Monthly Archives: February 2016

Amizade de Houdini e Conan Doyle disputa espaço com monstros

O canal de televisão Fox vai lançar em maio sua nova série criminal Houdini and Doyle, baseada na amizade entre o escritor Arthur Conan Doyle (criador de Sherlock Holmes) e o mágico Harry Houdini. No programa os dois investigam casos sobrenaturais, opondo a crença de Doyle e o ceticismo de Houdini.


© Fox

O programa de seis episódios tem produção de David Shore, criador do drama médico Dr. House – inspirado em Sherlock Holmes. Michael Weston, que participou em 10 episódios dessa série como um detetive particular e foi cogitado para um spin-off, interpreta Houdini. Stephen Mangan, protagonista de Dirk Gently, é o escritor Doyle.

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Gostei da premissa, me interesso por ambas figuras históricas, e adoraria ver um filme sobre a relação entre os dois, tanto sobre a amizade quanto sobre essa disparidade de crenças. Mas esse formato de “crime da semana” me parece uma bomba e tanto. Se tinham apenas seis episódios em mente, por que não fazer algo mais sério e realista, dar uma caprichada nos diálogos ao invés de ficar procurando monstros fajutos? Arquivos X da virada do século passado?

Parece que não estão nem tentando fazer o treco funcionar. E o trailer definitivamente não ajudou em nada. Dava para enfatizar mais um pouco que um é crédulo e o outro descrente? Acho que cinco ou seis vezes não foram o suficiente, esfreguem isso na minha cara mais um pouco.

Fonte: Coming Soon

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Netflix compra mais um anime

O serviço de streaming de vídeo Netflix vai aumentar seu catálogo com o anime inédito Perfect Bones, uma criação da Production I. G. A série de doze episódios será exibida do mesmo modo que outros produtos exclusivos do serviço, ou seja, todo conteúdo disponível de uma vez só, em todos os países em que ele está presente.

Há tempo não remixava uma imagem aqui, fiquei preguiçoso.
© Netflix/ Production I.G.

De acordo com a sinopse, no futuro, cientistas tentam criar seres humanos perfeitos, e quando chegam próximo desse objetivo com três crianças, estas são sequestradas por uma organização maligna.

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Me lembrou um pouco da sinopse de Cyborg 009, que usava adultos com implantes eletrônicos ao invés de experimentos eugênicos. Ainda não temos trailer ou sequer uma arte de divulgação, então é provável que a exibição do anime demore um pouco – note que não revelaram uma data.

Acho ótimo ver mais anime chegando ao Brasil por meios legítimos – quanto mais deles disponíveis, menor a necessidade de utilizar meios ilegítimos por parte do público consumidor.

É uma pena que o catálogo do Netflix seja tão enxuto e ao mesmo tempo tão exótico. Podiam adquirir alguns clássicos dos anos 90 para satisfazer ao público adulto que sofria assistindo na TV aberta, além de incluir uma ou outra coisa moderna e de grande apelo popular – além de Naruto.

Aguardemos pelo trailer então. Espero que seja cyberpunk, considerando os sucessos recentes da Production I. G., como Ghost in the Shell e o esquisitinho Psycho-Pass.

Fonte: Anime News Network

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Conan mata soldados como mata cobras: com uma arma

A Dark Horse Comics lança este mês as penúltimas edições de duas publicações de Conan, o Bárbaro. Em King Conan: Wolves Beyond the Border #3, o personagem já idoso e com uma improvável barba, está no meio de uma ainda mais improvável aliança com um grupo de pictos, seus inimigos tradicionais, para evitar uma invasão. São 32 páginas por US$ 3,99, com roteiro de Timothy Truman, arte de Tomas Giorello e cores de José Villarrubia.

Já interagiu amigavelmente com pictos antes, mas sempre é esquisito
© Dark Horse Comics

Já em Conan the Avenger #23, série mensal do cimério, ele invade a capital de Khauran comandando um exército de guerreiros do deserto, com o objetivo de destronar a rainha impostora e se vingar de sua crucificação em uma edição anterior. A história é adaptada do conto A Witch Shall be Born, do criador de Conan, Robert E. Howard, por Fred Van Lente, com arte de Brian Ching e cores de Michael Atiyeh. Também traz 32 páginas, mas o preço é um pouco menor: US$ 3,50.

