Category Archives: Games

R-Type volta quase idêntico para a geração moderna

R-Type Dimensions EX chega ao PC e Nintendo Switch nesta quarta-feira (28), combinando R-Type e R-Type II, com visual clássico ou tridimensional, e nova versão da trilha sonora. A jogabilidade continua idêntica, segundo a empresa, com a adição de um “infinite mode” com vidas infinitas, possibilidade de aumentar o poder de fogo ao máximo instantaneamente, além de acelerar o jogo ou deixá-lo em câmera lenta.


© Tozai Games

R-Type foi lançado em 1987 para fliperama, sendo um marco dos jogos de nave/avião em que a tabela avança sem parar enquanto o jogador tenta destruir todos os inimigos que se aproximam. Versões para consoles domésticos, como o Sega Master System, ajudaram a popularizar a franquia, com a continuação chegando em 1989.

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Dificuldade igual ao original, exceto pela versão “jogador moderno”, mwahaha.

Trata-se de mais uma importação de clássicos para plataformas modernas, feita por empresas desconhecidas ou novas, mas com dinheiro o suficiente para licenciar essas velharias clássicas. Essa inclusive é uma atualização de outro “port” feito em 2009 para Xbox 360, se entendi bem a informação no IGDb. Com esse, são 12 jogos na franquia!

Lembro-me de meu irmão jogando a versão para Master System no início dos anos 90. A impressão é tão forte que assistir a vídeos do original tem um efeito quase hipnótico, fico mesmerizando e quando noto já se foram cinco minutos. E olha que nesses demos o povo joga muito mal.

Pelo trailer e screenshots, o Dimensions EX ficou lindo. Não consegui achar um preço para calcular o valor do saudosismo, mas deu vontade de jogar um pouco, nem que seja um ROM. Parece que fizeram um tal de R-Type III: The Third Lightning para SNES…

Fonte: IGDb

Site oficial: http://www.tozaigames.com/r-type-dimensions/index.html

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Jogos são a melhor opção na Black Friday

Em comemoração ao feriado norte-americano de Ação de Graças e à data de comércio com descontos Black Friday, serviços de vendas de jogos online já estão com suas promoções disponíveis. Steam, a mais popular loja de todas, está com uma “promoção de primavera” até o dia 27 de novembro, com 14.299 títulos em oferta e o anúncio dos Prêmios Steam. Na página inicial do portal se destaca a franquia Fallout, com descontos de 50% a 75%.

Printscreen do GOG, que foi o único a caprichar na imagem
© CD Projekt RED

Já a página voltada para clássicos, Gog.com, destaca 500 jogos em oferta até o dia 27, entre eles Vampire: The Masquerade – Bloodlines, Crysis, Dragon Age: Origins e Dead Space, todos com 75% de desconto.

Na Battle.net, portal da Blizzard e recentemente de alguns títulos de outras empresas, o destaque é Overwatch: Legendary Edition, de R$ 249,99 por R$ 69,99. Quem ficou interessado em Diablo, após o anúncio do jogo para plataformas móveis Diablo Immortal, pode adquirir Diablo III e sua expansão pela bagatela de R$ 39. Quem já tem D3 e ainda joga pode completar sua coleção com a classe Necromante por R$ 22.

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Desta vez lembrei das promoções de Black Friday! Provavelmente não vou comprar nada, já que minha relação com jogos eletrônicos tem se resumido a acompanhar notícias sobre os mesmos, e em raros casos, ler resenhas.

Interessante a apatia do Steam quanto à data, em relação aos competidores. Parece que colocam o catálogo inteiro com algum desconto significativo ou não, e simplesmente deixam o treco para lá. Tive que fuçar para encontrar algo de destaque na baderna da sua capa.

O GOG tem um serviço mais fácil elencando os bestsellers de sempre, mas quem frequenta a página provavelmente já comprou tudo em outras ocasiões, pelo mesmo desconto ou maiores ainda.

Na verdade fiquei tentado pelo Necromancer na Battle.net por alguns instantes, mas daí pensei melhor. Acho que Diablo novamente, só quando sair o 4. Ou a versão Diablo Immortal para PC, o que seria hilário após toda a controvérsia.

Fonte: Steam, GOG, e Battle.net

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Fallout volta no tempo mas exige internet

A Bethesda lança nesta quarta-feira (14) o jogo Fallout 76, para PC, PlayStation 4 e Xbox One. O título se passa no ano 2102, em um mundo pós-apocalíptico em que os únicos sobreviventes são pessoas que se isolaram em abrigos nucleares. O título se refere ao abrigo 76, que estaria situado no estado americano da Virgínia Ocidental, parte da região sul do país, e a história começa no dia em que seus habitantes voltam para a superfície.


