Monthly Archives: September 2017

Natureza esquisitona é a vilã em novo filme

Natalie Portman é a protagonista de Annihilation, ficção científica sobre a exploração de um trecho da natureza que parece ter vontade própria. Ela é dirigida por Alex Garland (Ex Machina: Instinto Artificial), também responsável pelo roteiro adaptado. Estão na equipe dela Jennifer Jason Leigh e Tessa Thompson, e no resto do elenco Oscar Isaac e Benedict Wong. Lançamento em 2018.


© Paramount Pictures

O filme adapta o livro Aniquilação, de Jeff Vandermeer, primeiro da trilogia Comando Sul, todos disponíveis no Brasil pela Editora Intrínseca. Confira a sinopse:

“A Área X está isolada do restante do mundo há décadas, e a natureza tomou para si os últimos vestígios da presença humana. Uma primeira expedição de reconhecimento voltou de lá relatando uma terra intocada, um paraíso edênico; a segunda terminou em suicídio em massa; a terceira, em um tiroteio dentro do próprio grupo. Até que os membros da décima primeira expedição retornaram como meras sombras do que eram antes e, após algumas semanas, morreram de câncer. Em Aniquilação, primeiro volume da trilogia Comando Sul, o leitor se junta à décima segunda expedição.”

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Esta é a segunda vez do Garland dirigindo, o que significa que estava confundindo-o com algum outro diretor de nome semelhante. Após uma carreira razoável como roteirista (mais sucesso do que como escritor, parece), resolveu adaptar seus roteiros por conta própria. Ainda não dá para chamá-lo bem sucedido, pelo menos financeiramente, mas seu primeiro filme fez mais impacto na ficção científica cinematográfica do que qualquer outra coisa em anos recentes.

Esse trailer me lembrou do Alien 5/Prometheus 2 lançado há pouco tempo, tanto em tema quanto em ambiente, mas espero que não seja tão tosco. Pelo menos já é bem mais bonito.

Vou colocar o livro na minha lista de desejos e aguardar uma promoção para adquiri-lo.

Fonte: Paramount no Youtube

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Ator e atriz de Corpo Fechado são contratados para sequência

Glass, o terceiro filme da trilogia que inclui Corpo Fechado e Fragmentado, aumentou o elenco com mais veteranos da primeira produção. Spencer Treat Clark interpreta novamente o filho de David Dunn (Bruce Willis) e Charlayne Woodard retorna como mãe de Elijah Price (Samuel L. Jackson). Lançamento em janeiro de 2019.

A ideia faz sentido, mas esse resultado...
© Universal Pictures

Corpo Fechado foi lançado em 2000, e trazia Willis descobrindo possuir superpoderes após passar quase a vida toda como um pacato segurança de estádio. Fragmentado é de 2016, e colocava Anya Taylor-Joy como uma vítima de sequestro de James McAvoy, cujos poderes são consequências de possuir 10 personalidades diferentes.

O novo filme vai colocar o super-herói e o supervilão se enfrentando, mas o título é uma referência ao personagem de Jackson, o Mr. Glass de Corpo Fechado. Trata-se de um vilão intelectual que cometia atrocidades em busca de uma pessoa capaz de sobreviver a elas.

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Lembrava da mãe de Elijah (esse é o nome da personagem, pode conferir os créditos de Corpo Fechado) como a senhora idosa na última cena do filme. Mas Woodard na verdade interpreta a mesma personagem tanto no flashback sobre o nascimento e infância do Mr. Glass, quanto no desfecho, estando apenas maquiada para aparentar uma idade muito mais avançada.

Acho um ótimo sinal essa dedicação em trazer o elenco secundário de volta após quase duas décadas. Seria ainda melhor se colocassem a Robin Wright, esposa de Willis no primeiro filme, no mesmo papel, mas sua ausência providência conveniente carga dramática à família Dunn.

E por incrível que pareça, ainda não assisti Fragmentado, somente uma tonelada de trechos. Será que preciso assinar mais um serviço de streaming para expandir meu catálogo?

Fonte: Slash Film

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Filme policial em trem é cheio de ação

O novo trailer de Assassinato no Expresso Oriente foi lançado, destacando os cenários do filme e as circunstâncias do crime mencionado no título. Kenneth Branagh dirige esta adaptação do livro de Agatha Christie e também protagoniza como o detetive Hercule Poirot. São investigados por ele Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley Judi Dench, Penélope Cruz, Willem Dafoe e Josh Gad.


