Monthly Archives: November 2017

Vingadores 3 reúne toda a Marvel (novamente)

A Disney publicou esta semana o primeiro trailer de Avengers: Infinity War, terceira produção da franquia que reúne super-heróis de vários filmes da Marvel. Além dos personagens que já fizeram pontas nos longas um dos outros, o elenco de Guardiões da Galáxia, antes isolado no espaço, também aparece. O vilão será o conquistador espacial Thanos, dublado por Josh Brolin.


© Disney

Lançamento em 26 de abril do ano que vem. Direção dos irmãos Russo, responsáveis por Capitão América 2 e 3, e roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely, responsáveis pelo texto de todos os filmes do “primeiro vingador”.

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E também pelos roteiros dos filmes de Nárnia e o horrendo Thor 2.

Fiquei até zonzo com a quantidade de aparições rápidas e o intenso vai e vem entre cenários. O destaque no Homem-Aranha deixa clara a intenção da Marvel de aproveitar o personagem como cabeça da próxima geração de filmes, já que seu elenco atual está se aproximando de uma média de 50 anos de idade.

Me pareceu cansativo até para assistir. E o tema das Joias do Infinito, há quanto tempo não abordavam isso? Além de distante, também exige que o público esteja acompanhando todas as franquias há um bom tempo. Será que as centenas de milhões de espectadores da Marvel realmente vão em todas suas produções? Eu parei no Capitão América 3, e agora só vejo quando aparecem no Netflix.

O serviço, por sinal, lançou este mês a série do Justiceiro, pouquíssimo divulgada devido à onda de crimes violentos (como se eles parassem em algum momento) nos EUA. É uma das melhores da parceria com a Marvel, e, assim como nos quadrinhos, basicamente ignora por completo os super-heróis no mesmo universo. Faltaram mais urros do Bernthal.

Fonte: IMDb

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Pathfinder fica um pouco mais venenoso

O RPG de mesa Pathfinder vai abordar um de seus sistemas mais controversos no livro Player Companion: Potions & Poisons. A publicação traz novas façanhas e arquétipos exclusivos para raças incomuns ligadas à substância venenosas, e opções para classes que lidam o tema, como alquimistas, bruxas e ladinos. No aspecto poções, novas façanhas e feitiços para produzir variações mágicas e comuns desse popular item.

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© Paizo

A utilização de venenos em combate, e a construção de um personagem baseado em seu uso, é controversa por ser considerada um desperdício de potencial de dano, devido à demora de seu efeito, alta chance de ser resistido, possibilidade de errar o alvo e alto custo para fabricação ou aquisição.

Lançamento em 13 de dezembro, pelo preço de US$ 10,49.

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Tenho pelo menos um Player Companion que me veem à cabeça imediatamente, o que expande animais companheiros. É um livro curto, acho que pouco mais de 30 páginas, mas entupido de informações, quase caindo das bordas das páginas. Infelizmente não integram a linha principal de manuais, então apresentam esse preço exagerado de mais de 10 dólares. É uma aquisição para colecionadores, entusiastas do tema específico, ou talvez jogadores da Pathfinder Society, que acredito requerer a aquisição de um manual para liberar o uso de seu conteúdo.

Os comentários na página do produto estão apontando que deve ser voltado novamente mais para alquimistas que outros personagens, e a capa não alivia essa impressão. Se ele realmente provocar uma reviravolta na utilização de venenos, provavelmente vai ser mais por acidente, algo que escapou nos testes fechados, do que de propósito.

A defunta editora independente Interjection Games criou uma classe compatível com Pathfinder que trabalhava muito bem o uso de venenos, com o nome, apropriado, The Assassin.

Fonte: Paizo Blog

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Contos de fadas tecnológicos voltam ao Netflix

O serviço de streaming de vídeo Netflix começou a divulgar a próxima temporada de Black Mirror, uma antologia de ficção científica. Com temas inspirados em tecnologia moderna, cada episódio é independente um do outro e geralmente possuem uma reviravolta sombria. Confira os dois primeiros trailers:


© Netflix

Originalmente uma produção para a TV britânica em suas duas primeiras temporadas, Black Mirror teve os direitos de distribuição adquiridos pelo site e ganhou uma terceira temporada online no ano passado. A data oficial da quarta temporada não foi divulgada.

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Não lembro bem o motivo, mas este mês terminei de assistir a terceira temporada de uma tacada só, dobrando roupas ou editando imagens, provavelmente os dois. É um produto divertido, mas o tom de conto de fadas adulto é tão boboca que me espanta fazer esse sucesso todo. Exageram nas atuações, na simplicidade da trama, nas inevitáveis explicações (a moral da história, mas na boca de um personagem), e as reviravoltas são previsíveis lá pela metade do episódio. Ouvi dizer que as duas primeiras temporadas são mais pesadas e complexas, preciso verificar isso.

