Velhos vampiros homenageados em livro

A Harpercollins Brasil está lançando Herdeiros de Drácula, uma coletânea de 25 contos sobre vampiros, escritos durante o final do século XIX e a primeira metade do século XX. O nome mais popular na lista de autores é Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes, com a história “A Parasita”. Outro nome que pode ser reconhecido por interessados no gênero é Algernon Blackwood, escritor admirado por Lovecraft. Sua contribuição na obra é intitulada “A Estranha Morte de Morton”.

O alho é um tema pouco explorado em tempos modernos
© Harpercollins

São 528 páginas em capa dura, com o preço sugerido de R$ 79,99. A versão digital está disponível por R$ 54,90.

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Para os fãs de vampiros clássicos, parece-me um magnífico presente (ainda prefiro aquela edição especial de Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, caso alguém da minha família esteja lendo). O material provavelmente não irá agradar o público mais jovem, desacostumado com cenários que não incluem tecnologia eletrônica e demais comodidades modernas.

Há alguns anos li The Wendigo, do Algernon Blackwood, sobre um grupo de caçadores viajando pelo mato. O conto expressa assustadoramente o quão isoladas as pessoas conseguiam ficar apenas um século atrás. São espreitados por uma criatura grotesca e estão completamente sozinhos no mundo, sem qualquer perspectiva de ajuda.

Enquanto em um terror moderno os aparelhos celulares precisariam ficar fora da área de cobertura, e os protagonistas disparariam em direção à civilização, no The Wendigo o isolamento é a situação normal para os personagens. Sabem que só podem contar consigo mesmos, e o que acontecer dali em diante depende somente deles.

Nunca li algo tão claustrofóbico em pleno céu aberto!

Recomendo a leitura de velharias como essas, apesar de não conhecer o material específico acima – ajuda a expandir seus horizontes no gênero de horror, atualmente dominado por tripas explodindo para rodo lado.

Fonte: Pré-vendas da Saraiva

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Dezenas de novos alienígenas em RPG futurista

Está disponível a partir de hoje Starfinder Alien Archive, primeiro suplemento do RPG de mesa Starfinder. Além de um catálogo de monstros para o jogo de ficção científica e fantasia, o livro traz regras para criar novas ameaças, e também raças, itens mágicos e equipamentos inéditos para jogadores. A versão digital custa US$ 9,99, enquanto a impressa sai por US$ 39,99.

O entusiasmo continua alto!
© Paizo

Alien Archive possui apenas 160 páginas, sendo um dos menores suplementos já criados pela editora Paizo para sua linha principal de manuais. Em compensação, novos livros no mesmo formato devem ser lançados com mais frequência que os bestiários do RPG de mesa Pathfinder, com rumores sugerindo até publicações anuais.

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Vou comprar hoje a noite e começar a degluti-lo, alternadamente com o manual. Acho que já dominei a maior parte das novidades no combate (mas uma tabela comparativa seria muito útil), e agora estou lendo e revisando as regras de combate entre naves espaciais.

O novo sistema usa mapas diferentes, hexagonais, divide as rodadas de combate em três fases, e tem espaço para tudo quanto é personagem fazer alguma coisa – a menos que você espalhe totalmente seus pontos de habilidade e tenha atributos péssimos. São bem complexas para o mestre, que precisa dominar todos os pontos, mas o jogador pode se focar somente em sua função. Que bom para eles.

Pelo que estou acompanhando, fora das naves o jogo é Star Wars, dentro delas, vira Star Trek. Então obviamente a parte externa é mais desmiolada, enquanto a interna é complexa e estratégica – igual aos filmes (os clássicos, os modernos misturaram demais os elementos).

Não deu para jogar no feriado, mas fiz um belo avanço nos preparativos. Neste final de semana, entretanto, tenho confiança que poderemos jogar pelo menos a primeira quest do pacote gratuito da Starfinder Society. Provavelmente.

