Monthly Archives: December 2012

Diablo 3 desiste de parte do seu PvP

O diretor de Diablo 3, Jay Wilson, atualizou o blog do jogo no portal da Blizzard, informando que vão reiniciar os trabalhos no Team Deathmatch, modalidade de combate entre jogadores que permitiria a luta com grupos. De acordo com ele, “esse modo não alcançou o nível de qualidade que nossos usuários esperam e que achamos que eles merecem, e não se encaixava com os nossos objetivos para o resto do jogo”.

Más notícias para os fãs de PvP

Más notícias para os fãs de PvP

© Blizzard

O modo de Player vs. Player (PvP) simples, com o duelo entre personagens dos jogadores, entretanto, continua nos planos da Blizzard, e deve ser implementado no início de 2013, no patch 1.07. A equipe do jogo agora vai trabalhar em algum outro aspecto para substituir o Team Deathmatch do zero, segundo Wilson.

Passei vários anos jogando Diablo 2. Boas amizades, boa jogabilidade, toda classe tinha alguma coisa interessante para fazer. Mesmo a falta de atualizações não impedia o aproveitamento, tamanha a re-jogabilidade de D2. Diablo 3, no entanto, apesar de no papel ser um jogo ótimo, não ter nada de errado com ele, prendeu minha atenção por poucos meses, e não faz falta nenhuma. Provavelmente vou ligá-lo novamente algum dia, já que me custou tão caro. Mas definitivamente vou esperar por uma expansão primeiro. Quem sabe as novas classes serão mais interessantes que o material atual.

Fonte: Diablo 3

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The Way of Kings, de Brandon Sanderson

Sinopse: Um mundo em guerra, onde os campeões da humanidade foram embora, deixando suas armas e armaduras, relíquias poderosíssimas, para trás. Milhares de anos depois, a história começa com o conflito entre a nação de Alethkar e os selvagens Parshendi, responsáveis pelo assassinato do rei Gavilar Kholin. O leitor acompanha principalmente quatro personagens, envolvidos direta ou indiretamente nessa situação. Kaladin, um soldado desonrado que acaba virando um escravo carregador de pontes; Shallan, uma filha de nobres que viaja pelo exterior tentando se tornar a estudante de uma das mais importantes sábias deste mundo; Dalinar Kholin, irmão do rei assassinado e um dos mais poderosos guerreiros do exército de Alethkar, no campo de batalha e na corte real; e Szeth-son-son-Vallano, o assassino em branco, responsável por iniciar a guerra ao tirar a vida do rei alethi.

Capa:

Os Shattered Plains

Os Shattered Plains

© Tor Books

Trecho:

“Eight months. Eight months as a slave, eight months of slop and beatings. It might as well have been an eternity. He barely remembered the army anymore.”

O resto desta resenha contém spoilers!

Pontos altos: Brandon Sanderson é um autor conhecido por criar complexos e inovadores sistemas de magia em suas obras originais. Neste primeiro de dez volumes de The Stormlight Archive, vemos o que acontece quando ele expande sua criatividade além apenas da magia. Todo o mundo do livro é, às vezes sutil, ou, abertamente diferente de nossa realidade. Temos pequenos espíritos “spren” que se manifestam ao redor de qualquer tipo de mudança: quando chove, quando venta, quando alguém sente medo, ou coragem, a pessoa ou quem está a seu redor pode ver esses spren, tendo certeza do que está acontecendo consigo própria e com os outros. É como se todas suas emoções ficassem expostas o tempo todo.

As alterações também vão além do sobrenatural, afetando hábitos sociais e culturais. Praticamente todo homem é analfabeto e incapaz de compor ou interpretar música, bem como desenhar ou mesmo estudar. Todas essas atividades são consideradas Artes Femininas, e deixadas exclusivamente para as representantes do gênero. Aos homens restam as Artes Masculinas de guerrear, caçar e similares. Isso não significa que não existam homens estudiosos – apesar de serem uma minoria – apenas  que eles precisam de mulheres lendo e escrevendo os livros para eles.

Fora isso temos as quatro tramas principais, de Kaladin, Dalinar, Shallan e Szeth, onde acompanhamos as tremendas transformações que eles sofrem ao longo de centenas e centenas de páginas. Isso inclui suas personalidades e seus destinos, que aparentemente estão ligados – o climax do livro acontece quando Kaladin e Dalinar finalmente se encontram no campo de batalha, e encerramos a leitura com os outros dois, Shallan e Szeth se preparando para viajar de encontro a eles (mas com objetivos bem diferentes).

