Série paródia de Star Trek a caminho

O Amazon Studios está desenvolvendo uma versão em série do filme Heróis Fora de Órbita (Galaxy Quest), paródia do final dos anos 90 sobre Jornada nas Estrelas e seus fãs. De acordo com rumores, um dos roteiristas e o diretor do filme vão retornar para esta nova versão, mas não há informações sobre o elenco. O programa seria oferecido para assinantes do serviço de streaming deste site de vendas.

Assista se gostar de Star Trek
© DreamWorks

O filme original contava com Tim Allen, Sigourney Weaver, Alan Rickman, Tony Shalhoub e Sam Rockwell como tripulação de uma fictícia série de TV, cujos episódios fazem sucesso em uma civilização alienígena que acredita em tudo que assistem. Também participaram do longa Justin Long e Rainn Wilson, atores iniciantes na época.

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É um filme divertido claro, as piadas são bem óbvias, mas o elenco experiente faz um trabalho impressionante com elas. Só que é uma ideia extremamente batida, e meio complicada de se arrastar por um filme inteiro, quanto mais por uma série de sabe-se lá quantas temporadas.

Acho que, atualmente, seria mais fácil recontratar o elenco original do que o de apoio, considerando a quantidade de trabalho presente nas fichas de todos. E gostaria de ver esses veteranos atuando novamente, apesar de que alguns deles não conseguiriam repetir sequer as poucas cenas de ação de 16 anos atrás – vão precisar caprichar ainda mais nas piadas sobre velhice.

Terrível.

Fonte: Coming Soon

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Viagem no tempo é tema de série de ação

Shawn Ryan (The Shield) e Eric Kripke (Supernatural) estão escrevendo e produzindo o episódio piloto de uma série sobre viagem no tempo para a NBC. A divulgação do projeto está chamando-o de uma mistura de Missão Impossível e De Volta para o Futuro. De acordo com a sinopse, o programa terá um trio de protagonistas viajando pelo tempo para preservar a história do modo como a conhecemos.

Pois é, um relógio para falar sobre viagem no tempo. Culpem os envolvidos que não fizeram sequer uma arte conceitual.
CC BY nathanmac87

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O último piloto do Shawn Ryan que divulguei foi a nova versão de Um Tira da Pesada (Beverly Hills Cop), com Eddie Murphy fazendo participações especiais e um filho de seu personagem como protagonista. Nunca ouviu falar desse programa? Pois é, não passou do piloto, apesar do calibre dos envolvidos.

A premissa parece TimeCop, do Van Damme, bem como outros inúmeros filmes, séries de TV, livros, etc. Acho que um dos problemas de viagens no tempo, no espaço, ou no mundo mesmo, é o alto custo da produção: novas locações, figurinos, elenco, etc, tem que trocar tudo o tempo todo. Precisa de muita audiência para justificar o gasto, ou precisam fazer tudo do modo mais econômico possível – o que pode ser constrangedor.

Por falar em viagem no tempo, consegui assistir ao segundo episódio do novo Doctor Who, Peter Capaldi. Não consegui simpatizar com o sujeito ainda, ou talvez a qualidade do programa esteja inferior mesmo, mas está meio sofrido ir adiante. Quando o Netflix colocava uma temporada nova do Matt Smith eu geralmente assistia um episódio atrás do outro, agora está indo um por mês, talvez mais demorado ainda.

Também estou estranhamento relutante em começar a assistir séries novas. Black List é aceitável exclusivamente pelo David Spader, mas parece ter um milhão de episódios. Penny Dreadful é meio fraquinha, mas gostaria de assistir pelo elenco, principalmente a Eva Green e o Timothy Dalton – porém as cenas gratuitas de sexo e violência não me permitem fazê-lo na televisão, e haja paciência para assistir isso no celular. Orphan Black também está empilhando episódios, o que desanima. O jeito é aguardar pela segunda temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. e as outras séries da Marvel, bem curtinhas. Que treco deprimente de escrever.

