Monthly Archives: June 2016

Canal acredita em potencial de Preacher

O seriado de drama sobrenatural Preacher foi renovado pela AMC para uma segunda temporada, de 13 episódios. O programa adapta a história em quadrinhos de mesmo nome, criada por Garth Ennis e Steve Dillon, sobre um pastor com o poder de dar ordens que não podem ser desobedecidas, sua namorada assassina, e seu amigo vampiro irlandês.

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© AMC

Atualmente o canal já exibiu cinco episódios, de um total de 10. Dominic Cooper é o protagonista Jesse Custer, Ruth Negga sua namorada Tulipa e Joseph Gilgun interpreta o vampiro. A série foi criada e é produzida por Seth Rogen.

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E pelas resenhas que estou lendo e ouvindo, a coisa está indo de mal a pior. Não apenas fãs dos quadrinhos reclamam do quanto o programa se distanciou do conceito original, como também o público leigo critica o ritmo lento e a falta de uma trama com objetivo claro. Para ter uma ideia, na HQ o trio de protagonistas sai viajando pelos EUA (e o mundo) em uma busca religiosa, algo estabelecido nos primeiros números. Já no seriado eles permanecem na mesma cidade, interagindo com os bizarros habitantes locais, enquanto Custer descobre e pratica seu poder.

Não é uma mudança qualquer, mas praticamente uma mudança de gênero – de “road movie” para “cidadezinha esquisita do interior”. Provavelmente fizeram isso por razões econômicas, podendo repetir os mesmos cenários, não precisar deslocar equipe ou construir algo novo para cada semana.

Mas o pior problema é ser considerado chato, apesar da violência e temas controversos. Superar esse tipo de rótulo é o mais difícil de tudo.

Fonte: Coming Soon

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Alienígenas rappers conseguem mais dinheiro

Toejam & Earl: Back in the Groove, quarto título da franquia, vai ser expandido para consoles também, afirma a empresa Humanature Studios. O jogo está sendo desenvolvimento com financiamento pelo Kickstarter, onde milhares de fãs dos originais contribuíram com quantias variadas. Apesar do meio milhão de dólares obtido, o valor não era o suficiente para lançar o jogo além do PC, objetivo original da campanha de arrecadação.

Qual era qual mesmo?
© Humanature Studios

Mas teriam conseguido um parceiro, ainda anônimo, para bancar a expansão para outra plataforma, também não anunciada. Segundo a página do jogo no Kickstarter, precisavam de 600 mil para PlayStation4, 700 mil para Xbox One e 800 mil para Wii U.

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Essa me levou para vinte anos no passado! Toejam & Earl, da época em que eu tinha um Mega Drive ainda, e cartuchos de jogo. Lembro que adorava o treco, mas nunca fui muito além do início – igual a Battle Toads, todo mundo é fã, mas ninguém passava da corrida de motos voadoras.

Acho que vou baixar uma cópia do original e ver o quanto minha memória enfeitou o treco. Provavelmente vai ser traumático. Wake up!

Fonte: Videogamer

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Artistas marciais superpoderosos animados em julho

A TV Tokyo vai lançar na segunda-feira (4) o anime Taboo-Tattoo, baseado no manga de mesmo nome. O desenho combina artes marciais com superpoderes, utilizados através de misteriosas tatuagens. O protagonista ganha uma destas na palma de sua mão, após salvar um mendigo sendo agredido na rua.


© TV Tokyo

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Mais uma combinação de torneio de artes marciais & harém, pela quantidade desproporcional de personagens femininas no trailer e material de divulgação. Mas os combates parecem bem feitos, e a menos que exagerem no drama, pode ser uma série divertida e descartável. Pessoalmente, estou na expectativa por Sweetness and Lightning (Amaama to Inazuma).

Fonte: Anime News Network

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Um assassino cheio de possibilidades em Pathfinder

A empresa de jogos Interjection Games acaba de lançar seu novo livro compatível com o RPG de mesa Pathfinder, intitulado The Assassin: A Modular, Momentum Maneuvers Base Class. A publicação traz a classe Assassin, capaz de executar técnicas de sete tipos diferentes: Pontos de Pressão, Execução, Iniciação, Caçar Magos, Infiltração, Intuição e Veneno. São 36 páginas por US$ 6,49.

