Monthly Archives: September 2015

Problemas espinhentos em Guild Wars 2

Guild Wars 2, adesão recente ao mercado de MMORPGs convertidos em free-to-play, vai lançar sua primeira grande expansão, Heart of Thorns, pelo preço mínimo de US$ 49,99. O trailer abaixo traz o que aparenta ser o vilão principal do conteúdo inédito, enfrentando um grupo de personagens do jogo. Lançamento em 23 de outubro.


© ArenaNet

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Não sou um sujeito que usa termos ofensivos gratuitamente (principalmente na internet, onde tudo volta para te assombrar – vade retro fórum de Ragnarok Online), mas preciso dizer que esse trailer foi um belo de um lixo.

Gastam todo esse tempo mostrando o primo do Monstro do Pântano se formando, para depois exibi-lo levando uma surra de um ninja peludo, perdendo uma segunda vez logo na sequência e depois voltando como um gigante que, nem apelando assim, consegue intimidar seu oponente. O superpoder dele é ser o maior saco de pancadas da história do jogo? Derrote o vilão principal o tempo todo, sem sentir satisfação alguma, quantas vezes quiser, a toa?

E como sou uma pessoa gentil vou parando por aqui – os comentários do youtube são muito mais malévolos. “Ultron de madeira”? Que absurdo, povo.

Pense em jogos eletrônicos onde o vilão sempre foge no final do combate, te obrigando a persegui-lo por mais uma série de fases. A pior parte de Mario Bros não era sempre atacar o castelo errado ou ver os mini-bowsers fugindo com a princesa? Ou em RPGs de mesa, onde o exemplo mais clássico seriam monstros que se regeneram ou vilões com estoque inesgotável de magias ou poções de cura.

Mas GW2 não é só a quest principal. O acumulado de novidades técnicas e conteúdo devem providenciar uma experiência satisfatória. Talvez não por esse preço absurdo – por mais que não cobrem mensalidade, 50 dólares por uma expansão é grana pra burro.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: https://www.guildwars2.com/en/

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Novo anime traz cientista desvendando crime

The Perfect Insider é um novo anime de mistério, sobre uma dupla investigando uma série de assassinatos. Um dos protagonistas é Sohei, cientista do Saikawa Research Lab, que está pagando pela viagem onde os crimes acontecem, e a outra é Moe, acompanhando a equipe do laboratório apesar de não ser integrante – ela é filha do mentor de Sohei. O trailer abaixo apresenta os dois e demais personagens da série, que será lançada em 8 de outubro no Japão e transmitida no ocidente pelo site de streaming Crunchyroll.


© Fuji Television Network

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Esse é outro post da série “há tempos não publicava nada sobre crime fiction”. O trailer não é muito chamativo, já que seu propósito é puramente enfiar o maior número de vozes no vídeo no menor tempo possível – trama, suspense, etc, devem ter sido abordados em outras ocasiões.

Por outro lado o cenário é interessante, os personagens pouco tradicionais, e os vilões parecem mais uma farsa convincente do que algo sobrenatural. Mas esse tipo de cenário isolado tende a se resumir no mesmo velho clichê: era tudo um sonho, ou uma alucinação, ou estão no limbo, ou mesmo em uma pequena dimensão alternativa. Que nem Lost, por exemplo.

Fonte: Anime News Network

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Cineasta independente e cult prepara projeto comercial

Shane Carruth, o diretor, roteirista e protagonista dos sucessos independentes Primer e Upstream Color, estaria preparando sua primeira obra comercial, The Modern Ocean. De acordo com rumores, se trata de uma “aventura de ação náutica” e vai exigir um orçamento maior que o utilizado por ele até então (US$ 7 mil e US$ 50 mil respectivamente), desta vez na casa dos milhões de dólares.

Esse cara é legal – mas meio demorado
© erbp

Primer traz dois amigos criando acidentalmente uma máquina do tempo e usando-a para benefício próprio, até descobrirem as sequelas que ela provoca; em Upstream Color uma mulher tem sua vida arruinada após ter a mente manipulada por um ladrão, utilizando insetos misteriosos.

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Não leve essa sinopse de Upstream Color acima muito a sério – ainda não vi o filme, e puxei-a do meio de várias resenhas, uma mais confusa que a outra. Parece que se trata de um longa cujo visual é muito mais atrativo que sua trama, meio que o oposto de Primer.

Mas Primer eu assisti e achei-o genial, uma das melhores produções de viagem no tempo já filmadas – parece completamente aleatório, mas o cineasta passa a certeza que tudo está sob controle, que basta você prestar mais atenção, talvez assistir mais uma vez… E aposto que ele tem um mapa em algum lugar onde todas as linhas do tempo estão traçadas coerentemente, e que nunca veremos isso de modo algum, jamais, a menos que sua viúva ou filhos vendam o treco após sua morte.

