Category Archives: Games

Editora de Munchkin prepara novo jogo de cartas

A Steve Jackson Games (GURPS, Munchkin) está procurando financiamento para um novo jogo no site Kickstarter. Em Conspiracy Theory vários jogadores utilizam um baralho de 480 cartas para adicionar elementos a uma teoria da conspiração, procurando convencer os oponentes que a sua versão da história é a verdadeira.

Essa arte não ajuda em nada!
© Steve Jackson Games

A editora já conseguiu 80% dos 30 mil dólares que estão solicitando, com mais de duas semanas de financiamento ainda pela frente. Planejam vender o jogo somente nos EUA, devido ao peso do produto e o consequente custo elevado de frete.

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Mencionam várias vezes que o Conspiracy Theory é voltado para a família toda, não “apenas para adultos”. Está certo que conspirações estão em alta nos EUA atualmente, e são um ponto sensível para a imprensa de lá, mas estava meio perdido quanto a essa ênfase na censura baixa do produto.

Descobri uma explicação nos comentários do Kickstarter. Aparentemente o jogo de cartas nesse estilo mais popular atualmente se chama Cards Against Humanity, e é todo ancorado em humor adulto (o que na verdade significa sexo e violência, e não complexidade – humor para adultos costuma ser bem juvenil!). Estão tentando se distanciar desse aspecto do concorrente, e possivelmente ampliar o público.

Obviamente vão conseguir o financiamento, mas parece que não vai ser tão graúdo quanto Dungeon Fantasy e Cars Wars (ambos acima de US$ 100 mil) ou o absurdo Ogre Designer’s Edition (quase 1 milhão de dólares). Imagino se a mera comparação com CAH afastou o público típico da empresa, meio avançado em anos, ou se é o próprio gênero que está exausto.

Fonte: Daily Illuminator

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Secret of Mana volta custando uma pequena fortuna

A Square Enix colocou em pré-venda seu remake de Secret of Mana, clássico RPG eletrônico dos anos 90, lançado originalmente para o Super Nintendo. A nova versão atualizou o visual, dublou os personagens e regravou a trilha sonora, além de ter modificado aspectos da jogabilidade, ainda não detalhados.

O trailer é ruim demais, mas a arte ficou ótima
© Square Enix

O jogo será lançado em 18 de fevereiro do ano que vem, para PlayStation 4, PS Vita e PC. Na plataforma de jogos digitais Steam já pode ser reservado por R$ 119,99.

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Obviamente estou sendo ufanista, mas Secret of Mana provavelmente é o melhor RPG de videogame dos anos 90, disputando o pódio a tapas com Chrono Trigger. Em terceiro lugar Final Fantasy VI, sem qualquer concorrência. Depois é só povoar o resto da lista com Breath of Fire, outros Final Fantasy e talvez até Phantasy Star IV.

40 dólares por um remake é mais uma daquelas insanidades da Square Enix, repetida em todos os Final Fantasy antigos que relançaram. Se esse novo SoM tiver um modo multiplayer online (o antigo era um dos únicos jogos de SNES que aproveitava o adaptador para mais de dois controles), valeria sem dúvida 20 dólares, nem reclamaria em comprar e obrigar meu filho a comprar uma cópia também.

Mas 120 reais em um jogo eletrônico linear é simplesmente inconcebível para o meu pão-durismo ferrenho. Acho que nesta década gastei tudo isso somente em Diablo 3, e apenas porque pode ser jogado repetidas vezes, com modalidade diferentes de jogo online e dificuldade crescente opcional.

Depois de um (longo) tempo vão reduzir alguns dólares, mas acho que ainda não vi o montante cair abaixo da dezena, no caso dos Final Fantasy. E olha que adoraria testar o remake do VI. Quem sabe lá por 2030.

Fonte: Videogamer

Site oficial: https://www.secretofmanagame.com/en-us/

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Mais um jogo de franquia inspirada no Studio Ghibli

Ni no Kuni II: Revenant Kingdom ganhou um novo trailer, com cenas de combate e animações. O quinto jogo da franquia é protagonizado pelo jovem rei Evan, em uma missão para recuperar seu trono roubado, e deve ser lançado em janeiro do ano que vem. Até o momento o título foi anunciado para Windows e PlayStation 4.


© Bandai Namco Entertainment

Enquanto o original Ni no Kuni: Dominion of the Dark Djinn foi desenvolvido em parceria com o Studio Ghibli, este novo conta apenas com artistas da empresa de animação, especificamente na área de design de personagem e trilha sonora.

