Monthly Archives: December 2011

2011 in review

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2011 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Syndey Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 11,000 times in 2011. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 4 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

Mais Kenshin no papel

Após ganhar uma nova série animada e um filme com atores reais, Samurai X agora vai ser revivido nas histórias em quadrinhos também. O criador do manga original, Nobuhiro Watsuhiko, vai dar uma pausa em seu projeto atual, a ficção científica Embalming – The Another Tale of Frankenstein, para trabalhar em novos capítulos de Rurouni Kenshin (nome original) ou mesmo em um reboot da série. O anúncio foi feito na revista Jump Square, onde o material inédito deve ser publicado em junho do ano que vem.

Imagem do anime novo, já que o anúncio na revista não tem nada demais

© Studio DEEN

O manga de Watsuhiko conta a história de Kenshin Himura, um terrível assassino trabalhando durante o final do domínio da família Tokugawa sobre o Japão, que resolve se redimir e nunca mais tirar outra vida. Suas principais características são uma cicatriz em forma de X no rosto e o fato de usar uma espada com lâmina invertida, ou seja, seus golpes atingem o inimigo com o lado não-afiado da katana. O manga foi publicado na íntegra no Brasil pela Editora JBC.

Tudo bem, acho o anime original de Samurai X um barato (até o final da saga do Shishio pelo menos), os OVAs são de uma qualidade acima da média e tal, mas será que não estão exagerando nesse revival? Faltam três anos ainda para um aniversário de 20 anos, por que vão fazer tudo isso agora em 2012? Pior que a série nova parece muito boa, o teaser do filme não foi nada mal, e esses omakes pelo próprio autor original não são lá má ideia. Só não entendo qual o motivo dessa festa toda! Não tentaram algo parecido com Dragon Ball há alguns anos, com o tal DB Kai? Será que essa nostalgia é tão mais lucrativa do que qualquer outra série nova?

Fonte: Anime News Network

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Atlas das Nuvens

A Warner Bros teria vazado algumas imagens conceituais de Cloud Atlas, novo filme dos irmãos Wachowski (Matrix), baseado no livro de David Mitchell que conecta seis histórias diferentes em épocas diversas. De acordo com sinopses da obra, as tramas variam desde uma embarcação do século XIX até a vida de clones no século XXII. O longa também vai ser dirigido por Tom Tykwer (Corra, Lola, Corra), e tem no elenco Tom Hanks, Hugo Weaving, Jim Sturgess, Hugh Grant, Halle Berry, Susan Sarandon e Doona Bae. Estréia prevista para outubro de 2012 nos EUA.


© Warner

O livro Cloud Atlas continua inédito no Brasil, mas é possível que já esteja sendo traduzido por alguma editora local, graças ao escopo de um projeto como esse.

Estava pensando nesse elenco gigantesco, sobre qual será o segredo para conseguir tanta gente com salários polpudos. Eu sei que o Hugo Weaving vai interpretar um personagem em cada uma das seis histórias, mas imagino que apenas ele vai ser o elo entre cada um desses capítulos. O resto dos atores e atrizes provavelmente filmou apenas sua participação em uma história específica, o que significa menos tempo gasto no set e talvez um cachê menor. Ou isso ou os irmãos Matrix conseguiram um roteiro bom o bastante para atrair os agentes desses astros com extrema facilidade. Tendo em mente a ficha corrida dos Wachowski (Matrix 2 e 3, Speed Racer), acho que minha primeira hipótese é a mais provável.

Fonte: Blastr

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Promessas dos anéis

Com o final do ano cada vez mais próximo, grandes empresas do ramo de jogos eletrônicos (bem como de várias outras áreas) começam a publicar mensagens de seus donos ou chefes, fazendo um balanço dos meses que passaram e do que esperar a partir de janeiro. Na Turbine, companhia responsável por Lord of the Rings Online (Lotro), por exemplo, o produtor Aaron Campbell agradeceu aos jogadores por terem feito de 2011 o melhor ano para o MMORPG até o momento, e deixou a promessa que em 2012 vão publicar mais conteúdo do que jamais fizeram antes.


