Category Archives: Games

Uma sobrevida para os jogos Torchlight

Torchlight Frontiers é o terceiro título da franquia de RPG de ação Torchlight, anunciado pela distribuidora Perfect World Entertainment. O jogo está sendo desenvolvido pela Echtra Games, com participação dos criadores dos primeiros Torchlight e desenvolvedores do Diablo original. Disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4 e previsto para lançamento em 2019.


© PWE

Torchlight é um clone de Diablo, ou seja, um jogo de combate contra milhares de monstros em grupos pequenos, com ponto de vista em terceira pessoa e alguns elementos de RPG. Ao contrário do original, Torchlight utiliza humor e se passa em um cenário de alta fantasia, combinada com Steampunk.

Uma demonstração do jogo vai começar a ser exibida em convenções a partir do final do mês.

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E a novidade é que o Torchlight 3 será um “shared world” – como ninguém explicou o que isso quer dizer na prática, deixei de fora do texto principal. Pelas especulações será um semi-MMO, com um cenário central dividido por todos os jogadores, e as missões em si são realizadas em mapas fechados, acessíveis somente pelos integrantes do grupo, ou individualmente.

Torchlight 1, somente single player, era divertido, repetitivo e com a dificuldade meio baixa. Já o Torchlight 2 falhou principalmente no quesito multiplayer – o treco não funcionava direito para encontrar outros jogadores compatíveis e caia com frequência. E lançaram ele muito grudado no Diablo 3, que trouxe uma inovação imbatível: o personagem tem acesso a todos os poderes de sua classe, podendo mudar sua build a qualquer momento fora de combate; daí só precisa arranjar os equipamentos que complementam sua decisão. Em comparação, T2 tinha um pouco de maleabilidade quanto a isso, acredito que apenas o nível mais recente podia ser revertido. Mas caso você tenha tomado uma decisão errada no início da carreira, pode apagar o personagem e começar tudo de novo. Deixa pra lá!

Talvez T3 consiga resolver essas fraquezas do segundo, focando no combate multiplayer, e descartando mecânicas que punem jogadores inexperientes.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: https://www.torchlightfrontiers.com/

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Novo Doom é um banho de sangue a céu aberto

Doom Eternal, quinto título da franquia, ganhou um trailer com 7 minutos do jogo em si, demonstrando armamentos, inimigos e golpes animados. A produção continua nas mãos da id Software e será distribuída pela Bethesda Softworks, repetindo a parceria do jogo anterior, o reboot Doom, de 2016. Disponível para Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One, mas sem data de lançamento oficial.


© Bethesda Softworks

Na trama, cientistas em Marte encontram problemas ao tentar captar energia de uma dimensão infernal, quando os habitantes desta começam a invadir nossa realidade. Nesta continuação, as criaturas extraplanares chegaram à Terra.

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Quando penso em Doom, além dos gráficos originais dos anos 90 e um monte de disquetes, me veem à memória monstros rápidos pulando de trás de esquinas. Esse trailer, no entanto, parece que só contém criaturas dopadas, desmotivadas ou confusas. O protagonista não tem problemas ao lidar com todo mundo, incluindo as criaturas maiores – sobra tempo até para interromper o fuzilamento para uma pequena animação em close-up.

Ou suavizaram a dificuldade para esta demonstração, ou esse é o modo mais fácil disponível. Não gosto muito de FPS justamente por estes “pulos” quando algum monstro ataca de um ângulo não coberto pelo seu monitor, mas no caso desse vídeo, não vi nada tão incômodo.

Quase me interessa, mas é o tipo de jogo que só consideraria comprar em uma promoção muito boa, 95% de desconto ou algo assim – é distante demais dos meus interesses para justificar o gasto.

Fonte: Videogamer

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Novo jogo parece um Castlevania velho e mais colorido

Chega ao mercado de jogos digitais na semana que vem Death’s Gambit. O título é um RPG de ação em formato “side-scroller”, sobre um agente da Morte enfrentando monstros em um planeta alienígena. Ele estará disponível inicialmente para Mac, PC e PlayStation 4.


© Adult Swim Games

É o primeiro jogo da desenvolvedora independente White Rabbit, distribuído pela Adult Swim Games.

