Monthly Archives: January 2013

Novo vídeo de Crysis 3 procura a arma perfeita

Assista a um novo curta metragem da série The 7 Wonders of Crysis 3, dirigidos por Albert Hughes, trazendo mais imagens do jogo, que deve sair para PC, Playstation 3 e Xbox 360 no final de fevereiro. Intitulado The Perfect Weapon, o vídeo destaca a nanosuit, armadura do personagem Prophet, ou a combinação entre os dois.


© Eletronic Arts

Ah, que pena. Depois de tentar várias coisas novas nos vídeos anteriores, voltamos para o curta que vai pouco além de um trailer comum. A narração não é grande coisa, nem o texto, então a fotografia e a direção são os pontos altos de cada episódio. Mas repetindo sempre o mesmo cenário, os mesmos monstros, fica cansativo. E desta vez não mostraram quase nada novo, a única coisa interessante foi o Prophet usando uma arma alienígena.

Fonte: Videogamer.com

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Visual inédito no filme do Wolverine

A nova edição da revista Empire foi lançada, e com ela várias fotos inéditas de filmes com lançamento previsto para 2013. Entre elas destaco abaixo uma de Hugh Jackman, protagonista do longa Wolverine – Imortal, trajando uma roupa jamais usada pelo personagem em cinco outros filmes.

Hugh Jackman é o Wolverine pela sexta vez

Hugh Jackman é o Wolverine pela sexta vez

© Twentieth Century Fox

O novo filme do mutante com ossos inquebráveis e garras metálicas chega aos cinemas no dia 26 de julho, com direção de James Mangold (Cop Land). Desta vez Wolverine vai até o Japão, onde encontra um oponente mais poderoso do que já encontrou antes, fazendo-o repensar sua própria mortalidade.

Ou imortalidade, como o esquisitíssimo título traduzido está entregando. O filme aparentemente é uma adaptação de Eu, Wolverine, uma história escrita por Chris Claremont e Frank Miller, sobre o personagem perdendo a namorada no Japão e descontando sua raiva em um grupo de ninja, e também enfrentando o Samurai de Prata e tal. E pelo jeito vão abordar o fator de cura do Wolverine como uma espécie de imortalidade. Oooh, uau.

Fonte: Coming Soon

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Novo trailer de Oz mostra mais ação

O filme Oz: Mágico e Poderoso ganhou mais um trailer, divulgado durante a premiação da Screen Actors Guild Awards, e agora disponível online. O filme é um prelúdio a O Mágico de Oz, e conta como o mágico do título chega a esse reino encantado, enfrenta bruxas e se estabelece como uma figura importante do local. Foi dirigido por Sam Raimi, e traz no elenco James Franco, Mila Kunis, Michelle Williams e Rachel Weisz, além de Zach Braff. Lançamento em 8 de março.


© Walt Disney

Olha, apesar da presença de excelentes pessoas, como o elenco principal todo e o diretor, eu já havia colocado Oz na lista de prováveis fiascos de 2013. Mas, para meu espanto absoluto e total, esse trailerzinho é muito bacana. Talvez tenham realmente conseguido criar um filme bom, apesar do visual enjoativo (feito pelo mesmo pessoal da Alice de Tim Burton). Tomara mesmo.

Fonte: Deadline

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BBC celebra o aniversário de Doctor Who com livros

Como parte das comemorações para o 50º aniversário do seriado Doctor Who, o canal de TV inglês BBC vai republicar 11 livros sobre o personagem, cada um sobre uma encarnação diferente dele. A maioria estará à venda online a partir de março, na Amazon, mas Doctor Who: Ten Little Aliens, sobre o primeiro Doctor (William Hartnell) já está disponível para o Kindle.

O primeiro livro, sobre o primeiro Doctor

O primeiro livro, sobre o primeiro Doctor

© BBC Books

Transmitido pela primeira vez em 23 de novembro de 1963, Doctor Who traz as aventuras de um alienígena imortal, viajante do tempo e espaço. Ele costuma levar um ou mais humanos consigo, para lhe fazer companhia e dividir os perigos e emoções. Atualmente está em sua 11ª versão (quando o personagem “morre”, um novo ator assume o papel), interpretado por Matt Smith.

Comprei o tal primeiro livro, apesar dos caros US$ 9,99 (exatamente no meu limite para um e-book). Honestamente, queria apenas testar se haviam realmente deixado um deles disponível enquanto todo o resto está restrito, mas depois de dar uma olhada, acho que vou ficar com ele. Nunca assisti nenhum capítulo desses Doctors mais antigos, e pelo que já pesquisei, têm mais valor histórico e saudosista do que qualidade propriamente dita. Então acho que o livro será um primeiro contato melhor do que ir atrás de velhos episódios.

