Monthly Archives: April 2015

O retorno de Dragon Ball à televisão

Goku vai voltar a enfrentar alienígenas super-poderosos em Dragon Ball Super, nova série de anime para televisão que se passa após os eventos de Dragon Ball Z. A estreia está prevista para julho deste ano, com uma trama que aproveita os filmes mais recentes (Battle of Gods e Resurrection), mas aparentemente ignorando os acontecimentos da antiga série GT.


© Toei

A produção será comandada pela Toei Animation, responsável pelas séries originais e o remake recente, Dragon Ball Kai. O primeiro episódio deve ser lançado em julho deste ano. Akira Toriyama, o mangaká criador de toda a franquia vai supervisionar a empreitada.

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Dá pra acreditar que demoraram tanto para fazerem isso? Depois de Dragon Ball Kai e a constante produção de filmes não-canônicos (exceto pelos dois últimos, aparentemente), Dragon Ball parece ter voltado a um índice de popularidade similar ao de seu primeiro anime (DBZ provavelmente é um patamar impossível).

Estou em um dilema sobre como apresentar Dragon Ball para meus filhos (bom, o moleque provavelmente vai gostar mais que a guria, já que praticamente não existem lutadoras). Se por um lado gostaria que assistissem Dragon Ball Z e, depois, caso se interessem, procurem Dragon Ball, por outro reconheço que a qualidade de animação deixa um pouco a desejar para os padrões modernos – isso sem falar nas tramas prolongadas por meses (imagine o inferno que devia ser produzir isso) nas lutas finais.

A solução óbvia seria Dragon Ball Kai – mas nunca assisti ao treco, infelizmente. Talvez seja o caso de começar a assistir junto com eles, não apenas me atualizaria como também seria mais uma daquelas oportunidades de passar tempo com a prole, que tanto sou criticado por não fazê-lo em quantidade maior. Em minha defesa, considero o tempo gasto traduzindo e preparando material para as aventuras de Pathfinder como parte do tempo gasto com filhos, apesar de não estarem exatamente presentes nesses bastidores. Mas pelo menos a experiência final é magnífica, eles se divertem pra caramba em nossas sessões, mesmo que durem pouco mais de 2 horas, uma vez por semana.

Neste exato momento estou pensando em maneiras de melhorar o ambiente durante essas sessões – acho que vou usar um notebook para exibir ilustrações pertinentes às cenas, tanto do ambiente quanto das criaturas envolvidas. Só preciso testar se a tela ficaria visível o bastante no espaço disponível para ela… caso contrário poderia aproveitar o notebook para controlar os mapas, que o tablet é muito instável quando espelhado na pequena televisão que uso como um surface tabajara. E ainda preciso pensar em fazer algo com áudio!

Fonte: Coming Soon

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Continua o caminho da guerra em Pathfinder

Está à venda a primeira parte de Path of War Expanded, manual da Dreamscarred Press para o RPG de mesa Pathfinder. A editora está vendendo o livro por US$ 14,99 como um trabalho em progresso, ou US$ 7,99 apenas pelo conteúdo já disponível. Em ambos os casos quem adquirir o livro tem acesso à classe Harbinger, duas novas disciplinas com manobras de combate de nível 1 ao 9 e novas façanhas.


© Dreamscarred Press

A Harbinger, segundo o livro, explora alguma tragédia em seu passado como fonte de força para utilizar suas manobras (golpes especiais) em combate e demais poderes. O resto do manual trará as classes Zealot e Mystic, mais disciplinas, variações das classes originais de Pathfinder e outras opções para o uso de manobras de combate.

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Sou um fã do Ultimate Psionics da Dreamscarred Press, tremendo livro de centenas de páginas com excelentes classes, poderes e itens psiônicos. A sua linha de produtos Path of War demorou um pouco mais para me conquistar, devido aos relatos sobre um certo excesso de poder que suas classes teriam. Mas, depois de ler resenhas e depoimentos, resolvi comprar o primeiro livro e achei-o excelente na teoria – ainda preciso convencer um dos meus filhos a criar um usuário de manobras (manobrista?) para ver como funcionam na prática.

