Surpresa ilustre em novo trailer de Star Wars

Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força teve seu segundo trailer divulgado ontem, durante um evento oficial. O novo filme, dirigido e co-escrito por J. J. Abrams com Lawrence Kasdan, se passa 30 anos após a trilogia original, com o elenco clássico retornando para apoiar uma nova geração de jedi, sith, pilotos e stormtroopers (!). Lançamento em 17 de dezembro.


© Disney

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Sorriso de orelha a orelha, com os últimos segundos do vídeo. Chamei meu filho, um fã muito maior de Star Wars do que jamais fui, e ele reagiu do mesmo jeito. Moleque sortudo, vai poder assistir um episódio nos cinemas, em uma idade perfeita, e com potencial para ter uma ótima experiência.

Planejava escrever sobre mais tópicos, mas o trabalho hoje estava produtivo e não me deixou tempo livre. Pelo menos dá para encerrar a semana com um post otimista.

Tomara que esse filme seja bom.

Fonte: Bleeding Cool

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Estudantes sobrenaturais trancados em colégio

O novo mangá da editora JBC no Brasil é Enigma, de Kanji Sakaki. De acordo com a sinopse oficial, o protagonista possui “um caderno onde ele escreve previsões do futuro próximo durante o sono!! Só que por deter esse poder, ele é raptado durante a noite e confinado em seu colégio por uma existência que se autointitula Enigma”. Lá precisa se aliar a outras seis pessoas com poderes especiais para tentarem fugir. A história em quadrinhos tem 56 episódios espalhados em 7 volumes e já está concluída no Japão.


© Jump Comics

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Interessante o tema até, se bem que preferiria alguma coisa sem school life, que parece dominar 80% das publicações de manga/anime.

Não lembro se já teorizei sobre os critérios de lançamento de mangá no Brasil, mas vou fazê-lo assim mesmo. Existe um ranking, feito pela empresa Oricon, de volumes mais vendidos no Japão, e que, pela lógica, deveria servir como norteador para mercadores exteriores. No entanto, vemos aqui o lançamento de muita coisa obscura e alguns clássicos.

Acho que temos duas racionalizações possíveis: séries populares são extensivamente pirateadas, o que impacta sua venda por aqui, muitas vezes com anos de atraso, o que motivaria as editoras locais a procurarem pérolas um pouco menos populares; séries clássicas interessam aos veteranos que provavelmente gostariam de ter uma edição impressa de suas publicações prediletas.

É fato que ler um manga no papel é uma experiência bem superior a ficar se atualizando com scans de baixa qualidade. Mas o apelo do gratuito, e uma quase total falta de discussão sobre remuneração justa a artistas que não envolva culpar e/ou criminalizar o consumidor no Brasil, provavelmente conseguem derrubar sensivelmente as vendas de séries de fácil acesso. Mas isso não significa que série menos conhecidas também não sejam ostensivamente pirateadas! O fã desse meio é dedicado e organizado.

E quanto a arquivar mangas, minha coleção de One Piece está parecendo uma pilha de lixo, pelo menos nos volumes em que mudaram o tipo de papel. Meus volumes de Gunnm estão melhorzinhos porque foram ensacados em papel filme – o que significa que não posso relê-los nunca.

Concluindo, não chego a conclusão alguma. Provavelmente publicam algumas coisas aleatórias, e se algo vender bem, procuram série parecidas para editar. Faz sentido.

Fonte: Mangas JBC

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Pathfinder revitaliza suas classes marciais

Um novo artigo sobre Pathfinder Unchained foi publicado pela editora Paizo, com mais detalhes sobre as regras alternativas para seu RPG de mesa. Desta vez os criadores do jogo sugerem modificar skills (habilidades treinadas) e feats (talentos fora do normal).


© Paizo

As novidades para skills são três: backgrounds skills, que seriam utilizadas pelos personagens quando não estão se aventurando, e para as quais são separados 2 pontos extras; consolidated skills, que combina todas as habilidades existentes em apenas 12; grouped skills, permitindo que os personagens tenham uma competência mediana em algumas skills, ao invés do extremo “pontuação máxima ou nenhuma pontuação”.


