Trailer de Guardiões da Galáxia deve agradar os fãs

Guardiões da Galáxia Vol. 2 ganhou seu primeiro trailer oficial, com os heróis espaciais da Marvel enfrentando novos vilões e monstros. O lançamento está previsto para maio do ano que vem.


© Marvel Films

James Gunn retorna como diretor e roteirista, e no elenco Chris Pratt, Zoe saldana, Karen Gillan, Bradley Cooper, Vin Diesel, Dave Bautista, Michael Rooker e Glenn Close repetem seus papeis originais. Entram na franquia Sylvester Stallone, Nathan Fillion e Kurt Russell.

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Fizeram um trailer tão “seguro” que me deixou um pouco desapontado. Todas as piadas que você gostou do primeiro filme? Estão aqui de volta, e um pouco mais exageradas!

Okay, pelo menos colocaram uma música nova.

Continua sendo o único filme da Marvel que realmente me interessa assistir no ano que vem. Espero que não comecem a entupir de referências e aparições de personagens dos outros filmes, engessando o diretor e diminuindo o espaço em cena dos protagonistas atuais (torço para que não adicionem ninguém à equipe!).

Mas me surpreendi com a qualidade do primeiro, e aposto que vai acontecer o mesmo com esse.

Fonte: io9

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Saqueie uma hiper-civilização

Torment: Tides of Numenera é um jogo para PC, Xbox One e PlayStation 4 com lançamento previsto para os primeiros meses de 2017. Ele se passa em um mundo que aproveita os restos tecnológicos de uma civilização ultra-avançada, após seu colapso. O jogo está sendo desenvolvido pela inXile Entertainment com dinheiro obtido via kickstarter, cerca de US$ 4 milhões. O título mais conhecido e recente da empresa é Wasteland 2.


© inXile Entertainment

O jogo terá apenas três classes: glaive, nano e jack. O primeiro é o guerreiro, focado em combate corpo a corpo, o segundo é o “mago” que manipula tecnologias esquecidas, e o último, visto no trailer acima, um híbrido dos dois. Apesar da quantidade pequena de personagens, os jogadores terão várias opções customizáveis que influenciam seus poderes.

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Tive uma pequena decepção enquanto escrevia esse post. Como havia encontrado a informação em um site especializado no gênero MMORPG, achei que esse jogo pertencia ao mesmo. Após pesquisar extensamente o peculiar sistema de classes, acabei esbarrando na ficha técnica, onde descobri que é apenas single player.

E eu achando que seria um Path of Exile pós-apocalíptico, estava até me animando a jogar. Como já tinha me envolvido demais resolvi continuar a escrever, mas foi um baque. Provavelmente vou comprar quanto estiver em promoção, lá pelos cinco dólares. Estou aguardando o Wasteland 2 chegar lá também, mas já se foram dois anos sem uma redução considerável de preço.

Fonte: MMORPG.com

Site oficial: http://torment.inxile-entertainment.com/game

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Hordas de mortos vivos e um bárbaro com espada

A penúltima edição do ano de Conan the Slayer está disponível em lojas especializadas e na internet a partir desta semana. A revista continua a saga do bárbaro e sua tribo de mercenários nômades do deserto, os kozakis, enfrentando uma briga entre irmãos por controle do grupo, e também uma horda de mortos vivos.

Faz tempo que ele não enfrenta um vampiro. Será que aceitam sugestões?
© Dark Horse Comics

São 32 páginas por US$ 3,99, com roteiro de Cullen Bunn, arte de Sérgio Dávila e cores de Michale Atiyeh.

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Estava me planejando para comprar outra edição encadernada do Conan pela Mythos Editora no final de ano, mas o lançamento de Blame! e Ghost in the Shell pela JBC adiaram indefinidamente esse planos. Estou em uma onda cyberpunk tão dominante ultimamente que não tenho me interessado nem por jogos, livros ou mesmo RPGs de fantasia – até paralisei a campanha de Pathfinder que obrigava meus filhos a participarem.

