Category Archives: MangAnime

Japão se inspira no Vaticano para anime

Estreia na próxima temporada de animes Vatican Miracle Examiner, sobre especialistas da igreja católica que viajam pelo mundo investigando a veracidade de milagres. Os protagonistas são cientistas do próprio Vaticano, e a trama é baseada em uma série de 15 livros com o mesmo título, escritos por Rin Fujiki. Os volumes são vendidos na categoria horror.

Quem deveria ser essa figura central, algum dos milagres?
© Kadokawa

Como é o padrão na maioria dos animes para TV ou streaming atualmente, Vatican Miracle Examiner terá 12 episódios.

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O tema é incomum o bastante para ter me chamado a atenção, no meio de tantos animes sobre lutas ou haréns a caminho a partir de julho. A temporada atual tem algumas coisas divertidas/engraçadas, mas nada que valha a pena guardar para assistir novamente no futuro.

E está faltando mais animes de ficção científica de boa qualidade. Não era o Japão que adorava hard sci-fi? Nessa temporada a única coisa mais ou menos na área é Clockwork Planet, mais comédia nonsense que propriamente ficção científica.

Mas como afirmei acima, muita coisa divertida, pelo menos.

Fonte: Anime News Network

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Blame! 04 aumenta ainda mais o tamanho do mundo

A editora JBC anunciou o quarto volume de Blame!, de Tsutomu Nihei, sem uma data oficial de lançamento ainda. Nesta edição Killy e sua companheira Cibo estão investigando uma colônia de humanos, quando são atacados e ela acaba sendo enviada para um “mundo cibernético”.

Pensando bem, por que esse título? E a exclamação?
© JBC

Blame! é um mangá de ficção científica, ambientado em um futuro onde máquinas construtoras perderam o controle e continuam a aumentar o tamanho de uma superestrutura sem parar. As poucas pessoas que sobraram tentam viver no meio de monstruosidades artificiais, enquanto o protagonista Killy vaga a esmo, procurando por um ser humano com o gene capaz de interromper o processo.

Uma versão animada vai ser lançada no Netflix esta semana.

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E nada de um trailer novo, depois de tantos meses. Agora tanto faz, já está em cima da data mesmo.

Estou comprando os volumes de Blame! assim que recebem um leve descontozinho nas livrarias digitais. Leio-os devagar, com cuidado, que quase não possuem diálogo mas são ricos em ilustrações, com perspectivas e dimensões que você raramente encontra em qualquer tipo de obra visual. Usufruindo-os, na verdade.

Pela sinopse do volume 04, este já ultrapassa o ponto em que parei de ler há mais de uma década, quando a única versão disponível eram cópias “scanlated” de baixa definição na internet. Mas Blame! merece ser lido em papel, para melhor apreciar o material. É como um filme de ação repleto de efeitos especiais – funciona melhor nos cinemas do que na tela do celular.

Fonte: JBC

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Nova edição de Akira é quase uma realidade

A editora JBC colocou Akira em seu catálogo, em preparação ao re-lançamento do mangá no Brasil. A capa nacional do primeiro volume foi aprovada pela editora japonesa Kodansha, e uma data de publicação deve ser anunciada em breve. Akira terá seis volumes, como no original, em um total de mais de 2.000 páginas

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© JBC

A obra de Katsuhiro Otomo traz uma gangue de motoqueiros juvenis em um futuro próximo, sobrevivendo após a III Guerra mundial. O conflito teve início com o surgimento de poderes psíquicos entre a população, que também se manifestam em um dos integrantes do grupo de protagonistas.

Uma adaptação da versão americana colorizada pela Marvel Comics foi publicada no Brasil durante os anos 90, pela Editora Globo.

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Estava pensando justamente em Akira outro dia, após comprar o volume único de Ghost in the Shell – como a editora poderia dar tratamento semelhante à obra do Otomo, e de preferência em poucos volumes também. A versão da Globo teve 38 edições, e haja paciência para manter isso tudo organizado.

Com GitS e Blame!, estou começando uma bela coleção de quadrinhos cyberpunk. Gostaria de alguma coisa ocidental também, mas teria que ser lançada agora. Não vou sair caçando edições velhas de Transmetropolitan em sebos. Passei da idade.

Fonte: JBC

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Ghost in the Shell animado ganha sobrevida

Aproveitando a publicidade mundial de A Vigilante do Amanhã, os estúdios Production I. G. anunciaram uma nova série de anime da franquia Ghost in the Shell. Kenji Kamiyama, diretor das duas temporadas de GitS: Stand Alone Complex vai dirigir, acompanhado por Shinji Aramaki, de Appleseed, anime com temas semelhantes. Ainda não foram divulgados detalhes sobre roteiro, mas a expectativa é por uma terceira temporada da série original.

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© Production I. G.

Ghost in the Shell foi criado pelo mangaká Masamune Shirow, trazendo uma equipe de ciborgues lutando contra criminosos e terroristas. A obra foi publicada no Brasil pela editora JBC há poucos meses, e uma coletânea de arte sobre a franquia deve sair em breve.

