Monthly Archives: September 2018

Novo Witcher parece feito de sobras de outros jogos

A CD Projekt Red vai lançar em outubro Thronebreaker: The Witcher Tales, uma espécie de expansão de seu jogo de cartas online Gwent. O título combina exploração em um ponto de vista isométrico com uma mecânica de combate usando baralhos, mas tudo para single player. A trama é protagonizada por Meve, rainha de Lyria e Rivia, se preparando para uma invasão do império Nilfgaard.


© CD Projekt Red

O preço sugerido é de R$ 99,99, e inclui a história em quadrinhos Fox Children, publicada pela Dark Horse Comics, download da trilha sonora e conteúdo que pode ser utilizado em Gwent, além de novas cartas.

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Gwent era bem divertido, mas como eu só perdia de qualquer pessoa, acabei enjoando. Não dediquei muito esforço em melhorar, seja pensando em estratégias ou procurando guias online, então fiquei empacado – mas não me arrependo das poucas horas gastas no jogo.

Por esse motivo Gwent saiu do meu campo de percepção, basicamente ignorando atualizações, lançamentos e, se não me engano, até mesmo campeonatos com prêmio em dinheiro, os tais e-sports. Não faço ideia como o treco está hoje em dia.

Quando vi as primeiras imagens de TB:WT, achei que tinham feito um “diabloclone” usando Witcher, o que seria enlouquecedor. Mas analisando direito a coisa, me parece ser a versão single player de Gwent, prometida quando foi lançado esse duelo de baralhos da CD Projekt (o que talvez já exista agora no jogo original – como eu disse, desconheço). Muito peculiar.

Não estou totalmente desinteressado, mas me parece meio tarde, deslocado e caro demais.

Fonte: Newsletter da Gog

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Mais amigável com novatos, Mega Man chega ao 11º jogo

Mega Man 11 será lançado nesta terça-feira (02) para Windows, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch, trazendo o protagonista azul mais uma vez derrotando outros robôs e coletando seus poderes. O título é desenvolvido e distribuído pela Capcom, estando disponível somente na modalidade single player, com preço sugerido de R$ 69,99 no Steam.


© Capcom

Nesta edição, Mega Man ganha a opção de sacrificar sua energia em troca de ativar o “Double Gear System”, capaz de desacelerar a passagem do tempo ou disparar ataques mais poderosos. Quando está prestes a ser destruído, o robô ganha um golpe especial que o deixa temporariamente enfraquecido.

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Deram um limit break para o Mega Man? E tinha certeza que o nome dele era Megaman, sempre foi dividido em dois?

Acho que o tal ataque mais poderoso, que parece ser ativado ao segurar o botão de ataque, é algo que já vi antes – talvez na franquia futurista Mega Man X. De resto parece mais do mesmo, o que é muito bom. Os jogos sempre foram difíceis e divertidos em iguais medidas, com o jogador sendo obrigado a pensar estrategicamente sobre como avançar pelas fases/chefes. Em alguns pontos você só conseguia prosseguir se tivesse os poderes certos (parece Metroid, nesse aspecto), ou com uma habilidade ridícula no controle.

Introduzindo o slow-motion, qualquer novato vai conseguir passar pelos pontos mais críticos das fases, e parece que funciona em chefes também. É um pouco de trapaça, e um pouco de necessidade de acomodar a nova geração de jogadores, que nunca cultivou o hábito de urrar de ódio ao fracassar em um obstáculo pela décima vez.

Fonte: IGDb

Site oficial: megaman.capcom.com/mm11.html

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Mais um filme e shows saudosistas de Macross

Macross Delta, encarnação mais recente da franquia sobre música e jatos que viram robôs gigantes vai ganhar um novo filme. Após uma série de 26 episódios e um longa resumindo esta saga, a nova produção deve contar uma história inédita. Outros detalhes ainda não foram divulgados.

Se não deixar a Freyja e a Ranka bem longe, fica óbvio ser a mesma personagem
© Bandai Visual

Durante o mesmo evento foram anunciados dois shows em 2019, reunindo os vocalistas que protagonizaram séries de Macross desde 1984, vistos reunidos na imagem acima.

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Delta faz mais referências aos seus antecessores do que Frontier, o outro Macross que acompanhei em tempo real (nunca vi o 7!), mas nada semelhante com o que vemos nesta compilação acima. Acredito que sequer seria possível, considerando a diferença cronológica entre cada série, ou mesmo a distância em que algumas histórias se passam.

Lembro também de alguns OVAs de Macross sobre uma disputa entre dois pilotos e um jato pilotado por uma inteligência artificial, que parecem ter ficado de fora – ou não tinham cantoria, ou não fazem parte do universo, já que saíram somente em vídeo e não na televisão.