Espero que ele obtenha notoriedade o bastante para que seus filmes sejam explorados por estudantes de cinema em décadas por vir, e que esse cenário acima se concretize. Se continuar criando um filme a cada 10 anos, vai ser pouco provável.

Mas se o rumor desse post for verdadeiro, ele estiver decidido a dar o temido passo comercial que tanto arruína cineastas independentes promissores, a vida profissional dele pode dar uma necessária arrancada. Ou acabar de vez.

Fonte: Bleeding Cool

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Série de TV do criador de Hellraiser

O escritor de horror Clive Barker (Hellraiser) vai produzir uma adaptação de seu livro Weaveworld (inédito no Brasil) para o canal de televisão CW. De acordo com uma sinopse inicial, “um designer de apps se alia a uma confeiteira que descobriu ser a guardiã de uma dimensão mitológica acessível através de um portal em uma antiga mansão. Juntos travam batalhas épicas contra forças do mal que planejam controlar esse mundo mágico”.

Não achei uma capa boa.
© Crossroad Press

A sinopse do livro fala sobre uma raça de fadas chamada Seerkind que criam um mundo secreto em um enorme tapete, onde escondem tudo que lhes é precioso. O protagonista encontra esse tapete em uma casa enquanto persegue um pombo correio, ao mesmo tempo em que a outra personagem, neta da dona do lugar, aparece. Lá, testemunham uma seerkind e seu capanga tentando roubar/destruir o tapete, e passam a fazer de tudo para protegê-lo. O livro é classificado como dark fantasy, em alguns lugares como horror, e tem quase 700 páginas.

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Clive Barker, huh? Lembro do tempo em que assistia O Mestre das Ilusões, dirigido e escrito pelo próprio, com uma frequência meio vergonhosa. Vinte anos atrás? Inacreditável… gostava tanto do filme que até fui atrás de outras coisas cinematográficas dele, sem nunca atingir o mesmo nível de predileção. Raça das Trevas foi apenas engraçado e nunca consegui me ligar à franquia Hellraiser.

Quando aos seus livros, só li um conto sobre um carro de metrô feito de carne. Depois que anunciaram sua série infanto-juvenil criada para competir com Harry Potter, descartei-o por inteiro. Na época a noção de um escritor de horror fazer qualquer outra coisa ofendeu meu purismo, mas hoje em dia não teria dado importância alguma ao fato do sujeito querer ganhar dinheiro – e explorar um filão muito mais rentável que horror. Será que conseguiu alguma coisa?

Mestre das Ilusões era realmente divertido quando eu tinha 13 anos. Será que é tão ruim assim quanto todas as resenhas atuais descrevem? Sinto um misto de preguiça em investigar e receio de estragar uma boa memória.

Fonte: Deadline

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Supergirl terá uma gama de vilões

Há algumas semanas a série de TV Supergirl ganhou uma prévia de seu primeiro episódio com vários minutos – agora o resto da temporada é retratado em seu próprio trailer. Melissa Benoist (Whiplash) protagoniza e Calista Flockhart (Ally McBeal) é a chefe de sua identidade secreta. Lançamento em 26 de outubro, no canal americano CBS.


© Warner Bros

Kara Zor-El é a prima do Super-homem, que resolve assumir a carreira de super-heroína após passar a vida toda escondendo seus poderes.

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Achei que nunca mais ia mencionar a Supergirl após publicar sobre a tal prévia enorme. Mas, curiosamente, o treco está obtendo uma quantidade imensa de simpatia de várias fontes diferentes, desde o grande público até escritores e críticos conhecidos por seu mau humor e exigência.

Primeiramente, acho que a expectativa está baixa: o treco é obviamente um produto leve e divertido, não uma adaptação fiel ou sequer um olhar aprofundado na personagem; segundo, os vídeos brilham com luz do sol – comparados aos filmes e mesmo as outras séries recentes da DC Comics, Supergirl é muito mais heróico e menos lamuriento. Em todo vídeo e material de divulgação você vê a atriz sorrindo, feliz. Compare ao deprimido e resmungão Homem de Aço de 2013, que passa o filme inteiro reclamando da vida e depois mata um monte de gente.

Acho que não vão sequer conseguir ambientar a Supergirl com o resto de seus super-colegas na TV ou cinema. Seu brilho deixaria óbvio demais o quanto o universo DC fica ridículo quando todo herói tenta imitar o Batman.

Fonte: io9

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De Niro é vítima de furto

Robert De Niro é o violento dono de um cassino flutuante cujo dinheiro é roubado por Jeffrey Dean Morgan (Watchman: O Filme) e Dave Bautista (Guardiões da Galáxia). Há problemas na fuga e o crime vira um sequestro de ônibus com reféns, como você pode ver no trailer de Heist, logo abaixo:


© Lionsgate

O filme sai esse ano ainda, em novembro, trazendo no elenco também Kate Bostworth, Morris Chestnut e Gina Carano. A direção é de Scott Mann, cujo currículo no Internet Movie Database inclui primariamente trabalhos para TV e um lançamento comercial, Vingança Entre Assassinos.

