Monthly Archives: May 2017

Jogue cartas ao invés de caçar monstros

Está em beta aberto o jogo de cartas digital Gwent, da CD Projekt Red. Criado originalmente como um mini jogo dentro de The Witcher 3: Wild Hunt, sua popularidade garantiu o desenvolvimento como um título próprio e gratuito, para PC, Xbox One e PlayStation 4.


© CD Projekt Red

Por enquanto Gwent permite apenas partidas contra adversários ou o computador, mas um modo de campanha deve ser incluído na versão final. A ideia é continuar expandindo com mais cartas e maneiras de jogar.

Para participar no PC é necessário ter uma conta no site de venda de jogos GOG, da própria CD Projekt RED.

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Estava inscrito no beta fechado de Gwent, mas esqueci completamente de jogar o treco. Após conferir o vídeo acima, entretanto, dei uma animada. Vou atualizar o treco e arriscar no final de semana, talvez recrutar minhas crias também. Não sou muito chegado em jogos de carta online, não tendo experimentado Magic the Gathering ou aquele da Blizzard (Hearthstone ou Heroes of the Storm, confundo), mas a ligação com Witcher me convenceu.

Por outro lado a CD Projekt Red não tinha feito algo assim há algum tempo, um moba ou outro sistema da moda baseado em Witcher também? Talvez um jogo de tabuleiro eletrônico, preciso pesquisar. Mas acho que o treco naufragou, apesar do peso da franquia.

Otimismo, otimismo! Vamos jogar antes de rogar pragas.

Fonte: Newsletter da Gwent

Site oficial: https://www.playgwent.com

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Japão se inspira no Vaticano para anime

Estreia na próxima temporada de animes Vatican Miracle Examiner, sobre especialistas da igreja católica que viajam pelo mundo investigando a veracidade de milagres. Os protagonistas são cientistas do próprio Vaticano, e a trama é baseada em uma série de 15 livros com o mesmo título, escritos por Rin Fujiki. Os volumes são vendidos na categoria horror.

Quem deveria ser essa figura central, algum dos milagres?
© Kadokawa

Como é o padrão na maioria dos animes para TV ou streaming atualmente, Vatican Miracle Examiner terá 12 episódios.

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O tema é incomum o bastante para ter me chamado a atenção, no meio de tantos animes sobre lutas ou haréns a caminho a partir de julho. A temporada atual tem algumas coisas divertidas/engraçadas, mas nada que valha a pena guardar para assistir novamente no futuro.

E está faltando mais animes de ficção científica de boa qualidade. Não era o Japão que adorava hard sci-fi? Nessa temporada a única coisa mais ou menos na área é Clockwork Planet, mais comédia nonsense que propriamente ficção científica.

Mas como afirmei acima, muita coisa divertida, pelo menos.

Fonte: Anime News Network

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Destiny 2 enfrenta uma invasão

Novidades sobre Destiny 2, jogo de tiro multiplayer da Bungie, foram reveladas recentemente em um evento próprio para o título. A principal delas é que ele será distribuído para PC exclusivamente por meio da Battle.net, programa que antes agregava apenas jogos da Blizzard. Devido ao ambiente comum, Destiny 2 estará integrado às opções sociais da empresa, podendo interagir com pessoas jogando Diablo ou Overwatch, por exemplo.


© Bungie

A versão para PC não possui data oficial de lançamento ainda, mas deve estar disponível em setembro para PlayStation 4 e Xbox One.

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Nunca joguei Destiny, mas assisti um monte de trailers e amostras na época em que o Tyrion Lanninster dublava o drone pessoal do jogador. Parecia se passar em um futuro pós-apocalíptico avançado, com enormes estruturas abandonadas, um monte de robôs/alienígenas robóticos e muito espaço vazio. Dizem que melhorou muito depois de algumas atualizações.

Destiny 2, entretanto, parece Guerra nas Estrelas. Cidades coloridas e cheias de gente, naves espaciais e alienígenas mal-humorados com antenas ou chifres. E tanques, já de cara – com insinuações de naves espaciais, mais pra frente – além dos temas já vistos no primeiro jogo: magias para todo lado, variedade de armas e um assistente pessoal (coisa que a Bungie adora).

