Monthly Archives: November 2015

Uma nova trilogia Alien pós-Prometheus

Os planos para os prelúdios de Alien O Oitavo Passageiro/continuações de Prometheus foram aprofundados por Ridley Scott, diretor de ambos, em entrevista recente. Segundo o cineasta, ele pretende responder a uma pergunta criada pelo primeiro longa, “de onde surgiram os alienígenas”, ao longo de três filmes. O primeiro, Alien: Covenant, deve ser lançado em 2017.

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© 20th Century Fox

Eles devem continuar a história de Prometheus, com os personagens Shaw (Noomi Rapace) e David (Michael Fassbender) e eventualmente concluir com a trama do Space Jockey, o piloto alienígena da nave que carregava milhares de ovos no primeiro Alien.

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Será mesmo uma boa ideia? A história por trás do Space Jockey, como ele foi infectado por um xenomorph, para onde estava transportando toda aquela coleção de facehuggers, sempre me intrigou/fascinou desde que consegui assistir ao primeiro filme sem pesadelos, ou seja, na minha adolescência. Mas ver essas perguntas respondidas canonicamente? Uma vez colocado na tela, não há como voltar atrás – e se as respostas forem imbecis, que pena.

Adoraria ver mais pessoas/alienígenas lidando com os xenomorphs do seu próprio jeito, mas, sinceramente, não tenho muito interesse em vê-los sempre criados em um laboratório pelos gigantes albinos Engenheiros. Preferia nem vê-los novamente nesse universo, para falar a verdade, e que o caminhoneiro espacial de Oitavo Passageiro fosse alguma outra coisa.

Uma coisa que realmente fez falta nos filmes originais seria mostrar o bicho que saiu do peito dele. Seria simplesmente mais alto? O formato do corpo diferente? Incrível isso ter sido ignorado. Bom, o próprio derelict foi totalmente ignorado pelo Aliens e demais continuações… que desperdício. Mas parece que o Neill Blomkamp tem uma opinião parecida com a minha, e esse seria um dos temas do seu Alien 5. Urgh. Não seria tão ruim se fossem seguir uma trama paralela, com outros personagens, mas apagar os filmes 3 e 4, por mais questionáveis que sejam, me parece um péssimo caminho.

Fonte: Coming Soon

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Mais 10 Fargos no futuro

Fargo, a série de TV livremente baseada no filme de 1996, vai ganhar uma terceira temporada no canal americano FX. O programa combina crimes violentos, policiais e o cotidiano de pequenas cidades do interior norte-americano, se passando em décadas recentes. As duas primeiras temporadas estão ligadas pelo personagem Lou Solverson, originalmente interpretado por Keith Carradine, e depois por Patrick Wilson, em uma espécie de prelúdio. Cada uma tem 10 episódios.


© FX

Noah Hawley, criador do programa e roteirista em todos episódios, deve retornar para a nova temporada. Os irmãos Coen, criadores do filme original, colaboram como produtores executivos, sem participação criativa no produto final.

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Existe um punhado de séries que eu gostaria muito de assistir mas que não estão disponíveis facilmente pelo Netflix ou em DVD. Me irrita um pouco ouvir semanalmente resenhas do quão bom cada episódio é, de como é possível se superarem o tempo todo e etc. No caso de Ash vs. Evil Dead, assisto pela internet mesmo, em qualquer lugar que esteja disponível – não fiz isso com Fargo, e agora não posso fazê-lo, já que a série está licenciada no Brasil. Sim, minha fibra moral me proíbe! Engula.

Fargo, pelo que ouço, é o melhor programa no ar atualmente. Ouvi até fãs de Game of Thrones admitirem que estavam obtendo maior entretenimento de Fargo do que assistindo ao festival de violência sexual e politicagens de GoT. O jeito é esperar o lançamento em streaming, daqui a alguns anos, ou uma promoção de DVDs – e não compro um DVD há meses.

