pensando melhor nas possibilidades, é melhor ter cautela. Entre os últimos animes de comédia adaptados de mangá que assisti, apenas Gekkan Shoujo Nozaki-kun conseguiu manter um nível de humor semelhante ao original. Os demais exageram nos sotaques irritantes, inventam efeitos sonoros desnecessários, erram no timing das piadas.

Himouto! Umaru-chan, por exemplo, foi decepcionante, tendo suavizado um pouco a mão pesada nos últimos episódios apenas. Dagashi Kashi, entretanto, ficou tão irritante que não fui além dos primeiros. Mas os mangás são ótimos.

Fonte: Anime News Network

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Novo anime de Godzilla ainda este ano

A Netflix vai distribuir mais uma criação da Polygon Pictures em novembro deste ano. O tema desta vez é o popular lagarto bípede gigante Godzilla, mas o cenário, ao invés do Japão, é um planeta Terra dominado por kaiju. Confira o trailer:


© Toho Company

Godzilla: Monster Planet deve ser o primeiro de uma trilogia sobre a humanidade tentando retomar o planeta das patas do rei dos monstros.

O serviço de streaming já exibe da mesma produtora o filme animado de ficção científica Blame! e as séries Knights of Sidonia e Ajin.

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Peculiar escolha. Ainda não assisti Knights of Sidonia, mas consumi Blame! no mesmo final de semana em que foi lançado. O longa tem duas grandes falhas.

A primeira foi não estabelecer a presença da vilã mais cedo na história, e criar um suspense quanto aos seus planos – quando ela aparece nos instantes finais é mais confuso que impactante. Mas dá para entender, com a quantidade de informação que tentaram espremer nesse filme curtinho, que alguma coisa não encaixaria direito ou ficaria de fora. Pena que acaba com o clímax.

A segunda, e imperdoável, é a incapacidade de demonstrar as dimensões absurdamente gigantescas dos cenários de Blame!. O protagonista viaja por uma estrutura de metal tão enorme que ela simplesmente engole a Terra inteira e provavelmente alcança outros planetas – mas mesmo os locais individuais são ambientes fechados e enormes, capazes de abrigar metrópoles. Não passam em momento algum essa sensação de escala.

E logo esse povo vai fazer um filme sobre o Godzilla?

Fonte: Coming Soon

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