Em compensação estou lendo um livro atrás do outro remotamente com esse tema (ficção científica militar é cyberpunk do ponto de vista das forças armadas – pode acreditar), e acumulando jogos de computador em promoção na mesma vertente (prestes a terminar Shadowrun Hong Kong, e daí pular para Technobabylon). Sem falar em Interface Zero 2.0, adaptação cyberpunk de Pathfinder – como vão lançar o manual principal em janeiro com apenas uma aventura, planejei uma campanha por conta própria e escrevi o esqueleto de três aventuras, só precisando definir as estatísticas das pessoas/robôs envolvidos, e alguns diálogos chave.

Não escrevia uma aventura desde os ano 90. Após retomar o passatempo com Pathfinder, no máximo modifiquei módulos prontos e escrevi um ou dois encontros/combates. Esse material próprio está ficando tão bacana que penso em traduzi-lo e soltar na internet – a escassez de material para o cenário talvez atraia usuários. O problema, para variar, seriam os mapas. Aprender a fazer alguns razoáveis ocuparia mais tempo do que escrever a campanha toda.

Fonte: Dark Horse Comics

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Derivado de Star Wars tem personagem inovador

Rogue One: Uma História Star Wars chega aos cinemas no dia 15 de dezembro, a pouco mais de duas semanas. O filme se passa entre os episódios III e IV da franquia, e mostra os esforços de um pequeno grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte.



© Disney

Estão no filme Felicity Jones, Mads Mikkelsen, Alan Tudyk, Diego Luna, Forest Whitaker, James Earl Jones, Jimmy Smits, Warwick Davis, e Riz Ahmed. A direção é de Gareth Edwards, diretor de Godzilla. O roteiro tem quatro escritores, cujos currículos incluem A Bússola de Ouro, a franquia Bourne, Depois da Terra e um deles sendo um novato completo.

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Esse é o primeiro experimento da Disney com a franquia, sua tentativa mais escancarada de recuperar o dinheiro gasto na aquisição, indo além dos lucrativos Episódios. Se a coisa der certo, vão continuar fazendo mais dessas produções em curtos intervalos, explorando nichos pouco conhecidos e o passado de celebridades desse universo. Provavelmente deveriam ter começado com o filme do Han Solo.

Os primeiros trailers me deixaram apenas desanimado, com seu cortejo politicamente correto de minorias rebeldes e história irrelevante. Mas dando uma geral nos vídeos recentes, que estão saindo praticamente a cada dois dias, achei um personagem original, ameaçador e cativante – o robô K-2SO, homenagem da franquia ao androide Marvin, de O Guia do Mochileiro das Galáxias.

Até que enfim um droid que não é alívio cômico. Provavelmente não é o suficiente para justificar o filme inteiro, mas pelo menos é algo inédito nessas trilogias sem fim.

Fonte: Slash Film

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Até O Mágico de Oz ganha remake sombrio

O canal americano NBC vai lançar uma série adaptando o Mágico de Oz com temas adultos, sombrios e violentos, sob o título Emerald City. Vincent D’Onofrio intepreta Oz, dando apoio a um elenco pouco conhecido vindo de outros programas de televisão e filmes de baixo orçamento. O primeiro episódio vai ao ar em janeiro de 2017.


© NBC

A direção dos 10 episódios é de Tarsem Singh, conhecido por filmes com estilo visual único e exagerado, como A Cela e Espelho, Espelho Meu.

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Apesar das minhas baixas expectativas ao ler a sinopse desse programa, acho que me impressionei um pouco mais do que acharia possível. Visualmente é bem atrativo. O problema é que você relembra o tempo inteiro que o material de referência é o Mágico de Oz, e acaba rindo involuntariamente. Talvez isso ajude a atrair público, pelo menos para os episódios iniciais: o contraste, a curiosidade para ver porque diabos autorizaram filmar isso. Mas se o show se leva tão a sério quanto dão a impressão, pode acabar sendo acidentalmente cômico. Uma paródia sem a intenção.

