Mais Lovecraft no mercado editorial brasileiro

A editora Darkside Books vai lançar em dezembro H.P. Lovecraft – Medo Clássico – Vol. 1, coletânea de contos de um dos principais escritores americanos de horror. São duas edições, Miskatonic e Cosmic, com o mesmo conteúdo interno, mas capas e acabamentos bem diferentes. O preço sugerido de ambas é R$ 59,90 por 384 páginas.

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© Darkside Books

Além das histórias clássicas, não divulgadas pela editora, o volume inclui notas comentadas, ilustrações de Walter Pax, e uma seleção de cartas e documentos do autor.

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Sempre considerei H. P. Lovecraft um ótimo autor para presentear alguém. Já fiz isso algumas vezes com as edições de bolso da L&PM Pocket, e ninguém reclamou – podem não ter lido, mas é um item interessante para se manter na prateleira.

Por um tempo contemplei comprar as duas edições: Miskatonic para o moleque e Cosmic para a guria – o visual parece perfeito para as personalidades de ambos. Mas acho que não estão na idade ainda para empreender o esforço de ler contos publicados há cerca de um século. O treco exige a aquisição de um certo vocabulário, pois o Lovecraft adorava adjetivos “incomuns”.

Sugiro uma visita ao site da editora: fizeram até uma lista de músicas temáticas, ficou bem profissional a apresentação. E apesar de todo o cuidado promocional, não colocaram em lugar algum o índice do livro. Bizarro.

Fonte: Pré-vendas da Saraiva

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Path of Exile dedica dezembro aos veteranos

O MMORPG Path of Exile vai ganhar outra expansão em dezembro. War for the Atlas é voltada para o público veterano, e permitirá aos jogadores decidirem os rumos de uma guerra entre duas entidades. O conteúdo principal se passa no sistema Atlas of Worlds, um conjunto de mapas para personagens de nível mais alto.


© Grinding Gear Games

O jogo é gratuito, com venda de equipamentos para bancar seus custos de manutenção e desenvolvimento. PoE tem 7 classes iniciais, com outras 19 secundárias. Todos personagens têm acesso aos mesmos poderes passivos, enquanto os ativos precisam ser encontrados e equipados em itens.

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Diabloclone mais bem sucedido atualmente (talvez mais que o próprio Diablo 3, hoje em dia), Path of Exile é um mistério para mim. Tendo jogado somente em níveis baixos com dois ou três personagens, abordar esse material de alto nível é como descrever um jogo totalmente diferente.

Ele começa tão pé no chão, com o personagem pé-rapado sobrevivendo de escambo, juntando tudo quanto é lixo e sempre com falta de espaço no inventário. Mas depois o treco parece ficar bem metafísico, com sistemas de mapas desafiando a realidade, divindades se metendo na trama. É estranho ver um jogo passando de low para high fantasy desse jeito – como nunca cheguei perto dos níveis médios, não sei como é a transição. E pior que, se for voltar a jogar agora, provavelmente iria começar com um personagem novo. Não estava muito entusiasmado com meu templário.

Por falar em MMORPGs, Secret World Legends sofreu uma reviravolta brutal em seu sistema de equipamentos na semana passada. Basicamente trocaram tudo por algo bem mais simples e customizável. Ficou muito mais fácil jogar sozinho, o que não deixa de ser o principal problema do título: você não encontra ninguém nos mapas, apenas em dungeons. E lá é apenas quebra-quebra, nada de papo-furado. É divertido, mas repetitivo.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: https://www.pathofexile.com/game

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Incríveis retornam após 14 anos

Os estúdios Disney divulgaram o primeiro teaser de Os Incríveis 2, sequência da animação lançada pela Pixar em 2004. O novo filme deve ser lançado em junho do ano que vem, com a maioria do elenco original e Brad Bird novamente dirigindo e encarregado do roteiro.