Talvez seja o jeito colocar alguns vilões com manobras, dar uma boa surra neles, quem sabe…

Fonte: Paizo

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Noturno volta aos X-Men rejuvenescido

Os estúdios Fox divulgaram a primeira imagem do mutante Noturno, que será interpretado por Kodi Smit-McPhee (A Estrada, O Congresso Futurista) em X-men: Apocalypse. Neste terceiro filme da segunda trilogia, os super-heróis enfrentam o vilão Apocalypse na década de 80, ou seja, com um elenco jovem/adolescente. Lançamento em maio do ano que vem.


© 20th Century Fox

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14 mutantes. 14! E eu achando que os Vingadores estavam com personagens demais, e que iam sobrar apenas 5 minutos para cada herói fazer algo interessante em cena. Mas X-Men continua espremendo o máximo de mutantes possíveis na tela, sabe-se lá exatamente por qual motivo. Pelo menos como crianças faz mais sentido passarem o tempo todo juntos.

Achei que tinham caprichado na maquiagem para deixar o Noturno estranho e não-humano, mas depois de conferir o perfil do ator, acho que só deram uma demão de tinta azul no rapaz. Não tenho certeza se os pés deles são assim mesmo, mas não duvidaria.

Ainda não assisti Dias de Um Futuro Esquecido, mas depois de ter achado Primeira Classe totalmente meia-boca, não tenho pressa. Primeiro quero ver como vai ficar o próprio Apocalypse, daí decido se volto a me interessar pela franquia.

Fonte: Bleeding Cool

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Daredevil é um sucesso

O seriado Marvel’s Daredevil, adaptação das histórias em quadrinhos do personagem Demolidor, vai ganhar uma segunda temporada, anuncia o Netflix. O serviço de streaming afirma que vão manter o mesmo elenco, mas vão trocar o showrunner, espécie de produtor que toma as principais decisões em uma série.


© Marvel TV

O Demolidor é um super-herói cego, cujos outros sentidos foram ampliados durante um acidente em que foi exposto a lixo tóxico. Graças a isso e a um treinamento severo, se torna um habilidoso lutador, focado em combater o crime em um bairro de Nova Iorque.

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Eu sei que a notícia está meio velhinha, mas acabou encalhando nas coisas que queria escrever a respeito. Basicamente estou assistindo à serie durante os finais de semana, principalmente enquanto dobro roupas. Não me impressionei com os primeiros episódios, mas depois que o Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) aparece e começa a ter um papel ativo, a coisa melhora bastante.

Acho que vi até o sétimo ou oitavo, quando revelam seu passado violento. Detesto quando tentam justificar um vilão através de um trauma de infância, mas o diálogo dele após o flashback salvou um pouco. Ainda assim, podiam ter ficado sem isso… mania de fazer o público ter pena do bandido.

Fonte: Deadline

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Zumbis à exaustão em GURPS

GURPS Zombies: Day One é o novo suplemento da Steve Jackson Games para o seu Generic Universal Role-Playing System, clássico sistema de RPG de mesa. Ao contrário da maioria de seus lançamentos, que se concentra no detalhamento de novas regras, este é focado no desenvolvimento de histórias, trazendo oito ideias para campanhas dominadas por zumbis.


© SJG

A página oficial do livro traz os temas trabalhados pelo autor, que cobrem vários cenários, incluindo: alta fantasia, onde aventureiros lutam contra as hordas do Rei Necromante; espionagem, os personagens dos jogadores trabalham como Homens de Preto, mantendo a ameaça morta-viva sob controle e em segredo; ficção científica, zumbis foram criados através de nanotecnologia e dominaram um planeta.

Day One tem 56 páginas e pode ser adquirido em .pdf, por US$ 9,99.

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Não lembro de uma publicação de GURPS focada nas aventuras ao invés das mecânicas do jogo. Talvez uma aventura pronta em si, mas todo um livro apenas com ganchos para campanhas? A ideia não é nada má, e deve ser bem útil para quem está no meio do caminho entre escrever suas próprias aventuras ou comprá-las prontas.

Quando mestrava AD&D e o material da White Wolf eu escrevia tudo, mas hoje em dia a comodidade dos módulos prontos me conquistou. Nos jogos de Pathfinder com meus filhos escrevi somente uma cena introdutória em Rise of the Rune Lords, uma perseguição de carruagem onde os PCs estão tentando escapar de alguns caranguejos gigantes – o momento em que eles despencam no mar foi bem dramático – todo o resto foi tirado de adventure paths e Pathfinder Society scenarios. Não chego a aproveitar tudo, mas uns 90%.