Não tenho muito interesse em assistir a um show desses, mas gostaria de ver um especial misturando os personagens, seja de forma oficial com metade deles bem idosos, ou como um delírio extra temporal, enfrentando uma nova raça alienígena capaz de viajar pelo tempo e espaço (e cuja fraqueza é a música, obviamente).

Fonte: Anime News Network

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Novo Demolidor promete mais violência e menos uniforme

A terceira temporada do Demolidor chega ao Netflix no dia 19 de outubro, informa o serviço de streaming de vídeo. Um trailer foi divulgado com o protagonista, interpretado por Charlie Cox, monologando sobre seu trabalho como vigilante e insinuando que o vilão será novamente o Rei do Crime, papel de Vincent D’Onofrio.


© Netflix

Demolidor é a primeira série da parceria Marvel e Netflix, expandida com Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro e Os Defensores, sendo esta última uma reunião de todos os personagens.

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Parece que se arrependeram do uniforme de super-herói. E realmente o visual original em seus primeiros episódios é a versão mais interessante que conseguiram produzir.

Terminei de assistir à segunda temporada de Punho de Ferro (segunda vez que digito Pinho de Ferro, meu subconsciente está querendo me dizer algo) neste final de semana. Deram um destaque gigantesco ao elenco feminino, ao mesmo tempo encolhendo a importância e competência dos personagens masculinos, o que deve ter garantido elogios à produção, anteriormente marcada por críticas devido ao seu protagonista masculino, caucasiano e apropriador cultural de artes marciais asiáticas. Pois é.

Apesar disso o roteiro enxuto ficou melhor que o da primeira temporada, com menos tangentes inúteis (mas ainda têm várias), motivações mais claras (exceto a do vilão), e razoavelmente mais divertido. Vou evitar entregar a reviravolta final, que não chega a anular a reviravolta anterior, mas me pareceu uma saída meio fácil para evitar controvérsias com os fãs dos quadrinhos originais, que, convenhamos, não devem ser tantos assim – não é um personagem muito popular.

A principal fraqueza desta temporada é a mesma da segunda temporada de Jessica Jones: não conseguiram produzir um bom vilão. Ao menos Luke Cage teve um inimigo razoável em sua segunda tentativa, após terem desperdiçado potencial na metade da primeira e encaixado um oponente ridículo na reta final – parecido com a segunda temporada de Demolidor, que inicia ótima com o Justiceiro, e fica tosca ao focar em Elektra (ela própria sendo o ponto fraco de Os Defensores).

Acabei fazendo uma análise da franquia toda, que pode ser resumida em: arranjem um bom vilão.

E diminuam a quantidade de episódios, Punho de Ferro teve apenas 10, mas podia ter caído para 8 sem problema algum.

Fonte: Canal do Netflix no Youtube

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Jogue Pathfinder pelo computador… sozinho

Será lançado na semana que vem, dia 25, Pathfinder: Kingmaker, primeiro jogo de computador single player baseado no RPG de mesa. A trama é adaptada da campanha Kingmaker, em que um grupo de personagens deve conquistar um território e fundar seu próprio reino, combatendo monstros e criminosos. Disponível para PC, pelo preço sugerido de R$ 75,49.


© Owlcat Games

O título foi desenvolvido pela recém-criada Owlcat Games, com fundos adquiridos por meio de campanha no Kickstarter, encerrando com um pouco mais de US$ 900 mil. O jogo contém um mínimo de 40 horas de história principal, podendo chegar a 80 horas com missões secundárias; 11 classes e 8 raças; mais de uma centena de monstros; e centenas de opções para customizar o personagem, incluindo façanhas, poderes e feitiços.

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Finalmente a Paizo tem o seu Baldur’s Gate! Após o fiasco gigantesco do Pathfinder Online, resolveram plantar os pés no chão e se voltar para os clássicos, com esse jogo que parece ter sido feito nos anos 90 e remasterizado para um lançamento moderno.

Está na minha lista de desejos no Gog.com, aguardando o dia em que o preço cair abaixo de 5 dólares. Tenho uma tonelada de jogos semelhantes (sem falar nos adventures com gráficos de 8 bits) empilhados, sem tempo algum para os mesmos, então não tenho pressa para adquiri-lo. Se ainda estivesse jogando Pathfinder, talvez me sentisse mais motivado pela nostalgia. Mas no momento, sinto apenas um interesse ameno.

Acho que escrevi sobre a campanha no Kickstarter para bancar esse treco no ano passado. Após o término continuaram somando verba de outras fontes na mesma pilha de dinheiro, tendo ultrapassado o milhão de dólares. Parece que a marca realmente tem força – será que conseguem esse tipo de valor com seus RPGs de mesa?

