Expansão de Witcher 3 à venda

Foi lançada hoje Hearts of Stone, primeira expansão do jogo The Witcher 3: Wild Hunt, por US$ 7,99. Desta vez o caçador de monstros Geralt of Rivia enfrenta um oponente imortal e uma gama de criaturas. O título foi desenvolvido pela CD Projekt Red para PC, PlayStation 4 e Xbox One.


© CD Projekt Red

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Continuo empacado no primeiro jogo da franquia, assim como da última vez que noticiei The Witcher 3 (quando foi lançado, creio, no início do ano). Tenho toda a intenção de continuar jogando, e espero lembrar de como fazê-lo. Por enquanto o primeiro e o segundo coletam pó na minha área de trabalho, e o terceiro irá fazer companhia a eles quando baixar de preço (o jogo e o dólar). Ainda não comprei o segundo livro de The Witcher pelo mesmo motivo, afinal de contas.

Na verdade ia começar um velho adventure que comprei da GOG.com (uma propriedade da CD Projekt Red também) neste feriado, adquirido há alguns meses em promoção, mas o treco se recusou a funcionar, apesar de teoricamente ser compatível. Antes que pudesse tentar decifrar o problema, meu filho resolveu voltar a jogar Wakfu.

Trata-se de um MMORPG gratuito, com visual similar ao Ragnarok Online porém melhor construído, em um cenário bem mais interessante. Não sei como não possui mais usuários – é tão cheio de detalhezinhos e divertido. Talvez seja a idade e o sistema de combate por turnos; imagino que este último deve ficar um pouco chato demais em níveis altos e entre muitos jogadores e summons.

Uma miríade de classes complexas e um sistema de crafting extenso, quests e dungeons para todo lado, e duas temporadas de um desenho animado francês disponível no Netflix. Muito melhor do que esperaria de um típico F2P – não me incomodaria de gastar dinheiro para abrir conteúdo nesse treco, o que é absurdamente raro no meu caso, em se tratando de MMORPGs. Até hoje foram três: Ragnarok Online, World of Warcraft e The Secret World. Ou seja, três jogos pagos. Em gratuitos nunca foi um centavo, mas realmente acho que poderia quebrar essa regra. Veremos se o moleque não vai desistir logo.

Fonte: Videogamer

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