O resto são modificações para aproveitar o material alternativo que tenho, o que inclui substituir alguns monstros por criaturas do Psionics Bestiary, bem como mudar a classe de alguns NPCs para algo de empresas terceirizadas.

Mas escrever toda uma campanha apenas com uma base? Ter que separar todas as regras para situações específicas (qual o dano para despencar de um barranco?), todas as estatísticas de todos os monstros, dosar a quantidade de encontros por dia para evitar que os personagens sejam surrados demais, pensar em todas as possibilidades que não serão utilizadas ou bolar uma trama que obrigue os PCs a seguirem uma rota pré-determinada (terrível – melhor trancá-los ainda na motivação do que no decorrer da aventura: todo mundo é um herói em busca de fama e fortuna, com alinhamento na pior das hipóteses neutro, nada de mal), calcular tesouro e experiência? Socorro.

Fonte: Daily Illuminator

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Novo sinal de vida em Anarchy Online

Anarchy Online, MMORPG de ficção científica da Funcom (The Secret World), está ganhando uma de suas maiores atualizações em anos. Ainda não é o novo engine prometido, mas várias melhorias no conteúdo e em sistemas tradicionais. O jogo pode ser baixado gratuitamente em www.anarchy-online.com


© Funcom

De acordo com newsletter da empresa, as novidades incluem um novo cenário para novatos, modificações nas classes, novos nanos, mudanças nos locais de teleporte, novos vendedores e um novo quartel-general da ICC.

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Ah, Anarchy Online. Quantas dezenas de horas não dediquei a esse bizarro MMO nos anos 00. Conceitos antiquados combinados com uma total falta de equilíbrio e exploits inacreditáveis fizeram de AO uma experiência única nesse gênero.

Meus problemas começaram com a própria instalação do jogo. O launcher era tão cheio de bugs que precisei baixar todos os arquivos de atualização individualmente e colocá-los diretamente na pasta do jogo – isso após perder vários minutos pegando a versão errada dos arquivos.

Daí, por algum motivo absurdo fiz um engineer, a pet class do jogo, capaz de construir um robô e ficar andando atrás dele, fazendo consertos e dando ordens. Odeio jogar de pet class, mas acabei indo até o nível 50, basicamente sozinho exceto pelos calabouços mais populares. Não é que o treco era bem poderoso e capaz de jogar solo em locais que outras classes tinham problemas? Daí meu clã me mostrou um dos exploits mais populares, um mapa onde grupos de jogadores de nível baixo podiam matar monstros ridiculamente fortes e avançar de nível sem muito esforço. Pulei para o nível 80 no mesmo dia. Obviamente, sem equipamento adequado ou dinheiro, continuar jogando sozinho ficou impossível e acabei desistindo. Mas até hoje tenho bizarras lembranças das minhas experiências em AO.

Movido pela nostalgia, baixei o client para reinstalar o jogo e noto que algumas coisas não mudam nunca. Iniciei o download antes de ir trabalhar, e quando volto, nada. Imaginei que tinha travado, então reiniciei o download e fui fazer outras coisas. Ao retornar, nem sinal do arquivo. Resolvi investigar e descobri que ele estava tentando baixar o jogo em uma pasta inexistente, e ao invés de criá-la ou ir para outro caminho, simplesmente fazia o download e apagava o arquivo. Rindo, baixei o treco para o desktop mesmo, quando ele finalmente deu sinal de vida. Mas ao tentar instalar, começaram as mensagens de erro ao descompactar arquivos vitais para o processo dar certo.

Certas coisas não mudam mesmo… lá vou eu para os fóruns do jogo, em busca de soluções.

Fonte: Newsletter da Funcom

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Seriado sobre psicólogo-detetive do século XIX

O criador de True Detective, Cary Fukunaga, vai trabalhar na adaptação do romance policial-psicológico O Alienista para televisão. A trama se passa em 1896, na cidade de Nova Iorque, e coloca um jornalista e um psicólogo (na época chamado pejorativamente de alienista) investigando uma série de assassinatos. Ao contrário da prática então corrente, a dupla aborda o problema através de investigação e traçando um perfil psicológico do suspeito.


