Monthly Archives: July 2017

Conan lidando com um monstro invulnerável

Está disponível Conan the Slayer #11, edição mais recente da revista mensal de Conan, o Bárbaro. A publicação atualmente adapta o conto The Devil in Iron, escrito pelo criador do personagem, Robert E. Howard, sobre uma monstruosidade com pele de ferro habitando uma cidade mística.

Capa esquisita – pode ser a cor verde usada com exagero
© Dark Horse Comics

São 32 páginas pelo preço de US$ 3,99, escritas por Cullen Bunn, com arte de Sergio Davila e cores de Michael Atiyeh. Clicando na capa acima você pode conferir uma prévia gratuita no site da editora.

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Alguém passou em seu teste de Perception! Provavelmente com um bônus de +5 devido a sonhos proféticos!

É impossível não admirar a praticidade de Conan em uma típica situação de fantasia heroica: o chefe do mapa está solto, vagando por aí, você encontra a única arma capaz de atravessar sua resistência a dano absurda, e o que faz? Dá no pé levando a mocinha a tiracolo!

Obviamente alguma outra situação vai surgir exigindo que ele retorne para o confronto, ou o monstro vai cortar sua rota de fuga; mas poucos heróis fortes e corajosos conseguem ser tão pragmáticos quanto Conan, quando confrontado com algo sobrenatural.

Parece que a Mythos está com algumas novas coletâneas de material da Dark Horse à venda. No momento estou ocupado adquirindo alguns soberbos mangas de ficção científica, então não será possível aumentar minha coleção de Conan. Mas ficarei de olho em ofertas futuras, ao menos.

Fonte: Dark Horse Comics

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Hollywood une humanos e orcs novamente

Will Smith é o astro de Bright, uma das maiores produções a serem distribuídas exclusivamente pelo Netflix. O novo trailer abaixo mostra o ator contracenando com várias raças fantásticas, nesse filme de fantasia em tempos modernos, disponível no mês de dezembro.


© Netflix

O roteiro do longa foi escrito por Max Landis, criador da série Dirk Gently’s Holistic Detective Agency, e dirigido por David Ayer, do recente Esquadrão Suicida.

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Primeira ideia que me veio à cabeça foi chamar Bright de Senhor dos Anéis contemporâneo, mas a comparação é fraca. Shadowrun no passado é muito mais exato, já que todas as raças fantásticas convivem com os humanos, não só as bonitas.

Na verdade a semelhança é tão grande que só precisariam pagar pelo uso da marca, filmar mais cenas à noite, e adicionar algumas cenas de hacking por realidade virtual – pacote completo.

Esse modelo do Netflix me ilude. Obviamente o filme terá uma audiência gigantesca dentro do serviço, por se tratar de um filme “grátis” de um astro popular. Mas qual o propósito que pretendem atingir? Evitar evasão de clientes? Recrutar novos assinantes? Será que esses investimentos monstruosos em filmes e séries exclusivos influenciam tanto assim o público, ou bastaria apenas comprar mais produções externas, e mais rapidamente?

É o diferencial deles perante tantos outros concorrentes idênticos, mas funciona? Adoraria ver um estudo sério, feito a partir de números fornecidos pela própria empresa. Imagino que se fossem tão bons assim, não hesitariam em divulgar alguma informação concreta. Outros serviços de streaming já têm produções exclusivas, não é como se o Netflix estivesse guardando um modelo secreto de negócios.

Acionistas dessa empresa devem viver arrancando os cabelos.

Fonte: Canal do Netflix no Youtube

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Comida barata e represas gigantes em Blade Runner 2

Blade Runner 2049 ganhou um site animado que explica o tempo passado entre esse filme e o original, com destaque para o cientista Neander Wallace, interpretado por Jared Leto. Confira a nova peça de divulgação aqui: http://roadto2049.bladerunnermovie.com/

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© Warner Bros

No meio de gifs do primeiro longa e dos trailers do novo, é revelado que Wallace salvou a humanidade desenvolvendo comida barata; que comprou a massa falida da Tyrell Corporation; que os replicantes Nexus-7 em diante não possuíam mais o tempo de vida restrito dos vilões originais.