© Disney

A continuação retoma a trama imediatamente após o primeiro, com a família Pêra enfrentando o vilão Escavador, recém emergido do subsolo. Estão no filme Samuel L. Jackson, Holly Hunter, Craig T. Nelson, Sarah Vowell e John Ratzenberger, com o novato Huck Milner substituindo o dublador do personagem Flecha Pêra, atualmente velho demais para o papel.

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Esse conflito também foi retratado em The Incredibles: Rise of the Underminer, um dos primeiros jogos de computador que joguei com meu filho, talvez o único cooperativo na mesma máquina até hoje. Na época ele era tão minúsculo que dava para dividir o mesmo teclado.

É ótimo ver uma continuação de Os Incríveis, provavelmente o melhor filme da Pixar e um dos melhores sobre super-heróis – acho sensacional como continuam fazendo versões do Quarteto Fantástico uma pior que a outra, enquanto essa animação acerta na mosca uma família de heróis.

Mas ela estar colada na primeira é um tanto esquisito. Não vão ter que reapresentar todos os personagens para as gerações que nasceram desde então? Deixar esse filme tão atrelado ao primeiro não arrisca alienar justamente essa juventude, cujos pais imploram que saia de casa de vez em quando e leve esses R$ 50 com você e não volte até as 18h? Ou acreditam que os recentemente adultos irão por conta assistir a esse filme, movidos pela nostalgia? Não me imagino indo ver um filme da Pixar sem crianças junto como justificativa, e atualmente não há nenhuma por perto.

Após 14 anos, provavelmente possuem uma estratégia de mercado para lidar com isso.

Fonte: Coming Soon

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Mais um Ghost in the Shell chega em dezembro

A editora JBC colocou em seu catálogo o mangá The Ghost in the Shell 2.0 – Manmachine Interface. O volume único é uma continuação da obra de Masamune Shirow, e traz uma versão “atualizada” da protagonista major Motoko Kusanagi. A trama se passa em realidade virtual que serve como internet, e o foco é a caçada por uma nova inteligência artificial.

Parece que emagreceu ainda mais
© JBC

São 304 páginas, “muitas delas coloridas”, segundo a JBC, pelo preço sugerido de R$ 64,90. O lançamento está previsto para 15 de dezembro.

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Meu interesse doentio por cyberpunk deu uma esfriada com o fiasco da conversão de Interface Zero 2.0 para o RPG de mesa Pathfinder (lançaram uma versão problemática, daí desistiram e resolveram converter tudo para Starfinder. Deve sair no ano que vem, em algum momento). Mas é impossível não ficar entusiasmado com uma publicação dessas.

Nunca li a obra em si ou sequer muito a respeito – sei que a Kusanagi fez algum tipo de fusão e vira uma personagem nova, com esse cabelo ruivo/castanho, e acho que até adota outro nome. Pela premissa parece ser ainda mais lisérgico que o The Ghost in the Shell original. A noção de internet via realidade virtual dominava os anos 80-90, mas mesmo com o pequeno ressurgimento atual no mercado de jogos eletrônicos, acho que ninguém está trabalhando em uma interface que adapta a www para esse sistema. Seria divertido ver o que conseguiriam fazer, mas não imagino como deixar isso lucrativo.

Estava pensando em comprar o Battle Angel Alita #1, mas vou deixá-lo na lista de desejos até uma promoção aparecer. Agora é separar a verba para esse tGitS 2.0, já que está meio salgado – mas pela qualidade das publicações, vale a pena o investimento.

Será que vão lançar as adaptações dos animes? Ou os livros?

Fonte: JBC

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Monstros gigantes destroem cidades inocentes

Rampage: A Fúria dos Monstros, a próxima adaptação de um videogame para os cinemas, ganhou seu primeiro trailer protagonizado por Dwayne Johnson. O astro interpreta um cientista cujo gorila de estimação é vítima de um experimento e começa a destruir a civilização. Lançamento em abril do ano que vem.


