Category Archives: Games

Cartas de Witcher oficialmente no seu computador

A CD Projekt Red lança na semana que vem, dia 23 de outubro, a versão oficial de Gwent, seu jogo de cartas baseado na franquia The Witcher. O título está em testes abertos desde o ano passado e continuará sendo gratuito, com venda de objetos que rendem novas cartas. Disponível inicialmente para Windows (PC) e a partir de dezembro para PlayStation 4 e Xbox One.


© CD Projekt Red

Em Gwent duas pessoas se enfrentam, em turnos, utilizando baralhos inspirados em diferentes facções dos jogos e livros de The Witcher. Cada partida tem três rodadas, e ganha quem tiver mais pontos no final de ao menos duas rodadas, que se encerram quando os dois oponentes ficam sem cartas ou passam para a próxima rodada.

Na mesma data será lançado Thronebreaker: The Witcher Tales, uma versão para um único jogador utilizando o mesmo sistema de cartas. Este, no entanto, será pago.

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Como deixei passar isso quando divulguei o Thronebreaker? Lançamento oficial após 1 ano e meio de testes e torneios. Estava procurando um detalhamento de que novidades foram reservadas para a versão nova, mas a divulgação de ambos os jogos está tão misturada que desanimei.

Bom, se você gostou do trailer acima ou já jogou alguns dos ótimos títulos da franquia Witcher, o que você tem a perder? Gwent é gratuito e irá mantê-lo entretido por algumas horas ou meses. Sem falar em toda a belíssima arte ilustrando os cartões e a interação limitada com pessoas mais ou menos no mesmo nível de competência que você. Se tivesse um pouquinho mais de tempo livre, até instalaria de novo; mas já experimentei o bastante e sei que não é a minha praia.

Fonte: IGDb

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Concorrente do Steam comemora 10 anos de vendas

O site de venda de jogos Gog está celebrando 10 anos de atividades este mês, com descontos de até 85% em vários títulos próprios e de outras empresas. Também colocaram à venda pacotes temáticos de jogos e incluíram algumas novidades antigas no catálogo, como Indiana Jones and the Infernal Machine.


© GOG

E estão dando uma cópia digital gratuita de Shadow Warrior 2 para qualquer pessoa com uma conta no site. Esta promoção vale por mais dois dias, devendo acabar no sábado (06).

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Shadow Warrior 2 ganhou uma votação de usuários para definir qual jogo seria gratuito, batendo os independentes e esquisitinhos Firewatch e Superhot. Infelizmente acho que já recebi o mesmo em uma promoção anterior (ou terá sido o primeiro?), então preferia ter ganho o “simulador de caminhada” Firewatch.

Estou vendo algumas velharias bem tentadoras, porém, como sempre, tenho um catálogo considerável de coisas instaladas e sequer abertas no meu cpu. Mas para quem tem um orçamento restrito e está com saudade de velharias ou gostaria de verificar como eram os jogos de antigamente, sempre mencionados por seus pais ou avós, esta é uma oportunidade.

Pelo menos achei algo para a minha lista de desejos: um certo CrossCode, vislumbrado na página de novidades do site, apesar de não participar da promoção de 10 anos. Pelos trailers e fotos, parece um clone de Chrono Trigger ou mesmo dos antigos Zelda. Acabo de sofrer um ataque de nostalgia – felizmente olhar o preço do jogo me curou.

Fonte: Newsletter da Gog.com

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Ninja ganha mais visibilidade em jogo revisado

A Klei Entertainment (Don’t Starve) vai lançar na terça-feira que vem, dia 09, uma versão remasterizada de Mark of the Ninja. O título é um “side-scroller” focado em furtividade, com um protagonista ninja capaz de utilizar várias técnicas para evitar inimigos ou assassiná-los sem chamar atenção. O preço sugerido para PC é de R$ 37,99, no Steam. Uma versão para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch sai no mesmo dia, em suas respectivas plataformas digitais.


© Klei

De acordo com a empresa, o visual do jogo passa de uma definição de 720p para até 4k, boa parte das animações foram refeitas para ganhar mais detalhes, e o áudio agora está em definição 5.1. E além disso, adicionaram mais um pouco de conteúdo, incluindo uma fase nova e mais equipamentos.

O jogo original é de 2012.

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Lembro vagamente deste título, mas pelas resenhas quase inteiramente positivas, deve ter sido um dos destaques do ano. Gosto de jogos de plataforma, são bem saudosistas – este parece ter algumas mecânicas exclusivas quanto aos movimentos do ninja, que, pelos trailers, poderia cortar a garganta até da Samus ou de qualquer integrante da família Belmont.