A produção chega aos cinemas em outubro deste ano.

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E estarei lá no cinema dois dias depois, no sábado de manhã, primeira sessão disponível. Espero que não seja ruim demais! Com a surra que Vigilante do Amanhã e agora Valerian sofreram nas bilheterias, o ano está sendo péssimo para ficção científica. Ou seja, se preparem para mais e mais super-heróis.

Ao ler esse site inteiro finalmente me convenci que estão levando a trama a sério, tentando criar um mundo coerente e ligando os dois filmes de um jeito que quase faz sentido. O Neander ser um gênio na criação de comida processada e replicantes é estranho, mas ambas áreas podem estar perversamente conectadas; O Nexus-7 imediatamente corrigir as falhas do Nexus-6, e ser lançado após a morte do Eldon Tyrell, gera a possibilidade que o diálogo dele com o Roy Batty era uma mentira descarada; a crise mundial eventualmente resolvida pelo Neander explica o pouco desenvolvimento tecnológico em 30 anos; a represa impedindo a inundação da cidade resolve o mistério de tanta água aparecendo nos trailers!

A primeira coisa que fiz depois dessa leva de detalhes (que provavelmente sequer vão aparecer no filme) foi procurar uma “novelização oficial” em pré-venda na Amazon. Para meu desapontamento não há nada parecido. Apenas brinquedos, roupas (o casaco do Ryan Gosling parece ótimo) e uma faixa da trilha sonora exibida no trailer. Pelo menos deu para baixar a música do site – parece um remix do material do Vangelis com toques de Philip Glass. Funciona.

Fonte: Marketing do filme

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Livro saudosista tem trailer meio saudosista

Jogador Número Um ganhou seu primeiro trailer também na San Diego Comic Con, apresentando um futuro falido e o jogo de realidade virtual Oasis, que monopoliza a vida de quase todo mundo. O protagonista é um caçador de tesouros e especialista em cultura dos anos 80.


© Warner Bros

Steven Spielberg é o diretor do filme, com roteiro do escritor do livro, Ernest Cline, e Zak Penn (Vingadores, Alphas). O protagonista é Tye Sheridan (Amor Bandido), com Mark Rylance, Ben Mendelsohn, T. J. Miller e Simon Pegg. Lançamento em abril de 2018.

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Opa, o jovem protagonista de Mud é o herói dessa coisa? Ponto positivo para os produtores, o moleque estava ótimo naquela época – incrível ter mudado tanto em apenas cinco anos!

Para uma produção que se pendura exclusivamente na salada de referências a filmes, séries, jogos, música e anime de décadas passadas, resolveram mostrar bem pouco. E o que aparece, dura alguns segundos, fica escondido nos cantos da tela e não tem importância quase alguma para o que está acontecendo.

Espero que não resolvam a questão de direitos autorais deixando tudo escondido na escuridão, como no vídeo acima. E o destaque interminável para os sonolentos vilões foi duro de aguentar, com tanto coisa melhor disponível.

Esse teaser não está tão ruim, mas ficou aquela impressão de oportunidade desperdiçada.

Fonte: Canal da Warner Bros no Youtube

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Star Trek brinca com seus escudos espaciais

A nova série Star Trek: Discovery foi uma das franquias contempladas com trailer inédito na San Diego Comic Con, este final de semana. Alguns personagens ganham mais tempo de cena, como o vilão Harry Mudd (Rainn Wilson) e o capitão Lorca (Jason Isaacs). Outro destaque fica para o uso criativo da tecnologia de escudo, sempre presente nas batalhas entre naves espaciais.


© CBS

Discovery é protagonizada por Sonequa Martin-Green, de The Walking Dead, uma humana com algum tipo de ligação com Sarek, pai do Sr. Spock da série original. O programa será lançado nos EUA pelo canal CBS e também será distribuído pelo serviço de streaming de vídeo Netflix.