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Só assisti a esse trailer acima, então é uma comparação meio torpe, mas a divulgação do primeiro Ni no Kuni causou um impacto bem maior. Provavelmente porque exploraram exaustivamente a parceria com o Studio Ghibli, enquanto agora a relação entre ambas empresas é tênue. Apesar de óbvia em pelo menos uma das cenas, quando a menina está carregando a espada em uma almofada.

Ficou a impressão de mais um RPG japonês genérico, usando uma dublagem constrangedora. É triste, mas começaram a divulgação com o pé errado.

Fonte: Videogamer

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Novidades de Secret World Legends têm data

Secret World Legends ganhou um roteiro de desenvolvimento atualizado, com novidades pelos próximos seis meses no mínimo. O MMORPG de horror moderno foi relançado no mês passado, agora com acesso gratuito e modificações no combate e nas habilidades. Alguns mapas antigos serão liberados nos próximos meses, e conteúdo inédito chega na sequência.


© Funcom

Ainda este mês a Transilvânia reaparece para os jogadores, com os mapas de Tóquio sendo nos dois meses seguintes, e a Torre Orochi fechando a história principal.

No final do ano e/ou início do próximo, estréiam: Dark Agartha, versão do mapa místico que conecta o mundo, desta vez com inimigos; um sistema para liderar uma equipe de agentes novatos da sua facção; e a continuação da trama do jogo, com um novo país disponível.

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Tenho a impressão que será a Itália, mais precisamente Veneza. Acho que há alguns anos mencionaram que seria o caso, mas posso estar confundindo com a presença do Conselho de Veneza em missões especiais.

Já temos os EUA, Inglaterra e Coreia do Sul como mapas para iniciantes, daí outras três cidades americanas, alguns mapas no Egito e outros na Transilvânia. Na sequência você iria para o Japão (nunca fui já que não comprei as atualizações na época) e empacava por lá aguardando mais conteúdo ou caçando itens em raids intermináveis.

Ou seja, América do Norte x2, Europa x2, Ásia x2, África x1. Caso não seja Veneza (Europa de novo?), torço por alguma cidade na América do Sul ou outra na África, de preferência África do Sul. Austrália e seus vizinhos também renderiam ótimas adições ao folclore de monstros do jogo.

Estou jogando SWL desde o final de semana anterior ao lançamento oficial, por ser usuário do jogo antigo. Entrei em um Cabal meio quieto/fraquinho (preciso trocar em breve), e estava refazendo toda a trama principal. Ela está bem idêntica ao que lembrava, o que me deu uma desanimada feia – mas esse anúncio de mais conteúdo e finalmente ter entendido melhor o funcionamento dos poderes me motivou a continuar.

Não tenho encontrado os mapas lotados como esperava, mas acho que isso é culpa da mudança na arquitetura de servidores, colocaram menos gente junta propositalmente. Nas duas vezes que utilizei a janela para realizar as missões de grupo consegui uma resposta rápida, e um resultado razoável, mesmo tendo feito um serviço medíocre como healer (estou providenciando equipamento adequado!).

Apesar de ser uma versão requentada de The Secret World, estou me divertindo quase tanto quanto da primeira vez que joguei – e os combates são bem menos frustrantes e muito mais rápidos.

Site oficial: https://secretworldlegends.com/

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O necromante chega com vários presentes

Diablo III vai ganhar sua nova classe Necromancer na terça-feira (27), anuncia a Blizzard, desenvolvedora do jogo. A novidade irá custar US$ 14,99 e integra o pacote Rise of the Necromancer, que também inclui um animal de estimação, asas, novos detalhes para a bandeira pessoal e uma moldura de retrato, dois espaços para personagens novos e para o baú da conta. No PC, PlayStation 4 e Xbox One.


© Blizzard

Na mesma ocasião o jogo recebe a atualização 2.6.0, inaugurando uma modalidade de competição em que os jogadores podem comparar o tempo que demoram para completar um mapa, e alguns cenários novos.

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15 dólares? Tinha certeza que seriam apenas 10, que por sinal é o valor que vou esperar chegarem antes de pensar em comprar. Depois de algumas centenas de níveis com o Witch Doctor não estou exatamente motivado a investir em outro invocador de monstros. Provavelmente irei de monge na próxima temporada.

Acho que essa corrida para limpar rifts vai ter uma má aceitação pela comunidade, que até hoje não foi contemplada com um PvP de verdade. Vai apenas cutucar a ferida. Provavelmente estão guardando a modalidade para algo grandioso, talvez o patch 3.0. Acho que justificam o atraso com questões de balanceamento de poder entre classes, que obviamente é muito desigual, mas contornável. Bastava criarem um PvP sem regras e outros restritos a personagens da mesma classe, ou de natureza semelhante (bárbaros vs. monges, etc).

