Monthly Archives: June 2018

Predador 4 faz um pouco mais sentido

O Predador, quarto filme da franquia sobre alienígenas caçadores de cabeças ganhou um trailer inédito, mais explicativo sobre a trama que o resto dos vídeos anteriores. Shane Black (Homem de Ferro 3) é o diretor e um dos roteiristas, ao lado de Fred Dekker (A Casa do Espanto). Lançamento em setembro.


© Twentieth Century Fox

Entre o elenco de tamanho considerável, se destacaram na divulgação Sterling K. Brown (Pantera Negra) e Boyd Holbrook (Logan), mas também participam Yvonne Strahovski, Olivia Munn, Lochlyn Munro, Thomas Jane, Keegan-Michael Key, Jake Busey, Alfie Allen e Edward James Olmos.

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Teria ficado ainda melhor se tivessem se livrado completamente do moleque e explicado o que a Olivia Munn faz, já que é a terceira pessoa mais destacada nos trailers – acredito ser a Cientista, já que os outros dois são o Agente do Governo e o Soldado.

A ideia de um superpredador, já explorada no filme anterior, continua idiota, e esse trailer não ajuda nesse aspecto. Espero que não seja resultado de experimentos genéticos conduzidos por humanos, caminho sendo trilhado pela horrenda franquia Prometheus.

Mas, pelo menos, o vídeo finalmente explica o que esse ônibus de prisioneiros está fazendo na trama e porque recebem tanta atenção – após os soldados normais serem trucidados pelo predador normal, e ele próprio ser triturado pelo super, são esses veteranos que assumem o combate.

Comparados aos halterofilistas do primeiro filme, é um grupo meio borocoxô, mas faz sentido considerando as sensibilidades atuais.

Não acredito que sempre escrevi borocoxô errado – achava que era brocoxô.

Fonte: IMDb

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Primeiros heróis de Starfinder já podem se aposentar

Terminou hoje a primeira campanha do RPG de mesa Starfinder, com o lançamento de Starfinder Adventure Path: Empire of Bones (Dead Suns 6 of 6). Na última parte da trama, o grupo de heróis controlados por jogadores precisa enfrentar uma frota de terroristas mortos-vivos em busca de uma arma capaz de destruir planetas.

Mortos-vivos são os vilões? Com tantos alienígenas disponíveis?
© Paizo

A publicação tem 68 páginas e preço sugerido de US$ 15,99 pela versão digital e US$ 22,99 pela versão impressa. Além da aventura, o livro traz informações e detalhes sobre naves gigantescas e mais naves pilotadas por mortos-vivos, além de monstros e uma nova raça de humanoides cristalinos, que podem ser usados por jogadores.

A segunda campanha, Against the Aeon Throne, sobre um império galáctico maligno, começa a ser publicada em agosto.

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É um preço alto por um livro tão pequeno, mas são aventuras escritas por profissionais reconhecidos pela indústria, complementadas por um bocado de material útil, entre monstros, naves, mapas e ilustrações. Somente os planetas bônus de uma página me parecem meio inúteis, mas talvez possam ser aproveitados na hora de criar personagens.

Na verdade os manuais de Starfinder, com suas centenas de páginas por apenas US$ 9,99 são vendidos por preços artificialmente baixos, para ajudar a popularizar o sistema – algo que já mencionei aqui várias vezes.

Tenho os três primeiros livros dessa campanha, e estou mestrando o segundo para meus filhos, estando mais ou menos na metade dele. Enrolei para comprar os seguintes, justamente para ver se os moleques iam continuar jogando ou não – até agora estamos num ritmo bom, com 3 a 4 sessões por mês. Estou pensando em comprar já o quinto livro, que parece vir com várias raças novas, enquanto o quarto tem somente uma. Maldito dólar que se recusa a cair.

Fonte: Paizo Blog

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Mais Castlevania possivelmente este ano

O roteirista da animação Castlevania divulgou que a segunda temporada vai ser lançada ainda este ano, e que desta vez serão oito episódios. Warren Elis, responsável por histórias em quadrinhos como Transmetropolitan, está adaptando a história do jogo eletrônico Castlevania III: Dracula’s Curse, sobre a luta entre a família Belmont e o vampiro Drácula. A primeira temporada de 4 episódios está disponível no Netflix.