© Turbine

Selecionei Lotro do meio de pelo menos uma dúzia até o momento não apenas por a mensagem representar muito bem o que todo mundo está dizendo, mas também porque peguei o jogo de novo, agora que troquei de computador. E devo dizer que fiquei meio preocupado. Não esperava a lotação que encontrei quando o jogo aderiu ao free-to-play, obviamente, mas pelo menos umas 10 pessoas na área de novatos não teria sido nada mal. O que tenho encontrado, do começo até o atual nível 20, são mapas vazios, quase ninguém jogando, procurando grupo ou sequer de papo furado.

Claro que isso pode ter pelo menos duas ou três explicações bem óbvias: pessoal desgrudou do PC devido ao final de ano e às festas da época (duvido muito); Lotro tem servidores aos borbotões, talvez os jogadores estejam pulverizados entre eles e dei azar de escolher um pouco popular (estaria uma fusão de servidores a caminho?); ou simplesmente o público que adora MMOs mudou-se em massa para a sensação mais recente, Star Wars: The Old Republic. Ou talvez tenhamos finalmente alcançado uma proporção em que há mais títulos bons disponíveis gratuitamente do que jogadores o bastante para preenchê-los.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: https://trial.turbine.com/lotro.php

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Guia turístico marciano

Barsoom, nome que os nativos locais dão ao planeta Marte em John Carter, filme de ficção científica da Pixar, recebeu o mesmo tratamento reservado às animações do estúdio: storyboards e muitas artes conceituais, que provavelmente nem vão ser utilizadas no longa. Mas, felizmente para os fãs, foram todas reunidas em The Art of John Carter: A Visual Journey, livro com previsão de lançamento para março do ano que vem, na mesma época da estréia do longa. Algumas das imagens foram divulgadas através de um jogo no Facebook e abaixo você confere uma prévia:


© Walt Disney Pictures

John Carter é estrelado por Taylor Kitsch, com Lynn Collins, Mark Strong, Willem Dafoe, Thomas Haden Church, Samantha Morton e Bryan Cranston no elenco. A direção é de Andrew Stanton (Wall-E), que trabalhou no roteiro com Mark Andrews (Os Incríveis) e o escritor Michael Chabon (Homem-Aranha 2). O longa é uma adaptação do livro Uma Princesa de Marte, do autor pulp Edgar Rice Burroughs, publicado no Brasil pela Editora Aleph.

Curioso como o trailer japonês de JC conseguiu arrancar mais elogios que todos os outros vídeos publicados até agora, chegando até a gerar uma quantidade interessante de “agora me convenceu”. Pelo que já vimos, o filme para mim parece ter efeitos especiais decentes, monstros em CG razoável com boas vozes, uma trama interessante e um cenário espetacular. Só preferia ver alguém mais estabelecido que o Taylor Kitsch no papel principal. Talvez me surpreenda com o resultado final, mas ele parece simplesmente tão… desanimado.

Fonte e o resto da arte: io9

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A Fúria dos Reis, de George R. R. Martin

Segundo volume das Crônicas de Gelo e Fogo, livros de fantasia com um certo teor realista, pelo menos quanto a violência e sexo.


© Bantam Books

Westeros é composta por sete reinos governados por um único rei. Pelo menos este era o caso no livro anterior, mas agora uma guerra civil está arrasando todo o continente enquanto cinco pessoas diferentes clamam a coroa. Após a morte do monarca e de sua Mão (uma espécie de primeiro-ministro), o príncipe Joffrey, herdeiro do rei Robert, ganhou o cargo, mas ninguém ficou muito satisfeito com isso, inclusive parte de sua família. Seus tios Stannis e Renly ambos se declaram herdeiros legítimos do falecido, enquanto o filho da Mão (ops!), Robb, acabou sendo aclamado rei enquanto liderava uma campanha militar para vingar seu pai. E por último um sujeito chamado Balon quer ser reconhecido como um tipo de rei no mar. Explicado o título?

Enquanto o miolo da trama acontece nesses reinos se auto-destruindo, em outros dois locais ameaças muito mais graves estão surgindo, e ao mesmo tempo explicando porque essa série pertence ao gênero fantasia. Ao norte, aonde um dos piores invernos já registrados está se formando, temos mortos-vivos, gigantes e estranhos animais organizando um exército com humanos selvagens, enquanto em um continente ao leste uma das últimas descendentes da dinastia real que foi expulsa de Westeros há mais de uma década está juntando um exército para fazer companhia aos seus três dragões recém-nascidos. Ambos lados, provavelmente ignorando a existência um do outro, se movem contra os sete reinos.