Gostei da variação, para falar a verdade. Acho bom dar uma chacoalhada nas expectativas do público, sem abandonar totalmente os temas da franquia. Mas pela rápida pesquisa que fiz, o pessoal não gostou da falta de novidades nas mecânicas.

Fonte: MMORPG.com

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Aranhaverso da Sony ganha protagonista

Venom, inimigo do Homem-Aranha nos quadrinhos, vai retornar aos cinemas interpretado por Tom Hardy. O anúncio foi realizado pelos estúdios Sony, que está planejando criar um universo cinematográfico aproveitando personagens secundários das revistas do herói. A iniciativa deve chegar aos cinemas em outubro do ano que vem, com direção de Ruben Fleischer (Zumbilândia).

O Gollum da Marvel Comics
© Marvel

Outros projetos que estão sendo elaborados incluem o Sexteto Sinistro, um grupo organizado de inimigos do Homem-Aranha, e uma parceria entre a Gata Negra e Silver Sable, que já enfrentaram e se aliaram ao personagem em várias ocasiões, geralmente sozinhas.

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Que tal um projeto que não faz sentido algum? Assinam uma parceria com a Disney para enfiar o Homem-Aranha no universo cinematográfico da Marvel, efetivamente prendendo o personagem em um compromisso gigantesco, mas resolvem continuar fazendo filmes sem ele.

Ok, faz algum sentido – querem imitar o modelo da Marvel aproveitando os poucos direitos que possuem, que pelo jeito inclui todo mundo que já apareceu em uma HQ do cabeça de teia. No quesito popularidade o Venom é um ótimo lugar para começar, provavelmente sendo o mais reconhecível oponente desse herói.

Mas colocá-lo sozinho em um filme significa que vão mudar radicalmente o personagem, desde sua origem como gosma alienígena apaixonada pelo Homem-Aranha, ao seu papel de stalker da identidade secreta dele. Pelo jeito vão manter apenas o visual, que é basicamente o que importa aos fãs desse vilão.

Gostei mais da ideia da Silver Sable e a Gata Negra, mas o que diabos elas fariam em um filme solo também?

Fonte: Blastr

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Jogue Pathfinder sozinho sem ficar deprimido

O sistema de RPG de mesa Pathfinder vai dar mais uma chance aos jogos eletrônicos em Pathfinder: Kingmaker, da Owlcat Games. Desta vez será um single-player (mas controlando todo um grupo), produzido inicialmente para PC e com previsão de lançamento para o ano que vem. O roteiro será desenvolvido por Chris Avellone, veterano de RPGs de computador como Planescape: Torment e Fallout 2.

Eu jogava algo parecido em 1999, em um servidor no UOL
© Owlcat Games

O jogo será baseado em uma campanha oficial de Pathfinder, onde os jogadores precisam administrar uma pequena colônia, que eventualmente pode se tornar um reino – um pouco diferente da típica sessão de RPG de mesa.

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Lembro há alguns anos, quando a Paizo ainda estava tentando fingir que Pathfinder Online, o MMORPG licenciado por alguma empresa bem-intencionada mas incapaz, iria eventualmente dar certo. Após algumas imagens bem básicas e vídeos toscos, comentei levianamente que deviam se concentrar em jogos single-player ao invés de perder tempo com mais um jogo massivo de fantasia. A resposta curta e seca que deram foi que também estavam desenvolvendo iniciativas nessa área.

Por um bom tempo achei que era apenas uma referência à versão para mobiles do jogo de cartas de Pathfinder, mas parece que finalmente conseguiram fechar um contrato para um típico RPG de computador. A empresa foi criada unicamente para este fim, mas os técnicos envolvidos (soviéticos, todos) dizem ter experiência com vários títulos mais antigos. Espero que tenham um bom gerente, entretanto, que habilidade te leva longe, mas uma boa liderança te leva dentro do prazo e do orçamento.

Vou restringir meus comentários quanto às amostras do jogo a “nostálgicas”, já que estão em uma fase bem inicial.

Fonte: Owlcat Games

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Paródia de Star Trek deve agradar fãs

O canal Fox lança este ano a série The Orville, uma comédia parodiando a franquia Jornada nas Estrelas. Seth MacFarlane (Uma Família da Pesada) é o protagonista, roteirista e criador, o capitão da nave espacial Orville. O outro nome mais conhecida no elenco é Adrianne Palicki (Agentes da S.H.I.E.L.D.), interpretando sua ex-esposa e também tripulante do veículo.