Pontos baixos: 1009 páginas. Não estou brincando, o primeiro volume de uma série de 10 livros já chega às livrarias rompendo a barreira de mil páginas. Como a leitura é boa, divertida, rápida, o tamanho não foi um problema para mim – mas caso você não simpatize com um dos personagens principais, ou com uma das histórias, vai ter problemas em chegar até o fim. É material para caramba, e a ideia que ainda possam existir mais nove livros de mil páginas cada um, é meio assustadora.

Pontuação final: 837. Ótima fantasia. Cadê o volume 2?

Características:
The Way of Kings
Brandon Sanderson
Tor Books
1009 páginas
US$ 8,99 (Amazon)

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Os amigos de The World’s End

Simon Pegg divulgou a primeira imagem do elenco principal de The World’s End, terceira colaboração sua com o diretor Edgar Wright. Nela podemos ver Nick Frost, Eddie Marsan, o próprio Pegg, Paddy Considine e Martin Freeman, como o grupo de amigos que se reúne após vários anos para recriar uma noitada épica, que de algum modo está ligada ao fim do mundo (que também é o nome de um dos bares que pretendem visitar).

Os velhos amigos de The World's End

Os velhos amigos de The World’s End

© Focus Features

Pegg e Wright já haviam escrito e dirigido/atuado em Todo Mundo Quase Morto e Chumbo Grosso, ambos homenagens violentas a filmes antigos, o primeiro sobre zumbis e o segundo sobre o gênero policial. The World’s End deve satirizar produções sobre tragédias de proporções mundiais, ou talvez invasões alienígenas.

Essa última frase acabou ficando mais redundante do que gostaria – invasões alienígenas invariavelmente são tragédias de proporções mundiais. E agora o texto ficou ainda mais redundante, ao repetir os mesmo termos uma linha abaixo. E ainda piorei tudo ao usar novamente a palavra redundante, três vezes no mesmo parágrafo. Questiono se esta meta-linguagem vale as infrações jornalísticas? Redundante. || Entendi qual a piada visual na foto: todos os cinco estão com uma aparência bem diferente do que costumam retratar em seus filmes – talvez não o Paddy, que não conheço, mas o Frost e o Bilbo, com certeza. Entre tantas superproduções, aguardo o trailer deste modesto filme mais do que qualquer outro.

Fonte: Bleeding Cool

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Trilogia sobre Aníbal vai em frente

Vin Diesel publicou em sua página no Facebook que um chefe de estúdio disse a ele que deseja “fazer todos os três filmes da sua trilogia sobre Aníbal!”. O ator, que não revelou nomes, está há uma década desenvolvendo o projeto, sobre um conquistador fenício/africano/árabe que quase destruiu o império romano.

Vin Diesel em A Batalha de Riddick

Vin Diesel em A Batalha de Riddick

© Universal Pictures

O general cartaginense Aníbal Barca é famoso pela travessia dos Alpes, por onde levou seu exército de soldados e elefantes, através de temperaturas abaixo de zero e pouquíssimos recursos. Apesar de mal terem sobrevivido à façanha, a vantagem estratégica de invadirem a Itália pelo norte foi peça fundamental de sua quase bem-sucedida campanha de aniquilação romana. Vin Diesel deve interpretar o próprio Aníbal.

Será mesmo? Não sei quem irá dirigir ou escrever o roteiro, mas com a paixão que o Diesel tem pelo projeto, já começa no caminho certo. O Aníbal Barca é uma das minhas figuras histórias prediletas, com sua genialidade militar que tanto influenciou os rumos do mundo. O podcast Hardcore History fez um especial de três episódios sobre a guerra entre Roma e Cartago, sob o título Punic Nightmares que, na minha opinião, são uma introdução ótima a esse pedaço da história.

Fonte: Facebook

Novas fotos de Star Trek Into Darkness

A revista Empire publicou várias fotos inéditas de Star Trek Into Darkness, novo filme da franquia Jornada nas Estrelas, agora já disponíveis também na internet. Além da tripulação da nave espacial Enterprise, o vilão John Harrison também aparece em destaque. O longa chega aos cinemas em julho.

