Author Archives: The Ragi

Batman traz o humor para a Liga da Justiça

A Liga da Justiça ganhou um novo trailer com mais cenas de ação, efeitos especiais, personagens secundários e vilões. O longa chega aos cinemas em novembro deste ano, com Gal Gadot, Ben Affleck, Henry Cavill, Jason Momoa, Ezra Miller e Ray Fisher como os super-heróis da DC Comics que vão abrir espaço para uma série de filmes solo nos próximos anos.


© Warner Bros

O vilão desta vez é Steppenwolf, um guerreiro do planeta alienígena Apokolips e subordinado de Darkseid, um dos principais antagonistas do Super-homem. As criaturas aladas são parademônios, soldados daquele mundo.

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Como eu mencionei em um grupo de discussão sobre cultura cyberpunk no Facebook, onde postaram esse trailer porque há um ciborgue no filme, não conseguiram sequer dois minutos de diálogo decente para enfiar nesse vídeo. Não dá para engolir um filme que trata o Batman como alvo de chacota do resto da Liga da Justiça – nem na época em que o grupo era uma série de comédia os roteiristas faziam isso.

Ainda faltam vários meses para o lançamento, portanto há muita oportunidade para consertarem o CGI fajuto que ocupa a maior parte das cenas de ação. Talvez até consigam mostrar um parademon como algo que não seja feito de sombras se mexendo rápido demais para ser focalizado. E talvez refaçam pelo menos a cabeça do ciborgue, que está um pouco bizarra demais. O resto de seu corpo, melhor nem perder tempo – já se decidiram pela rota Transformer.

“Eu sou rico”. Vão se ferrar.

Fonte: io9

Deixe plantas controlarem sua vida no Pathfinder

A Interjection Games está lançando seu primeiro grande manual para Pathfinder em anos, intitulado Ultimate Herbalism. O livro é compatível com esse sistema de RPG de mesa, e apresenta regras para três classes de personagem: Herbalist, Gourmend e Naturalist. O primeiro, já publicado individualmente há alguns anos, é uma espécie de mago cujos poderes dependem totalmente das plantas mágicas que pode colher todo dia; o segundo se especializa na produção culinária a partir destas mesmas plantas; e o terceiro é um combatente acompanhado por uma enorme planta carnívora.

Destaque demais para o Gourmend, considerando o tema...
© Interjection Games

Também estão disponíveis 12 archetypes para o herbalist e o naturalist, que incluem a possibilidade de substituir plantas por pedras, insetos ou fungos. O livro inclui 9 ambientes onde esses recursos mágicos diários podem ser encontrados, variando de acordo com o lugar onde o personagem se encontra, 9 ambientes ainda mais específicos que os principais, e 27 receitas para aproveitar as plantas que sobrarem.

A publicação é o primeiro resultado da campanha pelo Kickstarter para criar Strange Magic 2, livro da editora que irá agrupar ainda os sistemas mágicos Cartomancy e Onmyodo.

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E como patrocinador dessa campanha, recebi o livro sem custo adicional (além do que já paguei há alguns meses, acho que 25 dólares – argh). Minha filha jogou com uma herbalista por algum tempo, mas ao invés de explorar os efeitos das plantas ficava apenas atacando com seu arco e flecha. Me levou a traduzir várias das tabelas de consulta rápida, bem como ilustrá-las todas com fotos de plantas que realmente existem e outras que se assemelham às descrições – ficaram excelentes – mas quase não aproveitou.

Meu filho também já fez um Tinker que esquecia dos robôs, um Ethermancer que só usava dois ou três efeitos dos 12 que tinha, e um Edgeblade que nunca ativava seus poderes de sombra e luz. Apesar de ser um tremendo fã da editora, começo a acreditar que meus gostos por classes complexas e customizáveis talvez não seja espelhado por minhas crias…

Continuo meio convicto em voltar a jogar RPG somente quando o Interface Zero 2.0 for lançado, provavelmente ainda este ano, mas ficar mexendo em coisas de Pathfinder me anima mais do que esperava. Se realmente voltar a mestrar para meus filhos, acho que vou restringir a escolha de personagens a classes mais simples e voltadas para o combate. E reservar o material da Interjection Games para os vilões, já que os poderes malucos resultam em boas batalhas.

Fonte: Kickstarter

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Novo Fargo é sobre rivalidade entre irmãos

O canal americano FX lança no mês que vem a terceira temporada de Fargo, seriado dramático, cômico e policial inspirado pelo filme de mesmo nome. Desta vez os protagonistas são irmãos gêmeos interpretados por Ewan McGregor, que escalam sua rivalidade de pequenos crimes para assassinatos e envolvimento com mafiosos. Após duas temporadas ambientadas no século passado, a atual avança para o ano de 2010.


