Expansão de Deus Ex é um “heist” de dados

Deus Ex: Mankind Divided lançou sua primeira expansão, System Rift, neste final de semana, para PlayStation 4, Xbox One e PC. O protagonista dos jogos recentes, Adam Jensen, precisa pagar um favor a um antigo conhecido e invadir um banco de dados pessoalmente. O local é extremamente protegido, e vai obrigar Jensen a enfrentar guardas armados, drones, robôs e sistemas de segurança automáticos.


© Square Enix

Mankind Divided foi lançado há pouco mais de um mês, aproveitando os temas típicos da franquia: cyberpunk, implantes cibernéticos e conspirações. Nesta edição os desenvolvedores do jogo também enfatizaram a divisão entre seres humanos naturais e os aumentados por tecnologia, justificando o título.

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O diálogo é de doer, mas o cenário é ótimo – principalmente o visual, robôs, drones, implantes, em suma, tudo que é eletrônico. Os personagens realmente exageram no caricato: protagonista sombrio e relutante, velho amigo repugnante e suspeito, hacker descolada fã de moda… só falta o vilão bigodudo com ódio inexplicável de alguma coisa. Nada que não dê para contornar pulando os cinematics!

Outro post sobre um produto cyberpunk em pouquíssimo tempo. Estamos em uma excelente fase, eu diria! Espero que se mantenha assim, por alguns meses. Em breve teremos o trailer oficial de GitS e o final da campanha de IZ 2.0, o que já é alguma coisa a se aguardar com boas expectativas.

Fonte: Videogamer.com

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Scarlett Johansson é o produto principal de Ghost in the Shell

O Fantasma do Futuro, adaptação com atores reais da franquia Ghost in the Shell, ganhou cinco teasers. Os curtos vídeos mostram principalmente Scarlett Johansson como a protagonista Major, e Takeshi Kitano como Aramaki, seu chefe. Ambos integram um grupo de especialistas que combatem criminosos e terroristas que utilizam alta tecnologia. Lançamento em 30 de março.


© Paramount Pictures

Também participam Juliette Binoche e Rila Fukushima. A direção é de Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador), com roteiro de Jonathan Herman (Straight Outta Compton: A História do N.W.A.) e Jamie Moss (Os Reis da Rua).

O vídeo acima deve exibir todos os teasers em sequência – caso não dê certo, abra esse primeiro no Youtube, que os demais estarão ao lado dele.

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Ao contrário dos puristas, eu estou genuinamente animado para ir ver esse filme nos cinemas, e nem os teasers conseguiram me desanimar. Isso provavelmente deriva do fato de não colocar GitS em um pedestal. As séries têm bons episódios e alguns horrendos, e os filmes são lindos visualmente, mas com roteiros bem problemáticos. Podem desconstruir o material original e adaptar à vontade, não irei perder a calma por isso.

Mas vamos aos probleminhas desses 50 segundos: apenas ambientes fechados – o filme original valorizava muito cenários vastos, retratando o futuro decadente, mas na série animada isso não era tão destacado; o Aramaki atirando em algo ou alguém – apesar de ser um diplomata, em várias ocasiões o velhinho mostrou ser capaz de sacar uma arma e se defender; a Major assustada – é, isso ficou esquisito… espantada, com raiva, até que é comum, mas medo não é exatamente algo que ela demonstre, talvez em momento algum. Foi uma escolha esquisita.

O que realmente me preocupa é o currículo quase nulo do diretor e roteiristas. Mas continuo animado, mesmo assim. Adoro cyberpunk, e quanto mais, melhor. Vamos ver o quanto o primeiro trailer vai destruir isso.

Fonte: Anime News Network

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Tiros e música em programa de super-herói

O seriado Luke Cage chega ao Netflix no dia 30 de setembro, com os 13 episódios disponíveis de uma vez só para os assinantes. A campanha de divulgação continua intensa, apesar de pouco material inédito ser mostrado. Abaixo você confere um resumo sobre o personagem, suas motivações e a trama inicial.


