Monthly Archives: October 2018

Detetive de serial killers ganha quarto volume

A editora Gutenberg Brasil lança este mês O Último Suspiro, de Robert Bryndza. O romance policial é o quarto da franquia Erika Foster, sobre uma detetive policial inglesa investigando assassinos em série. São 304 páginas em formato 23 x 16 cm, pelo preço sugerido de R$ 44,90. Os três livros anteriores estão disponíveis pela mesma editora, e agora faltam dois para alcançar a publicação mais recente.

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© Editora Gutenberg

Na sinopse da editora para o livro consta: “Jogadas em um local semelhante, as duas mulheres têm feridas idênticas e uma incisão fatal na artéria femoral. Procurando suas vítimas nas redes sociais a partir de um perfil falso, o assassino ataca jovens bonitas escolhidas aleatoriamente. Então, uma outra garota é sequestrada… Erika e sua equipe têm que chegar antes que ela se torne a próxima vítima. Mas como a Detetive Foster pegará um assassino que parece não existir?”.

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Pelo que pude comparar, a Gutenberg está aproveitando as mesmas capas da editora britânica que lançou a franquia, sempre uma imagem parcial de um rosto feminino com um filtro azul-esverdeado. Tinha a impressão que as capas eram modificadas em cada país para agradar o público local, ou apenas para economizar na compra de direitos de uso. Talvez tenham conseguido um bom acordo?

Gosto de ficção policial, mas a gigantesca oferta de autores me deixa deslumbrado. Não conheço 1% da safra recente, e quando fico sabendo do lançamento de algum livro, geralmente já está na metade da franquia. Pelo menos quanto a filmes tento me manter um pouco mais atualizado…

Por outro lado estou ampliando meu acervo de ficção policial clássica, em formato de áudio. Em vez de pegar apenas antigos livros de fantasia e ficção científica no Librivox (site de audiolivros gratuitos, lidos por voluntários com variado nível de qualidade), comecei a selecionar algumas velharias na seção “crime fiction” também. Tenho mais dois sci-fi para concluir, daí a primeira coletânea de Arsene Lupin e um tal de Ms. Leavenworth, aparentemente escrito por uma das primeiras autoras americanas do gênero policial.

Fonte: Pré-vendas da Saraiva (corra antes que fechem!)

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Um bêbado, uma médium e uma fantasma

Nicolas Cage interpreta outro motorista com uma conexão sobrenatural em Between Worlds. Desta vez ele é um caminhoneiro ajudando uma médium (Franka Potente) a reconectar o corpo e a alma da filha dela em coma. Infelizmente para os envolvidos, a falecida esposa de Cage aproveita a oportunidade para voltar ao mundo dos vivos. Sem previsão de lançamento oficial.


© Saban Films

Maria Pulera é a diretora, roteirista e produtora. Esta é a sua segunda empreitada, já tendo dirigido um suspense com Rosanna Arquette em 2016. De acordo com o Internet Movie Database, Between Worlds foi filmado na Espanha.

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Para quem está pensando na referência no início do post, além de ter sido o Motoqueiro Fantasma duas vezes (isso conta como “motorista”?), Cage também protagonizou Fúria Sobre Rodas em 2011, com Amber Heard e William Fichtner, como um motorista que volta dos mortos em busca de vingança.

O trailer até que é bem editado, mas demoram um bocado para estabelecer que é um filme de fantasma. E a semelhança entre as personagens não ajuda muito na hora de criar tensão, acho que podiam ter deixado a esposa dele morena, para ajudar a diferenciar.

A interpretação do Cage lembrou Despedida em Las Vegas, de meros 23 anos atrás. Faltou uma garrafa de bebida constantemente caindo de sua mão e cambalear um pouco mais.

Fonte: IMDb

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Psiônicos para Starfinder dá um pequeno passo adiante

Psionics Guide, manual compatível com o RPG de mesa Starfinder, teve seu conteúdo de teste aberto atualizado esta semana. O Aegis, uma das quatro classes em desenvolvimento, passou por várias mudanças, deixando-a mais adequada às regras do jogo e substituindo várias vantagens passivas por poderes que precisam ser ativados, além de esclarecer alguns pontos inconsistentes.