Fonte: IGDb

Site oficial: https://owlcatgames.com/

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Franquia policial recomeça no quarto volume

A editora Objetiva lança em outubro O Homem de Areia, quarto romance policial escrito por Lars Kepler. Desta vez o detetive sueco Joona Linna investiga o retorno de uma suposta vítima de um serial killer, atualmente encarcerado em prisão perpétua. O mistério pode reabrir e ameaçar um caso que ele considerava encerrado.

Bastante azul para um livro com “areia” no título
Objetiva/Alfaguara

São 456 páginas em formato 15 cm x 23,4 cm, e preço sugerido de R$ 54,90 pela versão impressa e © R$ 37,90 pela digital.

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Mais um bestseller policial da Suécia, que já produziu Stieg Larsson e Jo Nesbo. Desta vez escrito por um casal sob o pseudônimo Lars Kepler, por sabe-se lá qual motivo.

Pesquisando sobre a franquia descobri que o primeiro e o segundo livro já foram publicados por aqui pela editora Intrínseca, mas o terceiro continua inédito. Imagino que compraram os três primeiros volumes, o treco não vendeu tão bem quanto esperavam, e daí deixaram ele parado no acervo enquanto os direitos não expiram, ou está na lista de traduções futuras (considerando que lançaram os dois em 2011 e 2012, acho que a primeira é mais provável).

Daí a Objetiva resolver retomar a franquia no quarto volume, dentro de seu selo Alfaguara. Espero que as publicações sejam bem independentes uma da outra, porque, caso contrário, não faz muito sentido essa empreitada. Os dois originais estão fora de estoque, e ninguém lançou o terceiro.

Imagine a análise de mercado que definiu esse livro como um bom investimento. Talvez haja um filme em desenvolvimento, e estão começando direto por este? Mas pelo que vi no IMDb há apenas um longa para televisão listado, sem detalhes de tão recente que é, e baseado no começo da carreira deles mesmo.

Joona Linna. Que nome, huh?

Fonte: Pré-vendas da Saraiva

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Capitã Marvel cai do espaço e apanha de todos os lados

Os estúdios Marvel publicaram hoje (18) o primeiro trailer de Capitã Marvel, uma de suas novas produções sobre super-heróis. Brie Larson (Kong: A Ilha da Caveira) é a protagonista deste prelúdio situado nos anos 90, sobre uma das pessoas mais poderosas das histórias em quadrinhos da empresa. Versões mais jovens de outros personagens também aparecem, como Nick Fury (Samuel L. Jackson), Agente Coulson (Clark Gregg) e Ronan (Lee Pace).


© Disney

O filme é dirigido pela dupla Anna Boden e Ryan Fleck (Billions), que trabalham em parceria desde 2003. Também escreveram o roteiro, ao lado de outras cinco pessoas. Lançamento previsto para março do ano que vem.

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Há quanto tempo não escrevo sobre os intermináveis filmes de super-herói da Marvel. O último que assisti foi o Guardiões da Galáxia 2, e acho que bastou. Enquanto não aparecerem no serviço de streaming que assino, esqueça (mas nele mesmo assisto todas as séries da parceria entre as duas empresas).

Música que entusiasma, edição que revela parte da estrutura do longa, ainda que nada de sua trama. Esteticamente gostei, mas acho que não cumpriu seu propósito muito bem. Como se trata de uma personagem desconhecida, você tem duas opções: apresentá-la ao público, ou mostrar como o filme será divertido (lembro do trailer do primeiro Guardiões? Ou do Deadpool?). Acho que tentaram fazer os dois, e não conseguiram nenhum.

As cenas de ação e os diálogos não são grande coisa (a presença do elenco de apoio rejuvenescido é um atrativo tão grande assim?), e a personagem é bem sem graça. Fora espancar a velhinha no trem (ousado), não tem outro momento marcante, é passiva em tudo. E a frase de herói relutante foi de amargar, acho que a essa altura o público deles já cansou desse tipo de narrativa.

Mas tenho certeza que vai fazer centenas de milhões e prolongar o império da Marvel nas bilheterias. Tudo bem.

Fonte: Canal da Marvel Entertainment no Youtube

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Apps de carona podem atrair psicopatas

Ride é um suspense sobre os perigos de aplicativos de carona, protagonizado por Bella Thorne e Jessie T. Usher. Eles interpretam uma passageira e um motorista, que, ao fazer amizade com um estranho, acabam se tornando vítimas de sua insanidade em uma série de desafios criminosos.


© RLJ Entertaiment

A direção e o roteiro são de Jeremy Ungar, iniciando na função após alguns curtas-metragens. Lançamento previsto para este ano, nos EUA.

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Assim como a sinopse acima, o trailer foi ficando cada vez mais imbecil com o passar do tempo. A possibilidade ínfima desses dois modelos esculturais se conhecerem casualmente enquanto usam um aplicativo pode ser ignorada, já que em filmes todo mundo é muito mais bonito que o normal. Mas assim que tentam encaixar o terceiro personagem na trama, começa a ficar excessivamente ridículo.

