Monthly Archives: February 2013

Prometheus 2 ainda é uma possibilidade

O roteiro de Prometheus 2 está sendo escrito, afirmou a atriz Noomi Rapace ao site The Playlist. Ela se encontrou com o diretor Ridley Scott há algumas semanas para discutir o projeto, que deve sair caso consigam produzir “a história certa”, conta. Damon Lindelof, roteirista do primeiro filme, afirmou no ano passado que não está envolvido na sequência.

Noomi Rapace em Prometheus
© 20th Century Fix

Prometheus é uma espécie de prelúdio ao filme Alien – O Oitavo Passageiro, e mostra uma equipe de cientistas seguindo um mapa através do espaço até um planeta habitado por alienígenas. Estes se mostram hostis ou contagiosos, acabando por quase destruir todos os participantes desta iniciativa.

Ah, que pena. Ao invés de trabalhar em algum novo projeto, o Ridley Scott resolveu que o resto de sua carreira vai ser dedicado a derivados de seus sucessos antigos. Além de Prometheus, que foi uma porcaria sem pé nem cabeça, ele também está trabalhando em Blade Runner 2, para desespero dos fãs desse clássico da ficção científica. Mas, serei otimista: quem sabe esse outro filme não seja tão terrível quanto o prelúdio de Alien. Agora fiquei com vontade de assistir Blade Runner de novo. Ou será que leio o livro? Ou quem sabe compro o livro no original em inglês, nunca li ele dessa maneira. Possibilidades, possibilidades!

Fonte: Coming Soon

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A dura vida de um adolescente ex-zumbi

O canal britânico BBC vai estrear no tema zumbis com o novo seriado In The Flesh, sobre mortos-vivos “curados” que são reintegrados à sociedade. O protagonista é o adolescente Kieren, um rapaz atormentado pela culpa e memórias do que fez enquanto zumbi, forçado a conviver com os parentes e conhecidos de suas vítimas. Lançamento em 17 de março, por enquanto apenas no Reino Unido.


© BBC

Boa ideia, mas aguentar horas e horas de um adolescente dramático reclamando sobre sua vida, me parece pouco agradável. Vamos esperar pelos próximos trailers e torcer por algo além disso, ou que, ao menos, ele se acostume com sua condição e comece a fazer algo mais interessante. Explorar o quanto de zumbi sobrou nele, por exemplo, ou mesmo descobrir a origem da praga de mortos-vivos.

Fonte: Blastr

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Uma moto do futuro em novo filme de Cruise

Tom Cruise foi fotografado e filmado trabalhando em seu filme mais recente, All You Need is Kill. O longa traz um militar preso no tempo, repetindo o dia em que é morto por alienígenas milhares de vezes, mas as fotos são apenas do ator andando de moto em uma cena externa. Lançamento em março de 2014.

Tom Cruise em All You Need is Kill
© Warner Bros

O filme é uma adaptação do livro de mesmo nome, escrito por Hiroshi Sakurazaka. Na obra, um recruta novato é morto em seu primeiro combate, ficando preso e repetindo o mesmo dia. Ele aproveita a ocasião para treinar seus reflexos contra os alienígenas, acabando por desenvolver uma habilidade sobre-humana. E então encontra uma outra pessoa na mesma situação que ele.

Já resenhei All You Need is Kill aqui no blog, dê uma conferida. Já deu para notar que o filme vai ser livremente adaptado, mantendo pouco mais que a ideia do time loop intacta. O que me parte o coração é a primeira foto de divulgação oficial, que mostra a armadura dos exércitos humanos – ao invés de um mecha típico de manga, fizeram um exoesqueleto realista. Talvez funcione melhor nesse filme, já que a história perdeu suas raízes japonesas, mas continua me parecendo uma oportunidade perdida.

Fonte: Joblo.com

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Episódios inéditos de Cavaleiros do Zodíaco

Saint Seiya Omega vai ganhar novos episódios a partir de abril, na televisão japonesa. O anime é uma continuação da série clássica conhecida como Cavaleiros do Zodíaco, e desta vez traz como protagonista o jovem Koga, sendo criado pela deusa Atena, após ter sido salvo pelo herói original, Seiya.

saint-seiya-omega
© Kadokawa Shoten

O anime também vai ganhar uma adaptação em manga, publicada na revista Kerokero Ace a partir de 26 de março. Ambas vão mostrar a mesma história inédita, introduzindo novos aliados e vilões. De acordo com o anúncio da revista, Koga e outros personagens vão retornar com armaduras revisadas e poderes inéditos.

Estava torcendo para o Netflix colocar alguns animes clássicos para meus pirralhos assistirem, como Dragon Ball e Pokemon, mas pensando bem, a série original de Cavaleiros do Zodíaco também serviria. Lembro que gostava do anime, até chegarem nos cavaleiros nórdicos e ficar repetitivo demais. Yu Yu Hakusho também seria ótimo. Putz, tanta coisa boa completamente sem acesso. E depois reclamam de pirataria.

