Conan: deserto e dramas familiares

Está à venda Conan the Slayer #2, a nova revista mensal do bárbaro cimério. Desta vez o personagem está trabalhando para uma tribo de kozakis no deserto, tendo ganho a confiança de seu líder e admiração do filho deste, próximo na linha de sucessão. Mas o resto da família não concorda com essas mudanças e traça planos sorrateiros e sobrenaturais para tomar o poder.

Não funcionou tão bem na capa quanto no miolo.
© Dark Horse

São 32 páginas por US$ 3,99, com roteiro de Cullen Bunn, arte de Sergio Dávila e cores de Michael Atiyeh. Clique na imagem acima para ler uma prévia de seis páginas.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

E continuam as aventuras de Conan pelo deserto. Não tenho certeza se elas se estendiam tanto assim nos contos originais – não li todos ainda – mas é uma variação razoável para a típica aventura do bárbaro, que geralmente começa em uma taverna e acaba em uma ruína cercada de mato. Não que esteja criticando, gosto de todas. E nessa, pela prévia, dá para ver a influência do trabalho do roteirista com horror se manifestando. Nada mal.

Adquiri recentemente uma coletânea da Mythos Editora com várias HQs clássicas do personagem. Mas um detalhe me desapontou um pouco quanto ao produto: as histórias estão todas colorizadas. Quando vou ler clássicos do Conan em quadrinhos, prefiro eles em preto e branco. Talvez tenham sido lançadas assim mesmo, não tenho certeza… mas minha nostalgia é melhor alimentada pelo material que saiu na Espada Selvagem de Conan do que nas coloridas revistas em formato pequeno.

Outra tangente, mas ainda sobre o mesmo personagem: a Amazon tem vários livros do Robert E. Howard, com seus contos (todos em domínio público) organizados por personagem ou tema, à venda por US$ 0,99. Não faz muito sentido, já que posso pegar tudo gratuitamente na internet, mas ainda assim comprei um “Conan: the Barbarian Complete Collection”. Acabou sendo a primeira vez que gastei dinheiro com um livro do próprio Howard, apesar de tanto ter aproveitado sua obra. Dá para chamar isso de homenagem? Meio vergonhoso, pensando bem…

Fonte: Dark Horse Comics

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