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© Dreamscarred Press

De acordo com o designer responsável, Doug Haworth, praticamente todos os aspectos da classe passaram por revisões, com vários poderes ficando mais balanceados e a adição de mais “coisas legais”. O Aegis está disponível dentro do primeiro documento de testes do livro, Signal Confirmed. Ele pode ser conferido a partir da página 33 no seguinte link: https://docs.google.com/document/d/1DmcJzCs8dzoFJC1CTOjnXJsLyyw2E0yMSJE6118zVbM/edit

Uma campanha de arrecadação de fundos no site Kickstarter garantiu a produção do Psionics Guide. Ele estava inicialmente previsto para novembro deste ano, mas devido ao valor de mais de US$ 30 mil arrecadados (de US$ 5 mil originalmente solicitados), o conteúdo foi expandido e não há mais uma data de lançamento.

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Sou um dos participantes do Kickstarter, tendo contribuído com uma mordida de 15 dólares, o que me garante o Psionics Guide, um bestiário, um livro de naves espaciais e acredito que um livro coletando toda a arte que vão encomendar.

O playtest está bem devagar, com o quarto documento de testes, o que introduziria o Psion, atrasado há mais de um mês. Imagino que alguma tragédia pessoal tenha acometido os funcionários da Dreamscarred Press, já que volta e meia alguém lá pega uma doença séria ou tem a casa destruída pelo clima do hemisfério norte. Pessoal azarado.

Aproveitando um arroubo de voluntariado, ou talvez algum feriado prolongado, dei uma revisada monstruosa no Aegis e publiquei meus comentários no fórum do site Giant in the Playground. Agradeceram as contribuições, como de praxe, mas não é que várias coisinhas que reclamei foram remediadas? Claro que uma espécie de revisor profissional também deu uma analisada ainda mais brutal no Aegis e em todo o conteúdo do teste algumas semanas após meu trabalho, encontrando três ou quatro vezes mais picuinhas. Mas, pelo menos, meu nome ainda apareceu nos agradecimentos!

Vou aproveitar o feriado da semana que vem e destrinchar novamente esse Aegis. Fiz um NPC usando a versão anterior, e o principal problema encontrado era a falta de personalidade da classe. Não consegui enfatizar qualquer poder dele que fosse algo único ou chamativo, e creio que meus jogadores sequer perceberam que estavam enfrentando um personagem psiônico não-oficial. Espero que o designer tenha encontrado uma voz para esse controlador de um ectoplasma que se transforma em uma armadura.

Fonte: Fóruns do GitP

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Liam Neeson volta ao gelo, mas sem lobos

Cold Pursuit deve ser o último filme de ação na carreira de Liam Neeson. O longa, que teve seu trailer divulgado esta semana, coloca o astro como um removedor de neve que se torna um assassino vingativo. Acompanham-no nesta derradeira empreitada Laura Dern, como sua esposa, e William Forsythe, como um criminoso que o guia no mal caminho. Lançamento em fevereiro do ano que vem, nos EUA.


© Lionsgate

O roteiro é do estreante Frank Baldwin, que, segundo o Internet Movie Database, está trabalhando também na versão televisiva de Os Selvagens da Noite. A direção é do norueguês Hans Petter Moland, que curiosamente dirigiu a versão original do longa: O Cidadão do Ano.

Protagonizado por Stellan Skarsgard (Thor, Os Vingadores), O Cidadão do Ano se passa na Noruega e foi lançado em 2014, aparentemente sendo ainda mais cômico que a versão canadense.

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Ia abrir meu comentário ironizando a presença do Neeson em mais um filme de ação violento, após notícias de sua aposentadoria do gênero, mas segundo a trivia do IMDb, esse é realmente o último, de acordo com o próprio astro. É uma interessante mistura de suspense, crime e, mais ironia que humor, parece.

Podiam ter deixado o treco como uma comédia de ação. O mais perto que vimos o Neeson em papeis cômicos foi em Star Wars e dublando animações. O sujeito é ótimo como o protagonista durão, mas aposto que pode ser hilário também, sem precisar mudar muito seu jeito de atuar.

Por enquanto está bom, quero ver mais.