© Netflix

Mike Colter volta ao papel, após participar em vários episódios de Jessica Jones. Seu personagem tem pele indestrutível e superforça, resultados de um experimento. Tenta viver normalmente, sem chamar atenção ou utilizar seus dons, mas os crimes de Cottonmouth (Mahershala Ali) acabam despertando seu lado heroico.

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E essa divulgação toda continua muito preocupante. Fora o lado musical, que provavelmente vai ter um foco grande (o povo do Netflix parece adorar música), tudo que mostram é o Luke Cage enfrentando bandidos genéricos em “god mode”, sem correr qualquer risco. Quantas vezes vão fazer isso antes que fique entediante demais? O Demolidor pode ser morto em qualquer briga, a Jessica Jones quase não bate em ninguém e prefere ficar bancando a detetive, evitando combates desiguais. Mas e o Luke Cage, que mais ele tem para fazer fora bater em todo mundo?

Ou vão dar algum superpoder para o vilão gângster, ou vão descobrir algumas fraquezas do protagonista sempre que for conveniente. Aposto que vai ser primariamente chantagens. Ou um lança-chamas.

Fonte: Coming Soon

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Pratt e Lawrence são náufragos espaciais

Chris Pratt continua a expandir sua carreira como astro da ficção científica em Passageiros, onde divide uma nave espacial com Jennifer Lawrence. Ambos são tripulantes que deveriam passar 120 anos em sono criogênico, mas acordam após apenas 30 anos dormindo, no meio de uma crise mecânica. Lançamento em janeiro de 2017.


© Columbia Pictures

O filme é dirigido por Morten Tyldum (O Jogo da Imitação) e tem roteiro de Jon Spaihts, responsável pela primeira versão de Prometheus, depois reescrita por Damon Lindelof, e também Doutor Estranho, os remakes de A Múmia e Van Helsing, além da continuação Pacific Rim: Maelstrom.

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Se Guardiões da Galáxia e Jurassic World já não eram evidência o suficiente, agora ficou ainda mais óbvio que Pratt quer ser o novo Harrison Ford. Mas com o humor um pouco melhor.

Esse filme é basicamente “estranhos perdidos em uma ilha”, mas no espaço, e vai depender totalmente da boa relação e atuações dos dois protagonistas para não virar uma coisa horrível. Acredito que vai dar certo porque a Lawrence é uma ótima atriz e o Pratt tem carisma sobrando – por pior que seja o roteiro, provavelmente vão carregar a coisa toda nas costas de qualquer maneira.

E vamos torcer para que a trama não seja tão óbvia quanto dá a impressão no trailer. Afinal, parece que mostraram o filme inteiro nesse vídeo. Que mania.

Fonte: io9

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Motoqueiro Fantasma ganha um carro na TV

A quarta temporada de Agentes da S.H.I.E.L.D. começa hoje (20), introduzindo o Motoqueiro Fantasma em sua versão motorista de carro. A série é protagonizada pelo agente Phil Coulson (Clark Gregg), personagem que conectava os vários filmes da Marvel durante sua primeira leva, até ser morto no filme dos Vingadores.


© ABC

Após lidar com vários inumanos nas temporadas anteriores, desta vez a S.H.I.E.L.D. precisa lidar com uma ameaça sobrenatural. O Motoqueiro Fantasma já havia sido interpretado nos cinemas em duas ocasiões por Nicolas Cage, mas como os direitos do personagem estavam licenciados para outra produtora, não são considerados parte do universo cinematográfico oficial da Marvel (assim como os X-Men e o Quarteto Fantástico).

As primeiras temporadas estão disponíveis no Brasil pelo serviço de streaming de vídeos Netflix.