© MGM

Joel e Ethan Coen, criadores do filme, participam como produtores. O roteiro e direção ficaram novamente nas mãos de Noah Hawley, atualmente também ocupado com o seriado Legion, derivado da franquia X-Men.

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Pois é, assim como as duas temporadas anteriores, parece ótimo. Infelizmente não faço ideia, já que nunca assisti um episódio sequer – a distribuição é tão restrita que parece ter sido feito pela HBO, que também não libera nada para outros serviços de vídeo.

Não compro um DVD desde meu aniversário (edição especial de Blade Runner, com todas as versões comerciais lançadas mais um documentário enorme), mas se encontrar essa série em promoção, acho que não resistiria ao investimento.

É claro que ela seria lançada no Netflix na semana seguinte, mas talvez eu esteja sendo apenas pessimista. De novo.

Fonte: Deadline

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Novo jogo de tiro traz aranhas, fantasmas e bolhas telepáticas alienígenas

A Bethesda vai lançar seu novo jogo de ficção científica em maio, para PC, PlayStation 4 e Xbox One. Prey traz um protagonista em primeira pessoa armado para enfrentar alienígenas com poderes variados, como pode ser visto no vídeo promocional mais recente, logo abaixo.


© Bethesda

Apesar de ser um jogo de tiro, o título também parece contar com uma trama complexa, com conspirações e experimentos em seres humanos. Confira um trecho de Prey:


© Bethesda

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Mais um para a lista “parece interessante, mas só fico sabendo uma semana antes do lançamento”, apesar do prazo ser um pouco maior dessa vez. Os trailers velhos trazem alguns bons elementos conspiratórios, não muito óbvios acima, insinuando sem muita sutileza que o protagonista passou por um experimento ligado aos alienígenas.

Por falar nas criaturas, achei-as meio decepcionantes. Três variedades de sombras pretas se contorcendo e movendo-se rapidamente? Não vai ficar meio cansativo depois da primeira hora? Se eles ganham um pouco mais de variedade tanto em visual quanto em estratégia mais tarde, deviam deixar isso claro – ficou a impressão que será um longo desfile de gosmas pretas fantasmagóricas. Ectoplasma preto.

Mas o resto da qualidade gráfica está realmente impressionante, tanto nos cenários quanto nos objetos – a transformação das aranhas ficou ótima, apesar de meio imbecil.

Título rejeitado: Já não existe um jogo com esse nome?

Fonte: Videogamer.com

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Ghost in the Shell garante boas imagens

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell chega aos cinemas na semana que vem, e a divulgação do filme está publicando vários vídeos promocionais. Confira abaixo mais trechos da produção, bem como cenas dos bastidores e uma propaganda do próprio vilão da trama, Kuze.





© Paramount Pictures

Scarlett Johansson protagoniza essa versão americana da franquia Ghost in the Shell, também conhecida no Brasil como Fantasma do Futuro. Enquanto a trama original trazia uma equipe japonesa de agentes de segurança enfrentando terroristas e criminosos especializados em alta tecnologia, a adaptação mudou a nacionalidade da maioria dos personagens, transformando-os em uma equipe internacional.

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Não concordo ou me importo com as críticas sendo empilhadas contra o filme quanto a mudar a “raça” da protagonista, como deixei meio subentendido no parágrafo acima. Transformaram todo mundo, além de aparentemente terem incluído uma mulher (!) a mais na equipe, algo inédito nos animes e filmes – o manga ainda estou consumindo, lentamente, então não sei.

Mas uma pequena fala nos vídeos acima, especificamente do diretor que parece ter caído de algum caminhão antes de assumir esse emprego, confirma a minha impressão quanto ao filme: “juntamos várias cenas icônicas do anime e criamos uma narrativa ao redor delas”, resumindo.

Ou seja, vá assistir já esperando um belo espetáculo visual, algo deixado claro pelos trailers, mas sem muita coerência ou sentido. Mais ou menos como os primeiros filmes animados.

Fonte: Coming Soon

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Seriado de ficção científica ganha mais 13 episódios

O seriado The Expanse vai ganhar uma terceira temporada no canal americano Syfy. O programa é uma adaptação da série de livros de ficção científica de mesmo nome, já em seu sexto volume, e aparentemente inéditos no Brasil. A história se passa alguns séculos no futuro, e trata de uma conspiração ameaçando a Terra, a colônia em Marte e os habitantes de um cinturão de asteroides.


