Monthly Archives: August 2016

Discworld, o RPG

A Steve Jackson Games vai abrir o universo de Terry Pratchett para exploração no livro Discworld Roleplaying Games, atualmente em produção. Com mais de 400 páginas, o manual não apenas explora o conteúdo de dezenas de livros de ficção ambientados nesse universo, como também atualiza todo o material para as regras do Generic Universal Role-Playing System (GURPS) 4ª edição. O preço sugerido do produto é de US$ 39,95, com lançamento previsto para novembro.

Reconheço vários personagens, alguns só de fama
© Steve Jackson Games

Pratchett, falecido em 2015, publicou 41 romances baseados em Discworld, repletos de humor britânico e situações absurdas. De acordo com a Wikipédia, são 80 milhões de exemplares vendidos em 37 línguas. Os primeiros livros foram lançados no Brasil, mas parecem estar fora de catálogo atualmente.

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E eu li apenas o primeiro, The Color of Magic. Acho que até escrevi uma resenha por aqui, quando ainda fazia isso. Lembro de ter gostado da trama rocambólica, mas ter apanhado um pouco para o humor inglês, nesse caso especialmente ancorado em trocadilhos e outros jogos de palavras. Em áudio talvez sejam mais fáceis de consumir, mas não consigo comprar a versão lida pela Stephen Fry…. Tenho o segundo livro e mais alguns que comprei em promoção, quem sabe pego no tranco a partir desse.

Um RPG baseado em comédia literária… acho que é uma boa combinação, melhor ainda se o GM conseguir repetir o tom dos livros. As melhores sessões  geralmente são temperadas com momentos hilários, mesmo quando a aventura é mais mortífera que o normal, ou quando usa um tema mais sombrio.

Fonte: Daily Iluminator

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Pacote completo de Witcher 3 à venda

Está disponível hoje The Witcher 3: Wild Hunt Game of the Year Edition, coletando o jogo original, duas expansões e todo conteúdo adicional lançado desde o ano passado. A aventura final de Geralt of Rivia está disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4. Confira o trailer para maiores de 18 anos abaixo:


© CD Projekt RED

O witcher é uma figura do folclore polonês, adaptada pelo escritor Andrzej Sapkowski em um caçador de monstros, cujo corpo foi modificado por magia e alquimia. Os livros estão disponíveis no Brasil pela editora Martins Fontes.

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Ainda não retomei os jogos (atualmente estou pirando em Age of Conan) mas concluí Blood of Elves, primeiro livro da saga do Witcher, e terceiro em ordem de publicação – acabei pulando o segundo livro de contos, que apresentava vários dos personagens da saga, e, assim como esse parágrafo, tudo acabou virando uma bagunça daquelas.

Em suma, devia ter prestado mais atenção na organização dos livros e percebido que era a parte 1 de algo maior, porque fiquei na expectativa o tempo todo por algum grande acontecimento, mas a história fica apenas na preparação. Acho que vou comprar o livro 2 antes de partir para o 4, e ver se a coisa fica mais conectada – uma pena ele ainda custar 10 dólares, o que vai atrasar ainda mais meu progresso.

Mas voltando ao jogo, que trailer maluco, hm? Cheio de xingamentos, violência e monstros grotescos. Acho ótimo esse aspecto mais realista de Witcher, explorado à exaustão em outras franquias de fantasia, como Game of Thrones. Mas na saga de Geralt, pelo menos, o autor não tenta disfarçar seu produto como algo mais sério, e enfia elfos, gnomos e outros personagens típicos do gênero já de cara, ao invés de ficar brincando de intriga política até um extremo impraticável.

Agora deu vontade de continuar lendo, mas infelizmente tenho apenas livros da saga, e realmente acho melhor terminar a segunda coletânea. Porcaria.

Fonte: MMORPG.com

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Pinturas japonesas viram longa animado nos cinemas

Vai ser lançado nos cinemas americanos a animação japonesa Miss Hokusai, sobre pintores famosos do início do século XIX naquele país. A trama principal traz o artista Tetsuzo e sua filha O-Ei, ambos usuários da técnica ukiyo-e (pintura com blocos de madeira) e seus conflitos cotidianos.