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Não vi ninguém comentando, mas o visual “pixelado” me lembra os primeiros jogos do Super Nintendo, especialmente Super Castlevania ou Contra III: The Alien Wars. Já a identidade visual parece um derivado de Vampire Hunter D. Em suma, uma mistura de homenagens a clássicos do final dos anos 80 a início dos anos 90 … época em que os desenvolvedores do jogo estavam nascendo.

Estava com os antigos Castlevanias ainda na cabeça quando vi esse trailer no meio de vários outros jogos, e tive a impressão que ele seria uma agradável experiência saudosista. É isso.

Fonte: IGDb

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RPG Call of Cthulhu ganha adaptação para celular

Está disponível a partir desta semana Cthulhu Chronicles, para a plataforma móvel iOS. O aplicativo é uma adaptação do RPG de mesa Call of Cthulhu, da editora Chaosium, mas no gênero “ficção interativa”. O usuário escolhe um de seis investigadores possíveis e avança por histórias baseadas nas obras de H. P. Lovecraft, selecionando diferentes opções, com alguns elementos aleatórios.


© MetaArcade

O jogo tem 369,9 megas, e é compatível com iOS 10.0 ou superior, tanto em iPhone quanto em iPad. O download é gratuito, com vendas dentro do aplicativo. De acordo com o site da desenvolvedora, MetaArcade, diferentes cenários estão à venda, mas é possível jogar gratuitamente alguns deles todos os dias. A censura é de 12 anos.

Uma versão para Android está nos planos da empresa.

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Parece uma censura baixa, mas Lovecraft em si não costumava retratar violência de forma abundantemente gráfica (exceto talvez em Herbert West – Reanimator), mais focado em horror sutil e psicológico – até os monstros gigantes saírem de dentro do oceano.

E é isso mesmo, versão digital de livros “escolha a sua própria aventura”, os quais tenho mais de uma dúzia nas minhas prateleiras. Blocos de texto, às vezes com ilustrações, você escolhendo uma opção de uma pequena lista, às vezes tendo que rolar um dado (ou uma roleta no caso desse app), e percorrendo um labirinto de alternativas até chegar a um dos finais. Eram divertidos demais, e uma excelente opção para jovens sem internet ou grupos locais para jogar RPG facilmente acessíveis.

Colocar esse modelo dentro de um celular é meio anacronístico, e obviamente apela ao saudosismo do público consumidor.

Se estivesse disponível para Android já teria baixado.

Link para App Store: https://itunes.apple.com/us/app/cthulhu-chronicles/id1343328830?mt=8

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Mais de 10 anos de Mega Man X em dois pacotes

A Capcom lança este mês Mega Man X Legacy Collection e Mega Man X Legacy Collection 2, para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC. As duas coletâneas reúnem oito jogos da franquia, começada em 1993 no Super Nintendo e encerrada em 2004 no PlayStation 2, com várias adaptações de todos os títulos para outros sistemas desde então.


© Capcom

Além dos jogos originais, a empresa adicionou um novo modo de jogo em que é possível enfrentar dois chefes de uma vez só, um “museu” de material de divulgação da franquia, e uma animação sobre o vilão Sigma. O preço sugerido é de US$ 19,99 por cada coletânea.

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Ia incluir uma sinopse sobre Mega Man X, mas acho que é desnecessário. Você controla um robô que destrói outros robôs e rouba os poderes deles. A série original se passa em um futuro próximo e essa em um futuro distante. Alguém já jogou Mega Man pela trama?

Os títulos para SNES são facilmente “encontráveis” por aí, mas essas coisas para PlayStation me surpreenderam. Fizeram Mega Men que não são side scrollers? Que insanidade.

O preço por quatro jogos parece razoável, se não fosse pelo dólar se aproximando de níveis venezuelanos de valorização.

Fonte: IGDb

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Jogo da LucasArts ganha continuação independente

A franquia Maniac Mansion vai ganhar um terceiro título, no dia 21 deste mês. Return of the Tentacle será lançado 31 anos após o título original, e é uma continuação direta de Day of the Tentacle, segundo jogo da série.

Difícil achar uma imagem sem alemão por todo lado
© Catmic

O jogo foi desenvolvido pela empresa alemã Catmic Games, utilizando formato igual aos anteriores (uso de mouse para clicar em objetos na tela e resolver enigmas) e arte semelhante à versão remasterizada de Day of the Tentacle. Disponível inicialmente para Windows, Mac e Linux.

Maniac Mansion foi um dos primeiros jogos da LucasArts, empresa do criador de Star Wars, George Lucas.

