Monthly Archives: September 2016

Mundo de Harry Potter em guerra

A Warner Bros lançou um novo trailer de Animais Fantásticos e Onde Habitam, prelúdio indireto à franquia Harry Potter. O protagonista interpretado por Eddie Redmayne é o autor de um catálogo de monstros utilizado pelo bruxo nos livros originais, escrito décadas antes da trama. Também estão no filme Jon Voight, Colin Farrell, Ezra Miller, Samantha Morton e Ron Perlman.


© Warner Bros

O roteiro foi escrito por J. K. Rowling, criadora de Harry Potter, e a direção é de David Yates, que já trabalhou várias vezes nesta franquia nos cinemas. Lançamento em novembro.

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Enquanto o cenário de época pode causar certo estranhamento aos fãs, bem como a transposição da trama para os EUA, o lado positivo é a total ausência de crianças! Nada de protagonistas infantis com suas vozes esganiçadas, nem sequer de coadjuvantes mirins! Apenas heróis e vilões adultos, felizmente.

Finalmente entendi a trama desse filme. Achei que se tratava de um safári pela América do Norte em busca dos monstros fugitivos (lembram de uma temporada de Scooby-Doo com essa trama? Só que com fantasmas), mas parece que eles são usados como desculpa ou justificativa para uma guerra entre humanos e magos. Considerando que a série original era sobre a conquista do mundo ou algo assim, até que conseguiram encontrar um conflito à altura para a motivação principal (notem como isso fez falta em O Hobbit: passaram de salvar o mundo em O Senhor dos Anéis para roubar dinheiro de um dragão no prelúdio).

Basta deixar o Colin Farrell escapar no final e está garantida a nova franquia.

Fonte: Slash Film

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Colonize Marte – uniformes obrigatórios

Rokh é um jogo de ficção científica sobre a colonização de Marte. Jogadores precisam construir uma sociedade no planeta após sobreviverem a um pouso forçado, lidando com o clima inóspito e escassez de materiais. O acesso antecipado ao título será liberado em janeiro, pelo Steam, e o lançamento oficial deve acontecer em 2017 também, para PC e Mac.


© Darewise Entertainment

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É uma lástima, mas não consigo me lembrar do que havia escrito no segundo parágrafo desse post. Caiu a luz e o treco foi para o limbo, e como já havia deixado meu cérebro para a tela do computador, foi deletado em todo lugar. Espero que não fosse muito importante – geralmente a informação após o primeiro parágrafo é só acompanhamento mesmo.

Jogo de tiro em primeira pessoa com elementos de Minecraft, mas gráficos realistas. Nada original, exceto pela proposta colonizadora, mas até Marte já foi cenário de uma franquia famosa de FPS, um tal de Doom. Os uniformes todos idênticos também são preocupantes, mas acho que Halo faz isso e não tem problemas.

O chamariz deve estar mesmo na questão da sobrevivência ao “clima inóspito” que mencionei, que inclui não apenas os ventos marcianos (pesquise a respeito!), como também a queda de temperatura e outros problemas tangenciais, como a exposição a radiação. Só não entendi muito bem a questão do combate, seriam os inimigos outros jogadores, reduzindo a comunidade a níveis tribais de comportamento, ou era algum drone de segurança? Duvido que sejam alienígenas.

Acho que só posso concluir dizendo que faltou cyberpunk. Hah.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: https://www.rokhthegame.com/

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Fantasia urbana pode virar franquia nos cinemas

A empresa Studio 8 comprou os direitos de adaptação da franquia literária Sandman Slim, de Richard Kadrey, sobre um assassino profissional que escapa do inferno para se vingar de seus matadores. Já são oito livros publicados, com o próximo previsto para o ano que vem. Um roteirista e produtores já estariam trabalhando no projeto, o que aumenta as chances de ele ser concretizado.