Fonte: Paizo

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Replicas é um drama sobre androides/bioroids

Keanu Reeves e Alice Eve protagonizam a modesta ficção científica Replicas, sobre um cientista tentando criar cópias de sua falecida família. O trailer mostra que o projeto inclui clonagem, inteligência artificial e robótica, com as complicações incluindo ética e possíveis sequelas inesperadas na biologia das réplicas.


© Entertainment Studios Motion Pictures

A direção é de Jeffrey Nachmanoff, que passou a última década dirigindo episódios de séries de TV, e o roteiro dos desconhecidos Stephen Hamel e Chad St. John. Sem data de lançamento prevista.

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Olha só, um prelúdio a Blade Runner.

As semelhanças com 2049 na cena do “nascimento” da replicante são um pouco incômodas, já que ambas usam um monte de gosma e uma abundância de cor laranja. Acho que gosma laranja passa a impressão de “orgânico”, ou “biológico”. Mas os filmes foram rodados praticamente ao mesmo tempo, meio impossível um estar copiando do outro.

Parece meio vagabundo para um produto com o Keanu Reeves e a Alice Eve. Ele ainda é uma celebridade A, enquanto ela está na categoria B ou no topo das C. Estão deslocados no meio desse elenco anônimo, e o editor do trailer obviamente explorou suas presenças até não poder mais.

Espero que a revelação da Alice Eve ser uma replicante não seja uma reviravolta importante para o filme, já que foi toda escancarada no vídeo.

Bom, está com cara de “produção exclusiva para serviço de streaming de vídeo”, mas provavelmente nem exclusiva vai ser.

Fonte: Youtube

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Novas adaptações de Philip K. Dick

A Amazon vai lançar no ano que vem uma série de ficção científica exclusiva para os assinantes de seu serviço de streaming de vídeo. Philip K. Dick’s Electric Dreams é uma antologia de adaptações de contos do autor, responsável por obras que inspiraram Blade Runner: O Caçador de Androides e O Vingador do Futuro. Confira um apanhado dos episódios no primeiro trailer da produção:


© Amazon

O enorme elenco inclui Bryan Cranston (também produtor), Steve Buscemi, Geraldine Chaplin, Benedict Wong, Anna Paquin, Terrence Howard, Vera Farmiga, Greg Kinnear e Lara Pulver.

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Além de procurar o próximo grande hit, como a Netflix tem feito, a Amazon Prime Video também quer abocanhar alguns prêmios, para aumentar o prestígio da marca. É exatamente esse o propósito dessa antologia, com tantos nomes graúdos envolvidos em apenas um episódio cada – no meio de tanta bagunça, alguém há de se destacar.

Críticas iniciais a comparam ao programa Black Mirror, da BBC, já que o formato é igual. Mas enquanto o produto britânico é um conto de fadas anti-tecnologia, esse show tem potencial muito maior, considerando o material de referência. Além de escrever sobre os limites da realidade, ou nossa percepção dela, Dick também tem histórias simplesmente divertidas sobre situações-limite com alienígenas ou robôs – só no final de sua carreira parte para religião e metafísica, e fica mais complicado de adaptar, ou sequer entender do que está falando.

A vantagem de fazer uma antologia (ou um programa em que o elenco principal nunca se encontra) é que você pode terceirizar uma boa parte das filmagens e fazer tudo ao mesmo tempo. Especialmente fácil se a identidade visual não precisa se manter constante de um episódio para outro – mas também é algo que você pode disfarçar na edição, colocando a mesma pessoa para trabalhar em tudo.

Encerrando meus pensamentos quanto a isso: duvido que faça muito sucesso, talvez convença alguns fãs do autor e de esquisitices a fazerem uma conta gratuita de 30 dias no Prime Video.

O estranho é que na Amazon está listado como 2018, bem como no trailer, mas vários episódios estão disponíveis em tudo quanto é canto. Esse marketing moderno me ilude.

Fonte: IMDb

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Novo Star Wars é ainda mais barulhento

Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi será lançado em 14 de dezembro, continuando a saga dos novos personagens da franquia. Rian Johnson (Looper: Assassinos do Futuro) dirigiu e escreveu o roteiro, que desta vez inclui Luke Skywalker (Mark Hamill) como um personagem mais presente, ao lado da nova geração encabeçada por Daisy Ridley, Gwendoline Christie, Oscar Isaac, Adam Driver e John Boyega.