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© Dark Horse Comics

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Gosto da arte mais realista do Tomas Giorello, semelhante ao trabalho de Barry Smith, John Buscema e Ernie Chan nas clássicas HQs dos anos 70 e 80, mas ver um estilo diferente como o de Brian Ching também não é nada mal. Dá uma revitalizada no personagem nesse formato, e provavelmente ajuda a atrair um público novo.

Boas amostras este mês! Ambas acabam em um cliffhanger e tanto, apesar da história com um Conan jovem ter mais restrições quanto ao que podem fazer contra o personagem; com ele idoso, é provável que um dia acabem matando-o, só pelo ineditismo.

De qualquer modo, comprei uma das edições de luxo do personagem pela Mythos Editora no Brasil, após mais de um ano sem adquirir nada. Custam uma grana, mas o material é de ótima qualidade – todas as outras que tenho estão muito bem preservadas, e vão ganhar um espaço dedicado em minhas modestas prateleiras literárias.

Tenho minhas dúvidas se conseguem lucrar alguma coisa com elas, mas espero que não parem tão cedo.

Fonte: Dark Horse

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Um cowboy marciano

The Technomancer é um RPG de ficção científica sobre uma pessoa com poderes mágicos que afetam tecnologia. Ele vive em um cenário de Velho Oeste, mas ambientado no futuro distante do planeta Marte, como pode ser visto no trailer abaixo. Lançamento previsto para este ano, nas plataformas PC, Xbox One e PlayStation 4.


© Focus Home Interactive

O jogo é uma continuação de Mars: War Logs, também desenvolvido pela empresa Spiders e lançado em 2013, no mesmo cenário e com o elemento de tecnomancia já presente. Ambos são single player.

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Longe de mim criticar a qualidade técnica de um jogo ainda em desenvolvimento, me baseando em um único trailer. Mas que esse treco parece fraquinho, isso parece. Para que restringir aos videogames mais recentes se não vão aproveitar o potencial técnico das plataformas?

O cenário em si não tenho problemas, space western é um nicho que ressurge volta e meia, dura um breve período e implode novamente. Me lembro do Jonah Hex no futuro, pela DC Comics, alguns livros do Mike Resnick (como a trilogia Oracle, que estou lendo), o seriado do Joss Whedon, Serenity, e um outro do Syfy, mais recente, sobre a Terra reduzida a um western após uma guerra alienígena. Hmm… acho que esses meus exemplos estão em ordem cronológica.

Vou dar uma olhada no Mars: War Logs, talvez valha a aquisição em uma promoção futura – imagino que vão aproveitar para desencalhar mais algumas cópias quando lançarem a continuação, a menos que não façam questão que o público lembre de sua existência (não chamar o treco de Mars: War Logs 2 é um mal sinal).

Fonte: Videogamer.com

Site oficial: www.thetechnomancer-game.com/

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Palavrões e sexo são lucrativos em filmes de super-heróis

Com orçamento de US$ 58 milhões, Deadpool já obteve US$ 492 milhões de bilheteria mundial em apenas duas semanas. O filme acumula alguns recordes, como melhor lançamento de um longa censurado para menores de 16 anos, e maior bilheteria para um diretor estreante – além de possuir atualmente o segundo melhor resultado monetário de toda a franquia X-Men, perdendo somente para X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, que encerrou a carreira nos cinemas com US$ 748 milhões.


© Twentieth Century Fox

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Assisti no final de semana, com uma sala razoavelmente cheia, enormes filas na bilheteria (imagino que eram para Deadpool, ou então Os Dez Mandamentos). Conseguimos entrar na sala dois minutos antes do horário previsto para início, e para nossa surpresa já estavam começando os créditos de abertura do longa – com o pessoal ainda chegando, luzes acesas e algumas pessoas reclamando em voz alta. Eventualmente alguém saiu da sala para avisar a equipe do cinema quanto a mancada, e apagaram as luzes. Daí aproveitaram para avisar que iam começar o filme de novo, para compensar.