Fonte: Deadline

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Funcom anuncia novo jogo single player

The Park é a primeira iniciativa single player da Funcom em quase uma década, após anos investindo exclusivamente em Massive Multiplayer Online Role Playing Games (MMORPGs), para milhares de pessoas conectadas simultaneamente. O título de horror coloca os jogadores no papel de Lorraine, visitando um parque mal-assombrado onde seu filho desaparece, e deve ser lançado em outubro deste ano.

Têm de tudo neste parque – fantasmas são apenas o começo
© Funcom

De acordo com Joel Bylos, um dos diretores da empresa, The Park se passa no mesmo cenário de um de seus MMOs, The Secret World. O jogo, também de horror moderno, possui um parque mal-assombrado similar ao mostrado no material de divulgação da Funcom.

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E é uma das melhores partes do jogo, absolutamente grotesca e bizarra – muito divertida.

The Park foi anunciado com um teaser trailer, mas com o seguinte aviso: “Este vídeo possui conteúdo que pode provocar ataques em pessoas com epilepsia fotossensível”. Achei que fosse piada ou exagero e assisti à coisa, mas realmente enfiaram uma série de clarões absurdos no final do vídeo que me deixaram zonzo. Ridículo, podiam simplesmente ter colocado algumas telas pretas e obtido visual semelhante, mas sem incomodar o espectador. Será a velha tática “qualquer publicidade é boa publicidade”? “Fãs passam mal ao assistir trailer de novo jogo de horror”? Putz.

Parei de divulgar material de The Secret World desde que a Funcom se colocou à venda, fusão, financiamento, crédito ou boleto bancário sem juros – o desespero dos dirigentes me convenceu a não gastar mais dinheiro no jogo até ter certeza que não vai ser fechado repentinamente. Mas um título single player! Deu para ouvir os urros de felicidade dos fãs da empresa, há tantos anos órfãos de seus divertidos adventures lisérgicos. Tenho The Longest Journey e Dreamfall instalados, aguardando serem concluídos para comprar o terceiro título, feito por outra empresa (do criador da série, porém).

Espero que acabem sobrevivendo de algum modo, mesmo que como uma empresa menor, desenvolvendo bons jogos single-player ao invés de MMORPGs cheios de encrencas. Apesar dos pesares, gosto do que fazem, e ficaria decepcionado em vê-los fechando.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: http://www.theparkgame.com/

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Conan e os cultistas do deserto

A edição mensal de Conan The Avenger traz a segunda parte da trama Blood Oasis, continuando as aventuras do bárbaro no deserto. Conan ganha um novo companheiro enquanto enfrenta um culto religioso responsável pela chacina de uma caravana. Roteiro de Fred Van Lente, com arte de Brian Ching e cores de Michael Atiyeh. São 32 páginas por US$ 3,50, em versão impressa ou digital.

Há tempos não faziam uma capa doida como essa
© Dark Horse Comics

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Comprovando minha afirmação prévia sobre a qualidade das histórias quando construídas sobre uma base sólida (os contos originais do Robert E. Howard) do que quando são totalmente inventadas… a cena inicial, disponível na prévia gratuita acima, é de uma bobeira típica de uma comédia de ação moderna. Enquanto o colega trapalhão expõe toda a trama (que provavelmente não servirá para nada, já que o cimério não ouviu palavra alguma), Conan destrói um bando de cultistas, tão silenciosamente que sequer interrompe o transe expositório do novato. Ok…

Mas, parafraseando-me, talvez pela quinta ou décima vez, mesmo quando são ruins, as histórias do Conan ainda são muito boas. Exceto quando mexem na personalidade dele, que daí já é heresia demais.

Bem que a Dark Horse podia lançar uns bundles de revistas do Conan por um preço camarada. Comprei um monte de quadrinhos da Dynamite Comics em um humble bundle pelo preço mais mínimo possível, deu uns 6 gigas de material – não li nada ainda, mas a qualquer momento… a qualquer momento!

Fonte: Dark Horse Comics

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Outro trailer de Ash vs Evil Dead

O canal Starz divulgou o segundo trailer de Ash vs Evil Dead, seriado de horror que vão lançar no final de outubro. A continuação da franquia A Morte do Demônio traz o protagonista Ash (Bruce Campbell) sobrevivendo como pode 30 anos após seus amigos terem libertados os monstros deadites no mundo. Também estão no elenco Lucy Lawless e Mimi Rogers. Sam Raimi, criador do filme original, retorna para dirigir e escrever um episódio, além de ser produtor executivo.