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Assisti em maratona a terceira temporada, nos dois últimos finais de semana. É um bom programa para acompanhar enquanto se está fazendo outra coisa, como dobrar roupa ou preparando aventuras de RPG. Os diálogos não exigem que você olhe para a tela (não está perdendo nenhuma grande interpretação) e quando as lutas vão começar é bem óbvio pelos berros, grunhidos e efeitos sonoros.

Também recomendo para o pessoal que vai aos cinemas assistir todos os filmes da Marvel e quer se integrar completamente neste universo. Durante a primeira temporada as referências aos longas eram bem explícitas, e a influência deles nos episódios muito maior. Desde que ficou claro que os dois produtos provavelmente nunca irão se cruzar, o programa ficou mais independente, mais focado no aspecto “agente secreto” e em suas próprias tramas originais.

Como produto artístico em formato de seriado de super-herói, os exclusivos da Netflix são melhores. Mas, em compensação, tem orçamento bem menor e não precisam fazer tanto sucesso quanto Agentes da S.H.I.E.L.D., que além de ser mais caro também precisa lidar com as restrições de ser um programa de TV aberta: duração, violência, sexualidade, tudo bem controlado.

Spoilers!

Gostaria que a luta entre o Lash e o Hive tivesse sido maior e melhor.

Fonte: Bleeding Cool

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Fargo reforça elenco com outro nome conhecido

Mary Elizabeth Winstead (Rua Cloverfield, 10) é a nova integrante da terceira temporada de Fargo, série policial do canal FX. Ela deve interpretar uma jogadora de cartas em liberdade condicional. Encabeça o elenco Ewan McGregor (Star Wars), nos papeis de dois irmãos gêmeos, um bem-sucedido e o outro fracassado. Lançamento em 2017.

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© Paramount Pictures

Fargo é baseada no filme de mesmo nome dos irmãos Coen (apenas produtores nesta versão), sobre violentos crimes ligados a uma cidade do interior norte-americano. Cada temporada se passa em um período de tempo diferente, com poucos personagens em comum conectando as tramas. O programa é considerado um sucesso de crítica e público.

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Não vi um episódio sequer até hoje, apenas alguns trailers. De todas as populares e premiadas séries americanas que não consigo acesso, essa é sem dúvida a que mais sinto falta. Quando aparecer no Netflix, vai de uma tacada só.

Verificando a lista de filmes e demais produtos da Winstead, não encontro nada dela que tenha me deixado uma impressão muito favorável, ou mesmo marcante. Em suma, fiquei completamente neutro quanto a essa contratação.

Notei recentemente que essa parte dos meus posts quase sempre começa com palavras negativas (mas, infelizmente, só que, eu não, não, duvido, etc). Mesmo quando o comentário elogia o tema do post, acabo lamentando sobre alguma coisa, desde a demora do lançamento, à má distribuição, ou até as pequenas quantias. Quanta negatividade! Ou cinismo mesmo. Será que invisto em mudar isso, ou pioro um pouco mais, talvez colocando um pouco de raiva também? Mas tenho a impressão que quase todo mundo faz isso na internet, fica cansativo. Talvez aumentar a nostalgia então? Vou pensar melhor sobre isso.

Fonte: Slashfilm

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Cyberpunk para Pathfinder em desenvolvimento

Interface Zero 2.0 é um cenário de campanha cyberpunk, ambientado no ano de 2090, compatível com as regras do RPG de mesa Pathfinder. O livro está em campanha de arrecadação de fundos no Kickstarter, tendo ultrapassado a meta básica de 10 mil dólares hoje, após cinco dias do lançamento. Os próximos objetivos incluem mais artistas profissionais e expansões de conteúdo, incluindo cidades e o próprio sistema solar.

Preciso começar a anotar esse monte de ideias na minha cabeça
© Gun Metal Games

São mais de 400 páginas incluindo sete raças (entre elas androides, ciborgues, humanos 2.0, híbridos e até criaturas escravizadas criadas em laboratórios), 16 classes (hackers, pilotos de drones, psíquicos, ídolos, membros de gangue, agentes, ronin, e contrabandistas, para citar metade), um sistema alternativo de combate, regras para utilizar e hackear a hiper-realidade (uma mistura de internet + realidade aumentada usada por quase todo o mundo), novos equipamentos futuristas, robôs e outros horrores tecnológicos.