Pelo menos não posso culpá-los pelo cara jogando Candy Crush no celular em um dos meus lados, ou o sujeito três cadeiras para o outro lado que ficava rindo de absolutamente toda fala de qualquer personagem o tempo todo.

Ao assistir a cena de ação de abertura pela segunda vez fiquei meio preocupado com o excessivo humor juvenil: se o filme inteiro fosse só isso, seria uma longa sessão de cinema. Felizmente o relacionamento entre os protagonistas é divertido e verossímil, e as piadas sobre filmes de super-herói em geral muito boas. Gostei principalmente da trama fechada: o protagonista tem um único objetivo, cumpre-o e não deixa sequelas óbvias para uma continuação, algo que a maioria das produções nesse gênero parecem ser incapazes de fazer.

Como filme de ação é legalzinho (um protagonista imortal eventualmente fica tedioso) mas ao menos é mais divertido que as tranqueiras de X-Men nos anos 70 que estão fazendo ultimamente.

Fonte: io9

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Sucesso surpresa de Keanu Reeves ganha continuação

John Wick: Chapter 2 vai ser lançado em fevereiro do ano que vem, dando sequência à vida do ex-assassino de aluguel interpretado por Keanu Reeves em De Volta ao Jogo.  O diretor Chad Stahelski e o roteirista Derek Kolstad retornam às funções, bem como os atores John Leguizamo e Lance Reddick, alguns dos sobreviventes do filme anterior, e Bridget Moynahan, vista em flashbacks como a falecida esposa de John Wick.

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© Summit Entertainment

Estão no elenco novo Peter Stormare, Laurence Fishburne e o rapper Common.

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De Volta ao Jogo (disponível no Netflix) tinha alguns trailers violentos, e foi percebido como mais um ridículo filme de ação na decadente carreira de Keanu Reeves. E não deixa de ser exatamente isso, mas também é absurdamente divertido e satisfatório.

O tema do filme é ridículo: um ex-assassino parte em busca de vingança após matarem seu cachorro; a violência é ridícula: Wick apanha tanto, sangra para todo lado, e continua tão funcional que é praticamente como se ele fosse um exterminador do futuro, de tão resistente; o elenco é ridículo: Willem Dafoe, Michael Nyqvist, Adrianne Palicki e Ian McShane, só para citar o pessoal que não vai voltar na continuação (bom, o McShane vai), sem falar em quem vai se juntar à franquia.

As cenas de ação são tão boas que é injusto vê-las perdidas nesse filme de pouca repercussão; mereciam uma divulgação muito maior. E elas são boas assim graças ao diretor, Stahelski. O sujeito tem 71 créditos como dublê, a maioria antes de virar coordenador destes; e a transição acontece quando ele começa a trabalhar de diretor de segunda unidade ou diretor assistente em filmes de ação. John Wick é simplesmente seu primeiro filme como diretor principal, e que estreia magnífica!

Mas acho bom derrubar um pouco as expectativas do leitor antes que corra para o Netflix. De Volta ao Jogo é um ótimo filme de ação, mas é quase uma paródia de filmes de ação sérios. Exageram todos os aspectos mais interessantes do gênero, jogando o realismo pela janela, e fazem isso mantendo um complicado equilíbrio entre bobagem completa e homenagem. Acho impossível não ser entretido por essa produção, a menos que você realmente deteste violência ou tenha dó de bonecos simulando cachorros mortos. E com o único relacionamento amoroso do filme isolado em flashbacks, somos poupados de constrangedoras cenas românticas – as memórias delas duram poucos segundos e são de bom gosto, quase convincentes.

Fonte: Bleeding Cool

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Novo Blade Runner se torna realidade antes do original alcançar a realidade

Blade Runner 2 deve ser lançado em janeiro de 2018, informa a produtora Alcon Entertainment. A empresa, tendo adquirido os direitos do filme original há alguns anos, conseguiu recrutar Ridley Scott para participar do projeto, que por sua vez chamou Hampton Fancher para trabalhar novamente no roteiro. Ambos criaram uma história que  foi roteirizada por Michael Green, com experiência em vários projetos na televisão, e que será dirigida por Denis Villeneuve, de O Homem Duplicado e Sicário: Terra de Ninguém.