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Os klingons reptilianos continuam a incomodar o público clássico, mas acho que dá para inventar alguma justificativa – podem ser uma variação do klingon típico, do mesmo jeito que humanos tem vários fenótipos e genótipos diferentes. Por que todos os membros de raças alienígenas são idênticos, enquanto os humanos são uma mistureba? Que preconceito contra outras espécies inteligentes!

Se for uma mera reinterpretação criativa, então merecem os xingamentos mesmo.

Há alguns meses boatos diziam que a Soneca era uma humana criada por vulcanos, o que é um conceito magnífico, além de explicar seu nome masculino. Agora o rumor é que ela é meia-irmã do Spock, o que joga seu valor como personagem original pela janela. Mas pelo menos continua fazendo coisas que parecem divertidas, ao utilizar o escudo da nave de modo bem maluco e sofrer bullying do Mudd (não reconheci o Rainn até ele se apresentar).

Não parece que vai chacoalhar o universo de fãs ou recrutar muitos novatos para a franquia, mas ao menos é material inédito de Star Trek. Estou com mais vontade de me arriscar em Discovery do que em conferir as antiguidades no Netflix que nunca assisti, com suas 30 ou mais temporadas combinadas.

Fonte: Canal do Netflix no Youtube

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Ducktales é repleto de personagens extrovertidos

Mais um trecho do episódio piloto de Ducktales foi divulgado pela Disney, durante seu evento de mídia este mês. O programa terá uma hora de duração e será repetido durante todo o dia 12 de agosto, no canal Disney XD. A temporada normal começa no final de setembro.


© Disney

Ducktales é um reboot completo da franquia, começando com o primeiro encontro entre o Tio Patinhas e os três sobrinhos do Pato Donald, antes de saírem pelo mundo caçando tesouros. A personalidade da maioria dos personagens foi preservada, com exceção das patas e de um dos sobrinhos. David Tennant, de Doctor Who, é o novo dublador do pato mais rico do mundo.

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Que tal terminar a semana com um clipe de Ducktales? Pode parecer bizarro ver isso aqui, mas estou achando essas prévias divertidas e muitas vezes engraçadas. É quase uma pena não ter crianças na faixa etária adequada para assistir essa série – poderia acompanhar com eles e fazer comentários inúteis sobre as diferenças entre a nova e a original.

Não tinha visto ainda o quão agressivas ficaram a empregada doméstica e sua sobrinha. É uma mudança e tanto do perfil frágil que possuíam antes, e pelo jeito, criada exclusivamente para agradar a opinião pública que exige personagens femininas tão alfas quanto as masculinas. Ao invés de quatro personagens brigando pela liderança da cena, temos seis. E ninguém calmo, ponderado ou introvertido para servir de contraste aos estouradinhos patos da família McDuck.

Vão precisar inventar personagens novos com perfis mais pacatos, ou suavizar outros co-protagonistas. Talvez seja essa a função dos dois sobrinhos que ainda não se destacaram. Olhando bem para a sociedade moderna, pior que faz sentido.

Fonte: Coming Soon

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Guerreiros de luz & escuridão em Pathfinder

A classe mais recente de Starfinder a ser apresentada é o Solarian. Trata-se de um guerreiro místico e contemplativo, que utiliza uma arma corpo a corpo feita de luz ou de escuridão, que também pode ser substituída por uma armadura com os mesmos temas.

Use the Stars and the Gravity, Muke
© Paizo

Ele se divide entre poderes photon (luz, calor e vida) e graviton (escuridão, gravidade e coisas grudadas), podendo se harmonizar com um lado para melhorar seus efeitos. Se dedicar-se apenas a um dos lados durante três rodadas, tem acesso a um buraco negro que atrai inimigos ou uma supernova que dispara fogo – após isso precisa começar a se harmonizar novamente.

Starfinder, versão do RPG de mesa Pathfinder no espaço, será lançado em agosto, durante a Gen Con.

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Não escancaram, mas é óbvio que os Solarians são os Cavaleiros Jedi de Starfinder. Arma de luz (ou armadura), luz e escuridão, metidos a monges, poderes místicos, origem misteriosa entre alienígenas. Tudo ali.