© Random House

O livro foi lançado no Brasil pela Editora Record.

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Levei um susto quando li que estavam adaptando The Alienist para televisão. “Caramba, Machado de Assis?!” Mas obviamente existe mais de um livro com esse título tão chamativo, e o velho Machado não tem o mesmo apelo de público que um livro policial sobre um serial killer do final do século XIX.

Para meu continuado espanto, o romance de Caleb Carr foi realmente publicado no Brasil, mas parece estar fora de catálogo impresso e inexistente em catálogo digital. O mercado editorial está demorando para se render à Amazon. Que pragas.

Fonte: Slash Film

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Revelado o preacher

Dominic Cooper (Agent Carter) foi anunciado como o protagonista de série de televisão Preacher. Ele dará vida a Jesse Custer, pastor alcoólatra que, após ganhar o poder de dar ordens absolutas a qualquer pessoa, parte literalmente em busca de Deus, acompanhado por sua namorada matadora de aluguel e um vampiro irlandês.


© NBC

O programa está sendo produzido e escrito por Seth Rogen, e deve ser lançado no ano que vem, no canal AMC.

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Mas recrutaram os principais nomes de Preacher diretamente do seriado de televisão Agents of S.H.I.E.L.D., que coisa bizarra. E, curiosamente, personagens de épocas diferentes que nunca se encontraram.

Acho que agora chega dessas novidades soltas de Preacher, só comento novamente quando lançarem um vídeo, ou quando revelarem quem será o Saint of Killers. Putz, será que vão adaptar a minissérie dele também? Nem que encaixassem dentro dos episódios da temporada regular mesmo – na minha opinião é um material ainda melhor que o próprio Preacher, pelo menos em relação as edições que li.

Fonte: io9

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Morte aos ninjas do futuro

Já está disponível o primeiro episódio da série de anime online Ninja Slayer, produzida pelo estúdio Trigger (Kill La Kill). A história se passa em um futuro cyberpunk, onde um assalariado é possuído por um espírito de vingança após ter sua família morta no fogo cruzado de um confronto entre ninjas. São 26 episódios de 15 minutos cada, lançados originalmente no site de vídeos Niconico, e transmitidos em vários países.


© Trigger

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O trailer é muito bacana. Antes de pesquisar tinha achado o estilo de direção semelhante ao de Kill La Kill (principalmente o close-up em um dos olhos esbugalhados do personagem em destaque), mas descobrir que são da mesma empresa foi um pouco surpreendente. Isso que é estilo estabelecido.

As poucas críticas não estão sendo muito gentis, mas vou assistir ao primeiro episódio antes de levá-las a sério. Pelo menos dá para elogiar o aspecto experimental, lançando um anime na web antes da televisão, e com esse formato maluco de 15 minutos.

Vou aproveitar para recomendar, assim como quase todo mundo o fez, o anime Shirobako, sobre os bastidores da produção dessa forma de arte. Te dá uma perspectiva nova quando assistindo essas maluquices.

Fonte: Anime News Network

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Darth Vader domina Star Wars (novamente)

Com menos impacto mas ainda na mesma onda, a Disney lançou dois trailers de outros produtos relativos ao universo Star Wars. Primeiro veio a prévia da nova temporada de Star Wars Rebels, desta vez com a presença da personagem Ahsoka Tano, apresentada originalmente no desenho Clone Wars.


© Disney

O outro trailer pertence ao jogo Star Wars Battlefront, para PlayStation 4, Xbox One e PC, uma grande arena de combate entre rebeldes e o Império, em cenários da trilogia clássica.


© EA

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Chega de Darth Vader por enquanto, ou há espaço para mais um pouco? Socaram o vilão goela abaixo de todo mundo nesses últimos dias, e chegaram ao ponto de trazer de volta sua padawan da época de Clone Wars, a Ahsoka. Achei que ela teria morrido antes do Episódio III, já que a personagem não existe nos filmes, mas deve existir alguma explicação por aí: exílio, carbonite, missão secreta, etc.

E pior que os trailers todos estão bons. Um pouco extensos demais, mas não vi nada que se destacasse negativamente neles. Parece que a Disney está tratando sua nova galinha dos ovos de ouro com o mesmo cuidado ou ainda maior do que o dedicado à Marvel.

Fontes: Coming Soon e Videogamer

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