Fonte: D3 Blog

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Os 7 melhores trailers da E3 2017

Dezenas de trailers de jogos inéditos ou com novidades sobre títulos já anunciados foram divulgados durante a E3 2017, realizada este mês. Confira abaixo alguns dos vídeos que se destacaram:

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E como eu estava de férias na semana passada, perdi a chance de rechear o período com o jogo mais interessante do dia; mas fica aí em cima o resumo de minhas preferências.

The Last Night tem um belo trailer, mas resta saber se merece o destaque que está recebendo (incluindo os holofotes do Xbox e da militância feminista). Jogo um bocado de RPGs com visual de 8 bits, e não consigo imaginá-los sendo tão dramáticos quanto esse.

The Evil Within 2 e Call of Cthulhu me deixaram com mais vontade de jogar Secret World Legends, que será lançado somente na próxima semana.

Wolfenstein e Detroit vem carregados de conteúdo político e meio que se complementam. No primeiro os inimigos são nazistas, no segundo os humanos são todos nazistas. Ótima mensagem!

Marvel’s Spider-Man é um deslumbre. Mas se reparar bem, dá a impressão que você está assistindo um cinematic e precisa apertar alguns botões de vez em quando para manter o filme rolando. Quanta liberdade de movimento você realmente tem? Me parece que apenas o movimento anterior ao primeiro combate, nas vigas, ficou ao gosto do freguês, no resto do tempo, é apenas um espectador.

Anthem é um simulador de Homem de Ferro + dinossauros no futuro. Visual caprichado, mas como jogo não se destaca de outros títulos de tiro futurista, me vindo à cabeça Halo e Crysis. Talvez a capacidade de voar seja o suficiente? Apesar de Tribes ter feito isso há um bom tempo? Faltou aquele toque especial da BioWare… talvez no próximo trailer.

Fonte: Basicamente canais dos produtores e distribuidores dos jogos no Youtube

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Feira de jogos antigos e outros não tão velhos

O site de jogos clássicos e (alguns) novos Gog.com lançou sua promoção de verão deste ano, com duas semanas de descontos. Serão 1500 títulos com preços reduzidos individualmente ou em pacotes, variando diariamente e por gênero. Ao adquirir seu primeiro jogo na oferta, o usuário ganha automaticamente uma cópia de Rebel Galaxy, simulador de combate entre naves espaciais, lançado em 2015.

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© Gog.com

Ao contrário de ofertas anteriores, em que cumprir “tarefas” na página rendiam pontos e liberavam mais jogos gratuitos, a promoção deste ano vem acompanhada de uma narrativa. Notícias são publicadas na página contando a história de um jogador em uma ilha misteriosa, com suas ações podendo ser decididas por votação e influenciando quais jogos entrarão em promoção na sequência.

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Comprei o RPG Shardlight e o jogo de saltitar em plataformas Trine Enchanted Edition por uns três dólares no total – já instalei os dois, mas o Rebel Galaxy provavelmente ficará para mais tarde. Tenho umas boas experiências com o arcaico Freelancer, acho que nos anos 90, mas desde então nunca mais experimentei com esse gênero. Quando cansar de ficar clicando em todos objetos na tela ou segurando setas de esquerda e direita, quem sabe.

Essa ideia de contar uma fábula junto com a promoção me lembrou de uma análise de mercado que ouvi há alguns meses. Aparentemente “millennials”, a geração com mais de 20 e pouco menos de 30 anos, aprecia produtos que possuam uma história – por exemplo, um chocolate cuja embalagem relate onde foi colhido o cacau orgânico, de que modo artesanal e não poluente ele foi preparado, em qual veículo elétrico ele foi transportado até a pequena loja onde está a venda. Se o Gog está com uma ideia parecida, isso pode indicar que pretendem expandir sua clientela – que eu saiba, apenas velhos compram tranqueiras nostálgicas por lá, e a chance de ganhar mais jogos fazendo bobeiras era muito mais atrativa que qualquer narrativa, especialmente para quem está preocupado em não desperdiçar dinheiro, ou seja, pessoal dos 30 aos 40. Será que essa gurizada terá interesse em nossas velharias?

Enquanto isso fico me segurando para não comprar o primeiro jogo da série de remakes de Ys. Está barato, mas tenho tantos outros RPGs comprados e nem sequer experimentados. Que praga.

Fonte: Gog.com

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Combate com mira e mini-jogos em Secret World Legends

Secret World Legends refez totalmente o combate em relação ao seu predecessor, The Secret World. A novidade é um dos carros-chefes na divulgação do jogo, que será lançado no dia 26 deste mês, gratuitamente. Além de uma “mira”, todos as armas e poderes foram refeitos, ganhando novas mecânicas individuais. Esses aspectos são detalhados no vídeo mais recente do título:


© Funcom

Um MMORPG de horror moderno, onde os jogadores controlam pessoas com superpoderes que enfrentam todo tipo de ser mitológico e lenda urbana, desvendando conspirações globais – essa é a premissa do jogo original, mantida na nova versão.