Mas essa pregação anti-tecnologia em um serviço de streaming é um pouco irônico demais. Fazia sentido quando passava em um canal de televisão, afinal era uma crítica às novas mídias, a concorrência que está roubando toda a verba de publicidade. Quando vão condenar as pessoas que consomem mídia em volumes absurdos, rapidamente, apenas para não ficar para trás da moda atual? E será que os assinantes entenderiam a cutucada?

Fonte: Syfy e Netflix no Youtube

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Aclamado anime ganha continuação

O anime de horror e fantasia Made in Abyss ganhará uma segunda temporada. O anúncio foi realizado durante evento no Japão promovendo a série lançada este ano, sobre crianças explorando um abismo repleto de monstros. O programa é baseado no manga de mesmo nome, escrito e desenhado por Akihito Tsukushi, inédito no Brasil.

Não recomendado para quem é propenso à depressão
© Kinema Citrus

Não foram divulgadas datas de lançamento, mas os estúdios e elenco devem ser mantidos.

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Cenários belíssimos, personagens desenhados de modo caricato e adorável, e temas simples como eutanásia, amputação, abuso, suicídio, etc. Vou te dizer, o anime é magnífico, mas não recomendo assistir em dose única… a coisa fica pesada, rápido, e não suaviza o suficiente para recuperar o espírito do telespectador.

Espero que o gancho que deixaram para a próxima temporada, o cientista maluco e torturador Bondrewd, não seja o único tema. Deprimente demais!

Quando a temporada acabou comentei com meus filhos que não iria ler o manga, para evitar estragar as surpresas de uma possível continuação. E desta vez acertei em cheio, quem diria.

Fonte: Anime News Network

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Mais Lovecraft no mercado editorial brasileiro

A editora Darkside Books vai lançar em dezembro H.P. Lovecraft – Medo Clássico – Vol. 1, coletânea de contos de um dos principais escritores americanos de horror. São duas edições, Miskatonic e Cosmic, com o mesmo conteúdo interno, mas capas e acabamentos bem diferentes. O preço sugerido de ambas é R$ 59,90 por 384 páginas.

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© Darkside Books

Além das histórias clássicas, não divulgadas pela editora, o volume inclui notas comentadas, ilustrações de Walter Pax, e uma seleção de cartas e documentos do autor.

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Sempre considerei H. P. Lovecraft um ótimo autor para presentear alguém. Já fiz isso algumas vezes com as edições de bolso da L&PM Pocket, e ninguém reclamou – podem não ter lido, mas é um item interessante para se manter na prateleira.

Por um tempo contemplei comprar as duas edições: Miskatonic para o moleque e Cosmic para a guria – o visual parece perfeito para as personalidades de ambos. Mas acho que não estão na idade ainda para empreender o esforço de ler contos publicados há cerca de um século. O treco exige a aquisição de um certo vocabulário, pois o Lovecraft adorava adjetivos “incomuns”.

Sugiro uma visita ao site da editora: fizeram até uma lista de músicas temáticas, ficou bem profissional a apresentação. E apesar de todo o cuidado promocional, não colocaram em lugar algum o índice do livro. Bizarro.

Fonte: Pré-vendas da Saraiva

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Path of Exile dedica dezembro aos veteranos

O MMORPG Path of Exile vai ganhar outra expansão em dezembro. War for the Atlas é voltada para o público veterano, e permitirá aos jogadores decidirem os rumos de uma guerra entre duas entidades. O conteúdo principal se passa no sistema Atlas of Worlds, um conjunto de mapas para personagens de nível mais alto.


© Grinding Gear Games

O jogo é gratuito, com venda de equipamentos para bancar seus custos de manutenção e desenvolvimento. PoE tem 7 classes iniciais, com outras 19 secundárias. Todos personagens têm acesso aos mesmos poderes passivos, enquanto os ativos precisam ser encontrados e equipados em itens.

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Diabloclone mais bem sucedido atualmente (talvez mais que o próprio Diablo 3, hoje em dia), Path of Exile é um mistério para mim. Tendo jogado somente em níveis baixos com dois ou três personagens, abordar esse material de alto nível é como descrever um jogo totalmente diferente.

Ele começa tão pé no chão, com o personagem pé-rapado sobrevivendo de escambo, juntando tudo quanto é lixo e sempre com falta de espaço no inventário. Mas depois o treco parece ficar bem metafísico, com sistemas de mapas desafiando a realidade, divindades se metendo na trama. É estranho ver um jogo passando de low para high fantasy desse jeito – como nunca cheguei perto dos níveis médios, não sei como é a transição. E pior que, se for voltar a jogar agora, provavelmente iria começar com um personagem novo. Não estava muito entusiasmado com meu templário.