© GKids

O anime foi lançado no Japão em maio do ano passado, pela Production I.G., Sunrise e TV Tokyo, entre outras produtoras.

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Pelas sinopses, Miss Hokusai é “slice of life”, completamente pé-no-chão e retrata somente o cotidiano de um pai e uma filha em pé de guerra devido à sua arte e hábitos sociais. Daí você assiste ao trailer e percebe que a inspiração para suas obras aparece para eles como alucinações, criando praticamente um filme de fantasia.

Ainda assim fico um pouco em conflito: se a parte fantasiosa da história se passa apenas na cabeça de um personagem, ainda se encaixa no critério de ficção fantástica? Se a resposta for não, já divulguei vários produtos, entre filmes e livros, que provavelmente deveriam ter ficado de fora desse blog. Por outro lado, sou meu próprio editor e posso fazer as exceções que quiser, inclusive para incluir alucinações visuais (se interessantes o bastante) como um tipo de Fantasia. Se elas são reais para o personagem, ou pelo menos afetarem sua vida de algum modo, eu diria que é o bastante.

Fonte: Deadline

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Conan: deserto e dramas familiares

Está à venda Conan the Slayer #2, a nova revista mensal do bárbaro cimério. Desta vez o personagem está trabalhando para uma tribo de kozakis no deserto, tendo ganho a confiança de seu líder e admiração do filho deste, próximo na linha de sucessão. Mas o resto da família não concorda com essas mudanças e traça planos sorrateiros e sobrenaturais para tomar o poder.

Não funcionou tão bem na capa quanto no miolo.
© Dark Horse

São 32 páginas por US$ 3,99, com roteiro de Cullen Bunn, arte de Sergio Dávila e cores de Michael Atiyeh. Clique na imagem acima para ler uma prévia de seis páginas.

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E continuam as aventuras de Conan pelo deserto. Não tenho certeza se elas se estendiam tanto assim nos contos originais – não li todos ainda – mas é uma variação razoável para a típica aventura do bárbaro, que geralmente começa em uma taverna e acaba em uma ruína cercada de mato. Não que esteja criticando, gosto de todas. E nessa, pela prévia, dá para ver a influência do trabalho do roteirista com horror se manifestando. Nada mal.

Adquiri recentemente uma coletânea da Mythos Editora com várias HQs clássicas do personagem. Mas um detalhe me desapontou um pouco quanto ao produto: as histórias estão todas colorizadas. Quando vou ler clássicos do Conan em quadrinhos, prefiro eles em preto e branco. Talvez tenham sido lançadas assim mesmo, não tenho certeza… mas minha nostalgia é melhor alimentada pelo material que saiu na Espada Selvagem de Conan do que nas coloridas revistas em formato pequeno.

Outra tangente, mas ainda sobre o mesmo personagem: a Amazon tem vários livros do Robert E. Howard, com seus contos (todos em domínio público) organizados por personagem ou tema, à venda por US$ 0,99. Não faz muito sentido, já que posso pegar tudo gratuitamente na internet, mas ainda assim comprei um “Conan: the Barbarian Complete Collection”. Acabou sendo a primeira vez que gastei dinheiro com um livro do próprio Howard, apesar de tanto ter aproveitado sua obra. Dá para chamar isso de homenagem? Meio vergonhoso, pensando bem…

Fonte: Dark Horse Comics

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Continuação de remake com número e subtítulo

Jason Statham protagoniza Assassino à Preço Fixo 2: A Ressurreição, sobre um profissional da matança especializado em fazer com que seus crimes pareçam acidentais. Desta vez ele é chantageado e precisa cometer três crimes perfeitos para salvar a vida de sua mulher. Com Jessica Alba, Tommy Lee Jones e Michelle Yeoh. Lançamento em outubro.


© Lionsgate

No primeiro filme da franquia, lançado em 2011, Statham está ocupado treinando um jovem substituto, filho de um amigo seu que é assassinado – interpretados por Ben Foster e Donald Sutherland, respectivamente. Uma versão original de Assassino a Preço Fixo foi lançada em 1972, com Charles Bronson protagonizando.