Capas de chuva obrigatórias
© HarperCollins

O protagonista da série é James “Sandman Slim” Stark, que volta ao plano terrestre após 11 anos como gladiador no submundo. Em sua caçada encontra vários seres sobrenaturais clássicos e novos. Os livros são tipicamente descritos como “violentos e repletos de humor sombrio”. Inéditos no Brasil.

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Eu tenho esse livro. Acho que comprei praticamente na época em que foi lançado, mais para apoiar o autor do que por interesse na trama. Assisti a um programa de TV cancelado, Brimstone, que era quase idêntico a essa sinopse. Não parece terrível, mas haja humor e insanidade para segurar essa premissa por tanto tempo.

Conheço o Kadrey  há quase vinte anos. Ele escreveu um livro cyberpunk (de algum modo consegui voltar ao tema!) chamado Metrophage em 1988, e liberou o texto para distribuição pela internet em 1995. Alguns anos depois descobri a obra e sua versão grátis, provavelmente devido ao BoingBoing.net, quando ainda acessava esse blog diariamente.

Queria muito ler o treco, mas não em uma tela de computador ou tendo que imprimir tudo. Acontece que nesses anos 00, e-book readers eram uma coisa ainda pertencente à ficção científica, mas minha namorada tinha um mp4 player tosquíssimo capaz de reproduzir texto em sua tela de 1 polegada… apenas em formato .txt. E não era possível salvar o progresso, cada vez que abria o arquivo, voltava para o começo.

Inspirado pelas ousadias tecnológicas típicas do movimento cyberpunk, peguei o livro e separei-o em centenas de arquivos .txt, uma página por arquivo. Ou seja, li o livro inteiro, uma página/arquivo por vez, em uma tela menor do que o display típico de um celular dos anos 90, enquanto andava de ônibus. Acho que nunca me senti tão no futuro quanto naquela época. E até que lembro bastante da trama, minha memória provavelmente foi estimulada pela situação absurda.

Fonte: Deadline

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Expansão de Deus Ex é um “heist” de dados

Deus Ex: Mankind Divided lançou sua primeira expansão, System Rift, neste final de semana, para PlayStation 4, Xbox One e PC. O protagonista dos jogos recentes, Adam Jensen, precisa pagar um favor a um antigo conhecido e invadir um banco de dados pessoalmente. O local é extremamente protegido, e vai obrigar Jensen a enfrentar guardas armados, drones, robôs e sistemas de segurança automáticos.


© Square Enix

Mankind Divided foi lançado há pouco mais de um mês, aproveitando os temas típicos da franquia: cyberpunk, implantes cibernéticos e conspirações. Nesta edição os desenvolvedores do jogo também enfatizaram a divisão entre seres humanos naturais e os aumentados por tecnologia, justificando o título.

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O diálogo é de doer, mas o cenário é ótimo – principalmente o visual, robôs, drones, implantes, em suma, tudo que é eletrônico. Os personagens realmente exageram no caricato: protagonista sombrio e relutante, velho amigo repugnante e suspeito, hacker descolada fã de moda… só falta o vilão bigodudo com ódio inexplicável de alguma coisa. Nada que não dê para contornar pulando os cinematics!

Outro post sobre um produto cyberpunk em pouquíssimo tempo. Estamos em uma excelente fase, eu diria! Espero que se mantenha assim, por alguns meses. Em breve teremos o trailer oficial de GitS e o final da campanha de IZ 2.0, o que já é alguma coisa a se aguardar com boas expectativas.

Fonte: Videogamer.com

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Scarlett Johansson é o produto principal de Ghost in the Shell

O Fantasma do Futuro, adaptação com atores reais da franquia Ghost in the Shell, ganhou cinco teasers. Os curtos vídeos mostram principalmente Scarlett Johansson como a protagonista Major, e Takeshi Kitano como Aramaki, seu chefe. Ambos integram um grupo de especialistas que combatem criminosos e terroristas que utilizam alta tecnologia. Lançamento em 30 de março.