Por falar em MMORPGs, Secret World Legends sofreu uma reviravolta brutal em seu sistema de equipamentos na semana passada. Basicamente trocaram tudo por algo bem mais simples e customizável. Ficou muito mais fácil jogar sozinho, o que não deixa de ser o principal problema do título: você não encontra ninguém nos mapas, apenas em dungeons. E lá é apenas quebra-quebra, nada de papo-furado. É divertido, mas repetitivo.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: https://www.pathofexile.com/game

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Incríveis retornam após 14 anos

Os estúdios Disney divulgaram o primeiro teaser de Os Incríveis 2, sequência da animação lançada pela Pixar em 2004. O novo filme deve ser lançado em junho do ano que vem, com a maioria do elenco original e Brad Bird novamente dirigindo e encarregado do roteiro.


© Disney

A continuação retoma a trama imediatamente após o primeiro, com a família Pêra enfrentando o vilão Escavador, recém emergido do subsolo. Estão no filme Samuel L. Jackson, Holly Hunter, Craig T. Nelson, Sarah Vowell e John Ratzenberger, com o novato Huck Milner substituindo o dublador do personagem Flecha Pêra, atualmente velho demais para o papel.

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Esse conflito também foi retratado em The Incredibles: Rise of the Underminer, um dos primeiros jogos de computador que joguei com meu filho, talvez o único cooperativo na mesma máquina até hoje. Na época ele era tão minúsculo que dava para dividir o mesmo teclado.

É ótimo ver uma continuação de Os Incríveis, provavelmente o melhor filme da Pixar e um dos melhores sobre super-heróis – acho sensacional como continuam fazendo versões do Quarteto Fantástico uma pior que a outra, enquanto essa animação acerta na mosca uma família de heróis.

Mas ela estar colada na primeira é um tanto esquisito. Não vão ter que reapresentar todos os personagens para as gerações que nasceram desde então? Deixar esse filme tão atrelado ao primeiro não arrisca alienar justamente essa juventude, cujos pais imploram que saia de casa de vez em quando e leve esses R$ 50 com você e não volte até as 18h? Ou acreditam que os recentemente adultos irão por conta assistir a esse filme, movidos pela nostalgia? Não me imagino indo ver um filme da Pixar sem crianças junto como justificativa, e atualmente não há nenhuma por perto.

Após 14 anos, provavelmente possuem uma estratégia de mercado para lidar com isso.

Fonte: Coming Soon

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Mais um Ghost in the Shell chega em dezembro

A editora JBC colocou em seu catálogo o mangá The Ghost in the Shell 2.0 – Manmachine Interface. O volume único é uma continuação da obra de Masamune Shirow, e traz uma versão “atualizada” da protagonista major Motoko Kusanagi. A trama se passa em realidade virtual que serve como internet, e o foco é a caçada por uma nova inteligência artificial.

Parece que emagreceu ainda mais
© JBC

São 304 páginas, “muitas delas coloridas”, segundo a JBC, pelo preço sugerido de R$ 64,90. O lançamento está previsto para 15 de dezembro.

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Meu interesse doentio por cyberpunk deu uma esfriada com o fiasco da conversão de Interface Zero 2.0 para o RPG de mesa Pathfinder (lançaram uma versão problemática, daí desistiram e resolveram converter tudo para Starfinder. Deve sair no ano que vem, em algum momento). Mas é impossível não ficar entusiasmado com uma publicação dessas.

Nunca li a obra em si ou sequer muito a respeito – sei que a Kusanagi fez algum tipo de fusão e vira uma personagem nova, com esse cabelo ruivo/castanho, e acho que até adota outro nome. Pela premissa parece ser ainda mais lisérgico que o The Ghost in the Shell original. A noção de internet via realidade virtual dominava os anos 80-90, mas mesmo com o pequeno ressurgimento atual no mercado de jogos eletrônicos, acho que ninguém está trabalhando em uma interface que adapta a www para esse sistema. Seria divertido ver o que conseguiriam fazer, mas não imagino como deixar isso lucrativo.

Estava pensando em comprar o Battle Angel Alita #1, mas vou deixá-lo na lista de desejos até uma promoção aparecer. Agora é separar a verba para esse tGitS 2.0, já que está meio salgado – mas pela qualidade das publicações, vale a pena o investimento.

Será que vão lançar as adaptações dos animes? Ou os livros?

