Disney coloca Han Solo na linha

Ron Howard, novo diretor do filme sobre Han Solo, elogiou o material produzido até o momento pela dupla Phil Lord e Christopher Miller, demitidos recentemente. O cineasta está analisando as alterações que serão necessárias para concluir o filme de acordo com as preferências da Lucasfilm/Disney, e por enquanto a data de lançamento de maio de 2018 permanece inalterada.

Ainda estão se divertindo?
© Lucasfilm

Após ser premiado com o Oscar de Melhor Diretor por Uma Mente Brilhante, Howard se manteve relevante na indústria principalmente com a franquia O Código Da Vinci, protagonizada por Tom Hanks.

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A Disney está usando um método bem peculiar para conduzir sua aquisição bilionária mais recente. Encontram um diretor (ou dois) com potencial, algum sucesso mas não o suficiente para ser estabelecido, o colocam para dirigir um longa de Star Wars e o esmigalham até produzir um filme idêntico ao resto da franquia.

Soltam produções meio questionáveis que faturam centenas de milhões quase automaticamente, e aproveitam para submeter jovens talentos a um curso de treinamento intensivo sobre como fazer um blockbuster da Disney. Estão juntando o útil ao lucrativo.

Enquanto isso Star Wars envelhece cada vez mais, perdendo chance atrás de chance de se atualizar, vivendo de nostalgia. Com o faturamento que conseguem, não dá para dizer que estão errados, mas podiam ficar ricos e também fazerem algo criativo e mais interessante.

Fonte: Coming Soon

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Drácula vai ser adaptado por dupla de Sherlock

O canal inglês BBC está desenvolvendo um seriado inspirado na obra Drácula, do escritor Bram Stoker. Estão encarregados da empreitada Steven Moffat e Mark Gatiss, parceria bem sucedida na adaptação de outro clássico literário, Sherlock Holmes. A dupla deve ficar responsável apenas pelo roteiro, e detalhes ainda não foram revelados.

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© L&PM Pocket

As aventuras modernas do detetive particular britânico estão disponível no Brasil para assinantes do Netflix, com o próprio Gatiss no elenco como Mycroft Holmes.

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Ainda é pura especulação, mas há uma possibilidade que atualizem esse Drácula do mesmo jeito que fizeram com Sherlock – ou seja, um vampiro usando celular o tempo todo. Mas você não precisa nem imaginar como o conde Vlad se viraria nos tempos modernos, basta assistir ao documentário fajuto O Que Fazemos nas Sombras. O filme acompanha um grupo de vampiros com séculos de existência dividindo uma casa e tentando se adaptar às conveniências modernas.

Mas outra história de peixe fora d’água usando um vampiro? Acho que deviam fazer exatamente o oposto: continuar a história do livro e mostrar o Drácula praticamente dominando o mundo moderno com seus séculos de experiência e tempo para planejar. Sei que isso também já foi feito, mas não tanto à exaustão quanto as outras possibilidades.

E chega de ficar imaginando, que o programa está tão verde que nem consta no IMDb ainda. Talvez sequer aconteça! E se acontecer, lá por 2019, no mínimo. Bastante tempo para encontrarem um ator romeno para protagonizar, o que seria realmente inovador.

Fonte: Bleeding Cool

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Interface Zero para Pathfinder

A editora Gun Metal Games está publicando hoje (23) a versão para o RPG de mesa Pathfinder de seu cenário de campanha Interface Zero 2.0. O jogo se passa no ano 2090 de nosso mundo, recheado de elementos cyberpunk com alguns toques próprios, como híbridos humanos e animais, e implantes de realidade aumentada em todas as pessoas.

Arte original sem o diminuto título do livro. Muito bom!
© Ian Llanas

O manual traz sete raças e nove classes, regras sociais para interagir com personagens não-jogadores, novas e modificadas habilidades, façanhas, características e defeitos. Há um capítulo próprio para “regras cyberpunk”, que inclui combate, órgãos cibernéticos, drones e programas de computador. Há também material para os mestres do jogo, sobre a criação de histórias no cenário e até geradores de aventuras e NPCs.

Completam a publicação uma extensa lista de equipamentos e de oponentes, e uma cidade futurista detalhada: Chicago.

