Monthly Archives: June 2017

Leve seu baralho para uma sessão de Pathfinder

A Interjection Games lançou Ultimate Cartomancy, a segunda parte de seu manual Strange Magic 2, para o RPG de mesa Pathfinder. O livro expande o sistema “cartomancia”, criada pela editora utilizando um baralho próprio, ou um baralho tradicional ou mesmo um de tarô para invocar poderes mágicos de modo quase aleatório. Além do Cartomancer, semelhante a outras classes que usam somente magia, é introduzido o Wildcard, um guerreiro que aplica as cartas ao seu equipamento.

Capas que não tem nada a ver com o conteúdo principal, parte 2
© Interjection Games

O livro também traz o baralho “deathdealer”, que, ao contrário do clássico, cheio de efeitos variados, é baseado em causar dano e prejudicar oponentes. Aumentando as opções para as duas classes, estão incluídos três archetypes para o Wildcard e dois para o Cartomancer, além de façanhas que dão acesso a mini-baralhos que podem modificar as seleções de cartas do jogador.

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O sistema funciona assim: ao criar o personagem você escolhe o baralho clássico ou o deathdealer, e imediatamente tem acesso a todas as 78 cartas. O que muda ao passar de nível é a quantidade de cartas que você pode selecionar por dia. O cartomancer, por exemplo, no primeiro nível escolhe apenas cinco delas para o seu “baralho ativo”, e, destas, fica com duas na mão, podendo ativá-las com uma ação normal, rápida ou de movimento, dependendo do efeito. O resto do baralho ativo fica embaralhado e virado para baixo, com o jogador precisando pegar uma carta nova de cada vez, aleatoriamente. É mais fácil de jogar do que de explicar.

Mas para não deixar as classes somente no caos, o que seria bem frustrante, eles têm outros subsistemas: descartar uma carta para ativar um poder fixo, ao invés do efeito da própria carta (para os casos em que você fica pegando só as porcarias mas não quer apenas descartá-las a toa); e um buff/debuff decidido aleatoriamente no d20.

Não tive oportunidade de ver um cartomancer (ou o novato wildcard) em ação, apesar de já ter construído uma para testes. O sistema em si lembra muito jogos de cartas online, como o recém lançado Gwent, da CD Projekt Red. Tenho a impressão, ainda não confirmada, que Ultimate Cartomancy seria uma boa opção para converter competidores dessa modalidade em jogadores de RPG.

Infelizmente o autor não aceitou minha sugestão de criar uma classe que transformava toda carta em um monstro – acho que os fãs de Yugioh e Pokémon iriam gostar. Fica como sugestão para expansões futuras.

E que venha a parte final do livro, Ultimate Onmyodo. Nham.

Fonte: Strange Magic 2 no Kickstarter

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Conan enfrenta um gigante vermelho

Está disponível Conan the Slayer # 10, revista mensal de Conan, o Bárbaro, popular personagem de Robert E. Howard. A história em quadrinhos está adaptando o conto The Devil in Iron, com o cimério enfrentando uma ameaça que aparenta ser indestrutível. Roteiro de Cullen Bunn, com arte de Sergio Davila e cores de Michael Atiyeh. São 32 páginas por US$ 3,99

Adorei os comentários da dama em perigo
© Dark Horse Comics

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E não esqueça de clicar na capa para conferir a prévia gratuita do mês, e ver como é o tal Devil in Iron, o Khosatral Khel – ficou bem bacana, em minha humilde opinião.

A vantagem de adaptar os contos do Howard, ao invés de ficar inventando como a Marvel fazia, é que a essência de Conan acaba sendo preservada. Então temos histórias elevando a pura força moral e física do personagem, como um contraponto à civilização e ao horror sobrenatural/medo irracional. É o exemplar de ser humano que cresceu em contato somente com a natureza, contra os homens influenciados pela cidade e/ou pelo sagrado. Mas que também adora mulheres e bebida.

No ano passado finalmente resolvi explorar um pouco mais da obra do Howard, além de Conan, Solomon Kane e Kull, seus guerreiros com princípios. Baixei duas coletâneas de Breckinridge Elkins em áudio no Librivox (gratuitas), sobre um cowboy inocente e brutamontes, que se envolve em todo tipo de problemas com a lei, vizinhos e parentes, simplesmente por ter que fazer a coisa certa, seja ela defender sua honra ou conseguir uma noiva. Não imaginava que o autor pudesse ser tão engraçado e criativo, principalmente com um cenário restrito desses. Excelente material.

Agora estou de olho nas suas histórias de pirata – e preciso dar uma olhada no conto que inspirou a criação da Red Sonja também.