© Syfy

O protagonista é interpretado por Steven Strait, líder de um pequeno grupo de sobreviventes de um cargueiro espacial destruído em um ataque misterioso. São utilizados como propaganda pelos conspiradores que desejam iniciar uma guerra entre as três forças humanas, enquanto tentam desvendar a origem de uma perigosa arma biológica. Thomas Jane, nome mais conhecido do elenco, é responsável por outra linha narrativa da trama, que eventualmente cruza com a principal.

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Gostei muito da primeira temporada, disponível no Netflix. Assisti a coisa toda (10 episódios) em apenas dois finais de semana, algo que geralmente reservo às parcerias Marvel/Netflix. Enquanto The Expanse não tem o mesmo ritmo ágil e com poucas repetições que nem essas outras, conta com uma boa trama e alguns atores se divertindo muito em seus papéis, principalmente o detetive perdedor do Thomas Jane e o mecânico sociopata do Wes Chatham.

O protagonista não é tão forte quanto esses dois personagens, e, francamente, no material de divulgação parece que está quase dormindo ao falar sobre a série, mas não chega a atrapalhar. Os demais personagens não causam muita impressão, apesar do grande tempo que recebem em tela – a personagem da Shohreh Aghdashloo tem somente uma excelente sequência, quando manipula um casal de personagens, mas fora isso está deslocada demais do resto da trama – talvez cresçam mais na segunda temporada, atualmente sendo exibida.

Apesar de falar tão mal, ainda vou recomendar o programa. Não é como se tivéssemos muitas opções de ficção científica na TV, de qualquer jeito.

Fonte: Blastr

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Jogo veterano ganha novo visual em abril

Full Throttle é o próximo adventure clássico a ganhar uma versão para os tempos atuais. O jogo foi lançado originalmente pela LucasArts nos anos 90 e trazia um líder de gangue de motoqueiros como protagonista, em um futuro desértico e pós-apocalíptico. A mecânica do jogo é simples, basta clicar e arrastar objetos na tela para interagir com eles e dar continuidade à trama, resolvida principalmente por meio de animações.

Mad Max com humor
© Double Fine Productions

A versão para PC está em pré-venda no site Gog.com por R$ 22,39, e deve ser lançado no dia 18 de abril. De acordo com a divulgação do jogo, toda a arte foi recriada a mão em alta resolução, e o áudio remasterizado.

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Apesar de ter gasto várias horas clicando e assistindo outros clicarem, acho que nunca joguei Full Throttle. Se me lembro bem, acho que tínhamos apenas o demo, adquirido na época em que revistas de jogos existiam aos borbotões em bancas de revistas e sempre traziam CD-ROMs como brindes (sentiu-se velho agora?).

Ficamos empacados em um dos puzzles e por um tempo estávamos em dúvida se o treco estava corrompido ou simplesmente não sabíamos resolver. Depois de alguns dias, ou meses, acho que passamos pela cena e descobrimos que o demo acabava poucos segundos depois. Extremamente divertido, apesar das dificuldades!

Vou comprar esse remake, mas não imediatamente. Se há uma coisa que descobri acompanhando o GOG por alguns anos, é que eventualmente todo jogo na minha lista de desejos acaba sendo vendido com 80% de desconto, nem que seja por um dia apenas. Enquanto isso vou apenas esperar, e ir jogando os outros vinte títulos que comprei nessas mesmas condições.

Fonte: Gog.com

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Necromancer chega (provavelmente) a Diablo III ainda em 2017

A Blizzard divulgou imagens animadas dos novos poderes e a versão feminina do Necromancer para Diablo III. A classe mais popular de Diablo II ainda não reaproveitada na continuação deve ser lançada no segundo semestre desse ano. Ele virá acompanhado de um animal de estimação, asas de enfeite, dois espaços extras de personagem e de baú, além de novas decorações para a bandeira do jogador, tudo em um “pacote de conteúdo” à venda por um preço ainda não anunciado.


© Blizzard

Para aplacar a possível fúria dos consumidores que já adquiriram o jogo e uma expansão, ao mesmo tempo será lançado material gratuito, que inclui novos mapas e zonas de desafio, onde há um tempo limite para matar um determinado número de chefes.

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Comprei a expansão Reaper of Souls no natal de 2016 e participei da temporada que acabou recentemente, cumprindo o pacote básico de desafios. Me diverti razoavelmente usando o personagem novo (não o suficiente para me lembrar o nome da classe), mas fiquei impressionando com a falta de jogadores. Apesar de todo o movimento nos fóruns e comentários nos blogs da Blizzard, parece que a maioria dos usuários passa seu tempo reclamando da empresa ao invés de jogar, ou se escondem nos níveis mais altos de dificuldade, aos quais acabei nem tentando chegar perto.

