Monthly Archives: May 2017

Magias e metralhadoras em Starfinder

Duas novas classes de Starfinder, próximo RPG de mesa da Paizo, foram apresentadas em artigos no site oficial da editora. No meio de toda a tecnologia avançada de um futuro distante, o Mystic se concentra em usar magias ligadas a natureza, poderes mentais e curas. A classe combina aspectos divinos e psíquicos do Pathfinder tradicional, com algumas características exclusivas.
Bicharada esquisita
© Paizo

Abrindo mão do misticismo e abraçando a tecnologia, está o Soldier, principal combatente do jogo. A classe tem acesso à maioria das armas e armaduras e o dobro de pontos de habilidade que um Guerreiro normal ganha a cada nível, reflexo de seu treinamento militar. Estão disponíveis a ele sete estilos de combate, com diferentes poderes e vantagens ligadas a certos equipamentos.

Starfinder será lançado em agosto, nos EUA, em versão impressa e pdf, durante a Gen Con.

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Também falaram um monte de coisas sobre Starfinder durante a PaizoCon na semana passada, mas são informações que escapariam do tema desse post – e mais interessantes para quem estava lá, acredito.

Deixando de lado a space opera, o muito aguardado Interface Zero 2.0 para Pathfinder liberou esta semana seu capítulo sobre equipamento, incluindo armas, armaduras, explosivos, drones, veículos, etc. São 70 páginas de material, e ainda estou lendo as primeiras, com informação sobre as empresas que fabricam e controlam o uso desses itens, uma quantidade grotesca de detalhes.

Por um momento fiquei preocupado com a complexidade que estão dedicando aos armamentos, com diferentes modos de atirar, gerenciamento de munição, equipamento conectado à internet do futuro e tal. Mas isso na verdade vai deixar o combate mais variado e criativo. Enquanto uma espada em Pathfinder somente ataca, um fuzil do futuro te dá mais opções.

Agora só preciso de tempo livre para ler isso tudo e começar a escrever algumas aventuras. Quando?

Fonte: Paizo Blog

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Reunião Marvel em thriller policial na neve

Elizabeth Olsen (Vingadores: A Era de Ultron), Jeremy Renner (Vingadores) e Jon Bernthal (Demolidor) deixam as fantasias de super-herói de lado no filme policial Wind River. Olsen é uma agente federal investigando um assassinato em território indígena, com apoio do caçador interpretado por Renner, enquanto Bernthal parece integrar a polícia local.


© The Weinstein Company

A direção e o roteiro pertencem a Taylor Sheridan, que também escreveu Sicário: Terra de Ninguém. Lançamento em agosto, nos EUA.

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Mostraram tanto as fuças da Olsen e do Renner que nem percebi o Bernthal até ler a lista de elenco. Não deu para reparar muito na trama também, há alguma tensão racial ou de território? Algum problema de família? Basicamente só exibiram cortes incessantes dos Vingadores andando, correndo, pulando, atirando… pelo menos a ação está garantida.

E olha só, o Graham Greene ainda está vivo e trabalhando! Quem diria! Essa foi a grande surpresa do trailer, para falar a verdade.

Fonte: Bleeding Cool

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Conan enfrenta uma bizarra cidade deserta

Chega ao mercado neste final de mês Conan the Slayer #9, adaptação em quadrinhos das aventuras literárias do popular bárbaro. Desta vez o protagonista esbarra em uma cidade perdida no meio das selvas de uma ilha evitada por todos, enquanto procura sua mulher. A revista custa US$ 3,99 e traz 32 páginas escritas por Cullen Bunn, desenhadas por Sergio Davila e coloridas por Michael Atiyeh.

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© Dark Horse Comics

A história sendo adaptada em Conan the Slayer atualmente é The Devil in Iron, escrita por Robert E. Howard em 1934, para a revista Weird Tales. Ela está em domínio público no Brasil, disponível pelo Project Gutenberg e em áudio pelo Librivox.