Fonte: SF Signal

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Jornada para o Oeste é a nova comédia de Stephen Chow

O novo filme de Stephen Chow, Journey to the West: Conquering the Demons, ganhou seu primeiro trailer oficial. A comédia visual adapta um livro clássico chinês, sobre um monge atravessando a Ásia junto a estranhos companheiros, como um porco falante, um general morto, um dragão transformado em um cavalo, e um macaco que viaja em uma nuvem dourada.


© Fox International

A história já inspirou inúmeras adaptações anteriormente, inclusive o manga/anime de Akira Toriyama, Dragon Ball.

Meh. Kung-Fusão e Kung-Fu Futebol Clube são absolutamente hilários, uma mescla quase perfeita de realidade com violência de desenhos animados. O Chow consegue criar risos com uma facilidade desumana em seus filmes. Mas esse trailer acima não tem graça nenhuma. Por enquanto vou culpar o responsável pela edição: provavelmente tentou colocar tantas piadas visuais quanto possível, retirando qualquer contexto, qualquer explicação prévia. Nada fez sentido algum. Preferia ver um clipe com um trecho do filme do que outra montagem chata como essa.

Fonte: Bleeding Cool

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Vício Inerente pode ganhar novo protagonista

Joaquin Phoenix estaria negociando para estrelar a adaptação de Vício Inerente, substituindo Robert Downey Jr. O filme vai ser dirigido por Paul Thomas Anderson, que está desenvolvendo o projeto há alguns anos, a partir do livro de Thomas Pynchon.

Joaquin Phoenix em A Vila

Joaquin Phoenix em A Vila

© Buena Vista International

Vício Inerente é um livro policial, sobre um detetive particular usuário de alucinógenos no final dos anos 60, em Los Angeles, EUA. Ao tentar ajudar sua ex-namorada, acaba envolvido com assassinatos e conspirações.

Gostei da novidade. O Downey Jr. é um bom profissional e tudo mais, mas acho que o Joaquin Phoenix tem mais talento e pode trazer algo diferente para o projeto, enquanto o outro tem se ancorado basicamente em caricaturas de personagens nos seus últimos papéis. Sem falar que, pelo passado dos dois, o Phoenix parece mais estável e é provavelmente a aposta mais segura para um personagem tão rodeado de drogas.

Fonte: Slash Film

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Dexter encontra seu próximo (possível) oponente

O seriado policial Dexter contratou Sean Patrick Flanery (O Jovem Indiana Jones) para participar de 12 capítulos da oitava temporada, interpretando um ex-policial dono de uma firma de investigação. Esta possivelmente será a última temporada do drama.

Sean Patrick Flanery em seu grande papel

Sean Patrick Flanery em seu grande papel

© Lucasfilm

Dexter Morgan analisa padrões de sangue em cenas de crime, trabalhando para a polícia da cidade de Miami, nos EUA. No seu tempo livre caça e mata assassinos que escaparam impunes ou que ainda não foram pegos pela polícia, saciando sua necessidade pessoal de matar. Ele próprio é um serial killer, mas treinado por seu pai para ir atrás apenas de criminosos violentos. É exibido no Brasil pelo canal FX, na TV a cabo.

Estou assistindo a quarta temporada de Dexter com minha esposa, pelo Netflix. O vilão da vez é o assassino da trindade, interpretado pelo John Lithgow. Ele faz um trabalho excepcional, e a maioria dos roteiros estão ótimos. Infelizmente, apesar da qualidade, um mesmo vilão pela temporada toda parece mais arrastado do que deveria ser. Talvez devessem ter introduzido ele mais tarde, ou eliminado ele mais cedo, não sei. Depois de tantos episódios fica um pouco artificial.

Fonte: Deadline

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Studio Ghibli trabalham em jogo para PS3

Confira abaixo o trailer de Ni No Kuni: Wrath of the White Witch, jogo lançada para Playstation 3 este mês, com design e animação dos Studio Ghibli. A empresa é famosa pelos desenhos clássicos de Hayao Miyazaki, como A Viagem de Chihiro, Meu Amigo Totoro e O Castelo Animado.


© Level-5

Putz, parece lindo e divertido. Quando estava chegando ao final do trailer já fiquei pronto para ir caçar o treco no Steam ou serviço semelhante, até descobrir que era exclusivo para o PS3. Por que isso? Que absurdo. Espero que eventualmente apareça em outras plataformas (ou apenas no PC, que é a única que me interessa), ou que os Studio Ghibli façam mais trabalhos nessa área.