Enquanto copiava as definições técnicas do jogo me espanta o quão pouco elas significam, apesar de repetidas em todo texto sobre o produto. 720p? Achava que era uma referência a pixels, mas na verdade são “720 linhas horizontais de resolução vertical” e uma “varredura progressiva”. E o áudio 5.1, que tipo de escala estão usando? Esta é a última vez que menciono esses detalhes sem saber do que se tratam.

Não vou comprar por esse preço (ou por R$ 32,99 em pré-lançamento), mas deixarei na lista de desejos, para adquirir quanto estiver abaixo de R$ 10, ou de preferência, abaixo de R$ 5. Não está muito distante destas metas, mas dependendo da empresa, o valor não cai nunca. Como é o caso da Square Enix, por exemplo. Mas acho que meu filho já comprou o Don’t Starve e expansões em uma promoção no Steam, então as expectativas são boas.

Fonte: IGDb

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Novo Witcher parece feito de sobras de outros jogos

A CD Projekt Red vai lançar em outubro Thronebreaker: The Witcher Tales, uma espécie de expansão de seu jogo de cartas online Gwent. O título combina exploração em um ponto de vista isométrico com uma mecânica de combate usando baralhos, mas tudo para single player. A trama é protagonizada por Meve, rainha de Lyria e Rivia, se preparando para uma invasão do império Nilfgaard.


© CD Projekt Red

O preço sugerido é de R$ 99,99, e inclui a história em quadrinhos Fox Children, publicada pela Dark Horse Comics, download da trilha sonora e conteúdo que pode ser utilizado em Gwent, além de novas cartas.

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Gwent era bem divertido, mas como eu só perdia de qualquer pessoa, acabei enjoando. Não dediquei muito esforço em melhorar, seja pensando em estratégias ou procurando guias online, então fiquei empacado – mas não me arrependo das poucas horas gastas no jogo.

Por esse motivo Gwent saiu do meu campo de percepção, basicamente ignorando atualizações, lançamentos e, se não me engano, até mesmo campeonatos com prêmio em dinheiro, os tais e-sports. Não faço ideia como o treco está hoje em dia.

Quando vi as primeiras imagens de TB:WT, achei que tinham feito um “diabloclone” usando Witcher, o que seria enlouquecedor. Mas analisando direito a coisa, me parece ser a versão single player de Gwent, prometida quando foi lançado esse duelo de baralhos da CD Projekt (o que talvez já exista agora no jogo original – como eu disse, desconheço). Muito peculiar.

Não estou totalmente desinteressado, mas me parece meio tarde, deslocado e caro demais.

Fonte: Newsletter da Gog

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Mais amigável com novatos, Mega Man chega ao 11º jogo

Mega Man 11 será lançado nesta terça-feira (02) para Windows, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch, trazendo o protagonista azul mais uma vez derrotando outros robôs e coletando seus poderes. O título é desenvolvido e distribuído pela Capcom, estando disponível somente na modalidade single player, com preço sugerido de R$ 69,99 no Steam.


© Capcom

Nesta edição, Mega Man ganha a opção de sacrificar sua energia em troca de ativar o “Double Gear System”, capaz de desacelerar a passagem do tempo ou disparar ataques mais poderosos. Quando está prestes a ser destruído, o robô ganha um golpe especial que o deixa temporariamente enfraquecido.

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Deram um limit break para o Mega Man? E tinha certeza que o nome dele era Megaman, sempre foi dividido em dois?

Acho que o tal ataque mais poderoso, que parece ser ativado ao segurar o botão de ataque, é algo que já vi antes – talvez na franquia futurista Mega Man X. De resto parece mais do mesmo, o que é muito bom. Os jogos sempre foram difíceis e divertidos em iguais medidas, com o jogador sendo obrigado a pensar estrategicamente sobre como avançar pelas fases/chefes. Em alguns pontos você só conseguia prosseguir se tivesse os poderes certos (parece Metroid, nesse aspecto), ou com uma habilidade ridícula no controle.

Introduzindo o slow-motion, qualquer novato vai conseguir passar pelos pontos mais críticos das fases, e parece que funciona em chefes também. É um pouco de trapaça, e um pouco de necessidade de acomodar a nova geração de jogadores, que nunca cultivou o hábito de urrar de ódio ao fracassar em um obstáculo pela décima vez.

Fonte: IGDb

Site oficial: megaman.capcom.com/mm11.html

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Jogue Pathfinder pelo computador… sozinho

Será lançado na semana que vem, dia 25, Pathfinder: Kingmaker, primeiro jogo de computador single player baseado no RPG de mesa. A trama é adaptada da campanha Kingmaker, em que um grupo de personagens deve conquistar um território e fundar seu próprio reino, combatendo monstros e criminosos. Disponível para PC, pelo preço sugerido de R$ 75,49.