© Bethesda

De acordo com a ficha técnica, Fallout 76 é um RPG de ação com elementos de “shooter” e perspectiva de primeira pessoa. Uma das novidades desta edição é a obrigatoriedade de jogar somente online, mesmo sem participar de um grupo – o jogo será lançado apenas com servidores abertos, e os participantes serão automaticamente destinados para um deles. De acordo com a empresa, pretendem criar servidores fechados após o lançamento, onde jogadores poderão convidar conhecidos para trabalhar em equipe.

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E outra maluquice será a ausência de NPCs humanos. Ou seja, toda pessoa que você encontrar em Fallout 76 será um jogador, ou, talvez, um robô disfarçado. E a trama se passa antes de todos os outros jogos da franquia – não sei bem o motivo.

Me parece uma jogada arriscada, essa ideia de um “Fallout Online” sem o formato típico de um MMORPG. Forçam o usuário a se manter constantemente online, apesar do formato do jogo não necessariamente exigir isso. A empresa ganha ao ter um controle maior sobre sua base de clientes, monitorando hábitos, fazendo adequações, vendendo bugigangas. Para o jogador, porém, se os servidores não estiverem à altura, você pode jogar com lag mesmo estando sozinho. Vide o horror que foi o lançamento de Diablo 3, outro experimento na área “exclusivo online”.

E, fora isso, qual a vantagem?

Fonte: IGDb

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Diablo 2.5 é anunciado… para celulares

A Blizzard anunciou neste feriado (e ainda não voltou atrás) Diablo Immortal, para iOS e Android. Trata-se do primeiro jogo da franquia exclusivamente para plataformas móveis, aproveitando as classes e visual de Diablo 3, mas se passando alguns anos antes da trama do jogo principal.



© Blizzard

Desenvolvido em parceria com a chinesa NetEase, o título ainda não tem uma data de lançamento oficial ou modelo comercial. Atualmente está disponível para “pré-registro” no Google Play, serviço de aplicativos para usuários de Android, e, de acordo com a empresa, “em breve” na App Store para usuários de produtos da Apple.

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Vi os trailers, achei tudo idêntico ao Diablo 3, provavelmente mais simplificado ainda, não dei muita bola. Quando tive um tempinho tentei pré-registrar, mas a loja disse que meu celular, que sequer tem dois anos de idade, não é compatível com o aplicativo, o que não foi grande surpresa. Deixei de lado para escrever a respeito mais tarde, mas quando fui listar tópicos para a semana no domingo a noite, finalmente descobri a fúria desencadeada na internet.

Aparentemente os usuários de Diablo 3 continuam aguardando por melhorias no título (pessoal acha que os bons tempos de Diablo 2 ainda voltarão… putz), e ficaram enlouquecidos com o anúncio da Blizzard. Francamente, não vejo problemas nos planos da empresa em tentar faturar no ridículo mercado de jogos mobile, mesmo ao custo de diluir ainda mais a franquia. Não é como se ainda levassem Diablo a sério, e fico surpreso de não terem enterrado o treco de vez – comparado aos demais títulos da empresa, é obviamente o patinho feio nos lucros.

Não consigo imaginar DI, ou D:I, fazendo sucesso por aqui, mas parece óbvio que estão mirando nos usuários asiáticos. Deviam lançar o treco lá primeiro, só para esnobar o público ocidental enlouquecido. Para mim tanto faz, não roda no meu celular mesmo.

Fonte: Divulgação da Blizzard

Site: https://diabloimmortal.com/pt-br/

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Motoqueiros podem salvar o mundo

Vai ser lançado na semana que vem, dia 7 de novembro, o jogo de ação Steel Rats. Um grupo de motoqueiros se une para enfrentar uma invasão de robôs feitos de sucata, utilizando armamento pesado e motos modificadas para realizar manobras absurdas. Para Windows, Playstation 4 e Xbox One.


© Tate Multimedia

O jogo está classificado como “racing” mas na verdade é um “side-scroller” em duas rodas que utiliza câmera lenta nos momentos mais complexos dos combates. Foi criado pela Tate Multimedia, que já havia publicado jogos sobre motos, mas nunca desenvolvido um título próprio.

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Uma coisa que parece diferenciá-lo de Sonic e outros side-scrollers de alta velocidade são as restrições físicas da moto, pelo menos quanto a mudar de direção – o personagem obviamente desacelera até quase parar antes de girar o veículo, para logo em seguida fazer a roda pegar fogo e subir pela parede.

Ia classificar o cenário como futuro próximo, mas pelo marketing com visual antiquado está mais para retrofuturista, ou seja, passado com presença de tecnologia absurda. Na ficha técnica, entretanto, aparece “steampunk”, o que está totalmente errado, pelo menos avaliando as amostras em vídeo e imagem do jogo.

