Monthly Archives: May 2016

Para quem tem saudades de Chrono Trigger e semelhantes

A Square Enix retorna às suas origens com a lançamento de I am Setsuna, RPG japonês com visual e jogabilidade semelhante à sua franquia Final Fantasy. O título foi desenvolvido pela Tokyo RPG Factory e vai sair para PlayStation 4 e Steam em julho. O jogador controla um grupo de personagens em uma jornada por vários mapas, interrompida eventualmente por combates – nesse ponto os heróis são transportados para outra tela, onde o conflito se resolve em turnos.


© Square Enix

De acordo com a premissa, a Setsuna do título foi escolhida como sacrifício para acalmar os monstros que atacam sua ilha. Acompanhada por outros três personagens, ela precisa encontrar o local onde cumprirá seu destino.

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Parece divertido, tanto pela nostalgia quanto pela história incomum, que provavelmente será subvertida várias vezes antes do seu desfecho – especialmente levando em conta as sensibilidades modernas.

Mas se ele seguir o padrão Square Enix de preço, vai custar uma fortuna e demorar anos antes de aparecer em qualquer promoção. Redução do valor original parece ser uma espécie de crime ou insulto à honra da empresa, pela insistência em manter os ports de Final Fantasy ridiculamente caros no Steam.

O treco já saiu no Japão no início do ano, e segundo a Wikipédia, as resenhas são de razoáveis para boas. Vou deixar na minha wishlist.

Fonte: MMORPG.com

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O alquimista de aço vai ganhar uma versão real

A Warner Brothers do Japão vai lançar um filme “live-action” de Full Metal Alchemist em 2017, segundo anúncio oficial da empresa. Apesar do cenário ser inspirado na Europa, o filme vai ter um elenco inteiramente japonês. “[O manga] tem um estilo que não representa uma raça ou país específico”, justifica o diretor Fumihiko Sori.


© Funimation

Full Metal Alchemist é protagonizado por Edward Elric e seu irmão Alphonse, dois jovens em busca da Pedra Filosofal para tentarem restaurar seus corpos mutilados por um experimento com alquimia. A história em quadrinhos original de Hiromu Arakawa já foi adaptada em séries animadas duas vezes, além de ter dado origem a alguns filmes.

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Adorei a série original de FMA até os últimos episódios, em que parecem resumir o que deveria levar algumas horas em poucos minutos – se livrando de vilões sem mostrar o que acontece a eles, sumindo com personagens inexplicavelmente e criando uma espécie de final feliz sem muito sentido. Fiquei tão desanimado que nunca fui atrás do filme, que parecia explicar algumas coisas que haviam sido abandonadas pelo anime.

Seis anos depois lançam Brotherhood, segunda série animada, que também ignorei inicialmente e só anos depois descobri que seria uma versão mais fiel ao manga, e não uma continuação. E que talvez tivesse um final mais digno! Apesar disso, não fui atrás do treco – para falar a verdade foi um período em que passei longo anos sem assistir anime algum. Acho que estava ocupado com jogos e livros, mas agora consegui voltar a incluir pelo menos meia hora por dia dessa arte em minha vida. Significando que há uma grande possibilidade de finalmente encarar Brotherhood, mas tenho algumas outras coisas na fila. A franquia inteira de Macross, por exemplo.

Não me interessei muito pelo filme acima mencionado. Estava bem feliz para assistir às adaptações de Rurouni Kenshin/Samurai X, mas ainda não consegui terminar o primeiro. Além dos efeitos especiais econômicos (o que dá para perdoar), a trama é ruim demais, e os vilões ainda mais caricatos que no anime. Por falar nele, assisti a alguns episódios com meus filhos pelo Netflix – não lembrava o quão didático ele é sobre história e política. Parece algo feito para ser exibido em escolas quando tentando explicar o bakumatsu e as desvantagens da democracia sobre a monarquia. Cansativo.

Fonte: Anime News Network

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Witcher apresenta seu gran finale

The Witcher 3: Blood and Wine será lançado em 31 de maio, para PC, PlayStation 4 e Xbox One. Esta é a segunda e última expansão do mais recente jogo da série, que vem sendo anunciado pela desenvolvedora CD Projekt Red como a aventura final do protagonista Geralt of Rivia.