© Owlcat Games

O título foi desenvolvido pela recém-criada Owlcat Games, com fundos adquiridos por meio de campanha no Kickstarter, encerrando com um pouco mais de US$ 900 mil. O jogo contém um mínimo de 40 horas de história principal, podendo chegar a 80 horas com missões secundárias; 11 classes e 8 raças; mais de uma centena de monstros; e centenas de opções para customizar o personagem, incluindo façanhas, poderes e feitiços.

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Finalmente a Paizo tem o seu Baldur’s Gate! Após o fiasco gigantesco do Pathfinder Online, resolveram plantar os pés no chão e se voltar para os clássicos, com esse jogo que parece ter sido feito nos anos 90 e remasterizado para um lançamento moderno.

Está na minha lista de desejos no Gog.com, aguardando o dia em que o preço cair abaixo de 5 dólares. Tenho uma tonelada de jogos semelhantes (sem falar nos adventures com gráficos de 8 bits) empilhados, sem tempo algum para os mesmos, então não tenho pressa para adquiri-lo. Se ainda estivesse jogando Pathfinder, talvez me sentisse mais motivado pela nostalgia. Mas no momento, sinto apenas um interesse ameno.

Acho que escrevi sobre a campanha no Kickstarter para bancar esse treco no ano passado. Após o término continuaram somando verba de outras fontes na mesma pilha de dinheiro, tendo ultrapassado o milhão de dólares. Parece que a marca realmente tem força – será que conseguem esse tipo de valor com seus RPGs de mesa?

Fonte: IGDb

Site oficial: https://owlcatgames.com/

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Adventure saudosista em cidade steampunk

Chega aos sites de vendas de jogos digitais nesta quinta-feira (13), Lamplight City, novo adventure da Grundislav Games. O protagonista é um detetive em uma cidade fictícia inspirada pela Inglaterra do século XIX, com elementos steampunk e sobrenaturais.


© Grundislav Games

O sistema de jogo é o clássico “clique em objetos pela tela e selecione linhas de diálogo ao interagir com personagens”. As novidades incluem a ausência de um inventário, e a trama mais aberta, com vários desfechos possíveis influenciados pelas ações do jogador.

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E isso é uma diferença e tanto dos demais títulos saudosistas da categoria 8-bit adventure, dos quais tenho um catálogo expressivo adquirido no Gog.com. A maioria tem uma trama extremamente específica, com a norma sendo você ficar empacado até clicar no pixel correto, ou descobrir a combinação exata de itens em seu inventário para avançar a história.

Tenho inclusive A Golden Wake, o único outro título comercial da Grudinslav, e vendo o site da empresa, verifico que o dono criou um outro jogo na Wadjet Eye Games, um treco pós-apocalíptico chamado Shardlight… e que também tenho! Huh.

Lamplight City parece intrigante, e a qualidade da arte é um avanço e tanto no gênero, quase uma fuga do padrão propositalmente ultrapassado.

Não são exatamente RPGs, mas acho que podem ser bem aproveitados por jogadores desse outro gênero, fora isso, acho que somente idosos que mexiam em PCs nos anos 90 têm interesse em adventures. Já apresentei aos meus fetos, e não deram a mínima.

Fonte: IGDb

Site oficial: http://www.grundislavgames.com/lamplightcity/

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Mais e mais Homem-Aranha

Chega ao PlayStation 4 esta semana Marvel’s Spider-Man, jogo trazendo o Homem-Aranha enfrentando sua galeria de vilões clássicos e alguns mais recentes. De acordo com a sinopse, todos os personagens das histórias em quadrinhos passaram por alterações nesta trama, e o herói já está há alguns anos em atividade, tendo pleno controle de seus poderes.

© Sony Interactive Entertainment

O título se passa em Nova Iorque, mas no formato mundo aberto, ou seja, o jogador pode explorar a vontade em qualquer direção que preferir, caso resolva não seguir a trama central. Por enquanto estará disponível para somente um jogador, com perspectiva em terceira pessoa. O preço sugerido é de US$ 59,99.

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O que dá mais ou menos impressionantes R$ 250 na cotação do dia. Felizmente sequer temos um videogame da geração atual em casa, então não preciso me preocupar com crianças choramingando por jogo que custa 1/4 de salário mínimo.

Reparei que o título passa por uma leve polêmica, com observadores comparando trailers antigos e recentes, reclamando que ele teria sido piorado para o lançamento. Por um aspecto técnico faz sentido, deixar o treco leve para não travar em máquinas mais fraquinhas. Por outro, mais realista, ele vai sair somente para PlayStation 4 – que eu saiba você pode comprar mais espaço de HD, mas esses consoles não tem todos os mesmos processadores?