© Paizo

Já os feats foram modificados de duas maneiras: variant multiclassing, onde o jogador opta por abrir mão de metade dos feats que ganharia ao longo de 20 níveis para receber alguns poderes de uma classe secundária, ao invés de pegar um nível na própria classe, como é exemplificado no texto: um guerreiro aprendendo somente a performance do bardo, ao invés de dividir seus níveis entre as duas classes.

E a outra opção é o Stamina System, que dá novos efeitos para todas as façanhas de combate já publicadas pela Paizo. Esses poderes, chamados combat tricks, são gastos mas se regeneram quando o personagem está fora de uma batalha, semelhante aos antigos maneuvers do Tome of Battle de Dungeons & Dragons, atualizados para Pathfinder de modo não-oficial pela Dreamscarred Press no livro Path of War.

Pathfinder Unchained será lançado no dia 29 de abril, por US$ 9,99 em versão digital.

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Meu comentário não vai fazer sentido se você não joga RPG, então não esquente! Melhor ainda, comece a jogar, vale a pena.

O Tome of Battle foi massacrado pelos jogadores por ser desbalanceado, ao criar classes marciais com opções semelhantes aos usuários de magia, e o Path of War enfrenta algumas críticas semelhantes, apesar de ser considerado uma versão melhorada do sistema original. Ver parte dele ser finalmente transportado para Pathfinder, oficialmente, vai deixar alguns jogadores doidos, e outros se sentindo vingados.

Mas acho bom contextualizar: em RPGs como D&D e Pathfinder, magos e clérigos de nível alto são considerados classes absurdas, tamanho o acesso a poderes que possuem. Enquanto isso guerreiros tendem a ficar cada vez mais obsoletos, melhorando seu dano e defesa, mas nem se comparando às maluquices que um mago pode invocar e derrubar na cabeça de exércitos inteiros. ToB e PoW criam classes com maneuvers, que são golpes especiais, o tipo de coisa que você vê em qualquer anime de luta, e com um poder de fogo que aproxima as duas categorias de personagem.

Só que o Tome of Battle aparentemente possuía maneuvers que podiam ser explorados pelos jogadores para causar danos absurdos e outras vantagens não planejadas. O Path of War parece ter eliminado esses exploits, e atualmente é criticado basicamente por ter classes que são mais poderosas que o guerreiro típico – mas os próprios críticos reconhecem que várias classes oficiais de Pathfinder já são mais poderosas que esse personagem icônico.

Estou muito curioso para ver como as empresas 3rd party de Pathfinder vão lidar com esses sistemas alternativos, alguns deles em conflito direto com suas próprias modificações. Acho que vou criar um tópico sobre isso nos fóruns, o pessoal já deve ter alguma coisa planejada.

Fonte: Paizo Blog

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Novo dinheiro para a Torre Negra

A adaptação cinematográfica e televisiva de A Torre Negra, do escritor Stephen King, ganhou uma sobrevida com o anúncio que a Sony Pictures será uma das novas financiadoras do projeto. Após anos de boatos e mudanças de estúdios, o projeto atualmente está sendo desenvolvido com um novo roteiro, baseado no primeiro livro da franquia, O Pistoleiro. Os demais seis livros seriam adaptados tanto em uma série de televisão quanto em mais longas.


© Objetiva

A Torre Negra é protagonizada por Roland Deschain, o qual, segundo sinopse da editora Objetiva, “para evitar a completa destruição desse mundo já vazio e moribundo, precisa alcançar a Torre Negra, eixo do qual depende todo o tempo e todo o espaço”, coletando aliados e visitando outras dimensões enquanto isso.

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Será que vai sair mesmo? Enquanto não ligarem a câmera e começarem a filmar o povo, não acredite em nada.