© New Line Cinema

Também estão no elenco Jeffrey Dean Morgan, Malin Akerman, Joe Manganiello e Naomie Harris. A direção é de Brad Peyton, com roteiro de Carlton Cuse, Ryan Engle, Ryan Condal e Adam Sztykel, todos os cinco tendo já trabalhado com Johnson recentemente, ou escalados em um dos seus próximos filmes.

Rampage foi lançado em 1986 para fliperama, permitindo aos jogadores controlar três monstros diferentes com o objetivo causar o máximo de devastação possível, enquanto enfrentam forças militares.

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Estava esperando algo muito pior, mas é apenas um Transformers com monstros gigantes e menos diálogos horríveis. As criaturas não serem capazes de falar ajuda, mas imagino que o gorila albino eventualmente vai usar linguagem de sinais para se comunicar com The Rock e salvar o dia. Curiosamente não antropomorfizaram o lobo, que no original era um lobisomem, e aparentemente também não o fizeram com o Godzilla genérico no final do vídeo.

Lembro de ter jogado pelo menos uma vez Rampage para Nintendo ou Master System (talvez até em algum 16 bits, não consigo precisar). Não sobrou muito arquivado – ou achei o treco repetitivo ou minha boa índole já se manifestava desde a tenra idade, e não me identifiquei com a matança e destruição inconsequente.

Mas o filme parece divertido para perder algumas horas quando sair no Netflix. Ou Amazon Prime, se continuarem sua campanha agressiva de expansão.

E esse sotaque do Morgan?

Fonte: IMDb

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Poderes Psiônicos em Starfinder

A editora Dreamscarred Press lançou a primeira parte de seu Psionics Guide, manual que adapta poderes psiônicos para o RPG de mesa Starfinder. O material está aberto para leitura, comentários e críticas, que serão avaliados pelos autores antes da elaboração do livro final. Clique no logotipo abaixo para abrir o arquivo no Google Docs.

Belo logotipo, mais inovador que o livro até agora
© Dreamscarred Press

O playtest inclui todas as raças psiônicas já vistas no manual Ultimate Psionics, para Pathfinder, e também a colônia de fungos inteligentes que habitam uma armadura, os Atstreidi; a classe Aegis, capaz de criar armaduras feitas de ectoplasma e modificá-la com poderes diferentes; o arquétipo Soulknife, que permite a outras classes utilizarem uma arma feita de energia psiônica em troca de perder alguns poderes; e façanhas psiônicas.

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Com a escassez de produtos compatíveis (e mesmo oficiais) para Starfinder, esse playtest é muito bem-vindo. Fiquei um tanto desapontado, pois imaginava que iriam seguir a mesma linha do manual oficial: novas raças principais, e novas classes mesclando funções de várias clássicas. Mas na verdade estão apenas convertendo o material antigo, e colocando todo mundo no espaço. Mas é melhor que nada! E ainda não vimos os sistemas mais relevantes, justamente os poderes psiônicos.

Estou fazendo comentários sobre as raças, já que o resto das análises está focando no Aegis e Soulknife. Não encontrei muitos problemas, só algumas frases que poderiam ser mais específicas, e alguns ecos de Pathfinder que foram modificados ou descartados em Starfinder mas sobreviveram na primeira versão do texto.

Espero que incluam alguma coisa quanto ao combate entre naves espaciais. Tivemos um no final de semana, e achei tudo muito lento. Enquanto no conflito normal a maioria dos personagens estão fazendo dano ou tentando prejudicar oponentes/apoiar aliados, em uma nave espacial de dois a três personagens ficam imobilizados em funções importantes (piloto, engenheiro, oficial de ciências) mas incapazes de danificar inimigos diretamente. Você até pode colocar múltiplos personagens na artilharia, mas as restrições de posicionamento da nave geralmente permitem que apenas dois ataquem. E os pontos de escudo e de casco são intermináveis!