Fonte: Anime News Network

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Vá para o Egito e ganhe um chicote em MMO

O MMORPG The Secret World vai lançar em março a Issue #6, nome que dão para suas atualizações de conteúdo, com o título The Last Train to Cairo. A série de missões irá levar os jogadores para o Egito, em uma viagem no tempo para recuperar artefatos místicos, além de introduzir uma nova arma, o chicote, e um sistema de recompensas por tempo jogado e por recrutamento de novatos.

Chicote em The Secret World
© Funcom

The Secret World mudou recentemente para o modelo pago sem mensalidade, ou seja, usuários precisam apenas comprar o jogo mas sem pagar a taxa mensal – mas quem preferir continuar pagando todo mês ganhará pontos para gastar na loja online. O cenário do MMORPG é contemporâneo, com influência de H. P. Lovecraft (monstros cheios de tentáculos vindos de outra dimensão).

Indiana Jones? Não acredito que não comecei a jogar isso ainda. Estava quase abrindo mão de World of Warcraft, quando fizeram uma promoção relâmpago, vendendo expansões pela metade do preço. Isso praticamente me forçou a comprar Cataclysm e avançar meu paladino por mais cinco níveis (já foram quatro, falta um. E depois um tempinho nas dungeons nível 85). Mas tenho certeza que Mists of Pandaria não vai descer para R$ 20 tão cedo, permitindo que eu finalmente compre The Secret World, no mês que vem. Devia parar de fazer promessas assim.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: http://www.thesecretworld.com

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O estilo do Mandarim e a elegância de Pots

O Homem de Ferro 3 continua ganhando cartazes de seus personagens principais, com os mais recentes sendo o Mandarim (Ben Kingsley) e Pepper Pots (Gwyneth Paltrow). O filme chega aos cinemas em 26 de abril, e traz Tony Stark (Robert Downey Jr.) enfrentando um inimigo que “destrói sua vida, forçando-o a lutar como nunca antes”. O longa foi dirigido por Shane Black, roteirista de Máquina Mortífera, que trabalhou no roteiro com Drew Pearce, de Círculo de Fogo e o novo Godzilla.

Mandarim

Pepper Pots
© Marvel

Bacana esse Mandarim! Mas, já que ele não é chinês como o original, como vão explicar o apelido? Vão fazer que nem em Sob o Domínio do Mal (The Manchurian Candidate), onde o original tinha vilões chineses comunistas da Manchúria, enquanto no remake os vilões eram funcionários caucasianos de uma empresa chamada Manchúria? O politicamente correto proíbe vilões de serem identificados por sua nacionalidade, preferindo transformar corporações nos novos monstros – curiosamente, justamente quem banca o dinheiro para produzir todos esses filmes. Quando for incorreto criticar uma empresa, quem será a nova fonte do mal?

Fonte: Bleeding Cool

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Sem desejo de matar

O remake de Desejo de Matar perdeu seu diretor e roteirista, Joe Carnahan. O cineasta teria desistido do projeto por diferenças criativas com os estúdios envolvidos, que, segundo rumores, estariam exigindo que Bruce Willis fosse contratado para protagonizar. Carnahan, conhecido por Narc e A Perseguição, não teria concordado com a escolha e pedido demissão.

Desejo de Matar
© Columbia TriStar

O filme original foi protagonizado por Charles Bronson, um homem que se torna um vigilante assassino após sua esposa ser morta por uma gangue. O longa acabou dando origem a uma franquia, concluída em Desejo de Matar V, vinte anos após o lançamento do primeiro.

Que desperdício! Lembro de ter ouvido uma entrevista com o Carnahan no The good, The bad, and the Joblo Movie Podcast sobre o lançamento de A Perseguição em DVD. O diretor na época estava justamente trabalhando no roteiro de Desejo de Matar, e estava extremamente animado com o projeto. Ainda não consegui assistir esse filme mais recente do Carnahan (aquele onde o Liam Neeson luta contra lobos), mas não paro de ouvir elogios. E, realmente, Bruce Willis? Que escolha mais estranha. Se bem que o Bronson mesmo já tinha 51 anos quando protagonizou, e o Willis agora está com 58. Poderia ter dado certo. Quem será que o Carnahan queria?

Fonte: Coming Soon

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Bungie é uma das primeiras no PS4

Na semana passada foi anunciado o Playstation 4, próximo videogame da Sony, com várias funções, integração entre equipamentos e hardware de ponta. Entre os anúncios de jogos, porém, poucos títulos foram confirmados, entre eles o novo projeto da Bungie, o jogo de tiro em primeira pessoa “persistente” Destiny.