© Disney

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Única coisa que me entusiasmou foi o Finn (Boyega) herdando a tonfa elétrica do Stormtrooper que o surrou no último filme. De resto estou com fadiga de Star Wars – muito barulho, muitas explosões, correria, planetas, etc. Do Episódio 3,5 ainda estou com dúvidas sobre o que estava acontecendo, já que pulavam de mundo para mundo o tempo todo, procurando alguém para atingir com seus rifles laser.

O Rian Johnson tem dois filmes magníficos em seu currículo, Looper e Brick – mas será que conseguiu fazer tudo que é capaz, com o comitê de qualidade Disney bafejando na sua nuca? Já quase enlouqueceram o diretor do Rogue One e demitiram os diretores do Han Solo (Episódio 3,75) e do Episódio 9.

Mas como estou transitando de Cyberpunk para Space Opera, pelo menos quanto a RPGs de mesa, preciso render minha homenagem a essa franquia, uma das maiores disseminadoras do gênero. E também estou assistindo ao novo e esquisitinho Star Trek Discovery.

Fonte: Star Wars no Youtube

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Gunnm ganha nova chance no Brasil

A editora JBC anunciou sua versão de Battle Angel Alita – Gunnm Hyper Future Vision, mangá clássico de ficção científica escrito e desenhado por Yukito Kishiro. O primeiro volume tem 448 páginas, preço sugerido de R$ 39,90 e classificação etária de 18 anos. Lançamento em novembro.

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© JBC

A história é protagonizada por Gally/Alita, uma ciborgue sem memória, encontrada em um depósito de lixo. Um cientista recupera seus restos e implanta seu cérebro em um corpo robótico de combate. A partir daí vai enfrentando ameaças eletrônicas grotescas, enquanto explora esse mundo futurista e descobre mais sobre seu passado.

James Cameron planeja adaptar o mangá para os cinemas, assim que concluir sua franquia Avatar.

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Tenho a série quase completa publicada por uma outra editora brasileira. Se não me falham as memórias, trata-se de uma edição não oficial, ou que possui algum problema legal semelhante. É um manga magnífico, e vou aproveitar para inseri-lo em minha coleção de cyberpunk. O preço é salgado, mas serão apenas quatro volumes, provavelmente com alguns meses de intervalo.

Estava fixado em cyberpunk até recentemente, me preparando para mestrar Interface Zero 2.0 em versão para Pathfinder. Infelizmente o livro saiu com vários problemas, e a editora resolver atualizá-lo para Starfinder, praticamente começando do zero. Mantém os consumidores atualizados, mas sendo realista, duvido que ele fique pronto antes do segundo semestre de 2018. Foi um baque no meu entusiasmo, mas vou manter meu interesse alimentado com outros meios de entretenimento, pelo menos.

Por falar nisso, fui assistir Blade Runner 2049 no sábado a noite. É longo pra caramba, mas não dá a impressão de ter cenas desnecessárias. A atuação do Gosling está ótima, bem como de seu par romântico. O filme em si é bom: inventaram uma trama que se conecta ao primeiro sem destruir a história original, os cenários são bacanas mas não chegam perto do fascínio que o primeiro causa (acho que passam pouco tempo em cenários urbanos justamente para evitar comparações), os objetos e veículos futuristas, igualmente, não provocam grande efeito mas também não são ridículos.

A coisa só vai por água abaixo mesmo após o aparecimento do Harrison Ford. E pior que não é culpa dele, que parece estar se divertindo mais aqui do que em Star Wars. Mas o roteiro simplesmente para de fazer qualquer sentido, com vários elementos novos sendo incluídos sem motivo algum, coincidências idiotas e comportamentos irracionais. Parece outro filme.