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E parece que a trama está a pleno vapor no campo sobrenatural, tendo deixado os piratas e as intrigas com a nobreza do outro lado do mar. Tenho que elogiar a arte do Sergio Davila nessa prévia disponível acima. A página inteira com o Conan olhando para a cidade fantasma ficou excelente, passando tanto a sensação de vazio quanto de imensidão – chegou a me dar vertigem. Magnífico trabalho!

Não tenho certeza quanto a necessidade de ficar descrevendo tão detalhadamente tudo que se passa na cabeça do bárbaro, sendo que suas vontades ficam bem óbvias nas expressões e ações. Como isso aparece em todas edições, deve ser um estilo do roteirista ou da editora. Podiam pegar um pouco mais leve.

Fonte: Dark Horse Comics

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Jogue cartas ao invés de caçar monstros

Está em beta aberto o jogo de cartas digital Gwent, da CD Projekt Red. Criado originalmente como um mini jogo dentro de The Witcher 3: Wild Hunt, sua popularidade garantiu o desenvolvimento como um título próprio e gratuito, para PC, Xbox One e PlayStation 4.


© CD Projekt Red

Por enquanto Gwent permite apenas partidas contra adversários ou o computador, mas um modo de campanha deve ser incluído na versão final. A ideia é continuar expandindo com mais cartas e maneiras de jogar.

Para participar no PC é necessário ter uma conta no site de venda de jogos GOG, da própria CD Projekt RED.

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Estava inscrito no beta fechado de Gwent, mas esqueci completamente de jogar o treco. Após conferir o vídeo acima, entretanto, dei uma animada. Vou atualizar o treco e arriscar no final de semana, talvez recrutar minhas crias também. Não sou muito chegado em jogos de carta online, não tendo experimentado Magic the Gathering ou aquele da Blizzard (Hearthstone ou Heroes of the Storm, confundo), mas a ligação com Witcher me convenceu.

Por outro lado a CD Projekt Red não tinha feito algo assim há algum tempo, um moba ou outro sistema da moda baseado em Witcher também? Talvez um jogo de tabuleiro eletrônico, preciso pesquisar. Mas acho que o treco naufragou, apesar do peso da franquia.

Otimismo, otimismo! Vamos jogar antes de rogar pragas.

Fonte: Newsletter da Gwent

Site oficial: https://www.playgwent.com

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Japão se inspira no Vaticano para anime

Estreia na próxima temporada de animes Vatican Miracle Examiner, sobre especialistas da igreja católica que viajam pelo mundo investigando a veracidade de milagres. Os protagonistas são cientistas do próprio Vaticano, e a trama é baseada em uma série de 15 livros com o mesmo título, escritos por Rin Fujiki. Os volumes são vendidos na categoria horror.

Quem deveria ser essa figura central, algum dos milagres?
© Kadokawa

Como é o padrão na maioria dos animes para TV ou streaming atualmente, Vatican Miracle Examiner terá 12 episódios.

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O tema é incomum o bastante para ter me chamado a atenção, no meio de tantos animes sobre lutas ou haréns a caminho a partir de julho. A temporada atual tem algumas coisas divertidas/engraçadas, mas nada que valha a pena guardar para assistir novamente no futuro.

E está faltando mais animes de ficção científica de boa qualidade. Não era o Japão que adorava hard sci-fi? Nessa temporada a única coisa mais ou menos na área é Clockwork Planet, mais comédia nonsense que propriamente ficção científica.

Mas como afirmei acima, muita coisa divertida, pelo menos.

Fonte: Anime News Network

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Destiny 2 enfrenta uma invasão

Novidades sobre Destiny 2, jogo de tiro multiplayer da Bungie, foram reveladas recentemente em um evento próprio para o título. A principal delas é que ele será distribuído para PC exclusivamente por meio da Battle.net, programa que antes agregava apenas jogos da Blizzard. Devido ao ambiente comum, Destiny 2 estará integrado às opções sociais da empresa, podendo interagir com pessoas jogando Diablo ou Overwatch, por exemplo.