Fonte: JBC

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Monstros gigantes destroem cidades inocentes

Rampage: A Fúria dos Monstros, a próxima adaptação de um videogame para os cinemas, ganhou seu primeiro trailer protagonizado por Dwayne Johnson. O astro interpreta um cientista cujo gorila de estimação é vítima de um experimento e começa a destruir a civilização. Lançamento em abril do ano que vem.


© New Line Cinema

Também estão no elenco Jeffrey Dean Morgan, Malin Akerman, Joe Manganiello e Naomie Harris. A direção é de Brad Peyton, com roteiro de Carlton Cuse, Ryan Engle, Ryan Condal e Adam Sztykel, todos os cinco tendo já trabalhado com Johnson recentemente, ou escalados em um dos seus próximos filmes.

Rampage foi lançado em 1986 para fliperama, permitindo aos jogadores controlar três monstros diferentes com o objetivo causar o máximo de devastação possível, enquanto enfrentam forças militares.

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Estava esperando algo muito pior, mas é apenas um Transformers com monstros gigantes e menos diálogos horríveis. As criaturas não serem capazes de falar ajuda, mas imagino que o gorila albino eventualmente vai usar linguagem de sinais para se comunicar com The Rock e salvar o dia. Curiosamente não antropomorfizaram o lobo, que no original era um lobisomem, e aparentemente também não o fizeram com o Godzilla genérico no final do vídeo.

Lembro de ter jogado pelo menos uma vez Rampage para Nintendo ou Master System (talvez até em algum 16 bits, não consigo precisar). Não sobrou muito arquivado – ou achei o treco repetitivo ou minha boa índole já se manifestava desde a tenra idade, e não me identifiquei com a matança e destruição inconsequente.

Mas o filme parece divertido para perder algumas horas quando sair no Netflix. Ou Amazon Prime, se continuarem sua campanha agressiva de expansão.

E esse sotaque do Morgan?

Fonte: IMDb

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Poderes Psiônicos em Starfinder

A editora Dreamscarred Press lançou a primeira parte de seu Psionics Guide, manual que adapta poderes psiônicos para o RPG de mesa Starfinder. O material está aberto para leitura, comentários e críticas, que serão avaliados pelos autores antes da elaboração do livro final. Clique no logotipo abaixo para abrir o arquivo no Google Docs.

Belo logotipo, mais inovador que o livro até agora
© Dreamscarred Press

O playtest inclui todas as raças psiônicas já vistas no manual Ultimate Psionics, para Pathfinder, e também a colônia de fungos inteligentes que habitam uma armadura, os Atstreidi; a classe Aegis, capaz de criar armaduras feitas de ectoplasma e modificá-la com poderes diferentes; o arquétipo Soulknife, que permite a outras classes utilizarem uma arma feita de energia psiônica em troca de perder alguns poderes; e façanhas psiônicas.

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Com a escassez de produtos compatíveis (e mesmo oficiais) para Starfinder, esse playtest é muito bem-vindo. Fiquei um tanto desapontado, pois imaginava que iriam seguir a mesma linha do manual oficial: novas raças principais, e novas classes mesclando funções de várias clássicas. Mas na verdade estão apenas convertendo o material antigo, e colocando todo mundo no espaço. Mas é melhor que nada! E ainda não vimos os sistemas mais relevantes, justamente os poderes psiônicos.

Estou fazendo comentários sobre as raças, já que o resto das análises está focando no Aegis e Soulknife. Não encontrei muitos problemas, só algumas frases que poderiam ser mais específicas, e alguns ecos de Pathfinder que foram modificados ou descartados em Starfinder mas sobreviveram na primeira versão do texto.

Espero que incluam alguma coisa quanto ao combate entre naves espaciais. Tivemos um no final de semana, e achei tudo muito lento. Enquanto no conflito normal a maioria dos personagens estão fazendo dano ou tentando prejudicar oponentes/apoiar aliados, em uma nave espacial de dois a três personagens ficam imobilizados em funções importantes (piloto, engenheiro, oficial de ciências) mas incapazes de danificar inimigos diretamente. Você até pode colocar múltiplos personagens na artilharia, mas as restrições de posicionamento da nave geralmente permitem que apenas dois ataquem. E os pontos de escudo e de casco são intermináveis!

Adoraria ver uma nova função exclusivamente para personagens psiônicos, atacando a tripulação com telepatia, ou diretamente a nave com telecinésia – mas acho que estou sonhando alto demais. No máximo devem incluir alguns equipamentos psiônicos para instalar nas embarcações espaciais.

Imagino que a própria Paizo vai acabar revisando as regras oficiais, dando mais opções hostis aos demais personagens, ou pelo menos dano dobrado em ataques críticos.

Fonte: Dreamscarred Press

Playtest: Psionics Guide

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