© 20th Century Fox

O roteiro é de Michael Green, cujo currículo recente inclui Alien: Covenant, Logan, Deuses Americanos e Blade Runner 2049. Lançamento em novembro deste ano.

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Que deprimente! Os dois curtas metragens de Blade Runner 2049 ganharam páginas no IMDb e listam tanto o Green quanto Hampton Fancher como roteiristas. O primeiro foi esquisitinho, mas interessante, enquanto o segundo foi uma porcaria feita de clichês de filmes de ação. O trailer mais recente de 2049 traz o gigantesco traseiro holográfico e cor de rosa da replicante Joi como imagem destaque, e acho que ele é uma metáfora para o material de divulgação até agora: tudo exagerado.

Mas voltemos ao Assassinato no Expresso Oriente, que é o tema aqui. O visual do filme está ótimo, mas a quantidade de cenas de ação me pegou de surpresa. Lembra um pouco do primeiro Piratas do Caribe – será que planejam transformá-lo numa franquia? O Poirot aparece em vários livros da Christie, que eu saiba.

Dão um destaque e tanto para a jedi Daisy Ridley, mas duvido que tenha muito tempo em câmera, com sua agenda restrita e compromissos com uma galáxia muito, muito distante. Devem estar apenas aproveitando a publicidade gratuita que sua presença traz.

Fonte: 20th Century Fox no Youtube

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Lara Croft volta aos cinemas pela terceira vez

Tomb Raider: A Origem está reiniciando a franquia de Lara Croft nos cinemas, de modo semelhante ao que foi feito nos videogames. Alicia Vikander (Ex Machina: Instinto Artificial) é a nova protagonista, e Walton Goggins (The Shield: Acima da Lei) o provável vilão humano da trama.


© Warner Bros

Nick Frost e Dominic West também se juntam ao elenco desta nova versão de Tomb Raider, que será lançada em março do ano que vem. A direção é do desconhecido norueguês Roar Uthaug, e a desconhecida Geneva Robertson-Dworet escreveu o roteiro.

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Esta última pessoa é a parte mais misteriosa do filme todo. Seus créditos incluem Sherlock Holmes 3, Sereias de Gotham, ROM, M.A.S.K.: Mobile Armored Strike Kommand, Dungeons & Dragons e o próximo carro chefe do universo cinematográfico da Marvel, a Capitã Marvel. Ou é algum gênio recém chegado a Hollywood, ou um pseudônimo para uma ou mais pessoas. É muito projeto caro atrelado a uma pessoa anônima só.

Voltando ao trailer, achei a Vikander fraquinha e perdida. Sei que a origem de Lara Croft mostra ela ganhando a confiança que a Angelina Jolie demonstrava o tempo todo em seus longas, mas podiam ter colocado ela curiosa, entusiasmada. No trailer só parece confusa.

Imagino que a demanda por filmes de “empoderamento” feminino ajude um pouco nas bilheterias, mas esse provavelmente vai acabar sendo o Assassin’s Creed de 2018.

Fonte: Youtube

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Editora de Munchkin prepara novo jogo de cartas

A Steve Jackson Games (GURPS, Munchkin) está procurando financiamento para um novo jogo no site Kickstarter. Em Conspiracy Theory vários jogadores utilizam um baralho de 480 cartas para adicionar elementos a uma teoria da conspiração, procurando convencer os oponentes que a sua versão da história é a verdadeira.

Essa arte não ajuda em nada!
© Steve Jackson Games

A editora já conseguiu 80% dos 30 mil dólares que estão solicitando, com mais de duas semanas de financiamento ainda pela frente. Planejam vender o jogo somente nos EUA, devido ao peso do produto e o consequente custo elevado de frete.

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Mencionam várias vezes que o Conspiracy Theory é voltado para a família toda, não “apenas para adultos”. Está certo que conspirações estão em alta nos EUA atualmente, e são um ponto sensível para a imprensa de lá, mas estava meio perdido quanto a essa ênfase na censura baixa do produto.