Adoraria ver uma nova função exclusivamente para personagens psiônicos, atacando a tripulação com telepatia, ou diretamente a nave com telecinésia – mas acho que estou sonhando alto demais. No máximo devem incluir alguns equipamentos psiônicos para instalar nas embarcações espaciais.

Imagino que a própria Paizo vai acabar revisando as regras oficiais, dando mais opções hostis aos demais personagens, ou pelo menos dano dobrado em ataques críticos.

Fonte: Dreamscarred Press

Playtest: Psionics Guide

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Outro horror infantojuvenil no catálogo do Netflix

O serviço de streaming de vídeos Netflix está investindo em um novo drama sobrenatural de época protagonizado por crianças. Dark é uma produção original alemã, com lançamento previsto para o mês que vem, exclusiva para assinantes.


© Netflix

De acordo com a divulgação, serão 10 episódios sobre o desaparecimento de jovens com mais de 30 anos de intervalo entre os crimes, mas com várias características em comum. O marketing também insinua a utilização de viagens no tempo.

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Parece que o ocidente descobriu o filão de filmes de horror com crianças envolvidas em bizarrices sobrenaturais, explorado exaustivamente na Ásia nas últimas duas décadas. Stranger Things, da própria Netflix, deu início à moda, consolidada por It – A Coisa, lançada nos cinemas este ano. Agora teremos mais uns cinco anos disso, se for moderadamente lucrativo, ou uns 10, se for muito bem – igual ao gênero de super-herói. Mal posso esperar pelo ciclo parar em ficção científica novamente. Pelo resultado medíocre de Blade Runner 2049 nas bilheterias, e má qualidade de outras franquias, vai demorar.

Espero que a dublagem em inglês seja boa. Costumo assistir/ouvir essas séries do Netflix quando estou dobrando roupas, lavando louça ou montando miniaturas para sessões de RPG de mesa (tanto editando-as no GIMP quanto recortando e colando a versão impressa – fiz umas bases destacáveis de papel que facilitaram minha vida horrores), então aproveitar as nuances do áudio original é impossível.

Fonte: Syfy

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Estúdio anuncia MMORPG steampunk para 2018

A criadora dos jogos online Tera e PlayerUnknown Battlegrounds vai lançar um novo MMORPG intitulado Ascent: Infinite Realm, com um beta test previsto para o ano que vem. De acordo com a divulgação, o cenário irá combinar fantasia com steampunk, e se dividir em combates terrestres ou aéreos, usando robôs gigantes e navios voadores.


© Bluehole Studios

Uma das palavras-chave no texto de divulgação é “customizável”, enfatizando que tanto as cinco classes de personagens quanto seus veículos poderão ser modificados. Também destacam uma modalidade de duelo entre facções de jogadores, em que enormes grupos irão se alternar na defesa e ataque.

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Acho que Bluehole é uma daquelas piadas que parece hilária no momento de sua composição, mas que ao longo dos anos só te faz morrer de vergonha. Fenômeno muito comum na hora de escolher nome de guildas ou clãs.

Ascent: Infinite Realm é uma baderna cheia de movimento e barulho, provavelmente chamativa para o público jovem (10 a 40 anos). Achei parecida com a maioria dos MMOs asiáticos lançados em anos recentes, mas como é do povo de Tera e PUB, vale a divulgação. Mesmo não jogando qualquer um destes, não ignoro suas existências – ou seja, a publicidade foi muito eficaz, ou há um grande público consumidor em ambos. Algo de correto estão fazendo.

Tentei encontrar um novo MMORPG nesse final de semana, mas no final das contas acabei jogando mais um pouco de Secret World Legends. As dungeons em grupo são divertidas, mas o grinding solitário de quests é de matar. Outra opção que ainda parece aclamada por público e crítica é Path of Exile, que acredito ter parado justamente devido ao grinding e isolamento, mais severo ainda devido aos mapas serem todos instances, exceto as cidades.

