O alquimista de aço vai ganhar uma versão real

A Warner Brothers do Japão vai lançar um filme “live-action” de Full Metal Alchemist em 2017, segundo anúncio oficial da empresa. Apesar do cenário ser inspirado na Europa, o filme vai ter um elenco inteiramente japonês. “[O manga] tem um estilo que não representa uma raça ou país específico”, justifica o diretor Fumihiko Sori.


© Funimation

Full Metal Alchemist é protagonizado por Edward Elric e seu irmão Alphonse, dois jovens em busca da Pedra Filosofal para tentarem restaurar seus corpos mutilados por um experimento com alquimia. A história em quadrinhos original de Hiromu Arakawa já foi adaptada em séries animadas duas vezes, além de ter dado origem a alguns filmes.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Adorei a série original de FMA até os últimos episódios, em que parecem resumir o que deveria levar algumas horas em poucos minutos – se livrando de vilões sem mostrar o que acontece a eles, sumindo com personagens inexplicavelmente e criando uma espécie de final feliz sem muito sentido. Fiquei tão desanimado que nunca fui atrás do filme, que parecia explicar algumas coisas que haviam sido abandonadas pelo anime.

Seis anos depois lançam Brotherhood, segunda série animada, que também ignorei inicialmente e só anos depois descobri que seria uma versão mais fiel ao manga, e não uma continuação. E que talvez tivesse um final mais digno! Apesar disso, não fui atrás do treco – para falar a verdade foi um período em que passei longo anos sem assistir anime algum. Acho que estava ocupado com jogos e livros, mas agora consegui voltar a incluir pelo menos meia hora por dia dessa arte em minha vida. Significando que há uma grande possibilidade de finalmente encarar Brotherhood, mas tenho algumas outras coisas na fila. A franquia inteira de Macross, por exemplo.

Não me interessei muito pelo filme acima mencionado. Estava bem feliz para assistir às adaptações de Rurouni Kenshin/Samurai X, mas ainda não consegui terminar o primeiro. Além dos efeitos especiais econômicos (o que dá para perdoar), a trama é ruim demais, e os vilões ainda mais caricatos que no anime. Por falar nele, assisti a alguns episódios com meus filhos pelo Netflix – não lembrava o quão didático ele é sobre história e política. Parece algo feito para ser exibido em escolas quando tentando explicar o bakumatsu e as desvantagens da democracia sobre a monarquia. Cansativo.

Fonte: Anime News Network

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