Neste cenário, as potências econômicas atuais foram quase todas destronadas, abrindo espaço para a dominação mundial da China, uma aliança de nações africanas, e do Brasil. Colônias em outros planetas também são comuns, mas o controle de corporações sobre os habitantes delas é ainda pior do que o exercido na Terra.

O livro também será compatível com Starfinder, a versão futurista de Pathfinder que a própria editora Paizo está elaborando, após seu lançamento.

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Não planejava voltar ao Kickstarter tão cedo, depois da mordida de 25 dólares no mês passado ou retrasado. Mas tive que entrar nessa campanha também, com meus módicos 20 dólares (pelo livro principal + 1 aventura). Não só o material é muito convincente, como também planejam entregar os produtos já em janeiro – provavelmente está tudo pronto e só precisam comprar mais arte, talvez atualizar a diagramação.

Mas vejamos as fontes de inspiração dos autores: livros do William Gibson, e também Altered Carbon, Androides Sonham com Ovelhas Elétricas? e Nevasca; animes como Akira, Cowboy Bebop, e Ghost in the Shell. Se tivessem incluído alguns filmes eu ficaria ainda mais feliz (especialmente Blade Runner), mas já é uma base muito razoável. E na introdução ainda argumentam sobre atualizar o cyberpunk utilizando referências atuais, ou seja, também planejam dar uma revitalizada no gênero. Simplesmente falaram todas as coisas certas. Fiquei meio doido para mestrar algumas partidas com esse livro, mas ainda tenho pelo menos 4 meses de espera pela frente.

Vou acabar comprando aquela última expansão de Shadowrun Returns que lançaram no ano passado, para aliviar o vício em cyberpunk. Bem que podiam baixar o preço…

Fonte: Kickstarter

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O mercado ilegal de armas em comédia britânica

Free Fire é uma comédia policial de ação, sobre terroristas do Exército Republicano Irlandês (IRA) comprando armas de contrabandistas. A ação acontece principalmente em um galpão vazio, onde os dois lados entram em conflito e passam a tentar se matar. O longa é ambientado na América dos anos 70, como os penteados e roupas dos personagens deixam óbvio:


© A24

Estão no elenco Brie Larson, Cillian Murphy, Arnie Hammer e Sharlto Copley. A direção e roteiro é de Ben Wheatley, responsável por High-Rise, em co-autoria com Amy Jump, também de High-Rise.

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Armas de fogo. O verdadeiro equalizador de gênero e raça, acima de qualquer discurso ou campanha educacional.

Fiquei surpreso ao assistir esse trailer, depois de ter visto apenas sinopses e fotos de divulgação. Davam a impressão que era um violento filme de suspense, com a Larson lutando até o limite para eliminar um bando de assassinos – mas na verdade é uma sátira ao consumo de armas norte-americano, retratando todo usuário das mesmas como um idiota sedento por sangue.

Espero que as piadas sejam mais importantes do que essa crítica social, ou o filme vai acabar sendo meio chatinho. Mas, por enquanto, o trailer é bom.

Fonte: Deadline

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Veterano MMO prepara versão gratuita

O Massive Multiplayer Online Role-Playing Game (MMORPG) EVE Online vai ganhar uma versão gratuita em novembro deste ano, anuncia o site do jogo. Com mais de 10 anos de funcionamento utilizando um sistema de mensalidade, EVE é conhecido por sua exploração com naves espaciais, obtenção e gerenciamento de recursos, e, principalmente, sistema econômico vulnerável a ações dos jogadores.