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Por enquanto apenas quem comprou o jogo pelo Kickstarter tem acesso ao arquivo, mas imagino que isso vá mudar nos próximos dias. Estou aguardando por esse manual desde janeiro! E vejo que a espera valeu a pena – a quantidade de material é impressionante em sua abrangência. Agora só preciso ler as quase 400 páginas, criar personagens com meus filhos e testar alguns cenários mais simples que tenho em mente, antes de partir para uma campanha.

Também quero tentar participar de jogos online com os demais participantes do financiamento, que o treco parece promissor. Só preciso descobrir onde e se esse pessoal se agrupa fora da página do livro.

Estava torcendo para que desse certo, e funcionou: fechei a semana com um combo cyberpunk.

Fonte: Gun Metal Games

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Novo Blade Runner já se garante no visual, ao menos

Blade Runner 2049 ganhou um novo vídeo promocional, recheado de cenas dos bastidores e trechos de entrevistas com elenco e equipe técnica. Ryan Gosling protagoniza esta continuação de Blade Runner – O Caçador de Androides, que chega aos cinemas em outubro deste ano, com direção de Denis Villeneuve.


© Sony

Harrison Ford retorna ao papel de Rick Deckard e Edward James Olmos ao de Gaff, agora na companhia de Robin Wright, Jared Leto, Ana de Armas e Dave Bautista. Hampton Fancher é novamente o roteirista, desta vez acompanhado de Michael Green (Alien: Covenant).

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Há alguns anos, quando divulguei que uma produtora havia comprado os direitos de Blade Runner e planejava fazer algo com eles, nunca achei que iam chegar tão longe. Não só conseguiram reunir um ótimo elenco e um enorme talento na direção, como também criaram algo que parece visualmente espetacular. Agora é torcer para o Ridley Scott e o Harrison Ford não ferrarem com tudo.

Posso apontar a franquia Alien como uma situação semelhante, e genuinamente na latrina com as últimas inserções cinematográficas do Scott. E parece que ele não tem planos de parar tão cedo. Já o trabalho do Ford revivendo seus antigos sucessos não tem sido exatamente inspirado, incluindo Jones e Solo – pelo que está mostrando nesses trailers, Deckard parece estar indo para o mesmo ralo.

Pelo menos a presença da dupla me impede de criar entusiasmo excessivo pelo filme, o que certamente irá melhorar a experiência no cinema: ou surpresa pela qualidade, ou pouca decepção por já esperar um produto inferior. Que venha outubro!

Fonte: Slash Film

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O necromante chega com vários presentes

Diablo III vai ganhar sua nova classe Necromancer na terça-feira (27), anuncia a Blizzard, desenvolvedora do jogo. A novidade irá custar US$ 14,99 e integra o pacote Rise of the Necromancer, que também inclui um animal de estimação, asas, novos detalhes para a bandeira pessoal e uma moldura de retrato, dois espaços para personagens novos e para o baú da conta. No PC, PlayStation 4 e Xbox One.


© Blizzard

Na mesma ocasião o jogo recebe a atualização 2.6.0, inaugurando uma modalidade de competição em que os jogadores podem comparar o tempo que demoram para completar um mapa, e alguns cenários novos.

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15 dólares? Tinha certeza que seriam apenas 10, que por sinal é o valor que vou esperar chegarem antes de pensar em comprar. Depois de algumas centenas de níveis com o Witch Doctor não estou exatamente motivado a investir em outro invocador de monstros. Provavelmente irei de monge na próxima temporada.

Acho que essa corrida para limpar rifts vai ter uma má aceitação pela comunidade, que até hoje não foi contemplada com um PvP de verdade. Vai apenas cutucar a ferida. Provavelmente estão guardando a modalidade para algo grandioso, talvez o patch 3.0. Acho que justificam o atraso com questões de balanceamento de poder entre classes, que obviamente é muito desigual, mas contornável. Bastava criarem um PvP sem regras e outros restritos a personagens da mesma classe, ou de natureza semelhante (bárbaros vs. monges, etc).

Fonte: D3 Blog

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Pantera Negra integra uma trilogia

O diretor Ryan Coogler e o ator Michael B. Jordan vão se reunir pela terceira vez em Pantera Negra, um dos próximos filmes da Marvel. Enquanto Coogler permanece na mesma função, Jordan desta vez será um dos vilões, se opondo ao herói interpretado por Chadwick Boseman e visto anteriormente em Capitão América 3. Confira o primeiro trailer:


© Marvel

Reaparecem na trama Martin Freeman e Andy Serkis, veteranos de O Hobbit e do Capitão América. Se juntam a eles Lupita Nyong’o, Angela Bassett, e Forest Whitaker. Lançamento em fevereiro do ano que vem, com o Pantera enfrentando um golpe de estado enquanto tenta se estabelecer no trono de Wakanda.