Por que o cara continua no carro quando ele foi pegar a mocinha? Por que acompanha eles no encontro? Por que coloca eles para fazer desafios imbecis em vez de simplesmente matar ou roubar? Por que ninguém enfia o carro em um poste? Haja talento de persuasão deste bandido para convencer não apenas os protagonistas, mas também o público.

Se tivessem terminado o vídeo com a arma aparecendo e o motorista questionando ele, teria ficado ótimo, sem as bobeiras seguintes.

A premissa me chamou a atenção e os nomes principais me pareceram familiares. Mas apesar do nome Bella Thorne aparecer bastante no entretenimento, nunca assisti a esta moça trabalhando. Deve ser uma personalidade mais popular na internet do que no cinema propriamente dito. E o protagonista não é o músico, apesar do nome igual.

A menos que o trailer tenha me enganado completamente, vai ser mais um daqueles fiascos que sobram para os serviços de streaming distribuírem.

Fonte: IMDb

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Regras de Starfinder e Pathfinder ganham novo lar

A editora Paizo anunciou esta semana que está terceirizando seus bancos de dados de regras e conteúdo dos RPGs de mesa Pathfinder e Starfinder. A empresa assinou um contrato de licenciamento com o site Archives of Nethys, que já fazia serviço semelhante por conta própria, mas agora é o repositório oficial de ambos os jogos.

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© Paizo

O material de Pathfinder está disponível em http://aonprd.com/ e o de Starfinder em http://aonsrd.com/. Eles incluem raças, classes, equipamento, façanhas, habilidades, magias, e regras, bem como algumas opções de funcionalidade, como verificar toda a informação apresentada em cada livro.

Conteúdo novo deve ser publicado duas semanas após o lançamento oficial de cada livro, mas, ao mesmo tempo, a página está atualizando material de manuais mais antigos que ainda não constavam no seu banco de dados.

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O sfrd oficial estava fazendo falta, e fico feliz em ver a empresa finalmente tomando uma decisão, ainda que tenha sido uma peculiar. Existem vários sites reproduzindo o material da Paizo que fica disponível ao público via a licença maluca que utilizam, e enquanto o AoN é um dos antigos, não é o primeiro que me veem à mente quando penso em procurar informação.

O formato de fundo preto com letras brancas é terrível para os olhos, e as tabelas precisam de mais opções de filtro além de A a Z ou ordem numérica (além de demorarem para carregar). Acabo de dar uma verificada na página dos alienígenas Gray e já reparei que não está atualizada com o Frequently Asked Questions (FAQ) da Paizo, que incluiu nas criaturas uma telepatia limitada.

Espero que passem por uma melhoria brutal em breve, mas pelo menos, com o crivo da empresa e dos jogadores, acredito que será um dos mais completos e precisos. Vou começar a usá-lo hoje mesmo em preparação para a jogatina do final de semana.

Fonte: Paizo Blog

Ps.: Fui verificar e o AoN tem uma opção, no canto superior direito de suas páginas, para inverter as cores de fonte e de fundo. Já melhorou em 70% minha experiência de usuário!

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Pilotas de aviões vão para guerra em 2019

Kotobuki – The Wasteland Squadron é o novo anime de Tsutomu Mizushima e Michiko Yokote, o diretor e a roteirista de Shirobako, respectivamente. As protagonistas são um grupo de mulheres pilotando antigos aviões de guerra e participando de combates aéreos, mas ainda sem um oponente anunciado. A série vai ser lançada em janeiro, no Japão.


© Bandai Namco

Mizushima também dirigiu Witch Craft Works, Bokusatsu Tenshi Dokuro-chan e vários filmes de Crayon Shin-chan. Yokote é roteirista de Cowboy Bebop, Patlabor, Ranma ½, e Rurouni Kenshin.

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Provavelmente foram influenciados pela segunda metade de Shirobako, sua série sobre um estúdio de animação, já que a equipe está produzindo exatamente um anime com mulheres pilotando aviões de guerra. Devem ter se divertido no pouco que fizeram.

Do diretor sofri para encontrar projetos memoráveis, mas da roteirista tive que deixar várias coisas impressionantes de fora. Ela trabalhou duro, e já criou um belo legado em animação.

Por enquanto deixo com a tag Fantasia, apesar de nada indicar que seja desse gênero. Mas provavelmente se passa em outro mundo, um daqueles cenários em que o nível tecnológico empacou em um ponto específico e a civilização passa a somente decair, lentamente.

Tentei fazer o texto sem mencionar Shirobako, para fugir um pouco da notícia original, mas a própria divulgação do anime está se focando nesse aspecto. Parece ser o projeto principal do diretor, e talvez o mais recente entre os destaques da roteirista. E é uma série boa.

Fonte: Anime News Network

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