Quase estou considerando ler essa milionária saga. O primeiro livro está bem barato, com a edição de bolso da Objetiva mais em conta até que o e-book em inglês, graças ao dólar no valor absurdo que anda. Muita gente adora e recomenda a franquia, mas o problema é que esse povo geralmente é fã de tudo que o King faz, comprando todo livro que ele solta, sem critério algum, e raramente defendendo com qualquer ardor publicações de outros autores. É como perguntar para um fã da Apple que computador você deveria comprar.

Acho melhor esperar pelos filmes mesmo.

Fonte: Deadline

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Witcher já tem expansões a caminho

The Witcher 3: Wild Hunt terá duas expansões pagas, anuncia a desenvolvedora CD Projekt Red. Heart of Stone custará US$ 9,99 e traz 10 horas de conteúdo, enquanto Blood and Stand introduz uma nova região, ao longo de 20 horas, por US$ 19,99. A primeira expansão deve sair em outubro, e a segunda no início de 2016. O jogo em si, já adiado várias vezes, deve estar disponível a partir do mês que vem, para PC, Xbox One e PlayStation 4.


© CD Projekt Red

Geralt of Rivia é um witcher, figura do folclore polonês, um caçador de monstros modificado através de alquimia e treinado em combate e magia. Nesta terceira aventura ele caça suas criaturas ao longo de 100 horas de conteúdo, conforme cálculo pela empresa.

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Gosta de fantasia realista como Game of Thrones? Então vai gostar de The Witcher, se puder conviver sem as intrigas políticas e constante troca de pontos de vista. Geralt tem uma moral heroica, mas seus métodos são absolutamente práticos e eficientes – nada de batalhas épicas, mas sim assassinatos friamente preparados, ou apenas desesperados, quando não há tempo ou alternativas.

Há pouquíssimo tempo escrevi aqui que não sou um fã muito dedicado do Witcher, por nunca ter tempo de jogar e pelos livros não terem sido traduzidos na ordem correta para o inglês.

Pelo menos uma dessas coisas vai mudar em breve! O segundo livro do Witcher vai ser lançado em maio nos EUA, me informa a Wikipédia, e finalmente vou poder retomar a franquia (se não cobrarem 15 dólares pelo treco, digo). O Witcher 1 por outro lado, continua empacado. Acho que não jogo nada eletrônico há um mês e meio. Vou ficar com cãibras de mouse quando finalmente voltar à prática.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: http://thewitcher.com/witcher3/

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Dramático teaser de True Detectives 2

A segunda temporada de True Detectives ganhou um teaser trailer com seu elenco principal ocupado em atividades diversas, com o áudio substituído por uma música. Colin Farrell, Rachel McAdams e Taylor Kitsch são os novos policiais protagonistas, enquanto Vince Vaughn interpreta um criminoso. Todos estão envolvidos em um crime(s) misterioso(s), explorado(s) ao longo da temporada de oito episódios.


© HBO

O programa será lançado em junho, exclusivamente na HBO, e sua história aparenta não ter conexões com a primeira temporada.

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Já ouvi falar de Carcosa, Yellow King, situações, nomes, locais, uma tonelada de informações sobre a primeira temporada de True Detectives. E isso tudo sem nunca ter ido atrás de qualquer um desses detalhes. Recebi tudo passivamente, apenas de frequentar sites sobre entretenimento ou ouvindo programas ligados à area. O povo do meio parecia mais interessado nesse programa do que em Game of Thrones, até.

E, obviamente, nunca assisti um único episódio. Nem mesmo um minuto. Mas isso talvez mude agora que a HBO anunciou seu próprio streaming service, desatrelado da obrigatoriedade de assinar os canais. Se o preço for razoável, assino o treco e aproveito para assistir também o GoT – até hoje vi o primeiro episódio apenas, e alguns trechos de um da segunda temporada. Tudo derivado daqueles benévolos finais de semana quando deixam a programação aberta para todos assinantes.

Provavelmente estou perdendo alguma coisa, mas não fez falta.

E, olhem só, a essa hora o Demolidor já deve estar disponível no Netflix.