© Netflix

Cronologicamente, a trama de Castlevania III se passa antes dos primeiros jogos e é protagonizada por Trevor Belmont, antepassado do mais popular Simon Belmont, ambos caçadores de monstros sobrenaturais. Em seu confronto contra o popular vampiro, ele conta com a ajuda da maga Sypha Belnades e de Alucard, filho do próprio Drácula. Ainda falta aparecer o ladrão vestido como pirata Grant Danasty.

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E pelo que pesquisei, ele não apareceu porque está preso no Castelo do Drácula, ambiente que ainda será explorado pela série. Assisti os quatro episódios quando saíram, muito divertidos. Meu Castlevania predileto é o segundo, e acho que nunca joguei o terceiro, mas gostei de ver o universo sendo bem representado.

Os diálogos e personalidades criadas pelo Ellis são anacronísticos para um mundo em pleno século XV, mas proporcionam entretenimento de boa qualidade. Algo mais importante que fidelidade histórica em uma trama sobre Drácula tentando destruir um país com uma horda de monstros.

Se todas as adaptações de videogame fossem tão agradáveis…

Fonte: Bleeding Cool

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Ofertas de jogos por mais uma semana

O Steam começou sua venda de verão deste ano, com descontos em milhares de jogos eletrônicos. Usuários podem acessar o site ou o programa de computador diariamente para conferir ofertas de menor duração. A promoção vai até quinta-feira que vem, dia 5 de julho. É necessário ter uma conta no Steam para ter acesso ao conteúdo, mesmo no caso de títulos gratuitos.

Engajamento do consumidor – já vi isso em aulas de marketing
© Valve

Também está disponível um jogo de navegador de internet, onde os usuários do site podem “liberar” jogos grátis somando seus resultados ao enfrentar monstros em outros planetas.

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Chegou aquele momento do ano, o verão no hemisfério norte, em que é possível comprar uma tonelada de jogos mesmo com o dólar a preços ridículos. O desconto em títulos recentes não é grande coisa, mas dá para fazer uma coleção de velharias bem respeitável.

Recentemente completei o tutorial de Deus Ex 3: Human Revolution – Director’s Cut. Estava orgulhoso por não ter morrido enfrentando os terroristas no laboratório de pesquisa cibernética e genética, até me ocorrer que talvez não seja possível morrer nessa parte do jogo.

Apesar da tensão posteriormente esvaziada, enquanto jogava fiquei engajado tanto na história quanto nos personagens ao meu redor. Fiquei realmente frustrado com os ciborgues triturando os pesquisadores do outro lado do vidro blindado, e fiquei tentando rompê-lo com disparos centralizados em um ponto fraco. Não faz sentido tanto de um ponto de vista realista quanto narrativo, mas minhas emoções entorpeceram meu julgamento. Bom trabalho.

E fiz tudo isso apesar de não apreciar jogos de tiro em primeira pessoa. Pensando bem, nem verifiquei se é possível colocar Deus Ex em terceira pessoa. Mal posso esperar para testar isso durante o próximo feriado prolongado.

Fonte: Steam

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Astro e promessa se unem contra criminoso

Bruce Willis é o coprotagonista em Reprisal, trama de ação sobre veteranos investigando um assaltante a bancos. Ele dá apoio a Frank Grillo (Capitão América 2 e 3), gerente de um dos estabelecimentos roubados, cujo emprego fica em risco após o crime. Lançamento em 31 de agosto, nos EUA.


© Lionsgate

A direção é de Brian A. Miller, com vários filmes de ação de sucesso moderado no currículo, incluindo alguns com Willis. O vilão, Johnathon Schaech, interpreta Jonah Hex no seriado da DC Comics Lendas do Amanhã.

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Alguns elementos incomuns, cenas de perseguição e lutas razoáveis, parece um produto de consumo fácil, nada muito marcante. E parte de um provável esforço em promover o Grillo para o primeiro escalão de filmes de ação, com o Willis emprestando seu prestígio à produção. Sua presença no trailer deve ser maior do que no filme inteiro.

Grillo tem carisma, visual e capacidade para se destacar – mas aos 53 anos de idade talvez seja uma aposta arriscada demais para a maioria dos estúdios. Acho que vai ficar nisso mesmo. E com certeza não é essa produção que vai levá-lo adiante.