John Harrison aprisionado

John Harrison aprisionado

 

Capitão Kirk novamente salvando o universo

Capitão Kirk novamente salvando o universo

© Paramount Pictures

Nesta nova aventura, um inimigo está tentando destruir toda a Frota Estelar, obrigando o Capitão Kirk a tomar uma decisão que irá lhe custar sua patente. Forçado a retornar para a vida civil, precisa da ajuda de seus melhores amigos, Spock e Magro, para enfrentar o enigmático John Harrison.

Sinopse nova, que tal? Como o Abrams e companhia estão fazendo tudo possível para se diferenciarem do material clássico (até a Enterprise colocaram embaixo d’água), parece que vão expulsar o Kirk da Frota Estelar. Não sou um fã radical, mas tenho a impressão que isso nunca aconteceu antes. Acredito que vai ser um excelente filme de ação, mas acho que poderiam ao menos incluir alguns momentos onde um vilão é derrotado por um discurso bem construído e interpretado. Acontecia direto, antigamente.

Fonte: SlashFilm

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Vida de uma otaku em anime

O manga Watashi ga Motenai no wa Dou Kangaete mo Omaera ga Warui!, conhecido como It’s Not My Fault That I’m Not Popular, vai ganhar uma versão em anime. A história em quadrinhos mostra a saga de Tomoki Kuroki, uma adolescente introvertida, fã de jogos eletrônicos e manga, cujos sonhos sobre sua vida no ensino médio são destruídos um a um, em cada capítulo. Atualmente conta com três volumes publicados.

Parte da capa do primeiro volume do manga

Parte da capa do primeiro volume do manga

© Square Enix

Tomoki (ou Tomoko) passa seus dias criando fantasias cada vez mais complexas, a medida que enfrenta uma desilusão atrás da outra. Ao contrário de mangas mais realistas sobre o cotidiano de otakus, ela tende a não possuir nenhuma qualidade que a redime, e sua situação piora cada vez mais quando tenta mudar seu comportamento. Estas duas características são a base do humor desta história.

Surpreendente. De tantos e tantos mangas proliferando por toda parte, e com uma grade televisiva tão restrita, WataMote jamais teria entrado na minha lista de publicações com potencial para virar anime. Digo, a série é dolorosamente boa, mas será, ao contrário da protagonista, tão popular assim? || Pessoalmente, entre os mangas da dupla Tanigawa Nico, gosto mais de Choku!, que apesar de lidar bastante com o constrangimento como humor, não maltratava tanto seus protagonistas.

Fonte: Anime News Network

O vilão ciborgue de Elysium

Confira abaixo a primeira foto oficial de Sharlto Copley como o vilão Kruger, um soldado de elite que atua na Terra, protegendo a elite que abandonou o planeta para morar no satélite artificial Elysium. Ele deve ser um dos vilões no caminho de Max, personagem de Matt Damon, o protagonista que está tentando derrubar a barreira entre as duas sociedades. O filme é o próximo projeto de Neill Blomkamp, cineasta famoso por Distrito 9.

Sharlto Copley é o soldado ciborgue Kruger

Sharlto Copley é o soldado ciborgue Kruger

© Columbia Pictures

No elenco estão também Jodie Foster, William Fichtner, Alice Braga, Michael Shanks, Diego Luna, Wagner Moura e Sonia Braga. Lançamento em agosto.

Elysium está cada vez mais cyberpunk, falta somente uma metrópole cheia de prédios enormes, sombras, e chuva. Mas pelo que temos visto até agora, fiquei com a impressão que o filme se inspirou mais em Hyper Future Vision Gunnm, mangá de ação sobre ciborgues de combate e sociedades divididas, do que em Blade Runner – O Caçador de Andróides (também sobre ciborgues de combate, mas a divisão é mais racial – ou entre espécies – do que social). Distrito 9 foi impressionante. Espero que o orçamento e o elenco de astros não comprometam sua visão ou habilidade.

Fonte: io9

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O Hobbit se aproxima do meio bilhão

O primeiro filme da trilogia O Hobbit, Uma Jornada Inesperada, chegou aos US$ 445 milhões de bilheteria mundial, após dois finais de semana. O resultado é considerado bom pela indústria, mas o longa está sendo criticado por não ter atingido os mesmos valores que os dois filmes anteriores da trilogia O Senhor dos Anéis (superou a Sociedade do Anel, porém), apesar do preço dos ingressos ter subido.