Fonte: io9

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Deus Ex 4 traz conflitos entre implantados e comuns

A Eidos Montreal divulgou, através da revista Gamer Informer, que está trabalhando no jogo Deus Ex: Mankind Divided, uma continuação de Human Revolution. O protagonista Adam Jensen retorna, dois anos após a conclusão de sua aventura anterior, trabalhando com uma força-tarefa da Interpol para caçar terroristas com implantes eletrônicos (augmentations).


© Eidos Montreal

De acordo com o texto de divulgação, Jensen tem “novas opções de augmentations que lhe facilitam a furtividade, o combate e as interações sociais”, dando a entender que os jogadores terão mais poder de decisão sobre como resolver as diversas missões do título.

Novas opções incluem hackear objetos eletrônicos a distância, disparar nano lâminas e se cercar com um quase indestrutível nano escudo. Mankind Divided será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC, mas sem data oficial por enquanto.

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Adoro cyberpunk (acho que não digo essa frase há algumas semanas) e tento consumir o máximo possível dessa subcultura disponível. Minha investida mais recente foram as duas temporadas de Ghost in the Shell e dois episódios de Ghost in the Shell Arise (não acho os dois últimos de modo algum), com os filmes já engatilhados.

Deus Ex é uma das franquias clássicas do gênero, que acompanho o desenvolvimento apesar de nunca jogar, devido ao estilo first person shooter. Lembro que os primeiros tinham um foco muito maior em conspiração do que no aspecto human augmentation, que parece estar dominando a narrativa agora. Puro reflexo da época em que foram produzidos, me parece, e ambos se encaixam no tema cyberpunk perfeitamente.

Lembrei que tinham lançado um livro de Deux Ex 3, mas eis que ainda está à venda por 8 dólares, quase quatro anos após o lançamento. Será que vamos precisar de livros digitais usados para garantir uma redução no preço de produtos mais velhos? Veja os livros de Diablo 3, para se ter uma comparação razoável, o primeiro, lançado em 2012, caiu para 4 dólares… mas o segundo, do ano passado está disponível por grotescos 13 dólares.

Dá para entender um absurdo desses?

Quero meu sebo de e-books.

Fonte: Coming Soon

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Demolidor chega em dois dias

Chega ao Netflix nesta sexta-feira (10) a primeira temporada de Daredevil, série baseada no personagem dos quadrinhos Demolidor, da Marvel Comics. Ambientado no mesmo mundo que os demais filmes e programas de TV da empresa, o programa, pelo que está sendo apresentado nos trailers até o momento, deverá ser mais sombrio e realista.



© Marvel Comics

Charlie Cox é o protagonista, um herói cego com grande agilidade e demais sentidos aguçados, acompanhado por Deborah Ann Woll, Rosario Dawson e o Vicent D’Onofrio, que interpreta o vilão Rei do Crime.

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Admito que só vou assistir a essa série por dois grandes (altos, enormes, espaçosos) motivos: já sou assinante do serviço e portanto não terei custos adicionais; presença do Vincent D’Onofrio. Virei fã do sujeito em Law & Order: Criminal Intent e já assisti alguns filmes bem horrorosos só porque ele estava no elenco, bem como alguns razoáveis. Quero vê-lo fazendo um estrago.

Gosto do tom tranquilo, feliz, satisfeito dos filmes feitos pela Marvel – se esse for o primeiro produto deles com um herói resmungão e reclamão, ficarei decepcionado. Tentei assistir ao segundo Espetacular Homem Aranha recentemente, e o cabeça de teia passa o filme todo deprimido, choramingando e tendo alucinações com o sogro (!) morto. Uma vergonha total. Curiosamente, é quase a mesma fórmula do segundo filme do Wolverine, só que esse tem um final menos trágico. Até o Homem de Aço, é mais tempo sofrendo e resmungando do que sendo heróico.

Acredito que seja culpa da influência do Nolan no cinema de super-heróis, onde depressão e sofrimento deixam os filmes do Batman realistas. Mas não ao custo de diálogo, ritmo e roteiro (pelo menos nos dois primeiros, não vi o último). Não estou com paciência para protagonista resmungão – desisti de um livro do Charlie Huston recentemente por isso. Uma cena de ação, e dá-lhe reclamar da vida. Chega.