Deram dois exemplos de poderes também:

Blazing Orbit (ação de movimento) dá ocultamento enquanto você anda e deixa um rastro de fogo atrás do personagem, que dura 1 rodada e causa 2d6 pontos de fogo em quem pisar nele. Acho que pode ser útil se você estiver sendo perseguido por uma criatura grande em um corredor de três metros (dois quadrados) de largura, que não tenha qualquer arma de longa distância. Em um cenário de naves espaciais e lasers.

Crush (ação normal) deixa uma criatura cambaleante/vacilante (como traduziram staggered?) a até seis quadrados de distância, com teste de fortitude para negar. Pode ser mantido como uma ação de movimento a cada rodada, com um novo teste de resistência em cada ocasião. Se o alvo passar, fica imune por 24 horas.

Se estiver harmonizado com o lado adequado, o primeiro poder causa mais dano e o segundo pode também atordoar por uma rodada.

Nada muito útil, para ser franco. O primeiro funcionaria apenas contra inimigos irracionais e sem espaço para desviar do fogo ou incapazes de ataques a distância (até um leão alienígena em uma selva de outro planeta saberia desviar de um rastro de fogo durante uma perseguição – a menos que ele fosse imune a fogo ou não conhecesse essa reação química). O segundo você desperdiça um ataque em potencial para tentar atrapalhar um oponente por uma rodada, prolongável infinitamente, verdade, mas a imunização de um dia é uma coleira e tanto.

O grande problema? São poderes de nível 6. Para um personagem iniciante já não seriam grande coisa, chegar até esse ponto e ganhar isso? Se essas são boas amostras do que aguarda o Solarian, ele vai sofrer um bocado.

Se você gosta do tema luz vs. sombras, sugiro o Ultimate Antipodism da Interjection Games. São três classes de personagem que exploram essa dualidade, mas com efeitos mais eficazes que essas amostras acima.

Fonte: Paizo Blog

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Filme e livro de Valerian meio atrasados

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas chega aos cinemas no dia 10 de agosto, quase três semanas após sua estreia americana. E nessa mesma data será lançada a novelização oficial do filme, pela editora Harper Collins Brasil, com autoria de Christie Golden. O preço sugerido é de R$ 29,90.

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© Harper Collins

Golden é uma veterana em adaptações literárias desse tipo, tendo as franquias Warcraft, Starcraft, Assassin’s Creed, Dungeons & Dragons, Jornada nas Estrelas e Star Wars no currículo. A versão americana do livro também será lançada quase três semanas antes que a brasileira, no mesmo dia que o filme.

Dos quadrinhos franceses originais, está disponível no país o primeiro volume, pela editora SESI-SP.

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Estou desapontado. Estava planejando ir ao sábado ver esse desbunde visual do Luc Besson, mas ao fazer as verificações básicas escrevendo esse post descobri: Valerian é um daqueles raros filmes que são lançados aqui com quase um mês de atraso.

Antigamente, vinte anos atrás, era muito pior; a gurizada de hoje em dia não faz ideia o que era esperar meses e meses por uma estreia alardeada em todo jornal e revista. E uma internet que mal conseguia dar conta de baixar um trailer, imagine assistir um streaming. Esqueça!

Estão investindo horrores na divulgação de Valerian, mas não vejo esse filme indo muito longe. A relação entre os protagonistas parece ser o aspecto mais interessante, têm toneladas de personagens secundários e terciários animados em computador, mas parecendo desenhos animados (acredito que se algum deles fosse particularmente chamativo teria ganho espaço nos trailers), uma trama sem pé nem cabeça sobre viagem no tempo e espaço, e a ausência de um vilão. Até mostram os dois heróis batendo em um bando de gente, mas não explicam porque, ou quem são eles.

Ia apostar no filme já que adoro o Quinto Elemento, mas com três semanas de resenhas entre agora e a estreia, provavelmente vou desanimar.

Pelo menos o livro sai mais barato que ir ao cinema. A menos que você vá sozinho. E a pé.