Solução barata, mas eficaz para a capa
© Interjection Games

Os grupos de técnicas se dividem em “quentes” e “frios”, sendo que um assassino pode escolher apenas dois de cada no início de sua carreira, considerados suas Especializações. Ele começa com quatro técnicas, ganhando uma nova a cada nível.

As técnicas quentes criam um poço de pontos de Presença em todos os oponentes ao seu redor, que começa em zero e vai aumentando ou diminuindo conforme ele utiliza esses poderes. Alguns deles aumentam a Presença nos inimigos, enquanto outros a consomem. As técnicas frias, geralmente utilizadas fora de combate, têm um poço de pontos de técnica próprio.

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E paguei apenas 5 dólares pelo livro, por ser um dos patronos do autor por meio do Patreon.com. E além disso pude conferir trechos enquanto estava sendo elaborado, além de ter sugerido várias coisas – a maioria ignorada, mas algumas aproveitadas. O grupo de técnicas de Caçar Magos acredito que foi sugestão minha, além de um feat que permite causar dano não-letal a oponentes ao usar técnicas de assassinato. Acredito que ele redime o personagem o suficiente para jogadores menos inclinados para o mal.

Fazer parte do processo criativo, ainda que na maior parte do tempo como espectador, é ridiculamente satisfatório. Agora entendo a motivação do pessoal que paga para jogar coisas em alfa pelo Steam.

Mas me sinto um pouco mal ao escrever esse post. Costumo divulgar somente coisas da Dreamscarred Press, uma das empresas mais populares de produtos compatíveis a Pathfinder, mas conferindo meu acervo, é bem óbvio que compro muito mais da Interjection Games. E só não uso mais de seu conteúdo porque ele se dedica praticamente apenas a classes, não tendo um bestiário ou muitos itens mágicos (nisso ele tem melhorado). Absurdo ter deixado o material da IG de lado por tanto tempo.

Livro disponível pelo DrivethruRPG e Paizo.com

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Franquia Jack Reacher tenta se estabelecer

Tom Cruise retorna ao papel de um violento militar em Jack Reacher: Sem Retorno, onde precisa desvendar uma conspiração para acusá-lo de assassinato. Divide a tela com Cobie Smulders (Os Vingadores) e são dirigidos por Edward Zwick (Diamante de Sangue), que co-escreveu o roteiro com Richard Wenk (O Protetor) e Marshall Herskovitz (O Último Samurai). Lançamento em outubro.


© Paramount Pictures

Jack Reacher é uma criação do britânico Lee Child, já contando com 20 livros publicados e um inédito previsto para esse ano. No Brasil, seis livros da séries estão disponíveis, todos pela Bertrand Brasil.

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Que coincidência. Estou com o primeiro filme, Jack Reacher: O Último Tiro na minha lista há algumas semanas, quase tendo assistido-o em dois finais de semana seguidos. Acho que amanhã vai ser inevitável, para aproveitar e fazer algumas inevitáveis comparações.

Observando esse trailer notei algo peculiar nas cenas de luta – parecem ser todas, ou a maioria, filmadas sempre de um ponto de vista lateral, ocultando demais o ponto de contato entre o Cruise e seus sacos de pancada. Talvez seja uma característica do diretor, ou decisão estilística, exigência do ator… só sei que me chamou a atenção.

Fazendo algumas comparações inúteis, vejo que o primeiro custou US$ 50 mi e arrecadou pouco mais de US$ 200 mi. Este novo, com seu elenco quase inteiramente desconhecido subiu para US$ 90 mi. Com um resultado tão conservador seria de imaginar que ou desistiriam da franquia ou a manteriam no mesmo patamar, evitando riscos. Mas é o contrário, vão investir ainda mais (não em elenco), provavelmente tentando romper a barreira do block-buster. Não sei se o Cruise sozinho, por melhor que sejam as cenas de ação inflacionadas, será o suficiente.

Fiquei curioso em dar uma olhada nos livros, mas estão bem caros, tanto na versão nacional quando na digital importada. Com 21 volumes publicados, provavelmente não precisam fazer promoções para aumentar as vendas.