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Lembro de ter visto o trailer do filme inicial, e possivelmente tê-lo divulgado por aqui. A presença do Ben Foster me intrigou, já que não se encaixa em um filme de ação do Statham. Acabei perdendo-o de vista e só o redescobri recentemente, devido ao título nacional extremamente diferente (no original é “The Mechanic”). Até comecei a assistir, mas não fui além dos primeiros 10 minutos ainda – por enquanto parece igual aos outros três ou quatro filmes do Statham que vi nos últimos meses. Ótimas cenas de luta contra um vilão específico, inacreditável elenco de apoio, e sempre o mesmo ex-criminoso/policial/soldado/mercenário relutante sendo obrigado a fazer mais um trabalho antes de cair fora.

É bem irreal a quantidade de presenças ilustres em seus longas. Ou o cara é amigo de todo mundo, ou pagam muito bem por pouco tempo de trabalho, ou é uma espécie de ritual de batismo hollywoodiano: você só é aceito no círculo interno após contracenar com o Jason Statham. Não faço ideia.

Fonte: Bleeding Cool

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Batman vai protagonizar clássico de Agatha Christie

Ben Affleck (Batman v. Superman) vai dirigir e protagonizar uma nova versão de Testemunha de Acusação, baseada na peça de teatro de Agatha Christie. Além de filmes para televisão, o longa mais popular foi protagonizado por Tyrone Power, Marlene Dietrich e Charles Laughton em 1957, com direção e roteiro adaptado de Billy Wilder .

Já viu um nome mais “macho” que Tyrone Power?
© United Artists

A trama se passa quase inteiramente nos tribunais, onde Leonard Vole (Power) está sendo julgado pelo assassinato de uma rica socialite. Todas as provas estão contra ele, e apenas o testemunho de sua esposa (Dietrich) pode ajudá-lo a evitar a prisão. Mas qual a credibilidade de uma mulher defendendo seu próprio marido?

Antes de dar início a esse projeto, entretanto, Affleck precisa concluir seu trabalho no filme da Liga da Justiça e na aventura solo do Cavaleiro das Trevas.

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Assim que tiver um tempo livre para assistir um filme (e caso tenha uma assinatura do Netflix) procure imediatamente por “Witness for the Prosecution”. Temos a atuação espetacular do Power e da Dietrich e o humor ácido e incansável do Laughton ao longo de duas horas sensacionais, e um desfecho tão entupido de reviravoltas que é impossível prever o que acontece – por mais que você tenha teorias, não irá conseguir acertar tudo. Garanto!

Assisti ao filme este mês, por coincidência – tento alternar entre algo velho e algo novo – e fiquei completamente atônito com o final. Recomendei para todo mundo que conheço (que assiste filmes), ao ponto de irritar alguns. Mas não me arrependo, essa é uma experiência que vale a pena ter.

E caso fique de picuinhas porque o filme é em preto e branco, faça-se um favor: vá até um espelho, pratique um pouco, e acerte um sonoro bofetão no próprio rosto. Há um acervo inacreditável de filmes ótimos em preto e branco, e se você deixa um detalhe como esse te impedir, está merecendo um castigo.

Leve em consideração um argumento: milhares de porcarias são lançadas em todas indústrias culturais todos os anos; o material que é bom, sobrevive alguns meses; o material muito bom tem sobrevida de anos; o melhor, persiste por décadas e séculos.

Se esse filme ainda circula por aí após 59 anos, em qual categoria acha que ele pertence?

Fonte: Slash Film

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Outro ator famoso em Blade Runner 2

Jared Leto é o nome mais recente no elenco de Blade Runner 2, continuação do clássico de 1982. Harrison Ford retorna no papel de Rick Deckard, um caçador de androides aposentado que abandona a profissão para fugir com um de seus alvos. Se juntam à franquia Ryan Gosling, Robin Wright e Dave Bautista, com direção de Denis Villeneuve.

Agora deixe esses olhos menos expressivos e já temos alguma coisa...
© Focus Features

Ridley Scott, o diretor original, participa como produtor e roteirista, dividindo a função com Hampton Fancher, um dos escritores originais. O primeiro filme é baseado no livro Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, de Philip K. Dick, disponível no Brasil pela editora Aleph.