© Warner Bros

Geralt é um witcher do folclore polonês, um caçador de monstros. Os jogos são levemente baseados na franquia de livros de Andrzej Sapkowski, sobre guerreiros sobrenaturais transformados por alquimia em poderosos mutantes e usuários de magia.

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Finalmente comecei a ler o segundo livro da franquia, Blood of Elves, enquanto aguardava uma consulta no dentista. Foram 20% de uma vez só, e outros 20% quando abri o treco no celular uma segunda vez. Mais três oportunidades e acabo o treco.

Muito divertido retomar as aventuras do Geralt, em seu mundo repleto de elementos de todo cenário de fantasia, mas ancorado em muito mais realismo que o normal. Problemas políticos, econômicos, emocionais, está tudo presente no mundo do witcher, ao lado de elfos, anões e monstros europeus variados. E finalmente aparece a Ciri, tão importante nesse terceiro jogo.

Por falar na versão eletrônica do personagem, continuo parado no primeiro título. Acho que vou concluir a franquia The Longest Journey antes de pular para outro RPG; e ainda tenho um interesse temporário em Tree of Savior, clone de Ragnarok Online que comecei a jogar há duas ou três semanas e que ainda não me cansou.

Mas em um futuro próximo volto aos jogos do Witcher, provavelmente começando do zero. Tinha jogado poucas horas, mas lembro da existência de um complexo sistema de combate e crafting que prefiro não tentar reaprender no meio do caminho.

Fonte: Videogamer

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Fargo tem protagonista para nova temporada

Ewan McGregor é o protagonista da terceira temporada de Fargo, seriado policial bizarro do canal americano FX. Ele vai interpretar dois irmãos, o bem-sucedido Emmit Stussy, e o fracassado Ray, que culpa seu irmão pela vida sem perspectivas que leva. As temporadas anteriores se passaram em épocas diferentes com elencos diferentes, interligadas principalmente pela cidade de Fargo, também a principal ligação com o filme de mesmo nome, escrito e dirigido pelos irmãos Coen em 1996.

Obi-Wan vai bancar um vilão, talvez dois? Opa!
© LucasFilm

Já passaram pelo programa Martin Freeman, Colin Hanks, Billy Bob Thornton, Kirsten Dunst, Patrick Wilson, Ted Danson, Bokeem Woodbine, Jeffrey Donovan, Bob Odenkirk, Keith Carradine, Brad Garrett, Oliver Platt, Kate Walsh e Bruce Campbel.

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Este é um dos poucos programas de TV que ameaçam a minha integridade quanto a não piratear conteúdo produzido no ocidente. Ouço falar muito bem de vários shows atuais e recentes, os quais anoto mentalmente para assistir quando aparecer no Netflix (ou algum outro concorrente, quando alguém finalmente tiver coragem de lançar um), sem ansiedade ou expectativas exageradas. Mas esse! Esse eu realmente sinto falta de não ter visto até hoje, dois anos após seu lançamento. Que absurdo.

E agora parece que vamos ver o McGregor finalmente interpretando algo interessante, após mais de uma década de bom-mocismo em vários filmes de sucesso ou não. Parece incrível o que fazem nesse programa. Infelizmente não faço ideia!

Fonte: Deadline

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Star Trek 3 está mais comportado

Após um polêmico trailer ao som de Beastie Boys, Star Trek: Sem Fronteiras retoma sua divulgação com um novo vídeo, mais semelhante à divulgação típica da franquia. Todo o elenco principal do remake de Jornada nas Estrelas retorna para este terceiro filme, desta vez isolados em um planeta alienígena, com a nave espacial Enterprise destruída. Lançamento em julho.


© Paramount Pictures

As principais novidades deste longa incluem Simon Pegg assumindo o roteiro com um colaborador, Idris Elba (Luther) como o vilão Krall, e o novo diretor Justin Lin, de Velozes e Furiosos 3, 4, 5 e 6

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Parece bem melhor que o primeiro trailer, mas também parece muito com os filmes anteriores. E a destruição da Enterprise deveria ser algo mais importante do que mera ferramenta narrativa para tirar o elenco do espaço – podiam fazer isso simplesmente seqüestrando todo mundo e abandonando-os no mundo alienígena. Por outro lado, como demonstração de força, é imbatível.