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Essa me pegou de surpresa. Primeiro por existir (suponho que a verba de publicidade seja negativa ou se resuma ao salário do sujeito que atualiza a página do Facebook e do jogo), segundo por ser obra de uma empresa independente, alemã, e aparentemente sem participação de qualquer veterano da LucasArts ou mesmo da Double Fine. Se estão envolvidos, esse fato não é destacado no “marketing” do jogo.

Será que o humor alemão vai se encaixar na franquia? Lá, pelo jeito, fez sucesso, para logo eles criarem essa continuação.

Acho que joguei o Maniac Mansion por alguns instantes, mas completei o Day of the Tentacle, versão de 93. Tentei fazê-lo na década que foi lançado, mas só consegui na década seguinte.

Tenho a impressão, provavelmente fajuta, que esses jogos no estilo “adventure” dominavam os computadores durante os anos 80 e 90. O impacto deles, ao menos, foi real. Tenho vários jogos recentes na modalidade, imitando inclusive o visual arcaico da época, e a maioria é de ótima qualidade quanto a roteiro, diálogos e puzzles de arrancar os cabelos. Ou seja, não sou apenas eu que tenho boas memórias desse gênero – é um número de pessoas grande o suficiente para criar empresas que vivem disso.

Fonte: IGDb

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Ofertas de jogos por mais uma semana

O Steam começou sua venda de verão deste ano, com descontos em milhares de jogos eletrônicos. Usuários podem acessar o site ou o programa de computador diariamente para conferir ofertas de menor duração. A promoção vai até quinta-feira que vem, dia 5 de julho. É necessário ter uma conta no Steam para ter acesso ao conteúdo, mesmo no caso de títulos gratuitos.

Engajamento do consumidor – já vi isso em aulas de marketing
© Valve

Também está disponível um jogo de navegador de internet, onde os usuários do site podem “liberar” jogos grátis somando seus resultados ao enfrentar monstros em outros planetas.

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Chegou aquele momento do ano, o verão no hemisfério norte, em que é possível comprar uma tonelada de jogos mesmo com o dólar a preços ridículos. O desconto em títulos recentes não é grande coisa, mas dá para fazer uma coleção de velharias bem respeitável.

Recentemente completei o tutorial de Deus Ex 3: Human Revolution – Director’s Cut. Estava orgulhoso por não ter morrido enfrentando os terroristas no laboratório de pesquisa cibernética e genética, até me ocorrer que talvez não seja possível morrer nessa parte do jogo.

Apesar da tensão posteriormente esvaziada, enquanto jogava fiquei engajado tanto na história quanto nos personagens ao meu redor. Fiquei realmente frustrado com os ciborgues triturando os pesquisadores do outro lado do vidro blindado, e fiquei tentando rompê-lo com disparos centralizados em um ponto fraco. Não faz sentido tanto de um ponto de vista realista quanto narrativo, mas minhas emoções entorpeceram meu julgamento. Bom trabalho.

E fiz tudo isso apesar de não apreciar jogos de tiro em primeira pessoa. Pensando bem, nem verifiquei se é possível colocar Deus Ex em terceira pessoa. Mal posso esperar para testar isso durante o próximo feriado prolongado.

Fonte: Steam

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Cyberpunk 2077 é tão grande que se passa durante o dia também

A CD Projekt RED divulgou um segundo trailer de seu próximo jogo, Cyberpunk 2077, durante a convenção de jogos eletrônicos E3. Desta vez o destaque ficou no cenário, a futurista Night City, repleta de pessoas de todo tipo, oportunidades e referências a esse gênero de ficção científica.


© CD Projekt RED

Cyberpunk 2077 continua sem uma data oficial, mas a empresa afirmou durante o evento que estão desenvolvendo o jogo para os consoles atuais, bem como para PC. Ele será para um jogador somente, com visão em primeira pessoa, e terá um protagonista totalmente customizável.

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As críticas ao visual de CP2077 parecem ser as mais abundantes – mundaréu de gente reclamando que o jogo também se passa durante o dia, e não somente em noites úmidas iluminadas por letreiros de neon, como é típico de filmes e jogos do gênero. Mas essa parte não me incomodou em nada.

