Groo vs. Conan chega ao fim, Conan segue em carreira solo

A editora Dark Horse Comics encerrou esta semana a mini-série Groo vs. Conan com o quarto volume do encontro entre bárbaro e paródia. Enquanto a luta prossegue empatada, uma solução diplomática talvez seja a única opção possível, sugere a prévia de seis páginas disponível clicando na capa abaixo:


© Dark Horse

Arte de Sergio Aragonés e Thomas Yeates, com roteiro de Mark Evanier.

Enquanto isso, as aventuras de Conan seguem um caminho mais sério e cronológico com o sétimo volume de Conan the Avenger, adaptação escrita por Fred Van Lente com arte de Brian Ching e cores de Michael Atiyeh.


©Dark Horse

Ambas publicações tem 32 páginas e custam US$ 3,50 cada, em versão impressa ou digital.

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Groo vs. Conan poderia ter ido em várias direções, e essa versão cheia de metalinguagens não parece ser a pior delas. Ao menos tiveram a coragem de fazer o crossover, apesar de não levá-lo a lugar algum, preferindo encher linguiça com discussões entre os criadores e entre personagens secundários. Até parece que estavam preocupados em não ferir a continuidade dos personagens em suas publicações individuais.

Conan the Avenger parece ter abandonado, talvez temporariamente, o destaque que estavam dando aos personagens periféricos no arco de história anterior. Talvez o autor tenha mudado de ideia, ou talvez esteja se inspirando em material diferente mesmo. Tudo bem por mim.

Fonte: Dark Horse

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Universo Marvel cresce mais um pouco

Com o sucesso de Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. (atualmente em sua segunda temporada), o canal ABC está dando prosseguimento a uma nova série derivada dos filmes: Marvel’s Agent Carter. Peggy Carter (Hayley Atwell) era uma militar e interesse romântico do Capitão América em seu primeiro filme, durante a Segunda Guerra Mundial, e o programa vai se passar nesse mesmo período. Lançamento em 2015.


© Marvel

De acordo com a sinopse, Carter vai trabalhar para Howard Stark, o pai do Homem de Ferro, com a responsabilidade de descobrir quem está tentando incriminá-lo. James D’Arcy (Cloud Atlas) será o mordomo Edwin Jarvis, versão humana da I.A. que auxiliar o herói mecanizado no futuro.

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Ah, nem reclamo mais do domínio de super-heróis nos cinemas e televisão. Vão continuar ordenhando esse úbere até a última gota, e com o lucro ridículo que estão obtendo, não há dúvidas que a coisa vai longe. Se ao menos todos os próximos filmes e séries tentarem atingir um nível de qualidade semelhante ao de Guardiões da Galáxia, não estaremos tão mal.

Por sinal, GdG pra mim é um filme de ficção científica, e não de super-heróis. Coincidentemente é o melhor já feito pela Marvel. Coincidência mesmo?

Fonte: Coming Soon

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Novas classes exploram o oculto em Pathfinder

A editora Paizo acaba de lançar o playtest de Occult Adventures, manual do RPG Pathfinder que trará seis novas classes com temática de horror sobrenatural. Jogadores podem baixar gratuitamente um arquivo de 60 páginas com a primeira versão desses personagens inéditos, testá-los dentro de seus grupos ou teoricamente, e publicar suas opiniões no fórum da editora.


© Paizo

Kineticist, Medium, Mesmerist, Occultist, Psychic e Spiritualist são as classes novas, definidas pela Paizo como personagens que lidam com o lado oculto de Pathfinder, buscando os motivos reais e secretos por trás das ameaças que enfrentam.

Os testes prosseguem abertos até o dia 25 de novembro, e a versão final do livro, com mais de 200 páginas, deve ser lançada em agosto de 2015.

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Gostei muito desta versão inicial das classes (das que consegui ler, pelo menos). Finalmente alguns sistemas novos em Pathfinder, ao invés de reaproveitar os mesmos com novos nomes, como fizeram no Advanced Class Guide – sempre foi a proposta do livro, mas acabou criando mais inchaço que inovação, inevitavelmente.

O Kineticist, que utiliza um dos cinco elementos (aether!) para ataque e defesa, por exemplo, quanto mais poder utiliza, mais dano não-letal sofre, não sendo limitado por uma quantidade de usos diários, mas sim por sua força vital. E o Medium, um dos mais interessantes até agora, pode ser possuído por diferentes espíritos para receber diversos poderes – mas quanto mais poder, mais controle essas manifestações tem sobre ele, chegando ao ponto até de transformá-lo em um NPC temporariamente, ou seja, perda de controle sobre o personagem.

Ultimamente tenho comprado mais livros da Dreamscarred Press, que cria material tercerizado para Pathfinder, mas finalmente a Paizo me reanimou. Espero que criem pelo menos um Adventure Path e alguns módulos com esse tema do Occult Adventures.