Bilbo se descobrindo guerreiro, contra aranhas gigantes

Bilbo se descobrindo guerreiro, contra aranhas gigantes

© New Line Cinema

Neste prelúdio ao O Senhor dos Anéis, Peter Jackson dirigiu e adaptou a aventura de Bilbo Bolseiro ao lado do mago Gandalf e um grupo de 13 anões, através de cavernas e florestas, em busca do tesouro de um dragão. Martin Freeman é o novo protagonista, ao lado de Richard Armitage, Ian McKellen e Benedict Cumberbatch.

Como já tinha afirmado na minha resenha do livro, a história de O Hobbit pouco se compara ao Senhor dos Anéis. Há muito menos em jogo, menos personagens interessantes, e menos coerência nas aventuras. O resultado financeiro um pouco menor que o esperado deve ter pego alguns fãs de surpresa, mas aposto que os produtores e estúdios já imaginavam algo assim. O roteiro é menos interessante, as filmagens tiveram dezenas de problemas, e ainda estão se arriscando em uma tecnologia nova de exibição, criticada por muitos (os 48 frames por segundo). Mas, como esse pessoal já sabe muito bem, lucro mesmo é na venda de DVDs/Blu-rays, brinquedos, jogos e demais produtos licenciados. || Não fui assistir. Todo cinema aqui por perto está passando o filme em 3D, e me recuso a ficar pendurando aqueles malditos óculos em cima dos óculos que já uso. Serei um dos tais que vai comprar o DVD.

Fonte: Coming Soon

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Novo trailer de John Dies At the End

O filme de horror John Dies At the End ganhou outro trailer novo, com mais algumas cenas inéditas. A estreia está prevista para 25 de janeiro nos EUA, após ter passado por vários festivais de cinema. Don Coscarelli (Bubba Ho-Tep) dirigiu e escreveu o roteiro adaptado, a partir do livro de mesmo nome de David Wong, ainda inédito no Brasil. Um aviso, este vídeo contém alguns segundos de nudez.


© Magnet

Uma dupla de amigos que desistiu da faculdade e toca a vida trabalhando em uma locadora, enquanto se embebedam e se drogam, acabam encontrando uma substância nova, o Soy Sauce, que os coloca em contato com o supernatural. Após alguns conflitos com criaturas bizarras, descobrem que são os únicos capazes de salvar o mundo de uma invasão extradimensional.

O livro tem um conto logo no início, quase desconectado do resto da história, sobre Dave e John, os dois herois, acompanhando uma jovem até sua casa, onde o fantasma de seu namorado a assombra. Lá, descobrimos como os dois trabalham, e vislumbramos alguns dos monstros que costumam encontrar, como a criatura feita de carne congelada. Provavelmente esse trecho aparece inteiro no filme, pelo menos pedaços dela estão em todos os trailers. Deveriam ter usado ela, isoladamente, como material promocional. É um dos melhores trechos do primeiro 1/3 do livro.

Fonte: Bleeding Cool

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A história que deu origem à Looper

Rian Johnson, roteirista e diretor de Looper: Assassinos do Futuro, divulgou no tumblr do filme o conto que escreveu em 2002, a ideia original para a realização do projeto. De acordo com ele, enquanto estavam tentando rodar A Ponta de Um Crime, motivado por pura frustração, começou a anotar todas histórias em que poderia trabalhar futuramente. O link para download é http://www.rcjohnso.com/Looper/looperorig.pdf


© Sony Pictures

Looper é uma ficção científica e filme policial, sobre assassinos que eliminam apenas viajantes do tempo, enviados para o passado pela máfia. É protagonizado por Joseph Gordon-Levitt e Bruce Willis, interpretando o mesmo personagem, além de Emily Blunt, Paul Dano, Piper Perabo e Jeff Daniels. Foi lançado no final de setembro.

Esperem um minuto, acho melhor ler o conto antes de publicá-lo. Pronto. Opa. Gostei, faltou um pouco de clareza aqui e ali, mas o impacto é grande. Uma pena que nunca assisti o filme, e que provavelmente estraguei o final para mim mesmo. Não sabia que Looper era um filme tão romântico assim. Será que o Johnson tem mais contos desses para revelar, ou vai esperar os outros filmes serem feitos também? Mas, bacana a iniciativa.

Fonte: Joblo.com

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