Parece divertido pra burro. Uma das últimas coisas que fiz no MMORPG The Secret World antes de enjoar pela quinta ou sexta vez, foi justamente arranjar uma moto e sair pelos mapas a esmo. O realismo do veículo para manobrar era puro entretenimento.

Fonte: IGDb

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Horror lovecraftiano a tempo para o dia das bruxas

Call of Cthulhu, a mais recente adaptação de H. P. Lovecraft para o mercado de videogames chega no dia 30 de outubro, para PlayStation, Xbox One e PC. Os jogadores controlam Edward Pierce, um detetive particular na década de 1920, que se envolve com horrores de além do tempo enquanto investiga a morte de uma família na Ilha Darkwater, costa leste dos EUA.


© Focus Home Interactive

Criado para um único jogador, o jogo tem ponto de vista em primeira pessoa, favorecendo a furtividade e exploração. Foi desenvolvido no Unreal Engine 4, pela empresa Cyanide Studio (Of Orcs and Men) e será distribuído pela Focus Home Interactive (The Technomancer).

O preço sugerido no Steam é de R$ 98,91.

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Lembro do primeiro teaser, há alguns anos. Capricharam no visual, principalmente dos ambientes, com texturas viscosas e grosseiras nas paredes e objetos, iluminação sinistra, ótimo uso de cores, e bastante névoa estratégica. Os personagens não são particularmente realistas, mas parece que não era esse o foco.

Apesar do título sugestivo, o jogo pouco parece ter a ver com o conto original, O Chamado de Cthulhu, sendo mais uma adaptação do RPG de mesa criado pela Chaosium, que utiliza o nome apesar de aproveitar quase todas as outras criações de Lovecraft. O gigantesco homem-polvo com asas de morcego é simplesmente o melhor garoto-propaganda da franquia, apesar de ser uma das ameaças menores (mesmo com esse tamanho todo), em comparação aos demais Grandes Antigos.

Acho que tenho alguns adventures arcaicos baseados na obra do Lovecraft, talvez dê uma nova olhada na possibilidade de instalá-los.

Fonte: IGDb

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Cartas de Witcher oficialmente no seu computador

A CD Projekt Red lança na semana que vem, dia 23 de outubro, a versão oficial de Gwent, seu jogo de cartas baseado na franquia The Witcher. O título está em testes abertos desde o ano passado e continuará sendo gratuito, com venda de objetos que rendem novas cartas. Disponível inicialmente para Windows (PC) e a partir de dezembro para PlayStation 4 e Xbox One.


© CD Projekt Red

Em Gwent duas pessoas se enfrentam, em turnos, utilizando baralhos inspirados em diferentes facções dos jogos e livros de The Witcher. Cada partida tem três rodadas, e ganha quem tiver mais pontos no final de ao menos duas rodadas, que se encerram quando os dois oponentes ficam sem cartas ou passam para a próxima rodada.

Na mesma data será lançado Thronebreaker: The Witcher Tales, uma versão para um único jogador utilizando o mesmo sistema de cartas. Este, no entanto, será pago.

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Como deixei passar isso quando divulguei o Thronebreaker? Lançamento oficial após 1 ano e meio de testes e torneios. Estava procurando um detalhamento de que novidades foram reservadas para a versão nova, mas a divulgação de ambos os jogos está tão misturada que desanimei.

Bom, se você gostou do trailer acima ou já jogou alguns dos ótimos títulos da franquia Witcher, o que você tem a perder? Gwent é gratuito e irá mantê-lo entretido por algumas horas ou meses. Sem falar em toda a belíssima arte ilustrando os cartões e a interação limitada com pessoas mais ou menos no mesmo nível de competência que você. Se tivesse um pouquinho mais de tempo livre, até instalaria de novo; mas já experimentei o bastante e sei que não é a minha praia.

Fonte: IGDb

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Concorrente do Steam comemora 10 anos de vendas

O site de venda de jogos Gog está celebrando 10 anos de atividades este mês, com descontos de até 85% em vários títulos próprios e de outras empresas. Também colocaram à venda pacotes temáticos de jogos e incluíram algumas novidades antigas no catálogo, como Indiana Jones and the Infernal Machine.


© GOG

E estão dando uma cópia digital gratuita de Shadow Warrior 2 para qualquer pessoa com uma conta no site. Esta promoção vale por mais dois dias, devendo acabar no sábado (06).

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Shadow Warrior 2 ganhou uma votação de usuários para definir qual jogo seria gratuito, batendo os independentes e esquisitinhos Firewatch e Superhot. Infelizmente acho que já recebi o mesmo em uma promoção anterior (ou terá sido o primeiro?), então preferia ter ganho o “simulador de caminhada” Firewatch.