© Bungie

A versão para PC não possui data oficial de lançamento ainda, mas deve estar disponível em setembro para PlayStation 4 e Xbox One.

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Nunca joguei Destiny, mas assisti um monte de trailers e amostras na época em que o Tyrion Lanninster dublava o drone pessoal do jogador. Parecia se passar em um futuro pós-apocalíptico avançado, com enormes estruturas abandonadas, um monte de robôs/alienígenas robóticos e muito espaço vazio. Dizem que melhorou muito depois de algumas atualizações.

Destiny 2, entretanto, parece Guerra nas Estrelas. Cidades coloridas e cheias de gente, naves espaciais e alienígenas mal-humorados com antenas ou chifres. E tanques, já de cara – com insinuações de naves espaciais, mais pra frente – além dos temas já vistos no primeiro jogo: magias para todo lado, variedade de armas e um assistente pessoal (coisa que a Bungie adora).

Gostei da variação, para falar a verdade. Acho bom dar uma chacoalhada nas expectativas do público, sem abandonar totalmente os temas da franquia. Mas pela rápida pesquisa que fiz, o pessoal não gostou da falta de novidades nas mecânicas.

Fonte: MMORPG.com

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Aranhaverso da Sony ganha protagonista

Venom, inimigo do Homem-Aranha nos quadrinhos, vai retornar aos cinemas interpretado por Tom Hardy. O anúncio foi realizado pelos estúdios Sony, que está planejando criar um universo cinematográfico aproveitando personagens secundários das revistas do herói. A iniciativa deve chegar aos cinemas em outubro do ano que vem, com direção de Ruben Fleischer (Zumbilândia).

O Gollum da Marvel Comics
© Marvel

Outros projetos que estão sendo elaborados incluem o Sexteto Sinistro, um grupo organizado de inimigos do Homem-Aranha, e uma parceria entre a Gata Negra e Silver Sable, que já enfrentaram e se aliaram ao personagem em várias ocasiões, geralmente sozinhas.

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Que tal um projeto que não faz sentido algum? Assinam uma parceria com a Disney para enfiar o Homem-Aranha no universo cinematográfico da Marvel, efetivamente prendendo o personagem em um compromisso gigantesco, mas resolvem continuar fazendo filmes sem ele.

Ok, faz algum sentido – querem imitar o modelo da Marvel aproveitando os poucos direitos que possuem, que pelo jeito inclui todo mundo que já apareceu em uma HQ do cabeça de teia. No quesito popularidade o Venom é um ótimo lugar para começar, provavelmente sendo o mais reconhecível oponente desse herói.

Mas colocá-lo sozinho em um filme significa que vão mudar radicalmente o personagem, desde sua origem como gosma alienígena apaixonada pelo Homem-Aranha, ao seu papel de stalker da identidade secreta dele. Pelo jeito vão manter apenas o visual, que é basicamente o que importa aos fãs desse vilão.

Gostei mais da ideia da Silver Sable e a Gata Negra, mas o que diabos elas fariam em um filme solo também?

Fonte: Blastr

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Jogue Pathfinder sozinho sem ficar deprimido

O sistema de RPG de mesa Pathfinder vai dar mais uma chance aos jogos eletrônicos em Pathfinder: Kingmaker, da Owlcat Games. Desta vez será um single-player (mas controlando todo um grupo), produzido inicialmente para PC e com previsão de lançamento para o ano que vem. O roteiro será desenvolvido por Chris Avellone, veterano de RPGs de computador como Planescape: Torment e Fallout 2.

Eu jogava algo parecido em 1999, em um servidor no UOL
© Owlcat Games

O jogo será baseado em uma campanha oficial de Pathfinder, onde os jogadores precisam administrar uma pequena colônia, que eventualmente pode se tornar um reino – um pouco diferente da típica sessão de RPG de mesa.

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Lembro há alguns anos, quando a Paizo ainda estava tentando fingir que Pathfinder Online, o MMORPG licenciado por alguma empresa bem-intencionada mas incapaz, iria eventualmente dar certo. Após algumas imagens bem básicas e vídeos toscos, comentei levianamente que deviam se concentrar em jogos single-player ao invés de perder tempo com mais um jogo massivo de fantasia. A resposta curta e seca que deram foi que também estavam desenvolvendo iniciativas nessa área.