© Starz!

De acordo com o Internet Movie Database, serão 10 episódios de trinta minutos cada um.

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Achei estranho o vídeo ter tão poucos segundo de material novo em comparação ao primeiro, mas se a informação acima estiver correta, forem episódios de apenas 30 minutos mesmo, é porque não têm muito o que mostrar. Provavelmente tiraram tudo do episódio 1, e meio que já entregaram a trama inteira: Ash e seus dois coadjuvantes são atacados no trailer dele por deadites, depois vão até uma casa onde matam os deadites que moram lá e os enterram no jardim (piada no final do trailer um); enquanto isso, a personagem da Lucy Lawless é estabelecida como o segundo núcleo protagonista com sua própria coadjuvante, até ambos núcleos se mesclarem lá pelo episódio 3 ou 4.

Ainda temos dois meses para terminarem de editar mais episódios e produzirem trailers inéditos, então tudo bem. Só espero que peguem mais leve nos spoilers do que até agora.

Fonte: Slash Film

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Final Fantasy VII para telefone

Apesar do décimo quinto título da franquia estar em desenvolvimento, Final Fantasy VII continua ganhando destaque com o anúncio de um remake e a recém-lançada versão para iOS. Usuários de iPhones e iPads poderão controlar as ações de Cloud Strife e companhia com algumas facilidades inéditas, como a possibilidade de desligar os combates aleatórios e aumentar seus atributos sem necessidade de enfrentar inimigos.


© Square Enix

Final Fantasy VII foi lançado originalmente para PlayStation em 1997, contando a história de um entregador com passado sombrio e problemas de memória, enfrentando conspirações alienígenas e uma trama para destruir o mundo. O título já ganhou uma animação longa-metragem e um jogo de tiro em primeira pessoa, protagonizado por um dos personagens opcionais, Vincent.

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E parece que não atualizaram em nada os gráficos, o que é uma jogada bem peculiar. Não imagino fãs clássicos se interessando por esta versão, tanto pela plataforma quanto pelas alterações para deixar o jogo absurdamente fácil, e os fãs novos provavelmente não vão encarar muito bem o visual antiquado.

Como já andaram transformando jogos mais antigos em novas e criticadas versões atualizadas, achei que iam fazer o mesmo nesse caso. Bom, tenho certeza que o departamento de marketing e/ou vendas da Square sabe o que está fazendo.

Não me interessei por esta versão do produto, admito. Se fosse gastar o preço exagerado que a Square cobra por seus jogos velhos, iria comprar para PC, pelo Steam.

Fonte: Videogamer.com

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Novo Walking Dead na TV

O canal AMC lança neste final de semana Fear The Walking Dead, derivado do seriado de horror cujo nome é a metade final do título deste novo produto. Enquanto o original era livremente baseado em uma história em quadrinhos, este vai aproveitar apenas o mesmo mundo, mas com novos personagens e tramas, além de se passar em um ambiente urbano enquanto o outro utilizava principalmente cenários rurais. De acordo com material de divulgação do canal, o programa se passa no início da dominação do mundo por zumbis.


© AMC
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Se você já imaginou alguma vez como seria ver um jovem capitão Jack Sparrow em um cenário contemporâneo cheio de zumbis, logo vai poder comparar suas ideias com as dos criadores de Walking Dead. O vídeo acima mostra os três minutos iniciais do primeiro episódio, e, apesar de ser meio absurdo esperar algo original de um produto de zumbis após tantas variações do tema na década recente, fiquei desapontado com a ausência de qualquer coisa chamativa, inovadora ou ousada.

Pelo menos o protagonista da cena pegou uma arma ao invés de apenas continuar andando a esmo no meio de um maldito massacre.

E pensar que quando assisti o primeiro episódio de TWD elogiei o ritmo contido e mais contemplativo do programa. Um milhão de ano depois e continuam com a mesma ladainha, só que ficou óbvio que é pura encheção de linguiça.

