Primeiras imagens de Firefly Online

Firefly Online, jogo baseado no cancelado seriado de televisão de Joss Whedon ganhou seu primeiro vídeo demo. O elenco original retorna para dublar seus personagens, um grupo de foras-da-lei espacial fazendo vários tipos de trabalho em uma espécie de velho oeste futurista.


© Quantum Mechanix

O título deve ser lançado no ano que vem para PC e mobile, e deve permitir aos jogadores comandar tripulação e nave espacial, enquanto completam missões variadas e interagem com outros capitães.

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Sou uma das poucas pessoas que assistiu toda a primeira temporada na televisão (sendo que nos EUA ela não foi exibida na íntegra) quando foi exibida inicialmente, no canal Fox. Achei-a bem divertida, mas não entendo esse fascínio quase religioso que os fãs têm. O filme, por exemplo, apesar de ter sido concebido apostando no apoio de uma base ridiculamente leal de seguidores, foi mal de bilheteria. Não ajuda o fato que é bem ruinzinho – o que eram aqueles reapers? Bah.

Vamos ver se o jogo pelo menos é bom, porque fazer um produto medíocre contando com o apoio dos fãs não funciona. Como atestado pelo exemplo cinematográfico acima mencionado.

Fonte: io9

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Zumbis da Corporação Umbrella na televisão

A franquia Resident Evil vai ganhar uma nova adaptação, desta vez para a televisão. O novo produto será um derivado dos filmes estrelados por Milla Jojovich, ao invés de se basear nos jogos eletrônicos. O programa deve começar após o sexto longa ser lançado, Resident Evil: The Final Chapter, em 2016.


© Screen Gems

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Parece incrível, mas já existem mesmo cinco filmes de Resident Evil. Assisti e gosto do primeiro, que apesar de cheio de tosquices é mais divertido que deveria, o segundo tenta expandir o cenário e é horrível – o terceiro desisti nos primeiros minutos, com a fábrica de clones. O resto nem sabia que existiam… sem falar na animação japonesa.

Gostava mais da Alice como uma agente exageradamente treinada do que como um experimento genético super-poderoso. Pelo menos tem um elemento que diferencia a franquia de todos os demais filmes de zumbi, que geralmente são contados do ponto de vista de pessoas normais. Nos jogos já são agentes treinados, no filme, até uma superhumana.

Fonte: Games Industry

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Grandes planos para o Universo DC no cinema

Após anos assistindo a Marvel/Disney dominando o mercado de franquias de filmes de super-herói com resultados bilionários, a Warner Bros/DC finalmente anunciou planos semelhantes. Começando em 2016 e indo até 2020, os estúdios pretendem lançar Batman e Superman: Alvorecer da Justiça, Esquadrão Suicida, Mulher Maravilha, Liga da Justiça, Flash, Aquaman, Shazam (protagonizado pelo Capitão Marvel), Liga da Justiça 2, Ciborgue e um reboot de Lanterna Verde, em um total de 10 longas.

© Warner Bros

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Se você quer uma definição de “chegar tarde para a festa”, dificilmente vai encontrar algo mais escandaloso ou caro do que esses planos da WB para o universo DC. Enquanto a Marvel continua dominando o mercado e sobrevivendo graças  a filmes que combinam excelentes diretores com hilários roteiristas (com algumas mancadas feias pelo caminho), a DC tem mais errado que acertado. E pior que contribuíram mais que ninguém para o desgaste do gênero

A menos que achem um organizador extremamente competente, como o Joss Whedon está sendo na Marvel, mantendo uma coerência entre os vários produtos e inclusive servindo de interventor em alguns casos específicos, não vão conseguir fazer tanto em tão pouco tempo.

O mais perto que chegam disso é o Christopher Nolan, mas como sequer estão aproveitando seus filmes do Batman, duvido que ele esteja tão envolvido na iniciativa assim. Até agora só divulgaram alguns nomes de elenco, e na parte de direção a única coisa que tem é o Zack Snyder. Isso vai de mal a pior.

Fonte: Deadline

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Menos de 24h para ganhar um jogo grátis

O site GOG vai dar uma cópia digital de Alien versus Predator Classic 2000 para todo mundo que se inscrever no serviço de jogos online Galaxy até esta sexta-feira. Interessados devem ir até o endereço www.gog.com/galaxy, preencher seu e-mail no campo em branco disponível e aguardar que o título apareça em sua prateleira virtual de jogos para download. O objetivo do site é promover o lançamento do tal serviço novo.


© Fox Interactive

Alien versus Predator Classic 2000 é uma versão atualizada do antigo jogo, um first person shooter onde você controla um fuzileiro espacial, predador ou alien dos filmes.