E acho que tem um livro nesse estilo sobre o cenário de campanha, quem sabe compro o dito cujo no mês que vem também. Occult Mysteries, acho que era o título.

Fonte: Paizo Blog

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Habilidades do Witcher em destaque

The Witcher 3: Wild Hunt por enquanto deve ser lançado no início do ano que vem, com as aventuras de Geralt de Rivia, um caçador de monstros modificado alquimicamente. Até lá a CD Projekt RED continua lançando vídeos do título, sendo o mais recente o cinematic de abertura, onde o protagonista rastreia uma maga através de um campo de batalha:


© CD Projekt RED

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O jogo parece sensacional, e os cinematics não estão deixando a desejar. Atualmente estou jogando Shadowrun Returns e tentando retomar The Secret World (a inexistência de grupos continua a me assombrar), mas The Witcher está firme em terceiro lugar na fila. Após concluir o primeiro provavelmente irei voltar ao universo de Geralt, que, mesmo antigo, é muito divertido e recheado de opções e liberdades.

Espero que até 2016 já esteja pronto para jogar o terceiro Witcher, e talvez ter um computador à altura também. Duvido!

Fonte: Videogamer.com

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Evil Dead ganha continuação no espaço

A editora Dynamite vai lançar em dezembro Army of Darkness #1, história em quadrinhos inspirada pelos filmes Evil Dead, ou, Uma Noite Alucinante. Desta vez o protagonista Ash, interpretado nos cinemas por Bruce Campbell, volta ao presente mas acaba embarcando em um foguete rumo à Estação Espacial Internacional, onde irá enfrentar mais mortos-vivos.


© Dynamite

O roteiro é de Cullen Bunn, com arte de Larry Watts. São 32 páginas por US$ 3,99.

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Ainda não assisti ao remake/reboot/continuação A Morte do Demônio, baseada/inspirada/derivada do Evil Dead original, lançada em 2013. Parece que puxaram para o lado do horror, e, apesar de ter gostado muito dos primeiros filmes, é a palhaçada do terceiro que se destaca na minha memória.

Acho uma pena não terem continuada a franquia durante os anos 90, enquanto elenco e direção ainda estavam no auge. Atualmente não acharia muito interessante ver um Ash idoso e cansado continuando suas aventuras, mas se capricharem no roteiro e transformarem seu personagem em algo relevante e adequado, pode ser muito bom.

Em suma, acho que essa tendência de continuações em quadrinhos é um dos veículos mais adequados para expandir franquias famosas, ao invés de continuar sofrendo em filmes terríveis e caros ou séries de TV cansativas.

Fonte: Dynamite Publishing

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Mais elenco em filme de astronauta marciano

O nome mais recente adicionado ao elenco de The Martian é Chiwetel Eijofor, o premiado protagonista de 12 Anos de Escravidão. No longa, Matt Damon é um astronauta em Marte, que precisa sobreviver sozinho no planeta após ficar preso lá.


© Editora

Também estão no elenco Kate Mara, Jessica Chastain, Kristen Wiig, Sean Bean e Donald Glover. Ridley Scott é o diretor, com roteiro de Drew Goddard (O Segredo da Cabana). O longa é uma adaptação do livro Perdido em Marte, de Andy Weir, disponível no Brasil pela Editora Arqueiro.

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Estou com The Martian na lista de audiolivros (um dos últimos, antes de cortar minha assinatura – acumulei vários, vou dar uma reduzida na fila antes de retomar). Achei que fosse um livro meio que de horror, cheio de alienígenas e tal… mas pela sinopse, o treco parece ser muito mais realista.

Aparentemente o astronauta está sozinho no planeta e tenta dar um jeito de sobreviver cultivando sua própria comida e bolando jeitos criativos de se manter inteiro. Gostei, vou subi-lo na ordem de espera.

Fonte: Deadline

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Nave que não diferencia humanos na TV

O livro Ancillary Justice (inédito no Brasil) teve seus direitos de adaptação adquiridos pela Fox Television Studios, que podem dar início a uma produção ou apenas segurá-los por alguns anos antes de reverterem de volta à autora. Os objetivos da empresa não foram declarados publicamente ainda, e devem estar apenas na análise de viabilidade por enquanto.


© Orbit

Breq é uma inteligência artificial em busca de vingança, capaz de controlar milhares de cópias suas simultaneamente, mas com dificuldades para diferenciar o gênero dos seres humanos. Para simplificar, Breq trata todas pessoas que encontra como “ela”, não importando a sua identidade.

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E apesar de ser capaz de reconhecer pessoas pelas feições, é incapaz de determinar se está falando com uma mulher ou homem. Trata-se de uma ferramenta para explicitar que alguém do lado de fora da humanidade não veria qualquer importância na diferença entre homens e mulheres. Parece uma premissa meio fraca para conduzir uma trilogia inteira? Pois o primeiro já ganhou o Hugo, Nebula, Locus e alguns outros prêmios da área.