Descobri uma explicação nos comentários do Kickstarter. Aparentemente o jogo de cartas nesse estilo mais popular atualmente se chama Cards Against Humanity, e é todo ancorado em humor adulto (o que na verdade significa sexo e violência, e não complexidade – humor para adultos costuma ser bem juvenil!). Estão tentando se distanciar desse aspecto do concorrente, e possivelmente ampliar o público.

Obviamente vão conseguir o financiamento, mas parece que não vai ser tão graúdo quanto Dungeon Fantasy e Cars Wars (ambos acima de US$ 100 mil) ou o absurdo Ogre Designer’s Edition (quase 1 milhão de dólares). Imagino se a mera comparação com CAH afastou o público típico da empresa, meio avançado em anos, ou se é o próprio gênero que está exausto.

Fonte: Daily Illuminator

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Um exausto e vingativo Jackie Chan

Jackie Chan interpreta um pai caçando terroristas em The Foreigner. Após ter sua filha assassinada, o astro chinês enfrenta pessoalmente os criminosos, enquanto atormenta um funcionário do governo (Pierce Brosnan) que pode estar ligado a eles. Lançamento em outubro, nos EUA.


© STX Entertainment

A direção é de Martin Campbell (007 – Cassino Royale) e o roteiro de David Marconi (Duro de Matar 4.0).

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Acho que nem nos filmes dramáticos que ele anda fazendo na China você encontra um Jackie Chan tão moído (e curiosamente cinza), totalmente exausto. Ficou chamativo, e justifica um pouco a surra que parece levar em toda cena de ação antes de derrotar os terroristas por um triz.

Tive que pensar duas vezes antes de fazer esse post – Chan obviamente está interpretando um ex-espião, e esse é um gênero que não cubro por aqui. Mas seus oponentes parecem estar mais alinhados à categoria de criminoso comum do que de organização internacional com planos grandiosos. E ele está agindo como um vigilante, e não um agente secreto.

Difícil categorizar esse filme pelo trailer, já que só mostram cenas de ação (se ficou alguma coisa de fora nesse vídeo, foi a provável luta final com o Brosnan). No IMDb está como “action” e “thriller”, que é um tipo de suspense com ação.

Bom, é o mais perto de espionagem que já coloquei aqui.

Fonte: Coming Soon

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Sucesso inesperado de Keanu Reeves se expande

A franquia John Wick terá um terceiro filme, confirmado pelos estúdios Lionsgate para maio de 2019. Keanu Reeves permanece no papel do protagonista, um assassino que deixa sua aposentadoria após ter seu carro roubado e cachorro de estimação morto. O diretor Chad Stahelski e o roteirista Derek Kolstad voltam às suas funções pela terceira vez.

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© Lionsgate

Além disso, o trio está envolvido no desenvolvimento da série The Continental, baseada no hotel em que assassinos como Wick podem se hospedar sem sofrer represálias de colegas de profissão.

O primeiro filme foi lançado no Brasil com o título De Volta ao Jogo, e sua continuação foi traduzida para John Wick: Um Novo Dia Para Matar.

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Ainda estou aguardando meu serviço de streaming de vídeo colocar o segundo John Wick no catálogo, mas até agora nada. Parece até que estão com dificuldades para adquirir material externo e resolveram focar em produções próprias, nem sempre bem sucedidas (exceto pelas séries, em que mais acertam que erram).

O primeiro foi uma daquelas inacreditáveis surpresas. Keanu Reeves em um filme de ação com uma boa trama, combates caprichados, além de personagens coadjuvantes memoráveis? Acho que ele não fazia algo assim desde o Matrix original!

Recomendo para todo mundo com um mínimo interesse por pancadaria e balas voando para todo lado, atitude esta que, repetida exaustivamente, foi a provável causa do sucesso inesperado de John Wick. Ser transformado em uma franquia deve ter sido espantoso para todos os envolvidos.

O diretor até conseguiu a cadeira atual do remake de Highlander. O treco realmente está rendendo.

Fonte: Bleeding Cool

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O novo herói descamisado Hellboy

A primeira peça de divulgação do próximo filme de Hellboy foi publicada pelo criador do personagem, Mike Mignola. David Harbour, o novo protagonista, aparece caracterizado com a pele vermelha típica, chifres raspados e armamentos. O longa deve ser lançado no ano que vem, e traz o diabólico herói enfrentando Nimue, a Rainha de Sangue, interpretada por Milla Jojovich.