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Admito que inicialmente estava pensando na antiga versão para arcade do Alien versus Predator, um side-scroller beat-them up em que você controla dois tipos de predador ou dois ciborgues (da onde será que tiraram esses personagens? Preciso investigar). Mas esse FPS, apesar de arcaico, talvez seja divertido, principalmente pelo aspecto nostálgico. Vou inscrever meus filhos também, por via das dúvidas – se o Galaxy funcionar bem, podemos jogar algumas velharias juntos.

Acho que a versão de fliperama teria sido melhor.

Fonte: Videogamer.com

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Lupin III vai para a Itália

O anime Lupin III vai ganhar uma nova série a partir do ano que vem. O desenho irá se passar na Itália, e terá sua estreia mundial no canal italiano RTI. Apesar de ter aparecido em alguns filmes ao longo dos anos (inclusive enfrentando o Detective Conan e em uma versão live-action recente), Lupin não voltava para a televisão desde a década de 80. Ele apareceu como personagem secundário em um anime protagonizado por Fujiko Mine, em 2012, mas além disso sua carreira estava restrita aos cinemas.


© TMS

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Fora o famoso Castle of Cagliostro, dirigido pelo próprio Hayao Miyazaki, Lupin não parece ter um anime ou filme icônico, que se destaque sobre todos os demais. Vi alguns trechos de um desses animes que tem a minha idade ou mais velhos ainda na antiga Animax/Locomotion, e não dei muita bola. A arte é peculiar, e a animação meio datada.

Deixando essa impressão superficial de lado, acho que seria uma boa tentar conferir pelo menos o filme mais famoso – o personagem não deve ser tão popular a toa.

Fonte: Anime News Network

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Videogame investe em série dramática de super-heróis

Usuários da Playstation Network vão poder assistir em breve aos dez episódios de Powers, adaptação da história em quadrinhos de Brian Michael Bendis (Homem-Aranha, X-Men). Sharlto Copley protagoniza como Christian Walker, um ex-super herói trabalhando como detetive especializado em crimes envolvendo super poderes.


© Sony Television

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Copley furioso de novo? Em Elysium fez apenas isso, caretas e gritos. O sujeito tinha uma carreira tão promissora, mas parece que está pegando só trabalhos… “pouco desafiadores”, para ser gentil.

E de novo com essa história de super-heróis realistas e nada heroicos. Heroes era feito totalmente nessa premissa, daí temos o Alphas que não sei se continua, Misfits na Inglaterra, Agents of S.H.I.E.L.D… parece que ninguém quer fazer heróis à moda antiga na televisão, apesar do sucesso dos filmes da Marvel. Será uma decisão puramente estilística, ou é a baixa verba de efeitos especiais mesmo?

Só consigo lembrar que o melhor personagem, com a melhor história e melhores cenas de Heroes era o Hiro, justamente o único que estava entusiasmado com seus poderes e lidava com tudo como uma oportunidade para ser um herói. Ao contrário do resto dos superdeprimidos que povoam a maioria desses programas, se lamuriando porque queriam ser normais. E acham que isso é realista?

Fonte: SlashFilm

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Pathfinder tenta integrar classes novas

A editora Paizo está publicando este mês o Pathfinder Player Companion: Advanced Class Origins, manual que integra as dez classes novas deste RPG de mesa no cenário de campanha Golarion. O livro de 32 páginas contém archetypes (versões alternativas de uma classe), mais opções de poderes e traits (características que conectam o personagem ao mundo, e também dão pequenas vantagens mecânicas). São US$ 8,99 pela versão em .pdf, disponível a partir do dia 22/10.


© Paizo

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Gostei da ideia de ter mais opções (entre as dezenas que já existem) para as classes novas, principalmente a ideia de ligá-las a Golarion, por mais retcon que isso pareça. A página lista alguns exemplos, e me deixou bem tentado. Infelizmente não irei jamais pagar 9 dólares por 32 páginas de conteúdo. Talvez pagasse US$ 5, com muita vontade de ler o material, mas esse preço é ridículo.

Prefiro aguardar o lançamento de Akashic Mysteries, da Dreamscarred Press. É a empresa que produz material tercerizado para Pathfinder de maior sucesso, e apesar de seus livros custarem em média 15 dólares, pelo menos tem muito mais conteúdo, tanto em número de páginas quanto em utilidade.

Voltamos a jogar Pathfinder neste final de semana, após duas semanas de desencontro. Meus filhos estavam no meio de um combate complicado, quando o menino, tomado por um momento de insanidade, resolveu avançar no mapa, dando início ao encontro com o chefe final. Desnecessário dizer que a situação ficou caótica, e envolveu muita correria, infelizmente resultando no falecimento de seu personagem, vítima de um ataque de oportunidade crítico.