Fonte: Bleeding Cool

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D&D Next quer personagens variados

O terceiro artigo sobre D&D Next foi publicado no site do RPG de mesa Dungeons & Dragons, desta vez abordando o que chamam de “standard rules”. Elas incluem basicamente dois aspectos: o primeiro é permitir uma grande variedade na hora de construir o personagem do jogador, adaptando elementos de edições passadas. Como exemplo, citam que um clérigo, usando uma maça e espantando mortos-vivos pertence ao nível das regras básicas (abordadas na semana passada). Pelas regras standard, ele poderia ser um servo de Thor, usando um martelo de guerra e invocando relâmpagos. Em suma, querem incluir a possibilidade de montar personagens com vários aspectos diferentes, servindo tanto para quem está interessado apenas em poder, quanto para quem se preocupa com uma história complexa em seu jogo.

Cenário de campanha Gamma World

Cenário de campanha Gamma World

© WotC

O segundo aspecto serve para os Dungeon Masters, e seriam regras que permitiriam a ele criar seus próprios monstros, armadilhas e personagens com facilidade e variedade, mas mantendo o jogo equilibrado. Estas regras standard também serviriam para o DM lidar com situações inesperadas, criadas por seus jogadores, utilizando um único sistema, apesar de não exemplificarem como fariam isso.

De boas intenções a Wizards of the Coast está cheia. Se conseguirem atingir uns 75% de tudo que estão planejando nesses artigos, o jogo ficaria excelente. Fico animado só de ler as listas de objetivos a serem atingidos. Infelizmente, se ainda estão nesse ponto, testando e elaborando regras, o lançamento comercial está bem distante. Será que vão parar de lançar material para o D&D 4E enquanto isso? Com uma nova edição chegando, dificilmente o pessoal se animaria a comprar algo com morte anunciada.

Fonte: WotC

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Little Fuzzy, de H. Beam Piper

Sinopse: Clássico da ficção científica dos anos 60, sobre a descoberta de uma raça alienígena que pode atrapalhar os lucros de uma corporação gigantesca. A história começa com o mineiro Jack Holloway, trabalhando no planeta Zarathustra. Lá ele procura pedras preciosas que existem somente naquele mundo, vivendo uma rotina pacata, até encontrar um pequeno humanoide peludo, similar a um gato bípede, invadindo sua casa. Jack tenta domesticar a criatura, que parece aprender truques com facilidade demais, criando a suspeita de que se trata de uma nova espécie sapiente. Isso faria da criatura e seus companheiros os donos legítimos do planeta, atualmente sendo explorado pela Corporação Zarathustra, em busca de recursos naturais. O que ficaria péssimo no relatório aos acionistas.

Capa:
Little Fuzzy1
© Halcyon Press Ltd.

Trecho:

“Well, Mr. Holloway, I hate to suggest this,” somebody else said, “but have you eliminated the possibility that they may have hidden in a trash bin and been dumped into the mass-energy converter?”

O resto desta resenha contém spoilers!

Pontos altos: H. Beam Piper é um dos meus autores clássicos prediletos de ficção científica. Ele escrevia em uma época em que livros, além de serem bem escritos e interessantes, precisavam serem divertidos. E Piper trabalhava isso com personagens simpáticos, elementos futuristas e histórias plausíveis. Não há grandes coincidências ou saídas quase mágicas para os problemas da trama: técnicos e especialistas trabalham em suas áreas para inventar soluções. E os relacionamentos entre personagens são fáceis de reconhecer e entender: a solidão do protagonista facilita o afeto que sente pelos fuzzies; os “vilões” não são uma sádica encarnação do mal absoluto, mas sim executivos desesperados para não perder o emprego. Tudo funciona bem.

Pontos baixos: Bem até demais, na verdade. As histórias do Piper são sempre tão felizes que uma única morte é uma tragédia enorme, e geralmente um ponto importante para redirecionar a trama ou motivar a sua resolução. Mas ainda assim você sabe que todo mundo vai acabar bem no final, e o pior que acontece com os bandidos é geralmente irem presos, ou, nesse caso, terem prejuízos terríveis. Enquanto é fácil sentir empatia por todos os personagens principais, é quase impossível se preocupar com eles – o sofrimento na história é temporário, não há riscos.

Pontuação final: 653. Bons personagens, história tranquila.

Características:
Little Fuzzy
H. Beam Piper
160 páginas
Grátis (Project Gutenberg e Librivox)

Extras: Uma versão em áudio desse livro foi distribuída juntamente com Fuzzy Nation, espécie de “reboot” do escritor John Scalzi para a série. Não apenas o texto deste original é bem melhor, como o audiolivro também.

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