Artista marcial mágico é nova classe para Pathfinder

A editora americana Dreamscarred Press está lançando esta semana o livro Path of War Expanded: Mystic, apresentando uma nova classe compatível com o sistema de RPG Pathfinder. O personagem é descendente de alguma criatura mágica, mas ao invés de utilizar feitiços, canaliza seus talentos para artes marciais, através do sistema de manobras de combate.

Vão reclamar de terem colocado as duas mulheres abaixo do homem, não duvide
© Dreamscarred Press

O conteúdo novo inclui três disciplinas marciais: Elemental Flux, Mithral Current e Riven Hourglass; dois arquétipos, que modificam a classe principal: Aurora Soul e Knight-Chandler; e oito novos feats, habilidades que ajudam a customizar um personagem.

Uma terceira classe será lançada futuramente, o Zealot, combinando manobras e poderes psiônicos, além de arquétipos para as classes tradicionais de Pathfinder, trazendo-as para esse sistema.

________________________________ ◊ Opinião ◊ ________________________________

Essa demorou! A classe anterior, o Harbinger, saiu em abril – quase meio ano para desistirem das versões anteriores da Mystic e do Zealot e refazerem tudo. Felizmente parece que conseguiram produzir algo sólido e de qualidade.

Com toda a quantidade insana de manobras disponíveis, poderia ficar difícil diferenciar uma classe da outra o bastante para justificar novos livros. No caso da Mystic, o tema, que finalmente entendi após baixar o livro, é um tipo de Sorcerer que não tem poder o bastante para usar magias, mas é mais do que capaz de aproveitar sua herança genética para ativar manobras com um pouco de poder mágico.

E nas mudanças mecânicas, está um acesso restrito às manobras, começando o combate com algumas e ganhando acesso às outras aleatoriamente, até poder utilizar tudo, quando o processo recomeça, restringindo a personagem mais uma vez. Além disso, há um poço de pontos, o Anima, utilizado para ativar manobras e outros poderes da classe (e não são poucos).

Eu adoro o conceito de Path of War – é o mais perto de um anime shonen que já vi Pathfinder chegar, mas ainda não consegui convencer meus filhos a utilizarem qualquer uma das classes. Já aproveitei uma delas como chefe de uma das aventuras, com resultados impressionantes, e quando quero dar um upgrade em qualquer inimigo, dou a ele uma manobra ou duas.

Não concordo quanto às criticas de serem personagens acima do nível normal de poder, mas de fato estão bem distantes das classes mais fracas. Sua principal vantagem em relação ao típico usuário de magia é que nunca ficam sem poderes ao longo do dia, recuperando-os todos após um combate, ou durante o mesmo, através de algumas opções. Mas um mago, clérigo, etc, só fica realmente sem opção alguma no primeira nível. Do segundo em diante ele já tem dinheiro para varinhas, pergaminhos e demais itens mágicos, jamais sendo pego totalmente desprevenido, não importando a quantidade de combates em um dia.

Fonte: Paizo

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