Das animações, apenas o primeiro filme foi lançado comercialmente em DVD e blu-ray pela FlashFocus, mas aparenta estar fora de catálogo.

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Apesar das expectativas de ir assistir a um espetáculo visual com roteiro boboca nos cinemas, a verdade é que acabei nem indo. As sessões mais cedo eram dubladas ou em 3D, coisas que me recuso a suportar quando não estou carregando os filhos junto. E ir no cinema à noite exige uma boa vontade para com o resto do público que provavelmente não possuo mais. Aguardo ansiosamente pelo lançamento em blu-ray, entretanto. Ou pelo DVD, se for muito mais barato.

Dado o envolvimento dos nomes mencionados no primeiro parágrafo, provavelmente teremos uma continuação de GitS: SAC e não mais os prelúdios esquisitinhos de GitS Arise. Não tenho certeza se fizeram sucesso, mas do ponto de vista de qualidade foram uma regressão tanto em visual quanto em roteiro. Cara, prelúdios me enchem a paciência.

Bem que a JBC podia lançar os mangás adaptados dos animes. Acho que vou mandar um e-mail para o atendimento ao cliente perguntando se isso está nos planos – caso o volume único do Shirow tenha se saído bem, é uma possibilidade.

Fonte: Anime News Network

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Blame! vai devastar quilômetros em maio

A nova versão animada de Blame!, mangá de Tsutomu Nihei, ganhou mais um trailer e uma data oficial de lançamento: 20 de maio. O filme chega aos cinemas japoneses e ao serviço de streaming Netflix ao mesmo tempo.


© Polygon Pictures

A história se passa em um futuro distante dominado por formas de vida artificiais de todo tipo, aonde o protagonista Killy procura um ser humano com um tipo específico de gene que pode salvar o mundo.

O mangá está sendo publicado no Brasil pela editora JBC, estando atualmente em seu segundo volume.

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Achei que era uma série animada, mas agora parece que será apenas um longa. E pelo jeito a única coisa que não foi feita em CGI são os rostos, mas posso estar enganado quanto a isso. Apesar de tudo, ainda parece bem razoável – gostaria que a arma dele fosse mais barulhenta, mas podem ter suavizado isso no trailer.

Comprei o primeiro volume de Blame! junto com o volume único de Ghost in the Shell, ambos lançados recentemente pela JBC. Como não consegui ler nenhum ainda, não peguei o segundo volume, apesar de, olhando por cima, a qualidade do impresso estar muito boa. Tentarei destruí-los ambos neste feriado, ou pelo menos o Blame!. Se minha impressão atual do mangá for tão boa quanto da primeira vez que o encontrei na década passada, continuarei a comprá-lo.

Acho que ainda é cyberpunk, mas cruza um pouco demais a fronteira entre distopia e cyberpunk. Toda obra cyberpunk pertence a um mundo distópico, mas que ainda pode ser reconhecido como o nosso – no caso de Blame!, foi modificado demais para se identificar qualquer semelhança, fora a presença de humanos e algumas estruturas sociais. Mas os robôs e as armas são sensacionais.

Fonte: Anime News Network

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Mais Macross já em 2018

Macross comemorou seu 35º aniversário neste domingo, com o anúncio de uma nova série animada em 2018. O evento contou com uma apresentação do grupo de cantoras Walküre, que também dublou personagens no anime Macross Delta, além de ser responsável pelas músicas da série, exibida no ano passado. Outras iniciativas devem ser lançadas ao longo de 2017 para celebrar a franquia.

Eu gostei. Não enche.
© Satelight

Macross teve início nos anos 80 com o anime Super Dimension Fortress Macross, combinando lutas com naves espaciais que viram robôs gigantes e música capaz de afetar inimigos alienígenas. No Brasil a série original foi remixada com outros dois animes não relacionados e lançada com o título Robotech.

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Descobri que sou uma minoria por ter gostado de Macross Delta. Tudo bem que os robôs gigantes quase não aparecem, que o poder dos vilões não faz sentido algum, e que a batalha final foi muito fraca. Mas que os números musicais em quase todos episódios eram ótimos, isso eram.

É uma experiência praticamente lisérgica quando as cinco ídolos começam suas apresentações cheias de hologramas e drones enquanto os jatos estão tentando se matar – mas se você engolir o ridículo da situação, acaba se divertindo pra caramba.

Mas como o programa parece não ter repetido o sucesso de Frontier, provavelmente vão tomar outros rumos com o novo anime, deixando todas as lacunas de Delta não respondidas. Quando a série acabou sem mostrar a Lady M, depois de tantas insinuações e referências, fiquei indignado.

Fonte: Anime News Network

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Japão faz sua parte quanto a Vigilante do Amanhã

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell está sendo promovido no Japão com a publicação de mangás. A editora Kodansha está lançando em fevereiro duas histórias celebrando o filme americano, na sua revista Monthly Young Magazine, tendo já publicado uma em dezembro. Dois dos mangakas envolvidos já produziram histórias em quadrinhos baseadas nas séries animadas da franquia.