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Rapaz, parece ótimo o treco. Me lembrou aqueles clássicos de aventura dos anos 80, como Tudo Por Uma Esmeralda ou a franquia Allan Quatermain, mas desta vez com um protagonista negro. Adoro o contraste de alta tecnologia e a selva africana, com todas suas possibilidades para complicações morais e práticas: por que não usam seu equipamento para apoiar nações vizinhas, por que ninguém descobriu essa tecnologia também e por aí vai. Espero que enfiem alguns dinossauros em Wakanda também, mas na Marvel acho que apena a Terra Selvagem tem os bichos.

Assisti Creed: Nascido para Lutar nos cinemas e achei magnífico, tanto as lutas quantos os personagens, momentos dramáticos e os vários relacionamentos familiares. Obviamente os combates em Pantera Negra precisam ser mais acrobáticos e absurdos, mas se repetir com a mesma habilidade os outros aspectos que listei, será um ótimo filme.

Esse fiquei com vontade de ir nos cinemas.

Fonte: Marvel no Youtube

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Os 7 melhores trailers da E3 2017

Dezenas de trailers de jogos inéditos ou com novidades sobre títulos já anunciados foram divulgados durante a E3 2017, realizada este mês. Confira abaixo alguns dos vídeos que se destacaram:

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E como eu estava de férias na semana passada, perdi a chance de rechear o período com o jogo mais interessante do dia; mas fica aí em cima o resumo de minhas preferências.

The Last Night tem um belo trailer, mas resta saber se merece o destaque que está recebendo (incluindo os holofotes do Xbox e da militância feminista). Jogo um bocado de RPGs com visual de 8 bits, e não consigo imaginá-los sendo tão dramáticos quanto esse.

The Evil Within 2 e Call of Cthulhu me deixaram com mais vontade de jogar Secret World Legends, que será lançado somente na próxima semana.

Wolfenstein e Detroit vem carregados de conteúdo político e meio que se complementam. No primeiro os inimigos são nazistas, no segundo os humanos são todos nazistas. Ótima mensagem!

Marvel’s Spider-Man é um deslumbre. Mas se reparar bem, dá a impressão que você está assistindo um cinematic e precisa apertar alguns botões de vez em quando para manter o filme rolando. Quanta liberdade de movimento você realmente tem? Me parece que apenas o movimento anterior ao primeiro combate, nas vigas, ficou ao gosto do freguês, no resto do tempo, é apenas um espectador.

Anthem é um simulador de Homem de Ferro + dinossauros no futuro. Visual caprichado, mas como jogo não se destaca de outros títulos de tiro futurista, me vindo à cabeça Halo e Crysis. Talvez a capacidade de voar seja o suficiente? Apesar de Tribes ter feito isso há um bom tempo? Faltou aquele toque especial da BioWare… talvez no próximo trailer.

Fonte: Basicamente canais dos produtores e distribuidores dos jogos no Youtube

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Feira de jogos antigos e outros não tão velhos

O site de jogos clássicos e (alguns) novos Gog.com lançou sua promoção de verão deste ano, com duas semanas de descontos. Serão 1500 títulos com preços reduzidos individualmente ou em pacotes, variando diariamente e por gênero. Ao adquirir seu primeiro jogo na oferta, o usuário ganha automaticamente uma cópia de Rebel Galaxy, simulador de combate entre naves espaciais, lançado em 2015.

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© Gog.com

Ao contrário de ofertas anteriores, em que cumprir “tarefas” na página rendiam pontos e liberavam mais jogos gratuitos, a promoção deste ano vem acompanhada de uma narrativa. Notícias são publicadas na página contando a história de um jogador em uma ilha misteriosa, com suas ações podendo ser decididas por votação e influenciando quais jogos entrarão em promoção na sequência.

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Comprei o RPG Shardlight e o jogo de saltitar em plataformas Trine Enchanted Edition por uns três dólares no total – já instalei os dois, mas o Rebel Galaxy provavelmente ficará para mais tarde. Tenho umas boas experiências com o arcaico Freelancer, acho que nos anos 90, mas desde então nunca mais experimentei com esse gênero. Quando cansar de ficar clicando em todos objetos na tela ou segurando setas de esquerda e direita, quem sabe.