Fonte: Canal da Lionsgate no Youtube

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Netflix investe em filme sobre monstros não-visíveis

Sandra Bullock continua a investir em ficção científica ao protagonizar Caixa de Pássaros, drama pós-apocalíptico sobre monstros que causam suicídios ao serem vistos. Ela é acompanhada por Sarah Paulson (História de Horror Americana), Rosa Salazar (Alita: Anjo de Combate) e John Malkovich. O longa chega aos cinemas americanos em dezembro, e também será distribuído pelo serviço de streaming Netflix, para assinantes.


© Netflix

A direção é de Susanne Bier (O Gerente da Noite) e o roteiro de Eric Heisserer (A Chegada). O filme é uma adaptação do livro Caixa de Pássaros, escrito por Josh Malerman e disponível no Brasil pela editora Intrínseca.

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Lembro quando um filme não ser lançado nos cinemas era um sinal de vergonha, que o treco era tão ruim que não valia a pena gastar dinheiro nesse tipo de distribuição; o jeito era vender em VHS e para qualquer emissora de televisão que tivesse um trocado sobrando.

Daí inventaram o video on-demand, quando você paga para assistir a um filme na sua televisão (serviços de assinatura a cabo usam isso o tempo todo), e até recentemente, ao menos nos EUA, você podia pagar uma pequena fábula para assisti-lo antes do lançamento nos cinemas.

Agora, o Netflix está comprando e distribuindo produções grandes, com elencos milionários. Chegaram ao ponto de desenvolverem conteúdo próprio até, contratando nomes que frequentam a lista de arrasa quarteirões, como Will Smith e Adam Sandler.

Como sou das antigas, fiquei um pouco decepcionado ao verificar que o Netflix ia distribuir o Caixa de Pássaros (a presença nos cinemas é apenas para concorrer a prêmios), imediatamente associando-o ao lançamento direto em vídeo. Mas parece que estão quebrando esse paradigma, lentamente.

Não saiu há pouco tempo um filme pós-apocalíptico sobre monstros em que os personagens não podiam fazer qualquer barulho? Nesse não devem enxergá-los… a evolução natural é o longa em que ninguém pode respirar ou acaba morto. Mas quando chegarem ao paladar, estou fora.

Fonte: IMDb

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Editora cria um novo gunslinger para Pathfinder

A Interjection Games lançou esta semana The Triggerman, classe compatível com a primeira edição do RPG de mesa Pathfinder. O personagem aproveita as armas de fogo medievais já disponíveis no jogo, mas combina-as com o sistema Momentum da editora. São 33 páginas em formato digital, pelo preço sugerido de US$ 5,99.

Sargento Mins nunca poderia imaginar que ilustraria um livro de RPG
© Interjection Games

Neste sistema, cada poder da classe possui um valor de “pontos de foco”. Alguns deles geram pontos, outros custam pontos e alguns até não mexem no total, mas necessitam que eles estejam em uma determinada quantia. Ou seja, o personagem pode alternar entre poderes que ganham e gastam pontos, ou tentar acumular (até um máximo de 4) e gastá-los todos em um ataque mais poderoso. E no caso desta classe, sempre que ela gasta 2 pontos de foco ou mais, ela também ganha pontos de Moxie, um sistema secundário que modifica seus poderes principais.

O Triggerman é a terceira classe a utilizar o Momentum, precedido pelo Master of Forms, um lutador marcial com poderes elementais, e o Assassin, cujo nome já é bem explicativo.

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As classes Momentum da Interjection Games estão entre suas melhores criações no quesito flexibilidade de jogo. Você definitivamente precisa dar uma planejada nos seus combos, mas a quantidade inacreditável de combinações entre eles praticamente deixa impossível encontrar dois personagens parecidos.

Criações complexas são uma marca registrada da editora (além de seu humor e preocupação com equilíbrio de poder entre classes), mas para o jogador de Pathfinder isso não é nada inesperado. E para quem gosta de personagens menos engessados, o catálogo dela é vasto e cheio de opções.

Infelizmente larguei do Pathfinder 1 desde que Starfinder foi lançado, e não pretendo retornar tão cedo, se algum dia. Comprei esse personagem por meio do Patreon da Interjection Games, com um pequeno desconto, mas será a última aquisição que faço para esse sistema. Ela não vai produzir material para Starfinder, mas deve começar a adaptar seu catálogo para Pathfinder 2, quando o lançamento oficial estiver próximo. Daí devo voltar a ser seu cliente, mas, por enquanto, esse é o fim.