Fonte: io9

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Mad Max leva loucura para videogame

O ressurgimento da franquia Max Max nos cinemas continua rendendo frutos para seus proprietários, os estúdios Warner Bros. Abaixo você pode verificar o trailer mais recente do jogo para PC, PlayStation 4 e Xbox One a carregar o nome da série, dividido em vários pedaços e dando ao espectador a opção de decidir o que o protagonista vai fazer em certas encruzilhadas. Lançamento previsto para setembro deste ano.


© Warner Bros Interactive

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Talvez seja reflexo de não ter assistido ao Mad Max IV (chamado por alguns de filme do ano), talvez seja o sono, mas não entendi porcaria nenhuma do que estava acontecendo. Que diabos era aquela silhueta dentro do carro em alguns momentos? Achei que fosse referência a uma cena de crime, mas aparentemente é um raio-x? E parece que um maluco sobe em cima do carro, o que geralmente levaria o Max a baleá-lo, mas acaba virando aliado e roubando o trailer todo? Cadê a Charlize Theron?

Gostei quando o Rockatansky sai do carro e começa a apanhar dos destroços voando no meio da tempestade. Espero que isso seja parte do gameplay (você precisar desviar do cenário) e não apenas uma espécie de mini-cutscene para dar um pouco de tempero ao jogo. Fora isso, acho que a seguinte frase em inglês define bem o vídeo: “one hot mess”.

Fonte: Coming Soon

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Frankenstein e Igor são melhores amigos

Os estúdios Fox estão lançando uma nova versão de Frankenstein, tendo como ponto central a amizade entre o doutor Victor Frankenstein e seu assistente Igor. James McAvoy (X-Men) e Daniel Radcliffe (Harry Potter) interpretam esses papéis, com Andrew Scott (Sherlock) como o vilão humano da trama e demais personagens a cargo de um elenco tipicamente britânico. Max Landis (Poder Sem Limites) escreveu o roteiro e Paul McGuigan (Sherlock) dirige. Lançamento em outubro.


© 20th Century Fox

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Enquanto assistia o peculiar trailer, e antes de investigar seus integrantes, fiquei com a bizarra impressão de estar testemunhando uma produção da BBC, mais especificamente do seriado policial Sherlock (a presença do Andrew Scott ajudou um pouco). Confirmando minha suspeita, o diretor do treco trabalhou em vários episódios deste.

Exceto pelos zumbis elétricos, ambos produtos são extremamente parecidos no diálogo afiado/debochado trocado pelos protagonistas, cortes rápidos, e até mesmo na cor azulada das imagens (acho que isso geralmente é responsabilidade da fotografia, talvez seja a mesma pessoa também).

Ficou um trailer muito ambíguo, honestamente. É uma comédia de ação? Um filme de horror de época com linguagem moderna? A atuação do Radcliffe parece variar entre pateta e galã, está homenageando o clássico Igor dos cinemas (inexistente no livro) ao mesmo tempo em que cria sua própria versão?

Temo que esse produto vai ter dificuldades em encontrar audiência.

Fonte: Bleeding Cool

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Torchlight III vai demorar

A Runic Games, criadora de Torchlight, está trabalhando em um jogo, segundo anúncio oficial. Por enquanto o site oficial possui apenas um teaser trailer, arte conceitual e screenshots. Também está disponível um contador marcando o tempo até a Penny Arcade Expo (PAX), quando mais detalhes provavelmente serão revelados.


© Runic Games

A breve divulgação avisa que o título não terá textos ou diálogos orientando o jogador, que deverá descobrir o que fazer interagindo com o mundo ao seu redor.

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Estão aproveitando a mesma engine de Torchligh II, o que é bem prático e econômico, mas com alterações visuais o suficiente para se distanciar dos trabalhos anteriores. Gostei! Se o preço for razoável, irei adquirir – caso contrário, espero alguma oferta de final de ano.

Para falar a verdade nem tinha me ocorrido que a Runic Games trabalharia em alguma coisa fora Torchlight. E o treco parece ser um retorno ao single-player, o que provavelmente é esperto da parte deles.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: http://www.hobgame.com/

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