© Fox

O programa inclui alguns veteranos de Jornada nas Estrelas como diretores de episódios, incluindo Jonathan Frakes, Brannon Braga e Robert Duncan McNeill. Jon Favreau (Homem de Ferro) é um dos produtores e também dirige um dos 11 episódios.

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O humor do MacFarlane não muda praticamente nada de um produto seu para outro: toneladas de comentários cáusticos, piadas curtas e rápidas, humor físico e de baixo calão. É meio difícil não encontrar alguma coisa engraçada na enxurrada, mas o aspecto apelativo muitas vezes espanta o público mais tranquilo e conservador. Eu ri de alguns momentos, mas nem da metade – posso dizer o mesmo de “Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola”, outra paródia protagonizada por ele.

Não fucei muito, mas achei também alguns veteranos das equipes técnica das séries de TV de Jornada nas Estrelas trabalhando em Orville. Boa homenagem.

E agora, será que coloco o trailer de Star Trek: Discovery aqui amanhã? Space opera demais para uma semana só?

Fonte: io9

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Blame! 04 aumenta ainda mais o tamanho do mundo

A editora JBC anunciou o quarto volume de Blame!, de Tsutomu Nihei, sem uma data oficial de lançamento ainda. Nesta edição Killy e sua companheira Cibo estão investigando uma colônia de humanos, quando são atacados e ela acaba sendo enviada para um “mundo cibernético”.

Pensando bem, por que esse título? E a exclamação?
© JBC

Blame! é um mangá de ficção científica, ambientado em um futuro onde máquinas construtoras perderam o controle e continuam a aumentar o tamanho de uma superestrutura sem parar. As poucas pessoas que sobraram tentam viver no meio de monstruosidades artificiais, enquanto o protagonista Killy vaga a esmo, procurando por um ser humano com o gene capaz de interromper o processo.

Uma versão animada vai ser lançada no Netflix esta semana.

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E nada de um trailer novo, depois de tantos meses. Agora tanto faz, já está em cima da data mesmo.

Estou comprando os volumes de Blame! assim que recebem um leve descontozinho nas livrarias digitais. Leio-os devagar, com cuidado, que quase não possuem diálogo mas são ricos em ilustrações, com perspectivas e dimensões que você raramente encontra em qualquer tipo de obra visual. Usufruindo-os, na verdade.

Pela sinopse do volume 04, este já ultrapassa o ponto em que parei de ler há mais de uma década, quando a única versão disponível eram cópias “scanlated” de baixa definição na internet. Mas Blame! merece ser lido em papel, para melhor apreciar o material. É como um filme de ação repleto de efeitos especiais – funciona melhor nos cinemas do que na tela do celular.

Fonte: JBC

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Porco-espinho azul ganha um novo jogo velho

O personagem mais popular da Sega volta às origens em Sonic Mania, com previsão de lançamento ainda este ano, para PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch. O jogo vai combinar elementos de várias edições antigas e também incluir algumas novidades técnicas.


© Sega

Desta vez a Sega é a apenas a distribuidora, sendo o título desenvolvido pelas empresas independentes Headcannon e PagodaWest Games. De acordo com seus sites oficiais, ambas trabalham principalmente com jogos para plataformas móveis – apesar disso, Sonic Mania não tem previsão de lançamento para celulares ou tablets.

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Mais um exemplo da nostalgia por jogos de 20 anos atrás que ocupa uma bela fatia do mercado de eletrônicos atualmente. Mas pelo menos parece ser um bom exemplo, para variar (a Square Enix talvez possa aprender alguma coisa) – a infraestrutura é idêntica, mas a jogabilidade um pouco atualizada para atender as expectativas atuais.

Nos piores extremos encontramos jogos que não melhoraram nada, adaptados identicamente à versão antiga mas com preço de um novo; e os jogos muito transformados que desagradam tanto os veteranos quanto os novatos. Sonic Mania parece estar trilhando um meio termo, cautelosamente. As análises preliminares parecem concordar com essa impressão, pelo menos.