Aposto que o Gosling vai ser um replicante
© Warner Bros

Harrison Ford reprisa seu papel como Rick Deckard, mas o protagonista será Ryan Gosling. Ainda não há uma sinopse divulgada, mas o filme deve se passar décadas após o original, lançado em 1982 e ambientado em 2019.

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Espertinhos, vão lançar o filme um ano antes do original se tornar realidade. Sempre que vejo outdoors eletrônicos espalhados pela cidade fico esperançoso de ver o mundo se transformar em Blade Runner. Parece que Hong Kong ou Seul já estão mais próximos dessa realidade do que qualquer outra cidade. Vontade de fazer um turismo internacional…

Assisti no Youtube um documentário britânico sobre Blade Runner, famoso por trazer o diretor Ridley Scott afirmando que Deckard é um replicante (enquanto dá uma sonora risada), teoria há muito especulada por fãs. É inacreditável o inferno que o filme aparentemente foi: problemas no roteiro, desde as conversas entre Fancher (que quase nunca mais fez nada nessa área) e Philip K. Dick, entre Scott e Fancher, entre todos os envolvidos e os produtores; encrencas entre o elenco e o diretor; problemas em quase todo aspecto da produção; e, finalmente, a má recepção do público, levando à odiosa narração gravada pelo Ford do pior jeito possível, mas ainda profissional o bastante para ser utilizada. Procure o programa, vale a pena mesmo se você não for um dos adoradores do filme. Excelentes depoimentos.

Estou fazendo um esforço razoável para não criar expectativas irreais quanto a Blade Runner 2, mas a presença desses veteranos supervisionando o trabalho dos novatos não ajuda. O Villeneuve é elogiado pelo trabalho até agora, e o Green, apesar de algumas coisas horrendas no currículo (Lanterna Verde) parece ser basicamente o trabalhador braçal, transformando as maluquices dos originais em algo filmável.

O que realmente queria ver eram os cenários, a arte, o visual que estão criando para esse treco. Pós-cyberpunk? Ou uma repetição do original? A estética vai ser o ponto decisivo para mim, tenho que admitir.

Fonte: Deadline

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Conan: Exiles tem uma ponta do personagem título

A Funcom publicou o primeiro Developer Diary para o jogo Conan: Exiles, um vídeo em que a equipe trabalhando no jogo fala sobre vários aspectos do título. Desta vez detalham a atenção que estão dando ao cenário inicial, o deserto, e como os personagens interagem fisicamente com ele; e explicam que um dos aspectos do combate será o realismo, com cada golpe dado ou recebido tendo consequências no corpo ou equipamento dos envolvidos.


© Funcom

O bárbaro deverá fazer uma pequena participação em pessoa, além de emprestar seu nome ao jogo: no começo o personagem do jogador está preso em uma cruz, até ser salvo por Conan, que lhe entrega uma arma e o deixa para sobreviver por conta própria. Situação semelhante acontece com o cimério no conto A Witch Shall be Born, de Robert E. Howard.

Lançamento previsto para este ano, inicialmente somente em PCs.

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Agora pelo menos sabemos que você não será um de milhares de “Conans” vagando pelo mundo, mas sim um personagem no mesmo universo. Acho a ideia ótima, dado o componente multiplayer.

Há alguns anos fiz várias anotações em um .txt (devem existir em algum lugar) com ideias para contos sobre um mercador que habitaria o mesmo mundo de Conan – nunca chegando a interagir com ele, mas sabendo quem ele é devido a sua fama. Basicamente, era fan fiction sobre a Hibória, e não exatamente sobre o bárbaro. E considerando que ele está em domínio público no Brasil, poderia escrever os trecos e fazer todas as referências que quisesse sem problema algum. Loucuras juvenis!

