Category Archives: Games

Blizzard divulga nova temporada de Diablo 3

Diablo 3 vai começar sua 13ª temporada na sexta-feira (23), afirma a empresa Blizzard. Nesta modalidade do RPG de ação, todos jogadores começam do primeiro nível em novos servidores, acumulando conquistas e recompensas exclusivas. As vantagens da temporada incluem equipamentos específicos para cada classe, bem como objetos cosméticos, como retratos para o ícone do personagem e bichos de estimação.


© Blizzard

O jogo pode ser adquirido no site da Blizzard, bem como suas expansões, para PC ou MAC, e nas respectivas lojas para Xbox One e PlayStation 4. Na trama, um herói viaja pelo mundo caçando demônios e anjos caídos.

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Estranho não produzirem vídeos para esses anúncios de temporadas, nem que fossem apenas para demonstrar as novas tranqueiras. Parece que na internet hoje em dia tudo exige que uma pessoa com voz esganiçada explique os detalhes na frente de uma câmera enquanto gesticula feito um maníaco. Cadê o youtuber da Blizzard?

Participei da 11ª temporada, acredito eu, com um Witch Doctor. A princípio joguei instintivamente, penando para avançar nos primeiros níveis de Tormenta. Me dei por satisfeito por chegar no nível 60 e ia largar mão, quando vi a quantidade de novas dificuldades ainda fechadas – acho que vão até tormenta 15 ou algo assim. Peguei um guia de classe, e quase caí da cadeira com a diferença entre minha competência e o potencial verdadeiro do personagem. Deu para me divertir por mais umas duas semanas e chegar perto da última tormenta, mas, finalmente exausto, larguei os bets.

Até que me diverti bastante, o que não é comum nesses jogos de puro grinding.

Fonte: Diablo 3 blog

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Controle um monstro perambulando por uma floresta de cores

A Eletronic Arts vai lançar no mês que vem o jogo Fe, sobre uma raposa se aventurando em uma floresta mitológica. O título foi criado pela empresa Zoink e integra a iniciativa EA Originals, que ajuda a distribuir e divulgar criações de desenvolvedores independentes. Disponível para Playstation 4, PC, Xbox One e Nintendo Switch.


© EA

O primeiro vídeo acima foi lançado em 2016, quando o jogo foi anunciado, e o trailer seguinte mais de um ano depois.

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É bizarro divulgar uma data de lançamento e não aproveitar para incluir um novo trailer. Mas serviu para fazer o experimento acima, comparar trailers com um ano e pouco de diferença entre eles. Visualmente a mudança óbvia está nas texturas de tudo, e o logotipo mais caprichado. Mas o áudio obviamente consumiu toda a atenção e possivelmente orçamento – texto e narração de conto de fadas, música pop chamativa e efeitos sonoros nas criaturinhas.

Ficou muito bonito, mas os mapas monocromáticos parecem cansativos. Provavelmente vai se sair bem no Switch, com o pessoal jogando na versão portátil e não se expondo tanto às cores exageradas.

Pelo menos está combinando bem com a cor do ano de 2018, de acordo com a Pantone: ultra violeta.

Fonte: Videogamer

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MMORPG de Conan ganha servidor de temporada

Age of Conan vai ganhar um novo servidor com duração limitada a partir de 2018, anuncia a Funcom Games. De acordo com a empresa, personagens criados nesse “saga server” receberão recompensas únicas ao completar objetivos, e ao final do período estabelecido serão transferidos para o servidor Crom com seus prêmios (um personagem por conta). O MMORPG é gratuito, com venda de itens dentro do jogo.

Ah, os desertos de Turan... acho.
© Funcom

O sistema é semelhante ao de Diablo 3, da Blizzard, que realiza “temporadas” de alguns meses de duração, com várias tarefas específicas e recompensas exclusivas para os participantes. Assim como em AoC, ao final da temporada os personagens são adicionados aos demais criados previamente pelo jogador.

A Funcom promete mais detalhes em breve, e sugere aos usuários que se preparem para a próxima atualização, Saga of Zath, também em 2018.

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Havia me esquecido de Age of Conan. Joguei provavelmente em 2016, e apesar de ter aproveitado tremendamente a área de iniciantes, assim que passei para os mapas abertos encontrei os mesmos problemas de sempre: tudo vazio, quests repetitivas, demais jogadores empacados em níveis altos fazendo raids. E pior que a área inicial é realmente boa, o que deixa o choque ao abandoná-la maior ainda.

