Monthly Archives: June 2014

Novo D&D esta semana!

O novo Starter Set do RPG de mesa Dungeons & Dragons (D&D) chega em lojas selecionadas nesta quinta-feira, dia 3, e começa a ser vendido abertamente a partir do dia 15. Com a proximidade da data, a Wizards of the Coast tem publicado amostras da caixa com frequência, incluindo a página abaixo, com informações sobre alguns monstros.


© WotC

O produto vai incluir um livro de regras com 32 páginas, dados, cinco personagens prontos, e uma aventura de 64 páginas que vai do nível 1 ao 5. A empresa também publicou um artigo detalhando atividades que lojas e grupos podem realizar para participar do lançamento, faceta do jogo que deve ser explorada ainda mais no futuro (participação de jogadores de D&D como uma comunidade interligada, cujas aventuras influenciam o desenvolvimento do jogo).

Ainda no dia 3 de julho, será colocado online o manual de regras básicas de D&D, gratuito. Com estas informações, grupos já poderão jogar a nova edição do RPG, garante a empresa, com os manuais pagos dando mais opções para criação de personagens e aventuras.


©  WotC

A Wizards também transmitiu ao vivo uma partida dessa aventura através do site twitch, que deve estar arquivada nesta página.

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Linda iniciativa a de lançar as regras básicas gratuitamente, não há o que discutir. Infelizmente parece que não vai começar também com uma aventura grátis (talvez, vai saber). Estou bem doido para ler esse manualzinho e comparar com o antigo AD&D, o 4e que nunca cheguei a jogar apesar de ter comprado os manuais, e com o próprio Pathfinder.

É claro que vou continuar com o Pathfinder por um bom tempo, após todos os livros e aventuras que comprei. Mas como veterano da 2ª edição, não consigo deixar de acompanhar o desenvolvimento do jogo. Interessantes acontecimentos à frente, posso apostar.

Fonte: WotC

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Mad Max 4 começa a se divulgar

Mad Max: Fury Road ganhou a capa da revista Entertainment Weekly. Os protagonistas Tom Hardy e Charlize Theron aparecem a caráter na publicação, que traz matéria sobre o filme previsto para o ano que vem.


© Warner Bros

Mad Max se passa em futuro pós-apocalíptico, onde a sociedade entrou em colapso econômico e social. O original foi lançado em 1979, sendo responsável por criar a carreira de Mel Gibson. O diretor George Miller retorna para essa nova versão, após ter dirigido as duas continuações e também filmes infantis como Babe e Happy Feet.

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Tinha a impressão que esse filme havia sido lançado, e fracassado tão feio que ninguém comentava nada. Não fazia ideia que ainda está a quase um ano do lançamento, sem qualquer outro material oficial de divulgação, fora essa bizarra capa.

Parece que quanto mais crescem esses filmes de Mad Max pior eles ficam. E não entendi o retorno do diretor. Tudo bem que ele fez o primeiro, violento e divertido, e até o segundo, meio exagerado e ridículo. Mas desse ponto em diante ele parece ter se especializado em produções infantis, isso incluindo o Mad Max 3.

E pensar que a Theron raspou o cabelo por esse filme. Parabéns pelo comprometimento com o papel, mas… que infelicidade.

Fonte: io9

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Conan de junho em duas idades bem distintas

As duas publicações mensais do bárbaro cimério Conan já estão à venda. A mini-série King Conan: The Conqueror chega à quinta edição (de seis) e Conan The Avenger está na terceira edição. A primeira é uma adaptação do livro The Hour of the Dragon, sobre o bárbaro idoso, enfrentando uma conspiração que lhe tomou o trono. A segunda traz ele jovem ainda, ajudando uma família real acusada de bruxaria.


© Dark Horse

Timothy Truman, veterano de Conan na Dark Horse, faz o roteiro de King Conan, com arte de Tomás Giorello e cores de José Villarrubia. Já a revista mensal abaixo foi escrita por Fred Van Lente, com arte de Brian Ching e cores de Michael Atiyeh. Ambas tem 32 páginas e custam US$ 3,50.


©Dark Horse

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King Conan mostra um momento bem crucial da saga, com um bruxo milenar ajudando o bárbaro a destruir outro bruxo milenar, de modo bem sutil. Já Avenger tem uma amostra muito esquisita – o Conan mal aparece, exceto em um flashback – o witch doctor que está dominando a narrativa age de modo incoerente, acusando a princesa sem motivo óbvio – talvez tenha sido explicado nas edições anteriores, mas é um jeito bem abrupto de começar.

Mas, continua a ser um bom momento para os fãs – uma história nos moldes clássicos e outra na mesma linha inovadora da Dark Horse.

Fonte: Dark Horse

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Novo livro de Abercrombie no Brasil

Antes da Forca, o segundo volume da trilogia A Primeira Lei está disponível no Brasil, através da Editora Arqueiro. O livro continua a história de cinco personagens em um mundo fantástico imerso em guerra, repleto de violência e onde a magia, apesar de existir, é considerada uma lenda. São 496 páginas por R$ 39,90, com autoria de Joe Abercrombie.


