Quarto defensor chega ao Netflix em março

A Netflix lança no mês que vem a série Punho de Ferro, sua quinta colaboração com a Marvel. O protagonista é Danny Rand, jovem herdeiro que sobrevive uma queda de avião na Ásia e passa anos sendo treinado por um grupo de monges. Eventualmente retorna para Nova Iorque, onde combate o crime como um super-herói e se readapta ao mundo moderno. Todos os 13 episódios estarão disponíveis para os assinantes de uma vez só.


© Netflix

Os outros protagonistas da parceria, Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage irão se unir ao Punho de Ferro na série Os Defensores, com lançamento previsto para este ano ainda.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Apesar de estar um pouco por fora do universo Marvel nos cinemas, estou bem atualizado quanto ao televisivo. Graças ao Netflix, assisti três temporadas de Agentes da SHIELD (só a primeira foi fraquinha) e aos programas exclusivos do serviço.

O Demolidor teve uma primeira temporada esquisita, com um excelente vilão, mas prejudicada pelo herói com um conflito interno meio sem sentido – o uniforme no último episódio quase acaba com tudo. Na segunda temporada dá uma melhorada brutal graças ao Justiceiro, mas perde um pouco do rumo com a Elektra. Jessica Jones foi sensacional, se há algo a reclamar é quanto ao desfecho do vilão. Luke Jones simplesmente não tinha uma trama coerente, com seu protagonista perambulando sem propósito na maioria dos episódios, em lutas entediantes.

Punho de Ferro parece estar utilizando o protagonista em conflito (quanto à tendência à violência) com duas tramas, talvez equilibradas: o peixe fora d’água e as forças ocultas nas trevas. O conflito interno parece quase obrigatório, com nenhum dos personagens querendo assumir a função de herói, e eventualmente cedendo lá pelo décimo episódio; mas o formato do antagonismo é bem mais variado, variando entre um único vilão a temporada inteira com subchefes eventuais, a vilões que mudam de lado, vilões que perdem na metade da série e até vilões que simplesmente morrem repentinamente e deixam um vazio mal preenchido.

Acho que o vilão único traz os melhores resultados, mas também exige os melhores atores. Em segundo lugar o vilão que muda de lado, com o vilão de meia temporada sendo o pior de todos.

Análises birutas a parte, vou assistir ao programa inteiro também, e ficar aguardando por crossovers surpresas que nem um idiota, como a maioria do público.

Título recusado: Demolidor é o único herói sem poderes na Netflix

Fonte: Bleeding Cool

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