Fonte: Lista de e-mails da Interjection Games

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Horror lovecraftiano a tempo para o dia das bruxas

Call of Cthulhu, a mais recente adaptação de H. P. Lovecraft para o mercado de videogames chega no dia 30 de outubro, para PlayStation, Xbox One e PC. Os jogadores controlam Edward Pierce, um detetive particular na década de 1920, que se envolve com horrores de além do tempo enquanto investiga a morte de uma família na Ilha Darkwater, costa leste dos EUA.


© Focus Home Interactive

Criado para um único jogador, o jogo tem ponto de vista em primeira pessoa, favorecendo a furtividade e exploração. Foi desenvolvido no Unreal Engine 4, pela empresa Cyanide Studio (Of Orcs and Men) e será distribuído pela Focus Home Interactive (The Technomancer).

O preço sugerido no Steam é de R$ 98,91.

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Lembro do primeiro teaser, há alguns anos. Capricharam no visual, principalmente dos ambientes, com texturas viscosas e grosseiras nas paredes e objetos, iluminação sinistra, ótimo uso de cores, e bastante névoa estratégica. Os personagens não são particularmente realistas, mas parece que não era esse o foco.

Apesar do título sugestivo, o jogo pouco parece ter a ver com o conto original, O Chamado de Cthulhu, sendo mais uma adaptação do RPG de mesa criado pela Chaosium, que utiliza o nome apesar de aproveitar quase todas as outras criações de Lovecraft. O gigantesco homem-polvo com asas de morcego é simplesmente o melhor garoto-propaganda da franquia, apesar de ser uma das ameaças menores (mesmo com esse tamanho todo), em comparação aos demais Grandes Antigos.

Acho que tenho alguns adventures arcaicos baseados na obra do Lovecraft, talvez dê uma nova olhada na possibilidade de instalá-los.

Fonte: IGDb

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Rosto de Nicole Kidman viaja pelo tempo em filme

Destroyer é um drama policial que deve ganhar vários prêmios de melhor maquiagem no ano que vem. Ele é protagonizado por Nicole Kidman em diferentes fases de sua vida, desde uma novata infiltrada em uma gangue a uma detetive brutal e quase aposentada. Lançamento previsto para dezembro, nos EUA.


© Annapurna Pictures

Ela é acompanhada por Tatiana Maslany (intérprete de mais de uma dúzia de personagens na série Orphan Black), Sebastian Stan (Capitão América) e Bradley Whitford (Corra!). A direção é de Karyn Kusama e o roteiro de Phil Hay e Matt Manfredi. Os três trabalharam juntos antes, nestas mesmas funções, em Æon Flux.

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Depois disso Kusama trabalhou principalmente na televisão, enquanto os roteiristas passearam entre filmes de ação e comédias de ação. Parece que Destroyer é uma espécie de ponto culminante na parceria do trio, resultado de tudo que acumularam desde a bizarrice e prejuízo milionário de Aeon Flux.

Fiquei meio consternado com o visual idoso de Kidman – será apenas maquiagem, ou aquele temível uso de efeitos especiais que tem atrapalhado tantos filmes recentemente? A transformação da atriz é inegável, e o modo como consegue atuar, ainda que restrita a expressões raivosas, com toda essa massa no rosto, é admirável. Não duvido que a produção seja indicada ao Oscar, talvez até ganhe.

E dando crédito ao responsável, o IMDb lista Bill Corso como designer de maquiagem do longa. Fuçando em sua ficha descobri que é o maquiador preferido do Harrison Ford, acompanhando-o em vários filmes; idem para Jim Carrey, tendo inclusive ganhado um Oscar pelo trabalho em Desventuras em Série, a versão cinematográfica de 2004.

Parece bacana, pelo menos nessa dosagem curta. Se o trabalho se sustenta por duas horas, só aguardando para ver.

Fonte: IMDb

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Cartas de Witcher oficialmente no seu computador

A CD Projekt Red lança na semana que vem, dia 23 de outubro, a versão oficial de Gwent, seu jogo de cartas baseado na franquia The Witcher. O título está em testes abertos desde o ano passado e continuará sendo gratuito, com venda de objetos que rendem novas cartas. Disponível inicialmente para Windows (PC) e a partir de dezembro para PlayStation 4 e Xbox One.