© Editora Arqueiro

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Resumindo desse jeito fica complicado separar A Primeira Lei de todas outras fantasias genéricas à disposição. Acho que a força dos livros está nos personagens, quando não extremamente originais, ao menos muito carismáticos e de fácil associação. Temos um inquisidor perito em tortura, após passar anos sofrendo da mesma em mãos inimigas; um guerreiro selvagem arrependido, que tenta viver como um mero capanga do mago mais poderoso do mundo; um espadachim aristocrata, apaixonado por uma rude plebéia; um plebeu que subiu ao posto de coronel, patente praticamente impensável para alguém sem sangue nobre; e, por último, uma preconceituosa assassina que escapou da escravidão e só pensa em vingança.

E nisso tudo temos uma união de reinos sendo invadida por bárbaros do norte, e também prestes a enfrentar a marinha de uma nação inimiga ao sul, uma outra ameaça sobrenatural apenas mencionada, conspirações comerciais e políticas, monstros, passados sombrios, estranhas regras mágicas e por aí vai.

Ainda acho que não consegui passar o quão divertida a série é – a relação entre alguns desses personagens, o humor, o absurdo. O Abercrombie fez um trabalho muito bom, muito divertido. Recomendo.

Fonte: Editora Arqueiro

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Famoso ladrão estreia com explosões, tiros e espadas

O trailer inédito de Lupin III abaixo traz cenas de ação, apresentação de personagens e amostra da música tema principal. Essa versão live-action do manga/anime chega aos cinemas japoneses em 30 de agosto.


© Toho Company

Lupin III é a história do fictício neto do fictício personagem Arsene Lupin, ambos extremamente habilidosos ladrões. Nesse filme será contada a origem da gangue de Lupin, que inclui um pistoleiro, um samurai e uma ladra sedutora.

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Essas adaptações live-action japonesas costumavam ter cenas de ação constrangedoras, porém criativas – agora estão ficando mais parecidas com filmes americanos. Se por um lado facilita a comercialização internacional, a aceitação de públicos estrangeiros, por outro também significa o possível fim de um estilo próprio de ação – mais artístico talvez, definitivamente mais escandaloso, com influência do cinema de Hong Kong, por exemplo.

Confesso que o filme realmente parece bem mais fácil de assistir desse jeito.

Fonte: Anime News Network

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Ben Kingsley é uma pantera negra

O elenco de The Jungle Book foi atualizado mais uma vez, com a adição de Ben Kingsley (Gandhi), fazendo a voz da pantera negra Bagheera. Ele estará acompanhado pelas vozes de Scarlett Johansson, a serpente Kaa, o tigre vilão Shere Khan interpretado por Idris Elba, e a loba de Lupita Nyong’o. Jon Favreau é o diretor, atualmente procurando pelo ator mirim que irá interpretar Mogli, o menino-lobo.


© Columbia Pictures

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Acho que faltou esclarecer que é um filme live-action. Quer dizer, é quase um As Aventuras de Pi no meio do mato (na África chamam a selva, jungle, de bush – bem interessante), com um ator de verdade contracenando com todo um mundo de CGI.

Já li o Livro da Selva há alguns anos, é um barato. Incrível como as poucas crianças educadas da época precisavam ter um vocabulário bem extenso, para conseguir entender todas as descrições. Acho que um grande aspecto do livro é a utilização de animais tipicamente predatórios como figuras paternas e maternas (exceto pelo Shere Khan, claro). Enquanto o Tarzan foi criado pelos óbvios macacos, Mogli precisa se virar com lobos, ursos e panteras. Seria uma mensagem sobre aceitação do Outro, sobre quebra de estereótipos? Aposto que milhares de estudiosos já discutiram esse e todos os outros aspectos da obra, acho que vou ficar em “fábula sobre adoção” mesmo, e basta.

Acho que vou ler esse com meu filho.

Fonte: Slash Film

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Asterix retorna às livrarias em nova versão

A Editora Record está lançando uma versão “remasterizada” da coleção As Aventuras de Asterix, clássico dos quadrinhos franceses. Cada revista tem 48 páginas, em tamanho grande, e custa R$ 30.


© Record

As histórias se passam na Gália, região que atualmente pertence à França, sob domínio de Júlio César. A aldeia do guerreiro Asterix resiste à invasão de Roma graças à uma poção mágica druídica, que dá força sobre-humana aos seus usuários.

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Caramba, esta pensando justamente em Asterix outro dia, imaginando quanto custaria fazer uma coleção completa da revista. A resposta é uma fábula, mas dá para comprar uma ou outra edição, especialmente das que nunca li.

Asterix teve um impacto gigante na minha infância e adolescência. Já li dezenas de vezes pelo menos umas 30 revistas diferentes da série – e isso quando não era capaz de entender a maioria das referências. O humor dessa HQ já era mais do que suficiente para manter meu interesse, e aposto que hoje em dia apreciaria ainda mais.