Fonte: Editora JBC

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Starfinder terá monstros modulares

O RPG de mesa Starfinder vai ganhar seu primeiro suplemento este mês, intitulado Alien Archive. Além de servir como um tradicional livro de monstros, com mais de 80 ameaças novas e bizarras raças que podem ser usadas por jogadores, o manual também traz regras inéditas.

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© Paizo

Ao contrário de Pathfinder, antecessor deste jogo, personagens não-jogadores (NPCs) não serão mais construídos utilizando as mesmas regras que personagens jogadores (PCs). Primeiro, cada monstro ou oponente/aliado é encaixado em um de três tipos: combatente, especialista ou usuário de magia. Depois disso eles recebem “enxertos”, baseados no tipo de criatura ou sua classe, que modificam seus atributos e adicionam-lhe poderes. O objetivo é simplificar a criação de NPCs, e ao mesmo tempo abrir as possibilidades para os mestres inventarem novos alienígenas.

O processo é detalhado em artigo no blog da editora, que deve ser o primeiro de uma série em preparação para o lançamento do livro. Ele estará disponível em formato eletrônico a partir do dia 18.

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Starfinder foi lançado em agosto, superando todas as expectativas de vendas da editora Paizo. Uma das principais reclamações atualmente é a falta de novas cópias físicas, seguida de perto da falta de mais material sobre o jogo em si. Até agora temos apenas o Core Rulebook, a primeira parte de uma campanha e algumas aventuras avulsas da Starfinder Society.

Ou estão com uma estratégia de escassez para evitar o cansaço e inchaço de produtos, ou subestimaram grotescamente o sucesso do RPG. Acredito que seja um pouco de cada.

Comprei o CRB e o Dead Suns parte 1 e vou colocar meus filhos para jogarmos nesse feriado. É curiosamente difícil separar as pequenas diferenças entre Starfinder e Pathfinder na minha cabeça. Pode ser reflexo da minha idade, ou porque as inúmeras pequenas diferenças estão espalhadas em vários aspectos, ao invés de concentradas somente no combate, ou no crafting, por exemplo.

Mas as mudanças são muito boas, e, novamente, a Paizo criou um cenário ótimo, ainda que semelhante ao que você encontra em outras mídias no mesmo gênero. O Pact Worlds System esbanja charme e personalidade.

Fonte: Paizo Blog

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Assista ao filme, leia o livro – Blade Runner

A Editora Aleph lança na semana que vem Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas? – Edição Especial de 50 Anos. Além da história original de Philip K. Dick, que inspirou o filme Blade Runner – O Caçador de Androides, a edição traz 10 ilustrações exclusivas de artistas brasileiros e internacionais, um artigo do escritor argentino Rodrigo Fresán e outro da dupla de pesquisadores Douglas Kellner e Steven Best.

Que fonte será essa?
© Aleph

São 336 páginas, com capa dura, impressão em duas cores e tamanho grande (23 cm x 16 cm). O preço inicial sugerido é de R$ 79,90.

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Nada mais justo que começar e encerrar a semana com Blade Runner, já que o novo filme está disponível desde ontem. Por enquanto estou evitando mídias sociais, e só li títulos de resenhas. Mudaram um pouco de “superou o original” para “expandiu o universo do original” no geral, o que reflete as minhas impressões baseadas nos trailers. Amanhã verificarei.

Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas é um bom livro. Li uma tradução brasileira nos anos 90 e a versão original este ano ou ano passado. Algumas coisas fizeram muito mais sentido, mas imagino que seja graças à minha maturidade/velhice e não apenas a problemas na adaptação em si.

Ele também é muito diferente do filme. Há toda uma questão religiosa, midiática, consumista que ficou completamente fora da adaptação – acho que o foco do longa, a diferenciação entre humanos e máquinas, é quase um sub-tema no livro. Focam mais na questão do que é real ou não, em vários níveis, não apenas na questão humana.

Isso tudo com investigações, pistolas laser, tentativas de assassinato, romance, traição, etc. E animais eletrônicos, a tal ovelha elétrica do título. Será que no filme novo ela finalmente fará uma participação? Nem nos curtas metragens aproveitaram – podiam ter feito um com ela protagonizando!