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Eu sei! Parece uma bobagem, tosco e acidentalmente engraçado. Mas fazia tanto tempo que não usava a tag “Crime” que já estava com saudades. Não é óbvio, mas esse blog fala de ficção científica, fantasia, horror & policial (ou como é conhecido nos EUA, crime fiction).

Impressionante mesmo é a quantidade de filmes em que o De Niro continua aparecendo, aos 72 anos de idade, e com participações relevantes, quando não protagonizando. Não tem feito nada digno de premiações, é verdade, mas continua entregando um trabalho competente, sem roubar demais a cena atuando junto ao resto do elenco geralmente muito mais jovem.

É fácil afirmar que ele deveria escolher melhor seus filmes, que trabalha em qualquer porcaria – agora tente imaginar que esses podem ser os únicos trabalhos que ele conseguiu. É…

Fonte: Slash Film

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Blizzard expande seu universo editorial

A Blizzard e a editora Random House assinaram uma parceria para produzir livros baseados nas franquias desta empresa de jogos eletrônicos: Diablo, Starcraft e Warcraft. Uma das primeiras obras prometidas será Starcraft, com autoria de Timothy Zahn (Trilogia Thrawn de Star Wars), e o resultado da parceria chega às livrarias a partir de março de 2016. A empresa lançou o vídeo abaixo com seus diretores comentando a novidade:


© Blizzard

Já existem várias publicações da Blizzard sobre seus jogos, mas a parceria permitirá que autores consagrados da Random House façam suas próprias versões destes três universos.

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Acho que não podiam ter anunciado essa parceria com um nome melhor que o do Zahn. Li o Heir to the Empire, livro que deu início ao universo expandido de Star Wars (agora devidamente sepultado pela Disney) e o primeiro volume de sua série Cobra, sobre soldados modificados química e eletronicamente. Extremamente divertidos e competentes, e até hoje um dos melhores “livro derivado de filme” que já li.

Por outro lado, vi algo parecido entre a Paizo, responsável pelo RPG Pathfinder e, provavelmente com a mesma editora, que resultou em uma melhor distribuição digital, novos autores, mais divulgação e visibilidade, e também em um aumento de quase 50% nos preços. Enquanto os livros da Blizzard sempre saíam por preços ridículos e iam caindo aos longos do ano, duvido que a Random House seja tão maleável – exceto por promoções de curta duração.

Adoraria ler o Timothy Zahn escrevendo StarCraft, mas não por 15 dólares.

Fonte: Battle.net

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Vin Diesel estreia em filme de fantasia

O Último Caçador de Bruxas é o filme de ação mais recente de Vin Diesel como protagonista. Um trailer foi lançado recentemente, resumindo a trama sobre um imortal caçador de bruxas e dando uma amostra dos efeitos visuais a serem esperados. Lançamento em 29 de outubro.


© Lionsgate

Breck Eisner (Sahara) é o diretor, com roteiro de três escritores de filmes de ação repletos de efeitos especiais: Cory Goodman (Padre) e a dupla Matt Sazama & Burk Sharpless (Drácula: A História Nunca Contada). Os outros nomes familiares no elenco são Elijah Wood (O Senhor dos Anéis) e Michael Caine (Batman Begins).

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Tive a impressão que esse trailer era mais uma obra de fantasia do russo Timur Bekmanbetov, diretor de Guardiões da Noite e Guardiões do Dia. Duas obras com visual fantástico e roteiro absolutamente sem coerência alguma. Não é, como mencionei acima, mas me parece ter sido no mínimo influenciado.

Outra referência óbvia é Highlander, com as mudanças drásticas de visual do protagonista dependendo da época em que vive (ou sonha, como dão a entender no vídeo), e, claro, a imortalidade. Mas nesse caso inventaram um vilão mais místico do que simplesmente outro imortal. Que vontade de assistir Highlander, putz… preciso disso em Blu-ray. Junto com uma cópia de Blade Runner em Blu-ray também, que só tenho em DVD.

Tangentes a parte, fico feliz em ver o Diesel trabalhando. Sou fã desde a época de Eclipse Mortal, e tenho-o como um ator com grande capacidade de entretenimento e plena consciência de suas limitações quanto a isso. Ou seja, se concentra em fazer apenas o que sabe fazer melhor. Igual ao Tom Cruise.

Fonte: Coming Soon

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Menos de um mês para “novo” Minecraft

Minecraft: Story Mode, parceria entre a Mojang e a Telltale Games será lançada em outubro, de acordo com divulgação oficial. No dia 13 estará à venda para PlayStation 3 e 4, Xbox 360 e One, e PC, e dois dias depois, para os sistemas operacionais móveis iOS e Android.