Fonte: IMDb

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Autora de Moribito emplaca novo anime

Mais uma franquia literária da autora Nahoko Uehashi será animada. De acordo com a editora Kadokawa, os dois volumes de Shika no Ō – The Deer King estão sendo adaptados, mas ainda não divulgaram detalhes sobre quem está envolvido ou quando será lançado. A história se concentra em Van, um escravo fugitivo e Hossal, um médico, e como lidam com uma doença que está devastando o reino que habitam.

Quanta sutileza nessas capas – mas parece uma fábula ecológica
© New Star Press

Uehashi escreve livros de fantasia principalmente para o público jovem, tendo duas obras já adaptadas em séries de anime. Seirei no Moribito, sobre uma lanceira que protege um príncipe possuído por um espírito elemental, e The Beast Player, sobre uma jovem capaz de falar com feras mágicas. Em inglês, os dois primeiros volumes de Moribito estão disponíveis em formato digital, e The Beast Player somente em versão impressa.

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E duvido que esse novo anime motive a tradução de mais volumes de Moribito, infelizmente. É um best-seller graúdo no Japão, mas nos EUA parece que a editora não encontrou o sucesso esperado, e resolveram sentar na franquia por quase 10 anos. E o Beast Player, que deveria ter saído também para o Kindle, foi cancelado de uma hora para outra, sem explicações.

Adoro o anime de Moribito (apesar de a mesma versão com áudio dessincronizado em quase 10 segundos ainda rodar a internet desde a primeira vez que assisti), e seria uma das poucas séries que compraria em DVD/Blu-ray para arquivar. Deixe-me até conferir a disponibilidade… não, parece que nunca foi lançado aqui. Mas ao menos serviu para descobrir ou relembrar que o primeiro volume dos livros foi lançado no Brasil, pela Martins Fontes. Será que minha filha gostaria? Vou levar em consideração – os dois que li são magníficos.

E já que o livro é impossível, vou colocar o anime Erin, the Beast Player na lista de prioridades. Aposto que devo terminar antes desse novo sair, provavelmente no final do ano ou somente em 2019.

Fonte: Anime News Network

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Dinossauros nos cinemas, dinossauros nas livrarias

Aproveitando o lançamento do quinto filme da franquia, a editora Aleph lançou esta semana o Box – Jurassic Park 25 Anos – 2 Volumes. São os dois livros escritos por Michael Crichton e adaptados para os cinemas por Steven Spielberg: Jurassic Park e O Mundo Perdido.

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© Aleph h

São 1.016 páginas em formato 21 cm x 14 cm, com preço sugerido de R$ 119,00. Na trama, cientistas e pesquisadores clonam dinossauros para criar o zoológico mais exclusivo do mundo, mas sabotadores comprometem o investimento.

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Nunca li a continuação, mas emprestei o Jurassic Park da Biblioteca Pública do Paraná durante minha adolescência – meu contato inicial com o autor. Seus personagens se misturam de tão idênticos, mas a quantidade de informação apresentada de forma divertida, intercalada com cenas de ação mirabolantes, são a fórmula do Crichton para ser um bestseller por tantas décadas. É um livro agradável e rápido, com muito mais conteúdo que o filme, talvez uns 30% a 40% mais.

Vi o preço do box antes de ver os detalhes e me espantei inicialmente – parecia alto para apenas dois livros, comparado a outro box que anunciei por aqui. Mas pela quantidade de páginas é isso mesmo. Os dois volumes são enormes.

E o primeiro, provavelmente o segundo também, são perfeitos para o público jovem. Pensando nisso, fiquei meio inspirado para comprar alguns livros para o aniversário dos meus filhos… veremos.

Fonte: Pré-vendas da Saraiva

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Tenha medo de realidade virtual em nova série

O Netflix vai lançar no final deste mês a minissérie Kiss Me First, produção britânica de ficção científica sobre jogadores de MMORPGs de realidade virtual. Alternando filmagens reais com animações em computador, os seis episódios vão mostrar as consequências sombrias de combinar os dois mundos.


© Netflix

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Geralmente coloco informações sobre elenco e bastidores no segundo parágrafo, mas nesse caso é um festival de anônimos – pelo menos para mim. Talvez um público mais jovem reconheça alguns desses fetos, mas não faço ideia quem sejam. E diretores e roteiristas são todos também restritos ao mercado do Reino Unido, do qual conheço basicamente Luther, Sherlock e algumas temporadas de Doctor Who.