Ambos lidaram razoavelmente bem com a situação e acredito estarem motivados para retornar ao calabouço, com equipamentos melhores e um personagem novo. Ele está querendo fazer um bárbaro de qualquer jeito, mas acho um desperdício – a menina já tem uma Hunter, que é melee striker, se ele fizer um com o mesmo objetivo, vão acabar sem nenhum arcane caster para lidar com grupos. O que definitivamente vai ser fatal na próxima parte da aventura.

Fonte: Paizo

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Bayonetta 2 chega ao ocidente

A Nintendo divulgou o primeiro trailer de Bayonetta 2, jogo que vai sair exclusivamente para Wii U no final deste mês na Europa e EUA. A protagonista é uma bruxa armada com pistolas e capaz de utilizar sua roupa e cabelos para conjurar ataques especiais. O título é conhecido pelos combates movimentados e erotismo.


© Nintendo

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Sugiro aos interessados, apesar de duvidar que seja necessário, dar uma lida no resumo da sinopse do primeiro Bayonetta na Wikipédia. É praticamente um exercício para tentar manter a sanidade perante um exemplo gritante de insanidade. Combine isso com alguns vídeos do gameplay então, e você ficará se imaginando como alguém joga ou faz qualquer progresso nesse título.

Mas a combinação de loucura e ação fluida parece funcionar bem, pelo menos de acordo com a opinião de críticos. Acho que não vende tão bem assim, já que você pouco ouve falar de Bayonetta, mas quem joga diz que é uma experiência e tanto.

Fonte: Coming Soon

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Antigo jogo de computador adaptado para televisão

A produtora Legendary Television vai se unir à desenvolvedora Cyan Worlds para adaptar o jogo Myst (1993) em um programa de televisão. No game, um protagonista em primeira pessoa explora uma ilha deserta e perdida na névoa, resolvendo enigmas em várias áreas diferentes, desvendando pistas sobre sua presença e o local.


© Cyan Worlds

Também estão nos planos um produto que poderá ser jogado pela audiência enquanto assistem ao programa em seus computadores ou tablets, mas sem detalhes específicos ainda.

Um total de cinco jogos de Myst foram produzidos, e podem ser adquiridos individualmente ou em pacote em sites como o gog ou steam.

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Aplaudo a ideia de lançarem mais programas de TV atrelados a um mistério gigante que orienta a maioria se não todos os episódios de uma temporada, assim como Lost e aquele outro programa que o Shyamalan está produzindo e dirigindo (tenho o livro na minha lista de leituras futuras, só esqueci total… ah sim, Wayward Pines).

Myst talvez seja uma fonte rica de enigmas para serem adaptados, mas a aparente ausência de outros personagens seria um desafio. Ou alteram a própria natureza do jogo ao transformá-lo para TV, ou vão precisar ser ridiculamente criativos.

Acredito que a Legendary Television seja subsidiária da produtora de filmes Legendary, então as chances de ir pra frente são grandes. Talvez compre o jogo, mas vou esperar mais algumas novidadezinhas sobre essa iniciativa.

Fonte: io9

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Programa televisivo de horror volta em 2015

Penny Dreadful, seriado de horror do canal americano Showtime divulgou um teaser de sua nova temporada, que deve ser lançada em 2015, com 10 novos episódios. O programa se passa na Inglaterra do século XIX, onde seres humanos enfrentam criaturas sobrenaturais tiradas de clássicos literários, como Drácula, Frankenstein e O Retrato de Dorian Gray.


© Showtime

Estão no elenco  Eva Green, Timothy Dalton, Billie Piper e Josh Hartnett. O diretor Sam Mendes é um dos produtores executivos de Penny Dreadful, e aparenta não ter se envolvido no seriado além disso.

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Não lembro se já comparei isso à Liga de Cavalheiros Extraordinários, do Alan Moore (opa, segunda menção à ele na mesma semana – mais uma e ele aparece pra me matar), mas os temas similares são óbvios. A diferença, além da erotização, é o foco em personagens sobrenaturais.

Ouvi algumas opiniões boas, não muito entusiastas, mas convincentes o bastante para me motivar a tentar assistir. Adoro a Eva Green (não só pelos motivos óbvios, leitores de mente poluída), e pela quantidade de episódios em que ela aparece, provavelmente é a protagonista ou um elo entre narrativas.

Aguardarei o lançamento no Netflix.

Fonte: Bleeding Cool

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