Fonte: Bleeding Cool

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Mais um vilão no Esquadrão Suicida

O filme repleto de atores e atrizes de renome Esquadrão Suicida continua aumentando seu elenco de vilões da DC Comics. O mais recente é o Crocodilo, interpretado por Adewale Akinnuoye-Agbaje, que irá dividir a tela com Margot Robbie, Jai Courtney, Cara Delevingne, Joel Kinnaman, Jared Leto e Will Smith. Lançamento em agosto de 2016.


© DC Comics

O Crocodilo, no original Killer Croc, é um vilão tradicional do Batman, um homem enorme e com deformidades que o deixam com uma pele escamosa e aparência de réptil. Sua habilidade consistia apenas em uma força sobre-humana e ferocidade, consequências de seu limitado intelecto.

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São tantos nomes famosos, de primeiro e segundo escalão, que nem parece verdade. Será que vão conseguir mesmo fazer esse filme, com todos esses egos envolvidos? Imagina o quanto vão gastar só de salário. Os demais filmes da DC (da fase atual pelo menos) usaram gente bem desconhecida como protagonista, com veteranos famosos comendo pelas beiradas em algumas pontas – fórmula utilizada na trilogia do Batman e no novo Super-homem.

Mas, colocar esse bando de povo para protagonizar (antagonizar?) como vilões em um filme com a palavra Suicida no título? Não sei se é uma ousadia genial ou se vai ser um fiasco inacreditável. Mas é fato que estão gastando mais nisso do que em um futuro filme da Liga da Justiça, pelo menos no quesito cachê.

Adorava as histórias do Esquadrão Suicida: Amanda Waller, Capitão Bumerangue, Shade… muito material, excelentes histórias – mas aposto que funcionariam melhor como um seriado de televisão bem dark.

Fonte: Slash Film

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Volta ao mundo em Assassin’s Creed

Assassin’s Creed Chronicles é o próximo projeto da franquia, anuncia a Ubisoft, que subsidiou o desenvolvimento para a empresa Climax Studios. Serão três jogos, situados, em ordem de lançamento, na China, Índia e Rússia, com os jogadores controlando assassinos em diferentes épocas desses países, em momentos de grande violência e tensão política. Disponível para PS4, Xbox One e PC, este ano.


© Ubisoft

Assassin’s Creed Chronicles: China se passa no século XVI, com a assassina Shao Jun, última sobrevivente da irmandade de assassinos local, buscando vingança durante a queda da dinastia Ming.


© Ubisoft

Assassin’s Creed Chronicles: Índia se passa no século XIX, durante o conflito entre os sikh e a Companhia das Índias Orientais. O assassino Arbaaz Mir precisa recuperar um artefato das mãos de um templário.


© Ubisoft

Assassin’s Creed Chronicles: Rússia coloca o assassino Nikolai Orelov na cena do massacre da família real Romanov, onde ele tem a oportunidade de resgatar a famosa princesa Anastasia e escapar do exército bolchevique, no início do século XX.

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Claro, inicialmente também fiquei espantado com a ousadia e alcance do projeto – três jogos, em épocas e países completamente diferentes?! Mas, pensando friamente, vão usar a mesma engine para os três títulos, sendo o visual apenas uma questão de colocar três equipes de arte diferentes para desenvolver. A programação dos três jogos pode ser feita pelo mesmo grupo, e o design das fases provavelmente não vai mudar tanto assim de um título para outro – a única variável em ficar pulando entre telhados é a distância dos prédios/casas.

Gostaria de ler/assistir mais detalhes sobre a pesquisa histórica feita pelo povo da arte e pelos roteiristas, porém. E imagino que o trabalho dos primeiros foi muito mais difícil do que dos segundos.

Aplaudo a iniciativa de mostrar épocas e países diferentes do padrão. É ótimo para dar uma variada da típica fantasia medieval européia (apesar da Rússia no pacote). E se os jogos forem bons, provavelmente vão incluir cenários ainda mais exóticos e bizarros, quem sabe até o Brasil.

Fonte: Videogamer

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