É tão difícil encontrar um filme que eu queira ver mais de uma vez, em épocas diferentes o bastante para me preocupar com o período em que ele estará em catálogo na internet ou não. Blade Runner, por exemplo, é algo que preciso ter comigo para sempre. Mas todo o resto da minha coleção? Acho que poderia me livrar de 90% sem sentir falta. E quantas vezes vou querer assistir Fargo, caso compre a série?

Fonte: Bleeding Cool

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Capitão América 3 parece Vingadores 3

A Disney acaba de divulgar o primeiro trailer de Capitão América: Guerra Civil, terceiro filme do super-herói e com um elenco ainda maior que o dos próprios Vingadores. O protagonista entra em conflito com o Homem de Ferro após uma desavença quanto a decisão do governo americano em controlar mais a atividade dos heróis, bem como uma trama secundária relativa ao vilão do segundo filme, o Soldado Invernal.


© Disney

Os irmãos Anthony e Joe Russo, do próprio Capitão América 2, dirigem esse novo capítulo da franquia Marvel. Além de alguns vilões novos, o filme contará com a presença inédita do Pantera Negro e do Homem Aranha.

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Acho que inchaço maior de elenco somente na franquia X-Men, especialmente nos terceiros de cada trilogia. É tanta gente que os atores provavelmente encerram a sua filmagem em dois dias, enquanto o protagonista fica alguns meses interagindo com meio mundo.

Com esse número de pessoas e um período curto para trabalhar, alguma coisa obviamente será sacrificada: nesses casos, sempre os personagens. A trama vai ocupar posição de destaque enquanto os heróis permanecem aparentemente congelados no tempo, com uma ou outra pequena exceção (o Gavião Arqueiro se aposentando e o Hulk fugindo, por exemplo). E olha que esse “filmes-solo” geralmente serviam justamente para explorar e expandir o personagem individualmente, mas pela primeira vez vão quebrar o padrão.

Será que não vai ficar cansativo demais? Geralmente os Vingadores aproveitavam as aventuras solitárias de seus personagens para poder criar um filme quase inteiramente de ação, sem perder muito tempo com explicações ou diálogos. Mas se começarem a repetir a mesma fórmula em todo filme, não vai enjoar? Nesse caso específico, acho que a presença do novo Homem-Aranha e o Homem de Ferro fazendo cara de cachorro pidão vão carregar o público aos cinemas – mas se continuarem nesse caminho, talvez desgastem a gansa dos ovos de ouro muito cedo.

Mais um comentário antes de concluir: li uma sinopse dessa trama nos quadrinhos, e o treco parece ser bem favorável ao Capitão América, retratando o Homem de Ferro praticamente como um vilão. Mas nesse trailer não ficou o contrário? O Capitão não só está traindo seu ex-colega de equipe, como também sendo obviamente enganado pelo seu velho amigo super-soldado.

Bom, de volta a Jessica Jones.

Fonte: Deadline

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Uma irmã gêmea maligna no caminho de Conan

Conan the Avenger # 20 chega às bancas americanas e digitais esta semana, trazendo uma nova adaptação do conto A Witch Shall be Born, história original do criador do personagem, Robert E. Howard. Roteiro de Fred Van Lente, com arte de Brian Ching e cores de Michael Atiyeh. São 32 páginas por US$ 3,50.

Clássicos e originais alternando, boa estratégia
© Dark Horse Comics

Na trama, uma rainha é substituída por sua irmã, que tenta dar um golpe de estado trocando o exército local por uma força estrangeira, fato que não é bem aceito pelo capitão da guarda, Conan. As histórias do bárbaro estão em domínio público no Brasil, em sua versão original. Confira o conto na página do Projeto Gutenberg: http://www.gutenberg.org/ebooks/42227

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Outro dos contos de Conan que ainda não li. Acho que posso mencionar isso aqui de novo, já que fazem meses que não me repito: organizei as histórias do bárbaro em ordem de publicação, montei-as em dois ou três livros, e li o primeiro. Me diverti pacas, mas a quantidade de material é bem escassa, então resolvi consumi-los lentamente. Resultado, não li quase nada do REH, apesar de adorar seus personagens.