Mas um servidor novo, se houver adesão significativa, resolveria a maioria desses problemas! É claro que isso vai depender das tais recompensas e o equilíbrio na dificuldade das missões para obtê-las.

Comecei a reinstalar o treco, mas os quase 20 gigas me desanimaram. E a página do jogo praticamente abandonada também não ajuda muito. Vou pensar melhor a respeito durante o recesso de final de ano.

Fonte: Newsletter de Age of Conan

Site oficial: www.ageofconan.com

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Vendas não-natalinas de jogos para PC

O site de venda de jogos online GOG acaba de lançar sua promoção de inverno, com descontos em vários títulos e prêmios atrelados à quantidade de dinheiro gasto. Para começar estão distribuindo Grim Fandango Remastered, adventure da Double Fine Productions sobre o mundo dos mortos mexicano, para qualquer pessoa inscrita no site. As ofertas vão até o dia 26 de dezembro.

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© CD Projekt

Além de adicionar jogos diariamente na lista de promoções, este ano também estão vendendo “estrelas”: pelo valor de US$ 1,57, os usuários podem comprar uma delas e ganhar um jogo aleatório, com valor entre 3,29 e 20,09 dólares.

Ao gastar um total de 15 dólares, o site premia o cliente com uma cópia de Hard West, e se chegar aos 40 dólares, o prêmio é Master of Orion. O montante inclui compras no GOG e no jogo de cartas Gwent, ambos da mesma empresa.

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Como tenho pelo menos 20 jogos do GOG na minha pilha, não vou abrir a carteira este ano. Provavelmente. Mas mesmo quem não vai comprar nada já pode aproveitar o Grim Fandango, que se não me engano, geralmente custa 10 dólares.

Dei uma olha no Steam antes de divulgar esse saldão, mas parece que a venda deles começa um pouco mais tarde. Como utilizo o GOG muito mais, acabo esquecendo de divulgar a concorrência, e parece favoritismo. Mas na verdade é velhice mesmo.

Fonte: https://www.gog.com/

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Path of Exile dedica dezembro aos veteranos

O MMORPG Path of Exile vai ganhar outra expansão em dezembro. War for the Atlas é voltada para o público veterano, e permitirá aos jogadores decidirem os rumos de uma guerra entre duas entidades. O conteúdo principal se passa no sistema Atlas of Worlds, um conjunto de mapas para personagens de nível mais alto.


© Grinding Gear Games

O jogo é gratuito, com venda de equipamentos para bancar seus custos de manutenção e desenvolvimento. PoE tem 7 classes iniciais, com outras 19 secundárias. Todos personagens têm acesso aos mesmos poderes passivos, enquanto os ativos precisam ser encontrados e equipados em itens.

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Diabloclone mais bem sucedido atualmente (talvez mais que o próprio Diablo 3, hoje em dia), Path of Exile é um mistério para mim. Tendo jogado somente em níveis baixos com dois ou três personagens, abordar esse material de alto nível é como descrever um jogo totalmente diferente.

Ele começa tão pé no chão, com o personagem pé-rapado sobrevivendo de escambo, juntando tudo quanto é lixo e sempre com falta de espaço no inventário. Mas depois o treco parece ficar bem metafísico, com sistemas de mapas desafiando a realidade, divindades se metendo na trama. É estranho ver um jogo passando de low para high fantasy desse jeito – como nunca cheguei perto dos níveis médios, não sei como é a transição. E pior que, se for voltar a jogar agora, provavelmente iria começar com um personagem novo. Não estava muito entusiasmado com meu templário.

Por falar em MMORPGs, Secret World Legends sofreu uma reviravolta brutal em seu sistema de equipamentos na semana passada. Basicamente trocaram tudo por algo bem mais simples e customizável. Ficou muito mais fácil jogar sozinho, o que não deixa de ser o principal problema do título: você não encontra ninguém nos mapas, apenas em dungeons. E lá é apenas quebra-quebra, nada de papo-furado. É divertido, mas repetitivo.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: https://www.pathofexile.com/game

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Estúdio anuncia MMORPG steampunk para 2018

A criadora dos jogos online Tera e PlayerUnknown Battlegrounds vai lançar um novo MMORPG intitulado Ascent: Infinite Realm, com um beta test previsto para o ano que vem. De acordo com a divulgação, o cenário irá combinar fantasia com steampunk, e se dividir em combates terrestres ou aéreos, usando robôs gigantes e navios voadores.