O erro que cometeram está na falta de foco. Tudo bem, resolveram apresentar o belíssimo cenário e catálogo de NPCs que criaram, com uma variedade incrível de locais e esquisitões fazendo de tudo (me lembrou a HQ Transmetropolitan mais que qualquer outro produto). Daí colocam em destaque um protagonista totalmente genérico que não faz nada de significante, soltando algumas frases de efeito batidas. Parece que vai ser um jogo “sandbox”, ou seja, existe uma trama, mas, na verdade, você pode vagar por aí fazendo o que bem entender. Um Grand Theft Auto no futuro.

Compare ao primeiro vídeo, com a androide assassina cercada por policiais futuristas. A mulher é a protagonista? Ou é o policial prestes a explodir a nuca dela? Pelo menos o conflito e o desfecho ficaram claros, com uma trilha sonora adequada e, para agradar aos fãs mais superficiais, tudo se passa à noite.

Não duvido que vai ser ótimo, com o histórico da empresa e os profissionais envolvidos, mas espero que o próximo trailer se concentre na trama.

Fonte: Cyberpunk.net

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Jogos em promoção no GOG

O site de venda de jogos digitais GOG está no meio de seu saldão de verão, com milhares de títulos à venda com descontos de até 90%. A página destaca esta semana uma lista de clássicos e mais recentes no gênero cyberpunk, e toda a franquia The Witcher em promoção. As ofertas vão até o dia 18 de junho.

Nunca capricham na arte dessas promoções – falta uma mascote
© CD Projekt

E até amanhã (13) usuários do serviço podem baixar uma cópia gratuita de Ziggurat, jogo de fantasia em primeira pessoa.

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Peguei o Ziggurat e não lembro qual outro título deram na semana passada. Não reparei que era uma oferta de tempo limitado e acabei perdendo a chance de divulgar. Dessa vez, pelo menos, está aí.

Acho que em uma promoção dessas o mínimo que você pode fazer é comprar os dois primeiros Witcher e alguma coisa da lista cyberpunk – recomendo Transistor, Technobabylon e Shadowrun: Dragonfall. Se gastar pelo menos 10 reais, ganha um outro jogo esquisitinho.

Já tenho todos esses mencionados (por isso a recomendação, claro), então acho que não vou comprar nada desta vez. Ainda estou me recuperando do gasto recente com Deus Ex 3 e 4, apesar do desconto de 90%. Sinto menos remorso ao comprar livros digitais, já que podem ser aproveitados em trocentos aparelhos diferentes e pela família toda, pelas próximas décadas – jogos eletrônicos têm vida útil bem menor, e público doméstico mais restrito.

Acho que vou deixar o trailer do GTApunk 2077 para quinta ou sexta-feira.

Fonte: Newsletter do GOG.com

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Vampyr traz elementos clássicos do gênero

Chega ao mercado hoje (04) o jogo de horror e ação Vampyr, novo título da Dontnod Entertainment (Life is Strange). O protagonista é um médico recém-convertido em vampiro, precisando lidar com seus poderes, conflitos éticos e sociedade de criaturas sobrenaturais em Londres, no ano de 1918. Para PC, Playstation 4 e Xbox One.


© Focus Home Interactive

De acordo com a divulgação oficial, o jogador precisa escolher quem, entre todos os personagens do jogo, será vítima de sua sede de sangue, com várias estratégias possíveis para este fim. O líquido rubro é utilizado tanto como medidor de vida quanto fonte para utilizar poderes vampíricos; e estes vão aumentando a medida que o protagonista se alimenta. E, por último, Vampyr também inclui um sistema de artesanato para criar ferramentas, armas e munições.

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Já tinha divulgado o jogo antes, mas um interessante aspecto havia me escapado: a liberdade de escolher as vítimas. Ou seja, você pode ser um monstro que vai atrás apenas de viúvas e órfãos pobres, ou o típico vampiro herói e se alimentar apenas de criminosos. Não deixa de ser assassinato, mas é uma camada moral a mais.

Já mudando de tópico, comprei os dois Deus Ex mais recentes neste feriado, pelo preço ridículo de R$ 15 no total. Não sou muito fã de jogos de tiro (acho que meus reflexos não estão à altura dos desafios), mas o cenário e popularidade da franquia, combinados com a oferta gigante me convenceram a fazer a primeira compra de jogos eletrônicos este ano. Já instalei o Deux Ex: Human Revolution, mas não deu para jogar – acredito que ainda este mês será possível.

Vamos ver se consigo aproveitar os trecos ou se terei que passá-los adiante para meu filho, que pelo jeito adora shooters.

Fonte: IGDb

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