Acho que vou juntar todos os contos do autor em uma coisa só, montar em .mobi, colocar no kindle e começar a ler. Ao invés de desfrutar lentamente, acho melhor ler tudo e no futuro reler os prediletos.

Ao noticiar essas publicações em quadrinhos do Conan me ocorre o quão terrível é não estar lendo nada do personagem nesse formato, após tantos anos comprando revistas todo mês. Infelizmente a Mythos parece ter desistido das coletâneas… não, verifiquei no site da editora e tem pelo menos umas 3 ou 4 delas que não tinha visto antes! Putz! 13º salário, prepare-se!

Fonte: Dark Horse Comics

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Phantasy Star ganha anime em janeiro

Phantasy Star Online 2: The Animation é o título do anime livremente baseado no MMORPG japonês de nome similar, com lançamento previsto para janeiro de 2016. O desenho irá misturar momentos dentro do jogo com interação entre os jogadores fora deste, em uma espécie de comédia romântica do ensino médio. Abaixo você confere uma música tema da série, bem como várias cenas.


© TBS

PSO2 é free-to-play e está disponível desde 2012 para PC no mercado asiático e em plataformas móveis nos anos seguintes, mas ainda não foi lançado oficialmente no ocidente.

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Assisti o videoclipe antes de ler a respeito e fiquei bem perdido. Joguei Phantasy Star 2 e 4 (assisti meu irmão jogar o original e não consegui entender o 3) e me considero bem familiarizado com o cenário, apesar de nunca ter conseguido acesso às versões online. Então as cenas em um colégio me pareceram totalmente absurdas, até confirmar que se tratavam de momentos “off-line”. Phantasy Star não tinha absolutamente nada em comum com o nosso mundo, fora a raça humana.

A primeira impressão é que estão aproveitando um pouco da modinha de Sword Art Online (que aproveita uma ideia de ./Hack Sign, só que com bem mais ação e romance e menos angústia e depressão) ao invés de explorarem a doida mitologia de PS. E pelo jeito estão mirando no público adolescente/adultos que se recusam a amadurecer, com as piadas românticas bobinhas.

Mas para uma coisa serviu: me deixou com vontade de jogar esse maldito MMORPG. Até dei uma olhada no tutorial para instalar um patch em inglês e tal… mas prefiro aguardar a versão local. Imagine precisar de atendimento ao cliente em uma situação dessas? E como estão apenas 2 anos atrasados (anunciaram o PSO2 em inglês para 2013), não deve demorar tanto!

Fonte: Anime News Network

Site official: http://pso2.jp/

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Conto de fadas cinematográfico traz monstro-árvore

A Monster Calls é a adaptação do livro O chamado do monstro, de Patrick Ness. Na história, um adolescente é perseguido por colegas de escola enquanto lida com a doença fatal de sua mãe. Acaba procurando refúgio na companhia de uma árvore-monstro, dublada por Liam Neeson. Também estão no elenco Sigourney Weaver e Geraldine Chaplin. Lançamento em outubro de 2016.


© Focus Features

O filme é dirigido por J. A. Bayona, também responsável por O Impossível e um par de episódios de Penny Dreadful. O roteiro é do próprio Ness, cujo livro foi lançado no Brasil pela editora Ática.

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Esse teaser me lembrou de um manga clássico, Glass Mask, sobre interpretação. Duas atrizes ficavam disputando os melhores e mais exóticos papeis, misturado com um monte de drama, tragédias, etc, mas o objetivo final era interpretar o personagem mais complexo existente no teatro japonês, que seria o espírito de um pé de ameixa. Se bem me lembro da explicação da “mentora” delas, se tratava de uma criatura totalmente não-humana – a interpretação exigiria a melhor atriz possível, para retratá-la fielmente.