© Paramount Pictures

Também participam Juliette Binoche e Rila Fukushima. A direção é de Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador), com roteiro de Jonathan Herman (Straight Outta Compton: A História do N.W.A.) e Jamie Moss (Os Reis da Rua).

O vídeo acima deve exibir todos os teasers em sequência – caso não dê certo, abra esse primeiro no Youtube, que os demais estarão ao lado dele.

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Ao contrário dos puristas, eu estou genuinamente animado para ir ver esse filme nos cinemas, e nem os teasers conseguiram me desanimar. Isso provavelmente deriva do fato de não colocar GitS em um pedestal. As séries têm bons episódios e alguns horrendos, e os filmes são lindos visualmente, mas com roteiros bem problemáticos. Podem desconstruir o material original e adaptar à vontade, não irei perder a calma por isso.

Mas vamos aos probleminhas desses 50 segundos: apenas ambientes fechados – o filme original valorizava muito cenários vastos, retratando o futuro decadente, mas na série animada isso não era tão destacado; o Aramaki atirando em algo ou alguém – apesar de ser um diplomata, em várias ocasiões o velhinho mostrou ser capaz de sacar uma arma e se defender; a Major assustada – é, isso ficou esquisito… espantada, com raiva, até que é comum, mas medo não é exatamente algo que ela demonstre, talvez em momento algum. Foi uma escolha esquisita.

O que realmente me preocupa é o currículo quase nulo do diretor e roteiristas. Mas continuo animado, mesmo assim. Adoro cyberpunk, e quanto mais, melhor. Vamos ver o quanto o primeiro trailer vai destruir isso.

Fonte: Anime News Network

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Tiros e música em programa de super-herói

O seriado Luke Cage chega ao Netflix no dia 30 de setembro, com os 13 episódios disponíveis de uma vez só para os assinantes. A campanha de divulgação continua intensa, apesar de pouco material inédito ser mostrado. Abaixo você confere um resumo sobre o personagem, suas motivações e a trama inicial.


© Netflix

Mike Colter volta ao papel, após participar em vários episódios de Jessica Jones. Seu personagem tem pele indestrutível e superforça, resultados de um experimento. Tenta viver normalmente, sem chamar atenção ou utilizar seus dons, mas os crimes de Cottonmouth (Mahershala Ali) acabam despertando seu lado heroico.

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E essa divulgação toda continua muito preocupante. Fora o lado musical, que provavelmente vai ter um foco grande (o povo do Netflix parece adorar música), tudo que mostram é o Luke Cage enfrentando bandidos genéricos em “god mode”, sem correr qualquer risco. Quantas vezes vão fazer isso antes que fique entediante demais? O Demolidor pode ser morto em qualquer briga, a Jessica Jones quase não bate em ninguém e prefere ficar bancando a detetive, evitando combates desiguais. Mas e o Luke Cage, que mais ele tem para fazer fora bater em todo mundo?

Ou vão dar algum superpoder para o vilão gângster, ou vão descobrir algumas fraquezas do protagonista sempre que for conveniente. Aposto que vai ser primariamente chantagens. Ou um lança-chamas.

Fonte: Coming Soon

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Pratt e Lawrence são náufragos espaciais

Chris Pratt continua a expandir sua carreira como astro da ficção científica em Passageiros, onde divide uma nave espacial com Jennifer Lawrence. Ambos são tripulantes que deveriam passar 120 anos em sono criogênico, mas acordam após apenas 30 anos dormindo, no meio de uma crise mecânica. Lançamento em janeiro de 2017.


© Columbia Pictures

O filme é dirigido por Morten Tyldum (O Jogo da Imitação) e tem roteiro de Jon Spaihts, responsável pela primeira versão de Prometheus, depois reescrita por Damon Lindelof, e também Doutor Estranho, os remakes de A Múmia e Van Helsing, além da continuação Pacific Rim: Maelstrom.