© Paramount Pictures

Scarlett Johansson protagoniza a versão ocidental de Ghost in the Shell, também conhecida aqui como O Fantasma do Futuro, com Michael Pitt, Juliette Binoche, Takeshi Kitano e Rila Fukushima. Rupert Sanders, de Branca de Neve e o Caçador dirige o longa, que será lançado em 30 de março.

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Muitas descobertas nessa publicação. Não fazia ideia que existiam outros mangas baseados nos animes, achei que somente o original do Masamune Shirow existia. Mas dado o tamanho da franquia, nada inesperado. E também não sabia que já haviam publicado um one-shot no ano passado promovendo GitS – passou batido nos locais onde costumo acompanhar mangás não lançados oficialmente por aqui.

Por falar em mangás e oficialmente, depois de alguns finais de semana visitando a toa a livraria de um enorme shopping center local, desisti e encomendei a encadernação de Ghost in the Shell da JBC pela internet mesmo. Aproveitei para incluir o volume inicial de Blame!, e acabou saindo muito mais barato do que comprar diretamente, mesmo incluindo o frete. Sem falar que o que gastei em estacionamento já daria para pagar a próxima edição de Blame!.

Acompanho as novidades do filme (vou assistir no final de semana de estreia) pelo Facebook, curiosamente na versão nacional da página oficial. Não importa o que publiquem, a maioria dos comentários são críticas ao título traduzido, com algumas pessoas perdendo as estribeiras, exigindo “Fantasma na Máquina”. Mas eu compreendo o dilema da distribuidora – se colocarem fantasma no título, povo vai achar que é um filme de terror.

Fonte: Anime News Network

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Anime é carregado por fãs até televisão

Little Witch Academia, animação japonesa que havia sido produzida com financiamento de fãs, conseguiu uma série própria. O anime vai ser lançado em janeiro, na televisão japonesa, e também estará disponível pelo serviço de streaming Netflix, que atualmente exibe os dois episódios já em existência.


© Toho

A trama acompanha uma nova aluna de uma academia de bruxas, almejando alcançar o nível de habilidade de uma bruxa que assistiu se apresentando quando era criança.

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Acho que divulguei ou mencionei esses OVAs quando apareceram no Netflix. Fiz meus filhos assistirem, apesar de ter esquecido de fazê-lo eu mesmo. O visual parece ótimo, mas a trama definitivamente é para a geração que cresceu junto com o Harry Potter ou pelo menos pegou-o no meio do caminho.

A minha dupla provavelmente vai gostar da novidade, ou como fazem os pré-adolescentes dos dias de hoje, quando erguem os olhos do celular: “É. Legal”.

Fonte: Anime News Network

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Prequel de Astro Boy chega em 2017

O manga Atom the Beginning vai ser adaptado em uma animação com lançamento previsto para 2017. A história é um prelúdio de Astro Boy, mais famosa criação do mangaká Osamu Tezuka, sobre um robô com aparência de menino e capaz de sentir emoções.


© Production I.G.

A história em quadrinhos foi criada por Tetsuro Kasahara, cujo mangá mais popular se chama Ride Back, sobre motocicletas robotizadas. A série teve 10 volumes publicados e uma adaptação para anime em 2009.

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Estava tentando organizar minhas memórias quanto a Astro Boy. Lembro de ter visto a adaptação americana, acho que dublada pelo Frodo, e talvez alguns episódios de uma série para TV na década passada, mas disso não tenho certeza alguma. O manga acho que nunca foi lançado aqui – as editoras preferem o material mais “maduro” do Tezuka, como sua série sobre o budismo.

Com certeza vou conferir esse anime no próximo ano – a combinação de um visual mais realista para o robô principal com a aparência típica dos personagens do Tezuka ficou chamativa. Mas fiquei curioso mesmo para ver esse Ride Back, sobre os mechas que viram motos ou algo assim. É uma pequena variação sobre o tema, mas pelas imagens promocionais parece ótimo.

Fonte: Anime News Network

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Ghost in the Shell também ganha versão impressa

A Editora JBC colocou em seu catálogo o mangá The Ghost in the Shell, obra original de Masamune Shirow sobre um grupo de soldados que enfrenta inimigos utilizando alta tecnologia. São 352 páginas pelo preço sugerido de R$ 64,90, sem data de lançamento oficial.

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© JBC

A publicação é censura 18 anos, devido às cenas de sexo e violência.

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Conforme prometido ontem, um post cyberpunk para encerrar a semana. Estava lendo uma versão de baixa qualidade dessa obra, mas ao saber do lançamento iminente parei tudo. Prefiro aguardar pela versão impressa mesma, que segundo boatos deve ir para as distribuidoras após um evento em dezembro.

Vi muitas reclamações quanto ao preço, mas como raramente compro qualquer coisa em papel hoje em dia, não me incomodou tanto. Pelo menos é de um tamanho razoável, e a quantidade de páginas impressiona. Parece que vão coletar todo o mangá nesse volume único. Espero!

Fonte: JBC

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