Me parece que o Liam Neeson, narrador e monstro-planta do trailer, está tentando algo nesse sentido. Como interpretar uma árvore. Explicaria a voz bizarra que está usando, as entonações e as pausas. Me deixou meio preocupado, na verdade. Será que 1 hora e meia disso não vai ser horrendo demais? Por outro lado, Onde Vivem os Monstros tinha um bom elenco de vozes que simplesmente não usou qualquer truque ao interpretar seus monstros e ainda assim foi bem terrível.

Veremos daqui a um ano. Mas acho que até lá meus filhos já estarão velhos demais para querer assistir a um conto de fadas nos cinemas.

Fonte: io9

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Viagem no tempo de Stephen King na internet

O serviço de streaming Hulu divulgou um teaser de 11.22.63, série original que adapta o livro Novembro de 63, de Stephen King. James Franco é o protagonista, um professor de inglês que descobre um meio de viajar no tempo até o início da década de 60. Uma vez lá, começa a tentar prevenir o assassinato do presidente americano John F. Kennedy.


© Warner Bros. Television

Também estão no elenco Chris Cooper e Josh Duhamel. King está envolvido nos roteiros, e J. J. Abrams é um dos produtores. Lançamento em fevereiro do ano que vem, em oito episódios. O livro está disponível no Brasil pela editora Suma de Letras (Objetiva).

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Não li mais nada do Stephen King após alguns capítulos de The Plant. Não gostei e acabei evitando me tornar mais um da legião de fãs do escritor. Já vi várias de suas adaptações para TV e cinema, porém, e achei a maioria terrível (acho que nesse ponto até os admiradores do autor vão concordar comigo). Não que isso signifique que 11.22.63 vão ser tão ruim quanto – simplesmente não há um histórico muito bom envolvendo King, mas isso dificilmente pode ser atribuído somente a ele.  Agora o jeito é aguardar por um trailer maior, que esse teaser foi sem-vergonha demais.

Me parece que a estratificação de serviços de streaming vai começar a ser realmente sentida agora, com essa tendência de criar conteúdo exclusivo. Enquanto um filme ou série licenciada eventualmente apareceria em todo canto, não há muitas possibilidades dessa série aparecer no Netflix, concorrente direto.

E aí? Assinar um serviço desses somente por um produto é pouco provável, mas quando o catálogo for graúdo o suficiente, provavelmente vai pesar na decisão. Será que veremos uma parceria entre eles para criar pacotes de streaming por um preço menor, assim como a TV a cabo vende vários canais de uma vez só? Por exemplo, pague 20 pelo Netflix ou 20 pelo Hulu – mas se assinar os dois juntos, apenas 33,33.

Acho que é bem provável.

Fonte: Slash Film

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Caçador ganha filme sem a Branca de Neve

O Caçador e a Rainha de Gelo será lançado em abril de 2016, reaproveitando personagens de Branca de Neve e o Caçador, exceto pela protagonista original. Se juntam ao elenco Emily Blunt, como a nova vilã do título, e Jessica Chastain, como a nova heroína. Assista ao primeiro trailer:


© Universal Pictures

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Isso significa que Branca de Neve e o Caçador é a única produção bem sucedida da safra de contos de fadas adultos que assolou os cinemas americanos nos últimos cinco anos. Não achei o filme péssimo ou ótimo, não chegou a causar uma impressão tão marcante assim – o visual é agradável, mas definitivamente não sou o público-alvo que tinham em mente.

O que faz a transição de protagonistas femininas realmente interessante – da ídolo adolescente Kristen Stewart, 25, para a premiada Jessica Chastain, 38, com o ator principal, Hemsworth mais ou menos no meio do caminho cronológico entre ambas, aos 32. Longe de criticar ou elogiar a escolha, pessoalmente não ligo a mínima, mas é extremamente incomum ver uma mudança tão radical assim, com tamanha diferença entre as idades das protagonistas – a função da personagem, no entanto, parece idêntica.