Fonte: Pré-vendas da Saraiva

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Novo Blade Runner é muito mais explosivo

Blade Runner 2049 tem um novo trailer, repleto de cenas inéditas e diálogos com personagens até agora apenas vislumbrados. Alguns aspectos da trama também começam a ser revelados, mas todas as respostas ficam disponíveis somente em outubro deste ano, nos cinemas.


© Warner Bros

Ryan Gosling é o novo protagonista, acompanhado por Jared Leto, Robin Wright, Dave Bautista e Ana de Armas, se unindo aos veteranos do elenco original, Harrison Ford e Edward James Olmos. A direção é de Denis Villeneuve, com roteiro de Hampton Fancher e Michael Green. Ridley Scott, diretor do primeiro filme, retorna somente como produtor executivo.

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Ainda bem! Com o que ele tem feito pessoalmente na franquia Alien, sua quase ausência deste filme é o melhor sinal possível.

Muita violência e poucos replicantes, mas pelo menos mostram um respingo da trama: uma conspiração. É uma distinção e tanto do primeiro filme, com sua trama bem simples, em que um grupo de androides fugia do espaço para a Terra em busca de tratamento de extensão de vida, matando um monte de cientistas em seu caminho, mas sem propósito fora viver um pouco mais.

Aparentemente. Se vão conectar essa história nova ao Rick Deckard, interpretado pelo cinzento Ford, parece que vão inventar uma trama oculta para as ações da gangue Batty. É um upgrade e tanto nessa história cheia de nuances sobre a importância da vida, o que é um ser vivo, inteligência artificial, alma e outros temas transhumanistas. Agora um pouco de espionagem e salvamento do mundo.

Não dá para achar ruim demais – são as preferências do público atual. Mais explosões, mais brigas, mais impacto no mundo ao redor. Acho que esse trailer tem mais ação que o filme original inteiro, que mal sai do mesmo bairro.

E continuo otimista, principalmente com o novo material do Gosling. Esse sujeito é sensacional. Vá assistir Drive, Dois Caras Legais e O Lugar Onde Tudo Termina. E se tiver interesse em filmes mais artísticos/esquisitos, tente Só Deus Perdoa também.

Fonte: Warner Bros. no Youtube

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Doctor Who faz substituição no elenco

O canal inglês BBC anunciou neste domingo que a atriz Jodie Whitaker será a próxima protagonista de Doctor Who. O seriado de ficção científica traz como personagem principal um alienígena chamado Doctor, cuja espécie é capaz de se transformar em outra pessoa após sofrer um ferimento mortal.


© BBC

Whitaker deve ser introduzida no episódio especial de Natal, quando irá substituir o ator atual, Peter Capaldi, e se tornar a 13ª encarnação do personagem, com mais de cinco décadas de história.

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Apesar de a série ter uma repercussão razoável nas Américas, os protagonistas sempre são desconhecidos para nós, mesmo que tenham uma carreira sólida na Europa. Olhando a ficha da Whitaker, o que melhor representa ela por aqui é Ataque ao Prédio, filme sobre uma invasão alienígena do ponto de vista de delinquentes juvenis, protagonizado pelo agora mundialmente famoso John Boyega.

Ela interpreta o personagem trabalhador de classe média, vítima tanto dos maloqueiros quanto dos alienígenas, e está no filme para que o público mediano tenha alguém com quem se identificar. Não é o melhor papel possível, mas tem um tempo de câmera generoso.

Quanto ao trailer acima, gostei da interpretação silenciosa da atriz, passou presença, entusiasmo, mas também tranquilidade, ou mesmo confiança. A Tardis ficou tão mal encaixada atrás do muro que parecem ter editado o vídeo no mesmo dia em que foi divulgado. Tosqueira.

E que tal, fiz o post inteiro sem comentar o fato de uma mulher ser o novo Doctor. O personagem é tão esquisito e cheio de cacoetes (além de pacifista), que provavelmente não fará muita diferença. E deve dar aquele pico de audiência, pelo menos na primeira temporada. Bem que podiam liberar no Netflix de novo.

Fonte: io9

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