Bran, child, why do you torment yourself so? One day you may do some of these things, but now you are only a boy of eight. pg. 75

Por que ler?

Pela violência, pela trama complexa e coerente, e pelo Tyrion Lannister, é claro. Martin deve ter um mapa gigantesco em sua casa onde traça todo o desenrolar das 10 ou 20 tramas diferentes acontecendo ao mesmo tempo no livro, e aposto que enquanto estava bolando este segundo volume (de cinco publicados, mais um sexto anunciado) o treco já devia estar quase todo preenchido. Todas as narrativas do livro anterior são expandidas nesse, ou ganham alguma reviravolta ou até mesmo se juntam a outras. Enquanto ficar pulando de ponto de vista a cada capítulo pode parecer esquisito, os personagens todos são interessantes o suficiente para não aborrecer o leitor.

Claro que o parágrafo acima pode não ser visto apenas como um elogio. Creio que até este ponto as únicas tramas que chegam a uma conclusão devem o mérito ao falecimento do seu narrador. Praticamente nada termina, o que vai exigir um compromisso e tanto do leitor em continuar lendo e depois esperar sabe-se lá quanto anos por um desfecho. O volume mais recente levou mais de seis anos para ser publicado, e o autor não é exatamente jovem ou muito saudável. Mas fora o desafio de encarar umas três ou quatro mil páginas, a obra é ótima. Digamos apenas que exagera um pouco na violência (sexual inclusive) contra personagens femininas não narradoras, mas a ideia deve ser exaltar os males da guerra e talvez deixar o livro mais realista. Ou apenas vender mais exemplares? Vamos ver como isso fica no terceiro.

A Clash of Kings
George R. R. Martin
Bantam Books
1009 páginas
R$ 18

Aplaudo a editora Leya, mas o preço de um pocket book em inglês é imbatível.

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Sherlock Holmes está quase de volta

O seriado britânico Sherlock volta ao canal BBC no primeiro dia de janeiro. A adaptação para os tempos atuais do famoso detetive criado por Arthur Conan Doyle vai ter uma segunda temporada de três episódios, exatamente como fizeram no ano passado. Desta vez as tramas são inspiradas no conto sobre Irene Adler, no livro O Cão dos Baskerville e na história em que o vilão Moriarty e Holmes supostamente morrem após despencar de uma montanha, no meio de uma luta. Assista abaixo alguns vídeos promocionais.


© BBC

Steven Moffat (Doctor Who, As Aventuras de Tintim) e Mark Gatiss (um monte de programas europeus que nunca serão lançados por aqui) são a dupla responsável por atualizar Sherlock, cujos capítulos iniciais foram sucesso de crítica e público. O elenco é encabeçado por Benedict Cumberbatch e Martin Freeman, como Holmes e Watson respectivamente. Atualmente ambos atores trabalham juntos nos dois filmes da saga O Hobbit, onde um interpreta o herói e o outro o vilão. Aparentemente inédito na televisão brasileira, Sherlock está disponível em DVD no Brasil, através da editora Log On.

Palavras chave a essa altura do campeonato? Estão planejando fazer um viralzinho a uma semana do lançamento? Espero que a Log On lance essa temporada por aqui também (e que mantenham seus planos de lançar Doctor Who em DVD no Brasil, seria lindo), em breve devo adquirir a primeira. As propagandas são interessantes e mostram menos ainda do que o trailer original do seriado, apesar de já terem sido produzidas pelo menos meia dúzia delas. Acho que o Moffat e o Gatiss conseguiram dominar sua criação.

Fonte: Bleeding Cool

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Seja um corvo você também

A Guerra dos Tronos, livro de George R.R. Martin que foi adaptado em uma popular e premiada série de televisão na HBO, está sendo levado também para a indústria de jogos eletrônicos. Além de um alguns MMOs ainda sem detalhes, teremos o lançamento de Game of Thrones, um RPG single player, para PC, PS3 e Xbox 360 provavelmente no ano que vem, com roteiro escrito pelo próprio autor do livro. Martin estaria bolando uma trama paralela à da sua criação original, com personagens inéditos até. Confira o primeiro trailer:


© Atlus Games and Cyanide Studios

No vídeo podemos ver o comandante Mormont, da Patrulha da Noite, explicando porque o serviço deles deve ser levado a sério. Além de jogar como um dos “corvos” da Muralha, outro personagem disponível vai ser um dos temíveis sacerdotes vermelhos, que na verdade só aparecem no segundo livro, A Clash of Kings.