Fonte: Dark Horse Comics

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Dramatizações nos planos de Law & Order

Law & Order: True Crime é o novo desmembramento desta franquia de seriados policiais com 27 anos de atividade. Desta vez estão se inspirando diretamente em um crime real, o assassinato cometido pelos irmãos Menendez no final dos anos 80. Edie Falco (Os Sopranos) é uma das protagonistas, a advogada de defesa da dupla. Serão oito episódios, com lançamento este ano.

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© NBC

Utilizando o formato de mostrar crimes do ponto de vista policial e jurídico igualmente, Law & Order atualmente ainda está em exibição com a série Unidade de Vítimas Especiais.

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Antigamente, quando TV a cabo era a única opção fácil para consumir conteúdo americano, assistia Law & Order religiosamente, tanto Special Victims Unit quanto Criminal Intent. O primeiro eu acabei parando de ver quando enjoei dos cacoetes repetidos à exaustão (os diálogos, meu Deus, os diálogos) e o segundo quando o Vincent D’Onofrio pediu as contas. Hoje em dia acho que o único seriado policial que assisto é a nova temporada de Twin Peaks.

Puxei esse tema porque anunciaram a contratação da Heather Graham (por pelo menos 1 episódio) mas esqueci de mencioná-la no texto inicial. Bom, fica o registro! Gosto dela, apesar de andar meio apagada. Acho que ela e a Mira Sorvino podiam ser mais bem aproveitadas pelo cinema e TV da atualidade.

Achei que esses Menendez eram familiares, e não é devido aos inacabáveis especiais sobre crimes que minha esposa assiste toda noite. Ele são a inspiração para a trama paralela em The Cable Guy (O Pentelho), a comédia menos lucrativa da carreira de Jim Carrey, interpretados por Ben Stiller e aparecendo somente nos televisores de personagens secundários. Acho que esse é o filme do Carrey que mais assisti em minha vida – não sei porquê, mas esse treco não saía do videocassete na casa dos meus pais. Eu diria que é uma obra-prima mal compreendida, mas posso estar sendo meramente ufanista.

Fonte: Deadline

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Disney coloca Han Solo na linha

Ron Howard, novo diretor do filme sobre Han Solo, elogiou o material produzido até o momento pela dupla Phil Lord e Christopher Miller, demitidos recentemente. O cineasta está analisando as alterações que serão necessárias para concluir o filme de acordo com as preferências da Lucasfilm/Disney, e por enquanto a data de lançamento de maio de 2018 permanece inalterada.

Ainda estão se divertindo?
© Lucasfilm

Após ser premiado com o Oscar de Melhor Diretor por Uma Mente Brilhante, Howard se manteve relevante na indústria principalmente com a franquia O Código Da Vinci, protagonizada por Tom Hanks.

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A Disney está usando um método bem peculiar para conduzir sua aquisição bilionária mais recente. Encontram um diretor (ou dois) com potencial, algum sucesso mas não o suficiente para ser estabelecido, o colocam para dirigir um longa de Star Wars e o esmigalham até produzir um filme idêntico ao resto da franquia.

Soltam produções meio questionáveis que faturam centenas de milhões quase automaticamente, e aproveitam para submeter jovens talentos a um curso de treinamento intensivo sobre como fazer um blockbuster da Disney. Estão juntando o útil ao lucrativo.

Enquanto isso Star Wars envelhece cada vez mais, perdendo chance atrás de chance de se atualizar, vivendo de nostalgia. Com o faturamento que conseguem, não dá para dizer que estão errados, mas podiam ficar ricos e também fazerem algo criativo e mais interessante.

Fonte: Coming Soon

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Drácula vai ser adaptado por dupla de Sherlock

O canal inglês BBC está desenvolvendo um seriado inspirado na obra Drácula, do escritor Bram Stoker. Estão encarregados da empreitada Steven Moffat e Mark Gatiss, parceria bem sucedida na adaptação de outro clássico literário, Sherlock Holmes. A dupla deve ficar responsável apenas pelo roteiro, e detalhes ainda não foram revelados.

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© L&PM Pocket

As aventuras modernas do detetive particular britânico estão disponível no Brasil para assinantes do Netflix, com o próprio Gatiss no elenco como Mycroft Holmes.

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Ainda é pura especulação, mas há uma possibilidade que atualizem esse Drácula do mesmo jeito que fizeram com Sherlock – ou seja, um vampiro usando celular o tempo todo. Mas você não precisa nem imaginar como o conde Vlad se viraria nos tempos modernos, basta assistir ao documentário fajuto O Que Fazemos nas Sombras. O filme acompanha um grupo de vampiros com séculos de existência dividindo uma casa e tentando se adaptar às conveniências modernas.