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Se Guardiões da Galáxia e Jurassic World já não eram evidência o suficiente, agora ficou ainda mais óbvio que Pratt quer ser o novo Harrison Ford. Mas com o humor um pouco melhor.

Esse filme é basicamente “estranhos perdidos em uma ilha”, mas no espaço, e vai depender totalmente da boa relação e atuações dos dois protagonistas para não virar uma coisa horrível. Acredito que vai dar certo porque a Lawrence é uma ótima atriz e o Pratt tem carisma sobrando – por pior que seja o roteiro, provavelmente vão carregar a coisa toda nas costas de qualquer maneira.

E vamos torcer para que a trama não seja tão óbvia quanto dá a impressão no trailer. Afinal, parece que mostraram o filme inteiro nesse vídeo. Que mania.

Fonte: io9

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Motoqueiro Fantasma ganha um carro na TV

A quarta temporada de Agentes da S.H.I.E.L.D. começa hoje (20), introduzindo o Motoqueiro Fantasma em sua versão motorista de carro. A série é protagonizada pelo agente Phil Coulson (Clark Gregg), personagem que conectava os vários filmes da Marvel durante sua primeira leva, até ser morto no filme dos Vingadores.


© ABC

Após lidar com vários inumanos nas temporadas anteriores, desta vez a S.H.I.E.L.D. precisa lidar com uma ameaça sobrenatural. O Motoqueiro Fantasma já havia sido interpretado nos cinemas em duas ocasiões por Nicolas Cage, mas como os direitos do personagem estavam licenciados para outra produtora, não são considerados parte do universo cinematográfico oficial da Marvel (assim como os X-Men e o Quarteto Fantástico).

As primeiras temporadas estão disponíveis no Brasil pelo serviço de streaming de vídeos Netflix.

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Assisti em maratona a terceira temporada, nos dois últimos finais de semana. É um bom programa para acompanhar enquanto se está fazendo outra coisa, como dobrar roupa ou preparando aventuras de RPG. Os diálogos não exigem que você olhe para a tela (não está perdendo nenhuma grande interpretação) e quando as lutas vão começar é bem óbvio pelos berros, grunhidos e efeitos sonoros.

Também recomendo para o pessoal que vai aos cinemas assistir todos os filmes da Marvel e quer se integrar completamente neste universo. Durante a primeira temporada as referências aos longas eram bem explícitas, e a influência deles nos episódios muito maior. Desde que ficou claro que os dois produtos provavelmente nunca irão se cruzar, o programa ficou mais independente, mais focado no aspecto “agente secreto” e em suas próprias tramas originais.

Como produto artístico em formato de seriado de super-herói, os exclusivos da Netflix são melhores. Mas, em compensação, tem orçamento bem menor e não precisam fazer tanto sucesso quanto Agentes da S.H.I.E.L.D., que além de ser mais caro também precisa lidar com as restrições de ser um programa de TV aberta: duração, violência, sexualidade, tudo bem controlado.

Spoilers!

Gostaria que a luta entre o Lash e o Hive tivesse sido maior e melhor.

Fonte: Bleeding Cool

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Fargo reforça elenco com outro nome conhecido

Mary Elizabeth Winstead (Rua Cloverfield, 10) é a nova integrante da terceira temporada de Fargo, série policial do canal FX. Ela deve interpretar uma jogadora de cartas em liberdade condicional. Encabeça o elenco Ewan McGregor (Star Wars), nos papeis de dois irmãos gêmeos, um bem-sucedido e o outro fracassado. Lançamento em 2017.

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© Paramount Pictures

Fargo é baseada no filme de mesmo nome dos irmãos Coen (apenas produtores nesta versão), sobre violentos crimes ligados a uma cidade do interior norte-americano. Cada temporada se passa em um período de tempo diferente, com poucos personagens em comum conectando as tramas. O programa é considerado um sucesso de crítica e público.

