Starfinder começa com habilidade

A editora Paizo está publicando sinopses das classes de seu novo RPG de mesa, Starfinder. Serão sete no total: Envoy, Mechanic, Mystic, Operative, Solarian, Soldier, e Technomancer. A primeira abordada foi o Envoy (enviado, representante), o diplomata do grupo, repleto de pontos de habilidades e capaz de adicionar 1d6 a testes com algumas destas. Seus poderes principais são chamados de improvisações, e podem ser utilizados em combate para atrapalhar inimigos ou ajudar aliados. O exemplo no artigo é de uma finta a distância que deixa o oponente desprevenido até contra ataques de outros personagens.

Homens-lagarto espaciais, obviamente.
© Paizo

Em seguida resumiram o Operative (esse não achei uma tradução para o substantivo; o adjetivo seria operativo mesmo, mas se refere a algo que esteja funcionando. O substantivo em inglês é uma gíria para agente secreto). Esse é o ladrão desse cenário, focado em furtividade, enganação, agir em segredo, ao contrário do Envoy, que trabalha abertamente. Ele ganha um “trick attack” ao invés de um “sneak attack”, que pode ser usado a qualquer momento no combate, mas exige um teste de habilidade, como blefe ou intimidar, para fazer efeito. Para provar que o operative engloba todos os tipos de atividades ilegais, ele se subdivide em sete especializações: daredevil, detective, explorer, ghost, hacker, spy, e thief.

Starfinder leva o cenário de campanha de Pathfinder para o espaço e o futuro, mesclando magia e monstros com alta tecnologia e robôs. O manual principal será lançado em agosto, durante a convenção Gen Con.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Estão começando o jogo novo com um número bem conservador de classes, em comparação às mais de 40 atualmente à disposição em Pathfinder. E parece que incluem um leque amplo de possibilidades para cada uma, reduzindo as oportunidades de criar novas em publicações futuras, ao menos em grandes quantidades. Provavelmente vão se concentrar em expandir as sete classes básicas ao invés de criar um personagem completamente novo para cada nicho. Não é bem o que prefiro, mas dá para compreender.

Escolha peculiar começar a série de artigos com os personagens menos absurdos/mais realistas. Que contraste com o clássico.

Enquanto isso estou esmiuçando a atualização mais recente do kickstarter de Interface Zero 2.0, que utiliza as regras de Pathfinder (e eventualmente Starfinder) em um cenário Cyberpunk. Além das raças, publicaram nove das dez classes que estarão disponíveis imediatamente, com outras duas possivelmente aparecendo em outros livros. Até o momento IZ 2.0 está na frente no meu ranking de interesse pessoal, por utilizarem o sistema de “talentos” para quase todo personagem, permitindo uma maior customização, e pelo simples fato de terem mais classes mesmo não utilizando magia no cenário.

E pelo que vejo escrevi todo meu comentário com parágrafos iniciando em “E”, por acidente.

Eita.

Fonte: Paizo Blog

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