E quer saber? R$ 30 por esse tipo de material está mais do que aceitável.

Fonte: Editora Record

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Tartarugas Ninja mostram ação e um robô gigante

Após vários teasers, o novo filme das Tartarugas Ninja ganhou um trailer completo. Tanto as protagonistas quanto os vilões são apresentados e aparecem lutando em vários cenários. Lançamento em agosto.


© Paramount Pictures

Megan Fox e Will Arnett encabeçam o elenco humano, com Whoopi Goldberg completando o grupo dos bonzinhos. William Fichtner é o vilão The Shredder, e entre os personagens feitos no computador os nomes conhecidos são Johnny Knoxville, interpretando Leonardo, e Tony Shalhoub, o rato Splinter. Jonathan Liebesman, de Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles, é o diretor.

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Agora que não se concentraram nos estranhos rostos das novas tartarugas, ou no elenco humano, o trailer não é tão horrível. Até gostei da integração dos vilões no mundo real, apesar da infame frase do sujeito monitorando as câmeras.

Todo mundo está demonizando o filme porque Michael Bay está produzindo, mas o diretor, Liebesman, fez um trabalho bem decente em Invasão do Mundo. Nas cenas de ação, quero dizer. Nos diálogos horrendos, longos e sofríveis, dava vontade de sair correndo – mas o combate contra os alienígenas ficou bem legal. Espero que isso se traduza em boas cenas de ação com as tartarugas, e não em uma baderna onde fica impossível distinguir uma coisa da outra, como nos Transformers do Bay.

Mas não dá para deixar de notar que o trailer praticamente não mostrou os sidekicks humanos, e que isso provavelmente significa que eles estão terríveis. Sofri para terminar Transformers 3, cujas piores partes se resumem à presença do Shia Labeouf na tela, e aposto que isso vai acontecer aqui também.

O Fichtner é o vilão mesmo? É ele dentro daquela armadura, ou estava falando com outra pessoa? Se for ele que opera a veste mecânica, então estava conversando com uma roupa vazia? Maluquinho…

Fonte: Bleeding Cool

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Mais Witcher em quadrinhos enquanto jogo não vem

Já está à venda a quarta edição da revista em quadrinhos The Witcher, adaptação dos jogos da CD Projekt RED sobre um caçador de criaturas sobrenaturais. Essa versão das aventuras de Geralt of Rivia tem 32 páginas por edição, com roteiro de Paul Tobin, arte de Joe Querio e cores de Carlos Badilla, e custa US$ 3,99.

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© Dark Horse Comics

O terceiro jogo da saga The Witcher será lançado no início de 2015. Os livros são publicados no Brasil pela editora Martins Fontes.

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Desde que divulguei a última notícia sobre The Witcher acabei não colocando mais a mão no jogo original, que havia começado recentemente. Não é por falta de vontade, apenas estou ridiculamente ocupado preparando as aventuras de Pathfinder para os finais de semana. Nem durante todo o feriado tive oportunidade!

Provavelmente vou esquecer tudo que estava fazendo, mas pelo menos já me diverti bastante boxeando mendigos em troca de dinheiro. Pouco digno, mas aparentemente bem lucrativo.

Fonte: Dark Horse Comics

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Defiance recomeça com quase 2 milhões de audiência

O canal americano Syfy divulgou os números da audiência da nova temporada de Defiance, seriado de ficção científica sobre alienígenas e humanos tentando conviver em harmonia. Cerca de 1,7 milhão de pessoas viram o episódio de estreia, deixando ele entre os primeiros na TV a cabo. A primeira temporada está disponível no Netflix brasileiro.


© Syfy

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Achei que Defiance poderia ser uma série de ficção científica para assistir com meus filhos. Começamos a ver o primeiro episódio, mas tivemos que interromper por algum motivo e aproveitei para não continuar mais.

Não tive problemas com o cenário, a violência, a maquiagem dos alienígenas, a trama de velho oeste, ou sequer com o núcleo de prostituição. O que realmente me derrubou o ânimo foi ver o protagonista, após conseguir uma suada quantia em dinheiro enfrentando um ciborgue em combate desarmado, gastar tudo com a dona do prostíbulo – enquanto sua filha adolescente espera por ele no bar logo abaixo.

Até gosto de anti-heróis, protagonistas durões e metidos a besta, mas às custas do bem-estar da própria família? Que porcaria de personagem principal é esse? Totalmente quebrados e ele gasta o pouco dinheiro com prostituição enquanto deixa sua filha adolescente sozinha em um bar? E não é como se ele tivesse tratado ela mal antes, tinham retratado ele como um pai preocupado e protetor. A incoerência foi incrivelmente irritante, e não dá para aceitar um traste desses como se fosse um exemplo.

Acho que tratar mal um filho é o meu limite na ficção.

Mas provavelmente assistiria por conta própria, se não tivesse tantas coisas melhores disponíveis.

Fonte: Coming Soon

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