Hordas de mortos vivos e um bárbaro com espada

A penúltima edição do ano de Conan the Slayer está disponível em lojas especializadas e na internet a partir desta semana. A revista continua a saga do bárbaro e sua tribo de mercenários nômades do deserto, os kozakis, enfrentando uma briga entre irmãos por controle do grupo, e também uma horda de mortos vivos.

Faz tempo que ele não enfrenta um vampiro. Será que aceitam sugestões?
© Dark Horse Comics

São 32 páginas por US$ 3,99, com roteiro de Cullen Bunn, arte de Sérgio Dávila e cores de Michale Atiyeh.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Estava me planejando para comprar outra edição encadernada do Conan pela Mythos Editora no final de ano, mas o lançamento de Blame! e Ghost in the Shell pela JBC adiaram indefinidamente esse planos. Estou em uma onda cyberpunk tão dominante ultimamente que não tenho me interessado nem por jogos, livros ou mesmo RPGs de fantasia – até paralisei a campanha de Pathfinder que obrigava meus filhos a participarem.

Em compensação estou lendo um livro atrás do outro remotamente com esse tema (ficção científica militar é cyberpunk do ponto de vista das forças armadas – pode acreditar), e acumulando jogos de computador em promoção na mesma vertente (prestes a terminar Shadowrun Hong Kong, e daí pular para Technobabylon). Sem falar em Interface Zero 2.0, adaptação cyberpunk de Pathfinder – como vão lançar o manual principal em janeiro com apenas uma aventura, planejei uma campanha por conta própria e escrevi o esqueleto de três aventuras, só precisando definir as estatísticas das pessoas/robôs envolvidos, e alguns diálogos chave.

Não escrevia uma aventura desde os ano 90. Após retomar o passatempo com Pathfinder, no máximo modifiquei módulos prontos e escrevi um ou dois encontros/combates. Esse material próprio está ficando tão bacana que penso em traduzi-lo e soltar na internet – a escassez de material para o cenário talvez atraia usuários. O problema, para variar, seriam os mapas. Aprender a fazer alguns razoáveis ocuparia mais tempo do que escrever a campanha toda.

Fonte: Dark Horse Comics

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