A Blunt está horrenda – “uma rainha do gelo não pode mostrar emoções” deve ser a orientação que recebeu do diretor, ou que decidiu por conta. Acho que os envolvidos não assistiram Frozen.

Preciso colocar esse filme na categoria “coisas que não fazia ideia que existiam até serem lançadas”. Bom, o trailer dele pelo menos.

Pensando bem, acredito que chegamos a comprar o livro de Branca de Neve e o Caçador. Pelo jeito meus filhos gostaram desse treco mais do que me lembrava. Vou mostrar esse vídeo pra eles, ver o que acham.

Fonte: Coming Soon

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Temporada 2 de Better Caul Saul no mês 2

O prelúdio de Breaking Bad, o drama jurídico Better Call Saul, vai ganhar uma segunda temporada a partir de fevereiro do ano que vem, no canal americano AMC. O programa de TV vai continuar mostrando os problemas de Jimmy McGill, a caminho de se tornar um advogado totalmente corrupto, e do violento ex-policial Mike Ehrmantraut.

Vidão...
©AMC

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E ainda tenho os três episódios finais da primeira temporada para assistir – será que consigo terminar até ano que vem? E não entenda isso como uma crítica, a série é quase tão boa quanto a original, ainda que de tom bem diferente. Mas há uma coisa que podiam mudar: as tramas que colocam o Mike em perigo… sabemos que ele chega vivo a Breaking Bad, não adianta mostrar ele sendo baleado ou enfrentando uma dupla armada, não há tensão alguma.

Não concluí o treco até hoje porque comecei a assistir com minha esposa, assim como fizemos em Breaking Bad. A ausência do elemento criminoso óbvio acabou fazendo ela desistir, e por algum bloqueio psicológico, acho difícil continuar assistindo sem a presença dela. Coisa de doido, eu sei. Penny Dreadful, por exemplo, vi inteiro em um final de semana, e é muito fraquinho em comparação.

Vou tentar assistir no celular ou tablet próximo a ela no final de semana, acho que deve ser uma experiência semelhante o suficiente para satisfazer meu cérebro.

Fonte: Deadline

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Prometheus 2 agora é Covenant

Os estúdios 20th Century Fox atualizaram os planos para a continuação da ficção científica Prometheus. O novo filme, também dirigido por Ridley Scott, irá se chamar oficialmente Alien: Covenant, e contará a história da tripulação da nave Covenant, que encontra um planeta alienígena habitado pelo andróide David (Michael Fassbender), do primeiro longa. Lançamento previsto para 2017.

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© Fox

Prometheus e Covenant são um prelúdio da franquia Alien, iniciada em 1979 pelo próprio Scott em Alien, o Oitavo Passageiro.

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Assisti Prometheus nos cinemas, em uma das raríssimas ocasiões que fui até uma sala sem levar os filhos juntos. E que maldito desapontamento. Alguns dos piores personagens de toda a franquia, atuações insípidas, e um roteiro que equilibra falta de sentido com estupidez quase perfeitamente.

Acho que um dos poucos pontos agradáveis do longa é o trabalho do Fassbender, capaz de fazer milagres mesmo com um texto porco como esse. Infelizmente seu personagem é responsável por algumas das coisas mais absurdas da trama.

E essa nova mania de batizar os filmes com o nome das naves? Podíamos ter assistido Alien: Nostromo, Alien: Sulaco, Alien: Fiorina 161 e Alien: Auriga. Isso parecia mais idiota antes de escrever tudo isso, para falar a verdade. E eu sei que Fiorina não é uma nave, mas Alien: Escape Pod criaria uma falsa impressão.

Não tenho qualquer expectativa para esse filme, ou a provável abominação que o Blomkamp estava planejando. Dificilmente vão ser tão ruins quanto Alien vs. Predador, mas acho que esses sequer fazem parte da cronologia oficial, por qualquer critério.

Fonte: Bleeding Cool

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