© Bluehole Studios

Uma das palavras-chave no texto de divulgação é “customizável”, enfatizando que tanto as cinco classes de personagens quanto seus veículos poderão ser modificados. Também destacam uma modalidade de duelo entre facções de jogadores, em que enormes grupos irão se alternar na defesa e ataque.

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Acho que Bluehole é uma daquelas piadas que parece hilária no momento de sua composição, mas que ao longo dos anos só te faz morrer de vergonha. Fenômeno muito comum na hora de escolher nome de guildas ou clãs.

Ascent: Infinite Realm é uma baderna cheia de movimento e barulho, provavelmente chamativa para o público jovem (10 a 40 anos). Achei parecida com a maioria dos MMOs asiáticos lançados em anos recentes, mas como é do povo de Tera e PUB, vale a divulgação. Mesmo não jogando qualquer um destes, não ignoro suas existências – ou seja, a publicidade foi muito eficaz, ou há um grande público consumidor em ambos. Algo de correto estão fazendo.

Tentei encontrar um novo MMORPG nesse final de semana, mas no final das contas acabei jogando mais um pouco de Secret World Legends. As dungeons em grupo são divertidas, mas o grinding solitário de quests é de matar. Outra opção que ainda parece aclamada por público e crítica é Path of Exile, que acredito ter parado justamente devido ao grinding e isolamento, mais severo ainda devido aos mapas serem todos instances, exceto as cidades.

Pode parecer estranho para quem não conhece o gênero, mas me diverti mais jogando o RPG de mesa Starfinder com meus filhos por 2 horas do que a tarde toda de domingo fuçando MMORPGs no computador.

Fonte: Videogamer

Site oficial: https://www.airthegame.com/teaser

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Saldão de jogos eletrônicos no Halloween

O site de venda de jogos online Gog lançou sua promoção de Dia das Bruxas, com descontos em jogos e em pacotes de jogos. A oferta é válida até o dia 2 de novembro, e inclui uma cópia gratuita de Tales from the Borderlands para quem gastar mais de R$ 30 neste intervalo.


© Telltale Games

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Para não dizerem que sou parcial, a Steam também está fazendo um saldão de Halloween. Para quem gosta daquela joça, é outra opção.

Andei fazendo um estrago no orçamento internacional com os livros de Starfinder, então dificilmente conseguirei a cópia grátis de TftB. Provavelmente não comprarei nada! Basta olhar a longa lista de títulos que sequer abri no meu catálogo, que me desanimo a pegar o cartão. E olha que sou muquirana, só compro jogos com preço de um dígito (exceto pelos centavos), de preferência abaixo de cinco dólares.

Mas para quem não é materialista, estou vendo opções bacanas já de cara: Dead Space, Day of the Tentacle, Grim Fandango, e o Pacote Dungeons & Dragons. Esse último apenas se você estava vivo e não usava fraldas quando eles foram lançados inicialmente: são tão idosos que qualquer mente juvenil não será capaz de apreciá-los, sem o verniz do saudosismo embaçando a vista.

Fonte: Marketing da Gog

Site: https://www.gog.com/

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Editora de Munchkin prepara novo jogo de cartas

A Steve Jackson Games (GURPS, Munchkin) está procurando financiamento para um novo jogo no site Kickstarter. Em Conspiracy Theory vários jogadores utilizam um baralho de 480 cartas para adicionar elementos a uma teoria da conspiração, procurando convencer os oponentes que a sua versão da história é a verdadeira.

Essa arte não ajuda em nada!
© Steve Jackson Games

A editora já conseguiu 80% dos 30 mil dólares que estão solicitando, com mais de duas semanas de financiamento ainda pela frente. Planejam vender o jogo somente nos EUA, devido ao peso do produto e o consequente custo elevado de frete.