Eu diria que é um excelente lugar para começar. Assisti alguns pedaços do seriado (agora que tenho o canal nunca vejo o treco na grade) e tenho a impressão que vão se concentrar nos acontecimentos ao sul, relativos à guerra pelo trono dos Sete Reinos, enquanto para mim os capítulos além da Muralha, ao norte, parecem bem mais interessantes. Na televisão, entretanto, estes são problemáticos devido ao custo de se filmar fora de estúdio, e ao o trabalho extra de usar CG para fingir que está nevando e para criar os monstros que habitam lá. Mas para um videogame isso não é problema algum.

Fonte: MMORPG.com

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Trhailer de Prometheus

Completando a trinca de grande produções ganhando trailers um dia após o outro durante esta semana, chegamos à vez de Prometheus, ficção científica de Ridley Scott e prequel de Alien, o Oitavo Passageiro. Investigando o que pode ser uma pista quanto à origem da raça humana, um grupo de pesquisadores a bordo da nave Prometheus encontra perigosos alienígenas no espaço.


© Brandywine Productions

O longa é estrelado por Michael Fassbender, Charlize Theron, Noomi Rapace, Patrick Wilson, Idis Elba e Guy Pearce. O roteiro foi reescrito por Damon Lindelof (Lost), que afirma ter ideias próprias quanto o que fazer em um prequel – não quer explicar demais os filmes originais, por exemplo, prefere criar histórias novas no mesmo universo. Estréia prevista para junho de 2012 no Brasil.

Quanta escuridão e quantos detalhes! As referências mais óbvias são o Space Jockey e seu veículo espacial antes dele despencar em LV-426. Agora sabemos porque a companhia Weyland-Yutani manda a Nostromo investigar o pedido de socorro, eles próprios tinham deixado o treco ali! E aquela mulher com o penteado da Ripley? Não vi muita gente mencionando, mas o estilo do trailer é muito semelhante ao do primeiro Alien, inclusive a música parece ser igual, e o lento aparecimento do título do filme. Quero ver como vão justificar a diferença na tecnologia, como algo anterior pode ser tão mais moderno do qualquer coisa disponível nos dois primeiros longas da franquia Alien. E cadê as análises frame-por-frame? Que enrolação!

Fonte: JoBlo.com

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Oldboy vai às compras

A produção de Oldboy, remake americano de um thriller sul-coreano, tem andado ocupada atrás de elenco. Após contratarem Josh Brolin para protagonizar, boatos sobre ofertas para mais atores tem surgido todo mês, uma conhecida manobra para divulgar um filme e ao mesmo tempo atrair o interesse de agentes hollywoodianos. Após Colin Firth ter declinado, agora é a vez de Clive Owen, cotado para o papel do vilão, e Mia Wasikowska, a Alice do Tim Burton, para atuar como a filha de Brolin. Nenhuma resposta definitiva até o momento.


© Walt Disney Pictures

O filme original, baseado em uma história em quadrinhos de mesmo nome, conta a história de Oh Dae-Su, homem que é aprisionado por 15 anos sem explicação alguma, em um minúsculo apartamento. De repente é jogado nas ruas e avisado que tem apenas cinco dias para resolver o mistério. O roteiro da versão nova foi escrito por Mark Protosevich (Eu sou a Lenda), e de acordo com o produtor Roy Lee, vai ser mais sombrio e um pouco diferente do original, mas ainda vai agradar aos fãs. Spike Lee dirige e por enquanto não há previsão oficial de lançamento.

Encontrei um DVD de Oldboy por R$ 9,99 em um daqueles cestos de ofertas de supermercado. Quem diria que as horas gastas revirando caixas de duplas sertanejas e clones de desenhos da Disney made in China valeriam tanto a pena? Ainda aproveitei para adquirir Ghost Dog e O Resgate do Soldado Ryan por preços semelhantes. Uma pena que minha mulher embalou tudo e colocou debaixo da árvore de natal, só vou conseguir assistir semana que vem… Ah sim, pelo jeito a produção americana desistiu de Old Boy e vai usar a grafia do original, Oldboy. Pra quê?

Fonte: Slash Film

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