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Nada como emendar duas referências à Blade Runner 2 quase em sequência! Acabei esquecendo de assistir o Homem Duplicado, do Villeneuve, mas continuo com ele na lista. E acabei de pensar em mais uma atividade relacionada ao tema: ler o livro no original, em inglês. Tenho uma versão lançada nos anos 80 (não lembro a editora de cabeça, mas deve ter falido ou sido adquirida por outra maior) em que traduzem o nome de quase todo mundo, então me escapam várias referências – demorei anos para descobrir que Buster Amigão era o Buster Friendly.

Convenhamos que o Leto é até uma escolha meio óbvia para um replicante. Vai ter que criar um personagem realmente único para conseguir surpreender alguém. Mas se for uma participação mais curta, imagino que será algo próximo à sua personagem em Clube de Compras Dallas (acima), só que um pouco menos humanizada.

Ainda não fizeram nada nessa produção que me desapontasse. Malditas expectativas, parem de crescer!

Fonte: Coming Soon

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Novas classes compatíveis para o RPG Pathfinder

A Dreamscarred Press lançou esta semana Akashic Mysteries, seu novo livro para o RPG de mesa Pathfinder. São três classes: Daevic, Guru e Vizier, usuários do sistema de magia akasha; três novas raças, archetypes para as classes básicas do jogo e as psiônicas da própria editora; novos feats, itens mágicos e monstros. São 96 páginas por US$ 14,99, em formato digital, e, futuramente, também impresso.

Isso é um gamla, ou homem-camelo.
© Dreamscarred Press

Akasha é um tipo de energia mágica que pode ser solidificada em itens mágicos temporários, chamados de veils. Os personagens desse livro criam esses itens e aproveitam seus efeitos, que variam de ataques mágicos e bônus para habilidades, classe de armadura e pontos de vida, a poderes diversos, como auras de frio ou invocar mortos-vivos.

E também está disponível Primordial Dancer: Creation’s Muse, da Interjection Games, para o mesmo sistema de RPG. Com 26 páginas e preço de US$ 5,49, a classe combina magias de druida (até 6º nível) com o uso de danças que manipulam diferentes energias “primordiais” de aspectos do mundo, como o mar, o subterrâneo, a vida, o cosmos, o solo, e o céu. Cada dança possui uma duração diária fixa e garante um poder passivo assim que começa a ser usada; na sequência o primordial dancer pode gastar um determinado número de rodadas de duração de uma vez só para ativar poderes que vão sendo liberados a medida que passa de nível. São 36 danças disponíveis, cada uma com quatro poderes diferentes.

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Akasha é uma atualização do livro Magic of Incarnum, de Dungeons & Dragons 3.5. O que antes era chamado de “soulmeld” virou veil, e o tema geral do livro foi abandonado por misticismo do Oriente Médio e Índia, apesar de não possuir conteúdo atrelado a um cenário de campanha específico. Akashic Mysteries está sendo produzido há dois anos, passou por um extensivo período de testes, está ricamente ilustrado e pertence a uma empresa unanimidade entre as editoras de material compatível de Pathfinder. Compre sem medo e divirta-se.

Já Primordial Dancer foi criado em poucas semanas, a partir do Patreon da editora (por US$ 150 o dono dela cria a classe que você quiser) e está sofrendo um pouco de resistência – de acordo com o seu designer, é o produto que menos vendeu desde que começou seu patreon. Em conversas abertas verificamos que classes associadas a “artes” geralmente vão mal de vendas – o que não deixa de ser curioso, já que ele mesmo sugeriu alinhar o personagem ao tema de danças da chuva dos índios norte-americanos.

Na prática é um druida que perde os três níveis finais de magias, o poder de mudar de forma e o animal companheiro pelo acesso a 9 danças. Essas funcionam mais ou menos como as linhagens (bloodlines) do Sorcerer ou Bloodrager, sem as magias e façanhas extras; começa com um poder e vai destrancando novos enquanto passa de nível. Ao invés de ter uma quantidade de usos diários de cada, tem um poço de pontos, ou de rodadas nesse caso (acho que dá na mesma) para gastar como achar melhor. Precisaria colocar essas danças em uma tabela para medir exatamente quão poderosas elas são, mas acredito que o primordial dancer não é nada para se jogar fora; não chega ao nível de um mago ou clérigo (felizmente), mas talvez se aproxime um pouco.