Mas outra história de peixe fora d’água usando um vampiro? Acho que deviam fazer exatamente o oposto: continuar a história do livro e mostrar o Drácula praticamente dominando o mundo moderno com seus séculos de experiência e tempo para planejar. Sei que isso também já foi feito, mas não tanto à exaustão quanto as outras possibilidades.

E chega de ficar imaginando, que o programa está tão verde que nem consta no IMDb ainda. Talvez sequer aconteça! E se acontecer, lá por 2019, no mínimo. Bastante tempo para encontrarem um ator romeno para protagonizar, o que seria realmente inovador.

Fonte: Bleeding Cool

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Interface Zero para Pathfinder

A editora Gun Metal Games está publicando hoje (23) a versão para o RPG de mesa Pathfinder de seu cenário de campanha Interface Zero 2.0. O jogo se passa no ano 2090 de nosso mundo, recheado de elementos cyberpunk com alguns toques próprios, como híbridos humanos e animais, e implantes de realidade aumentada em todas as pessoas.

Arte original sem o diminuto título do livro. Muito bom!
© Ian Llanas

O manual traz sete raças e nove classes, regras sociais para interagir com personagens não-jogadores, novas e modificadas habilidades, façanhas, características e defeitos. Há um capítulo próprio para “regras cyberpunk”, que inclui combate, órgãos cibernéticos, drones e programas de computador. Há também material para os mestres do jogo, sobre a criação de histórias no cenário e até geradores de aventuras e NPCs.

Completam a publicação uma extensa lista de equipamentos e de oponentes, e uma cidade futurista detalhada: Chicago.

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Por enquanto apenas quem comprou o jogo pelo Kickstarter tem acesso ao arquivo, mas imagino que isso vá mudar nos próximos dias. Estou aguardando por esse manual desde janeiro! E vejo que a espera valeu a pena – a quantidade de material é impressionante em sua abrangência. Agora só preciso ler as quase 400 páginas, criar personagens com meus filhos e testar alguns cenários mais simples que tenho em mente, antes de partir para uma campanha.

Também quero tentar participar de jogos online com os demais participantes do financiamento, que o treco parece promissor. Só preciso descobrir onde e se esse pessoal se agrupa fora da página do livro.

Estava torcendo para que desse certo, e funcionou: fechei a semana com um combo cyberpunk.

Fonte: Gun Metal Games

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Novo Blade Runner já se garante no visual, ao menos

Blade Runner 2049 ganhou um novo vídeo promocional, recheado de cenas dos bastidores e trechos de entrevistas com elenco e equipe técnica. Ryan Gosling protagoniza esta continuação de Blade Runner – O Caçador de Androides, que chega aos cinemas em outubro deste ano, com direção de Denis Villeneuve.


© Sony

Harrison Ford retorna ao papel de Rick Deckard e Edward James Olmos ao de Gaff, agora na companhia de Robin Wright, Jared Leto, Ana de Armas e Dave Bautista. Hampton Fancher é novamente o roteirista, desta vez acompanhado de Michael Green (Alien: Covenant).

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Há alguns anos, quando divulguei que uma produtora havia comprado os direitos de Blade Runner e planejava fazer algo com eles, nunca achei que iam chegar tão longe. Não só conseguiram reunir um ótimo elenco e um enorme talento na direção, como também criaram algo que parece visualmente espetacular. Agora é torcer para o Ridley Scott e o Harrison Ford não ferrarem com tudo.

Posso apontar a franquia Alien como uma situação semelhante, e genuinamente na latrina com as últimas inserções cinematográficas do Scott. E parece que ele não tem planos de parar tão cedo. Já o trabalho do Ford revivendo seus antigos sucessos não tem sido exatamente inspirado, incluindo Jones e Solo – pelo que está mostrando nesses trailers, Deckard parece estar indo para o mesmo ralo.

Pelo menos a presença da dupla me impede de criar entusiasmo excessivo pelo filme, o que certamente irá melhorar a experiência no cinema: ou surpresa pela qualidade, ou pouca decepção por já esperar um produto inferior. Que venha outubro!

Fonte: Slash Film

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O necromante chega com vários presentes

Diablo III vai ganhar sua nova classe Necromancer na terça-feira (27), anuncia a Blizzard, desenvolvedora do jogo. A novidade irá custar US$ 14,99 e integra o pacote Rise of the Necromancer, que também inclui um animal de estimação, asas, novos detalhes para a bandeira pessoal e uma moldura de retrato, dois espaços para personagens novos e para o baú da conta. No PC, PlayStation 4 e Xbox One.