© Microsoft

O game está sendo desenvolvido também para Xbox 360 e o Playstation 3, ainda sem previsão de lançamento. Assim como em seu título anterior, a Bungie situou Destiny em um cenário de ficção científica, mas ainda sem uma história oficial. De acordo com a empresa, querem estimular tanto o modo cooperativo quanto a competição entre os jogadores, em um mundo “cheio de mistérios a serem explorados”.

Legalzinho o vídeo do Destiny, mas com uma quantidade chocante de generalidade. Por um momento tive a impressão que estava assistindo um cinematic de Anarchy Online, velho MMORPG da Funcom. Para um carro chefe da próxima plataforma, poderiam ter mostrado alguma coisa mais impressionante – não do ponto de vista técnico, claro -, do ponto de vista artístico mesmo. Os trechos no vídeo parecem bons, então o desenvolvimento deve estar avançado – só faltou mais personalidade, mostrar quem será o Master Chief de Destiny.

Fonte: Videogamer.com

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Em busca do Pé-Grande

O cineasta Bobcat Goldthwait está dirigindo um filme sobre o Pé-Grande, intitulado Willow Creek. O longa vai ser no estilo “found footage”, popularizado pelo longa A Bruxa de Blair. Assim como em outras obras do diretor, Willow Creek deve abordar temas controversos com violência e humor.

Zed 3
© Warner Bros

Bobcat é conhecido pelo público brasileiro como o policial Zed, da série Loucademia de Polícia. Recentemente dirigiu God Bless America, sobre um homem à beira da morte que resolve criticar o consumismo norte-americano matando várias pessoas. Permanece inédito no Brasil.

Não fazia idéia que o Zed estava vivo e sequer que tinha uma carreira fora a de ator. Além da Loucademia de Polícia (será que continuariam engraçados, se assistisse-os hoje em dia?), lembro dele como o pai do Seven, em Married with Children. Só fiquei sabendo a quantas andava o sujeito em uma entrevista no Nerdist Podcast – e demorei para relacionar a pessoa falando aos personagens malucos. Não faço idéia do que esperar de seus filmes. Nenhuma.

Fonte: Slash Film

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Starship: Mutiny, de Mike Resnick

Sinopse: Wilson Cole é um militar no futuro distante, servindo na Marinha em uma guerra contra os alienígenas da Federação Teroni. Apesar de ter recebido várias medalhas por serviços prestados, continua sem sua própria nave, tendo finalmente chegado no ponto mais baixo de sua carreira, o Theodore Roosevelt. Com mais de cem anos na ativa, a nave espacial deveria ter sido aposentada há pelo menos metade disso, mas prossegue funcionando, servindo como uma espécie de “prisão” para oficiais insubordinados e tripulação incompetente ou criminosa. Como o terceiro em comando do Teddy R., Cole precisa encontrar um propósito para o resto de seu tempo de serviço, enquanto tenta colocar a nave em ordem – enfrentando o uso desenfreado de drogas, violência e falta de experiência prática de seus colegas.

Capa:
Starship Mutiny
© Pyr

Trecho:

“I’ll be honest, Mr. Cole – I am second to none in my admiration for your courage and your accomplishments. But I will not hesitate to deal with you in the harshest terms if you disobey an order or have a deleterious effect on the crew’s already lax discipline.”

O resto desta resenha contém spoilers!

Pontos altos: Starship: Mutiny é um bom exemplar de ficção científica militar, com detalhadas manobras de naves espaciais, negociações tensas via monitores enormes na ponte de comando, discussão de estratégias e planos, alienígenas malignos e desumanos. A trama não segue um propósito único, mas coloca a nave em várias situações diferentes, elaborando como o Wilson Cole consegue resolver o problema atual apesar de seus oficiais superiores e tripulação.

Pontos baixos: Apesar do título, o livro não é exatamente sobre a nave Theodore Roosevelt – e sim sobre o quão sensacional e espetacular o herói injustiçado Wilson Cole é. Ele é um estrategista tão genial que todas (todas mesmo) as suas interpretações sobre os movimentos do inimigo se mostram corretas, permitindo a ele sempre sair vitorioso, mesmo que às vezes precise trabalhar duro para tanto. Os demais personagens do livro mal possuem uma personalidade própria, de tão eclipsados pelo Cole. E o final também é bem implausível – condenado a morte porque a opinião pública é desfavorável demais? Apesar de toda a tecnologia disponível no futuro, ninguém consegue provar que as acusações são falsas? Querem mesmo que alguém acredite que toda a comunicação dentro de uma nave militar não fica gravada e arquivada? Acredito que os livros seguintes são melhores, já que é uma série de cinco volumes, e o autor normalmente é bem melhor do que isso.

Pontuação final: 597. Divertido, mas sem consistência.

Características:
Starship: Mutiny
Mike Resnick
Pyr
290 páginas
US$ 8,69 (Amazon)

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