Essa ideia de contar uma fábula junto com a promoção me lembrou de uma análise de mercado que ouvi há alguns meses. Aparentemente “millennials”, a geração com mais de 20 e pouco menos de 30 anos, aprecia produtos que possuam uma história – por exemplo, um chocolate cuja embalagem relate onde foi colhido o cacau orgânico, de que modo artesanal e não poluente ele foi preparado, em qual veículo elétrico ele foi transportado até a pequena loja onde está a venda. Se o Gog está com uma ideia parecida, isso pode indicar que pretendem expandir sua clientela – que eu saiba, apenas velhos compram tranqueiras nostálgicas por lá, e a chance de ganhar mais jogos fazendo bobeiras era muito mais atrativa que qualquer narrativa, especialmente para quem está preocupado em não desperdiçar dinheiro, ou seja, pessoal dos 30 aos 40. Será que essa gurizada terá interesse em nossas velharias?

Enquanto isso fico me segurando para não comprar o primeiro jogo da série de remakes de Ys. Está barato, mas tenho tantos outros RPGs comprados e nem sequer experimentados. Que praga.

Fonte: Gog.com

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Sequestro de neto bilionário ganha elenco

Brendan Fraser vai interpretar um detetive particular em Trust, série de TV sobre o sequestro real de John Paul Getty III, neto de um bilionário americano do petróleo. O programa será filmado na Europa, onde o crime aconteceu, e deve ir ao ar em janeiro de 2018, no canal FX.

Ficou irreconhecível nesse ângulo
© Universal Pictures

Já estão confirmados no elenco Donald Sutherland, como o bilionário que barganha o resgate do neto e cobra o valor do próprio filho, com juros; e Hillary Swank como a mãe da vítima. Danny Boyle dirige os cinco episódios, com roteiro de Simon Beaufoy, repetindo a parceria de Quem Quer Ser um Milionário? e 127 Horas.

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Olha só, Brendan Fraser! Achei que ele tinha se aposentado depois das Múmias, mas verifico que continuou trabalhando sem parar desde então. De 2015 em diante está se dedicando principalmente a televisão, sendo esse Trust um de seus projetos mais importantes, em comparação.

Espero que vá bem, e que deem bastante espaço para ele, bancando o detetive. Sou fã da primeira Múmia, nem tanto da segunda e a terceira achei chata, mas não tão horrível.

Mas lembro principalmente dele por Os Cabeça-de-Vento e Paixões na Floresta, onde dá um berro magnífico (procure no Youtube, vale a pena – quase tão bom quanto o de Arnold em Predador). Ah, os anos 90. Até George: O Rei da Floresta não era nada mal.

Fonte: Coming Soon

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Estrela de Prometheus interpreta irmãs proibidas

Noomi Rapace interpreta irmãs sétuplas em Seven Sisters, ficção científica distópica, sobre um futuro onde casais podem ter apenas um filho. Quando uma delas desaparece, as outras seis tentam desvendar o que aconteceu. Também estão no elenco Willem Dafoe e Glenn Close. Lançamento ainda este ano, mas sem data específica.


© Netflix

A direção é de Tommy Wirkola, responsável por João e Maria: Caçadores de Bruxas e Zumbis na Neve. O roteiro é uma colaboração entre os novatos Max Botkin e Kerry Williamson.

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Uma das sinopses fala que o filme se passa em 2070, mas parece que esqueceram de inventar algumas tecnologias mirabolantes para refletir os avanços. Não mostram nada que não estará disponível em no máximo 10 anos, e ainda deixam de fora algumas tendências que parecem irreversíveis, como drones.

Não gostei do que vi, infelizmente. Noomi Rapace usando várias perucas diferentes, mensagens confusas sobre controle populacional (começam dizendo que ter filhos a vontade é horrível, mas os vilões bizarros são os que castram o povo. Decidam-se!), e cenas completamente ridículas interpretadas com seriedade e drama, inclusive na escolha de trilha sonora.

Como seis reclusas e seu idoso pai sobrevivem ao aparato da polícia abortiva em peso? Assista para descobrir, pelo jeito.

Achei que tinha listado uma ficção científica da Rapace para assistir no Netflix, mas não encontrei o treco no IMDb dela. A menos que já seja isso? Devo ter confundido ela com alguém, preciso checar melhor… ah, era o ex-marido dela, um Ola Rapace. Putz.

Fonte: Blastr.

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