© CD Projekt Red

Em Gwent duas pessoas se enfrentam, em turnos, utilizando baralhos inspirados em diferentes facções dos jogos e livros de The Witcher. Cada partida tem três rodadas, e ganha quem tiver mais pontos no final de ao menos duas rodadas, que se encerram quando os dois oponentes ficam sem cartas ou passam para a próxima rodada.

Na mesma data será lançado Thronebreaker: The Witcher Tales, uma versão para um único jogador utilizando o mesmo sistema de cartas. Este, no entanto, será pago.

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Como deixei passar isso quando divulguei o Thronebreaker? Lançamento oficial após 1 ano e meio de testes e torneios. Estava procurando um detalhamento de que novidades foram reservadas para a versão nova, mas a divulgação de ambos os jogos está tão misturada que desanimei.

Bom, se você gostou do trailer acima ou já jogou alguns dos ótimos títulos da franquia Witcher, o que você tem a perder? Gwent é gratuito e irá mantê-lo entretido por algumas horas ou meses. Sem falar em toda a belíssima arte ilustrando os cartões e a interação limitada com pessoas mais ou menos no mesmo nível de competência que você. Se tivesse um pouquinho mais de tempo livre, até instalaria de novo; mas já experimentei o bastante e sei que não é a minha praia.

Fonte: IGDb

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Arquivo de Alienígenas chega com equipamentos, tabelas e magias

Está disponível a partir de hoje (17) Alien Archive 2, novo manual para o RPG de mesa Starfinder, introduzindo mais de uma centena de novos alienígenas, robôs e animais no jogo. Cada criatura ocupa duas páginas com estatísticas para combate, informações sobre sua natureza e habitat, e, muitas vezes, novos equipamentos. A publicação tem 164 páginas e preço sugerido de US$ 39,99 pela edição impressa e US$ 9,99 pela versão digital.

Não dá vontade de jogar como um desses??
© Paizo

Alien Archive 2 também traz 16 novas raças que podem ser utilizadas por jogadores ao fazer personagens, a magia Polymorph e variantes, com regras para modificar o corpo de uma criatura por meios mágicos, e duas façanhas novas – uma para usuários de Polymorph e outra que permite adotar uma espécie de animal companheiro.

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E a primeira raça nova é o Uplifted Bear, simplesmente um urso que teve sua consciência desenvolvida e partes de sua anatomia adaptadas para lidar com ferramentas e equipamentos. Pela descrição existem animais de todo tipo nessa categoria, mas os ursos são os mais comuns. Por que? Pergunte ao Gap, evento cósmico que apagou a memória de todo o universo uns 300 anos antes do início do jogo.

Também finalmente incluíram uma tabela de peso, altura e idade para todas as raças alienígenas publicadas nos manuais, algo extremamente útil quando bolando uma história para seu personagem, e para questões mecânicas, como armadilhas sensíveis a peso. Os skittermanders infelizmente parecem durar até 100 anos, o que contradiz uma espécie de flashforward que utilizei há duas sessões: a personagem de minha filha teve uma visão de si mesma extremamente idosa, em um talk show para centenas de milhares de espectadores; ao ser apresentada, o anfitrião a chama de “skittermander mais idosa viva, com 23 anos de idade” ou algo assim. Foi um momento hilário e um pouco desesperador, quando ela tomou consciência de quão pouco a personagem viveria, por mais que tenham sucesso em salvar o universo. Infelizmente, a única raça que morre jovem no jogo são os formians, homens-formigas que duram no máximo 25 anos.

Já o Squox, o primeiro pet com mecânicas de animal companheiro me parece um sério investimento para pouco benefício. É o tipo de coisa para ser adquirido se você não se preocupa em planejar demais suas façanhas, e se tem um espaço vazio na sua armadura para incluir um bolso para o bicho. E não vi nada sobre ele evoluir com o dono, o que reduz ainda mais sua eficácia. Pelo menos é barato, 100 créditos pelo filhote, e 400 pelo adulto.

Fonte: Paizo

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