© CCP Games

A versão gratuita do jogo, que se passa em um único servidor, vai dividir os usuários em clones alfas e ômegas. Os alfas têm restrições quanto a habilidades e treinamentos, enquanto os ômegas, através de “expansores neurais e tecnologia de aceleração cerebral”, podem utilizar qualquer capacidade normalmente disponível a um assinante.

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Como um dos primeiros jogos do gênero, EVE Online já foi alvo de vários artigos e estudos de pesquisadores e entusiastas da área. O seu aspecto econômico, principalmente, já foi discutido por muita gente. Há um famoso caso, na década passada, de um jogador cometendo uma gigantesca fraude dentro do jogo, quanto a plantas de naves ou algo assim. Na época me interessei em jogar, mas a existência da mensalidade me afastou completamente.

Algo peculiar que estão fazendo nessa transição é diferenciar os jogadores pagantes e não-pagantes dentro da própria história do MMO. Em Lord of the Rings Online, por exemplo, é impossível diferenciar alguém que gasta algumas dezenas de dólares todo mês de alguém que não paga valor fixo, mas compra conteúdo ou itens de vez em quando – não há “marcadores” que destaquem um do outro, são todos personagens em pé de igualdade no mesmo cenário.

Mas em EVE Online você poderá literalmente ser um clone de segunda classe, com capacidade de desenvolvimento reduzida. E, se mantiverem o sistema como propõe, será impossível melhorar apenas por esforço dentro do jogo. Somente dinheiro de verdade pode tirar seu clone da casta inferior.

Dá para imaginar o potencial de uma situação dessas? É praticamente simular uma segregação “racial” dentro de um jogo de exploração espacial. Quantos estudos poderiam ser feitos acompanhando o comportamento dos usuários! Espero que aproveitem para criar alguma diferenciação física óbvia entre alfas e ômegas também.

Fiquei com vontade de experimentar a vida de um alfa, mas quero ver primeiro se vai ser tão polêmico e interessante quanto estou antecipando.

Fonte: Games Industry.biz

Site oficial: https://www.eveonline.com/

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Clássica máfia americana volta aos cinemas

A Lei da Noite é uma adaptação do livro Os Filhos da Noite, de Dennis Lehane, sobre o filho de um policial que se volta para uma vida criminosa na década de 20, nos Estados Unidos. Ben Affleck escreveu o roteiro, dirigiu, produziu e também protagoniza, como o bandido Joe Coughlin. Lançamento em janeiro de 2017.


© Warner Bros

Também estão no elenco Scott Eastwood, Elle Fanning, Zoe Saldana, Sienna Miller, Anthony Michael Hall, Brendan Gleeson e Chris Cooper.

O livro foi lançado no Brasil pela editora Companhia das Letras.

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Faz tempo que não falo de cinema por aqui, e tempo que não uso o tema “crime fiction”, então o lançamento desse trailer parece uma ótima oportunidade, não? Mas só agora reparei que da última vez que falei de cinema foi justamente sobre o Ben Affleck dirigindo e protagonizando um filme policial. E os dois inclusive são de época. E adaptações. E provavelmente têm várias outras coincidências. Ops.

O vídeo nos mostra um filme bonito, tecnicamente impecável, com boa reconstrução de figurino e cenários, fotografia louvável e direção criativa e até ousada em alguns momentos. Já a história é de mais um criminoso aproveitando a vida, sentindo um pouco de remorso (provavelmente devido aos valores impostos por seu pai durante a infância) enquanto mata, rouba e etc. Acho que a única coisa realmente diferente aqui é a quantidade de surras que o protagonista parece levar. Seria para deixar o filme mais realista?

Já enxergo mais alguns prêmios da Academia no futuro do Affleck. E com esse controle todo que estão dando a ele, bem como os bons resultados financeiros que tem conseguido, está me lembrando do Alfred Hitchcock – mas focado em filmes policiais e não suspenses. Agora basta desenvolver um estilo mais autoral e permanecer lucrativo. Tempo para isso ele tem bastante.

Fonte: Coming Soon

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