Estão obviamente surfando na onda de Black Mirror (criado por lá) e aproveitando a exposição de Jogador Número Um, ambos produtos que utilizam cenário semelhante. O primeiro pessimista, o segundo exageradamente otimista – acho que esse Kiss Me First vai mais pelo lado do primeiro, e caprichando no drama, já que são adolescentes.

Curioso ver essa estrutura de “realidade virtual substituindo fantasia” crescendo no ocidente. Em mangás e animes o negócio começou nos anos 00 e não parou até hoje.

Para o roteirista é ótimo – não precisa se preocupar em recriar a mentalidade, hábito ou diálogos de alguém medieval, basta escrever normalmente e deixar claro que estão em uma simulação.

Fonte: Netflix no Youtube

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Criminosos russos novamente na mira de Keanu Reeves

Keanu Reeves é o protagonista de Siberia, drama policial sobre um mercador de diamantes tentando empurrar pedras falsas para a máfia russa. Fora o elenco vindo de países da ex-União Soviética, ele é acompanhado pelo ícone dos anos 80, Molly Ringwald. Lançamento em julho, nos EUA.


© Saban Films

A direção é de Matthew Ross (Frank & Lola), com texto de Stephen Hammel (Replicas, também com Reeves, ainda inédito) e Scott B. Smith (Um Plano Simples).

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Acho que o Reeves não deveria fazer filmes de ação em que usa um terno escuro e gravata, a menos que o título seja John Wick. Ou no mínimo usar um penteado diferente. E evitar rifles.

A comparação fica instantânea, o que é um ponto negativo para este Siberia. A ação é menos interessante, o cenário menos absurdo, os vilões menos doidos, e a mocinha ainda está viva – ou seja, é um John Wick light.

Analisando a carreira atual e futura dele no IMDb, parece que metade de suas produções vão se passar na Ásia. Quem acompanha a indústria sabe que a China está comprando Hollywood, e parece que Reeves é um dos primeiros nomes negociados. Se ao menos mantivessem ele apenas em filmes de ação ou dramas realistas… mas estou vendo comédias românticas, um filme de corridas de carro. Putz.

Alguém encontrou a Ringwald no trailer? Fiquei de olho, mas nada.

Fonte: IMDb

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Cyberpunk 2077 é tão grande que se passa durante o dia também

A CD Projekt RED divulgou um segundo trailer de seu próximo jogo, Cyberpunk 2077, durante a convenção de jogos eletrônicos E3. Desta vez o destaque ficou no cenário, a futurista Night City, repleta de pessoas de todo tipo, oportunidades e referências a esse gênero de ficção científica.


© CD Projekt RED

Cyberpunk 2077 continua sem uma data oficial, mas a empresa afirmou durante o evento que estão desenvolvendo o jogo para os consoles atuais, bem como para PC. Ele será para um jogador somente, com visão em primeira pessoa, e terá um protagonista totalmente customizável.

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As críticas ao visual de CP2077 parecem ser as mais abundantes – mundaréu de gente reclamando que o jogo também se passa durante o dia, e não somente em noites úmidas iluminadas por letreiros de neon, como é típico de filmes e jogos do gênero. Mas essa parte não me incomodou em nada.

O erro que cometeram está na falta de foco. Tudo bem, resolveram apresentar o belíssimo cenário e catálogo de NPCs que criaram, com uma variedade incrível de locais e esquisitões fazendo de tudo (me lembrou a HQ Transmetropolitan mais que qualquer outro produto). Daí colocam em destaque um protagonista totalmente genérico que não faz nada de significante, soltando algumas frases de efeito batidas. Parece que vai ser um jogo “sandbox”, ou seja, existe uma trama, mas, na verdade, você pode vagar por aí fazendo o que bem entender. Um Grand Theft Auto no futuro.

Compare ao primeiro vídeo, com a androide assassina cercada por policiais futuristas. A mulher é a protagonista? Ou é o policial prestes a explodir a nuca dela? Pelo menos o conflito e o desfecho ficaram claros, com uma trilha sonora adequada e, para agradar aos fãs mais superficiais, tudo se passa à noite.

Não duvido que vai ser ótimo, com o histórico da empresa e os profissionais envolvidos, mas espero que o próximo trailer se concentre na trama.

Fonte: Cyberpunk.net

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