Fonte: Deadline

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Robôs assassinos ganham programa de televisão

A HBO lançou o primeiro vídeo de Westworld, uma de suas novas séries de TV. O programa adapta o filme escrito e dirigido por Michael Crichton, Westworld – Onde Ninguém Tem Alma, em 1973, para um formato de 10 episódios. A iniciativa é encabeçada por Jonathan Nolan, que trabalhou nos roteiros e dirige alguns episódios. Lançamento previsto para esse ano.


© HBO

Westworld traz um parque de diversões futuristas, povoado por robôs que lentamente despertam para uma inteligência artificial. Os resultados catastróficos serão interpretados por Ben Barnes, Clifton Collins Jr., Ed Harris, Anthony Hopkins, James Marsden, Thandie Newton, Rodrigo Santoro, Evan Rachel Wood e Jeffrey Wright.

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Lembro de quando divulguei o anúncio inicial dessa produção, com o nome do irmão do Christopher Nolan como destaque principal. Agora parece que está tudo pronto, só falta lançarem aos picadinhos na HBO e torcer para agradar tanto quanto ou mais que Game of Thrones, para compensar o investimento substancial em elenco – muita gente conhecida nessa lista, e alguns provavelmente um pouco caros.

Outra coisa que mencionei na época, e que continua verdadeiro, é o fato de nunca ter assistido ao filme. E pelos trechos disponíveis na internet, o treco é fonte considerável de muitas referências populares, geralmente repetidas quando falando de robôs assassinos.

Se a série fizer sucesso, talvez o longa fique mais facilmente disponível. É a única coisa que vou aproveitar dessa iniciativa, já que não tenho HBO, e eles trancafiam seu conteúdo em serviços próprios.

Fonte: Criminal Element

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Filme de gato falante traz Spacey e Walken

Kevin Spacey é um bilionário sem coração que acaba preso no corpo de um gato na fábula infantil Nine Lives, de Barry Sonnenfeld. O longa chega aos cinemas americanos em agosto deste ano, com Jennifer Garner e Christopher Walken no elenco. Abaixo você confere um clipe da produção, onde o misterioso personagem de Walken explica a situação para o recém-reencarnado Spacey.


© EuropaCorp USA

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Assisti a esse trecho com apenas duas informações: filme de gato falante com o Kevin Spacey, e dirigido pelo Sonnenfeld. E confesso que criei uma impressão bem diferente da que é resumida na sinopse oficial. Achei que se tratasse de uma comédia de horror, sobre um homem sendo transformado em um gato e mantido prisioneiro pelo esquisitão Walken. Fiquei até animado para ver a estética do diretor aplicada a esse conceito asfixiante/claustrofóbico.

Daí descubro que é um filme infantil, e percebo que o visual exagerado do trailer é apenas para deixar a coisa mais amigável, e não grotesca, irreal.

Talvez ele seja as duas coisas: uma comédia para crianças, mas que sutilmente também é um longa de “body horror” nas entrelinhas. Duvido, mas por outro lado, é do mesmo cara que criou a nova versão da Família Addams… é provável que ele consiga repetir a façanha aqui.

Ou não passa de mais um filme de animal falante. Tem até uma categoria no Netflix Kids para produções desse tipo. A oferta é tão grande que virou um gênero. Incrível, mas não em um bom sentido.

Fonte: Slash Film

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Suspense inspirado na onda Youtuber

Emma Roberts (Pânico 4) e Dave Franco (Anjos da Lei) são o casal protagonista de Nerve, onde jovens realizam atos ousados sugeridos por um aplicativo para celular. Apesar de tentarem apenas se divertir, logo começam a acreditar que estão sendo manipulados para algum propósito sombrio. Também está no elenco Juliette Lewis. Lançamento em julho, nos EUA.


© Lionsgate

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Youtuber: O Filme seria uma tradução aceitável para esse filme no Brasil, exceto pelo fato do site de vídeos não aparecer na trama, somente um aplicativo de propósito quase idêntico. Mas apesar do apelo visual e do estímulo ao comportamento transgressivo de jovens em troca de fama, parece que há uma mensagem de cautela no roteiro – curiosamente é a parte menos realista do filme todo.