Fonte: Videogamer

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S.H.I.E.L.D. sobrevive à temporada de cortes

Agentes da S.H.I.E.L.D. vai ganhar uma quinta temporada, anuncia o canal de televisão americano ABC. Em meio a vários cancelamentos que vão abrir espaço para a nova programação deste ano, a série baseada na agência secreta da Marvel Comics exibe seu episódio final esta semana, e volta no segundo semestre. Todo o elenco atual deve permanecer, a menos que haja alguma reviravolta.

Parece que o misticismo não foi bem aceito
© ABC

Clark Gregg protagoniza como o agente Phil Coulson, introduzido no universo cinematográfico da Marvel no primeiro Homem de Ferro, e removido em Os Vingadores. As primeiras três temporadas estão disponíveis no serviço de streaming de vídeo Netflix.

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E seguindo o padrão, devemos ter acesso à quarta temporada logo após sua conclusão nos EUA. Pelo menos isso permite ao telespectador repetir a típica experiência do Netflix, assistir uma tonelada de programas de uma vez só.

Enquanto assisto aos filmes da Marvel pela necessidade fútil de acompanhar todo o material que distribuem, os serializados são uma experiência mais agradável. Agentes da S.H.I.E.L.D. tem melhorado de qualidade com o tempo, sobrevivendo mesmo ao teste da terceira temporada. Parece-me que a quarta teve uma queda de audiência, mas assim que passaram do Motoqueiro Fantasma para a inteligência artificial Aida, ao menos as críticas melhoraram suas avaliações.

Descobriremos em breve, acredito.

Fonte: Deadline

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Starfinder começa com habilidade

A editora Paizo está publicando sinopses das classes de seu novo RPG de mesa, Starfinder. Serão sete no total: Envoy, Mechanic, Mystic, Operative, Solarian, Soldier, e Technomancer. A primeira abordada foi o Envoy (enviado, representante), o diplomata do grupo, repleto de pontos de habilidades e capaz de adicionar 1d6 a testes com algumas destas. Seus poderes principais são chamados de improvisações, e podem ser utilizados em combate para atrapalhar inimigos ou ajudar aliados. O exemplo no artigo é de uma finta a distância que deixa o oponente desprevenido até contra ataques de outros personagens.

Homens-lagarto espaciais, obviamente.
© Paizo

Em seguida resumiram o Operative (esse não achei uma tradução para o substantivo; o adjetivo seria operativo mesmo, mas se refere a algo que esteja funcionando. O substantivo em inglês é uma gíria para agente secreto). Esse é o ladrão desse cenário, focado em furtividade, enganação, agir em segredo, ao contrário do Envoy, que trabalha abertamente. Ele ganha um “trick attack” ao invés de um “sneak attack”, que pode ser usado a qualquer momento no combate, mas exige um teste de habilidade, como blefe ou intimidar, para fazer efeito. Para provar que o operative engloba todos os tipos de atividades ilegais, ele se subdivide em sete especializações: daredevil, detective, explorer, ghost, hacker, spy, e thief.

Starfinder leva o cenário de campanha de Pathfinder para o espaço e o futuro, mesclando magia e monstros com alta tecnologia e robôs. O manual principal será lançado em agosto, durante a convenção Gen Con.

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Estão começando o jogo novo com um número bem conservador de classes, em comparação às mais de 40 atualmente à disposição em Pathfinder. E parece que incluem um leque amplo de possibilidades para cada uma, reduzindo as oportunidades de criar novas em publicações futuras, ao menos em grandes quantidades. Provavelmente vão se concentrar em expandir as sete classes básicas ao invés de criar um personagem completamente novo para cada nicho. Não é bem o que prefiro, mas dá para compreender.

Escolha peculiar começar a série de artigos com os personagens menos absurdos/mais realistas. Que contraste com o clássico.

Enquanto isso estou esmiuçando a atualização mais recente do kickstarter de Interface Zero 2.0, que utiliza as regras de Pathfinder (e eventualmente Starfinder) em um cenário Cyberpunk. Além das raças, publicaram nove das dez classes que estarão disponíveis imediatamente, com outras duas possivelmente aparecendo em outros livros. Até o momento IZ 2.0 está na frente no meu ranking de interesse pessoal, por utilizarem o sistema de “talentos” para quase todo personagem, permitindo uma maior customização, e pelo simples fato de terem mais classes mesmo não utilizando magia no cenário.

E pelo que vejo escrevi todo meu comentário com parágrafos iniciando em “E”, por acidente.

Eita.

Fonte: Paizo Blog

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