Por um bom tempo achei que era apenas uma referência à versão para mobiles do jogo de cartas de Pathfinder, mas parece que finalmente conseguiram fechar um contrato para um típico RPG de computador. A empresa foi criada unicamente para este fim, mas os técnicos envolvidos (soviéticos, todos) dizem ter experiência com vários títulos mais antigos. Espero que tenham um bom gerente, entretanto, que habilidade te leva longe, mas uma boa liderança te leva dentro do prazo e do orçamento.

Vou restringir meus comentários quanto às amostras do jogo a “nostálgicas”, já que estão em uma fase bem inicial.

Fonte: Owlcat Games

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Paródia de Star Trek deve agradar fãs

O canal Fox lança este ano a série The Orville, uma comédia parodiando a franquia Jornada nas Estrelas. Seth MacFarlane (Uma Família da Pesada) é o protagonista, roteirista e criador, o capitão da nave espacial Orville. O outro nome mais conhecida no elenco é Adrianne Palicki (Agentes da S.H.I.E.L.D.), interpretando sua ex-esposa e também tripulante do veículo.


© Fox

O programa inclui alguns veteranos de Jornada nas Estrelas como diretores de episódios, incluindo Jonathan Frakes, Brannon Braga e Robert Duncan McNeill. Jon Favreau (Homem de Ferro) é um dos produtores e também dirige um dos 11 episódios.

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O humor do MacFarlane não muda praticamente nada de um produto seu para outro: toneladas de comentários cáusticos, piadas curtas e rápidas, humor físico e de baixo calão. É meio difícil não encontrar alguma coisa engraçada na enxurrada, mas o aspecto apelativo muitas vezes espanta o público mais tranquilo e conservador. Eu ri de alguns momentos, mas nem da metade – posso dizer o mesmo de “Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola”, outra paródia protagonizada por ele.

Não fucei muito, mas achei também alguns veteranos das equipes técnica das séries de TV de Jornada nas Estrelas trabalhando em Orville. Boa homenagem.

E agora, será que coloco o trailer de Star Trek: Discovery aqui amanhã? Space opera demais para uma semana só?

Fonte: io9

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Blame! 04 aumenta ainda mais o tamanho do mundo

A editora JBC anunciou o quarto volume de Blame!, de Tsutomu Nihei, sem uma data oficial de lançamento ainda. Nesta edição Killy e sua companheira Cibo estão investigando uma colônia de humanos, quando são atacados e ela acaba sendo enviada para um “mundo cibernético”.

Pensando bem, por que esse título? E a exclamação?
© JBC

Blame! é um mangá de ficção científica, ambientado em um futuro onde máquinas construtoras perderam o controle e continuam a aumentar o tamanho de uma superestrutura sem parar. As poucas pessoas que sobraram tentam viver no meio de monstruosidades artificiais, enquanto o protagonista Killy vaga a esmo, procurando por um ser humano com o gene capaz de interromper o processo.

Uma versão animada vai ser lançada no Netflix esta semana.

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E nada de um trailer novo, depois de tantos meses. Agora tanto faz, já está em cima da data mesmo.

Estou comprando os volumes de Blame! assim que recebem um leve descontozinho nas livrarias digitais. Leio-os devagar, com cuidado, que quase não possuem diálogo mas são ricos em ilustrações, com perspectivas e dimensões que você raramente encontra em qualquer tipo de obra visual. Usufruindo-os, na verdade.

Pela sinopse do volume 04, este já ultrapassa o ponto em que parei de ler há mais de uma década, quando a única versão disponível eram cópias “scanlated” de baixa definição na internet. Mas Blame! merece ser lido em papel, para melhor apreciar o material. É como um filme de ação repleto de efeitos especiais – funciona melhor nos cinemas do que na tela do celular.

Fonte: JBC

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