Meio trágico ver jogos bons fracassando na integração da comunidade entre novatos e veteranos. Outro exemplo é The Secret World, da Funcom: você só encontra gente na primeira cidade, obrigatória, e depois nas raids de extrema dificuldade que exigem equipamento de alto nível; no meio do caminho está tudo vazio e abandonado.

Path of Exile, que recomecei a jogar há duas semanas, aproveitando sua própria “temporada” nova, parece estar bem melhor nesse critério. Cheio de grupos e jogadores em todos os níveis e para todos os mapas. Se ao menos eu conseguisse jogar mais de 1 hora e meia nos finais de semana, talvez até conseguisse me divertir.

Fonte: Diablo III blog

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Novo filme do criador de Shaun of the Dead

Edgar Wright escreve e dirige o filme Em Ritmo de Fuga, sobre um piloto de fugas no mundo criminoso, mas que trabalha sempre ouvindo música. O novato Ansel Elgort, da franquia Divergente, protagoniza ao lado de Kevin Spacey, Jamie Foxx, Jon Bernthal e Jon Hamm, além do baixista Flea da banda Red Hot Chili Peppers. Lançamento em agosto.


© Sony Pictures

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Meio chocante o contraste entre os dois trailers, não? O primeiro parece um filme policial dramático e sério, enquanto o internacional é obviamente uma comédia de ação com boas cenas de perseguição. É interessante acompanhar a evolução do Edgar Wright, dirigindo atores cada vez mais conhecidos e de qualidade, em material cada vez mais complexo. Nem parece que fazem quatro anos desde que lançou seu fraquinho Heróis de Ressaca.

Ainda não tenho certeza se é um filme propriamente dito ou uma paródia de Drive, do Nicolas Winding Refn – a sinopse é quase idêntica, e o título então.

Fonte: Slash Film

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Jogadores de Starfinder serão oficialmente organizados

A editora de jogos Paizo anunciou que irá lançar o programa Starfinder Society Organized Play em agosto, durante a convenção Gen Con. A iniciativa ajuda jogadores do novo RPG de mesa Starfinder a encontrar grupos casuais em lojas de hobbies e outros espaços públicos. Graças a um manual específico de regras, ainda mais restritas que no próprio jogo regular, qualquer pessoa pertencente ao programa pode sentar em uma mesa e começar a jogar imediatamente.

Explorando o espaço, uma vez por mês
© Paizo

Starfinder é uma variação do popular RPG de mesa Pathfinder, levando os elementos clássicos de fantasia para o futuro e o espaço. Goblins dividem espaço com alienígenas e magos disparam bolas de fogo a partir de naves espaciais. O Organized Play terá início com três cenários (aventuras que duram cerca de quatro horas), um pacote de missões (ainda mais curtas) e um especial para os personagens prontos, chamados pela empresa de icônicos, representantes de cada classe. A partir daí vão publicar um cenário novo por mês.

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Nunca me aprofundei no Pathfinder Society Organized Play (apesar de ter comprado e mestrado vários cenários de modo não-oficial) devido às restrições enormes que aplicam, cortando até material dos próprios livros básicos. Como usuário e fã de material compatível, me sentia sufocado com as opções diminuídas – apenas 40 classes oficiais, sendo que tenho mais de 100 não oficiais.

No momento continuo direcionando meus esforços em RPG para o Interface Zero 2.0, produto compatível com Pathfinder mas ambientado em um futuro cyberpunk, sem magia. Os criadores do material já afirmaram que vão lançar adaptações para deixá-lo compatível com Starfinder também, mas imagino que as diferenças vão se resumir a naves espaciais e alguns armas alienígenas, estas últimas bem raras em conteúdo cyberpunk.

Infelizmente estão bem atrasados na produção, e não duvido que irão acabar lançando seu manual básico após Starfinder, o que talvez ofusque um bocado a iniciativa. Muitas empresas estão planejando material compatível para o jogo novo (se não se mudaram completamente para D&D), e vão acabar sendo mais uma opção entre dezenas. Até o momento apenas um produto compatível está disponível até agora, Starjammer, e mantém uma boa posição no ranking de vendas.

Vou comprar o Starfinder, claro, mas só me verei obrigado a jogá-lo se o IZ 2.0 atrasar além de agosto. Espero que não – nada contra a Paizo, obviamente, mas prefiro Blade Runner a Star Wars.

Fonte: Paizo

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