Blocos, blocos por toda parte
© Telltale Games

M:SM utiliza o formato típico da Telltale de jogos em cinco episódios, na modalidade adventure, também conhecido como “point and click”, onde o jogador decifra pequenos enigmas e toma decisões utilizando apenas seu mouse, sem combate ou qualquer outra mecânica mais complexa. Preços ainda não foram revelados.

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Se você acompanha Minecraft desde quando o treco estava começando a fazer sucesso, sabe que não há uma narrativa óbvia. Você controla um avatar em um mundo feito de gráficos retrógrados, tudo pode ser destruído e aproveitado para construir outros objetos, e à noite zumbis aparecem.

Desde então enfiaram tanta coisa no jogo que chegamos ao ponto de existirem lendas urbanas atreladas a bugs (alguém lembra do Noob Saibot?), uma mitologia não-oficial atrelada ao estranho ambiente em que o jogo se passa e seus monstros, sem falar em todas as diversas modalidades que transformaram essa caixa de areia digital em algo competitivo.

Sei disso tudo porque ouço meus filhos falarem a respeito. Muito mais do que gostaria…

Quanto a um Minecraft com narrativa, bom, é mais uma sequência lógica de eventos sem um propósito final óbvio, mas existe o MMO Trove, com o mesmo visual e mecânica similar de construção de objetos (bem menos opções) de Minecraft, além de elementos típicos de MMOs, incluindo combate, animais de estimação, chapéus e várias classes.

É bem repetitivo, e como mencionei, não há exatamente um objetivo fora ganhar níveis – já estou 70% desanimado com o treco. Apesar disso, é bem acessível, uma boa opção para jogar com crianças, e é gratuito.

Fonte: Videogamer.com

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Artista marcial mágico é nova classe para Pathfinder

A editora americana Dreamscarred Press está lançando esta semana o livro Path of War Expanded: Mystic, apresentando uma nova classe compatível com o sistema de RPG Pathfinder. O personagem é descendente de alguma criatura mágica, mas ao invés de utilizar feitiços, canaliza seus talentos para artes marciais, através do sistema de manobras de combate.

Vão reclamar de terem colocado as duas mulheres abaixo do homem, não duvide
© Dreamscarred Press

O conteúdo novo inclui três disciplinas marciais: Elemental Flux, Mithral Current e Riven Hourglass; dois arquétipos, que modificam a classe principal: Aurora Soul e Knight-Chandler; e oito novos feats, habilidades que ajudam a customizar um personagem.

Uma terceira classe será lançada futuramente, o Zealot, combinando manobras e poderes psiônicos, além de arquétipos para as classes tradicionais de Pathfinder, trazendo-as para esse sistema.

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Essa demorou! A classe anterior, o Harbinger, saiu em abril – quase meio ano para desistirem das versões anteriores da Mystic e do Zealot e refazerem tudo. Felizmente parece que conseguiram produzir algo sólido e de qualidade.

Com toda a quantidade insana de manobras disponíveis, poderia ficar difícil diferenciar uma classe da outra o bastante para justificar novos livros. No caso da Mystic, o tema, que finalmente entendi após baixar o livro, é um tipo de Sorcerer que não tem poder o bastante para usar magias, mas é mais do que capaz de aproveitar sua herança genética para ativar manobras com um pouco de poder mágico.

E nas mudanças mecânicas, está um acesso restrito às manobras, começando o combate com algumas e ganhando acesso às outras aleatoriamente, até poder utilizar tudo, quando o processo recomeça, restringindo a personagem mais uma vez. Além disso, há um poço de pontos, o Anima, utilizado para ativar manobras e outros poderes da classe (e não são poucos).

Eu adoro o conceito de Path of War – é o mais perto de um anime shonen que já vi Pathfinder chegar, mas ainda não consegui convencer meus filhos a utilizarem qualquer uma das classes. Já aproveitei uma delas como chefe de uma das aventuras, com resultados impressionantes, e quando quero dar um upgrade em qualquer inimigo, dou a ele uma manobra ou duas.

Não concordo quanto às criticas de serem personagens acima do nível normal de poder, mas de fato estão bem distantes das classes mais fracas. Sua principal vantagem em relação ao típico usuário de magia é que nunca ficam sem poderes ao longo do dia, recuperando-os todos após um combate, ou durante o mesmo, através de algumas opções. Mas um mago, clérigo, etc, só fica realmente sem opção alguma no primeira nível. Do segundo em diante ele já tem dinheiro para varinhas, pergaminhos e demais itens mágicos, jamais sendo pego totalmente desprevenido, não importando a quantidade de combates em um dia.

Fonte: Paizo

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