“Hmpf.” – Hellboy
© Lionsgate

Também está no elenco Ian McShane, novo intérprete do Professor Broom, mentor de Hellboy. Demais companheiros clássicos do herói não foram anunciados ainda, ou não estarão presentes.

Este terceiro filme da franquia é um reboot, dirigido por Neil Marshall (vários episódios de séries de TV, e o longa Centurião, com o Michael Fassbender). Estão listados como roteiristas Andrew Cosby (criador da série Eureka) e o próprio Mignola.

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Li/tenho algumas poucas e boas revistas do Hellboy, e apesar de ele ter seus momentos de arrogância, não é bem a primeira impressão que costuma causar. Então colocarem o Harbour fazendo essa cara meio babaca foi uma decisão muito peculiar.

Deve ser parte da estratégia de separação dos filmes anteriores. Já que não podem variar muito do visual, mudam a personalidade e se livram dos coadjuvantes. E entupiram de gente de televisão, tanto no elenco, quanto na direção e roteiro. Estranho.

Fiquei com vontade de assistir ao primeiro filme de novo. O segundo vi apenas uma vez e não me causou uma boa impressão. Talvez valha uma nova tentativa.

Fonte: Syfy Wire

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Novo curta de Blade Runner tem problemas

Blade Runner 2049 ganhou seu segundo curta-metragem, Nowhere to Run. O foco desta vez é o personagem de Dave Bautista (Guardiões da Galáxia), um androide chamado Sapper. O longa chega aos cinemas em 5 de outubro.


© Warner Bros

Ryan Gosling é o novo protagonista, procurando a ajuda do original, Harrison Ford, para desvendar uma conspiração ligada aos robôs humanoides.

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Que porcaria. Mas é incrível enfiarem tantos clichês em tão poucos minutos, simplesmente não deixando espaço para nada minimamente original. Preciso acreditar que foi de propósito, um exercício de mediocridade – é impossível algo associado a Blade Runner ser tão banal e irrelevante assim, e resultar do melhor esforço possível.

Acho que desde Prometheus um pedaço de mídia não me decepcionava tanto. Argh, que jeito de encerrar a semana! Maldito seja, Ridley Scott!

Vi mais cedo que o Shinichiro Watanabe estaria criando um desses vídeos, então há alguma esperança por algo decente. O criador de Cowboy Bebop e Space Dandy não conseguiria ser ruim desse jeito, a menos, novamente a esperança, que seja propositalmente.

É preciso enfiar isso na cabeça já, antes que seja tarde: Blade Runner 2049 não tem nada a ver com o original. Trama, cenário, personagens, diálogos, visual – é tudo completamente diferente e desconectado. A única coisa que compartilham é o título e algumas pessoas no elenco. Com essa mentalidade posso me poupar uma decepção ainda maior no mês que vem.

Blargh. Urgh.

Fonte: Youtube

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Comédia psíquica e mafiosa ganha anime

O manga de comédia Hinamatsuri vai ganhar uma adaptação animada no ano que vem, informa a empresa de mídia Kadokawa. Os protagonistas são a dupla Nitta e Hina, o primeiro um promissor membro da máfia japonesa e a segunda uma alienígena ou viajante do tempo com poderes paranormais.

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© Kadokawa

Nitta é obrigado a hospedar Hina em seu apartamento, passando a sofrer todo tipo de bullying. Em troca, utiliza o fenômeno psíquico para progredir em sua carreira na Yakuza.

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Inicialmente fico feliz com a novidade – Hinamatsuri é um dos mangás mais hilários que li em anos recentes, repleto de humor absurdo e constrangedor, e com um elenco de apoio que rivaliza com os personagens principais (alguns diriam que a Hitomi supera-os!).

Mas pensando melhor nas possibilidades, é melhor ter cautela. Entre os últimos animes de comédia adaptados de mangá que assisti, apenas Gekkan Shoujo Nozaki-kun conseguiu manter um nível de humor semelhante ao original. Os demais exageram nos sotaques irritantes, inventam efeitos sonoros desnecessários, erram no timing das piadas.

Himouto! Umaru-chan, por exemplo, foi decepcionante, tendo suavizado um pouco a mão pesada nos últimos episódios apenas. Dagashi Kashi, entretanto, ficou tão irritante que não fui além dos primeiros. Mas os mangás são ótimos.

Fonte: Anime News Network

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