Voltando ao tópico, o livro parece lindo. Ficaria ótimo na minha prateleira, ao lado da versão antiga. E com o meu aniversário se aproximando…

Fonte: Pré-vendas das Livrarias Saraiva

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Livro grátis promete jornada transcendental

A editora Phoenix Pick está oferecendo este mês o livro Radix, de A. A. Attanasio. Primeiro de uma tetralogia de ficção científica ambientada em um futuro distante, a sinopse diz o seguinte: “Neste estranho e belo mundo, Sumner Kagan vai se transformar de adolescente excluído em um guerreiro com poderes quase divinos, no processo nos levando em uma épica e transcendental jornada”. A obra tem ilustrações de James O’Barr, criador da história em quadrinhos O Corvo.

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© Phoenix Pick

O livro está disponível para download na página http://www.phoenixpick.com/botm/Radix.htm. Nela também é possível adquirir em um pacote os quatro volumes pelo preço reduzido de US$ 6,50, ou em outro pacote a quadrilogia e mais dois livros não relacionados do mesmo autor por US$ 9,50. As ofertas são válidas até o final de outubro.

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Acho que já distribuíram toda a tetralogia (quadrilogia?) do A. A. Attanasio ao longo dos últimos anos, ou vários outros livros dele. Graças ao bizarro/artístico nome, lembro bem de tê-lo visto antes repetidamente, e juntei uma pequena coleção. Também fazem isso com mais um autor, mas seu nome é comum e não me vem à cabeça.

O fato de o protagonista ser um adolescente me desanima, mas ele foi escrito em uma era pré-“young adults”, ou seja, provavelmente ignora os clichês atuais do gênero. E nem tudo protagonizado por adolescentes acaba virando um dramalhão em que o interesse romântico do(a) mocinho(a) vira o tópico principal, mesmo que a destruição do mundo seja iminente. Só na maioria dos livros recentes.

Uma ótima exceção que comecei semana passada é A Brother’s Price, de Wen Spencer. Se passa em um mundo com elementos medievais e de velho oeste, em que as mulheres superam os homens em números na proporção de 30 para 1, ou até mais. Um dos pontos de vista é um guri de 15 anos, mas ainda assim o livro é excelente – pelo menos o primeiro terço que já li.

Então creio que vou mover o Radix mais para cima na lista interminável de leituras futuras. As ilustrações do O’Barr ajudam um pouco – achei que o sujeito tivesse parado no Corvo, não sabia que também fez encomendas.

Fonte: Newsletter da Phoenix Pick

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Ex-Justiceiro vira criminoso doméstico

Thomas Jane é o protagonista de 1922, adaptação cinematográfica de livro de Stephen King. Ele interpreta um fazendeiro que assassina a própria esposa e depois é assombrado por seu fantasma, ou pela culpa. Lançamento em 20 de outubro, exclusivamente no serviço de streaming de vídeos Netflix.


© Netflix

A vítima é interpretada por Molly Parker, que será vista no ano que vem como uma das personagens principais do remake de Perdidos no Espaço. A direção e roteiro ficaram nas mãos do desconhecido Zak Hilditch, com alguns filmes independentes no currículo.

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Thomas Jane parece ter encontrado uma curva ascendente em sua carreira. Além de roubar a cena nas duas temporadas de The Expanse, como o detetive perdedor Joe Miller, está no elenco de The Predator, previsto para o próximo ano.

Gostei muito de seu trabalho como o Justiceiro, apesar do tom muito mais leve que o adotado pela versão atual no Netflix, e ele também protagoniza um ótimo filme de tubarão, Do Fundo do Mar – apesar de não se destacar nele.

Agora parece que deram um longa inteiro para ele fazer o que quiser, com seu sotaque muito mais carregado e caprichado que qualquer outro personagem no elenco. Espero que não desaponte! O tema é meio óbvio, e o filho dele parece bem chato/ruim, mas tentarei lhe dar uma chance justa quando estrear.

Fonte: Syfy

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