© Blizzard

Na mesma ocasião o jogo recebe a atualização 2.6.0, inaugurando uma modalidade de competição em que os jogadores podem comparar o tempo que demoram para completar um mapa, e alguns cenários novos.

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15 dólares? Tinha certeza que seriam apenas 10, que por sinal é o valor que vou esperar chegarem antes de pensar em comprar. Depois de algumas centenas de níveis com o Witch Doctor não estou exatamente motivado a investir em outro invocador de monstros. Provavelmente irei de monge na próxima temporada.

Acho que essa corrida para limpar rifts vai ter uma má aceitação pela comunidade, que até hoje não foi contemplada com um PvP de verdade. Vai apenas cutucar a ferida. Provavelmente estão guardando a modalidade para algo grandioso, talvez o patch 3.0. Acho que justificam o atraso com questões de balanceamento de poder entre classes, que obviamente é muito desigual, mas contornável. Bastava criarem um PvP sem regras e outros restritos a personagens da mesma classe, ou de natureza semelhante (bárbaros vs. monges, etc).

Fonte: D3 Blog

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Pantera Negra integra uma trilogia

O diretor Ryan Coogler e o ator Michael B. Jordan vão se reunir pela terceira vez em Pantera Negra, um dos próximos filmes da Marvel. Enquanto Coogler permanece na mesma função, Jordan desta vez será um dos vilões, se opondo ao herói interpretado por Chadwick Boseman e visto anteriormente em Capitão América 3. Confira o primeiro trailer:


© Marvel

Reaparecem na trama Martin Freeman e Andy Serkis, veteranos de O Hobbit e do Capitão América. Se juntam a eles Lupita Nyong’o, Angela Bassett, e Forest Whitaker. Lançamento em fevereiro do ano que vem, com o Pantera enfrentando um golpe de estado enquanto tenta se estabelecer no trono de Wakanda.

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Rapaz, parece ótimo o treco. Me lembrou aqueles clássicos de aventura dos anos 80, como Tudo Por Uma Esmeralda ou a franquia Allan Quatermain, mas desta vez com um protagonista negro. Adoro o contraste de alta tecnologia e a selva africana, com todas suas possibilidades para complicações morais e práticas: por que não usam seu equipamento para apoiar nações vizinhas, por que ninguém descobriu essa tecnologia também e por aí vai. Espero que enfiem alguns dinossauros em Wakanda também, mas na Marvel acho que apena a Terra Selvagem tem os bichos.

Assisti Creed: Nascido para Lutar nos cinemas e achei magnífico, tanto as lutas quantos os personagens, momentos dramáticos e os vários relacionamentos familiares. Obviamente os combates em Pantera Negra precisam ser mais acrobáticos e absurdos, mas se repetir com a mesma habilidade os outros aspectos que listei, será um ótimo filme.

Esse fiquei com vontade de ir nos cinemas.

Fonte: Marvel no Youtube

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Os 7 melhores trailers da E3 2017

Dezenas de trailers de jogos inéditos ou com novidades sobre títulos já anunciados foram divulgados durante a E3 2017, realizada este mês. Confira abaixo alguns dos vídeos que se destacaram:

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E como eu estava de férias na semana passada, perdi a chance de rechear o período com o jogo mais interessante do dia; mas fica aí em cima o resumo de minhas preferências.

The Last Night tem um belo trailer, mas resta saber se merece o destaque que está recebendo (incluindo os holofotes do Xbox e da militância feminista). Jogo um bocado de RPGs com visual de 8 bits, e não consigo imaginá-los sendo tão dramáticos quanto esse.

The Evil Within 2 e Call of Cthulhu me deixaram com mais vontade de jogar Secret World Legends, que será lançado somente na próxima semana.

Wolfenstein e Detroit vem carregados de conteúdo político e meio que se complementam. No primeiro os inimigos são nazistas, no segundo os humanos são todos nazistas. Ótima mensagem!

Marvel’s Spider-Man é um deslumbre. Mas se reparar bem, dá a impressão que você está assistindo um cinematic e precisa apertar alguns botões de vez em quando para manter o filme rolando. Quanta liberdade de movimento você realmente tem? Me parece que apenas o movimento anterior ao primeiro combate, nas vigas, ficou ao gosto do freguês, no resto do tempo, é apenas um espectador.

Anthem é um simulador de Homem de Ferro + dinossauros no futuro. Visual caprichado, mas como jogo não se destaca de outros títulos de tiro futurista, me vindo à cabeça Halo e Crysis. Talvez a capacidade de voar seja o suficiente? Apesar de Tribes ter feito isso há um bom tempo? Faltou aquele toque especial da BioWare… talvez no próximo trailer.

Fonte: Basicamente canais dos produtores e distribuidores dos jogos no Youtube

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