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Mencionam várias vezes que o Conspiracy Theory é voltado para a família toda, não “apenas para adultos”. Está certo que conspirações estão em alta nos EUA atualmente, e são um ponto sensível para a imprensa de lá, mas estava meio perdido quanto a essa ênfase na censura baixa do produto.

Descobri uma explicação nos comentários do Kickstarter. Aparentemente o jogo de cartas nesse estilo mais popular atualmente se chama Cards Against Humanity, e é todo ancorado em humor adulto (o que na verdade significa sexo e violência, e não complexidade – humor para adultos costuma ser bem juvenil!). Estão tentando se distanciar desse aspecto do concorrente, e possivelmente ampliar o público.

Obviamente vão conseguir o financiamento, mas parece que não vai ser tão graúdo quanto Dungeon Fantasy e Cars Wars (ambos acima de US$ 100 mil) ou o absurdo Ogre Designer’s Edition (quase 1 milhão de dólares). Imagino se a mera comparação com CAH afastou o público típico da empresa, meio avançado em anos, ou se é o próprio gênero que está exausto.

Fonte: Daily Illuminator

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Secret of Mana volta custando uma pequena fortuna

A Square Enix colocou em pré-venda seu remake de Secret of Mana, clássico RPG eletrônico dos anos 90, lançado originalmente para o Super Nintendo. A nova versão atualizou o visual, dublou os personagens e regravou a trilha sonora, além de ter modificado aspectos da jogabilidade, ainda não detalhados.

O trailer é ruim demais, mas a arte ficou ótima
© Square Enix

O jogo será lançado em 18 de fevereiro do ano que vem, para PlayStation 4, PS Vita e PC. Na plataforma de jogos digitais Steam já pode ser reservado por R$ 119,99.

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Obviamente estou sendo ufanista, mas Secret of Mana provavelmente é o melhor RPG de videogame dos anos 90, disputando o pódio a tapas com Chrono Trigger. Em terceiro lugar Final Fantasy VI, sem qualquer concorrência. Depois é só povoar o resto da lista com Breath of Fire, outros Final Fantasy e talvez até Phantasy Star IV.

40 dólares por um remake é mais uma daquelas insanidades da Square Enix, repetida em todos os Final Fantasy antigos que relançaram. Se esse novo SoM tiver um modo multiplayer online (o antigo era um dos únicos jogos de SNES que aproveitava o adaptador para mais de dois controles), valeria sem dúvida 20 dólares, nem reclamaria em comprar e obrigar meu filho a comprar uma cópia também.

Mas 120 reais em um jogo eletrônico linear é simplesmente inconcebível para o meu pão-durismo ferrenho. Acho que nesta década gastei tudo isso somente em Diablo 3, e apenas porque pode ser jogado repetidas vezes, com modalidade diferentes de jogo online e dificuldade crescente opcional.

Depois de um (longo) tempo vão reduzir alguns dólares, mas acho que ainda não vi o montante cair abaixo da dezena, no caso dos Final Fantasy. E olha que adoraria testar o remake do VI. Quem sabe lá por 2030.

Fonte: Videogamer

Site oficial: https://www.secretofmanagame.com/en-us/

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Mais um jogo de franquia inspirada no Studio Ghibli

Ni no Kuni II: Revenant Kingdom ganhou um novo trailer, com cenas de combate e animações. O quinto jogo da franquia é protagonizado pelo jovem rei Evan, em uma missão para recuperar seu trono roubado, e deve ser lançado em janeiro do ano que vem. Até o momento o título foi anunciado para Windows e PlayStation 4.


© Bandai Namco Entertainment

Enquanto o original Ni no Kuni: Dominion of the Dark Djinn foi desenvolvido em parceria com o Studio Ghibli, este novo conta apenas com artistas da empresa de animação, especificamente na área de design de personagem e trilha sonora.

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Só assisti a esse trailer acima, então é uma comparação meio torpe, mas a divulgação do primeiro Ni no Kuni causou um impacto bem maior. Provavelmente porque exploraram exaustivamente a parceria com o Studio Ghibli, enquanto agora a relação entre ambas empresas é tênue. Apesar de óbvia em pelo menos uma das cenas, quando a menina está carregando a espada em uma almofada.

Ficou a impressão de mais um RPG japonês genérico, usando uma dublagem constrangedora. É triste, mas começaram a divulgação com o pé errado.

Fonte: Videogamer

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