É estranho ver a Juliette Lewis como possivelmente a pessoa mais velha na produção, incluindo os diretores e as roteiristas. Será que isso faz dela automaticamente a vilã? Eu aposto que é o Franco de novo, deve estar se especializando nesse tipo de reviravolta.

Melhor encerrar isso com uma resenha do vídeo: parece incrivelmente bobinho (e talvez subconscientemente conservador), mas talvez agrade ao público adolescente, que adora essa cena youtuber.

Fonte: Coming Soon

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Mais sangue e sombras em Samurai Jack

Arte conceitual da nova temporada de Samurai Jack começou a ser divulgada na internet. Desta vez vão mostrar como está a vida do protagonista cinquenta anos após os acontecimentos da série original, exibida de 2001 a 2004. O programa terá 10 episódios de meia hora, e será parte do Adult Swim, bloco de programação da Cartoon Network.

Já começam chocando
© Cartoon Network

Samurai Jack é uma criação de Genndy Tartakovsky, também conhecido por O Laboratório de Dexter. Nesta animação, o jovem Jack é treinado por várias figuras históricas para se tornar um guerreiro quase perfeito, com o objetivo de derrotar o mal absoluto de Aku. Mas ao invés de conseguir seu duelo, ele é arremessado para o futuro, onde o vilão já dominou todo o mundo.

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É… não sei se o estilo visual ou mesmo os roteiros originais combinam com essa versão sanguinolenta e sombria que estão ameaçando lançar. É claro que o público do original já está mais grandinho, e capaz de aguentar um roteiro mais adulto. O que não significa que o treco precisa ser violento e deprimente, como o pessoal da DC Comics está aprendendo nos cinemas e quadrinhos. Roteiro para adultos pode ser apenas complexo, mais cheio de consequências e objetivos realistas. Mas deixar os protagonistas tristonhos e sanguinários parece ser a saída fácil.

Parece que estão tentando alienar o público jovem em potencial, que poderia comprar os DVDs das primeiras quatro temporadas, ou assistir o treco por streaming. Bom! O desenho é dele e ele faz o que quiser com sua obra. Tomara que não se arrependa demais.

Fonte: io9

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Novo filme de Final Fantasy já está dublado

Kingsglaive: Final Fantasy XV é o filme que acompanha o lançamento do décimo quinto título da franquia Final Fantasy. A animação acontece simultaneamente aos eventos do jogo, mas focada em outros personagens, e deve ser lançada um mês antes, em agosto, nos cinemas e em streaming. Estão no elenco ocidental Sean Bean, Lena Headey e Aaron Paul. A direção é de Takeshi Nozue, um dos diretores de Final Fantasy VII: Advent Children.


© Sony

De acordo com a sinopse, o reino de Lucis está em guerra com o império de Nifheim, que deseja obter o Cristal consagrado. O Rei Regis (Bean) comanda uma unidade de soldados de elite chamada Kingsglaive, que tenta defender a capital Insomnia da invasão inimiga. Nifheim exige todo o território além da cidade, bem como o casamento do príncipe Noctis com Lady Lunafreya (Headey), prisioneira deles.

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Parecia uma baderna maior, mas traduzindo a sinopse não ficou tão ruim assim. Acho que os principais problemas até o momento são os nomes excessivamente bobocas por aqui (talvez soem ótimos no Japão?), a trama de contos de fadas e novamente o uso de mitologia nórdica.

Podiam ter caprichado um pouquinho mais na hora de animar/sincronizar as falas com o movimento das bocas dos personagens – alguns estão ridículos. Quanto às vozes não tive problemas, apenas com o Aaron Paul exagerando no Jesse Pinkman, o que imagino ter sido uma exigência ou sugestão dos responsáveis pelo filme. Aposto que Breaking Bad faz sucesso por lá também.

E custava tanto assim colocaram um apóstrofo no título? Me parece óbvio que deveria ser King’s Glaive… ou talvez exista alguma justificativa no filme para isso?

Fonte: Bleeding Cool

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