Tragicamente, a empresa poderia ter substituído as referências a dança por qualquer outro baboseira mágica e ter obtido uma aceitação muito melhor. Não é como se o poder sequer estivesse atrelado à habilidade Perform (Dance)!

Fonte: Paizo

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Intérpretes de alienígenas podem salvar o mundo

Denis Villeneuve dirige Amy Adams e Jeremy Renner como linguistas recrutados pelo exército americano para se comunicar com alienígenas em A Chegada. Uma dúzia de OVNIs estacionam ao redor do mundo, e uma guerra interplanetária pode ter início a qualquer momento, caso a humanidade não consiga decifrar as intenções dos possíveis invasores. Também está no elenco Forest Whitaker. Lançamento em novembro deste ano.


© Paramount Pictures

O filme é uma adaptação do conto “Story of Your Life” do premiado autor Ted Chiang, sobre uma linguista que tem sua percepção da passagem do tempo modificada pela compreensão de uma linguagem alienígena, segundo a Wikipédia. O roteiro cinematográfico foi escrito por Eric Heisserer, responsável pelo remake de A Hora do Pesadelo e o prelúdio de O Enigma de Outro Mundo.

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Esse eu quero ir ver nos cinemas. Simplesmente pelo fato que o Villeneuve é o diretor que está filmando Blade Runner 2, protagonizado pelo Ryan Gosling.

Na verdade comecei a caçar tudo que os dois fizeram e que está disponível no Netflix. Enquanto o Gosling é o meu ator predileto da atualidade, ainda não sou unânime quanto ao diretor. Sicário tem um visual magnífico, mas é meio que uma baderna sem sentido; Os Suspeitos é tenso e asfixiante, mas arrastado. Minha esperança é O Homem Duplicado, que preciso ver nesse final de semana. Sei que o cara é capaz de produzir filmes atrativos e cheios de ambiente – mas não consideraria nenhum dos dois uma obra-prima. Talvez seu material europeu seja melhor, sem a influência americana?

Gostei do trailer e aposto que 80% dele se passa na nave alienígena ou na barraca do lado de fora, 15% em flashbacks sobre a família da protagonista, e uns 5% de gente assistindo TV sobre os acontecimentos nas outras naves. E foi uma provocação desnecessária colocar a Rússia como responsável pelo provável conflito.

Fonte: io9

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Jogo de criadores de Torchlight tem trailers novos

Hob, o novo jogo da Runic Games (Torchlight) tem alguns trailers novos no canal da empresa no Youtube. Abaixo você confere o mais recente:


© Runic

Ao contrário dos RPGs de ação que costumavam fazer, Hob é um jogo de exploração aberto, repleto de enigmas que modificam o mundo ao redor do protagonista. Este evolui obtendo novos poderes e encontrando itens, o que permite acessar áreas antes restritas. De acordo com a divulgação oficial, o título não terá diálogos ou explicações, cabendo ao jogador descobrir um objetivo, juntamente com seu personagem.

Lançamento para PC e PlayStation 4, ainda sem uma data exata.

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Pelo vídeo acima parece que Hob vai exigir que o jogador gaste um tempo considerável assistindo aos movimentos do cenários (talvez dê para pular esses eventos, mas isso me parece meio contrário à filosofia desse jogo, de contemplação e fascínio) sempre que resolver um puzzle ou puxar uma alavanca. Talvez esse ritmo tão diferente de Torchlight desaponte um pouco os fãs da franquia – espero que a empresa enfatize mais que se tratam de produtos radicalmente diferentes.

Opa, se tivesse segurado esse post até amanhã teria feito exatamente um ano de aniversário do anúncio oficial de Hob. Mas não sou sentimental para essas bobeiras, então vai hoje mesmo.

Espero que o jogo não seja muito caro quando sair em 2017, e que o dólar tenha caído abaixo de R$ 3 até lá. A menos que esse puzzles sejam aleatórios, não me parece o tipo de coisa que vá jogar mais de uma vez. Ou talvez o mundo seja gigantesco e consuma dezenas de horas de exploração, como é a moda atual.

Fonte: Videogamer.com

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