Pior que essas versões de contos de fada violentos e sombrios já acumularam um belíssimo prejuízo em Hollywood, mas insistem no tema. O próprio diretor foi responsável por uma dessas bombas, na adaptação de A Branca de Neve citada no segundo parágrafo.

Provavelmente é o apelo da marca mundialmente reconhecível, e não precisar pagar royalties ao autor ou família (no caso de Oz, acho que a obra não está em domínio público nos EUA).

Geralmente finalizo mencionando que vou conferir pelo menos um episódio antes de descartar, mas nesse caso abro mão. Estou fora.

Fonte: Deadline

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Conan Exiles vai abrir mais cedo para entusiastas

Conan Exiles, novo jogo da Funcom na franquia Conan O Bárbaro, vai ser lançado em “early access” no final de janeiro do ano que vem. A modalidade permite a jogadores acessarem o produto ainda em estágio inicial ou intermediário de desenvolvimento, com vários aspectos ainda inacabados ou não testados profundamente.


© Funcom

Neste título os usuários precisam construir todo tipo de objeto, começando por suas próprias ferramentas e armas, e tentar sobreviver ao brutal mundo de Conan. Poderá ser jogado sozinho ou em multiplayer.

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Muitos sentimentos ambíguos quando a esse Conan Minecraft. Enquanto o mapa para novatos do MMORPG Age of Conan me proporcionou alguns dos momentos mais divertidos em um jogo desse estilo, os mapas normais são incrivelmente chatos, banais e repetitivos. Parece que colocaram o pessoal topo de linha na produção dos primeiros 20 níveis, e depois deixaram o resto do jogo nas mãos da equipe em treinamento.

A perspectiva de poder jogar isso em single player me deixa feliz, já que o aspecto online parece ser cada vez mais o ponto fraco da empresa. Mas os aspectos técnicos necessários para construir um jogo de mundo aberto e focado em crafting provavelmente estão consumindo todos os recursos a disposição – será que vão conseguir elaborar uma campanha também?

Fonte: Videogamer

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Prequel de Astro Boy chega em 2017

O manga Atom the Beginning vai ser adaptado em uma animação com lançamento previsto para 2017. A história é um prelúdio de Astro Boy, mais famosa criação do mangaká Osamu Tezuka, sobre um robô com aparência de menino e capaz de sentir emoções.


© Production I.G.

A história em quadrinhos foi criada por Tetsuro Kasahara, cujo mangá mais popular se chama Ride Back, sobre motocicletas robotizadas. A série teve 10 volumes publicados e uma adaptação para anime em 2009.

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Estava tentando organizar minhas memórias quanto a Astro Boy. Lembro de ter visto a adaptação americana, acho que dublada pelo Frodo, e talvez alguns episódios de uma série para TV na década passada, mas disso não tenho certeza alguma. O manga acho que nunca foi lançado aqui – as editoras preferem o material mais “maduro” do Tezuka, como sua série sobre o budismo.

Com certeza vou conferir esse anime no próximo ano – a combinação de um visual mais realista para o robô principal com a aparência típica dos personagens do Tezuka ficou chamativa. Mas fiquei curioso mesmo para ver esse Ride Back, sobre os mechas que viram motos ou algo assim. É uma pequena variação sobre o tema, mas pelas imagens promocionais parece ótimo.

Fonte: Anime News Network

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Segunda antologia Star Wars ganha nome conhecido

Emilia Clarke (A Guerra dos Tronos) é o terceiro nome no elenco do filme de Han Solo, clássico personagem da franquia Star Wars. Ainda sem um nome, ela vai se juntar ao comediante Donald Glover e a Alden Ehrenreich como as versões jovens de Lando Calrissian e Han Solo, respectivamente. Lançamento previsto para maio de 2018.


