Nova campanha de Starfinder começa em colônia espacial

A editora Paizo lança na semana que vem, dia 29, o livro Starfinder Adventure Path #7: The Reach of Empire. É a primeira aventura da campanha Against the Aeon Throne, desta vez colocando os personagens do RPG de mesa para enfrentar o Império Estelar Azlanti, uma das principais ameaças do cenário de Starfinder. São cerca de 70 páginas por US$ 15,99 na versão digital ou US$ 22,99 pela versão impressa.

Um stormtrooper azlanti para ilustrar
© Paizo

O volume inclui, além da própria aventura, artigos sobre as colônias do mundo de Nakondis, o tema de personagem “Colono”, naves espaciais azlanti e monstros inéditos. A maioria das aventuras publicadas para Starfinder traz ao menos uma nova raça alienígena disponível para personagens jogadores.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

E com o dólar a magníficos R$ 3,99, cada aventura em formato digital custa mais de R$ 60. Cometi o erro de comprar a quinta aventura de Dead Suns (a primeira campanha de Starfinder) antes de comprar a quarta – somente por curiosidade em conferir o material extra (cinco raças novas!). Agora estamos prestes a começar a terceira aventura e vou ter que morrer pra comprar o livro seguinte, com a moeda americana subindo sem parar.

Agora mestrando com consistência, praticamente todo final de semana, e com nível um pouco maior do que estou acostumado, fica óbvia a importância do engajamento dos jogadores quanto a dominar o potencial de seus personagens. Quanto mais a pessoa lembra, entende e planeja, mais divertida fica a sessão. Pois é, não é apenas uma questão de eficiência ou rapidez, mas de diversão mesmo.

Sofrer mais dano e ao mesmo tempo causar menos dano; esquecer de seus poderes mais antigos e ficar perdido quando gasta todos os mais novos. É o tipo de coisa que só deixa o jogador frustrado, e se piorar ainda mais, entediado. Tento fazer minha parte, sugerindo que deem uma lida no arquivo com todos os seus poderes que deixo no Google Drive; fazendo uma análise após a situação, com sugestões construtivas, quando o resultado deixa a desejar; e o mais tradicional “motivar pelo trabalho bem-feito” quando tudo dá certo, por meio de raros elogios.

Se pensar bem, esse negócio de mestrar RPG é uma espécie de treinamento para ser um coach ou mentor. Acho que vou incluir isso no meu CV.

Fonte: Paizo Blog

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