É um caso raríssimo da prosa sendo mais importante que a história dentro de um romance de ficção científica. Se por um lado a decisão, extremamente amigável aos defensores da justiça social anti-hetero normativa, conquistou a crítica e boa parte dos autores de sci-fi/fantasy, por outro sofreu justamente na trama. O livro é bem chato.

E duvido que vá adiante nessa adaptação. A Fox deve ter comprado somente para ter mais um item de prestígio dentro do seu leque de opções. Como diabos traduziriam a inabilidade de Breq em reconhecer sexos para a televisão? No livro você até se esforça para tentar adivinhar o gênero dos personagens através de comportamentos e falas, mas com o visual, qual a dificuldade?

A Ann Leckie tem alguns contos de fantasia sensacionais, sobre seres humanos interagindo com deuses animais cotidianamente – o modo como eles afetam suas vidas sempre era o auge das histórias. Infelizmente não perseguiu esse universo, preferindo ir pela rota da luta de gêneros. Que seja.

Fonte: io9

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Primeiro trailer de Vingadores 2 é cheio de ameaças

A seis meses da estreia, Vingadores: Era de Ultron ganhou seu primeiro trailer, que resume os desafios que serão enfrentados pelos heróis da Marvel em 2015. O vídeo estava sendo divulgado em baixa qualidade, mas agora já está disponível pelo canal do Youtube da própria empresa:


© Marvel Pictures

Como se pode perceber pelas imagens, Tony Stark, o Homem de Ferro, desperta a fúria dos demais vingadores ao criar/ativar a inteligência artificial Ultron, o grande vilão do novo longa metragem.

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De novo vão enfocar nas brigas internas? Tudo bem que seria impossível resolver todas as diferenças durante os breves momentos que lutaram juntos no filme original, especialmente se não mantiveram contato após esses eventos – impressão dada pelos filmes solo. Mas parece que dessa vez o Homem de Ferro é o saco de pancada predileto, ao invés de distribuir mais igualmente os conflitos.

Não parece mal, mas temo pelo vilão de CGI. Honestamente, estou mais animado pelo DVD de Guardiões da Galáxia do que por esse Vingadores 2. Mas com certeza iremos assistir nos cinemas, a Marvel não tem feito nenhuma mancada feia nas suas produções. Recentemente.

E, sim, eu sei que meio mundo já viu esse trailer, mas achei relevante o bastante para colocar aqui, mesmo tanto tempo depois.

Fonte: SF Signal

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Predadores se juntam à festa de crossovers

A série de crossovers alienígenas da editora Dark Horse chega à sua quarta publicação esta semana, com Predator: Fire and Stone #1. Desta vez um grupo de humanos em fuga dos engenheiros (do filme Prometheus) está preso em uma nave com um predador, e resolve enfrentá-lo ao invés de esperarem virar a caça.


© Dark Horse Comics

São 32 páginas por US$ 3,50, versão digital ou impressa. Roteiro de Joshua Williamson, arte de Chris Mooneyham e cores de Dan Brown. As demais revistas também trazem continuações ou prelúdios dos filmes da franquia Alien.

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Odiei Prometheus. Bom, devo na verdade ter ficado apenas profundamente decepcionado, mas com o passar dos anos isso fermentou em ódio. Para ter uma ideia do abismo dessa decepção – foi inversamente proporcional às expectativas gigantescas que levei para o cinema.

Sou simpático à ideia de mais crossovers entre Aliens e Predadores, gosto bastante dos filmes stand alone e tal. Mas misturá-los com a balbúrdia que foi Prometheus, achei péssimo. Podem até ter recrutado bons desenhistas e escritores, mas a matéria-prima é falha.

Fonte: Dark Horse Comics

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Novo Macross começa pela cantora

A franquia de robôs gigantes Macross deve ganhar uma nova série animada com o título Macross Delta. Um site oficial está com inscrições abertas até dezembro para recrutar uma cantora para o papel feminino principal, outra das tradições da série de animes e filmes. De acordo com o material de divulgação, o programa vai se passar em 2067.


© Satelight

O mesmo procedimento teria sido realizado na série anterior, Macross Frontier, para selecionar a voz da protagonista Ranka Lee (vista acima).

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Dá para acreditar que fazem 7 anos desde Macross Frontier? Eu juraria que a série foi exibida ainda nesta década. Sou meio relapso quanto a Macross e seus derivados, tendo assistido vários episódios da série original, ou sua versão/adaptação Robotech, daí um OVA sobre uma nave controlada por inteligência artificial, que esqueci o título, e finalmente Frontier.

Esse último anime foi muito bom, o bastante para me deixar com vontade de assistir uma nova série. É claro que houveram alguns momentos sem sentido algum, personagens que aparentavam ter grande importância e acabam não servindo para nada, mas o núcleo principal era bem sólido e compensava pelo resto irregular.

Fonte: Anime News Network

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