Com certeza vou jogar Conan: Exiles, mas não de cara – pelo tamanho do projeto, imagino que vão cobrar os típicos 60 dólares de um jogo graúdo, e não admito pagar 240 reais por entretenimento eletrônico. Mas acho que o objetivo secundário deles, que é chamar atenção para o MMO Age of Conan está dando certo, pelo menos comigo. Estou doido para tentar instalar o treco novamente.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: http://www.conanexiles.com/

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Relaxante anime sobre bruxas e seu cotidiano

O anime Flying Witch vai ser lançado em abril no Japão, informa o primeiro trailer do desenho animado. A protagonista é uma bruxa adolescente, morando com parentes em uma pacata cidade rural, explorando os arredores, seus poderes e lidando com as eventuais criaturas místicas que cruzam seu caminho. Três volumes do manga já foram publicadas pela Kodansha, com o próximo chegando junto com a estreia televisiva.


© NTV

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Este é um ótimo exemplo de mangá relaxante, bem humorado sem ser hilário, e capaz de manter o leitor interessado por todos os capítulos. Os únicos conflitos que existem são pessoais, os monstros são todos benignos e fascinantes, a magia na maioria das vezes fica no plano de fundo, lentamente se tornando parte do cotidiano de todos os personagens. Apesar de curto, é um trabalho magnífico.

Aposto que o anime vai ter muito mais momentos de contemplação de cenário ao ar livre, para compensar o pouco material disponível para adaptar.

Mas se tivesse que escolher um manga nesse estilo para ser transformado em anime, eu preferiria The Ancient Magus’ Bride, ou Mahou Tsukai Yome, no original. A trama é semelhante, com uma adolescente aprendendo sobre magia e interagindo com seres fantásticos, mas com a adição de um protagonista masculino e interesse romântico, apesar de ser mais monstruoso que a maioria das criaturas que encontram. E definitivamente tem mais conflito e drama! Espero que eventualmente ganhe uma adaptação também.

E ambos, apesar da presença de adolescentes em papeis centrais, são voltados para o público adulto (no sentido de seriedade, não de sexualidade) e se encaixam no magnífico gênero “slice of life”, que retrata a vida fora da escola, cenário que parece ser quase obrigatório na maioria do mercado editorial de mangás.

Fonte: Anime News Network

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Seriado da Marvel retorna sem vilão

O serviço de streaming Netflix publicou o primeiro trailer da nova temporada de Daredevil, realizada em parceria com a Marvel. O seriado traz o início da carreira do super-herói Demolidor, cujas habilidades incluem um sentido de audição aguçado e treinamento em combate corpo a corpo. Disponível a partir de 18 de março.


© Netflix

Charlie Cox retorna como o protagonista, acompanhado por Deborah Ann Woll e Elden Henson, colegas de escritório de advocacia, Scott Glenn é novamente seu professor, e Rosario Dawson a enfermeira que conecta os programas da parceria Marvel/Netflix. Jon Bernthal se junta ao programa como o anti-herói Justiceiro, e Elodie Yung como o interesse romântico Elektra.

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O Justiceiro é um dos meus personagens prediletos da Marvel, provavelmente perdendo apenas para Rom, o Cavaleiro do Espaço. […]Depois de alguns minutos lendo o artigo sobre ele na Wikipédia, voltei para terminar esse post.

Apesar de todas as tentativas, Frank Castle ainda não foi bem retratado nos cinemas. Os três atores escalados para as tentativas fizeram basicamente o mesmo trabalho: durão, silencioso, secretamente misericordioso (com crianças e mulheres), e mal-humorado. Enquanto nos quadrinhos ele sempre me pareceu motivado quase exclusivamente por vingança e um senso de justiça, suas encarnações parecem arrastar os pés, sobrevivendo em uma nuvem de amargura e má vontade.

Essa versão parece motivada, pelo menos, com a iniciativa de sair caçando criminosos por conta própria. Não consigo imaginar ele derrotando o Demolidor em uma briga de punhos (provavelmente tonteou ele com uma granada antes), mas é uma boa opção para testar o personagem – obviamente vão acabar amiguinhos, mas a jornada pode ser divertida.

Do Demolidor mesmo gostei da máscara aparentemente costurada ao meio (não podiam ter usado um fio vermelho?), apesar da versão ninja dele ainda ser melhor. A presença da Elektra não me disse nada, mas fãs dela devem ter apreciado.

Fonte: Coming Soon

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