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Não vi um episódio sequer até hoje, apenas alguns trailers. De todas as populares e premiadas séries americanas que não consigo acesso, essa é sem dúvida a que mais sinto falta. Quando aparecer no Netflix, vai de uma tacada só.

Verificando a lista de filmes e demais produtos da Winstead, não encontro nada dela que tenha me deixado uma impressão muito favorável, ou mesmo marcante. Em suma, fiquei completamente neutro quanto a essa contratação.

Notei recentemente que essa parte dos meus posts quase sempre começa com palavras negativas (mas, infelizmente, só que, eu não, não, duvido, etc). Mesmo quando o comentário elogia o tema do post, acabo lamentando sobre alguma coisa, desde a demora do lançamento, à má distribuição, ou até as pequenas quantias. Quanta negatividade! Ou cinismo mesmo. Será que invisto em mudar isso, ou pioro um pouco mais, talvez colocando um pouco de raiva também? Mas tenho a impressão que quase todo mundo faz isso na internet, fica cansativo. Talvez aumentar a nostalgia então? Vou pensar melhor sobre isso.

Fonte: Slashfilm

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Cyberpunk para Pathfinder em desenvolvimento

Interface Zero 2.0 é um cenário de campanha cyberpunk, ambientado no ano de 2090, compatível com as regras do RPG de mesa Pathfinder. O livro está em campanha de arrecadação de fundos no Kickstarter, tendo ultrapassado a meta básica de 10 mil dólares hoje, após cinco dias do lançamento. Os próximos objetivos incluem mais artistas profissionais e expansões de conteúdo, incluindo cidades e o próprio sistema solar.

Preciso começar a anotar esse monte de ideias na minha cabeça
© Gun Metal Games

São mais de 400 páginas incluindo sete raças (entre elas androides, ciborgues, humanos 2.0, híbridos e até criaturas escravizadas criadas em laboratórios), 16 classes (hackers, pilotos de drones, psíquicos, ídolos, membros de gangue, agentes, ronin, e contrabandistas, para citar metade), um sistema alternativo de combate, regras para utilizar e hackear a hiper-realidade (uma mistura de internet + realidade aumentada usada por quase todo o mundo), novos equipamentos futuristas, robôs e outros horrores tecnológicos.

Neste cenário, as potências econômicas atuais foram quase todas destronadas, abrindo espaço para a dominação mundial da China, uma aliança de nações africanas, e do Brasil. Colônias em outros planetas também são comuns, mas o controle de corporações sobre os habitantes delas é ainda pior do que o exercido na Terra.

O livro também será compatível com Starfinder, a versão futurista de Pathfinder que a própria editora Paizo está elaborando, após seu lançamento.

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Não planejava voltar ao Kickstarter tão cedo, depois da mordida de 25 dólares no mês passado ou retrasado. Mas tive que entrar nessa campanha também, com meus módicos 20 dólares (pelo livro principal + 1 aventura). Não só o material é muito convincente, como também planejam entregar os produtos já em janeiro – provavelmente está tudo pronto e só precisam comprar mais arte, talvez atualizar a diagramação.

Mas vejamos as fontes de inspiração dos autores: livros do William Gibson, e também Altered Carbon, Androides Sonham com Ovelhas Elétricas? e Nevasca; animes como Akira, Cowboy Bebop, e Ghost in the Shell. Se tivessem incluído alguns filmes eu ficaria ainda mais feliz (especialmente Blade Runner), mas já é uma base muito razoável. E na introdução ainda argumentam sobre atualizar o cyberpunk utilizando referências atuais, ou seja, também planejam dar uma revitalizada no gênero. Simplesmente falaram todas as coisas certas. Fiquei meio doido para mestrar algumas partidas com esse livro, mas ainda tenho pelo menos 4 meses de espera pela frente.

Vou acabar comprando aquela última expansão de Shadowrun Returns que lançaram no ano passado, para aliviar o vício em cyberpunk. Bem que podiam baixar o preço…

Fonte: Kickstarter

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