Por falar em filmes que parecem com todos os anteriores, fui assistir o Capitão América 3 nos cinemas. O Homem-Aranha e o Pantera Negra ficaram impressionantes, chamativos; os combates estão ótimos, escandalosos; a trama foi de sofrer para ficar acordado. Que coisa cansativa. Não consigo me importar com os diálogos entre os fantasiados, suas motivações, passado, etc. Quase não fui assistir a esse longa, tamanha a fadiga com o gênero – acho que os próximos vou aguardar aparecerem no Netflix, para poder pular as partes chatas.

Curiosamente, os seriados do mesmo serviço de streaming acima mencionado são divertidos tanto durante as brigas quanto no blá-blá-blá. Imagino se não estou cansado apenas do formato.

Fonte: Bleeding Cool

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Clássico dos anos 80 está de volta, mais cabeludo

O remake de MacGyver: Profissão: Perigo, anunciado pelo canal americano CBS ganhou seu primeiro trailer. Lucas Till (X-Men) é uma versão jovem do personagem, cujo nome é sinônimo de improviso utilizando objetos e materiais diversos para resolver qualquer situação. Também está na série George Eads (CSI), como um veterano do grupo de “prevenção de desastres” que recruta o jovem prodígio.


© CBS

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Tinha duas opções para encerrar a semana: o remake de MacGyver (Hey Mac!) ou o teaser de Star Trek. Ambos são recauchutagens de velhos clássicos, com algum apelo nostálgico e também têm em comum vídeos que parecem baratos, vagabundos. Esse novo Profissão: Perigo é um derivado de CSI e demais seriados de investigação “científica”, e a presença de um ex-integrante do próprio defunto programa policial não ajuda.

Os truques não são muito impressionantes, após tantos filmes e seriados de espionagem à disposição, ou programas como o Mythbusters, que dedicou vários segmentos às invenções de MacGyver. Não sei se vão manter o personagem no molde original, fazendo dele um ludita, ou se vão tentar atualizá-lo com acesso a equipamentos eletrônicos atuais – como fizeram com o Sherlock Holmes na BBC. A primeira opção agradaria os fãs do original (que duvido serem tantos assim ainda), enquanto o segundo não favoreceria ninguém em particular, e provavelmente deixaria o programa ainda mais aguado.

Teria sido melhor ambientar a série nos anos 70 e fazer dela um prelúdio ao original – ver o Macgyver aprendendo a fazer suas maluquices, bem como retratando a época, seria bem mais interessante. E também mais caro e trabalhoso para funcionar.

Fonte: io9

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Autista matemático e assassino profissional

Ben Affleck interpreta um autista gênio da matemática em O Contador. Neste drama policial seu personagem trabalha como contador para organizações criminosas, mas acaba realmente em perigo ao aceitar trabalhar para uma empresa legítima. Felizmente conta com seu treinamento como assassino profissional para ajudá-lo a resolver qualquer dilema. Direção de Gavin O’Connor (Guerreiro) e roteiro de Bill Dubuque (O Juiz).


© Warner Bros

Com Anna Kendrick, Jon Bernthal, J.K. Simmons, John Lithgow e Jeffrey Tambor. Lançamento em 20 de outubro deste ano.

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Primeiro coisa que me veio à mente assistindo o trailer acima: Ben Affleck está interpretando o Keanu Reeves. E pior que a coisa toda parece um John Wick (De Volta ao Jogo) levado a sério, com cenas contemplativas, consequências realistas e personagens mais complexos e menos engraçados. Acho que isso é um elogio – o filme parece bonito, pelo menos nesse trailer.

E o elenco de apoio está ótimo, principalmente com esse bando de veteranos. Espero que todos eles interpretem vilões. Sei não, mas acredito que esse pode ser um dos melhores dramas violentos do ano – se a premissa ridícula não estragar tudo. Em Drive deu certo.

Fonte: Slash Film

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Trailer de Warcraft esclarece a trama

Warcraft, filme que adapta os jogos eletrônicos da franquia de mesmo nome chega aos cinemas em 9 de junho, com direção de Duncan Jones (Lunar). Na trama, um mundo governado por humanos é invadido por orcs de outra dimensão – enquanto parte deles tenta conviver pacificamente, o líder invasor deseja apenas dominar completamente o novo lar.


© Legendary Pictures

Estão no elenco Travis Fimmel, Ben Foster, Paula Patton, Dominic Cooper, Ruth Negga e Clancy Brown.