Estou vendo algumas velharias bem tentadoras, porém, como sempre, tenho um catálogo considerável de coisas instaladas e sequer abertas no meu cpu. Mas para quem tem um orçamento restrito e está com saudade de velharias ou gostaria de verificar como eram os jogos de antigamente, sempre mencionados por seus pais ou avós, esta é uma oportunidade.

Pelo menos achei algo para a minha lista de desejos: um certo CrossCode, vislumbrado na página de novidades do site, apesar de não participar da promoção de 10 anos. Pelos trailers e fotos, parece um clone de Chrono Trigger ou mesmo dos antigos Zelda. Acabo de sofrer um ataque de nostalgia – felizmente olhar o preço do jogo me curou.

Fonte: Newsletter da Gog.com

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Ninja ganha mais visibilidade em jogo revisado

A Klei Entertainment (Don’t Starve) vai lançar na terça-feira que vem, dia 09, uma versão remasterizada de Mark of the Ninja. O título é um “side-scroller” focado em furtividade, com um protagonista ninja capaz de utilizar várias técnicas para evitar inimigos ou assassiná-los sem chamar atenção. O preço sugerido para PC é de R$ 37,99, no Steam. Uma versão para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch sai no mesmo dia, em suas respectivas plataformas digitais.


© Klei

De acordo com a empresa, o visual do jogo passa de uma definição de 720p para até 4k, boa parte das animações foram refeitas para ganhar mais detalhes, e o áudio agora está em definição 5.1. E além disso, adicionaram mais um pouco de conteúdo, incluindo uma fase nova e mais equipamentos.

O jogo original é de 2012.

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Lembro vagamente deste título, mas pelas resenhas quase inteiramente positivas, deve ter sido um dos destaques do ano. Gosto de jogos de plataforma, são bem saudosistas – este parece ter algumas mecânicas exclusivas quanto aos movimentos do ninja, que, pelos trailers, poderia cortar a garganta até da Samus ou de qualquer integrante da família Belmont.

Enquanto copiava as definições técnicas do jogo me espanta o quão pouco elas significam, apesar de repetidas em todo texto sobre o produto. 720p? Achava que era uma referência a pixels, mas na verdade são “720 linhas horizontais de resolução vertical” e uma “varredura progressiva”. E o áudio 5.1, que tipo de escala estão usando? Esta é a última vez que menciono esses detalhes sem saber do que se tratam.

Não vou comprar por esse preço (ou por R$ 32,99 em pré-lançamento), mas deixarei na lista de desejos, para adquirir quanto estiver abaixo de R$ 10, ou de preferência, abaixo de R$ 5. Não está muito distante destas metas, mas dependendo da empresa, o valor não cai nunca. Como é o caso da Square Enix, por exemplo. Mas acho que meu filho já comprou o Don’t Starve e expansões em uma promoção no Steam, então as expectativas são boas.

Fonte: IGDb

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Novo Witcher parece feito de sobras de outros jogos

A CD Projekt Red vai lançar em outubro Thronebreaker: The Witcher Tales, uma espécie de expansão de seu jogo de cartas online Gwent. O título combina exploração em um ponto de vista isométrico com uma mecânica de combate usando baralhos, mas tudo para single player. A trama é protagonizada por Meve, rainha de Lyria e Rivia, se preparando para uma invasão do império Nilfgaard.


© CD Projekt Red

O preço sugerido é de R$ 99,99, e inclui a história em quadrinhos Fox Children, publicada pela Dark Horse Comics, download da trilha sonora e conteúdo que pode ser utilizado em Gwent, além de novas cartas.

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Gwent era bem divertido, mas como eu só perdia de qualquer pessoa, acabei enjoando. Não dediquei muito esforço em melhorar, seja pensando em estratégias ou procurando guias online, então fiquei empacado – mas não me arrependo das poucas horas gastas no jogo.

Por esse motivo Gwent saiu do meu campo de percepção, basicamente ignorando atualizações, lançamentos e, se não me engano, até mesmo campeonatos com prêmio em dinheiro, os tais e-sports. Não faço ideia como o treco está hoje em dia.

Quando vi as primeiras imagens de TB:WT, achei que tinham feito um “diabloclone” usando Witcher, o que seria enlouquecedor. Mas analisando direito a coisa, me parece ser a versão single player de Gwent, prometida quando foi lançado esse duelo de baralhos da CD Projekt (o que talvez já exista agora no jogo original – como eu disse, desconheço). Muito peculiar.

Não estou totalmente desinteressado, mas me parece meio tarde, deslocado e caro demais.

Fonte: Newsletter da Gog

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