© Walt Disney Pictures

Phil Lord e Christopher Miller, dupla responsável por Uma Aventura Lego e o remake de Anjos da Lei, são os diretores. Lawrence Kasdan, veterano da franquia, escreve o roteiro com seu inexperiente filho Jon Kasdan.

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Acabei deixando passar a oportunidade de noticiar a contratação do Donald Glover (por semanas achei que fosse piada), mas aproveito para retificar a injustiça com esse post. Espero que pelo menos esse prelúdio seja um pouco mais interessante que O Despertar da Força – não acredito que tive que verificar se o título era esse mesmo – e os soníferos trailers de Rogue One: Uma História Star Wars.

Acho que o público não vai se voltar contra a nova trilogia dupla de Star Wars do mesmo jeito que se voltou contra a segunda trilogia do George Lucas, mas se continuarem com esses filmes desmotivados, a trégua vai durar pouco.

Meu filho tem as duas trilogias originais em DVD, já assistiu-as um par de vezes. Mas desde que fomos ver o episódio VII nos cinemas, nunca pediu para ir de novo ou teve qualquer interesse em comprar o filme para sua coleção. Nem o desenho animado, Star Wars Rebels, consegui convencê-lo a assistir no Netflix.

Acho que a Disney, justo ela, não está conseguindo clonar a sensação de contos de fadas do original. Por enquanto, do escasso material produzido, está faltando alma.

Fonte: Coming Soon

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Deadpool 2 contrata diretor mais econômico

O boato que circulava há algumas semanas se tornou realidade com a contratação de David Leitch para a direção de Deadpool 2. O filme deve ser lançado em março de 2018, trazendo de volta Ryan Reynolds como protagonista e boa parte do elenco original, além de introduzir os personagens Cable e Domino na franquia de mutantes da Fox.

Último filme divertido que vi nos cinemas
© Fox

O dublê profissional David Leitch começou sua carreira como diretor em De Volta ao Jogo, dividindo a função com outro colega da área, Chad Stahelski. Enquanto este último está ocupado com a continuação desta nova franquia de Keanu Reeves, Leitch está trabalhando no drama de espionagem The Coldest City.

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Não tive vontade de reproduzir as fofocas sobre a demissão do diretor original, Tim Miller – acusaram o cara de querer melhorar a qualidade da continuação, o que aumentaria os custos em até 200%. Não sei de onde tiraram esses cálculos, provavelmente do chapéu de algum executivo que gostaria de repetir os lucros do primeiro filme mantendo o orçamento baixo.

Por outro lado, muitas continuações de sucessos inesperados tendem a se autodestruir quando injetadas com dinheiro extra, como a trilogia Matrix, Homens de Preto e Riddick. Talvez haja um pouco de sabedoria no meio dessa ganância?

Que coincidência, os exemplos de péssimas continuações com orçamento inchado que me vieram à cabeça são justamente de ficção científica. Huh.

Fonte: Bleeding Cool

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Ghost in the Shell também ganha versão impressa

A Editora JBC colocou em seu catálogo o mangá The Ghost in the Shell, obra original de Masamune Shirow sobre um grupo de soldados que enfrenta inimigos utilizando alta tecnologia. São 352 páginas pelo preço sugerido de R$ 64,90, sem data de lançamento oficial.

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© JBC

A publicação é censura 18 anos, devido às cenas de sexo e violência.

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Conforme prometido ontem, um post cyberpunk para encerrar a semana. Estava lendo uma versão de baixa qualidade dessa obra, mas ao saber do lançamento iminente parei tudo. Prefiro aguardar pela versão impressa mesma, que segundo boatos deve ir para as distribuidoras após um evento em dezembro.

Vi muitas reclamações quanto ao preço, mas como raramente compro qualquer coisa em papel hoje em dia, não me incomodou tanto. Pelo menos é de um tamanho razoável, e a quantidade de páginas impressiona. Parece que vão coletar todo o mangá nesse volume único. Espero!

Fonte: JBC

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