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Aaaahhh, entendi! Então essa é a história do filme de Warcraft! Depois de tantos trailers horrendos ainda não fazia a menor ideia do que estava acontecendo, apenas que um bando de humanos em armaduras enfrentava um monte de orcs feitos em computador.

Agora deu para ter uma ideia do que vai acontecer, e os efeitos não parecem mais tão mal-feitos. Ou me acostumei com eles, ou conseguiram dar uma melhorada na pós-produção, depois desses meses todos.

Fiquei até com vontade de ir assistir! Só espero que as resenhas que saírem não destruam o treco demais, que tem potencial para virar uma franquia e tanto.

Fonte: Coming Soon

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França e Japão se unem em desenho animado mudo

A empresa japonesa de animação Studio Ghibli (A Viagem de Chihiro, O Castelo Animado) é uma das produtoras de La tortue rouge, em parceria com a francesa Wild Bunch. O filme vai ser exibido inicialmente no festival de Cannes este mês, e traz a história de um náufrago e a fauna de sua ilha, sem diálogos.


© Wild Bunch

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Estava interessado nesse filme até descobrir que não tem diálogos. Encher 80 minutos de vídeo sem falas parece bem cansativo, especialmente por se tratar de uma produção (semi)europeia. Vou aguardar algumas resenhas antes de ir atrás.

Que trailer revelador! Então a tortue rouge do título vira uma mulher, os dois têm um filho (meio-tartaruga?), daí um tsunami separa todo mundo… parece uma fábula japonesa, se pensar a respeito. Geralmente não fazemos ideia, mas animações japonesas foram e em boa parte ainda são muito populares na Europa, tendo começado a ser distribuídas nos anos 70, para o público infantil. Até mesmo em alguns países do Oriente Médio animes faziam parte do cotidiano da criançada. Que tal, criar um produto cultural consumível em quase o mundo inteiro? Nossos criadores de telenovelas que o digam.

Fonte: Anime News Network

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Divulgação de Call of Cthulhu rasteja das sombras

Duas novas imagens do jogo Call of Cthulhu: The Official Vídeo Game foram divulgadas pela Focus Home Interactive, distribuidora do título. Nele, o jogador interpreta um investigador que tenta desvendar a morte de uma artista na ilha Darkwater. Enquanto isso, o ícone pop Cthulhu está prestes a despertar. Lançamento em 2017.

Guarda arrumadinho demais para um cais tão lixão...

... parece seguro e tranquilo.
© Focus Home Interactive

Call of Cthulhu é um dos contos mais populares de H. P. Lovecraft, escritor americano falecido na primeira metade do século passado. Suas histórias são referência no gênero horror cósmico, onde criaturas inomináveis atravessaram as estrelas e aguardam adormecidas em nosso planeta. Conhecimento proibido, geralmente ligado a esses mesmos seres, é outro tema frequente do autor.

A maior parte de sua obra está em domínio público e disponível gratuitamente em sites como o Wikisource.

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Será que o pacato ritmo de divulgação (qual a última vez que você viu alguém lançando apenas dois screenshots, ao invés de um pacote deles?) é um reflexo do clima do jogo? Lento, sinistro, cheio de suspense e antecipação… ou apenas tem a ver com a fase de desenvolvimento atual, muito cedo ainda para sequer produzir um trailer?

Tendo a imaginar que o segundo caso é mais provável, mas, mesmo se estivessem em um estágio técnico tão inicial ainda, isso não os impediria de fazer aquele teaser típico, apenas com áudio sinistro e algumas frases de efeito. Acho que estão realmente seguindo um padrão antiquado para homenagear o cenário do jogo – se seguirem de perto o conto original, ele se passa há quase 100 anos.

Por enquanto estou gostando do que mostraram, mas se for tudo assim, nessa mesma paleta azul escura o tempo todo, vai ficar bem cansativo. The Secret World, MMO de horror quase totalmente inspirado no Lovecraft, tem bastante horror, e fazem isso sem se restringirem no uso de cores. Acho que fica até mais convincente, quando você consegue identificar o cenário do jogo com um lugar em que você poderia estar presente, exceto pelos horrores rastejando pelos cantos.

Agora só resta verificar um trailer.

Fonte: Videogamer

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