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Confesso que ainda estou apanhando para entender esse “reticle combat”. Pelo que pesquisei é simplesmente incluir uma mira que talvez trave em um alvo, ou mude de formato ao passar na frente de um alvo possível. Achei que o TSW já tinha isso, mas não confiarei em minha memória para afirmar tanto – se não tivesse desinstalado há meses era só verificar. Enfim.

Estou gostando das novidades até o momento, nada escandaloso ou que vá aumentar absurdamente a popularidade do jogo (exceto pela gratuidade, claro), mas ao menos parecem melhorias. O combate era uma aporrinhação, e duvido que tenha piorado, por mais que estejam criticando os novos mini-jogos de cada poder. Se forem tão ruins assim, se livram deles, simples.

Mas uma coisa que realmente teria melhorado a experiência seria um pouco de reação aos ataques. Um homem-peixe de dois metros e meio de altura te acerta com uma pata maior do que você próprio, e o personagem continua lá disparando tiros de espingarda a queima roupa, sem piscar. Acaba com a sensação de ameaça. Mas isso provavelmente deixaria o combate ainda mais lento, ao interromper as animações dos ataques especiais.

Fonte: Funcom

Site oficial: http://www.secretworldlegends.com/

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Jogue cartas ao invés de caçar monstros

Está em beta aberto o jogo de cartas digital Gwent, da CD Projekt Red. Criado originalmente como um mini jogo dentro de The Witcher 3: Wild Hunt, sua popularidade garantiu o desenvolvimento como um título próprio e gratuito, para PC, Xbox One e PlayStation 4.


© CD Projekt Red

Por enquanto Gwent permite apenas partidas contra adversários ou o computador, mas um modo de campanha deve ser incluído na versão final. A ideia é continuar expandindo com mais cartas e maneiras de jogar.

Para participar no PC é necessário ter uma conta no site de venda de jogos GOG, da própria CD Projekt RED.

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Estava inscrito no beta fechado de Gwent, mas esqueci completamente de jogar o treco. Após conferir o vídeo acima, entretanto, dei uma animada. Vou atualizar o treco e arriscar no final de semana, talvez recrutar minhas crias também. Não sou muito chegado em jogos de carta online, não tendo experimentado Magic the Gathering ou aquele da Blizzard (Hearthstone ou Heroes of the Storm, confundo), mas a ligação com Witcher me convenceu.

Por outro lado a CD Projekt Red não tinha feito algo assim há algum tempo, um moba ou outro sistema da moda baseado em Witcher também? Talvez um jogo de tabuleiro eletrônico, preciso pesquisar. Mas acho que o treco naufragou, apesar do peso da franquia.

Otimismo, otimismo! Vamos jogar antes de rogar pragas.

Fonte: Newsletter da Gwent

Site oficial: https://www.playgwent.com

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Destiny 2 enfrenta uma invasão

Novidades sobre Destiny 2, jogo de tiro multiplayer da Bungie, foram reveladas recentemente em um evento próprio para o título. A principal delas é que ele será distribuído para PC exclusivamente por meio da Battle.net, programa que antes agregava apenas jogos da Blizzard. Devido ao ambiente comum, Destiny 2 estará integrado às opções sociais da empresa, podendo interagir com pessoas jogando Diablo ou Overwatch, por exemplo.


© Bungie

A versão para PC não possui data oficial de lançamento ainda, mas deve estar disponível em setembro para PlayStation 4 e Xbox One.

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Nunca joguei Destiny, mas assisti um monte de trailers e amostras na época em que o Tyrion Lanninster dublava o drone pessoal do jogador. Parecia se passar em um futuro pós-apocalíptico avançado, com enormes estruturas abandonadas, um monte de robôs/alienígenas robóticos e muito espaço vazio. Dizem que melhorou muito depois de algumas atualizações.

Destiny 2, entretanto, parece Guerra nas Estrelas. Cidades coloridas e cheias de gente, naves espaciais e alienígenas mal-humorados com antenas ou chifres. E tanques, já de cara – com insinuações de naves espaciais, mais pra frente – além dos temas já vistos no primeiro jogo: magias para todo lado, variedade de armas e um assistente pessoal (coisa que a Bungie adora).

Gostei da variação, para falar a verdade. Acho bom dar uma chacoalhada nas expectativas do público, sem abandonar totalmente os temas da franquia. Mas pela rápida pesquisa que fiz, o pessoal não gostou da falta de novidades nas mecânicas.

Fonte: MMORPG.com

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