Me parece mais que na fase conceitual exageraram nas sombras e reflexos para demonstrar a capacidade do jogo, daí se tocaram que a tela ficava uma bagunça e as parafernálias somente distraiam o jogador sem agregar valor à experiência. Resolveram tirar todos os excessos, o que acabou deixando ele com um visual menos impressionante.

De Ratchet & Clank até aqui, parece que a Insomniac Games percorreu uma longa jornada.

Fonte: IGDb

Ps.: Fiquei alguns dias fora devido a uma travada magnífica no computador. Consegui arrumá-lo, mas após 7 anos de serviço ininterrupto, temo que uma aposentadoria no futuro próximo é inevitável.

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Improvável Streets of Rage 4 está em desenvolvimento

Foi anunciado esta semana Streets of Rage 4, continuação da franquia de jogos de combate em visão lateral criada pela Sega nos anos 90, para o Mega Drive/Genesis. Estão desenvolvendo o título as independentes Guard Crush Games e Lizardcube, e a distribuição será feita pela francesa DotEmu, que ainda não divulgou uma data oficial ou em quais plataformas SoR4 estará disponível.


© DotEmu

Axel Stone e Blaze Fielding, únicos personagens disponíveis em todos os jogos anteriores, tiveram a presença confirmada no trailer acima. Outros sete foram utilizados ao longo da franquia, incluindo um ciborgue e um canguru. Na trama, artistas marciais vão para as ruas enfrentar um grupo criminoso comandado pelo vilão Mr. X.

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Fuçando nos trailers e informações dos jogos anteriores, tenho a impressão que joguei somente o Streets of Rage 3. Sempre pegava o Skate ou o Roo, e este último apareceu apenas em SoR3. Também lembrava vagamente do Zan.

Parece que nunca joguei com, pelo menos, dois personagens, um que não fazia ideia ser possível controlar, e outro que foi removido da versão ocidental, por ser muito efeminado (ah, anos 90).

Pelo escasso catálogo das empresas envolvidas, parece que a Guard Crush Games está cuidando da jogabilidade (se apresentam como uma empresa apaixonada por “classic beat-em-up and sidescrolling titles”, termos que definem SoR), enquanto a Lizardcube cuida da arte, incrivelmente colorida.

Por enquanto parece apenas uma adaptação modernizada do clássico, faltam mais amostras do combate, ataques especiais e vilões.

O mínimo que esse anúncio vai fazer é mover um pouco as vendas da franquia em serviços de jogos online, se estiverem disponíveis, e aproximá-la do topo da lista de downloads em sites de emuladores e ROMs.

Fonte: IGDb

Site oficial: https://www.streets4rage.com/

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Cyberpunk 2077 apresenta seu mundo

A CD Projekt Red publicou uma longa demonstração de seu novo título, Cyberpunk 2077. São 48 minutos do jogo, acompanhados por uma narração explicativa em pontos-chave do vídeo. A desenvolvedora apresenta a criação da protagonista, combate, uso de estimulantes e interação com outros personagens, mas deixando claro que ainda se trata de uma produção não finalizada para lançamento comercial.


© CD Projekt Red

Cyberpunk 2077 será um RPG em primeira pessoa, com o personagem principal estando visível somente em momentos não interativos. O jogo é baseado no RPG de mesa Cyberpunk, criado por Mike Pondsmith e publicado originalmente em 1988. O autor participa como consultor no jogo eletrônico.

Disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4, mas ainda sem uma data oficial de lançamento.

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Agora ficou muito mais parecido com Deus Ex do que com Grand Theft Auto, felizmente. Está bem bonito, com um mundo povoado e aparentemente vivo, sem medo de abordar violência, sexo, nudez, e, quem sabe, outros temas adultos, como desemprego, vício e consequências de ações impensadas. Aposto que haverá espaço para boa parte disso, apesar do foco na diversão.

Espero que uma das expansões permitam a criação de um protagonista empregado de uma das megacorporações. A temática cyberpunk clássica é sempre focada no rato de sarjeta se voltando contra os donos do mundo, ou o assalariado que se rebela contra a máquina após ser massacrado por ela; mas nunca contam o ponto de vista de alguém que integra um dos grandes grupos, é competente no que faz e deseja obter sucesso em sua carreira.

Em Anarchy Online experimentei um pouco disso ao criar personagens que integravam a facção que governava o futuro, a Omni-Tek. Mas fora a interação com alguns NPCs, as missões eram idênticas para todo mundo, pouco importando quem você defendia.

Adoraria interpretar uma engrenagem na máquina em um cenário cyberpunk.

Fonte: Newsletter do jogo

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