Pode parecer estranho para quem não conhece o gênero, mas me diverti mais jogando o RPG de mesa Starfinder com meus filhos por 2 horas do que a tarde toda de domingo fuçando MMORPGs no computador.

Fonte: Videogamer

Site oficial: https://www.airthegame.com/teaser

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Star Wars vai abandonar a família Skywalker

Os estúdios Disney anunciaram que Rian Johnson (Looper: Assassinos do Futuro), diretor e roteirista do episódio VIII de Star Wars foi contratado para criar uma nova trilogia nesta franquia. Os filmes irão se passar longe dos acontecimentos e locais já apresentados, em “um canto da galáxia” nunca explorado antes. Mais detalhes ainda não foram divulgados.

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© Disney

Os Últimos Jedi chega aos cinemas no dia 14 do mês que vem, continuando a saga de Rey, Finn, Poe, Kylo e Phasma, ao lado dos veteranos Luke, Leia e Chewbacca.

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Primeira boa notícia sobre Star Wars que leio em anos. O Rian Johnson tem ótimos filmes e episódios de Breaking Bad no seu enxuto currículo, então tinha alguma expectativa para seu Star Wars. A constante presença do comitê Disney no pescoço dos cineastas anteriores, rendendo algumas produções caóticas e pouco estimulantes, porém, praticamente anulava isso.

Mas para chegarem ao ponto de fechar um contrato gigantesco desses, ou o cara fez um trabalho tão bom que o comitê não teve aonde intervir, ou ele é uma marionete completa deles. Considerando sua experiência, prefiro acreditar na primeira opção.

Fico um pouco mais animado para ver o Episódio VIII.

Fonte: The Wrap

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Manual da selva em Pathfinder inclui classe e raça inéditas

A editora Paizo vai lançar seu próximo manual do RPG de mesa Pathfinder na semana que vem, dia 15 de novembro. Ultimate Wilderness é dedicado à natureza, trazendo uma classe nova, o Shifter, e opções para três raças específicas: os Ghorans e os Vine Leshys (estes inéditos), que são plantas humanoides, e os Gathlain, fadas voadoras. A versão digital custa US$ 9,99 e a impressa US$ 44,99.

Já viu caso pior de “pés de galinha” que esse? Ba-dum-tss
© Paizo

O livro tem mais de 60 páginas dedicadas a archetypes, versões modificadas de classes, além de equipamentos, façanhas, magias, novas regras para utilizar animais companheiros e explorar a natureza, e detalhes sobre o First World, dimensão das fadas.

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Em artigos sobre o livro publicado no site da editora, comparam o Shifter principalmente ao Druid e ao Hunter. Nas resenhas mencionam também o Monk, como inspiração para o uso de garras da personagem. Até agora a classe nova não está coletando muitos elogios, com o pessoal reclamando que é mais fraca que as duas que doaram pedaços para sua criação. A ausência de magias me surpreendeu – com tantos poderes de metamorfose, faria sentido ela ter, pelo menos, uma progressão até nível 4.

Estava pensando em comprar o livro, já que não adquiro nada oficial de Pathfinder há um bom tempo. Mas não me imagino retornando ao sistema tão cedo, agora que comecei a jogar Starfinder, com seus inúmeros aspectos superiores. Só olhar para uma lista de feats de Pathfinder já começa a me dar calafrios.

Vou é juntar mais alguns dólares ao montante e comprar o segundo volume da campanha de Starfinder que estão publicando. Começamos a jogar as quests gratuitas, e até agora está indo bem – o entusiasmo da minha filha pelo cenário futurista acabou prolongando a sessão por quase meia-hora. Mas na próxima vamos mexer com as naves espaciais, daí veremos se a coisa vai para frente mesmo. É completamente diferente de qualquer coisa que já vi em Pathfinder.

Fonte: Paizo Blog

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